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quarta-feira, 26 de junho de 2013
Cometa ISON poderá causar imensa CHUVA de METEOROS
Os Cientistas estão fazendo cálculos sobre a sua órbita e parece que a Terra vai passar exatamente sobre a esteira de detritos deixados pelo cometa em sua maior aproximação do Sol no final de 2013 e início de 2014.
Isto pode provocar uma enorme chuva de meteoros com consequências imprevisíveis se algum deles atingir a superfície do planeta.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
Um pequeno, mas incrivelmente brilhante cometa, o ISON C 2012 S1 poderia fazer muito mais do que simplesmente deslumbrar os céus do nosso planeta quando estiver em sua máxima aproximação do sol e da Terra no final deste ano (em torno de Novembro de 2013).
Os cientistas dizem que o Cometa ISON-C2012 S1 (esquerda), já está produzindo poeira de detritos à taxa prodigiosa de cerca de £ 112.000 libras por minuto (n.t. JÁ são INCRÍVEIS 55.5 TONELADAS de poeira e detritos fabricados por minuto, estando o cometa AINDA TÃO LONGE do sol e da Terra.!!!), e que ao se aproximar de seu periélio poderia desencadear uma enorme chuva de meteoros muito incomum nos céus da Terra.
As simulações de computador prevendo a localização e o movimento da trilha de poeira e detritos deixados pela passagem do cometa mostraram que a Terra estará passando pelo fluxo de detritos do cometa em torno de 12 de janeiro de 2014 segundo estes cálculos.
Algumas das partículas de poeira da cauda do cometa, que são menores em diâmetro do que um glóbulo vermelho de sangue (mas deverá haver outras bem maiores do que esse tamanho), devem ser aceleradas para fora de sua trilha pela pressão da luz e radiação solar, o que como consequência lhes permitirão ser capturados pela gravidade terrestre quando o planeta passar através da corrente de detritos praticamente invisível dai se transformando em brilhantes meteoros incandescentes que iluminarão os céus da Terra.
Veja no vídeo da NASA a provável rota do curso que o Cometa ISON-C/2012 S1 irá percorrer ao entrar no âmago do sistema solar e como ele passará perto da Terra:
Acima: Os Astrônomos da Universidade de Maryland em College Park (UMCP) e do Observatório Lowell, dos Estados Unidos, usaram o satélite Swift da NASA para observar o cometa C/2012 S1 (ISON), e determinar a sua rota de aproximação ao interior do sistema solar quando este dará então a volta em torno do sol em um efeito estilingue, ganhando velocidade.
“À medida que o cometa passar pela órbita da Terra se diriginado para contornar o sol em seu periélio, nós observaremos o aumento de detritos e do tamanho de sua cauda deixados para trás pelo cometa.
Mas quanto mais próximo ele estiver do sol, nós também vamos ver mais partículas sendo emitidas e se afastando do cometa pela pressão da luz solar.
Isso significa que nós vamos ter partículas de detritos do cometa sendo jogadas em todas as direções.
Nós não estamos acostumados a lidar com as partículas de detritos que surgirão vindo de todas as direções “, disse Bill Cooke, cientista-chefe do NASA’s Meteoroid Environment Office at the Marshall Space Flight Center (Escritório de Estudos do Ambiente de Meteoros da NASA no Marshall Space Flight Center), em Huntsville, Alabama – EUA
Algumas das partículas podem ser tão pequenas que mesmo que elas penetrem a atmosfera da Terra à velocidade de 125,000 mph (201.125 quilômetros por hora), elas irão de consumir se queimando pelo atrito e provocando as chamadas “estrelas cadentes”, evitando a sua queda na superfície do planeta (como em fevereiro com o meteoro que caiu na Rússia), prevê o astrônomo Paul Wiegert, da Universidade de Western Ontario, no Canadá.
Esta imagem do telescópio espacial Hubble da NASA, do Cometa ISON C/2012 S1 foi fotografada no dia 10 de abril, quando o cometa estava um pouco mais perto do que a órbita de Júpiter, a uma distância de 386 milhões de quilômetros do Sol (cerca de 394 milhões de quilômetros da Terra). Já foi possível se observar, apesar da ainda imensa distância do sol, a formação da cauda e a liberação de poeira e detritos. NASA, ESA, J.-Y. LI (PLANETARY SCIENCE INSTITUTE), E A EQUIPE DO HUBBLE COMET ISON IMAGING SCIENCE
O único sinal visível e detectável da poeira deixada pela passagem do cometa pode ser uma proliferação de nuvens azuis brilhantes na borda do espaço exterior da atmosfera da Terra.
