domingo, 6 de outubro de 2013

Animais, a melhor companhia | Trigueirinho

 
“Ao estarmos junto ao reino animal para serví-lo, logo descobrimos o quanto somos por ele ajudados.
 
É que no contato entre o reino humano e o animal podem ocorrer profunda interação e rico aprendizado mútuo.
 
Para os animais, o estado humano é a meta à qual, em algum lugar do cosmos, deverão chegar.
Deveríamos ser para eles os intermediários das emanações do reino espiritual.
 
De certo modo, representamos para os animais o que Deus representa para nós.
 
Ao mesmo tempo, os animais promovem importantes transformações no ser humano.
 
Guiados por leis precisas, são colocados onde mais nos podem ajudar.
 
Sua pureza os torna capazes de sinalizar o que está ou não adequado em nós e no ambiente.
 
Porém, a inocência os torna também vulneráveis às influências do meio.
 
Absorvem a realidade tal qual é, de forma direta, e a refletem com sinceridade.

É necessário cuidar para que nada interfira na sua harmonia inata.
Um relacionamento verdadeiro e atual precisa ser desenvolvido entre homens e animais.
 
Nesse relacionamento os últimos serão beneficiados com os serviços dos primeiros e com sua gratidão pelo papel que os animais tiveram no desenvolvimento da humanidade.
 
Sabe-se que, para um reino da natureza ter uma evolução especial e rápida, como aconteceu com o reino humano até que atingisse o estágio mental-intuitivo, é necessário que algum outro reino, no mesmo sistema solar, renuncie a certos passos importantes, para haver um equilíbrio.
 
Foi o que se deu entre o reino humano e o animal. Para o reino humano ter o seu processo evolutivo acelerado de modo excepcional, o reino animal permaneceu em ritmo bem mais lento do que lhe seria possível.
A distância entre a consciência de um animal de médio desenvolvimento e a de um homem não seria tão grande se o reino animal, como grupo, não tivesse aceitado essa condição, dando assim passagem ao homem para enveredar pelos caminhos superiores.
Muito há que colaborar com os representantes dos diversos reinos da Natureza, com amor desinteressado.
 
Com reverência pela divindade que habita o interior de cada ser vivente, os servidores devem estar atentos para compreender as necessidades verdadeiras desses irmãos menores.”
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Vigília Permanente


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Este é o 15º (décimo quinto) artigo de José Trigueirinho publicado em ♥ Amor e Paz Sem Fronteiras ♥

OS Animais Ascencionam? Mensagem de Kuthumi


 
Saudações. Eu, Kuthumi, os saúdo novamente.
Me perguntaram: “Os animais ascensionam?”
Um tema interessante.
Algumas pessoas consideram determinados animais como sagrados, acima de si mesmos.
Outros consideram os animais como uma ferramenta financeira.
Os animais são torturados, abusados, alguns ficam insanos com a crueldade com que eles são tratados.
Outros consideram os animais como um transtorno, algo a ser atingido e morto.
 
Outros veem os animais simplesmente como alimento e pegam somente o que eles precisam.
Mas então há aqueles que tratam os seus animais escolhidos com grande amor.
 
Eles alimentam, acalentam e até mimam este animal, emocional e amorosamente, tratando o animal como se fosse o seu próprio filho.
 
Um contraste de atitudes, não é?
 
Assim como há um reino humano, há um reino animal.
 
Os animais servem ao reino humano, exatamente como os reinos minerais e vegetais o fazem.
Há alguns animais que entram na cadeia alimentar para a humanidade.
 
Eles vêm sabendo disto.
 
Vocês acham que um pássaro, uma vaca, um cervo, não tem consciência, nem sentimentos?
Vocês julgam assim porque eles não se comunicam como vocês, expressando uma linguagem.
 
Entretanto, eles são capazes de chorar devido ao medo e pela dor.
 
Eles têm carne, sangue, ossos, e nervos como vocês.
 
Eles têm também uma forma de inteligência.
 
Conquanto esta não seja em um nível humano, ela existe.
 
Eu posso lhes assegurar que eles realmente sentem dor – emocional e fisicamente.
É o momento para que a humanidade mude a sua atitude com o reino animal, de uma atitude de arrogância para a compaixão.  
Todos servem nos ciclos da vida, da existência.
Vamos considerar os animais que lhes chegam como um animal de estimação.
Frequentemente é um animal escolhido.
Como há muitas espécies, eu falarei do cão ou do gato doméstico.
Muitos virão para a vida de uma pessoa para curar em algum nível.
Esta é frequentemente uma cura emocional.
Vocês fornecerão o alimento, o abrigo – um porto seguro.
Em troca, vocês receberão amor incondicional e lealdade.
Muitos de vocês buscam encontrar estas qualidades em um relacionamento humano, e não podem.
Assim, vocês dão muito amor e afeição ao seu animal de estimação.
Frequentemente o animal fica contente, simplesmente por saber que eles estão com vocês no mesmo espaço. Muitos de vocês contam aos seus animais os seus problemas, preocupações, sentimentos.
Vocês podem ver o animal olhando para vocês intensamente.
Neste momento o animal compreende as suas emoções, os seus sentimentos. 


 
 
Um cão frequentemente caminhará com vocês e se vocês estiverem sentados, descansará a cabeça dele em sua perna. Isto equivale a um abraço humano.
 
Os animais se comunicam em um nível diferente dos humanos.
 
Entretanto, eles compreendem mais do que vocês percebem.
 
Os olhos são os portais da alma.
Isto também é verdade em relação a um animal.
 
Aqueles que escutam a sua alma compreenderão o que eu estou dizendo.
 
Frequentemente é difícil para vocês amarem, se doarem totalmente, incondicionalmente.
Um animal pode.
 
Muitos cães domésticos fazem isto.
 
Eles aprenderam que a sua companhia humana é tudo o que importa.
Que neste relacionamento há amor, há paz, há confiança.
Eles se tornam devotados, leais.
 
Quantos de vocês que experienciam um relacionamento íntimo com outro podem dizer o mesmo?
Quantos podem amar incondicionalmente?
 
Pensem nisto por um momento.
 
Pois isto significa aceitar os vários padrões comportamentais do outro, tanto os agradáveis quanto os não tão agradáveis.
 
Vocês podem aceitar verdadeiramente?
 
