quinta-feira, 16 de maio de 2013

A importância das terapias complementares para os animais




Martha Martha Follain tem uma longa história preenchida pelo seu amor aos animais.

Atualmente, entre os cuidados com seus 18 gatos e 4 cães, todos resgatados das ruas, dedica-se profissionalmente à prática, promoção e ao ensino de terapias complementares para os animais.

O tratamento holístico não é novidade para ela, que tem formação em direito, neurolinguística, regressão e hipnose.  

Martha é uma das pioneiras em tratamentos com terapia reikiana e floral para animais no Brasil.

Ela também partilha sua experiência em cursos sobre a aplicação de Florais de Bach, Florais de Minas e Aromaterapia em animais, além de ser consultora da Phytoterápica, fornecedora e distribuidora de óleos essenciais.

Sob os cuidados de Martha Follain, os proprietários podem ser orientados para a aplicação da cromoterapia, atividade da qual ela tem muito para se orgulhar como é possível perceber pelo programa do curso que oferece online.

Em destaque entre seus estudos atuais estão também  bioeletrografia, terapia ortomolecular, fitoterapia brasileira e cristaloterapia para animais humanos e não humanos.

Nesta entrevista exclusiva à jornalista Cynthia Schneider, da ANDA, Martha Follain fala sobre os cuidados que devemos ter com a saúde dos animais, das possibilidades complementares de tratamento para promoção do seu bem-estar e de casos que mostram como o atendimento adequado pode melhorar a qualidade de vida dos animais.

 

ANDA – Como surgiu seu interesse pelo uso das terapias complementares para os animais?
 
Martha Follain –
O que me estimulou a estudar mais profundamente a aplicação em animais não humanos foi uma gatinha que busquei em um abrigo – Alice Maria, na época com 3 meses, hoje com 9 anos.
Toda vez que eu saía, ela urinava na minha cama, no som, nos sofás etc.
O tratamento convencional, com o veterinário, não propunha solução para esse comportamento, já que ela fez todos os exames e não foi constatada nenhuma inflamação ou infecção.
Só os florais trataram Alice Maria, que não gostava de ser deixada sozinha, era carente e, ao mesmo tempo, mandona e possessiva.
Em 1 mês de tratamento floral, seu comportamento mudou completamente. O Dr. Bach, em sua pesquisa, concluiu que, os animais podem e devem ser tratados com as mesmas essências dos humanos, por terem emoções similares.
O Dr. Bach tratava seu cachorro de nome Lulu, um Cocker spaniel com florais, e Nora Weeks, assistente do Dr. Bach tratava seus vários gatos também com as essências.
 
 A gata Alice Maria
A gata Alice Maria

 

ANDA – Você fez uma pesquisa sobre os chakras e os corpos sutis dos animais.
Poderia comentar sobre a relação entre isto e o veganismo de animais humanos, conforme o resultados obtidos?
 
Martha Follain –
Todos os animais não humanos possuem um sistema de chakras como os animais humanos.
A maioria dos animais não humanos possui 8 chakras principais ativos – ou 12 nos gatos, 21 chakras secundários ou menores – alguns autores referem-se a 14.
Ainda há 6 chakras em botão, sendo 4 nos coxins plantares – somente em animais com “almofadinhas” (animais com cascos não) – e 2 nas aberturas dos ouvidos.
Os chakras nos animais não humanos também estão relacionados ao seu sistema endócrino.
Essas imagens mostram como são os chakras nos animais:
 

 Chakras de Cães e Gatos

Chakras de Cães e Gatos

 Chkras dos Cavalos
Chakras dos Cavalos
 

Os chakras afetam a área do corpo onde estão localizados.
Muitos desequilíbrios físicos podem ser resultado de desequilíbrios dos chakras.
Nos animais não humanos o processo é o mesmo: a desarmonia se manifesta em outros corpos mais sutis e, por último, no corpo físico, que é o mais denso dentre todos.

Para que o bicho tenha uma boa saúde, é necessário que tenha o campo energético em estado de equilíbrio. Isso pode ser obtido  pelas Terapias Holísticas: Florais, Cromoterapia, Cristaloterapia, Música, Aromaterapia e outras.

Mas, sobretudo, os animais não humanos precisam ser amados!
Reagem mais rapidamente a qualquer tratamento holístico ou terapia vibracional, pois não têm resistência inconsciente aos processos de harmonização.
Além de que conviver com um animal é também exercitar a percepção de nossas próprias limitações e necessidades emocionais. 

Na realidade, se colocarmos um humano de quatro, os chakras e meridianos energéticos serão praticamente os mesmos.
Animais não humanos possuem um sistema de energia como o dos animais humanos.
Tudo que tenha uma estrutura atômica, isto é átomos, está em movimento e libera e recebe energia, de acordo com a Teoria Quântica.

Essa energia é exatamente a mesma para todos os seres (Qi para os chineses, Prana para os hindus, Ki para os japoneses etc.).
Nosso organismo e o organismo dos animais não humanos são massa, que é energia condensada, compostos de células, moléculas, átomos que são formados por prótons, nêutrons e elétrons.
Nossos corpos, como tudo mais no Universo, são constituídos de átomos.

O átomo é composto por um núcleo e uma eletrosfera.
Qualquer átomo no Universo está sempre recebendo energia ou cedendo energia.
O ser vivente é formado por células, e sendo as células unidades vivas, geram vibrações contínuas.

