sábado, 22 de junho de 2013

Vamos juntos mudar o nosso Brasil! -REPASSANDO

REPASSANDO
VAMOS EXERCER O NOSSO DIREITO
DE SERMOS BRASILEIROS ! 

É assim que começa. 

Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços, pedindo a cada um deles para fazer o mesmo.

Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem.


Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.
 
Lei de Reforma do Congresso de 2011(emenda à Constituição) PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de iniciativa popular:


Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)

1. O congressista será assalariado somente durante o mandato.

Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.
 

2. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS.

Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente.
Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSSexatamente como todos outros brasileiros.
O fundo de aposentadorianão pode ser usado para qualquer outra finalidade.


3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.


4 Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período. 


5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.



6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.


7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não um uma carreira.
Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas. 


8. É vetada a atividade de lobista ou de ‘consultor’ quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública. 


“Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.

A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO.

Se você concorda com o exposto, REPASSE.

Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.

Funai considera nulas vendas de terras indigenas para estrangeiros

 
Brasil esta à venda:
 
A compra de terras indígenas por empresas estrangeiras veio à tona no domingo (11) após reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”.
 
O texto informava que índios da etnia munduruku venderam uma área localizada em Jacareacanga (PA), equivalente a 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, para a empresa irlandesa Celestial Green Ventures (CGV) por US$ 120 milhões.
 
De acordo com o Funai, ao menos 30 contratos como esse já foram firmados e estão sendo acompanhados pelos departamento jurídico da fundação há pelo menos um ano e meio.
 
Juntas, essas áreas correspondem a 520 mil km² — quase o tamanho total do estado da Bahia.
 
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
http://g1.globo.com/natureza
Ao menos 36 contratos foram firmados entre índios e empresas estrangeiras. AGU analisa casos; parecer preliminar julga ilegalidade em aquisição.
Eduardo Carvalho Do Globo Natureza, em São Paulo
 
O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcio Meira, afirmou nesta quarta-feira (14) que 36 contratos firmados entre empresas estrangeiras e aldeias indígenas como negociação de crédito de carbono na Amazônia são considerados nulos e serão analisados individualmente pela Advocacia-Geral da União (AGU).
 
A compra de terras indígenas por empresas estrangeiras veio à tona no domingo (11) após reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”.
 
O texto informava que índios da etnia munduruku venderam uma área localizada em Jacareacanga (PA), equivalente a 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, para a empresa irlandesa Celestial Green Ventures (CGV) por US$ 120 milhões.
 
Em entrevista concedida em Brasília, Meira disse que não existe regulamentação sobre a venda de terras por indígenas e por isso o governo vai verificar que medidas serão tomadas neste caso.
 
O contrato previa como garantia à CGV “benefícios” sobre a biodiversidade, além de acesso irrestrito ao território indígena.
 
Em contrapartida, os indígenas teriam que se comprometer a não plantar ou extrair madeira das terras nos 30 anos de duração do acordo.
 
Mapa divulgado pela Funai mostra em verde escuro 36 territórios indígenas com proposta de Redd. Contratos firmados com empresas estrangeiras são considerados anulados, afirma presidente da instituição. (Foto: Divulgação/Funai)
Mapa divulgado pela Funai mostra em verde escuro 36 territórios indígenas com propostas de contratos e projetos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação. Acordos de indígenas com empresas estrangeiras são considerados nulos, diz presidente da instituição. (Foto: Divulgação/Funai)
 
Em seu site, a empresa se apresenta como especializada em desenvolver o mecanismo Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) e informa que detém 17 áreas na Amazônia que vão contribuir para um mercado de compensação de carbono, no qual farão parte empresas emissoras de gases de efeito estufa da Europa.
 
A empresa Celestial Green Ventures, com sede em Dublin, foi procurada pela reportagem do Globo Natureza, mas informou que ainda não vai se manifestar sobre o assunto.
 
Irregularidades:
 
De acordo com o Funai, ao menos 30 contratos como esse já foram firmados e estão sendo acompanhados pelos departamento jurídico da fundação há pelo menos um ano e meio.
 
Juntas, essas áreas correspondem a 520 mil km² — quase o tamanho total do estado da Bahia.
 
 
A instituição informa ainda que o principal risco deste tipo de acordo com indígenas é falta de proteção às populações, que podem ser enganadas ao assinar contratos de exploração em suas terras, além dar abertura para a biopirataria (exploração ilegal de recursos naturais da floresta).
 
Esse risco foi evidenciado na última semana pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
A pasta informou que o debate sobre o tema é responsabilidade da AGU e da Funai.
 
A assessoria de imprensa da AGU informou nesta quarta-feira que já existe um parecer preliminar do contrato firmado entre a Celestial Green Ventures e os índios Munduruku.
 