Um cão pode.
 
E vocês os consideram inferiores a vocês.
 
Algumas vezes o animal é o professor.
 
Até quando vocês estão zangados, o cão não interfere, esperando até que a sua raiva tenha terminado antes de entrar em seu campo de energia.
 
Ele faz isto sem julgamento.

Há alguns cães e gatos que virão até uma pessoa porque eles compartilharam uma existência anterior com eles.
 
Naquele tempo pode não ter sido concluído e assim eles retornam.

Assim como duas almas humanas podem se reconhecer, assim podem a alma de um animal e a alma humana se reconhecerem.

Vocês sentem um reconhecimento instantâneo, uma consciência instantânea de conhecer a outra alma.
Sentem-se muito confortáveis um com o outro.
 
Estes animais encarnam com um propósito.
 
Uma afirmação deste canal me chega: “Ofereça um lar a um animal extraviado, e ele lhe retribuirá com bondade.”
 
E vocês ainda dizem que não há inteligência em um animal?
 
Eu lhes digo: pensem novamente.
 
Fiquem em silêncio e observem.
Assim me perguntam: “Um animal ascende?"
O que vocês chamam de ascender?
 
O que vocês acham que acontece?
 
Da mesma forma que um humano vivencia existência após existência a aprendizagem e experiências, assim pode faze-lo um animal doméstico.
 
Eu digo doméstico por uma razão.
 
Estes mantêm uma vibração mais elevada do que um animal selvagem.
 
Como a sua vibração se eleva e eles mantêm mais luz, mais amor, eles também percorrem um caminho mais elevado para a ascensão.
 
Pois eles serviram à humanidade e a Deus, assim como vocês.
Entendam, meus amigos, vocês acham que a ascensão está em aprender, estudar.
 
Isto é a compreensão humana, a expressão humana.
 
Entretanto, a ascensão não pode ser atingida até que vocês venham verdadeiramente do seu coração, incondicionalmente, com amor, sem julgamento do outro.
 
Sem prejudicar o outro, física ou verbalmente.
 
Vocês entendem?
 
Vocês compreendem os muitos níveis que existem no caminho para a ascensão?
bebe e cachorrinho lindoooo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Frequentemente os laços se tornam muito fortes entre um humano e o seu animal doméstico.
 
Ambos sentem isto e ambos respondem com amor e gentileza.
 
O animal se torna parte da família.
 
Exatamente como vocês requerem algumas vezes a cura universal, assim também o seu animal.
 
Cães e gatos são muito intuitivos, como são os cavalos.
 
Eles respondem fortemente aos vários campos de energia dos outros.
 
Eles frequentemente absorvem as energias negativas, particularmente dos seus companheiros humanos.
Eu não uso a sua palavra “proprietário”, pois nenhuma alma pode possuir outra, não.
 
A energia da cura universal é de grande benefício, ela clarifica e cura o campo áurico do animal e o corpo físico – exatamente como ocorre com vocês.
 
Isto prolonga a vida e restaura a harmonia em cada nível.
Vocês sabiam que estes animais domésticos também residem em uma dimensão mais elevada quando eles fazem a transição?
 
Muitos são capazes de passar por um médium como este – o canal – para reconhecer a família humana que eles amaram tanto durante a sua experiência de vida, assim como vocês são capazes quando fazem a transição.
 
Todos chegam com amor; a negatividade de qualquer tipo não pode existir naquele plano.
 Enquanto vocês também elevam a sua vibração e são capazes de se comunicar em níveis mais elevados, muitos são agora capazes de se comunicar com o seu animal de estimação usando a telepatia.
 
Assim, percebam, outros níveis de comunicação estão abertos para vocês.
Estejam abertos a todos com amor.
MESTRE KUTHUMI
Canal: Lynette Leckie-Clark
Original em Inglês
 

APRENDER E ENSINAR





A vida humana deveria ser um aprendizado constante e aspiração a forças superiores, segundo o antigo saber das eras e sua aplicação.

Não tardará o sucesso de tais aspirações espirituais, e faz parte de vosso caminho, amados alunos, transmitir todas as conquistas alcançadas a pessoas interessadas, que ainda chegarão a vós em grande número.

Esta é e será sempre uma tarefa preponderante.

Um passo igualmente importante consiste em esquecer-vos do próprio eu e deixar fluir o amor de vosso coração – uma tarefa permanente, que é preciso cumprir.

Aprender e ensinar marcará esta vossa vida terrena.

Ainda muitos estarão prontos para aprender.

Portanto, correspondei à demanda, reconhecei estardes ligados ao eterno fluxo da torrente de Luz, que podeis receber fartamente.

Quanto mais abrirdes vossa consciência mais deveis transmitir aos vossos seguidores.

É uma corrente sem fim.

Em algum lugar, cada pessoa está ligada a esta corrente e dela não pode separar-se, enquanto permanecer no plano físico.

Mesmo depois, se tiverdes aprendido tudo que é necessário para vossa liberdade na Luz, continuareis ligados voluntariamente a esta corrente – por amor à vida.

Alunos da Luz, tende clareza daquilo que esperamos de vós.

Pois também Nós estamos ligados a esta corrente e sentimos esta ligação como amor aos nossos alunos.

Dirigimos ao vosso coração as puras forças da Luz, na esperança de que façais o mesmo.

Vede a pura cintilante substância luminosa preencher-vos. Ela contém tudo que é necessário a cada um.

Nela estão todas as forças da Luz e vós as recebeis de acordo com vossas necessidades.

Esta fonte eternamente borbulhante é vossa, abriste-vos a ela e flui sem interrupção, basta quererdes.

Dirigimos estas forças ao vosso coração, às vossas formas inferiores e, como pequena retribuição de Nossos alunos, esperamos apenas que continueis transmitindo-as.

Fazei com que esta corrente continue em movimento.

Sede canal de passagem para ela, de maneira que não haja interrupção.

E assim que gostaríamos de ver Nossos alunos – puro canal para as forças luminosas, que fluem ao mundo e aos baixos reinos.

Recebeis em vós todo esse bem e o transmitis ao mundo.

É esse o serviço de um aluno da Luz que se ligou a Nós.

Esta ligação é forte e dura eternamente.

Conscientizai-vos disso, amados alunos.