Os cientistas suspeitam que as chamadas nuvens noctilucentes, ou as “nuvens noturnas brilhantes” são alimentadas pela poeira na atmosfera superior.
Eventualmente, a poeira de detritos da passagem do cometa que for capturada pela Terra vai traçar nos céus o seu caminho – em silêncio e de forma invisível - para a superfície do planeta. (n.t. mas também podendo ser com muito estrondo e danos se algum pedaço maior cair em um grande centro, como vimos na Rússia em fevereiro)
Abaixo registro em filme da queda de APENAS UM PEQUENO PEDAÇO DE ROCHA na Rússia, como dizem os cientistas sobre meteoros, mas com graves consequências para quem estava no solo no momento da queda:
Saiba mais sobre as consequências do impacto de um pequeno meteoro nos links:
O Cometa ISON C2012 S1, que foi descoberto em setembro de 2012 por astrônomos amadores na Rússia, parece ser inédito e vai estar fazendo a sua primeira passagem, visita no sistema solar interior, tão diferente dos cometas periódicos, que ele ainda não estabeleceu uma trilha de poeira de visitas anteriores passando pela Terra.
O nome ISON é um acrônimo para o telescópio que os astrônomos estavam usando no momento da descoberta do cometa, o International Scientific Optical Network.
Se o cometa sobreviver à sua visita ao interior do sistema solar – e isso é um grande SE – o cometa passará há distância de apenas 700.000 quilômetros acima da superfície do sol, quando fizer sua maior aproximação em 28 de novembro.
O mais próximo que ele se aproximará da Terra será à distância de cerca de 40 milhões de milhas (64 milhões de quilômetros) em 26 de dezembro de 2013.
Abaixo filme (http://www.nasa.gov/mission_pages/deepimpact/main/) do cometa se deslocando rapidamente no espaço interplanetário:
Um cometa em 1970 passou 10 vezes mais longe do Sol do que a atual órbita prevista do ISON e se desintegrou parcialmente, observou Cooke.
O cometa “ISON pode muito bem não sobreviver a passagem pelo sol.
Eu acho que nós não saberemos ao certo até que vejamos ele sair de trás do sol “, disse Cooke ao Discovery News.
Atualmente, o cometa esta há cerca de 280 milhões de quilômetros da Terra e esta se aproximando da parte externa do cinturão de asteroides (n.t. fragmentos da explosão do planeta Maldek) entre a órbita de Marte e Júpiter.
“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro.
E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro.
Hipócritas !
Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer “OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus 16: 2 e 3
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Meteoros
sábado, 22 de junho de 2013
Meteoro, bola de fogo e estrondo sentidos em Lagoinha, em São Paulo
Objeto luminoso e barulho chamam a atenção de moradores em Lagoinha, interior de São Paulo, nesta quarta-feira, 19 de junho.
O Clarão visto nos céus foi assunto mais comentado na cidade paulista nesta quarta (19).
Segundo a astrofísica do Inpe, objeto avistado pode ter sido a queda de um meteoro.
Do G1 Vale do Paraíba e Região
Mistério no ar: um objeto luminoso no céu e um forte barulho despertaram na noite de terça-feira (18) a atenção e a curiosidade de moradores de Lagoinha, no interior de São Paulo.
Esse foi o assunto mais comentado pela manhã desta quarta-feira (19) na rádio da cidade.
As informações que chegaram por telefone não se referiam apenas sobre a cidade, mas de toda a região.
No fim da noite de terça-feira (18), o conselheiro tutelar Leandro Coelho estava na praça com os amigos quando avistou algo diferente no céu.
“Apareceu uma luz no céu e parecia uma coisa que estava caindo.
Depois de cinco minutos escutamos um barulho, um estrondo e outras pessoas viram um clarão”, disse.
A notícia se espalhou de boca em boca e todo mundo agora quer desvendar o mistério.
O universitário Diogo Carvalho estava na casa dele mexendo no computador quando ouviu um som incomum.
“Eu ouvi um estrondo, um barulho muito diferente, atípico, que a gente não costuma ver aqui, junto com o tremor.
Começou a tremer tudo, tremeu janela, tremeu porta”, contou.
Ele acessou a rede social na tentativa de descobrir o que teria ocorrido e viu um vídeo de um outro internauta que mostra um objeto luminoso no céu, seguido por um rastro parecido com fumaça. Na página foram deixados vários comentários de pessoas que também teriam visto o tal fenômeno.
Moradores do Vale do Paraíba e também de outras regiões do estado, além do Rio de Janeiro, compartilharam informações uns com os outros, mas ainda permanece o mistério.
“Me parece um meteoro pelo vídeo que assisti.