O órgão se posiciona pela ilegalidade de qualquer acordo, “uma vez que as terras habitadas pelos índios pertence à União e não podem ser negociadas deliberadamente”.
 
Entretanto, a AGU ressalta que é um parecer preliminar, portanto, inconclusivo, e que foi encaminhado aos órgãos envolvidos na questão para que se posicionem no assunto.
 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.
www.thoth3126.com.br

Meteoro, bola de fogo e estrondo sentidos em Lagoinha, em São Paulo

 
Objeto luminoso e barulho chamam a atenção de moradores em Lagoinha, interior de São Paulo, nesta quarta-feira, 19 de junho.
 
O Clarão visto nos céus foi assunto mais comentado na cidade paulista nesta quarta (19).
Segundo a astrofísica do Inpe, objeto avistado pode ter sido a queda de um meteoro.
Thoth3126@gmail.com
 
http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao
Do G1 Vale do Paraíba e Região
 
Mistério no ar: um objeto luminoso no céu e um forte barulho despertaram na noite de terça-feira (18) a atenção e a curiosidade de moradores de Lagoinha, no interior de São Paulo.
 
Esse foi o assunto mais comentado pela manhã desta quarta-feira (19) na rádio da cidade.
 
 As informações que chegaram por telefone não se referiam apenas sobre a cidade, mas de toda a região.
 
 
No fim da noite de terça-feira (18), o conselheiro tutelar Leandro Coelho estava na praça com os amigos quando avistou algo diferente no céu.
 
“Apareceu uma luz no céu e parecia uma coisa que estava caindo.
 
Depois de cinco minutos escutamos um barulho, um estrondo e outras pessoas viram um clarão”, disse.
A notícia se espalhou de boca em boca e todo mundo agora quer desvendar o mistério.
 
O universitário Diogo Carvalho estava na casa dele mexendo no computador quando ouviu um som incomum.
 
“Eu ouvi um estrondo, um barulho muito diferente, atípico, que a gente não costuma ver aqui, junto com o tremor.
 
Começou a tremer tudo, tremeu janela, tremeu porta”, contou.
Ele acessou a rede social na tentativa de descobrir o que teria ocorrido e viu um vídeo de um outro internauta que mostra um objeto luminoso no céu, seguido por um rastro parecido com fumaça. Na página foram deixados vários comentários de pessoas que também teriam visto o tal fenômeno.
Moradores do Vale do Paraíba e também de outras regiões do estado, além do Rio de Janeiro, compartilharam informações uns com os outros, mas ainda permanece o mistério.
 
“Me parece um meteoro pelo vídeo que assisti.
 
Se for esse meteoro, ele caiu aqui por perto, então agora resta saber onde realmente ele caiu pra gente encontrar e ver o que aconteceu”, disse Diogo.
 
Para Leandro, o mistério continua.
 
“Uns falam que era disco voador, que era cometa, mas o que é a gente não sabe”, opina.
Objeto foi avistado por moradores em Lagoinha (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Objeto foi avistado por moradores em Lagoinha e cidades vizinhas. (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
 
Othon Winter, pesquisador de astronomia da faculdade de engenharia de Guaratinguetá, analisou as imagens da internet.
 
Segundo ele, o vídeo mostra uma bola com uma cauda – características de um corpo atravessando a atmosfera.
 
Segundo ele, o objeto pode ser natural como um pequeno asteroide ou artificial, como um satélite abandonado.
 
O atrito entre esse corpo e a atmosfera pode causar o efeito luminoso.
 
Segundo ele, isso é frequente, mas muitas vezes não são observados pois caem em regiões pouco habitadas.
 
Já a astrofísica do Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais (Inpe), Claudia Vilega, também assistiu ao vídeo e disse que trata-se de um meteorito do sistema solar, que em algum momento, se encontra com a terra.
 
A especialista também informou que a queda de meteoritos pequenos é muito comum, mas nesse caso, não era tão pequeno e por isso pôde ser visto por muitas pessoas.
 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
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É preciso saber calar


  

Existem momentos que não conseguimos apagar da memória.
Para o bem, quando são pedaços da nossa felicidade.
Para o mal, quando retratam a nossa dor e incapacidade.


Existem coisas inexplicáveis, que parecem fora da ordem.
Olhamos e não acreditamos que aquilo esteja acontecendo.
Sentimos na pele, vivemos o momento e não entendemos.
Fizemos tudo certinho, e tudo deu errado.
E nos questionamos, nos acusamos...


Existem situações onde palavras não conseguem alcançar.
Nada consegue acalmar ou consolar.
Talvez um pequeno gesto, um abraço apertado, um olhar.
Por isso, é preciso saber calar.

O silêncio é uma benção onde a agitação perturba.

Aprenda a criar momentos de silêncio e reflexão na sua vida.
Para guardar boas emoções e aprender com os nossos erros.
Tempo de desligar o som que esconde os fatos.
Deixar as palavras que não revelam nossos atos.