O amor de Nossos corações mantém esse elo, continuai também vós abertos para o mesmo, pois assim a bênção fluirá ao vosso mundo, junto com o amor de Nossos corações, que deverá servir de guia para vosso trabalho.



Fonte: Die Brücke Zur Freiheit e. V.
coordenacaoponteluz@gmail.com
Brasília/DF

Entrevista sobre Huna

Entrevista com Dr. Sebastião de Melo

Entrevista concedida à jornalista Renata Perez, da Associação de Estudos Huna, por Dr. Sebastião de Melo, médico psiquiatra, estudioso da Psicofilosofia Huna, com artigos publicados sobre o assunto. Aborda nesta entrevista, aspectos importantes e esclarecedores da Psicofilosofia Huna.

RP 1. Quando e onde se originou a Huna?
SM

Como todo conhecimento antigo, a origem da Psicofilosofia Huna é controvertida, conforme relatam vários autores, entre eles:
1. Max Freedom Long diz que se originou de um povo que partiu do Egito através do Mar Vermelho, e que, em canoas chegou ao Havaí.
2. Serge King diz que se origina de estelares , os quais vieram da Constelação da Plêiade, tendo um dos grupos se estabelecido na Terra, num continente no Oceano Pacifico, o qual era denominado de Mu e seus habitantes de povo de Mu. Este continente submergiu e formou-se a Polinésia. Criaram uma língua que é falada em toda Polinésia.
3. Leinane Melville em seu livro “Children of the Rainbow” diz que “os nativos contavam que seus ancestrais tinham originariamente descido do céu.

Os havaianos primitivos eram do Havai’i.
Eles haviam nascido no Havai’i no princípio da era humana.
De acordo com os antigos cânticos da criação, foram a primeira raça humana a ocupar essa terra. Seus primeiros progenitores eram conhecidos como Mu.
Os Mu conheciam sua terra natal por diversos nomes.
Havai’i agora pronunciado Hawai’i era apenas um deles.
Era às vezes chamado de Havai’i – ti – Havai’i, onde a vida surgiu e se desenvolveu.
Havai’i originariamente referia-se ao enorme continente que existiu em tempos pré-históricos no Oceano Pacífico e não, ao belo cordão de ilhas esmeraldas que hoje são conhecidas como Ilhas Havaianas.
Foi nesse continente perdido, que os extintos Mu viveram.

As atuais ilhas são os antigos picos das montanhas do continente que submergiu, que foi partido em pedaços por terremotos, destroçado por maremotos de vagalhões gigantescos, despedaçados por erupções vulcânicas.
A tradição foi passada por alguns habitantes de Mu, que sobreviveram ao cataclismo que destruiu a antiga civilização.
Esses poucos sobreviventes preservaram as tradições de seus antepassados e as passaram para a geração seguinte.
Esse costume continuou por séculos, até mesmo por milhares de anos, até que o Capitão James Cook, o navegador Inglês, descobriu os remotos descendentes de Mu, vivendo nas selvas do Havaí.
O Havai’i era às vezes chamado de A Terra de Rua (Ta aina o Rua).

Rua significa crescimento e desenvolvimento pelo fogo.
O povo de Mu muitas vezes, chamava sua terra natal de Ta Rua ou Rani (buraco, ou cratera do céu). Era mais popularmente conhecida como Ta Rua.
O povo de Mu era definido pelos tahunas como predecessores, pessoas pequenas, que formaram a primeira civilização do mundo; pessoas silenciosas que se moviam quietamente e trabalhavam sem barulho, pessoas reservadas que preservaram o seu conhecimento em silêncio.

Referem-se a eles como uma raça de pessoas lendárias, que viveram no Havai´i, há muito tempo.
Os homens sábios do antigo Havaí, que criaram o nome Teave, esconderam dentro da sua Huna (abismos profundos) o simbolismo esotérico do seu significado.
Baseado em pesquisas e traduções de cânticos antigos fica claro que a denominação foi criada no continente perdido de Mu, hoje conhecido pelo nome científico de Lemúria.

Aquele continente hoje submerso era às vezes, chamado pelos antigos havaianos, de A grande ilha escondida de Tane.
Mais popularmente era conhecida pelos nomes de Ta Rua ou Havai’i-ti, Havai’i, onde a vida surgiu para a existência e expandiu-se em crescimento.
Os primeiros habitantes daquela terra esquecida eram conhecidos como os Mu.
Eles foram os antepassados dos havaianos de hoje e deram origem à civilização mais antiga do mundo e à sua estrutura religiosa” .
4. James Churchward em seu livro “Continente Perdido de Mu” fala sobre um antigo continente no Oceano Pacífico que era habitado por um povo com uma civilização mais evoluída do que a atual e que submergiu devido a grandes cataclismos por volta de treze mil e quinhentos anos.
Baseou seus estudos na tradução de escritas em pranchas feitas de argila, que encontrou num mosteiro na Índia.

A escrita era em uma língua praticamente desconhecida.
O monge responsável pela guarda desse segredo ensinou-lhe a língua e traduziram juntos todas elas
Posteriormente encontrou em mais de duas mil pedras, escritas na mesma língua, descobertas no México por Nínive, a mesma história das encontradas na Índia.

Deu a esse continente o nome de “Continente de Mu” e a seus habitantes o nome de “Povo de Mu”.
A nosso ver, a teoria de Churchward e de Leinani Melville são as que mais se aproximam das lendas havaianas narradas no Tumuripo – o Livro da Criação -, deixado pelos mestres kahunas.


RP 2. A Huna pode ser considerada uma religião?
SM

A Huna é uma teoria psicofilosófica.
Tem um cunho teórico e prático, tratando de todos os assuntos que se referem ao ser humano em sua totalidade, isto é, tanto traz conhecimentos científicos por ter proporcionado às ciências as idéias que desenvolvidas se tornaram conceitos científicos, assim como, aborda situações esotéricas e místicas. Inclui em seu repertório assuntos religiosos sem ser adepta de qualquer doutrina religiosa vigente. Traz em si, um cunho de religiosidade, por saber que não é possível desligar o ser humano desse sentido da vida, assim como também do sentido mitológico, presente em todas as épocas da civilização humana.
Os adeptos da Huna podem fazer parte de qualquer religião, ou não.