Se for esse meteoro, ele caiu aqui por perto, então agora resta saber onde realmente ele caiu pra gente encontrar e ver o que aconteceu”, disse Diogo.
Para Leandro, o mistério continua.
“Uns falam que era disco voador, que era cometa, mas o que é a gente não sabe”, opina.
Objeto foi avistado por moradores em Lagoinha e cidades vizinhas. (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Othon Winter, pesquisador de astronomia da faculdade de engenharia de Guaratinguetá, analisou as imagens da internet.
Segundo ele, o vídeo mostra uma bola com uma cauda – características de um corpo atravessando a atmosfera.
Segundo ele, o objeto pode ser natural como um pequeno asteroide ou artificial, como um satélite abandonado.
O atrito entre esse corpo e a atmosfera pode causar o efeito luminoso.
Segundo ele, isso é frequente, mas muitas vezes não são observados pois caem em regiões pouco habitadas.
Já a astrofísica do Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais (Inpe), Claudia Vilega, também assistiu ao vídeo e disse que trata-se de um meteorito do sistema solar, que em algum momento, se encontra com a terra.
A especialista também informou que a queda de meteoritos pequenos é muito comum, mas nesse caso, não era tão pequeno e por isso pôde ser visto por muitas pessoas.
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
IRÃ, terremotos matam 30, há 800 feridos e muita destruição
Sobe para 30 o número de mortos em tremor de 6,3 º graus na escala Richter perto de Bushehr, no IRÃ.
Cerca de 800 pessoas ficaram feridas. Empresa afirma que reator não foi afetado.
Uma sequência de, até aqui, mais sete terremotos, que se iniciaram às 08:52 horas desta manhã de terça-feira, dia 09 de março, sacudiram a região de Bushehr, onde esta a principal usina nuclear do IRÃ.
Tradução: Thoth3126@gmail.com
http://rt.com/news/iran-bushehr-quake-nuclear-562/
Trinta pessoas foram mortas depois de um terremoto de magnitude 6,3 º atingiu a região perto de Bushehr no Irã. Cerca de 800 pessoas ficaram feridas, de acordo com a Agência de Notícias dos Estudantes Iranianos. A área é o local das instalações da usina nuclear iraniana de Bushehr.
“Até agora, o terremoto deixou para trás 30 mortos e 800 feridos“, disse Fereydoun Hassanvand, o governador da província de Bushehr, de acordo com a Isna.
O terremoto foi classificado cono de “nível de alerta laranja” pelo Serviço Geológico dos EUA (USGS). Um alerta laranja significa que baixas significativas são prováveis e o desastre é potencialmente generalizado. O epicentro do terremoto foi a 89 quilômetros (55 milhas) de distância da usina nuclear, fora da cidade de Kaki.
A profundidade do tremor foi de 10 km (6,2 milhas). Ele foi seguido por 21 tremores secundários dentro de três horas. Doze aqueles medidos acima de 4 graus na escala Richter.
“Nós pudemos sentir claramente o terremoto”, um residente local declarou à agência Reuters. “As janelas e lustres tremeram todos.”
As aldeias de Shanbe e Sana foram fortemente danificadas, de acordo com um funcionário da Cruz Vermelha. Relatórios postados no Twitter dizem que 23 aldeias foram afetadas no total. Muitas casas em áreas rurais da província são feitas de tijolos de barro, que facilmente podem ruir em um grande terremoto.
| DATE | LAT | LON | MAG | DEPTH km | DIST km | REGION |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 09-APR-2013 15:05:45 | 28.15 | 51.71 | 4.2 | 10 | 38 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 14:44:52 | 28.39 | 51.67 | 4.8 | 10 | 11 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 13:30:42 | 28.31 | 51.65 | 4.8 | 10 | 20 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 13:03:24 | 28.50 | 51.56 | 4.2 | 10 | 12 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 12:47:47 | 28.36 | 51.72 | 4.7 | 10 | 15 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 12:41:04 | 28.41 | 51.69 | 4.7 | 10 | 9 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 12:05:39 | 28.49 | 51.68 | 5.4 | 10 | 0 | SOUTHERN IRAN |
| 09-APR-2013 11:52:50 | 28.50 | 51.59 | 6.3 | 10 | 9 | SOUTHERN IRAN |
Gráfico da USGS acima: O primeiro abalo foi o mais forte, de 6,3º graus na escala Richter, sendo sucedido por mais seis entre 4,2 e 4,8 graus e um de 5,4 graus que causaram um considerável dano à região atingida pelo terremotos, deixando um saldo de 30 mortos e cerca de 800 feridos. O último tremor foi registrado às 12:05 hora de Brasilia.