Ouvir no silêncio de nós mesmos o coração bater,
E do amor que devemos nutrir por nós mesmos, aprender.
Que a vida é um breve instante, onde o silêncio é o espelho
do nosso interior, da nossa alma, que por vezes pede aflita.
Que você pare, que pense e reflita.

Que não há alegria na vingança,
e nem consolo em achar culpados.
Isso é coisa de criança.

O único caminho é o tempo, que é o "secador de feridas",
que pede passagem para seguir com você rumo ao novo.
Se for preciso, não fique esperando respostas, é preciso caminhar,
pois quando tudo parece perdido, só nos resta o Recomeçar.


Paulo Roberto Gaefke

Singularidade






Antigamente o mundo parecia bem mais simples; todo jovem era igual, os cidadãos adultos se encaixavam dentro de certos paradigmas razoáveis e todo velho era considerado inútil.
 
Hoje, tudo mudou.

Temos os jovens das gerações X, Y e Z com características distintas.
 
O mercado de trabalho, altamente complexo e com participação crescente da mulher também se transformou.
 
E os idosos, da terceira (ou quarta) idade, ainda trabalham, dirigem, namoram, fazem sexo, velejam e postam mensagens como esta nos seus Blogs.

No Brasil dos anos setenta, quando nossa pirâmide populacional ainda apresentava base alargada e pico afilado, a população era dividida em três categorias: muitos jovens, adultos trabalhadores e poucos velhos.
 
Hoje, a pirâmide assumiu a forma de mitra, com o estreitamento da base e o crescimento da terceira idade com muito mais exigências e potencialidade do que antes.

Somos sete bilhões de habitantes na espaçonave Terra, cada um diferente do outro, com nossas próprias personalidades, nossas crenças e nossas experiências.
 
Não podemos ser aprisionados em categorias uniformes, apenas com base em critérios etários que ditam normas de expressão e relacionamento ultrapassados, desconsiderando toda a singularidade individual.

Como somos indivíduos, há uma lógica inteligente: somos singulares, cada um diferente do outro por nossa vivência, formação e personalidade.
 
Singularidade é um ponto de mutação.
 
Singularidade é o ponto onde todas as leis falham.
 
Uma nova ordem, um novo equilíbrio emerge a partir da singularidade.

Pensar velhice hoje é romper paradigmas firmados apenas na cronologia do curso da vida e na atribuição de significados homogêneos a ela.
 
Como bem diz o Prof. Mário Sérgio Cortella:
 
“Gente não fica velha. Quem fica velho é automóvel, geladeira e sapato. Gente fica pronta!”
 
Bene

O poder emana do povo ...


 

O Brasil e o mundo foram surpreendidos pela reação da sociedade, especialmente dos jovens, no Movimento do Passe Livre que se rebelou contra o aumento das passagens dos transportes coletivos.

Isso foi apenas o estopim de um movimento mais amplo, que levou centenas de milhares de pessoas às ruas no Brasil e no mundo, revelando insatisfação com o status quo, na semana da Copa das Confederações, o que conferiu especial visibilidade na mídia mundial.

Quando se observa que aumentam as discussões sobre a construção de uma nova comunidade, sobre o exercício da cidadania plena e acerca do empreendedorismo social, depreende-se que está ocorrendo uma mudança de paradigmas.

O atual modelo de desenvolvimento escravizado ferreamente ao econômico poderá ser, de maneira gradativa, substituído pelo negócio social entendido como a síntese concreta dos interesses da coletividade.

A trajetória preconizada pelo empreendedorismo vai do privado ao político-intitucional, passando pelo social e pelo cívico.

A virtude cívica, que não se prende a quaisquer tempos e espaços, está voltada para a coisa pública, como acentuou Cícero.

Para ele, a comunidade deve assumir as rédeas do seu destino e não se alienar nos poderes políticos, por melhores que sejam.

Até Maquiavel, tido como o primeiro cientista político do mundo moderno a partir da Renascença, reforça o valor e a atualidade da virtude, esse dínamo que deve movimentar a sociedade a partir do cidadão consciente.

É o “empowerment”,vocábulo que ainda não obteve visto definitivo de permanência na língua portuguesa, porém é de expressiva significação: investir-se do poder de se conduzir.

Não podemos concordar com a frequente definição do brasileiro como indolente, pouco capaz, de baixa qualificação, indisciplinado e que exige controle rigoroso para trabalhar.


Também não é verdade que as pessoas não gostam de mudança.
Warren Bennis, consultor americano, afirma que as pessoas não gostam é de ser mudadas.


Quando motivadas e participantes do planejamento, não só gostam como têm demonstrado excelente capacidade de mudança e de realização, porque fazem “aquilo que desejam e em que acreditam”e não por obediência à lei ou aos outros.


