segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Como combater a ressaca de vinho
Dor de cabeça, enjoo, corpo esgotado, gosto de cabo de guarda-chuva na boca…
Sensações nada agradáveis, mas que fazem parte do cotidiano de quem gosta de beber porém não sabe beber direito.
O vinho é uma das maiores invenções da humanidade, uma das bebidas mais consumidas do mundo mas que, caso não seja apreciada nas condições corretas, pode ser responsável por uma das piores ressacas da sua vida.
Pensando nisso, resolvemos dar algumas dicas para que você, caro leitor, não saia por aí sem freio, achando que beber vinho é só alegria e acabe tendo um péssimo dia seguinte…
Primeiro de tudo, se alimente bem antes de começar a bebedeira.
Vinhos geralmente não causam muitas dificuldades nesse quesito, já que quase sempre são apreciados ao lado de grandes pratos, mas, avisar nunca é demais.
Existe também o mito de que tomar uma colher de azeite antes de beber, gera uma película no estômago que diminuiu a absorção do álcool, mas essa ideia não costuma funcionar muito na prática.
O melhor que se tem a fazer depois de uma boa alimentação, é ingerir muita água enquanto se bebe.
Se existe uma forma comprovada de evitar, ou pelo menos diminuir os efeitos da ressaca no outro dia, é bebendo muita água.
Um dos principais motivos que causam ressaca é a desidratação do corpo, tomando água entre uma taça e outra, evita-se que o corpo fique desidratado, consequentemente diminuindo os problemas do dia seguinte.
Outra medida sábia a se tomar, é não misturar diferentes tipos de bebidas.
Se vai tomar vinho, tome única e exclusivamente, vinho!
Se quer tomar cerveja ou destilados, tomem apenas cervejas ou destilados.
Quando se toma diferentes tipos de bebidas alcoólicas, a tendência é que você perca o controle sobre a quantidade de álcool que está ingerindo, com mais facilidade, o que te estimula a beber mais e mais, até passar dos limites.
Falando nisso, nada vai adiantar se você ultrapassar os seus limites e beber mais do que pode.
Se conhecer e não desafiar o corpo é a melhor atitude que se pode tomar.
Agora, se já for tarde demais, se você já enfiou o pé na jaca e está aí sofrendo as consequências de uma noite inconsequente, não precisa entrar em pânico também, pois nós temos algumas dicas para você sair dessa o quanto antes.
A melhor coisa que se pode fazer é não exigir muito do corpo, obedecê-lo e fazer o que ele te pede.
Procure descansar, relaxar, de preferência não sair de casa, tome muito líquido, água e suco de frutas para repor vitaminas e sais minerais.
Comer só se sentir fome, dê preferência a comidas leves, ricas em açúcar e tente evitar gorduras e frituras.
Depois que tudo passar, vê se começa a seguir as nossas dicas e aprenda a beber com qualidade!
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Como abrir uma garrafa sem saca-rolhas
Estes com certeza não são os métodos ideais que recomendamos para abrir o seu vinho, mas estamos aqui nos bons e nos maus momentos.
Como foi a experiência?
Caso tenha sido desastrosa, depois desse post, você nunca mais vai passar por apuros na hora de abrir uma garrafa de vinho sem saca-rolhas.
A primeira sugestão, seria tentar imitar um saca-rolhas.
Como?
Veja os passos a seguir:
- 1 Parafuso
- 1 Chave de fenda ou qualquer coisa que possa rosquear o parafuso
- 1 Martelo ou alicate
- 1 Chave de fenda ou qualquer coisa que possa rosquear o parafuso
- 1 Martelo ou alicate
Pegue o martelo e encaixe a parte de trás na cabeça do parafuso e tente fazer uma espécie de alavanca com a mão, caso não de certo, puxe com cautela até que a rolha saia, com cuidado para o vinho não balançar e cair quando a rolha sair.
Pronto!
Seu vinho está pronto para ser servido!
Muito simples, não é?
No método acima, fizemos um saca-rolhas basicamente, mas pode ser que você esteja em uma situação mais extrema e não tenha nenhum dos materiais acima, se esse for o caso, existe uma outra forma de abrir sua garrafa, é um método mais extremo, mas não vai te deixar na mão.
Você vai precisar de um sapato, uma parede e um pouco de persistência.
Depois de tirar o lacre do vinho, aponte-o para baixo, e de algumas batidas com a sola do sapato, é importante que seja um sapato duro, um tênis muito macio torna o processo mais trabalhoso.
Coloque a garrafa encaixada no sapato, como na figura ao lado, e bata-o contra a parede em um angulo de 90º.
Normalmente, leva umas 5 batidas fortes para que a rolha se levante.
Dependendo da garrafa e da rolha, podem ser necessárias mais batidas.
A rolha começa a se levantar em poucos segundos.
E pronto!
A garrafa está aberta!
Na falta de um sapato com sola dura, pode-se fazer o mesmo processo usando um pano dobrado e colocado no fundo da garrafa, também vai funcionar, só precisa de um pouco mais de cuidado.
O mais importante, é não forçar a rolha pra dentro do vinho, nem esfarelar ela com métodos que não funcionam.
Se estiver sem saca-rolhas, não comprometa seu vinho nem se arrisque, use algum desses métodos acima!
http://www.maisonduvin.com.br/wordpress/como-abrir-uma-garrafa-de-vinho-sem-saca-rolhas/
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Ladainha da Humildade
O que a pessoa católica não deve desejar para si
Do desejo de ser estimado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser amado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser conhecido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser honrado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser louvado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser preferido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser consultado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, ó Jesus.
O que a pessoa católica não deve temer para si
Do receio de ser humilhado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser desprezado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de sofrer repulsas, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser caluniado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser esquecido, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser ridicularizado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser infamado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser objeto de suspeita, livrai-me, ó Jesus.
O que a pessoa católica deve desejar para si
Que os outros sejam amados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de
desejá-lo.
Que os outros sejam estimados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de
desejá-lo.
Que os outros possam elevar-se na opinião do mundo, e que eu possa ser
diminuído, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser escolhidos e eu posto de lado, Jesus, dai-me a
graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser louvados e eu desprezado, Jesus, dai-me a graça
de desejá-lo.
Que os outros possam ser preferidos a mim em todas as coisas, Jesus,
dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser mais santos do que eu, embora me torne o mais santo
quanto me for possível, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Cardeal Merry del Val
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ORAÇÃO AO MENINO JESUS PARA ALCANÇAR A VIRTUDE DA PUREZA
Dulcíssimo Menino Jesus, Cordeiro imaculado cheio de bondade, misericórdia e amor!
Para nos restituirdes a santa inocência, baixastes do Céu à terra, sofrestes pobreza e perseguições.
Eu vos agradeço, ó menino amorosíssimo, e vos amo de todo o meu coração; e por vosso amor proponho hoje firmemente guardar com todo o desvelo a santa pureza do coração.
Ó meu Jesus, abençoai meu corpo para que seja sempre um templo do Espírito Santo, e minha alma para que seja sempre um santuário de inocência e pureza.
Fazei que eu evite com cuidado todo o pecado mortal, como uma peste contagiosa.
Ó Jesus inocentíssimo e todo imaculado, pelo vosso amor e pela vossa inocência concedei-me a virtude da santa pureza, para que eu, depois da minha morte, tenha a felicidade de vos ver no Céu.
Amém.
Fonte: Livro Orações do Fiel Católico
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Oração pelo Trabalho
Deus Pai, logo cedo invocamos o Vosso Nome, e
Vos oferecemos este dia de trabalho rogando Vossa benção e proteção sobre
nós e que envieis Vosso Espírito Santo, para que Ele nos ensine tudo de
acordo com a Vossa vontade.
Que Ele nos dê sabedoria, discernimento e
alegria, e que, desta forma, nosso trabalho prospere, e que todos possam
usufruir dessa prosperidade e sentir Vossa presença em nós.
Abençoai nossos trabalhos Senhor, que sejam
dedicados a Vós e dêem bons frutos de acordo com Vossa santa vontade!
Nós vos agradecemos, louvamos e bendizemos, Pai,
em nome de Vosso Filho, que veio ao mundo para nos salvar.
Amém
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domingo, 4 de agosto de 2013
OS BENEFÍCIOS DA COMPAIXÃO
Nos últimos anos, houve muitos estudos que corroboram a
ideia de que o desenvolvimento da compaixão e do altruísmo tem um impacto
positivo sobre nossa saúde física e emocional.
Num experimento bem conhecido,
por exemplo, Davic McClelland, um psicólogo na Harvard University, mostrou a um
grupo de alunos um filme de Madre Teresa trabalhando entre os pobres e os
doentes de Calcutá.