A usina nuclear de Bushehr, que está localizado a apenas 11 km ao sudeste da cidade, permanece inalterada, sem ter sofrido danos.
“O terremoto de forma alguma afetou a situação normal no reator nuclear, o pessoal continua a trabalhar em regime normal e os níveis de radiação estão totalmente dentro da norma,” declarou à RIA Novosti um funcionário da Atomstroyexport, a empresa russa que construiu a instalação.
O governador da província também confirmou que a usina está intacta.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) diz que o Irã disse que o terremoto não causou nenhum dano às instalações.
“O Irã informou (ao Centro de Emergência e Incidentes da AIEA) do evento, relatando que não houve danos na Usina nuclear de Bushehr e nenhuma liberação radioativa ocorreu na instalação”, disse a agência em um comunicado, citado pela Reuters.
Com base nesta informação e análise sísmica do terremoto da própria AIEA de magnitude, localização e outros fatores, a agência “não está buscando informações adicionais do Irã”, acrescentou o comunicado.
Pessoas em mídias sociais relataram sentir o terremoto, em locais distantes tanto quanto em Dubai e Abu Dhabi. Países árabes do Golfo e especialistas ocidentais têm expressado preocupações sobre a usina de Bushehr, que é construída em uma área altamente sísmica.
O Irã tem negado repetidamente as acusações de que ela poderia ser inseguro.
A AIEA disse durante uma visita à instalação de 2012 que elas eram de fato seguras.
“Eu, como chefe da equipe [de inspeção], asseguro a sociedade iraniana que as instalações iranianas são seguras”, disse o Chefe de Segurança Nuclear da AIEA e do Departamento de Segurança, Olena Mykolaichuk, falando em um comunicado.
A usina de Bushehr – um projeto concluído pela Rússia – ainda tem que se tornar totalmente operacional.
O terremoto de 6,1 na escala Ritcher destruiu casas da província de Bushehr, no sul do Irã, nesta terça-feira.
REUTERS/Mehr News Agency
REUTERS/Mehr News Agency
A cidade portuária de Bushehr, que é o lar de cerca de 160.000 pessoas, está localizado na região sudoeste costeira do Irã com o Golfo Pérsico.
O Irã se estende por várias grandes falhas na crosta da Terra, e é propenso a terremotos freqüentes.
Em agosto de 2012, dois terremotos no noroeste do país, causou a morte de 306 pessoas e feriu mais de 4.500 outros.
Tensões nucleares
No início terça-feira, a TV estatal iraniana anunciou que o país tem começado as operações de extração em duas minas de urânio e uma nova unidade de produção de urânio.
O anúncio vem em meio a uma linha aquecida de atenção internacional em torno das intenções nucleares de Teerã.
Os EUA e seus aliados (Israel) dizem que o Irã está usando o programa como um disfarce para construir secretamente uma arma nuclear.
Teerã nega as acusações, afirmando que seus esforços nucleares são para fins puramente civis.
A República Islâmica diz que seu programa nuclear é necessário para produção de energia, bem como a produção de isótopos para dispositivos de pesquisa e assistência médica.
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terremotos
Yellowstone, super vulcão pode destruir os EUA.
Cientistas Alertam que um Super Vulcão com uma cratera de 70 quilômetros de diâmetro localizado no parque federal de Yellowstone pode DESTRUIR os EUA.
Alguns dos mais inteligentes geofísicos do mundo não estão mais dormindo muito bem. Talvez os seus sonhos estejam sendo preenchidos com pesadelos, se assim é, não seria surpreendente, pois o que eles achavam que sabiam sobre os supervulcões não era bem assim, como eles imaginaram. Mas agora eles sabem a verdade, a realidade dos terríveis supervulcões, de que eles estão entrando em atividade e podem destruir a América, e outras partes do planeta, a qualquer momento. Pode ser daqui a 100 anos … ou talvez já aconteça na semana que vem ...
Tradução e acréscimos: Thoth3126@gmail.com
Fonte: www.beforeitsnews.com
Terrence Aym, from beforeitsnews:
Esqueça a queda de asteroides do tamanho de montanhas que bombardeariam a Terra … Pare de se preocupar com uma guerra nuclear … se livre de qualquer preocupação com uma nova Idade do Gelo chegando.
O dia do Juízo Final poderia provavelmente estar muito mais perto do que você pensa e não importa onde você viva, você provavelmente não estará a salvo dos efeitos das erupções.
A “piscina” Morning Glory, do vulcão em Yellowstone. É uma das fontes de águas quentes no Upper Geyser Basin do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos.