Um extraordinário exemplo de eficiência e de eficácia no exercício de gestão de um evento pode ser constatado nas escolas de samba, especialmente no Rio de Janeiro.

Milhares de participantes percorrem o sambódromo, com alas, fantasias, e carros alegóricos numa performance que dificilmente se consegue nas melhores e mais bem qualificadas empresas multinacionais.

A se comparar com hospitais e outros órgãos da administração pública a diferença fica ainda mais arrasadora.


Com uma estrutura enxuta e constituída mais de pessoas que sabem e querem fazer carnaval, administram orçamentos fabulosos, demonstram competências empresariais como administração do tempo, autonomia (empoderamento), comunicação, criatividade, liderança, motivação, orientação para resultados, trabalho em equipe e visão estratégica.

Comando, cooperação, coordenação e controle são naturalmente exercidos e as pessoas ostentam semblantes suados, mas felizes e sorridentes porque estão fazendo aquilo por convicção pessoal e não por obrigação ou obediência a leis, regras ou procedimentos escritos por estranhos.

Ali, a atitude sobrepuja a técnica.

Nas empresas e no governo, onde preponderam normas e procedimentos, a técnica sufoca a atitude, com frequência infeliz.

Assim como uma águia só consegue voar com as duas asas, nossas comunidades do terceiro setor terão os melhores resultados se souberem unir o natural entusiasmo (atitude) com um mínimo de procedimentos e rotinas de boas práticas (técnica).

Aí sim, poderemos afirmar que ninguém segura este país!


Bene


http://navegandocombene.blogspot.com.br

SÓ O AMOR É REAL - DIÁRIO DE GAIA 2

 

 
Lady Gaia, Melquisedeque e Mestre Yamu (Lemúria)
Canalizado por Elsa Farrus
Em 13 de junho de 2013
 
Estamos em um ser vivo, um ser vivo que nos acolheu, um ser que nos amou, um planeta que nos nutre, nos dá vida, nos dá diversidade e que palpita e mantém seus ciclos apesar do descuido de algumas de suas raças... "os humanos".

Dentro do universo, Maya Gaia e Lemúria eram a biblioteca universal, planejada para entrar, sair, aprender nela tudo aquilo que fosse necessário para o caminho de um ser.

Era uma zona de Livre arbítrio para poder crescer em si mesmo e junto aos demais e assim gerar um maior progresso cósmico.

Mas o tempo do livre arbítrio em Gaia termina porque todos nós aprendemos com ele e muitas e muitas gerações têm grandes conhecimentos, grandes descobrimentos, exceto o principal: O AMOR.

É por isso que Gaia decidiu pôr fim ao Livre arbítrio sem Amor.

Por mais informação ou sabedoria que um ser tenha, se não houver amor em seu processo de busca ou em seu desenvolvimento, ele não poderá integrar as energias entrantes.

Inclusive no caminho espiritual, a falta de amor tem conduzido muitas gerações à IDOLATRIA.

Apesar de o homem ser livre para adorar algo que ele crê com suas mãos, realmente, só o conduz a uma aprendizagem a mais, não à sua ascensão pessoal.

Fim e princípio de uma era em um planeta refere-se a que tudo que se acha em desequilíbrio no tal planeta deve se equilibrar de novo, já que somente assim pode-se seguir em diante.

A vida na terra é magnética, tudo nela nasce do equilíbrio da dualidade, "o ponto médio entre realidades".

A lei de polaridade quando se equilibra ativa a grande "Lei de Magnetismo".

Um planeta sem campo magnético não tem vida.



Grande parte do corpo humano é elétrico, muitos cientistas demonstraram isto.

E grande parte da Alma é completamente etérea, ou seja, de corpo quântico.

Por isso o intercâmbio de informação desde a respiração até a digestão é um conjunto de processos químicos e eletromagnéticos.

Por isso, agora mais do que nunca, é o momento de despertar o poder eletromagnético do ser humano.

Já não serve o pensamento nem o mentalismo nem os grandes magos, etc. para lhes dar um nome, é o momento do poder eletromagnético do coração.

Ou seja: O próprio pensamento em união com a emoção ou sentimento.

Não é nada novo, usa-se diariamente, em cada instante, mas sujeito a medos, a condições e a relações insanas, pela renúncia de geração após geração de usar o próprio poder por medo de não ser, da solidão, da rejeição, etc..



NAQUILO QUE VOCÊ PENSA, NISSO VOCÊ SE CONVERTE, PARA BEM OU PARA MAL.

O corpo que habitamos é um traje e quem pensa é a alma, não a encarnação presente.

Mas é tanta a desconexão dos medos infundados durante milhares de anos que agora nasce mais forte do que nunca a ponte de um grande triângulo pessoal: o espírito.

É o espírito que será o motor da realidade.