Os estudantes relataram que o filme estimulou sentimentos de
compaixão.
Depois, ele analisou a saliva dos alunos e descobriu um aumento da
imunoglobulina-A, um anticorpo que pode ajudar a combater infecções
respiratórias.
Em outro estudo realizado por James House no Research Center da
University of Michigan, os pesquisadores concluíram que a dedicação regular do
trabalho voluntário, em interação com os outros com calor humano e compaixão,
aumentava tremandamente a expectativa de vida, provavelmente também a vitalidade
geral.
Muitos outros pesquisadores no novo campo da medicina da mente-corpo
demonstraram conclusões semelhantes, que documentavam que estados mentais
positivos podem beneficiar a saúde física.
Além dos efeitos benéficos sobre nossa saúde física. há
provas de que a compaixão e o comportamento interessado contribuem para a nossa
saúde emocional.
Estudos revelaram que estender a mão para ajudar os outros pode
induzir um sentimento de felicidade, uma tranqüilidade mental maior e menos
depressão.
Num estudo de trinta anos com um grupo de diplomados de Harvard, o
pesquisador George Vaillant concluiu, com efeito, que adotar um estilo de vida
altruísta é um componente crítico para a boa saúde mental.
Outra pesquisa,
realizada por Alan Luks entre alguns milhares de pessoas que estavam envolvidas
regularmente em atividades voluntárias de auxílio a terceiros, revelou que mais
de 90% desses voluntários relatavam um tipo de "barato" associado à atividade,
caracterizado por uma sensação de valor humano, mais energia e uma espécie de
euforia.
Elas também tinham uma nítida sensação de tranqülidade e de maior
autovalorização em seguida à atividade.
Não era só que esses comportamentos de
dedicação proporcionassem uma interação benéfica em termos emocionais;
concluiu-se também que "tranqülidade dos que ajudam" estava associada ao alívio
de uma variedade de transtornos físicos relaciondos ao estresse.
Embora as provas científicas ratifiquem nitidamente a
posição do Dalai Lama quanto ao valor prático e muito real da compaixão, não é
preciso contar apenas com experimentos e pesquisas para confirmar a veracidade
dessa opinião.
Podemos descobrir os fortes laços entre os cuidados, a compaixão
e a felicidade pessoal na nossa própria vida e na das pessoas que nos
cercam.
"Ao gerar compaixão, iniciamos pelo reconhecimento de que
não queremos o sofrimento e de que temos um direito á felicidade.
Isso pode ser
verificado e legitimado pela nossa própria experiência.
Reconhecemos, então, que
outras pessoas, exatamente com nós, também não querem sofrer e têm direito à
felicidade. Isso passa a ser a base para começarmos a gerar a compaixão."
(Dalai
Lama)
Howard C. Cutler, in
A arte da felicidade - um manual para a vida
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Cuidados ao usar o Papel Alumínio
O papel alumínio é largamente utilizado na gastronomia, mas na grande maioria das vezes isto acontece de forma incorreta.
Vejo pessoas usando-o direto nos mais variados pratos e, também, em seu dia-a-dia.
É que os usuários tendem a colocar o lado brilhante virado para fora, pois deixa o visual do prato mais bonito.
O lado mais brilhante é assim porque recebe um polimento para criar uma barreira ao contato direto do alumínio com o alimento e, por conseguinte a liberação do alumínio para a nossa receita.
Tínhamos que chamar o prato assim, por exemplo: “Picanha com alumínio”, pois o alumínio entrará como um algoz invisível na receita.
Esta proteção, o polimento, só não acontece dos dois lados, pois é um processo caro que inviabilizaria a comercialização do mesmo.
O alumínio é altamente tóxico e é comprovadamente o responsável por complicações gerais no funcionamento do nosso organismo e um grande alavancador do Mal de Alzheimer, inclusive fomentando sua aparição precoce.
Como usá-lo?
Além de usá-lo com o lado brilhante voltado para o alimento, deve-se evitar dar mais de uma volta no alimento, pois na segunda volta em diante os líquidos que gravitarem entre as camadas serão poluídos com o alumínio e voltarão impiedosamente para a nossa receita.
Assim é importante fazer a finalização em forma de trouxa que deve ficar situada na parte superior, para evitar esta comunicação dos caldos do alimento com a parte ruim do papel-alumínio.
Sobre as panelas de alumínio
Na minha cozinha é expressamente proibida a areação de panelas na parte de dentro, pois quando isto acontece, toda vez que cozinhamos algo estamos também incorporando o temível alumínio à nossa receita.
Quando isto acontece por alguma pessoa desavisada ou quando a panela ou caneca é nova, fervo algumas cascas de ovo na panela cheia de água, para elas liberarem o carbonato de cálcio, que vão impermeabilizar nossa panela, dando a segurança que necessitamos para nós mesmos e para as pessoas que mais amamos; nossa família e nossos amigos.
Ricardo Penna/Penninha, escritor e consultor gastronômico
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VARIOS PPS / 5
Oracao Celta
Deus disse
Fotos (não dá pra acreditar!)
Uma cidade de falsificadores na China
É bonita...
Presenca Angelical
SHALOM...
Muito antes de Allan Kardec, desde a antiguidade...
Mago de Luz - Ponto de Partida
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PPS
O BANHO COMO UM PASSE:
O contato da água no corpo provoca um estímulo magnético, que percorre todo o organismo, deixando-o calmo, e preparando-o para o sono reparador ou as lutas de cada dia.
O banho diário, quando encontra na mente apoio, torna-se um passe.
Além das virtudes curativas da água, enxertar-se-ão fluidos magnéticos, de acordo com a irradiação da alma.
A disciplina dos pensamentos é uma fonte de bem-estar, na hora da higiene do corpo.
No instante do banho é preciso que se entenda a necessidade da alegria, que nosso pensamento sustente o amor, até um sentimento de gratidão à água que nos serve de higiene.
Visualize, além da água que cai em profusão, como fluidos espirituais banhando todo o seu ser.
O impulso dessa energia destampa em nosso íntimo a lembrança da fé, da esperança, da solidariedade, do contentamento e do trabalho.
Por este motivo, banho e passe, conjugados, são uma magia divina ao alcance de nossas mãos.
A água no banho é o fluido que vivifica o corpo.
Poder-se-á vincular o banho ao passe, e ele poderá ser uma transfusão de energias eletromagnéticas.
Uma mente ordenada na disciplina, em segundos, selecionará, em seu derredor, grande quantidade de magnetismo espiritual, e os adicionará, pela vontade, na água que lhe serve de veículo de limpeza física,passando a ser útil na higiene psíquica.
Observem que, ao tomar banho, sentimo-nos comovidos, a ponto de nos tornarmos cantores!
E a alegria advinda da esperança, nos chega da água, que é portadora dos fluidos espirituais, que lhes são ajustados por bênção do amor.
O lar é o nosso ninho acolhedor, e nele existem espíritos de grande elevação, cuja dedicação e carinho com a família nos mostrará como Deus é bom.
Essa assistência atinge, igualmente, as coisas materiais, desde a arborização, até o preparo das águas que nos servem.
Quantas doenças surgem e desaparecem sem que a própria família se conscientize disso?
É a misericórdia do Senhor pelos emissários de Jesus, operando na dimensão oculta para os homens, e encarregados de assistir ao lar.
Eles colocam fluidos apropriados nas águas para o banho, e nas que bebemos.
E, quando eles encontram disposições mentais favoráveis, alegram-se pela grande eficiência do trabalho.
Na hora das refeições, é sagrado e conveniente que as conversas sejam agradáveis e positivas.
No momento do banho, é preciso que ajudemos, com pensamentos nobres e orações, para que tenhamos mãos mais eficientes operando em nosso favor.
Se quisermos quantidade maior de oxigênio nitrogenado, basta pensarmos firmemente que estamos recebendo esses elementos, e a natureza nos dará isto, com abundância.
É o "pedi e obtereis" de Deus.
A alegria tem também bases físicas.
Um corpo sadio nos proporcionará facilidades para expressar o amor.
Quando tomar o seu café pela manhã, tome convicto de que está absorvendo, juntamente com os ingredientes materiais, a porção de fluidos curativos, de modo a desembaraçar todo o miasma pesado que impede o fluxo da força vital em seu corpo.
E sairá da mesa disposto para o trabalho, como também para a vida.
Despeça-se de sua família com carinho e atenção, e deixe que vejam o brilho otimista nos seus olhos, de maneira a alegrar a todos que o amam; assim, eles lhe transmitirão as emoções que você mesmo despertou neles e isso lhe fará muito bem.
O banho mais importante é aquele feito antes de dormir para tirar as contaminações materiais, mentais e espirituais do dia.
Basta uma ducha rápida e relaxante.