Essa é a terrível realidade que os cientistas em vulcanologia de todo o mundo têm à sua frente, enquanto eles lutam para rever o monitoramento de sistemas para melhor prever a fúria destrutiva iminente dos supervulcões quando eles explodirem.
O Inferno explodiu em 1883, quando a Ilha de Krakatoa voou pelos ares em uma violenta erpção vulcânica.
Para se ter uma ideia da magnitude da erupção de um Supervulcão devemos dar uma olhada no que aconteceu com o vulcão que explodiu na Ilha de Krakatoa ou Cracatoa (em indonésio: Krakatau) no dia 27 de Agosto de 1883, localizada no estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, que literalmente desapareceu quando o vulcão de mesmo nome, no monte Perboewatan - supostamente extinto – entrou em erupção violentamente.
É considerada a erupção vulcânica mais violenta que o homem moderno já testemunhou. A sucessão de erupções e explosões durou 22 horas e o saldo foi de mais de 37 mil mortos.
Sua explosão atirou pedras a aproximadamente 27 km de altitude e o som da grande última explosão foi ouvida a cinco mil quilômetros, na Ilha de Rodrigues, tendo os habitantes ficado surpresos com o estrondo, supondo significar uma batalha naval.
Os barógrafos de Bogotá (próximo à antípoda do local da explosão) e Washington enlouqueceram. O som da explosão chegou também até a Austrália, Filipinas e Índia.
Acredita-se que o som da última grande explosão foi o mais intenso já ouvido na face da Terra e reverberou pelo planeta ao longo de nove dias. Todos os que se encontravam em um raio de 15 km do vulcão tiveram seus tímpanos rompidos e ficaram surdos.
À direita numa Litografia da época a erupção do Supervulcão, o KRAKATOA.
Os efeitos atmosféricos da catástrofe, como poeira e cinzas circundando o globo, causaram estranhas transformações na Terra, como súbita queda de temperatura e transformações no nascer e pôr do Sol por aproximadamente 18 meses e levando até anos para voltar ao normal em algumas regiões.
Todas as formas de vida animal e vegetal da ilha foram destruídas. Por causa das explosões, vários tsunamis ocorreram em diversos pontos do planeta. Perto das ilhas de Java e Sumatra, as ondas chegaram a mais de 40 metros de altura.
O terror de amanhã:
Durante muitos anos os vulcanólogos pensaram que o amanhã catastrófico ainda tinha um longo caminho pela frente.
Mas dois artigos científicos publicados recentemente estão reavaliando o risco de vários vulcões ameaçadores dos EUA entrarem em erupção: um está no Death Valley, a cratera Ubehebe, com cerca de meia milha de largura (800 metros) e mais de 700 metros de profundidade. Acredita-se que a sua última erupção tivesse acontecido há milhares de anos atrás, mas agora é conhecido que explodiu durante o século 14.
Um outro vulcão, o famoso Crater Lake Caldera no Oregon, pode recarregar-se em poucas décadas e, em seguida, explodir com força destrutiva super-massiva.
Até recentemente, os cientistas acreditavam que também eram necessários milhares de anos para os vulcões se tornarem perigosamente ativos novamente.
Parece que eles estavam errados.
O cientista designado como encarregado de manter um olhar atento sobre os vulcões localizados na Califórnia para o Serviço Geológico dos EUA (USGS) é Margaret Mangan. Recentemente ela disse ao jornal UDA TODAY que “A compreensão (científica) do momento das erupções e do calendário de desenvolvimento das erupções está mudando.”
E a mudança esta acontecendo a uma taxa alarmante.
As mudanças no conhecimento sobre vulcões, que chegaram rapidamente nos últimos anos têm agora feito alguns cientistas morderem suas próprias unhas sobre o Dia do Juízo Final, em que uma erupção do Supervulcão no Parque Federal de Yellowstone parece em curso.
Esse vulcão tem dado todos os sinais de tornar-se ativo: as partes do solo estão aquecidos a pouco menos de 1.000⁰ F enquanto a terra está cheia de um domo de lava em sua caldeira abaixo do solo, vários pequenos terremotos tem acontecido na região e um lago no local a sua água ferveu completamente.
Esquema do momento atual de pressão da caldera (70 km de largura !!!) do Supervulcão Yellowstone, nos EUA.
Realmente.
Agora, esses mesmos cientistas se fecharam, calaram suas vozes. Se afinal eles falarem para repórteres curiosos eles apenas respondem em frases monossilábicas cortadas e depois correm para longe dos repórteres.
COM O QUE ELES estão preocupados? Com a aproximação do Juízo Final, da erupção de alguns Supervulcões?