Ele mantém seu corpo com vida, como uma centelha divina, o grande fogo cósmico dos antigos alquimistas.

E a alma está se aproximando com grande destreza para que possa integrar-se ativamente na união com o corpo físico.

É isto que realmente irá permitir a solução daquilo que vocês chamam de problemas.

E a metade deles é induzida por seres alheios a vocês ou por sua espécie, quando intui que vocês vão avançar e despertar outros.

Os sentimentos não são o motor, eles são derivados das emoções e as emoções somente respondem a uma coisa: O AMOR, que em maior ou menor medida decanta a balança em positivo ou negativo para esse conjunto de sentimentos derivados.

Se eu odeio é porque amo, se quero destruir é porque me falta... e assim um sem fim de polaridades extremas, que somente têm um denominador comum: O AMOR.



Agora é hora de usar o decreto, o verbo ou a mentalização, dá no mesmo, não importa protocolo nem religião, todos são aspectos de uma aprendizagem.

Usem o que lhes dá maior paz, mas sejam muito coerentes e revisem bem se aplica a mensagem de amor o que suas palavras contêm...

Para haver paz - não se pode consegui-la esmagando outros.

Para haver amor - não se pode sacrificar nada.

Para ser amado - não se pode renunciar a si mesmo.

Porque a paz não acontece por desintegrar outro ser.

A paz somente nasce da Harmonia e a Harmonia é amor.
É respeito.
É livre arbítrio a partir do equilíbrio.

O espírito, o verdadeiro EU SOU, é a ponte de união da vida, da alma e do corpo físico.

Tudo toma forma em referência a isso.

Somente o amor pode nos abrir o triângulo seguinte da vida em Gaia.

Somente o triângulo do ser desperto, espírito, alma, corpo, que são Um nos três quando estão harmonizados, é realmente a porta para o poder de nos comunicar em Multidimensionalidade com as três formas de vida na terra.

Sim, é assim. É o amor que nos dá o equilíbrio.

É ele que nos permite começar a caminhar pela terra com plena consciência.

E assim identificar as três classes de vida que o planeta possui:

A extraterrestre, de fora da terra, que encarna com plena consciência para salvaguardar o equilíbrio e irradiar saltos de consciência (também em ocasiões de polaridade negativa, segundo os planos de consciência).

A terrestre, os seres que estão aqui com consciência humana (e que caíram em um grande desequilíbrio de seu corpo mental pela influência de outras raças universais).

E a intraterrestre ou intraterrena: No interior do planeta onde não há magma e onde há cidades etéreas de luz como Telos e muitas outras.

Poder começar a recordar nossa essência e poder estabelecer um diálogo sadio entre todos nós só se dará pela sincronia dos três pontos de luz na Terra e se o chakra do coração estiver alinhado com o prana e palpitando.

Por isso as injeções de energia que todos nós estamos recebendo a nível planetário estão mexendo mais e mais a cada dia os corações para que nada ou ninguém possa fechá-los, nem possa nos ensurdecer, para encerrar os abusos e selar os medos, que não cabem em um coração ativo.

Isso sim de maneira gradual.

Ainda restam medos para identificar.

Então não estão mal se vão descobrindo um atrás do outro.

Ao contrário estão no caminho para mais luz, mais véus e mais camadas para retirar.

Mandamos um grande abraço do Sol de Alcyon.
Seus irmãos.


Obrigada a todos por copiar e difundir esta mensagem.
Um abraço,
Elsa



Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/

Respeite todos os créditos

sexta-feira, 21 de junho de 2013

UFOs os Vimanas da antiga India (Bharata)

VIMANAS – UFOS da antiga ÍNDIA (Bharata)
“A história da Índia antiga e anterior ao dilúvio registrada em vários escritos muito antigos, como o “Mahabharata“, o Samarangana Sutradhara, os Rig Vedas, o “Ramayana“, o Baghavata Purana, e outros velhíssimos textos hindus como o tratado sobre voos do “VIMANIKA SHASTRA” que nos legou dados incríveis sobre aeronaves (Vimanas, Agnihotras) voadoras do tamanho de cidades, veículos (carros) voadores e a descrição de armas terríveis de imenso poder destrutivo que eram utilizados pelos antigos habitantes da Terra em suas lutas e pelos “deuses” quando estes também entravam em batalha entre si nos céus do planeta” e às vezes contra a própria raça humana.
http://psychedelicadventure.blogspot.com/2008/11/vimanas-ancient-ufos-india.html
 