Daí garantirá uma noite repousante de sono e, ao acordar, todo o perfume de limpeza estará conosco.
Lembre-se de que um copo de água que tome, onde quer que seja, pode ser tomado e sentido como um banho e passes internos.
Não se esqueça de bebê-lo com alegria e amor, lembrando com gratidão de Quem lhe deu essa água tão necessária pois, se ela vem rica de coisas espirituais, aumentará sua conexão com o divino poder interno.
É muito bom estar consciente de cada coisa que nos acontece e estar agradecido, se sentindo abençoado e cheio de amor.
A consciência, a gratidão e o amor são três caminhos paralelos, que a felicidade percorre com alegria.
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saúde
Uma dica para quem quer fazer a Taça da Prosperidade com os Cristais:
TAÇA DA PROSPERIDADE
1 pirita (molécula cúbica) facilita ganhos materiais
7 cítricos – símbolo da riqueza
1 ponta de cristal branco – irradia paz e harmonia1 ametista – transmuta energia negativa em positiva
1 ônix – facilita a aquisição de bens
1 quartzo rosa – traz amor
1 quartzo azul – traz equilíbrio
1 quartzo verde – saúde
1 cornalina (ágata de fogo) concretiza objetivos
1 turquesa – Vibração fortemente curativa e poderes cerebrais.
1 crisopraso – suaviza o coração trabalha o perdão.
1 ágata vermelha para acelerar os processos estagnados.
Deixe as pedras em água e sal grosso imersas por 12 horas.
Depois, deixa-as tomar sol no mínimo 1 hora.
No primeiro dia da lua cheia, coloque as pedras já limpas em uma taça de vidro transparente, cubra-as com água filtrada e deixe exposta em sua casa como enfeite em um local visível.
Troque a água uma vez por semana. – 5ª. Feira dia de Júpiter.
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saúde;
ALERGIA EM ANIMAIS E OS FLORAIS DE BACH
“A cura da doença pode
ser encontrada descobrindo o errado dentro de nós e, erradicando esta falha pelo
desenvolvimento pleno da virtude oposta.
Não lutando contra o errado mas,
permitindo que a virtude oposta inunde o nosso ser e ilumine a falha da nossa
natureza. “
Edward Bach
Alergia é uma doença em que o sistema imunológico do animal reage de uma forma anormal , a substâncias comuns, tais como : pólen, fungos, pó, ácaros, pulgas, produtos químicos, produtos de limpeza, e até a ração.
Alergia é uma doença em que o sistema imunológico do animal reage de uma forma anormal , a substâncias comuns, tais como : pólen, fungos, pó, ácaros, pulgas, produtos químicos, produtos de limpeza, e até a ração.
O sistema imune assume o papel de
“vilão “ em vez de “patrulheiro “- passa a produzir anticorpos contra antígenos
potencialmente inofensivos.
As substâncias que causam as alergias são os antígenos ou alérgenos.
Os animais que sofrem de alergia apresentam essa reação sensivelmente exagerada e, até mesmo desproporcional.
Esses animais
constroem um nível elevado de defesas e, desta forma, ampliam o campo de ação
dos elementos hostis estendendo-o a uma área maior.
Cada vez mais substâncias
são identificadas como inimigas e, portanto, as defesas são aumentadas e
fortalecidas a fim de conter os “inimigos“.
As alergias são disfunções imunológicas que devem ser tratadas.
Consulte o veterinário.
Alguns cientistas afirmam que, tanto em animais quanto em humanos as alergias representam o problema de uma agressividade não constatada e, portanto, não extravasada.
E, é fato conhecido a estreita relação existente entre a
agressividade e o medo.
Os sintomas mais comuns das alergias em animais são coceira persistente, espirros, lamber ou morder as patas e outras partes do corpo, etc..
Existe um teste de sangue, feito em laboratório onde mais de 60 agentes são rastreados – as raças de cães campeãs em alergia são o pastor alemão, o poodle e o cocker.
Florais de Bach
O Dr. Edward Bach (1886 – 1936), foi um médico clínico de origem galesa.
Dedicou sua vida à pesquisa de
métodos mais naturais de cura.
Insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como se concentrava na análise de sintomas, passou a procurar um tratamento mais eficaz que atingisse a causa das doenças, estudando imunologia e tornando-se um bacteriologista.
Insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como se concentrava na análise de sintomas, passou a procurar um tratamento mais eficaz que atingisse a causa das doenças, estudando imunologia e tornando-se um bacteriologista.
Em 1928 chegou à conclusão que as pessoas se enquadram em grupos de tipos distintos ( os animais também ) e que, cada um destes grupos reage à doença de uma forma particular.
Possuindo experiência no preparo de vacinas orais, passou a associar tipos de personalidade a plantas específicas e, obteve, em pouco tempo, resultados surpreendentes.
Seu trabalho culminou com o desenvolvimento de 38 essências florais que, cobriam todos os aspectos da natureza humana ( e animal), e todos os estados mentais negativos que acompanham as enfermidades.
Os florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (animais e humanos ) e não da doença, harmonizando sua condição emocional para que, através da transformação em estados mais positivos, possa ser estimulado seu próprio potencial de auto-cura.
As essências florais não são nem alopatia nem homeopatia nem fitoterapia.
São compostos energéticos
(das flores ) cujos princípios ativos não são químicos mas,
eletromagnéticos.
A base da terapia com os florais está na observação do reino vegetal pois, este segue sua trilha evolutiva refletindo sempre o humano e o animal, porém, em total harmonia.
O Dr. Bach experimentou a medicação floral em animais e concluiu que as essências para os sintomas deles são as mesmas dos humanos.
Ele tratava seu cachorro com elas, assim como Nora Weeks,
sua colaboradora e assistente cuidava dos vários gatos que pertenciam a
ela.
Florais de Bach indicados para tratar a personalidade do animal propenso às alergias.
Essa lista não é um guia – é, meramente, uma sugestão.
Consulte o
terapeuta floral :
- rescue: Trata o estresse. Alivia os sintomas, a coceira pois relaxa o animal.
- crab apple: Para tratar todos os problemas de pele. Coceiras, eczemas, dermatites, crostas, etc. Para tratar as alergias.
- vervain: Para tratar a agitação do animal, proveniente dos sintomas da alergia.
- sweet chestnut: Para tratar coceiras. Animais chegam a ferir-se ou automutilar-se.
- impatiens: Para tratar irritações de pele, coceira e eczema, dermatite crônica.
- aspen: Para tratar os medos inconscientes.
- mimulus: Para tratar medos com causas conhecidas.
- walnut: Cria proteção contra influências negativas. Protetor energético. Sempre que ocorre alguma mudança com o animal.
- vine: Se houver agressividade.
- rescue: Trata o estresse. Alivia os sintomas, a coceira pois relaxa o animal.
- crab apple: Para tratar todos os problemas de pele. Coceiras, eczemas, dermatites, crostas, etc. Para tratar as alergias.
- vervain: Para tratar a agitação do animal, proveniente dos sintomas da alergia.
- sweet chestnut: Para tratar coceiras. Animais chegam a ferir-se ou automutilar-se.
- impatiens: Para tratar irritações de pele, coceira e eczema, dermatite crônica.
- aspen: Para tratar os medos inconscientes.
- mimulus: Para tratar medos com causas conhecidas.
- walnut: Cria proteção contra influências negativas. Protetor energético. Sempre que ocorre alguma mudança com o animal.
- vine: Se houver agressividade.
Martha Follain
Fonte:
http://www.abcanimal.org.br/adoteumanimal/saudeanimal/alergiaemanimaiseosfloraisdebach.html
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Passe Virtual

Instituto André Luiz
Abra o link abaixo se tiver alguns minutos para tomar um passe, energia e luz só p/ voce.......sinta-se renovado, atendido e protegido.
Depois de iniciado o passe não clique em nada, nem saia da página até que ele diga que o passe foi finalizado.
mentalize sua casa ,sua familia e seus desejos.....
As páginas irão sendo trocadas automaticamente.
Clique no link abaixo.
Site http://www.institutoandreluiz.org/passe_virtual.html
É só clicar e acompanhar sem interrupção.
MUITA LUZ
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ÁUDIO - INTEGRANDO OS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
Saudações,
posto o link para download de um áudio no mínimo interessante.
http://www.mediafir
Paz e Luz
Fernando Martins
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E-BOOK - A CURA PELA YOGA
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Drunvalo Melchisedek, uma experiencia interdimensional, 3-Final

Drunvalo Melchisedek, uma experiencia interdimensional, parte 3 e final.
Os anjos apareceram e nos disseram para nos prepararmos para ir a Vancouver (Canadá) cedo na manhã seguinte.