Ver mais em: http://thoth3126.com.br/o-futuro-dos-eua-por-ned-dougherty/
Os nomes de muitos vulcões para provocar um Juízo Final:
O Dia do Juízo Final, provocado pela erupção de Supervulcões vem com muitos nomes, 22 para ser mais exato. O maior entre as sete megacalderas (o nome técnico para supervulcões) são os seguintes, pela ordem: Yellowstone, Long Valley, e Valley Grande no Estados Unidos ; Lago Toba em Sumatra, no Norte da Ilha da Indonésia , o vulcão Taupo localizado na Ilha Norte da Nova Zelândia; o Caldera Aira dentro da área da Prefeitura de Kagoshima, na Ilha de Kyushu, no Japão e os Siberian Trap, na Rússia.
A localização dos maiores sete supervulcões do planeta – caldeirões de violenta e final destruição.
Um supervulcão relativamente menor, o Cumbre Vieja, em La Palma, nas Ilhas Canárias situado a noroeste da costa oeste da África pode acabar com grande parte do sul da Inglaterra e na maioria das terras da costa leste dos EUA. De acordo com um artigo de Steve Connor, o editor de ciência do jornal The Independent do Reino Unido :
“Uma onda maior do que a Coluna de Nelson e viajando mais rápido que um avião a jato (900 km/hora) vai devastar a costa leste da América e inundar grande parte do sul Grã-Bretanha”. (N.T. – E também todas as ilhas do Caribe, Cuba, Rep. Dominicana, norte e nordeste do Brasil e a costa oeste da África), dizem os cientistas que analisaram em computador os efeitos de uma erupção vulcânica no futuro, no vulcão Cumbre Vieja, das ilhas Canárias.
‘Zona de impacto da explosão do Vulcão Cumbre Vieja, localizado nas Ilhas Canárias”
A laje maciça de rocha com duas vezes o volume da Ilha de Man iria romper com a ilha de La Palma e cair no Oceano Atlântico para causar um enorme tsunami, um monstro de onda maior do que qualquer um já registrado, alertam os cientistas …
A maior parte da energia da onda, o equivalente à produção combinada de estações de energia dos Estados Unidos por seis meses, iria viajar para o oeste de encontro à costa americana, América Central e Caribe, mas com energia suficiente também para se dirigir para o norte, para o Canal Inglês e causar danos catastróficos na área costeira da Inglaterra, França, Espanha, Portugal e países da costa oeste da África: Marrocos, Mauritânia, Cabo Verde, Senegal, etc..
Esquema do caminho de propagação tomado pelas ondas de um enorme Tsunami gerado pela explosão do vulcão Cumbre Vieja, na Ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias.
Fogo e gelo:
Quando o supervulcão de Yellowstone entrar em erupção, até 100 milhões de americanos poderão perecer. Milhões seriam imediatamente incinerados pela explosão. Outros milhões mais morreriam rapidamente por causa das milhares (ou milhões) de toneladas de cinzas superaquecidas - cobrindo tudo com cerca de até 7 metros de altura - que vai cobrir a Zona da Morte do Noroeste do Pacífico ao norte do Texas e tão a leste quanto o oeste do estado de Iowa.
Muitos mais iriam sucumbir mais tarde devido à fome prolongada e as pragas. Para todos os efeitos, aquilo que uma vez foi conhecido como os Estados Unidos da América do Norte estaria definitivamente enterrado em cinzas, escória e lama superaquecidas.
Uma grande parte do sudoeste do Canadá também seriam seriamente afetados.
Zona da Morte delineada por ventos supersônicos e pelo calor gerados na explosão DO YELLOWSTONE, com raio de 600 milhas (960km).
Uma pesquisa conduzida em 2009 por cientistas reunindo os últimos dados de ondas sísmicas de terremotos na região para criar uma imagem 3D do núcleo subterrâneo da caldeira. A caldeira atual é muito antiga, agora quase uma impressão superficial no solo, e é tão grande que se estende por três estados: Idaho, Montana e o Wyoming.
Todos os especialistas concordam que, se outra grande erupção ocorrer no Supervulcão em Yellowstone, o choque, os terremotos, a lava, a quantidade de gases superaquecidos e a posterior queda de cinzas, efetivamente destruiriam quase a metade do território dos EUA e seria a única grande catástrofe na história do mundo que seria gravada.
“Zona da Morte no caso de uma erupção total do supervulcão Yellowstone (Ponto Vermelho) projetada cobriria dois terços dos EUA (a mesma área seria afetada no Canadá, ao norte).