Tais vibrações criam um campo de energia – o campo bioeletromagnético.
Como posso admitir devorar um “irmão de jornada” com um sistema energético tão delicado e parecido como o meu?
Aliás, os animais podem “sentir” com mais intensidade – qualquer sentimento: o animal humano recebe a energia vital através do chakra coronário (no alto da cabeça), a qual posteriormente é distribuída para outros chakras.
O animal não humano recebe a energia vital diretamente em cada chakra – podemos supor que “sintam” mais dor, mais amor, tristeza etc.
 

ANDA – Como deve ser conduzida a alimentação dos animais?
Cães e gatos podem ser atendidos plenamente com uma dieta vegetariana?
 

Martha Follain –
Esse tema é extremamente controverso.
Os animais domésticos, retirados de seu hábitat natural, já mudaram sua orientação alimentar – cães (onívoros) e gatos (carnívoros) que caçavam para comer – comiam a carne crua, e os alimentos do estômago e intestino de suas presas.
Atualmente, podemos enquadrar nessa definição nossos animais domésticos?
E serão as “rações” os alimentos mais saudáveis para eles? 

Segundo o Dr. Andrew Knight, médico veterinário americano, “os riscos para a saúde dos animais que comem rações vendidas no comércio são inúmeros.
Estas rações contêm, frequentemente, restos de matadouros: carne 4-M (carne proveniente de animais mortos, moribundos e doentes); carne com a data vencida ou carne deteriorada proveniente de supermercados, restos de inúmeros animais abandonados em abrigos, restos de gorduras usadas em restaurantes com uma alta concentração de radicais livres e ácidos graxos trans, peixes com data de validade vencida ou deteriorados com alta taxa de mercúrio, saturados em agentes químicos e outras toxinas.

Bactérias patogênicas, fungos, vírus bem como endotoxinas e micotoxinas que lhes são associados, resíduos de hormônios e de antibióticos adicionados a perigosos conservantes.
Para tornar o produto final apetitoso para os animais, adiciona-se, ao todo, uma sopa digestiva composta de vísceras de galinhas parcialmente dissolvidas.

Mais de 95% dos animais de estimação são alimentados dessa forma.
Como era de se esperar, encontramos na literatura científica a descrição de várias doenças provocadas por esse tipo de alimentação destinada a cães e gatos: doenças renais, hepatite, doenças coronárias, neurológicas, problemas oftalmológicos, desordens musculoesqueléticas e sanguíneas, doenças de pele, deformações congênitas, queda da imunidade e doenças infecciosas.

Ele afirma que as doenças degenerativas como o câncer, as insuficiências hepáticas e as paradas cardíacas ocorrem com muito mais frequência do que deveriam, e que muitas dessas doenças são agravadas ou diretamente provocadas pelos numerosos ingredientes (mais que duvidosos) presentes nos alimentos com carne vendidos em latas, ou adicionados às rações para alimentar os cães e gatos.

O Dr. Andrew Knight propõe uma alimentação vegetariana para cães e gatos.

“Por outro lado, uma alimentação vegetariana nutricionalmente equilibrada parece estar associada a vários benefícios: aumento da vitalidade, diminuição do número de cânceres, diminuição de infecções, hipotireoidismo e ectoparasitas (pulgas, carrapatos, piolhos e ácaros), embelezamento da pelagem, controle de alergias e do peso, redução da artrite, progresso na redução da catarata e melhoria dos odores das fezes (Gillen, 2003; Peden, 1999; PETA, 1994). 

Há rações vegetarianas no mercado.
Mas penso que nada substitui a boa comidinha caseira, vegetariana para cães e gatos.
E, atualmente, nos deparamos com animais naturalmente vegetarianos.

Tenho um cachorro, o Bento, que detesta carne – qualquer carne –, gosta de rações vegetarianas e come ovo uma vez por semana e ricota todos os dias de manhã. Porém ele gosta de verduras, legumes, tofu etc.
Pessoalmente, acredito que podemos oferecer uma alimentação ovolactovegetariana (pelo menos) para nossos animais.

Por causa de questões éticas e muitos problemas de saúde, como as alergias causadas pela absorção de alimentos à base de carne de boi, carneiro e outros, é que as marcas de alimentos vegetarianos foram criadas para alimentar cães e gatos.

Todavia, a alimentação vegetariana para animais continua sendo um tema cheio de controvérsias pela ignorância, sobretudo, relacionadas aos problemas nutricionais e de saúde.
Cada guardião deve conversar com o veterinário e decidir o que achar melhor para seu pet.

A utilização apropriada de complementos nutricionais e de um regime equilibrado é essencial para prevenir as doenças cardíacas (ou outras) e na preservação da saúde de animais vegetarianos.
Um teste regular de pH da urina é importante para detectar a alcalinização desta, com as consequências potenciais de cálculos urinários, cistites e infecções, mas que raramente ocorrem quando um animal é vegetariano.
Os fatores mais importantes ao longo de uma transição para outro tipo de alimentação são a mudança gradual e a perseverança. 

A alimentação dos animais de estimação dos veganos é uma questão mais polêmica ainda, principalmente do ponto de vista ético.

Se um vegano respeita todas as formas de vida, não deveria submeter seu animal a uma alimentação carnívora – antropofágica.

Comprar comida “normal” para animais domésticos é dar apoio à mesma indústria da carne, com toda a sua crueldade, exploração, desperdício e danos ambientais, à qual o veganismo se opõe.