Disseram ser extremamente importante.
Ram Kahn tinha apenas cerca de um mês de idade.
Vivíamos tranqüilos em nossa casa na montanha quando, certa tarde,os anjos apareceram e nos disseram para nos prepararmos para ir a Vancouver cedo na manhã seguinte …
Por Jeff Wein - Material Autorizado por Jeff Wein para publicação – Via Internet - Jeff Wein – 124 Hiawatha, #3 Santa Cruz, CALIFORNIA-USA- 95062
Thoth3126@gmail.com
Fontes: http://www.flordavida.com.br ; http://www.floweroflife.org/ ; www.drunvalo.net e www.spiritofmaat.com
Entrevista à Jeff Wein com Drunvalo Melchizedek
… Disseram ser extremamente importante. Uma decisão crucial estava sendo tomada pelos seres espaciais designados para a Terra, e precisavam de Ram Kahn e de mim lá.
Foram-se embora e nada mais nos disseram.
Drunvalo Melchisedek
Havia outra pessoa, Christopher Skye, que morava conosco e estava acompanhando as palavras dos anjos naquela ocasião.
Juntos nos aprontamos para partir.
Era um dia muito frio de fevereiro, a neve erguia-se acima de nossas cabeças e uma estreita trilha de neve que se perdia nos bosques guiava nosso caminho.
Tivemos de caminhar pela neve ao alvorecer numa temperatura de quase zero grau com todo nosso equipamento estocado em mochilas, uma criança de quatro anos, Peter, e um bebê recém nascido.
Nem sempre é fácil levar uma vida espiritual!
Cedo na manhã seguinte, iniciamos nossa jornada rumo a Vancouver.
Caminhar ao ar livre não foi tão ruim quanto prevíramos e, depois de algumas horas, alcançamos nosso carro.
Tivemos, então, de atravessar o lago Kootenay numa balsa, cerca de 16 quilômetros até o outro lado, e a seguir aproximadamente 724 quilômetros até Vancouver.
Até mais ou menos dois terços do caminho, tudo se passou tranqüilamente, foi então que tivemos de atravessar a última cadeia de montanhas antes das planícies que se estendiam rumo a Vancouver. Iniciamos nossa subida rumo ao topo da primeira montanha, quando a neve começou a cair dos céus.
Mal conseguíamos enxergar uns poucos metros adiante de nós, a neve acumulava-se rapidamente no para-brisa.
Logo estávamos espiando por um pequeno orifício numa parede feita de brilhantes flocos de neve, praticamente não nos movíamos.
Quando não estávamos nem na metade do caminho da montanha acima, havia cerca de 45 centímetros de neve sobre a estrada, e nosso carro afundou e deslizou, parando com um rangido. Estávamos atolados sem muitas perspectivas de avançar.
Lá estávamos nós a poucos centímetros do solo, dentro de um carro importado de tração traseira.
Durante certo tempo, não soubemos o que fazer.
Mesmo que saíssemos daquela situação, ainda tínhamos de superar quatro ou cinco montanhas imensas para alcançar as planícies e parecia que uma grande tempestade estava apenas começando. Desci do carro, e apenas fiquei lá tentando encontrar uma saída, quando os anjos apareceram a Renee.
Sorriram e disseram que “tínhamos” de ir a Vancouver.
Disseram que eu entrasse no carro e tentasse novamente, que o carro andaria.
Fiz o que disseram e o carro simplesmente saiu sem patinar uma única vez.
Simplesmente começamos a nos deslocar pela neve como um pequeno trator.
Continuamos subindo pela primeira passagem, descendo pelo outro lado, a próxima montanha acima e do outro lado.
Simplesmente ficamos lá sentados e aceitamos o que estava acontecendo, embora parecesse impossível.
Àquela altura nós quatro esperávamos a curva de 90 graus que, sabíamos, nos esperava adiante, lá em cima em algum lugar.
Subindo havia um vale onde, na década de 1950, uma das montanhas se partira num terremoto, rolando vale abaixo e devastando a área.
Por esse motivo a estrada fazia uma curva e ziguezagueava em meio a pedras enormes do tamanho de carros e casas, atingindo, então, o final do vale e retornando à velha estrada rumo a Vancouver.
Todos nos concentrávamos na estrada à espera dessa curva, pois era muito perigosa, quando vimos adiante um bloqueio na estrada.
Uma barreira de madeira atravessava a estrada e atrás dela havia um removedor de neve, e atrás dele havia provavelmente 80 carros.
Deve-se atentar para o fato de que desde a hora em que os anjos nos disseram para continuar, não vimos nem ultrapassamos um único carro.
Estávamos completamente sós na estrada da montanha.
Paramos na barreira e o homem do removedor de neve saiu da máquina e veio até nosso carro.
Olhou-nos assombrado.
Quis saber de onde viéramos e lhe dissemos que vínhamos do lago Kootenay.
Ele disse que as passagens da montanha estavam fechadas desde o início daquela tarde.
Contou que uma tempestade monstruosa estava devastando Vancouver, e estava começando a atingir aquela montanha.
Ele apenas ficava olhando nosso carrinho e dizendo:
“Não tiveram nenhuma dificuldade para passar?” Respondemos que não, fora fácil.
Finalmente, um tanto relutante, abriu a barreira, deixando-nos passar.
Continuamos por cinco ou seis quilômetros, ainda atentos à curva de 90 graus, quando adiante, uma pequena placa verde anunciava claramente nossa entrada na minúscula cidade de Hope.
Talvez estivéssemos estupefatos por ter conseguido atravessar a neve funda, pois isso de certa forma parecia vagamente lógico, mas a cidade de Hope se aninhava na extremidade da planície, e estar lá fisicamente significava que não atravessáramos a área inclinada rochosa com sua famigerada curva !!.
Isso parecia simplesmente impossível.
Nunca aconteceu!
Nós três mal conseguíamos acreditar.
Mesmo agora, tenho de admitir, os anjos fizeram um ótimo serviço.
Devemos ter falado sobre o que aconteceu durante os cerca de 144 quilômetros até Vancouver.
À medida que nos aproximávamos de Vancouver, a tempestade transformou-se numa barulhenta chuva de granizo.
O rádio dizia que era a pior tempestade que já acontecera.
O vento soprava tão forte que mal conseguíamos dirigir.
Milhares de linhas elétricas, as enormes torres de concreto, foram derrubadas num raio de centenas de quilômetros ao redor de Vancouver.
Havia apenas uma pequena linha entrando em Vancouver, vinda do sul, e havia racionamento de eletricidade na cidade.
Primeiro forneciam eletricidade para um setor da cidade durante 15 minutos e a seguir a outro por certo tempo e assim por diante.
Todos os grandes navios e barcos atracados no porto registravam ventos de 70 a 90 MPH ( 112 a 144 km/hora), impossibilitados de sair até que a tempestade terminasse.
Todos os meios de transportes estavam interrompidos, nenhum avião, nenhum trem, nenhum ônibus, nada.
Era realmente assustador entrar numa cidade sitiada por tanta violência.
Não fazíamos ideia de para onde estávamos indo, nem mesmo por que, mas nem bem expressáramos nossa confusão, os anjos apareceram e nos disseram que encontrássemos duas torres circulares de vidro muito altas e alugássemos um apartamento na que ficasse à nossa esquerda.
Ficamos andando de carro por ali durante mais ou menos meia hora e, então, lá estavam eles, dois edifícios circulares envidraçados de apartamentos bem de frente para o oceano, com 22 andares.
Finalmente, entramos no estacionamento subterrâneo do edifício à nossa esquerda, descemos até a administração e alugamos um apartamento de um quarto no 17º andar por aproximadamente 1.500 dólares mensais.
Em 1972, isso era muito dinheiro, mas os anjos disseram para não nos preocupar com dinheiro, que ele seria providenciado.
A tempestade ainda uivava; e na ocasião não havia eletricidade no edifício.
Já subiram 17 andares?
Não é fácil.
Especialmente carregando todas as suas coisas e duas crianças.
Mas o apartamento era realmente fantástico, janelas de vidro enormes curvas com vista para o oceano e também para um temporal incrível.
Nós três, mais as duas crianças, mal descarregáramos nossas coisas e os anjos vieram e disseram a Christopher e Renee para se preparar para ficar por algum tempo e a mim para ir ao quarto e entrar em meditação.
Fechei a porta, sentei-me, fechei os olhos, e dentro de 60 segundos senti-me saindo de meu corpo e entrando rapidamente no espaço.
A seguir, eu flutuava a aproximadamente 160 quilômetros sobre uma luminosa costa litorânea ensolarada.
Eu sabia onde me encontrava, mas ao me concentrar, percebi que sobrevoava a Califórnia meridional (sul).