Santorini ou Santorino (em grego: Σαντορίνη) é um arquipélago vulcânico circular localizado no extremo sul do grupo de ilhas gregas das Cíclades, no mar Egeu, a cerca de 200 km a sueste da cidade de Atenas, nas coordenadas aproximadas de 36° 40′ N e 25° 40′ E.
Com uma área total de aproximadamente 73 km², em 2001 tinha uma população de 13.600 habitantes.
A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os navegantes venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallístē (em grego Καλλίστη, “a mais bela“), Strongýlē (Στρογγύλη, “a circular“) ou Thera (Θήρα), nome que ainda hoje ostenta em grego.
Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversas ilhotas, formando um grupo quase circular de ilhas, último vestígio da grande erupção que despedaçou completamente a ilha. O grupo de ilhas é também conhecido por Tira (em grego,Θήρα). Santorini é o vulcão mais ativo do denominado Arco Egeu, no Mar Mediterrâneo, sendo constituída por uma Caldeira submersa gigante, rodeada pelos restos da ilha marcada agora pelos seus flancos.
A forma atual da ilha deve-se, em grande parte, à erupção que há aproximadamente 3.500 anos (cerca de 1.680 a.C) atrás destroçou o seu território.
Aquela erupção, de grande poder destrutivo, criou a atual caldeira e produziu depósitos piroclásticos com algumas centenas de metros de espessura que recobriram tudo o que restou da ilha e ainda atingiram grandes áreas do Mar Egeu, o Mediterrâneo e dos territórios vizinhos.
O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo. A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul.
Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida.

Antes da explosão a Ilha de Santorini era compacta e única. Mais da metade de sua superfície foi jogada pelos ares na terrível hecatombe quando o vulcão explodiu em torno de 1.680 a.C.
A última grande erupção que ocorreu em Yellowstone foi à cerca de 70.000 anos atrás.
Alguns especialistas em vulcanologia estão alertando que uma catástrofe provocada pela erupção de um supervulcão já está muito atrasada.
Quando perguntado quando imagina que o Supervulcão de Yellowstone poderia entrar em erupção, um vulcanólogo preocupado suspirou e respondeu:
“A QUALQUER MOMENTO. Olha, eu sou apenas um cientista. Só Deus pode responder a essa pergunta com EXATIDÃO … mas isso vai acontecer um dia.”
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
“Algo” cruzou os céus do Rio de Janeiro em 17/02/13
A “Mancha luminosa” se deslocou pelo céu do Rio de Janeiro, no final de domingo; astrônomo descarta meteoro. Quase 20 leitores do G1 enviaram seus registros da passagem do objeto no céu do Rio de Janeiro.
O Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais não quis levantar hipóteses sobre qual seria o objeto visto.
Mas, segundo a assessoria de imprensa do órgão, “uma das pesquisadoras chegou a considerar que, pela foto, até parecia um meteoro“…
Thoth3126@gmail.com
O INPE-Instituto de Pesquisas Espaciais diz que não pode afirmar do que se trata.
O Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais não quis levantar hipóteses sobre qual seria o objeto visto.
Mas, segundo a assessoria de imprensa do órgão, “uma das pesquisadoras chegou a considerar que, pela foto, até parecia um meteoro“…
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O INPE-Instituto de Pesquisas Espaciais diz que não pode afirmar do que se trata.
Pelos Internautas, RJ e G1-Globo
19/02/2013 09h05 - Atualizado em 19/02/2013 09h05
Entre o final da tarde e o começo da noite de domingo (17), a visão de uma “mancha” que se deslocava pelos céus da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e deixava um rastro por onde passava fez com que quase 20 leitores do G1 encaminhassem seus vídeos e fotos com o registro do objeto.
O funcionário público Raphael Dias, de 25 anos, filmou o fenômeno de sua casa, em Realengo, por volta das 17h30:
“Avião deixa rastro de fumaça, mas isso que eu filmei o rastro ia se apagando.
No final, desapareceu”.
O leitor Carlos Sidney Ferreira Dutrain, que mora em Nova Iguaçu, na região metropolitana do RJ, também filmou o fenômeno por volta das 17h do domingo (18).
“Estávamos eu, minha esposa e minha filha no quintal de casa quando minha mulher avistou a situação“, relata.
O leitor Andrei Martins Soncin Santos, de 18 anos, fotografou “uma luz incandescente” que “apareceu no céu” em São João de Meriti por volta das 18h30.
“Era visível a olho nu”, lembra ele.
O internauta afirma que ficou surpreso, e começou a filmar “para saber se, com o zoom da câmera, dava para ver o que era”.
No entanto, ele não conseguiu identificar o objeto.
O Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais não quis levantar hipóteses sobre qual seria o objeto visto.