Os cães e os gatos podem receber uma dieta vegana, mas não são veganos por natureza – os cães são onívoros e os gatos são carnívoros.

Embora ambos pertençam à classe dos carnívoros, isso não é muito significativo, pois o urso panda também pertence à mesma classe e é quase vegano. 

No entanto, é necessário estabelecer dietas especiais para gatos, pois estes precisam de um aminoácido chamado taurina, encontrado nos músculos de animais.

Parecem não ser capazes de sintetizá-lo em quantidades suficientes, ao contrário dos humanos e dos cães. 

Já se desenvolveu a taurina sintética, usada em alimentos comerciais (não vegetarianos), para gatos.

Os animais que não comerem carne devem receber estes ou outros suplementos, pois a sua deficiência pode causar cegueira e mesmo a morte do animal.

Os gatos precisam ainda de vitamina A pré-formada e ácido araquidônico.

Todos os alimentos veganos para estes felinos contêm esses ingredientes essenciais, e as empresas que os comercializam incluem-nos nos seus produtos.

Não fica mais caro dar uma dieta vegana a um animal de estimação, pois rações de qualidade também não são baratas.
E mesmo quando se opta por usar comida “caseira” em vez de rações, os ingredientes mais caros como castanhas e sementes são tão concentrados em energia e nutrientes que são necessárias pequenas quantidades para deixarem os bichinhos saciados.
 
O proprietário de um animal, ao decidir dar-lhe uma dieta vegetariana ou vegana, tem apenas de prestar atenção à nutrição, de forma que não falte nenhum nutriente essencial.
Alimentar cães e gatos com uma dieta vegana por vezes tem ainda a vantagem de evitar alergias e outros problemas de saúde.

Isso sem falarmos nos corantes; aromatizantes; conservantes; antioxidantes; estabilizantes; acidulantes (já foi comprovado que os corantes vermelho e amarelo podem causar hiperatividade em crianças humanas e animais).
O corante vermelho 4 é produzido a partir da cochonilha, um inseto, uma praga de plantações. Observa-se um número maior de crianças e animais com intolerância ou alergia a esse corante, e há cada vez mais casos de crianças e animais com problemas de déficit de atenção e hiperatividade.
Leia os rótulos dos alimentos – os corantes vermelhos considerados mais seguros são os extratos de beterraba e de páprica (pimentão vermelho).
 

ANDA – Como é a aceitação de terapias complementares para tratamento de animais atualmente? Como você avalia o interesse da comunidade pelos cursos de terapias holísticas para animais  online?
 
Martha Follain –
Em todo o mundo a utilização das terapias holísticas já é uma realidade, por serem efetivas – para animais humanos e não humanos.
Uma avaliação com um profissional em terapia complementar não substitui a consulta com o médico veterinário, que é quem diagnostica e trata “doenças” dos animais.
Os terapeutas colaboram com o tratamento do veterinário, proporcionando mais qualidade de vida ao animal e tratando seus desequilíbrios energéticos.
 

ANDA – Como tem sido a sua experiência com o curso de cromoterapia e com a utilização dessa terapia para os animais? 

Martha Follain –
Sensacional: e é extremamente efetiva e barata.
O cromoterapeuta pode orientar o guardião a aplicar a terapia das cores em seu pet por meio da aplicação direta da luz, da água solarizada, da alimentação cromatizada, aplicação direta da luz nos chakras, harmonização cromática do ambiente no qual vive o animal: Feng Shui, elixires de cristais e cristaloterapia.
Há novas turmas iniciando em março.
 

ANDA – Quais os principais motivos que levam à agressividade em cães?
É comum ouvirmos histórias de tutores que agravam a situação com a própria irritação e até com o uso de violência.
Como você orienta a terapia em casos assim?
Que recomendações você faz a tutores de cães agressivos? 

Martha Follain –
Não é somente agressividade.
Os animais, devido ao processo de domesticação, deixam de viver sua verdadeira biologia, alterando seus hábitos de convívio com outros indivíduos da mesma espécie, caçar para comer e atividades reprodutivas.
 
Muitas vezes, os animais apresentam distúrbios e transtornos, sem um motivo aparente:
 
– Automutilação: sugere o tédio do cativeiro; em aves, além da automutilação (arrancar as penas), a oscilação da cabeça decorrente de estresse; 

– Destruir objetos, sugerindo a falta de atividades físicas naturais da espécie; 

– Mamar em si mesmo, em roupas etc., decorrente do desmame precoce; 

– Compulsão pela limpeza corporal: lambeduras excessivas, provenientes do estresse de viver sozinho – estresse, frustração e tédio podem levar a compulsões; 

– Coprofagia: comer fezes – pode estar ligada à alimentação inadequada, solidão, competição com outros animais;

– Hiperfagia: comer demais – animais em confinamento podem desenvolver esse comportamento, como consequência da ansiedade;
 
– Ingestão excessiva de água;

– Apetite pervertido: ingerir sacos plásticos, tecidos, metais, etc. – pode estar ligado a transtornos nutricionais e à solidão, competição, tédio; 

– Morder o flanco e o rabo, principalmente em cães, decorrente de frustração, tédio etc.
 