Olhei com mais atenção, conseguia ver Los Angeles.
Senti-me atraído à Cidade dos Anjos (à Los Angeles), a uma casa específica e, finalmente, a uma casa na qual havia um círculo de cerca de 13 pessoas, todas de mãos dadas e emitindo puro amor incondicional ao mundo.
Os mais puro amor que os seres humanos são capazes de emitir.
Era uma energia rara e sem igual que estava a ponto de ser utilizada pelos seres espaciais, que precisavam deste cristal de semente para servir de catalisador na criação de um campo vivo de energia que acabaria por abranger toda a Terra e, esperava se, proteger a Terra dos eventos nos dias futuros.

Afastei me cerca de 500 quilômetros acima da casa enquanto observava esse campo de amor crescer. Ele formou uma metade de cúpula esférica ondulante acima da casa, e então começou a crescer. Cresceu com muita rapidez, quase como uma explosão.
Em segundos abrangeu toda Los Angeles e começou a crescer para o norte, na direção de São Francisco, subindo para a costa de Seattle e, finalmente, lá para cima, onde meu corpo se encontrava em Vancouver. Naquele ponto, por curiosidade, aproximei-me do campo e vi que era formado de minúsculos hexágonos, e as linhas de energia eram cores muito difíceis de descrever, mas muito belas.
O campo expandiu-se na direção leste, deslocando-se rumo à outra costa dos EUA.
Mas ele não parou ali, continuou se deslocando até dar a volta no mundo, encontrar-se a si mesmo, aumentar e concluir o circuito.
Então, de uma vez só, o campo ondulante ao redor da Terra transformou-se num campo cúbico com lados planos retos e extremidades agudas que também circundavam o planeta.
Experimentei uma tremenda sensação de completitude.
Algo realmente bom acabara de acontecer, mas eu não tinha certeza do que.
Então dei-me conta de oito pequenas espaçonaves posicionadas exatamente nas oito extremidades do cubo.
Irradiavam diferentes raios coloridos do tipo laser ao longo das arestas do cubo, cada qual na direção de mais três outras naves.
Eu estava interessado e, assim que percebi estar interessado, senti que era puxado para o espaço. Comecei a me dirigir quase diretamente para a lua, e me lembro distintamente da lua deslizando silenciosa à minha direita.
Aprofundei me mais no espaço, indo, sei agora, a 354.000 quilômetros além da Lua, rumo ao local no qual havia algo que eu conseguia sentir à medida que me aproximava, mas não conseguia enxergar. Só quando eu estava praticamente em cima da coisa‚ foi que consegui divisar os contornos do maior objeto sintético que já vira.
Tratava se de uma nave estelar imensa, preta azeviche, com cerca de 80 quilômetros de comprimento. Estava ”estacionada” numa interface de 3ª/4ª dimensão e, portanto, completamente invisível da Terra.
Tinha o formato de um charuto, lisa, sedosa, sem juntas, sem aberturas, com exceção de uma grande janela transparente numa das extremidades.
Flutuei até a janela, por ela conseguia ver gente. Usaram uniformes brancos com detalhes dourados.
Dei por mim flutuando diretamente pela janela, entrando num grande cômodo aberto, as pessoas que lá se encontravam pareciam muito felizes em me ver.
Havia uma moça e um rapaz que me saudaram, dizendo serem de Sírius e trabalharem com Toda Vida para ajudar a Terra.
Pediram-me que me sentasse.
Conversamos durante cerca de meia hora sobre o que acontecera há pouco.
Comecei a entender.
Disseram que a Terra e todo o sistema solar entrariam, no final de 1972, num tipo diferente de espaço no qual as leis da física eram totalmente diferentes de tudo o que os terráqueos conheciam, pelo menos em épocas recentes.
O campo destinava-se a proteger a vida na Terra durante essa transformação, dando-nos tempo de nos preparar para a mudança.
O campo era controlado a partir dessa nave-mãe por meio de oito naves menores, protegendo cada ser humano por intermédio de um campo cúbico orgânico localizado em nossa área estomacal.
Algumas pessoas chamam essa área de terceiro chakra (de baixo para cima).
Fui então levado a um cômodo totalmente vazio, exceto por uma mesa no centro na qual pediram-me que deitasse.
Dois raios independentes de luz, muito semelhantes a fragmentos multicoloridos multidigitais de laser deslocando-se rapidamente foram focalizados em mim, um vindo do topo e incidindo no meu terceiro chakra e o outro vindo de cima de minha cabeça, incidindo coluna abaixo.
Isso durou cerca de 20 minutos.
Disseram que essas eram as imagens da vida que eu experienciaria no restante de minha vida na Terra.
Eles então me levaram a uma excursão completa pelas áreas essenciais da nave de modo que as pudesse usar se necessário.
Treinaram-me com bastante rapidez.
Parecia que qualquer pergunta que me surgisse na cabeça era imediatamente respondida por eles.
Disseram que em breve eu retornaria a essa nave estelar e que soubesse que sempre seria bem vindo. (Estávamos na área de substituição à qual Bernard fora diretamente depois de sua morte durante a translação interpersonal-A troca de almas do corpo/personalidade humana de Perona).
De lá, foi levado a Sírius e a seguir a seu destino final, as Plêiades.
Voltamos então ao cômodo pelo qual eu entrara na nave e nos despedimos.
Não havia somente grande amor e carinho entre aqueles seres, havia também uma devoção muito profunda à vida.
Lembro-me a seguir de abrir os olhos e perscrutar o quarto frio e vazio de nosso novo apartamento de Vancouver.
A tempestade ainda continuava.
Estava escuro agora, e me levantei e entrei nos outros cômodos.
Parecia que cerca de uma ou duas horas tinham se passado, mas de acordo com todos os que estavam lá, havia transcorrido muito, muito mais tempo.
Meia hora depois de eu voltar, todos os ventos cessaram e tudo ficou calmo e tranqüilo.
Os anjos apareceram a Renee e disseram que acontecera um tipo de guerra cósmica há pouco. Disseram que não se tratava realmente de uma guerra na qual as pessoas tentam matar umas às outras, e sim de um teste de força, coragem e conhecimento.
Disseram que existiam milhares de culturas espaciais diferentes que estavam aqui, realizando interface, tentando ajudar a Terra a sair-se bem nessa mudança dimensional.
Havia muitas opiniões diferentes quanto a como proceder.
Normalmente, ia contra a lei galáctica da não interferência, por parte de qualquer pessoa, em qualquer outra região habitada, mas neste caso, se nada fosse feito, a Terra seria um planeta morto até o final do ano de 1972 !!!.
Haveria uma explosão de proporções nunca vistas em nosso sol.
A explosão na verdade ocorreu em 7 de agosto de 1972, mas em razão do campo cúbico colocado em fevereiro, sobrevivemos muito bem.
Claro, ainda não nos livramos de nossas dificuldades, experimentamos apenas uma parcela muito pequena do que realmente aconteceu.
Algum dia, em breve, o campo cúbico será retirado e teremos de experienciar a realidade como ela é. Creio que estamos agora…
Esta foi apenas a quarta vez em pouco mais de 200 mil anos que a rara Escola Sagrada de Melchizedek foi necessária.
A consciência da Terra mudara de dimensões três vezes naquele período e agora está rapidamente se aproximando da fase final da quarta mudança ou translação planetária.
A Escola era necessária para que algumas centenas de seres especiais, de sexta dimensão e consciência superior, pudessem reunir suas energias e controlar as energias negativas cumulativas do planeta, transformando as em energias positivas durante as fases finais que conduzem à translação dimensional planetária.
Este período de balanceamento dura aproximadamente 40 a 50 anos e começou por esta época por volta de 1950.
A translação dimensional planetária em si é concluída, em geral, em cerca de três dias e meio, ao passo que a mudança do eixo planetário, sempre uma parte integrante do processo, ocorre em cerca de 20 horas. Caso seja também necessária uma mudança orbital, como é o caso desta vez, a conclusão poderia levar de dez a vinte e cinco anos ou mais.
Desta vez, espiralaremos lentamente na direção do Sol durante aproximadamente 15 anos até atingirmos a estabilidade.
Todos esses três processos (a Translação Dimensional, a Mudança dos Pólos-Eixos e o Espiralamendo/Mudança Orbital do Planeta) ocorrerão ao mesmo tempo próximo do início do realinhamento orbital.
Na verdade, é bem mais complicado do que a descrição acima, especialmente quando todos os demais planetas estão incluídos na equação.
Eles também assumirão novas órbitas.
Em 1971, quase quatrocentas pessoas vindas do mundo todo começaram a fazer planos de ir à Columbia Britânica para se reunir no início de 1972.