Mas, segundo a assessoria de imprensa do órgão, “uma das pesquisadoras chegou a considerar que, pela foto, até parece um meteoro”, porém ela mesma ressaltou que no vídeo a passagem parece ser muito lenta.
Os meteoros costumam ser muito mais rápidos do que aparece no vídeo.
O próprio exemplo do meteoro da Rússia mostra isso”.
O astrônomo Fernando Roig, pesquisador do Observatório Nacional, acredita na possibilidade de um avião e descarta a ideia de o objeto ser um meteoro.
“Se durou de 5 a 10 minutos como relatado, não foi um meteoro.
Pela hora do dia, com o Sol já baixo, a coloração avermelhada do traço é devida ao reflexo do Sol. Então, a explicação mais plausível é que foi um avião.
O fato de ver ele ‘caindo’ é apenas um efeito visual, devido a que a trajetória do avião segue a curvatura da Terra e, portanto, em algum momento ele deve sumir abaixo do horizonte.”
Ele complementa dizendo que “quando o avião voa à uma altura em que em que o ar é muito seco e frio, o ar quente e úmido que sai da turbina se condensa rapidamente e forma o rastro de nuvens ou de ‘fumaça’ que é observado.
É o mesmo efeito que faz com que quando você está num lugar muito frio, você consiga ver o vapor da sua respiração. As nuvens de vapor se dissipam logo em seguida, e o efeito passa rapidamente”.
A professora Jéssica Alves de Medeiros percebeu que havia algo diferente no céu e achou que fosse uma estrela cadente.
No entanto, o namorado da leitora, Vinícius Abreu Areas, alegou que a velocidade estava muito lenta para ser uma estrela cadente.
Foi quando o casal decidiu começar a fotografar.
“Demorou uns dez minutos”, diz Jéssica, que mora em Campo Grande.
“Eu achei legal.
Queria saber o que era.”
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
www.thoth3126.com.br
O funcionário público Raphael Dias, de 25 anos, filmou o fenômeno de sua casa, em Realengo, por volta das 17h30:
“Avião deixa rastro de fumaça, mas isso que eu filmei o rastro ia se apagando.
No final, desapareceu”.
“Estávamos eu, minha esposa e minha filha no quintal de casa quando minha mulher avistou a situação“, relata.
O leitor Andrei Martins Soncin Santos, de 18 anos, fotografou “uma luz incandescente” que “apareceu no céu” em São João de Meriti por volta das 18h30.
“Era visível a olho nu”, lembra ele.
O internauta afirma que ficou surpreso, e começou a filmar “para saber se, com o zoom da câmera, dava para ver o que era”.
No entanto, ele não conseguiu identificar o objeto.
Leitor fotografou “uma luz incandescente” que “apareceu no céu” em São João de Meriti, na Região Metropolitana do RJ (Foto: Andrei Martins Soncin Santos/VC no G1)
Mas, segundo a assessoria de imprensa do órgão, “uma das pesquisadoras chegou a considerar que, pela foto, até parece um meteoro”, porém ela mesma ressaltou que no vídeo a passagem parece ser muito lenta.
Os meteoros costumam ser muito mais rápidos do que aparece no vídeo.
O próprio exemplo do meteoro da Rússia mostra isso”.
O astrônomo Fernando Roig, pesquisador do Observatório Nacional, acredita na possibilidade de um avião e descarta a ideia de o objeto ser um meteoro.
“Se durou de 5 a 10 minutos como relatado, não foi um meteoro.
Pela hora do dia, com o Sol já baixo, a coloração avermelhada do traço é devida ao reflexo do Sol. Então, a explicação mais plausível é que foi um avião.
O fato de ver ele ‘caindo’ é apenas um efeito visual, devido a que a trajetória do avião segue a curvatura da Terra e, portanto, em algum momento ele deve sumir abaixo do horizonte.”
Objeto visto no bairro de Campo Grande, no Rio (Foto: Jéssica Alves de Medeiros/VC no G1)
É o mesmo efeito que faz com que quando você está num lugar muito frio, você consiga ver o vapor da sua respiração. As nuvens de vapor se dissipam logo em seguida, e o efeito passa rapidamente”.
A professora Jéssica Alves de Medeiros percebeu que havia algo diferente no céu e achou que fosse uma estrela cadente.
No entanto, o namorado da leitora, Vinícius Abreu Areas, alegou que a velocidade estava muito lenta para ser uma estrela cadente.
Foi quando o casal decidiu começar a fotografar.
“Demorou uns dez minutos”, diz Jéssica, que mora em Campo Grande.
“Eu achei legal.
Queria saber o que era.”
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
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