A domesticação de animais é uma prática realizada desde os primórdios da humanidade, pois o homem sempre teve a necessidade de ter certos animais ao seu lado, seja para auxiliá-lo na caça de subsistência, ajudá-lo em certos serviços, ou para fazer-lhe companhia.
O homem tornou-se produtor de alimentos após a domesticação do cão.
Com isso, duas grandes alterações perniciosas aconteceram:
– Monoculturas: predomínio de certas espécies é tolerável, mas não exclusivamente; 

– Domesticação de outras espécies: quando o homem intervém, fornecendo alimento e impedindo o animal de caçar, a Natureza cessa imediatamente essa condição. 

Mesmo que não haja sofrimento aparente, os animais que estão confinados em jaulas, circos, apartamentos, casas etc. foram privados do que sua natureza biológica necessita de mais básico. Sensações psicológicas como medo, estresse, pânico e ansiedade são provocadas pela privação da liberdade, realidade comum a todos os animais nessas condições.
Animais privados do exercício de sua natureza são forçados a alimentar-se e a “movimentar-se” inadequadamente por viverem confinados a espaços limitados.
Algo muito diferente do que seria a vida em seu habitat natural.
Filhotes serão vendidos como mercadorias e muitas vezes trancados em apartamentos ou em quintais com correntes, impedidos de procurar nutrientes (não só biológicos, mas psicológicos também) que realizariam enquanto indivíduos de determinada espécie.
Psicologicamente, isto funciona como uma violência que, na maioria das vezes, leva esses indivíduos a desenvolverem transtornos como estresse, angústia, ciúmes, agressividade, ansiedade, pânico e tédio.
Nem todos os seres humanos possuem sensibilidade quanto à posse e responsabilidade em relação aos animais de estimação para minimizar essa condição de perda de liberdade, e por várias outras razões, tais como velhice, doenças, crescimento excessivo do animal, etc., animais são abandonados à sua própria sorte, sujeitos a todo o tipo de maus-tratos.
 

ANDA – Como você vê os esforços atuais de entidades independentes pelo fim do especismo?
Já é possível perceber eco no poder público e em setores mais abrangentes da sociedade?
 
Martha Follain –
Especismo é a discriminação praticada contra os animais, “fundamentada” no preconceito cultivado por seres que se dizem morais, contra seres que não têm uma aparência igual à do Homo sapiens.
O especista acredita que a vida de um membro da espécie humana, pelo simples fato de o indivíduo pertencer à espécie humana, tem mais peso, mais importância do que a vida de qualquer outro ser.
Os fatores biológicos que determinam a linha divisória de nossa espécie teriam um valor moral – nossa vida valeria “mais” que a de qualquer outra espécie.
Historicamente pode-se supor que a atitude especista foi  reforçada com a expansão do cristianismo, que atribui ao homem um papel dominante sobre todas as outras criaturas.
Para o cristianismo, o homem foi criado pela divindade à sua própria semelhança, sendo assim, o “cerne” da criação.
Consequência nefasta do especismo é considerar ser moralmente admissível infligir sofrimento a seres que não pertencem à espécie humana.
E esse sofrimento, esse brutal desrespeito, traduz-se em hábitos alimentares (comer carne – processo industrial de produção em larga escala para abate e consumo), exploração animal (circos, touradas, zoológicos etc.), uso do couro no vestuário, uso de cosméticos testados em animais, vivissecção,  isto é, submeter os animais aos interesses exclusivos dos seres humanos. 

O fato de a vida humana ser evidentemente valiosa não é razão suficiente para dizer que humanos são superiores a qualquer outra forma de vida.
Dessa forma, o movimento pelos direitos dos animais, contrapõe-se ao especismo.
O movimento pelos direitos dos animais confere aos animais certos privilégios e impõe algumas restrições na forma como humanos interagem com os animais, opondo-se ao tratamento cruel em relação a eles, à sua utilização como alimentação dos humanos, à sua exploração para entretenimento dos humanos, bem como a quaisquer outras formas de exploração dos animais.

E os animais teriam “direitos”?
Sem dúvida: animais terão direitos se humanos tiverem-nos.
“Humanos são animais, portanto, direitos dos animais são direitos humanos!”, diz David Cowles-Hamar.
O princípio fundamental deste movimento é que todos os animais não humanos merecem viver de acordo com sua própria natureza, sem serem feridos ou abusados.
As bases científicas do movimento começaram com as descobertas de Charles Darwin (séc. XIX), quando este afirmou que humanos partilham sua ascendência com os primatas, não sendo o resultado de nenhuma criação especial.
E, hoje, está cientificamente provado que animais têm a capacidade de experimentar diversas sensações/emoções: alegrar-se, entristecer-se, ter vontades, recordações e agir de modo intencional.
O movimento pelos direitos dos animais pretende garantir que os animais sejam tratados com o respeito que “merecem”, abolindo todas as formas de exploração dos mesmos, por parte dos humanos.
Os principais objetivos são:
 
  Abolição da exploração e abate de animais para consumo ou uso humano (recomendando o vegetarianismo); 

  Fim da exploração de animais para entretenimento dos humanos (circos com animais, touradas, zoológicos etc.);

– Abolição da experimentação em animais (experimentação com fins comerciais e experimentação científica e médica”).

A Unesco proclamou em Bruxelas, em 27 de janeiro de 1978, a Declaração Universal dos Direitos dos Animais.
 

ANDA – Poderia deixar uma mensagem sobre a atenção que a sociedade deve dar aos animais?
 