Tradução, imagens e acréscimos: Thoth3126@gmail.com
 
Ataques e guerras entre os deuses. Veículos voadores (OVNIS/Vimanas) e armas nucleares e de raios em BHARATA, a Antiga e Ancestral ÍNDIA há milênios antes do dilúvio.
“A história da Índia antiga registrada no “Mahabharata”, Samarangana Sutradhara, Rig Vedas, “Ramayana”, Baghavata Purana, e outros velhíssimos textos hindus como o tratado sobre voos do “VIMANIKA SHASTRA” que nos legou dados incríveis sobre aeronaves (Vimanas, Agnihotras) voadoras do tamanho de cidades, veículos (carros) voadores e a descrição de armas terríveis de imenso poder destrutivo que eram utilizados pelos antigos habitantes da Terra em suas lutas e pelos “deuses” quando estes também entravam em batalha entre si nos céus do planeta”.
Fontes: Mahabharata (Grande Bharata/ÍNDIA) e o Ramayana (Caminho de Rama)
 
Esquema de um antigo Vimana da Índia. Livro de David H. Childress
 
Muitos pesquisadores do enigma dos OVNIs tendem a ignorar um fato muito importante. Embora se presuma que a maioria dos discos voadores são de espécies exóticas ou talvez Governamentais de origem militar, uma outra possível origem dos UFOs da Índia antiga é a Atlântida.
O que sabemos sobre os antigos veículos voadores indianos vem de antigas fontes indianas; textos religiosos escritos que chegaram até nós através dos séculos. Não há dúvida de que a maioria dos textos é autêntico, muitos são os conhecidos antigos épicos indianos, e há literalmente milhares deles. A maioria deles nem sequer foram traduzidas para o Inglês ainda do velho sânscrito.
 
O imperador indiano Ashoka*(Século III a.C.) criou uma “Sociedade Secreta dos Nove Homens Desconhecidos”: grandes cientistas indianos da época que foram destacados para catalogar as muitas ciências. Ashoka manteve o seu trabalho em segredo porque tinha medo que a ciência avançada catalogada por esses homens, obtidas a partir de antigas fontes indianas, seria utilizada para o efeito perverso da guerra, que Ashoka foi fortemente contra, tendo sido convertido ao budismo depois de derrotar um exército rival em uma batalha sangrenta.
 
A “Sociedade Secreta dos Nove Homens Desconhecidos” escreveu um total de nove livros, presumivelmente, um cada. Um dos livros tratava do assunto: “Os segredos da Gravitação”! Este livro, conhecido pelos historiadores, mas não realmente visto por nenhum deles, tratava principalmente docontrole (manipulação) da gravidade.” São presumivelmente ainda mantidos em segredo em algum lugar, mantidos em uma biblioteca secreta na Índia, no Tibete ou em outra parte (talvez mesmo na América do Norte em algum lugar). Pode-se certamente entender o raciocínio de Ashoka para querer manter o antigo conhecimento como um segredo, supondo que ele exista.
Ashoka também estava ciente de guerras devastadoras que se utilizavam dos tais veículos avançados e outras armas “futuristas”, que tinham destruído o Império de Rama “o Império Hindu antigo” de vários milhares de anos antes.

Apenas alguns anos atrás, os chineses descobriram alguns documentos sânscritos em Lhasa, no Tibete e os enviou para a Universidade de Chandigarh para serem traduzidos.
 
A Dra. Ruth Reyna daquela universidade, disse recentemente que os documentos contêm instruções para a construção de naves interestelares! O seu método de propulsão, disse ela, era “anti-gravitacional” e foi baseado em um sistema análogo ao de ‘laghima, «o poder desconhecido do ego existente na constituição fisiológica do homem,” uma força centrífuga forte o suficiente para neutralizar todas as leis que regem a gravidade e impulsionar qualquer coisa para cima.”De acordo com os grandes e velhos iogues hindus, é esse “laghima”, que quando desenvolvido, permite a uma pessoa levitar (ter controle sobre a gravidade).

 
Representação de uma nave Vimana tripulada esculpida em uma caverna em Ellora, ÍNDIA, canto superior direito da foto.
 
A Dra. Reyna disse que a bordo destes aparelhos, que eram chamados de “Shastras” pelo texto, os antigos hindus poderiam ter enviado um destacamento de homens para qualquer lugar em todo planeta, de acordo com o documento, que se admite ter milhares de anos.

Ela disse também que os manuscritos também revelam o segredo do ‘Antima “; uma cobertura de invisibilidade e “Garima”, como se tornar tão pesado quanto uma montanha de chumbo”.
 
Naturalmente, os cientistas indianos não levaram muito a sério os textos, mas depois tornou-se mais positivos sobre o valor deles quando os chineses anunciaram que estavam incluindo certas partes dos dados para o estudo em seu programa espacial!
Este foi um dos primeiros exemplos de um governo de admitir a pesquisa de anti-gravidade.
 