Com o crescimento das idéias Huna, cada um vai desenvolvendo suas próprias crenças de maneira livre, por sofrer mudanças em seus valores e padrões, que é a finalidade primordial desse conhecimento.


RP3. Por ser uma tradição milenar, como podemos introduzi-la no mundo de hoje?
SM

Como acreditamos num processo contínuo do desenvolvimento da humanidade, e, sendo a Huna para nós, o mais antigo dos conhecimentos humanos vindos da mais antiga e evoluída de todas as civilizações, ela simplesmente vem fazendo com que o ser humano descubra, aos poucos, através das reencarnações sucessivas, os mistérios da natureza e de sua própria grandeza.
Como o foco principal da Huna é a mudança de padrão para crescimento e evolução do homem, ela estará sempre atualizada e indicando rumos para uma humanidade mais evoluída, mas que tenha como fator principal de sua evolução o amor compartilhado, o único capaz de trazer felicidade, paz e tranqüilidade a todos os povos.

Ela já vem por seus princípios sendo introduzida paulatinamente sem ferir a liberdade de pensar do homem.
Não cremos que o desenvolvimento científico e tecnológico por si só possa dar ao homem as condições de ser feliz e ter paz interior.
Para isso é necessário que repense seus valores e descubra aos poucos que a felicidade e a paz interior não estão no desenvolvimento exterior, mas sim, no despertar interno de sua condição de herdeiro do Criador Supremo.
As transformações pelas quais passa o mundo atualmente estão conduzindo os homens cada vez mais à busca de seu interior, mesmo que tenhamos dirigentes importantes que caminham num sentido diferente, por não terem ainda a percepção real do que é se sentir realmente feliz e em paz.
Quem pratica a Huna despertando em si uma fé que conduz a uma crença sem dúvidas, sente-se perfeitamente apto para desenvolver bem suas atividades como ser humano, cidadão e um operário da natureza que é a manifestação natural da divindade entre nós.


RP4. Quais são os princípios básicos?
SM

O princípio básico da Psicofilosofia Huna é não ferir, isto é, não causar sofrimento a si mesmo, aos outros e à natureza.
Podemos evitar isso não nos omitindo nas situações que exigem de nós atitudes coerentes, que promovam o nosso equilíbrio e do meio em que vivemos.

Não devemos nos exceder em ocasiões em que, o bom senso depende de nós para que tudo transcorra serenamente.
Não podemos permitir que sejamos usados para ações que causem prejuízos por exacerbação das mesmas.
Qualquer ação que pratiquemos depende de uma intenção; assim, é a intenção a mãe de todos os problemas e virtudes que acontecem.
Concluímos então, que é na intenção que está tudo que praticamos na vida e é nela que devemos focalizar toda nossa atenção, para não cairmos na omissão ou no excesso que nos conduzem ao desequilíbrio físico e mental, quando praticamos ações provocadoras de sofrimento e danos a nós mesmos e em geral.
Assim sendo, é a intenção o alvo de nosso “orai e vigiai” para que possamos crescer e evoluir na constante busca da felicidade, e um dia, da paz interior.

A Huna tem princípios e ensinamentos que nos ajudam nessa busca de uma maneira mais suave e simples, deixando de ser o sofrimento o paradigma de crescimento e evolução.

RP5. O senhor poderia enumerar os elementos que formam o conceito Huna?
SM

Para enumerar esses elementos conceituaremos a Huna em três partes:
Uma teórica, uma prática e uma mitológica.
1. A teórica nos diz que o ser humano é formado de três espíritos ou aspectos independentes entre si, mas interligados nas ações, quando um depende do outro para se desenvolverem e de um corpo físico quando reencarnado.
Existe uma energia que chamamos de “mana” que é o elemento de coesão entre os três, tendo cada um sua própria mana.

O corpo é uma imagem manifestada dessa coesão por meio de uma substância.
Essa substância de origem divina permeia todo o universo e em consonância com a mana torna possível as manifestações – a qual se denomina “substância aka”.

Para que isso ocorra, cada espírito possui um corpo-aka que lhe é peculiar e tem funções determinadas.
Sendo a Huna uma teoria de transformações, costumamos denominar cada um desses elementos pelos seus nomes na Língua Havaiana.
Esses conceitos chegaram até nós por intermédio dos estudos de Max Freedom Long, Serge King e outros que buscaram na antiga tradição havaiana os elementos teóricos.

Essa conceituação teórica se sintetiza na prática, no que se denomina “Prece Ação”.
Como todo sistema é arbitrário e relativo por ser interpretativo, a Huna também o é.

Isso nos dá a liberdade de sermos ou não adeptos da Huna, conforme nossa interpretação desses ensinamentos.
2. Na parte prática, temos entre outros elementos, a Prece Ação já citada acima, com a qual obtemos bons resultados.

Ela é usada principalmente, para curas e alívio de qualquer tipo de sofrimento.
Obtemos resultados eficazes, pelo fato de trazer um enfoque diferente de como se deve fazer uma prece.
Isso só se torna possível depois de conhecermos os conceitos da Huna.
A leitura atenta e livre dos Evangelhos nos mostra que esses princípios da Huna não foram esquecidos por Jesus.
A parte prática da Huna está concentrada no xamanismo.

O xamanismo ensinado pela Huna refere-se ao Xamanismo Havaiano.
Tudo começou quando se reuniram grandes mestres kahunas para sintetizarem os ensinamentos em alguns princípios que pudessem traduzir o pensamento e as atitudes que deveriam ter aqueles que se dedicassem a usar a Huna como prática de vida.
O termo xamã deriva da Língua Tungue falada na Sibéria e hoje está mundialmente difundida como significando curandeiro.
Em havaiano, segundo Serge King a palavra para xamã é kupua e define xamã como um curandeiro de relacionamentos entre a mente e o corpo, entre pessoas e o ambiente, entre seres humanos e a natureza e entre a substância e o espírito.

É um co-criador.
Os mestres kahunas sintetizaram em sete os princípios, aos quais juntaram atributos, talentos, desafios e cores.