Martha Follain – Se os seres humanos possuem sentimentos, os animais também – somos todos “animais”, de espécies diferentes.
Muitas pessoas, arrogantemente, encontram dificuldade em aceitar essa afirmação, pois se consideram o “produto” final e especial da criação – Divindade ou Natureza.
Obviamente a humanidade está em profunda dívida com os bichos, pois os tem escravizado, humilhado e destruído através dos séculos, gerando danos e dor.
Talvez nem todos os seres humanos tenham percebido que os animais são seres sencientes, com o mesmo direito inalienável de viver plenamente uma vida decente e digna neste planeta.
Com os animais de estimação nosso compromisso ainda é maior e mais delicado.
A partir do momento que alguém decide adotar um animal, assume total responsabilidade por ele e sua vida: abrigo, alimentação adequada, cuidados higiênicos, cuidados com sua saúde, atenção, carinho e amor.
E mais: harmonia energética e colaboração e apoio com sua evolução espiritual, partindo-se do princípio de que somos todos seres “iguais” (talvez eles sejam mais iguais, pois são melhores).
Os animais, nesse contato com o homem, estão desenvolvendo, aprendendo e ensinando seus sentimentos, seus valores essenciais.
Portanto, devemos ajudá-los nessa tarefa, e humildemente aprender lindas lições de puro amor, em vez de tornar suas vidas miseráveis.

Pomegranate

Pomegranate 350mg 50 cápsulas

 
 
 
Descrição do produto
Pomegranate, conhecido no Brasil como Romã, é um fruto nativo do Oriente Médio.
Pomegranate pode ser utilizado como um antioxidante, anti-aterosclerótico e anti-inflamatório natural.
Sua potente ação antioxidante e anti-ateroscleróticas são atribuídos aos seus polifenóis, incluindo punicalagin, o tanino elágico, e o ácido elágico.
Pomegranate também pode ser uma boa fonte de ácido ascórbico.
Atividades antioxidantes do Pomegranate
O dano oxidativo está relacionado ao desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como neurodegeneração carcinogênese e aterosclerose.
A Pomegranate pode trazer benefícios contra essas doenças crônicas.

Benefícios
Os benefícios à saúde atribuídos ao consumo de Pomegranate e seus extratos estão relacionados à sua possível atividade antioxidantes.
Estudos têm demonstrado a relação inversa entre a ingestão do extrato de Pomegranate (ou seus sucos) e doenças cardiovasculares.
Um estudo recente demonstrou também que a longo prazo a administração oral do extrato da flor de Pomegranate, pode reduzir o teor de triglicerídeos cardíacos e diminuir os níveis plasmáticos de triglicerídeos e colesterol total em diabéticos.

Doença cardíaca coronária
O consumo diário de Pomegranate pode trazer benefícios em pacientes com doenças cardíacas coronárias.
Pressão Arterial
Os pesquisadores descobriram que o consumo Pomegranate também poderia reduzir a pressão sanguínea sistólica de hipertensos.
Este efeito é de uma forma dose-dependente e está relacionado a uma mudança de atividade da enzima conversora da angiotensina.
Atividades contra câncer
Os pesquisadores já haviam relatado possíveis efeitos anticâncer de extratos de romã em células humanas de câncer de mama.

Atividades anti-bactérias
Pomegranate pode trazer benefícios na prevenção de certas doenças induzidas bacteriasl.
A Baixa dose de Pomegranate pode retardar o crescimento de Staphylococcus aureus, enquanto altas doses podem eliminar Staphylococcus aureus.
Pomegranate tem demonstrado um possível aumento das atividades de certos antibióticos testados.

Os animais segundo os Essênios




A AURA
Todo ser vivente possui várias auras, mesmo se algumas ainda se encontram em estado embrionário.

O mundo animal reservou-me, entretanto, belas surpresas.

Todos os que puderam surpreender o olhar de um animal dito "selvagem" ao enveredar por um bosque, a silhueta de uma corça numa clareira ao alvorecer, sabem por quanto tempo esse momento permanecerá gravado em suas lembranças.

Da mesma forma, o espetáculo de uma aura desprendendo-se de um ser do "povo animal" é inefável.

Mesmo considerando que, freqüentemente, apenas as três primeiras auras se desenvolvem, elas apresentam grande clareza e beleza luminosa.

Não quero dizer com isso que a "gente" animal não tenha problemas a resolver, mas ela tem a vantagem de ser menos mental, menos poluída por pensamentos parasitas, menos tortuosa em suas progressões.

Os pensamentos e os sentimentos mais diretos de nossos irmãos animais tornam suas auras mais densas e mais protetoras.

Existem entre eles, como entre nós, seres mais evoluídos, guias, mestres de grande maturidade e de grande beleza interior.

Eles são mais individualizados e suas auras tornam-se mais complexas pela possibilidade que têm de conceber as abstrações com mais facilidade.

Observar a aura de seu companheiro de pêlos, plumas, de quatro ou duas patas, não é fácil. O gato, animal psíquico por excelência, raramente aceita intrusão no seu mundo íntimo e com freqüência embaralha "as cartas", isto é, suas auras, a fim de se proteger.

Apenas as pessoas que têm um contacto privilegiado com o mundo animal podem ter acesso a uma leitura mais fácil das auras.
A aura astral é a mais extensa entre os animais, assim como entre os homens, e você pode sentir-se cativado por suas cores vivas, testemunhas fiéis dos sentimentos do momento.

Com efeito, o povo animal tem uma faculdade que perdemos há muito tempo e que tentamos reencontrar hoje: os animais vivem o instante presente e expressam os sentimentos que dele advêm.