Os manuscritos não dizem definitivamente que as viagens interplanetárias nunca foram feitas, mas não mencionam, de todas as coisas, uma viagem à Lua, embora não esteja claro se esta viagem foi realmente realizada.
No entanto, um dos grandes textos épicos indianos, o Ramayana, tem uma história muito detalhada de que seria uma viagem à lua em um Vimana (ou “Shastra”) e em detalhes o fato de uma batalha na lua com um ‘Vailix’ (um dirigível da Atlantida. Esta é apenas uma pequena amostra da evidência recente da utilização da anti-gravidade e tecnologia aeroespacial utilizadas pelos hindus a milhares de anos atrás.
 
Para realmente entender a tecnologia, é preciso ir muito mais longe no tempo. O chamado “Império de Rama” do norte da Índia e do Paquistão desenvolveu-se a pelo menos quinze mil anos atrás no subcontinente indiano e era uma nação de muitas grandes cidades sofisticadas, muitas das quais ainda estão a ser encontradas nos desertos do Paquistão, do norte e oeste da Índia.(algumas já foram descobertas por arqueólogos: Mohenjo Daro e Harappa são dois sítios em investigação) Rama existiu, aparentemente, em paralelo à civilização Atlante que se situava no meio do Oceano Atlântico (região hoje conhecida pelas anomalias do Triângulo das Bermudas, no Mar do Caribe), que foi governada por “esclarecidos reis sacerdotes” que comandavam as cidades do império.
 
As sete maiores capitais, cidades sagradas do Império de Rama eram conhecidas em textos clássicos hindus como “As Sete Cidades dos Rishis”.
Segundo antigos textos indianos, as pessoas tinham máquinas voadoras que eram chamados de “Vimanas”.

O épico indiano antigo descreve um Vimana como de dois andares, aeronaves circulares com vigias e uma abóbada, tanto quanto nós hoje poderíamos imaginar como sendo um disco voador. ”Ele voou com a “velocidade do vento” e deu o som melodioso para trás”.
Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas e alguns em forma de disco, outros, como cilindros longos (‘aeronaves em forma de charuto’).
 
Os textos antigos indianos em Vimanas são tão numerosos, que levaria muitos volumes para relacionar o seu conteúdo.
Os antigos hindus, que fabricaram estes aeronaves, escreveram manuais de vôo completos sobre o controle de vários tipos de Vimanas, muitos dos quais estão ainda em existência, e alguns foram até mesmo traduzidos para o Inglês.
 
Foto de um UFO em Cerro Gordo, EUA, do que poderia ser um Vimana (ANTIGA íNDIA), Vailixi (ATLÂNTIDA) de antigos e contemporâneos CONTATOS com civilizações alienígenas. No centro dessa aeronave podemos ver um reator de fusão de plasma (a Mercúrio??) gerador de campo eletromagnético em funcionamento.
 
O Sutradhara Samara é um tratado científico lidando com todos os ângulos possíveis da viagem aérea em um Vimana. Há 230 estâncias lidando com construção, decolagem, velocidade de cruzeiro por milhares de quilômetros, o desembarque normal e forçado, e até mesmo possível colisões com aves. Em 1875, o Shastra Vaimanika, do século IV a.C. texto escrito por Bharadvaja, o Sábio, mesmo usando textos antigos como a sua origem, foi redescoberto em um templo na Índia.
 
Trata-se do funcionamento das Vimanas e incluiu informações sobre a direção, as precauções para vôos de longo curso, a proteção dos dirigíveis no caso de tempestades e relâmpagos e como mudar a unidade para “energia solar” de uma fonte de energia livre que soa como “anti-gravidade ‘.
O Shastra Vaimanika (ou Vymaanika-Shaastra) tem oito capítulos com diagramas, descrevendo três tipos de aeronaves, incluindo aparelhos que não podiam nem pegar fogo, nem quebrar.
Também menciona 31 partes essenciais destes 16 veículos e materiais de que é construído, que absorvem a luz e calor, razão pela qual eles foram considerados adequados para a construção dos Vimanas.
 
Este documento foi traduzido em Inglês e está disponível em material publicado pela editora: VYMAANIDASHAASTRA AERONÁUTICA por Maharishi Bharadwaaja, traduzido em Inglês e editado, impresso e publicado pelo Sr. GR Josyer, Mysore, Índia, 1979.
O Sr. Josyer é o diretor da Academia Internacional de Investigação do sânscrito, localizada em Mysore. Não parece haver dúvida de que os Vimanas eram movidos por uma espécie de propulsor gerador de ‘anti-gravidade’.
Os Vimanas decolavam verticalmente e eram capazes de pairar no céu, como um moderno helicóptero ou dirigível. Bharadvaja o Sábio refere-se pelo menos a 70 autoridades e 10 peritos nas viagens aéreas dos Vimanas na antiguidade.
 