Eram todas entrantes (Walk-In ) provenientes dos níveis vibracionais superiores seguindo as instruções de seus Eus superiores, de modo a facilitar e coordenar o processo de equilíbrio das energias da Terra.
Cada pessoa, usando seu método pessoal de comunicação com seu eu superior, foi instruída a simplesmente ir a uma esquina específica de Vancouver e esperar.
O local variava.
David Livingstone saberia então quando e onde elas chegaram, mandando alguém buscá-las. No meu caso recebi o endereço dele.
Houve o caso da pessoa vinda do Japão que recebeu suas instruções num idioma que não era da Terra.
Tratava-se de um belo idioma de símbolos parecidos com hieróglifos, que simplesmente não existiam em qualquer idioma conhecido da Terra.
Disseram-lhe nesse idioma, a mensagem ele anotou através da escrita automática, para ir a Vancouver em dezembro de 1971, sem mais instruções.
Ele assim o fez, e David o encontrou e o levou de volta à Escola.
Foi lá que ele conheceu mais quatro pessoas, cada qual de um país diferente, que falavam e escreviam esse estranho idioma.
Vocês podem imaginar como ele focou extático.
Porém, em geral, cada pessoa (Alma) tem seu próprio método único de se comunicar com seu eu superior.
Essa comunicação e a transmissão dela é essencial ao trabalho em consciência superior.
O fundador da Escola Sagrada de Melchizedek, Machiventa Melchizedek, foi o primeiro Melchizedek designado para a Terra e, literalmente, a Terra está a seus cuidados.
Achamos que viver até os cem anos é ficar muito velho.
Machiventa tem agora mais de dez bilhões de anos de idade e, como vocês devem ter adivinhado, encontra-se inacreditavelmente avançado em sua consciência e sabedoria.
Machiventa não é o único Melchizedek, há milhões de nós, mas atualmente há apenas cinco na Terra. Os Melchizedeks são uma gente única no Universo.
Têm a capacidade rara de se deslocar em qualquer dimensão da vibração mais baixa à mais alta, entretanto eles preferem o meio termo.
Em razão dessa capacidade, são usados por Toda Vida para ajudar em certas épocas, quando são iminentes as mudanças dimensionais e, também, em outras épocas de extremo desvio da normalidade em relação àquela forma de vida em particular, seja qual for a razão.
As mudanças estão acontecendo num ritmo cada vez mais rápido na Terra.
Quando passamos a realizar interface com a quarta dimensão, muitas pessoas que não querem ou não podem mudar não poderão continuar como vida humana.
Essa afirmação não é negativa, significa simplesmente que cada pessoa encontrará o equilíbrio e um lugar nos níveis dimensionais corretos e confortáveis, a partir dos quais elas poderão entrar em harmonia com todas as demais vidas.
Na verdade, não há escolha – nós criamos nosso mundo.
Até o final deste século a humanidade entrará na quarta dimensão.
De fato, na realidade, a translação dimensional planetária já aconteceu, e quando o campo cúbico que circunda a Terra se dissipar, devemos e experimentaremos esta nova forma de ser.
A DECISÃO DE FICAR NA TERRA
A Escola durou dois meses.
Foram então feitos preparativos para os quase quatrocentos entrantes partirem da Terra e embarcarem numa espaçonave especialmente projetada que permaneceria numa interface de 3ª/4ª dimensão até por volta do ano 2006.
A essa altura, os quatrocentos voltariam à Terra e aqui recomeçariam suas vidas.
Parecia a arca de Noé.
Uma das razões da realização desse exercício fora do planeta foi que as mudanças pelas quais a Terra estaria passando nos últimos anos deste século seriam tão grandes e abrangentes que acreditava-se que alguns espécimes, e especialmente esses espécimes, em razão do trabalho especial por eles realizado, deveriam ser conservados, caso as mudanças fossem demais para a Terra.
A Terra é muito jovem e mal consegue sobreviver.
A outra razão importante tinha relação com a incerteza quanto aos resultados. Nunca em lugar algum, o campo cúbico fora usado para auxiliar uma translação planetária; a Terra seria seu primeiro teste.
Renee, eu e as crianças deveríamos fazer parte desse exercício.
Eu realmente não me importava, parecia algo interessante e necessário que deveria ser feito.
Cerca de uma semana antes da partida, os anjos nos apareceram e disseram que, por causa de Ram Kahn, não precisávamos ir para o espaço se não quiséssemos.
A escolha cabia a nós, contudo, pediram-nos que decidíssemos sim ou não nas próximas 24 horas.
Os anjos acrescentaram que se fôssemos para o espaço, seria uma coisa boa para garantir a vida aqui na Terra, mas se ficássemos na Terra, a experiência também seria ótima para nosso crescimento pessoal e que qualquer das hipóteses era válida.
Disseram que seria bem mais fácil lá no espaço, observando o que se passava, do que ficar na superfície tentando sobreviver, mas aprenderíamos mais se ficássemos na Terra.
Discutimos os prós e contras no tempo de que dispúnhamos.
Era uma decisão bem importante para se tomar em muito pouco tempo, mas nós dois sabíamos que, mais que qualquer coisa, queríamos crescer, independentemente do esforço.
Decidimos ficar e enfrentar a situação.
Na noite seguinte, contamos aos anjos nossa decisão.
Os anjos então me disseram que agora eu devia ir dizer a David, e disseram que ele talvez não ficasse feliz com nossa decisão.
Até então, os anjos não tinham me autorizado a contar a David sobre Ram Kahn.
Os anjos disseram que agora eu devia lhe contar, contar-lhe outras coisas sobre Ram Kahn que não posso contar agora.
Fui ter com David e lhe contei que Renee e eu ficaríamos na Terra.
Infeliz é um eufemismo.
Ficou completamente furioso.
Ele disse que ninguém, absolutamente ninguém, jamais se recusara a partir em uma missão tão tarde. Começou (dizendo que eu era) irresponsável, etc., quando o interrompi e lhe falei sobre Ram Kahn. Contei-lhe o que os anjos mandaram que lhe dissesse.
Quando acabei, David estava muito quieto.
Não disse palavra durante cinco minutos.
Finalmente, olhou-me e disse “Certo, você pode ficar, e que seu tempo na Terra seja abençoado.
Mas quero ver a criança”
Isso perturbou-me a cabeça, devido à magnitude das implicações que essa nova lição me apresentava. Não era tudo física, tudo as assim chamadas leis da física, reduzidas a um único ponto de vista, a Terra?
Posteriormente naquela noite, em casa, os anjos nos disseram que fizéssemos um símbolo ou mandala de veludo, e que o levássemos conosco quando David se encontrasse com Ram Kahn.
O símbolo foi colocado num diamante azul-imperial com uma Estrela de David/Selo de Vishnu (o símbolo do Quarto Chakra, o Anahata, o símbolo do Amor Incondicional ) no centro, o triângulo virado para cima era verde e o triângulo virado para baixo púrpura, entrelaçando-se, com uma cruz cristã dourada no centro, e ao redor da estrela na parte mediana havia um arco-íris.
Disseram que a Estrela de Davi/Selo de Vishnu era a força, origem e conhecimento; a cruz era Jesus, o Cristo, o amor supremo conhecido pelo homem; e o arco-íris era nós, a beleza que vem do caos. Fizemos esse símbolo, Renee fez a estrela, eu a cruz, e Cindy o arco-íris.
O Quarto Chakra, o verde Anahata, é o Selo de Vishnu, no interior de um Lótus de DOZE pétalas, a sede da Alma, o indivíduo real que controla (pelo menos deveria assim ser) a personalidade externa e humana e o corpo físico.
Esta é a origem da estrela de David, símbolo tomado da Índia e usado pelo povo hebreu.
David marcou uma hora para ver Ram Kahn duas noites antes da partida do grupo para o espaço.
Pela primeira vez, Renee foi comigo à Escola carregando nos braços Ram Kahn.
Quando entramos na sala branca, uma mulher nos saudou.
Abri a mandala de veludo e lhe pedi que a mostrasse a David.
A mulher visivelmente se animou quando viu a mandala.
Pegou-a e foi correndo procurar David.
Mostrou a ele e então foi correndo de membro em membro, mostrando-a a mais de 400 pessoas espalhadas pelo complexo.
Amo estas pessoas da luz que abandonaram suas vidas pessoais para o bem de todos, são santos.
Faz bem a meu coração saber que, não importa o que aconteça aqui na Terra nos próximos 20 anos, a vida humana perdurará.
Cerca de uma semana depois, passei de carro pela Escola.
A placa sumira, assim como todos os meus amigos.
Sabia onde vários deles moravam, mas em todo caso, tinham se mudado e ido embora da cidade, pelo menos era o que contavam.
Uma última observação antes de eu deixar David Livingstone e a Ordem de Melchizedek.