As doenças Nada é imutável, tudo se transforma, só a mudança não muda e nossos amigos animais são igualmente arrastados por essa corrente.

Se outrora sua natureza sã lhes permitia evitar as doenças ditas psíquicas ou psicossomáticas, hoje em dia não é mais assim.

Há evidentemente diversas razões para isso, sendo que três dentre elas me parecem essenciais:

Por um lado, o reino animal evolui como qualquer reino e desenvolve lentamente um estado psicológico mais amplo pensamentos mais abstratos, com tudo que isso significa em termos desvantagens e inconvenientes.

A concepção simples e clara de certos acontecimentos vai tornar-se assim mais complicada, mas vai também enriquecer-se de reflexões mais complexas.

O animal será menos "primário" aos olhos do homem, pois suas reações revelar-se-ão motivadas por um pensamento mais elaborado.

Por outro lado, o animal doméstico, e em particular o animal de estimação, identifica-se muito com as pessoas que vivem à sua volta.

Um tanto fora das normas, ele já não se identifica com o resto do mundo animal, que não o reconhece mais como tal, e tampouco é reconhecido pelo homem, pois não chega a ser humano.

É o "mal-estar" experimentado por muitas pessoas no caminho da espiritualidade quando seus propósitos, seus atos, não são mais reconhecidos pelos seus e elas não estão ainda suficientemente firmes, seguras de si para caminhar sozinhas.

Uma indisposição e uma dependência se instalam então nos animais "de estimação" que, em estreita comunicação com as auras de "seus donos", desenvolvem doenças outrora desconhecidas entre eles.

Assimilam, assim, por "imitação" indisposições muito humanas que podem ir da depressão a atitudes perturbadas, tanto no plano físico como no psíquico.

Não nego a ação de manifestações genéticas, da comida em conserva, dos exagerados cruzamentos de raças, do stress freqüente, sobre o estado de saúde física e psíquica de nossos companheiros de estrada.

Tudo isso contribui evidentemente para o enfraquecimento do capital genético outrora sólido.

Há, contudo, a meu ver, uma outra causa para as doenças do povo animal.

Esse povo, com efeito, sempre quis colaborar, no sentido nobre do termo, com o homem.

O rancor dificilmente faz parte de sua índole, e seu amor incondicional é para nós, humanos, uma lição quotidiana de sabedoria.

Esse amor sem volta, sem julgamento, que nos demonstram certos animais, leva-os a uma generosidade sem limites.

Assim ocorre de forma cada vez mais freqüente que nossos companheiros acabem adquirindo males destinados a nós... e às vezes até a morte.

As pequenas formas-pensamento que nos embaraçam, os miasmas etéricos que atraímos, são assim desviadas para nossos amigos animais.

Os gatos, através das lambidas, desembaraçam-se mais facilmente dessas escórias opressivas do que os cães, que podem desenvolver eczemas atípicos ou doenças para as quais é difícil encontrar um remédio.

Eis o que diz a esse respeito o cãozinho Tomy na obra Le Peuple Animal:

"...Quando um conflito, uma dor deve sobrevir em algum lugar, nós sabemos sempre com certa antecedência.

Vemos uma luz baça formar-se em determinado lugar.

Quase sempre ignoramos de onde ela vem, mas os mais antigos nos ensinam que ela se desprende do ser que deve sofrer o conflito e vai envenenar um local preciso.

Ela é semelhante a uma cólera do ser contra ele mesmo.

Nós, do povo canino, não sabemos bem o que isso pode significar, mas o constatamos.

0 Espírito de Vida pode, às vezes, pedir-nos para tomarmos sobre nós essa luz baça destinada a um humano que amamos.

Aceitamos então que o conflito recaia sobre nós e que a força vital abandone nossa forma.

Não é o dever, mas o amor que nos leva a fazer isso.

Vocês, humanos, praticamente nem se dão conta... e isso nos entristece.

Uma voz me sussurra que vocês ignoram os laços que os unem a nós, que nós voltamos para vê-los sob diferentes formas numa e em outra vida... e mesmo diversas vezes na mesma vida."

Os tratamentos essênios relativos ao povo animal revelam-se muito simples.

É absolutamente necessário ter-se o mesmo estado de ser aplicado ao tratamento dispensado aos seres humanos.

Trata-se sobretudo da imposição das mãos para que a luz passe e atue exatamente onde deve atuar.

Os animais de quatro patas recebem grande parte de sua energia através da coluna vertebral, especialmente pelo ponto situado a alguns centímetros antes da cauda.

Qualquer que seja o mal, é útil colocar uma das nesse ponto específico e a outra no local problematizado, olhando ao mesmo tempo para a fronte do animal.

Em seguida desloque a mão que não está sobre a coluna vertebral para colocá-la sobre a fronte do ser que você está tratando.

Esse modo de proceder permite reativar, ao nível da coluna vertebral, um centro vital que recebe diretamente a luz e que se torna lento quando ocorre uma doença.

A reativação do chacra da fronte permite ao animal retirar de seu psiquismo e de sua intuição a força necessária ao seu restabelecimento.

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Texto do Livro:
Leitura de Auras e Tratamentos Essênios –

TERAPIAS DE ONTEM E DE HOJE
autora: Anne Meurois-Givaudan
Tradução : MARIA ÂNGELA CASELLATO
EDITORA PENSAMENTO - São Paulo

A dor da perda de um Animal Querido

O luto é uma resposta normal a qualquer perda importante na vida.