São eles:
Os Sete Princípios Xamânicos, seus Corolários, Atributos e Desafios

1º. Ike – O mundo é o que você pensa que é.
Corolário: Tudo é sonho. Todos os sistemas são arbitrários.
Utilização do poder do pensamento.
Atributo ou talento: Visão
Desafio: Ignorância
Côr branca


2º. Kala – Não há limites.
Corolário: Tudo está interligado.
Tudo é possível.
Separação é apenas uma ilusão útil.
Utilização das ligações energéticas.
Atributo ou talento: Esclarecimento
Desafio: Limitações.
Cor: vermelha


3º. Makia – A energia segue o fluxo do pensamento.
Corolário: A atenção segue o fluxo energético.
Tudo é energia.
Utilização do fluxo de energia.
Atributo ou talento; Focalização
Desafio:Confusão.
Cor: laranja


4º. Manawa – Seu momento de poder é agora.
Corolário: Tudo é relativo.
Utilização do momento presente.
Atributo ou Talento: Presença
Desafio: Procrastinação.
Cor amarela


5º. Aloha – Amar é compartilhar.
Corolário: o amor aumenta quando o julgamento
diminui.
Tudo está vivo, ativo e reativo.
Utilização do poder do amor.
Atributo ou Talento: Bênção
Desafio: Raiva
Cor: verde


6º. Mana – Todo poder vem de dentro.
Corolário: Tudo tem poder.
O poder vem da permissão (da criação).
Utilização do poder da permissão (da criação).
Atributo ou talento: Permissão
Desafio: Medo
Cor: azul


7º. Pono – A efetividade é a medida da verdade.
Corolário: Existe sempre outra forma de se fazer algo.
Utilização do poder da flexibilidade.
Atributo ou Talento:Tecelão de sonhos
Desafio: Dúvida
Cor: lilás



A cada princípio, corresponde um atributo ou talento que são os dinamizadores dos princípios; representam qualidades especiais a serem desenvolvidas, comumente percebidos por símbolos, os quais ditam as ações praticadas, as quais são atribuídas aos desafios.
Os desafios nos acompanham durante toda a vida e é através da percepção deles, que tomamos conhecimento dos comportamentos provocados pelas ações, as quais nos levam ao desenvolvimento que nos dá o conhecimento intelectual.
Conforme diminui em nós o valor dos desafios, entraremos na fase principal da vida que é o crescimento e evolução espiritual. Isso quer dizer que, nosso trabalho principal na vida é a percepção de cada desafio que teremos de vencer, e tirar de cada um deles, o necessário para o enriquecimento interior.
Este é um assunto para um bom período de estudos.


Os princípios e seus Talentos são:

1º. Ike – Visão; é uma maneira diferente de se perceber as coisas; é a visão metafísica da realidade.
É a visão interior que não tem relação com o resultado obtido pela apreensão do conhecimento intelectual, mas com as modificações espirituais advindas das experiências vivenciadas no dia a dia.
A visão comum das coisas chama-se Ike Papakahi; é a visão do primeiro nível.
A visão metafísica chama-se Ike Papalua; é a maneira de se perceber a realidade atuando num segundo nível, de onde se controla o primeiro.
O desafio ignorância é o fator que impede a percepção da visão interior.

Trabalhando esse desafio, essa visão vai clareando e a ignorância diminuindo, o que permite adquirir conhecimento, mas sem uma identificação com o crescimento espiritual do sonho básico de vida.
É o início de um desenvolvimento intelectual cheio de apego e de desejos de posses, inclusive com o pensamento que desenvolve uma fé em que a razão de tudo é a defesa das posses adquiridas, quer sejam intelectuais, morais ou de bens físicos.

2º. Kala – Esclarecimento; é a maneira que se tem para agir fazendo com que se consiga claramente a união do seu eu com o universo; é a transformação do homem em um ser que está em harmonia com o inconsciente (unihipili) e o consciente (uhane).

3º. Makia – Focalização; focalizar em sua mente suas intenções, objetivos, metas e propósitos é uma maneira de se conseguir uma revisão permanente de suas motivações, o que lhe dá maior eficiência em suas ações e uma maior capacidade de frustrações.
Isso é possível quando se consegue sentir que na focalização existe uma segunda situação, que só é percebida, quando a percepção se torna inconsciente, transformando a linguagem de analítica em intuitiva.
Nessa fase não há separação: nós somos o todo.
O desafio confusão é o impecilho para se chegar a este estado de crescimento.


4º. Manawa – Presença; sendo o presente o nosso tempo, o aqui/agora e o agora/aqui são situações das quais tiramos todo proveito para nossa percepção e entendimento e, quanto mais atentos estivermos, mais presentes nos faremos e mais frutos colheremos de nossas ações.
O desafio procrastinação é o fator que nos impede de atingir este estado, pois ele nos leva a adiar nossas ações o que nos impede de sermos presentes e crescer.

5º. Aloha – Bênção; em todas nossas intenções, atitudes e ações, se conseguirmos reforçar o bem presente ou potencial, quer pela palavra, imagem ou ação, poderemos sentir a bondade, enxergar a beleza e apreciar a perícia com que se age.
Assim, estaremos abençoando.
O xamã age de maneira diferente porque é capaz de abençoar o bem potencial através de desejos de sucesso às pessoas a quem se dirige.
Este princípio está além daquilo que podemos perceber da vida, a não ser se já estivermos vivendo de uma linguagem intuitiva que nos leva a pensar diferentemente e a ter uma nova maneira de intelectualizar o que se aprende e se faz.

Não sei o que teremos da fazer para perceber o desafio raiva deste princípio. Isso vai além de meu entendimento, pelo menos até agora.

6º. Mana – Permissão; para que qualquer coisa tenha poder, é necessário que lhe atribuamos este poder que queremos transmitir, isto é, autorizamos que tenha este poder.
Isto pode ser feito com pessoas e objetos.
Só se consegue isto com a energização do que queremos atribuir poder.
Assim como podemos dar poder, também podemos tirar.
O “xamã guerreiro” personifica o mal lhe dando poder, aprendendo como conquistá-lo.

O “xamã destemido” tira o poder do mal despersonificando-o e aprendendo sobre ele, conseguindo a harmonia, fazendo assim, que o mal desapareça.
Dessa maneira fica mais difícil o entendimento do desafio medo.
O medo é uma realidade em nós, mas vindo dos desafios: ignorância, limitação, confusão e procrastinação.