Acho importante que alguns saibam que o professor pessoal de David, enquanto ele estava vivo, foi Paramahansa Yogananda.
Yogananda tinha um lado cósmico que poucas pessoas conheceram.
Parte 1 em: http://thoth3126.com.br/drunvalo-melchisedek-uma-experiencia-interdimensional/
Parte 2 em: http://thoth3126.com.br/drunvalo-melchisedek-uma-experiencia-interdimensional-parte-ii/
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Drunvalo Melchisedek, uma experiencia interdimensional, Parte 2

Manuscrito de Drunvalo MELKISEDEK – parte 2, uma experiência interdimensional.
Eu ainda sou Bernard Perona, mas algo EXTRAORDINÁRIO esta mudando em mim mim, em consequência de testemunhar a minha própria vida.
Lembro-me de quando eu (Bernard) tinha cerca de quatro anos de idade. Foi por volta do final da Segunda Guerra Mundial, numa manhã clara e ensolarada em Oakland, Califórnia. Estava sozinho fora de casa, brincando tranqüilo, quando o ar e a terra começaram a rugir…
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
Fonte: http://www.flordavida.com.br ; http://www.floweroflife.org/ ; www.drunvalo.net e www.spiritofmaat.com
Entrevista concedida à Jeff Wein:
Drunvalo Melkisedek/Robert Perona
AS PRÓPRIAS PALAVRAS DE BERNARD PERONA (Drunvalo Melchisedek):
… Olhei para o leste na direção das montanhas, e observei cautelosamente o céu aos poucos se encher de bombardeiros americanos B29.
Em minutos, havia centenas de aviões em formações geométricas preenchendo o céu e bloqueando o sol.
Isso durou muito tempo.
Fiquei lá com o rosto voltado para o céu. Sabia o que estava se deslocando lá no alto e me tranquei.
Ainda sou Bernard Perona, mas algo extraordinário está mudando em mim, conseqüência de testemunhar minha própria vida.
No dia seguinte, os anjos apareceram a Renee e disseram que Christopher e Cindy Wingfield, sua namorada, que se reuniram a nós, deveriam ir para outro apartamento e que ela, Renee e as crianças deveriam partir para Berkeley, Califórnia, lá permanecendo por 30 dias.
Renee deveria estudar com um professor sufi do Peru chamado Claudio Naranjo.
Os anjos disseram a Renee que eu deveria reunir materiais de arte para a elaboração de desenhos coloridos.
Disseram que em algum ponto, nos próximos 30 dias, eu receberia os desenhos durante a meditação e, então, os anjos desapareceram.
No dias que se seguiram todos tomaram diferentes direções, e dei por mim sozinho imaginando o que se manifestaria nesses desenhos.
Na primeira manhã depois de eu ter comprado o material necessário, sentei-me, sozinho, e esperei.
Tinha à mão tudo de que necessitava, mas não fazia idéia do que deveria desenhar.
Então, começou. Minha mente se abriu, e eu conseguia “ver” num novo idioma de pa-drões geométricos.
Era tão simples e claro.
Comecei a desenhar.
Os desenhos eram extremamente detalhados, com cores e dimensões específicas. Giravam em torno de seis formas; esfera, tetraedro, cubo, octaedro, icosaedro e dodecaedro.
As informações afluíram continuamente por cerca de três semanas, até que finalmente, o trabalho parecia concluído.
Os Seis Sólidos Platônicos. Na geometria e algumas antigas teorias físicas, um solido platônico é um poliedro convexo em que todas as faces são polígonos congruentes. O mesmo número de arestas encontra-se em todos os vértices Os seis sólidos platônicos são conhecidos desde a antiguidade clássica e a prova que são os únicos poliedros regulares pode ser encontrada nos Elementos de Euclides.
Eu não conseguia acreditar no que me estava sendo mostrado por meio desses desenhos.
Fazia tanto sentido.
Minhas origens estavam, afinal, começando a se tornar claras.
Não posso falar sobre esses trabalhos agora, mas no Livro II, The Father’s Mind (A Mente do Pai), tratarei do primeiro desenho, do qual derivaram todos os demais.
No final, havia 44 desenhos, cada qual associado aos 44 cromossomos existentes dentro de toda e qualquer célula humana.
(Havia também dois outros desenhos relativos à energia sexual, assim como há dois cromossomos sexuais especiais, totalizando 46 cromossomos.)
Eu sentia como se algo importante houvesse mudado dentro de mim em virtude desses desenhos, e não via como seria possível perceber com mais profundidade a Realidade.
Claro, essa era minha própria limitação na época.
Certo dia, antes da volta de Renee, um velho amigo meu, Wilf Chipman, apareceu.
Wilf era outra das pessoas a quem os anjos tinham me conduzido anteriormente, antes de Renee e eu nos casarmos.
Wilf era alquimista, um alquimista de verdade. Sua capacidade e conhecimentos eram formidáveis.
Além disso era um entrante (Walk-In) que já estava realizando interface, mas eu nem mesmo saiba o que isso significava na época.
Wilf perguntou-me se eu gostaria de fazer uma pequena viagem de três ou quatro dias para visitar um amigo seu em Cariboo Mountain na Columbia Britânica.
Parecia bom, concordei.
Partimos no dia seguinte, e depois de um estafante trajeto de carro nas pro-fundezas das montanhas adentro em enlameadas estradas cobertas de neve, chega-mos a uma casa bastante incomum.
Em 1929, foi construído um grandioso hotel de troncos imensos.
Vocês conhecem o tipo, uma estação de esqui, com uma recepção ou sala de estar provida de gigantescas lareiras, vários quartos, uma cozinha gigante, ex-ceto que parecia ter sido construído no máximo há dez anos.
Pintaram os troncos com um produto que lhes dava a aparência de terem sido há pou-co descortiçados.
O hotel ficava muito isolado nos bosques, eu não entendia como al-guém, em alguma época, poderia tê-lo usado para fins comerciais, mas lá estava ele.
Fora abandonado há muito tempo, mas um amigo de Wilf e sua esposa mudaram-se para lá por causa do aluguel grátis.
Eu “morreria” (PERONA) naquele lugar daí a algumas horas, mas, pelo menos, não sabia disso, e meu coração estava tranqüilo.
Wilf, tentando descobrir como trans-formar mercúrio em ouro, buscava agora fazer o mesmo comigo num nível humano. Não o condeno pelo que ele estava a ponto de fazer, eu compreendo.
Posteriormente, naquela tarde, Wilf colocou, sem que eu percebesse, algo mortal em minha comida.
Ele acreditava que eu não morreria, e sim seria transformado.
Na verdade, ele não tinha realmente certeza.
Lembro-me de ir para meu quarto sentindo-me estranho.
Sentei-me na posição de lótus no meio de minha cama, o quarto começou a girar lentamente.
Eu não conseguia parar o giro, que ficava cada vez mais rápido.
Finalmente, endireitei-me, e via a cama e meu corpo, mas todo o universo não passava de um borrão de luzes móveis.
E então eu morri.
Simplesmente não conseguia mais manter-me centrado.
Depois de certo tempo, pouco tempo pelo que pareceu, levantei-me de onde caíra, e tudo estava completamente normal.
O quarto estava vazio e sossegado. Sai imediata-mente do quarto e entrei na área social central.
Não havia ninguém ali.
Desapareci nos bosques sem que ninguém me visse sair.
De alguma forma, eu sabia o que acabara de acontecer, e sentia-me mais seguro lá.
Tudo era tão puro e vivo, cada vez que respirava era uma grande alegria.
Eu precisava me ancorar e embrenhar-me nas profundezas da floresta, somente com a natureza e Deus, era uma grande bênção.
Depois, relutantemente, eu soube que tinha de voltar ao mundo dos homens.
Algo estava diferente dentro de mim.
Conseguia sentir uma grande mudança em minha existência, mas não tinha certeza do que era.
Drunvalo nascera, mas Drunvalo estava agora experimentando todas as imagens mentais e emocionais de Bernard Perona, bem como todas as suas lembranças.
Era por demais convincente, sendo o que acontece a quase todos os que decidem entrar na vida, em vez de nascer na forma de um bebê.
Parece com quando estamos totalmente absortos num filme e nos identificamos com certa pessoa da história e nos esquecemos de nós mesmos, acreditando sermos a personagem do filme.
Acreditamos que o drama do filme está realmente se passando conosco.
Passaram-se quase três anos até eu perceber o que acontecera e então, quando tentava lembrar quando e onde acontecera, não conseguia evocar com exatidão as memórias.
A translação fora tão suave.
Lembrei-me quando e onde acontecera somente cerca de quatro anos atrás.
Quando me aproximei do velho hotel, Wilf e seu amigo estavam lá.