Acontece quando a morte veio após uma longa doença, ou quando foi um acidente súbito.

Pessoas enlutadas experimentam traumas tanto físicos quanto emocionais enquanto tentam adaptar suas vidas aos abalos trazidos pela perda.

Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa.

A morte de uma animal de estimação significa a perda da fonte de um amor incondicional.

Não há mais para o proprietário o objeto de carinho e proteção.

Assim, o proprietário perde o contato com "o mundo natural."

Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, solitários, ou casais sem filhos (para quem o animal é também um substituto da criança).


AS FASES DO LUTO

Na verdade o processo do luto não é um objeto concreto que pode ser dividido distintas.
O luto é um processo contínuo, com cada pessoa vivenciando-o de uma forma forma diferente.
Dividir o luto em to "fases" ajuda a pessoa enlutada a entender que as seus sentimentos são normais.
Algumas pessoas passam rápido por todas as fases, enquanto outras parecem ficar "presas" numa fase específica.
Rapidamente, as fases do luto são as seguintes:

1. CHOQUE E NEGAÇÃO

A realidade da morte ainda não foi aceita.
Ele ou ela se sente atordoado e atônito - como se tudo aquilo fosse "irreal."

2. RAIVA

A pessoa enlutada frequentemente se volta contra a família, amigos, elas mesmas, Deus, o veterinário ou o mundo em geral.
Vão aparecer também sentimentos de culpa ou medo nesse estágio.

3. BARGANHA

Nessa fase a pessoa pede por um trato ou uma recompensa de Deus, do veterinário ou do padre.
Comentários do tipo "Eu vou à Igreja todo dia se o meu animal voltar para mim" são comuns.

4. DEPRESSÃO

A depressão ocorre como uma reação à mudança do modo de vida ocasionada pela perda.
A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada.
Ele ou ela sente falta do animal e pensa nele constantemente.

A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS

Muitas pessoas não percebem como a morte pode ser traumática e confusa para uma criança.
As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa.
Crianças também tendem a voltar ao assunto com mais frequência , então muita paciência é necessária quando se lida com uma criança enlutada. Algumas dica importantes para ajudar uma criança nessa situação incluem:

1. Dar à criança permissão de lidar com a sua dor.- contar ao professor sobre a morte do animal.- encorajar a criança a falar livremente sobre o animal.- dar à criança muito carinho e conforto.- discutir a morte, o morrer e a dor honestamente.

2. NUNCA dizer coisas como "Deus levou o seu bichinho," ou o animal está "dormindo para sempre."
- A criança pode temer que Deus vá levá-la, seus pais ou seus irmãos.
- A criança pode ficar com medo de ir dormir.

3. Inclua a criança em tudo o que se passa.

4. Explique que a morte é permanente.

OS ANIMAIS SOFREM COM A MORTE?

Muitas pessoas acham difícil acreditar que animais criem laços muito fortes um com o outro.
Mesmo animais que parecem mal se suportar podem exibir fortes sinais de stress quando separados.
Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo pelo proprietário enlutado.
O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido.
Ele pode suspirar com frequência, e ter a respeito de comer e dormir.
É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos.

Como o proprietário pode ajudar um animal que sofre? Atenção para as seguintes recomendações:

1. Mantenha a rotina do animal sobrevivente o mais normal possível.

2. Tente não reforçar (mesmo que não intencionalmente) as mudanças de comportamento.*se o animal fica "escolhendo" comida, não fique trocando o "cardápio".
Isso só leva a um animal ainda mais difícil. *não exagere na atenção dada ao animal sobrevivente, já que isso pode levar à ansiedade de separação.

3. Permita que os animais sobreviventes trabalhem a nova hierarquia por eles mesmos, podem haver brigas enquanto isso não fica resolvido (principalmente com cachorros).

4. Não adote um novo animal para fazer companhia para o animal sobrevivente a não ser que o proprietário esteja pronto, não funciona a não ser que o proprietário esteja emocionalmente pronto para um novo animal,

pessoas que ainda estejam enlutadas não terão a energia necessária.
O proprietário deve permitir que os outros animais vejam e cheirem o companheiro morto?

Não há evidências que afirmem que esse gesto vá ajudar os animais sobreviventes, mas algumas pessoas afirmam que sim.
Geralmente tudo o que acontece é que o proprietário se sente melhor.
Assim, se o proprietário deseja que os outros animais "digam adeus," então isso deve ser permitido.

FICANDO CURADO

Passado algum tempo, o processo de luto cheaga ao fim.
Ainda ssim há diversas coisas que o proprietário entristecido pode fazer para apressar esse processo:

1. Dê a si mesmo permissão para sofrer.

só VOCÊ sabe o que o animal representava para você.

2. Organize um tributo ao seu animal.faz que a perda pareça real e ajuda a concretizar. permite que a pessoa expresse seus sentimentos e reflita, reforça o apoio social.

3. Descanse bastante, coma bem e faça exercícios.

4. Fique rodeado de pessoas que entendam o que você está passando.deixe que outros cuidem de você. se beneficie de grupos de apoio para pessoas que perderam seus animais.

5. Aprenda tudo o que puder sobre o processo do luto. - ajuda os proprietários a perceber que o que eles sentem é normal.