7º. Pono – Tecelão de sonhos; o xamã tece seus próprios sonhos desenvolvendo suas habilidades e assim, poderá ajudar os outros a tecerem seus sonhos.
Ele usa esta habilidade para fazer suas curas que têm um sentido diferente das curas comuns.
Por exemplo, um massagista, massageando o corpo de um paciente está usando suas mãos para curar o corpo físico do paciente.
O xamã massagista, massageando, estará usando o corpo físico como ferramenta para tecer um novo sonho e curar o espírito.
São duas situações em que as ações são semelhantes, mas as intenções e atitudes são diferentes.
No primeiro caso, houve uma cura corporal e no segundo, ao tecer um sonho propiciou uma cura física e mental; provocou uma modificação das memórias, o que manterá o indivíduo com novas intenções e atitudes de vida criando uma nova crença.
Essa situação é eficiente e a eficiência está na capacidade do xamã de tecer sonhos e das mudanças sofridas que manterão o indivíduo com suas novas crenças.
Cremos que aí está a diferença dos dois termos utilizados na Língua Inglesa: “to cure” e “healing”; a primeira é a resposta de cura do massagista por uma ação corporal, e a segunda, é a resposta de cura do xamã que provocou a reformulação de memórias.
Pela descrição vemos que o xamã havaiano é um xamã diferente, inclusive por só usar a mente e o corpo em suas práticas.
Seu trabalho engloba jogos com vários simbolismos, assim como o uso de cores como símbolos de luz sagrada e com poderes.
O desafio dúvida é uma situação que possivelmente só possa ser percebido por um xamã que sabe como manusear as situações percebidas quando está atuando.

Nossa percepção não alcança este nível de entendimento; não vem do raciocínio, mas de um novo paradigma dado aos que atingiram esse nível de crescimento e evolução espiritual.

3. A parte mitológica deve-se principalmente a Leinani Melville que nos traz o Panteão dos doze principais deuses da mitologia havaiana, destacando-se um Criador Supremo e um Deus manifestado como Seu Filho.
Cremos ser uma mitologia monoteísta que cria seu panteão de deuses, como algumas religiões monoteístas criam seus anjos, santos e profetas, como seres diferenciados ou iluminados.
A Huna tem um livro sagrado, o Tumuripo (Livro da Criação) de onde derivaram suas lendas, crenças, leis e normas e são as várias lendas que simbolicamente mostram a história desse povo do antigo Havai’i, os habitantes do perdido Continente de Mu.


RP6. Há alguma simbologia ou objetos que auxiliam esta prática?
SM

A simbologia é muito rica e de acordo com os princípios teóricos dá-se poder a objetos e coisas que podem ser usados como símbolos para a prática dos rituais xamânicos.
Isso auxilia muito a focalização para se obter o desejado na prática das ações.

RP7. Qual a relação dos princípios Xamânicos havaianos com a Huna?
SM

Os princípios xamânicos havaianos são elementos fundamentais em determinadas práticas da Huna, mas a prática da Huna não está subordinada, exclusivamente, a esses princípios.
De nada adiantam os princípios se não tivermos uma fé e uma crença que sustente nossa vontade, ao praticar determinadas ações que conduzem nossa vida e, muitas dessas situações dependem do conhecimento de outros aspectos da teoria Huna.


RP8. A Huna pode ser estudada e praticada por qualquer pessoa? Quais são as condições necessárias para isso?
SM

Qualquer estudo ou prática na vida depende de algum conhecimento teórico intelectualizado ou de um aprendizado que nos dê uma condição de fé e crença.
O sol é o mesmo para todos e a prática da Huna só depende da vontade de aprender a fazer o bem através de um conhecimento simples trazido até nós pelos mestres kahunas.


RP9. Há uma figura de mestre ou sacerdote que apresenta os diferentes elementos às pessoas e as auxilia em suas vidas?
SM

A Huna não tem uma teologia própria e por isso, carece de teólogos ou iluminados que a dirija.
É natural que existam pessoas com um conhecimento maior e que podem ajudar os iniciantes, orientando-os em seus estudos e em suas práticas, desde que assim o desejem.
Não há donos da verdade nem guias espirituais responsáveis por núcleos de estudos e práticas e sim, coordenadores que dirigem uma Associação que é regida por estatutos e escolhidos democraticamente em eleições, pelo menos no Brasil.


RP10. De que forma esses conceitos podem mudar a vida de uma pessoa?
SM

A única forma de se mudar a vida de uma pessoa é quando ela realmente se dispõe a isso.
É quando busca a ajuda de pessoas de boa vontade, que estão dispostas a crescer e sabem que para isso, a visão que têm do mundo deverá ser modificada.
Uma dessas modificações se dá através das ações que, praticadas, mudam as condutas contribuindo para que os valores e padrões sejam revistos, reformulando as memórias que trarão pensamentos dentro de um novo pensar.
Para isso, os conceitos e princípios da Huna podem ajudar em muitos aspectos, dando às pessoas uma visão diferente de si mesmas o que trará como resultado, uma nova visão do mundo que a circunda.
Já dizia Jesus: “Procurai e achareis; batei e abrir-se-vos-á”.


RP 11. Os Xamãs trabalham aspectos psicológicos, tanto racionais como emocionais. Neste conceito entra também a fé?
SM

A fé entra em qualquer situação humana onde há uma ação.
Não há disposição para qualquer atitude sem uma fé que a impulsione.
Quando falamos de fé não estamos falando de crença religiosa, cientifica ou de quaisquer outras, mas sim, de uma atitude interior que impulsiona o ser numa determinada direção, seja ela boa ou má para quem a pratica.
A fé já é uma situação psicológica criada para determinado sentido, o que pode contribuir para a percepção de novos conceitos e valores e é nisso que o xamã trabalha essencialmente.
Ele cria novos sonhos para a pessoa e interage com ela, recebendo assim, novos conhecimentos os quais o estarão também ajudando.
É a busca de uma cura mútua pela introdução de novos sonhos de vida que transformarão os dois.
É nessa mútua doação que entra o amor (Aloha).
O amor compartilhado que torna o ser feliz pela renovação ocorrida.
Esse é o papel daquele que teve a felicidade de se tornar um xamã.