Wilf olhou-me totalmente confuso.
Não tinham me visto sair, e também não conseguiam entender como eu ainda podia estar vivo, a menos, claro, que a translação tivesse ocorrido e eu não estivesse demonstrando nenhum sinal disso. Wilf simples-mente não sabia; parecia-lhe não se passara absolutamente nada.
Acho que ele esperava um milagre. Levou-me em silêncio para casa.
ALFA E ÔMEGA, ORDEM DE MELCHIZEDEK
Renee chegou em casa alguns dias depois vinda de Berkeley.
Na época, ela não sabia, e provavelmente ainda não sabe, que havia uma pessoa (Alma) diferente no corpo de seu marido.
Os anjos lhe disseram que meu nome era Drunvalo, mas não acredito que ela realmente tenha entendido as implicações mais profundas, que os anjos não lhe explicaram.
Seria difícil, como vocês bem podem imaginar.
Mas o trabalho de minha nova vida tinha de prosseguir e, sem muita hesitação, ele teve início.

Alfa e Ômega, no alfabeto grego
O anjo apareceu a Renee e disse que eu deveria ir a certo endereço em Vancouver e apenas permanecer lá.
O endereço era rua 4, 111.444.
Naquela noite, perambulei por lá de carro e achei o endereço.
Ficava nos confins da zona industrial de Vancouver, antigos armazéns de tijolo à vista de dois andares e coisas assim.
Estacionei e fui até uma entrada lateral, uma portinha suja, de um dos edifícios.
Acima da porta havia uma placa recém-pintada com cores brilhantes na qual se lia: “Alfa e Ômega, Ordem de Melchizedek.”
Abri a porta e subi um lance de degraus estreitos e rangentes que levavam a outra porta.
Bati, e uma jovem serena abriu a porta e me cumprimentou.
Entrei numa salinha quadrada com cerca de 3,5 metros de lado, sem janelas, nem outras portas de entrada ou de saída.
Havia uma escrivaninha em um canto e um banco comprido colocado transversalmente a uma das paredes.
A jovem e outro homem sorriram e pediram que eu me sentasse no banco.
Sentei-me.
Fiquei lá sentado por cerca de três horas, enquanto pessoas entravam e saiam.
Diziam algumas palavras e então saiam, nada que eu conseguisse realmente entender.
O casal ignorou-me completamente até que, afinal, a mulher virou-se para mim e disse que eu podia ir embora.
Olhei-os, pensei, eles são malucos, e sai.
Ao chegar em casa, expressei minha confusão aos anjos, mas eles disseram que tudo estava bem e para não me preocupar tanto.
Acalmei-me.
Cerca de duas semanas depois, os anjos vieram visitar Renee e disseram que eu deveria voltar ao endereço e pedir para ver um homem chamado David Livingstone.
Só me deram essas instruções. Voltei, subi os mesmos degraus, só que desta vez havia uma pessoa diferente lá, um jovem.
Disse-lhe que gostaria de ver David Livingstone, e ele, claro, disse que me sentasse no banco.
Sentei-me, mas de má vontade.
Depois de cerca de meia hora, ele vira-se para mim e diz: “Certo, pode subir a escada agora.”
Não entendi a que ele se referia, “Subir a escada.”
Subir que escada?
Naquele momen-to uma porta oculta deslizou, abrindo-se, acionada por controle remoto.
Ele indicou-me a escada e fiz o que seu gesto sugeria.
Logo que subi alguns degraus da escada, a por-ta rapidamente deslizou, fechando-se e bloqueando minha retirada.
Subi outro lance de degraus entrando num imenso cômodo todo branco.
Esse cômodo tinha cerca de 27 por 18 metros e estava completamente vazio.
No topo da escada, quando entrei no cômodo, esperava-me, à luz do sol, uma linda jovem que pediu-me que a seguisse.
Levou-me a outro cômodo enorme, mas desta vez, estava repleto de bancadas de trabalho e equipamentos utilizados, ao que parecia, para trabalhar prata e couro.
Havia uma área desimpedida de cerca de 1,80 metro ao lado da porta pela qual entramos.
A jovem olhou-me meigamente e pediu-me que esperasse lá.
Disse que viria alguém dali a alguns minutos, e então deixou-me sozinho.
Cerca de cinco minutos depois, sete jovens, todos de terno, entraram no cômodo por outra porta, marchando em fila indiana.
Fizeram círculos a meu redor, em posição de semi-sentido, e fitaram-me intensamente nos olhos.
Não foi pronunciada uma palavra sequer.
Eu não sabia ao certo o que fazer, então apenas devolvi o olhar.
Ficamos fazendo isso uns 20 minutos, até que, afinal, um dos jovens falou, pedindo-me que o seguisse.
Entramos em outro cômodo que tinha o tamanho e o formato daquele todo branco.
O jovem disse-me para dar uma olhada pelo cômodo e esperar até que David Livingstone pudesse me ver.
E então ele se foi, deixando-me novamente sozinho.
O cômodo tinha três corredores compridos longitudinais, formados por duas fileiras de cavaletes para pintura colocados lado a lado.
Os cavaletes eram bem grandes, talvez com 1,82 metro de altura por 1,20 metro de largura.
A experiência que se seguiu me foi muito surpreendente.
Nesses cavaletes se encontravam todos os 44 desenhos vindos através de mim quando eu era Bernard Perona.
Ao vê-los algo se passou, algo tornou-se claro.
Pensei que fossem meus.
Pensei tê-los desenhado.
Tive certeza, ao ver esses desenhos, que o que quer que acontecesse ali, seria importante para minha vida.
Mal conseguia acreditar naquilo.
Havia mais alguns desenhos que não tinham vindo através de mim.
Achei-os extremamente interessantes e passei todo o tempo com eles.
Os demais eu sabia de cor.
Lord Krishna, o Mestre de todos os Mestres
Depois de mais ou menos uma hora, os sete homens de terno voltaram. Formaram novamente um círculo a meu redor, esperamos.
Alguns minutos depois, entrou pela porta um homem baixo, com cerca de 55 anos de idade, vestido num terno amarrotado e usando óculos de tartaruga de aro curvo.
Lembro-me de ter pensado que ele mais parecia vendedor de carros do que líder espiritual.
Juntou-se a mim no centro do círcu-lo e perguntou-me de onde eu era.
Respondi Califórnia, e ele disse “Não, de que lugar no espaço?”
Não saiba a que ele se referia.
Fez-me, então, uma pergunta da qual não me lembro sobre Krishna, algo sobre amor.
Olhou-me, então, e disse que eu era “Ok,” e foi-se embora.
Um dos homens imediatamente levou-me de volta à salinha com a porta corrediça ao pé da escada; fui para casa perplexo.
Naquela noite, os anjos disseram que eu deveria voltar em certo dia e dizer a David que eu queria entrar em sua escola. Alguns minutos depois, entrou pela porta um homem baixo, com cerca de 55 anos de idade, vestido num terno amarrotado e usando óculos de tartaruga de aro curvo.
Lembro-me de ter pensado que ele mais parecia vendedor de carros do que líder espiritual.
Juntou-se a mim no centro do círcu-lo e perguntou-me de onde eu era.
Respondi Califórnia, e ele disse “Não, de que lugar no espaço?”
Não saiba a que ele se referia.
Fez-me, então, uma pergunta da qual não me lembro sobre Krishna, algo sobre amor.
Olhou-me, então, e disse que eu era “Ok,” e foi-se embora.
Um dos homens imediatamente levou-me de volta à salinha com a porta corrediça ao pé da escada; fui para casa perplexo.
Disseram que ele em breve daria uma aula que eu acharia muito interessante e que poderia ser útil ao meu crescimento.
Voltei, no dia que eles disseram, à salinha sem janelas e pedi para ver David. Dessa vez, tudo estava diferente.
A pessoa sentada à escrivaninha disse apenas: “Claro, Da-vid Livingstone está à sua espera,” e a porta secreta deslizou, abrindo-se.
Subi as escadas, e lá, completamente só na sala toda branca, estava David.
Caminhei até ele, e ele me vez sinal para sentar.
Passou a fazer milhões de perguntas; novamente quis saber de onde eu era, mas eu simplesmente não sabia responder.
Minha entrada nesta dimensão era recente demais.
Contei-lhe sobre os anjos, e que eles queriam que eu freqüentasse a escola que ele em breve dirigiria. Finalmente, concordou que eu freqüentasse sua escola, mas disse sentir que eu não estava me revelando a ele e que eu estava “incógnito.”
MANUSCRITO DE DRUNVALO MELKISEDEK, parte 2
Parte 1 em: http://thoth3126.com.br/drunvalo-melchisedek-uma-experiencia-interdimensional/
Continua…
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