6. Aceite os sentimentos que vêm com a dor.fale, escreva, cante ou desenhe.

7. Permita a você mesmo pequenos prazeres.

8. Seja paciente com você.NÃO deixe que ninguém diga o quanto o processo de luto deve durar.

9. Dê a si mesmo a permissão da recaída, isso VAI acabar e sua vida VAI ser normal de novo, a dor é como as ondas do oceano: no começo as ondas vêm rápidas e fortes, mas conforme o tempo passa, elas ficam menos intensas e mais esporádicas. não se surpreenda se feriados, cheiros, palavras ou sons provoquem uma recaída.

10. Não tenha medo de pedir ajuda.grupos de apoio para a perda de animais conselheiros emocionais.

11. Tenha certeza de consultar sua "Força Maior."religiosa ou espiritual.

CONCLUSÃO

O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e emocional que uma pessoa pode sentir.
É ainda mais para proprietários de animais.
A sociedade em geral não dá a essas pessoas "permissão" para demostrar a sua dor abertamente.
Dessa forma, os proprietários frequentemente se sentem isolados e sozinhos. Felizmente mais e mais recursos ficam disponíveis para ajudas essas pessoas a perceber que elas NÃO estão sozinhas e que o que elas sentem é completamente normal.

Margaret Muns MV é a veterinária do site da Best Friends: http://www.bestfriends.org - No Members & Pets Forum

Capelinha de Sao Francisco

A Dor da Perda. A Culpa

 
Lidando com o sentimento de Culpa

Culpa.

É uma palavra que nos leva a mais profunda, mais terrível dos sentimentos de perda, horror, raiva e desespero.

Por que eu fiz o que fiz?

Por que eu não pude fazer mais?

Será que eu o/a coloquei para dormir cedo demais?

Será que esperei tempo demais?

Se eu tivesse apenas fechado o portão.

Se eu apenas tivesse percebido antes.

Se eu apenas estivesse esperado um pouco mais.

Se eu apenas tivesse procurado o veterinário antes.

Se eu apenas soubesse mais naquele momento.

Se eu apenas tivesse escutado meus sentimentos.

Seu eu apenas tivesse ido a um veterinário melhor.

E nós nos debatemos com todas estas perguntas de "Se" e " Somente".

Por que nós fizemos isto ?

Porque nós amamos nossos animais de estimação.

Porque nós desejamos que pudéssemos ter feito mais, nós desejamos que não tivéssemos feito o que fizemos.

Mas nós não podemos trazê-los de volta.

Nós não podemos mudar o que fizemos e o que não fizemos.

O que nós podemos fazer é parar de nos machucar pela culpa.

Cada um de nós, da nossa maneira, fez o que achamos que era correto no momento, usando o que nós sabíamos e sentíamos.
 
Cada um de nós tentou fazer o melhor que podíamos e nós fizemos com a intenção de amor.

Nós somos seres humanos, com limitações e falhas.

Nós não sabemos tudo .

Nós cometemos erros.

Mas nós os fazemos com as melhores das intenções.

Nós machucar a nós mesmos com a terrível dor adicional de culpa, é fazer descaso do amor que sentimos pelos nossos animais de estimação.
 
Com muito, mais muito poucas exceções, nós fizemos o melhor que sabíamos fazer naquele momento.

Mesmo se nós sentimos que não fizemos o que deveríamos ter feito, ou feito o que não deveria, nós aprendemos e agora todos se beneficiarão deste conhecimento.

Nossos amados animais se foram , e sem dor.

Nós ainda nos torturamos com a dor da culpa e dúvida.

É humano fazer isto , estamos sendo justos conosco ?

Nós amamos profundamente e o que diz que nós temos a profuda capacidade para amar, que muitos não tem.
 
Nós somos basicamente pessoas boas.
 
Não devíamos reconhecer esta bondade, ao invés de ficarmos nos dando dor, pelo que deveríamos ou não deveríamos ter feito ?

Nós pegamos uma criatura adorável, demos a ele (ou a ela) tudo o que podíamos.
 
Demos carinho, passeamos, alimentamos, trocamos as caixas de necessidades, brincamos, não dormimos nas noites de dificuldades.
 
Nós cuidamos e fizemos tudo o que sabíamos fazer naquele momento.
 
Nós olhamos dentro de seus olhos e sabíamos que eles nos entendiam, que nos amavam.

Se nós não soubemos o suficiente ou cometemos um erro inocente, acreditamos que eles não nos entenderam, que nos amaram e nos perdoaram apesar disto ???
 
Eu acredito que sim!

Nós precisamos nos perdoar.

Se nos podemos aumentar nosso conhecimento para ajudar os outros e usarmos nossa dor para fazer coisas melhores para nossos animais, para os outros que estão sozinhos e para aqueles que estão la fora, sozinhos e perdidos.

Nós podemos fazer a diferença.

Mas somente se pararmos de nos odiarmos, e culpar-mos a nós mesmos por sermos seres humanos.

Deixe a culpa ir embora.

Saiba que seus bebes peludos não culpam você; eles entendem, porque eles conhecem seu coração.

Perdoe-se e permita que todo o amor existe dentro de você, esteja la para outro. Há tantos que precisam do seu amor.

Aprenda e depois ensine.

Continue aprendendo, e não pare!

Cada pedrinha de conhecimento e cuidado que você envia ira repercutir ao redor do mundo e continuar crescendo.
 
E talvez um dia, todos os animais serão amados e bem cuidados, e haverá uma era de ouro para os animais e para aqueles que como nós,os amamos.

Capelinha de Sao Francisco