RP12. Como os estudiosos da Huna vêem Deus?
SM

Deus é uma realidade que foge ao nosso entendimento; não conseguimos apreender a Causa Primeira e por isso, não deveríamos ter tanta preocupação em buscá-Lo, mas sim, conseguir uma maneira de viver e sentir que, se formos capazes de uma fé do tamanho de um grão de mostarda, removeremos montanhas e, que se nosso agir, pensar e sentir estiver no caminho da retidão, Ele virá ao nosso encontro como uma bênção e nos ajudará a remover nossas montanhas internas.
Ele é o Supremo Ser, o que soprou vida no universo criando tudo e todos e Suas leis estão manifestadas em tudo.
Nossa função é dar os passos no caminho que descobriremos ao abrir nossas mentes para que o Eu Superior (Aumakua), que faz parte do ser humano possa atuar em beneficio de nosso crescimento e evolução.
Sendo criados à Sua imagem e semelhança, nada temos a temer a não ser permanecermos na inanição que a nada conduz.
Existe um Deus na mitologia havaiana do qual falamos, mas não devemos confundir esse Deus com o das doutrinas religiosas vigentes que é pai, mas também é um ser que nos pressiona obrigando-nos ao medo, que conduz à culpa e causa sofrimento.

Deus não e um ser que nos leve ao sofrimento ou prazer, e, por isso não pode ser alguém de quem possamos ter uma idéia principalmente antropomórfica.
Nossa intenção deve ser focalizada no sentido de procurarmos harmonizar nosso subconsciente (unihipili) com o consciente (uhane), não nos preocupando com as coisas que julgamos ser transcendentais, a não ser, aqueles que já adquiriram uma compreensão maior de si mesmos e são capazes de vislumbres do Eu Superior (Aumakua).

Essa é a situação de quem conseguiu a paz e a harmonia entre subconsciente (unihipili) e consciente (uhane) e que agora poderá sentir o que Jesus disse: “Se dois viverem em paz e harmonia na mesma casa, dirão à um monte “sai daqui !” – e ele sairá .
Esse indivíduo tornou-se um simples transeunte na vida.

http://sebastiaomelo.wordpress.com/

sábado, 5 de outubro de 2013

Entrevista com o psiquiatra e estudioso da Psicofilosofia Huna




Entrevista com o psiquiatra e estudioso da Psicofilosofia Huna, Dr. Sebastião de Melo.
Dr. Sebastião de Melo, médico psiquiatra, estudioso da Psicofilosofia Huna,

http://www.youtube.com/watch?v=JfyqbcHCbbE

Nova Palestra Online gratuita sobre Huna Havaiana


Aloha Pessoal!
 
Muitas pessoas tiveram problemas para entrar na sala, ou não receberam o email de convite, e também tivemos problemas de áudio, algumas pessoas simplesmente não ouviam o som.
 
A maioria resolveu esse problema usando o navegador Firefox.
 
Mas como uns 30% das pessoas não conseguiram assistir a palestra,haverá outra no dia 9 de Outubro - Quarta feira às 20  horas.
 
Na terça feira, dia 8, farei um teste de áudio para todos, às 21 horas.
 
Uma dica: Verifiquem se o som do seu computador está no máximo, fechem todos os programas abertos (antes reiniciem o computador, feche os programas que geralmente deixa iniciar com o windows) e deixem somente o navegador Firefox aberto, com apenas UMA aba, a aba do site da palestra.

Quem tem uma internet lenta, vai precisar ficar somente na palestra, sem outros programas que possam consumir memória ou banda de internet.
Convidem seus amigos.
 
Quem quiser assistir a palestra, basta confirmar seu email enviando email para cursohunahavaiana@gmail.com

Mahalo a todos!


Marcus Häendell
 

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CAMPANHA MUNDIAL
DESLIGUE SUA TV

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A 3 horas de SP, Águas de São Pedro tem 2ª melhor água sulfurosa do mundo

 

O município tem apenas 2,7 mil habitantes, porém, nos finais de semana chega a receber o dobro do número de pessoas que moram lá

  • Direto de São Pedro  
 
 
Águas de São Pedro é a menor cidade em território do Estado de São Paulo, tem apenas 3,5 km², e é a segunda menor de todo o País, perde apenas para Santa Cruz de Minas (MG).
A cerca de 190 km de São Paulo, o município tem apenas 2,7 mil habitantes, porém, nos finais de semana chega a receber o dobro do número de pessoas que moram lá, cerca de 6 mil turistas.
Nos feriados prolongados, o número pode chegar a 30 mil.
O principal motivo para o alto movimento turístico são as águas sulfurosas - a segunda melhor do mundo - que prometem até ser fonte da juventude.

"A expectativa de vida aqui é 82 anos, enquanto a média nacional é 73,2", destacou o prefeito Paulo Ronan (PSDB).
A 490 metros acima do nível do mar, o município tem "41% de área verde, não tem indústrias" e é sustentado pelo turismo, segundo Ronan.
São três fontes e cada uma tem uma caracteristica e indicação específica em beneficio à saúde.
As fontes foram descobertas por acaso entre os anos de 1921 e 1924, quando o governo paulista procurava petróleo.
Entre os poços perfurados, três deram origem a águas minerais.
Hoje são conhecidas como Fonte da Juventude (água sulfurosa), Fonte Gioconda e Fonte Almeida Salles.

Áreas verdes ocupam 41% da cidade Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
Áreas verdes ocupam 41% da cidade
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra

Seja pelas fontes de água ou pela qualidade de vida, Águas de São Pedro conseguiu atingir o melhor Índice de Desenvolvimento Humano entre os municípios (IDH) do Brasil este ano, pela pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Nos levantamentos de 1998 e 2003, ela ficou em segunda lugar.
O IDH é medido por dados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e leva em consideração renda, longevidade e educação.
Há 15 anos que a cidade não registra um homicídio.




 

Fonte Juventude
A Fonte da Juventude tem a água com o maior teor de enxofre e mais rica do Brasil.
Análises físico-química atestam que são 34,3 mg/l. desse elemento mineral por litro de água.
Essa é a segunda melhor marca no mundo.
A primeira é a Fonte Pergoti, em Tabiano, na Itália com 115,5 mg.
A indicação da sulfurosa Fonte Juventude é para tratamentos de reumatismo, nevralgias, diabetes e de algumas doenças de pele.
O tratamento é por banhos de imersão disponível no Balneário Municipal Dr. Octavio Moura Andrade e nos principais hotéis da estância.

Fonte Gioconda
A Fonte Gioconda concentra 470 mg/l, quase meio grama por litro, de sulfato de sódio.
Essa água pertence aos tipo de águas mineriais de Montecatini, na Itália; Carlsband, na Boêmia e Brideles-Bains, na França.
É altamente radioativa indicada para terapia do figado, vesícula biliar, intestinos e problemas gástricos.

Fonte Almeida Salles
A Fonte Almeida Salles apresenta mais de meio grama de bicarbonato de sódio por litro (555 mg/l). Sua água se assemelha a de Vichy, Saint Nectaire e La Bourboule, na França.
É procurada para tratamento de doenças do estômago, azia por excesso de acidez, linfatismo, artritismo, diabetes e cálculos renais.

Spa Thermal
Como as águas são os tesouros na cidade, em julho deste ano foi reaberto, após uma remodelação, o Balneário Municipal que passou a se chamar Spa Thermal.
Ali o visitante pode desfrutar de um verdadeiro tratamento de saúde com os banhos de imersão.
O espaço tem capacidade de atender cerca de 400 pessoas por dia.
Cada banho de 20 minutos custará R$ 15 e o aluguel de toalhas, para quem não trouxer, é R$ 3.
O horário de funcionamento de domingo a quinta-feira durante a semana é das 7h30 às 12h30; e as sextas-feiras e aos sábados o local também possui um horário adicional das 15h às 18h.

Parque Dr. Octávio Moura Andrade
O parque se destaca pelas várias espécies de árvores, área de caminhada (5 km de trilhas leves), espaço para cavalgadas, passeios com trenzinho e charretes.
O parque tem ainda um grande lago com gansos e patos e um anfiteatro ao ar livre destinado a apresentação culturais e grande eventos.
Dentro deste grande parque encontra-se o Grande Hotel São Pedro, o Balneário, o Fontanário e o Monumento das Águas.
A entrada é franca.






Arborismo
Ainda no parque, o arborismo é apenas mais um diferencial.
O circuito é composto por uma tirolesa além de 13 diferentes obstáculos montados próximos a copa das árvores à uma altura que varia entre 13 e 20 metros.
A prática em ambiente aberto ao ar livre proporciona ao visitante o aprimoramento físico, resistência, lazer e redução do estresse.

Mini-horto
É um ambiente zen com quiosques e trilhas de nível leve, mini-ponte pênsil, natureza, peixes, berçário de plantas e uma fonte dos desejos.
A principio foi criado para abrigar um viveiro de mudas de plantas ornamentais.
Guarda um altar com imagens de São Francisco de Assis (Protetor dos Animais) e Santiago de Compostela (Apóstolo Tiago - Patrono dos Peregrinos).
É neste que está o ponto final da caminhada dos Peregrinos do Caminho do Sol.

Mini Pantanal
As margens do rio Araquá o Mini Pantanal se formou com uma área de manguezal, encostas gramadas e arborizadas.
Tem uma lagoa com jacarés, capivaras e aves aquáticas e diversas espécies de aves como patos do mato, marrecos e gansos.

A maior atração são as águas e seus benefícios Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra
A maior atração são as águas e seus benefícios
Foto: Rose Mary de Souza / Especial para Terra

Parque das Águas
Próximo ao portal de entrada da cidade, o parque reúne um jardim com 6.400 m² com jardins, gramados e natureza com ambientes que convidam para a pratica der caminhadas, rampa de skate e ciclovia.

Represa das Palmeiras
Construída em 1976 com o melhor visual do pôr do sol da cidade, além da visualização de aves e animais aquáticos.

Represa do Limoeiro
Construído em 1940, o local possui a melhor potabilidade e menor carga de elementos químicos para abastecimento os moradores de Águas de São Pedro.

Igreja Matriz da Imaculada Conceição
A Igreja Matriz da Imaculada Conceição é uma construção em estilo moderno com imagem vasada da santa em uma praça em formato de cruz com uma fonte luminosa no centro.
Concentra grandes celebrações litúrgicas com missas às sextas-feiras às 19 h, sábados às 19:30 h e aos domingos às 10 h e às 20h.

Capela Nossa Senhora Aparecida
A capela em estilo suíço edificado em 1940 no ponto mais alto da cidade.
O templo é cercado por 12 pinheiros que representam os 12 apóstolos.
Tem uma réplica fiel e perfeita da Padroeira do Brasil.
Missas aos domingos às 8 horas.

Caminho do Sol
O Caminho do Sol foi inspirado no Caminho de Compostela, na Espanha, percorre boa parte de áreas rurais e de mata da região.
O intuito do caminhante que busca percorrer a trilha do Caminho do Sol é a introspecção e o despojamento material.
Coincidentemente, comemora-se a data de fundação da cidade com o dia do Apóstolo Santiago, em 25 de julho.

O Caminho do Sol, começa em Santana do Parnaíba, passando por Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva, Itu, Indaiatuba, Salto, Elias Fausto, Capivari, Mombuca, Saltinho, Piracicaba, São Pedro, terminando em Águas de São Pedro.
A extensão aproximada é de 240 km em meio a natureza, raízes culturais e históricas da região, e muita natureza ao redor.

Feira de Artesanato
A Feira de Artesanatos ocorre aos finais de semana com vários artigos de madeira artesanal e bordados em ponto-cruz. Mantida pela Associação dos Artesãos e Artistas de Águas de São Pedro.

Rancho dos Cavalos e Charretes
O Saloon dispõe de cavalos, pôneis, charretes e charretinha infantil e as pessoas podem alugar para passeios no bosque, Mini-Horto, City tour sempre acompanhadas por uma guia.

Thermas Water Park
Instalado na poucos metros da entrada da cidade, o parque aquático com pistas de toboáguas, piscinas infantil e adulto, rampa de bóias, escorregador em diferentes altura de queda.
Apresenta uma fazenda com mini animais, espaço para exposições, churrasqueiras, acantonamento, chalés, camping e programações recreativas.

Torre de Petróleo Eng. Ângelo Balloni
Na década de 1920, quando Júlio Prestes, na época governador do estado de São Paulo, determinou pesquisas para a prospecção de petróleo no município de São Pedro, os engenheiros não encontraram o líquido negro.
Os poços foram abandonados e depois foram analisadas como de grande poder medicinais
A estrutura da torre foi construída em memória aos desbravadores.