Essas fontes estão perdidas. Vimanas eram mantidos em um Griha Vimana, uma espécie de gancho, e eram muitas vezes propulsionados por um líquido branco-amarelado (Plasma) e, por vezes por algum tipo de compostos de mercúrio, embora escritores pareçam confusos neste assunto.
É mais provável que os escritores que mais tarde descreveram os Vimanas, escreveram na qualidade de observadores e com base em textos anteriores, e se confundiram no princípio de sua propulsão.
 
O “líquido branco-amarelado” soa como suspeito de ser gasolina, e talvez os Vimanas tivessem uma diferente quantidade de diferentes fontes de propulsão, incluindo motores de combustão e até mesmo motores com turbina a jato.
É interessante notar, que os nazistas desenvolveram o primeiro pulso prático, motores a jato para os primeiros mísseis construídos, as bombas nazistas V-1 e V-2 largamente utilizadas no bombardeamento de Londres durante a segunda guerra mundial.
 
Hitler e a cúpula dos nazistas tiveram excepcional interesse em documentos da antiga Índia, Nepal e do Tibete e ele enviou expedições de cientistas alemães anuais para estes lugares, com início na década de 30,a fim de reunir e pesquisar documentos esotéricos, e que eles fizeram isso muito bem, e talvez tenha sido a partir dessas pessoas que os nazistas ganharam alguma de suas informações científicas secretas! (para saber mais a respeito pesquise sobre o termo: NeuSchwabenland.
 
Para saber mais:
http://thoth3126.com.br/sociedades-secretas/; http://thoth3126.com.br/antartica-estranhas-aberturas-e-base-nazista-neuschwabenland/; http://thoth3126.com.br/nazismo-os-arquivos-secretos-da-waffen-ss/
 
De acordo com o Dronaparva, parte do Mahabarata e o Ramayana, um Vimana foi descrito com a forma de uma esfera e suportado em grande velocidade ao longo de um poderoso ‘vento’ (um pulso/campo eletromagnético) gerado por plasma de mercúrio (n.t. tecnologia usada ainda hoje por extraterrestre e transferida – em parte – ao governo dos EUA desde 1947-ver projeto da espaçonave TR-3B dos EUA).

Ele se movia como um OVNI, indo para cima, para baixo, para trás e para frente quando e como o piloto desejasse.
Em outra fonte indiana, a Samar, Vimanas eram “máquinas de ferro, bem unidos e suaves, com uma carga de mercúrio, que explode para fora da parte traseira em forma de uma chama que ruge”.
Outro trabalho chamado de Samarangana Sutradhara descreve como os veículos eram construídos.
 
É possível que o mercúrio não tenha algo a ver com a propulsão (n.T. mas tem e é de importância capital, pois é utilizado para gerar um pulso eletromagnético, através de plasma e desse modo cancelar a atração gravitacional de qualquer planeta e/ou sol), ou, mais possivelmente, com o sistema de orientação.

Curiosamente, cientistas soviéticos descobriram o que eles chamam de “instrumentos de idade avançada usado na navegação de veículos cósmicos” em cavernas no Turcomenistão e no deserto de Gobi. “Eles são dispositivos de” objetos hemisféricos de vidro ou porcelana, que terminam em um cone com uma gota de mercúrio dentro.
 


Um “Vimana” moderno, o TR-3b Astra desenvolvido em segredo pelos EUA com utilização de tecnologia reversa alienígena flagrado em voo de teste de alta altitude,
 
É evidente que os hindus antigos voaram com estes veículos, em toda a Ásia, no país de Atlântida, presumivelmente, e até, aparentemente, na America do Sul.

Escritos encontrados em Mohenjodaro e Harappa, cidades encontradas às margens do rio Indus, que já existiam antes do dilúvio bíblico, na região da antiga Baratha, hoje o Paquistão (presumivelmente uma das “Sete Cidades Rishi do Império Rama ‘) e ainda por decifrar, também foram encontradas em um outro lugar no mundo: Ilha da Páscoa (último pedaço remanescente da Lemúria)! Existe uma escrita na Ilha da Páscoa, chamado escrita Rongo-Rongo, também a ser decifrada, e é estranhamente semelhante ao escritos de Mohenjodaro.
 
Seria a ilha da Páscoa uma base aérea para a rota de Vimanas do império de Rama? No Tibete, À grande distância, o som da “Carruagem impetuosa” ecoa :
“Bhima voou em seu carro, resplandecente como o sol e ruidoso como o trovão… e sua carruagem brilhou como a chama no céu noturno do verão… varrendo-o como um cometa… e são como dois sois… então a carruagem rosa subiu e todo o paraíso resplandeceu”. No Mahavira de Bhavabhuti, em um texto de Jaina do oitavo século extraído de uns textos e de umas tradições mais velhos ainda, nós lemos: “uma carruagem aérea, o Pushpaka, chama a atenção de muitos povos para a capital de Ayodhya”. ” O céu está cheio de máquinas de vôo estupendas, escuras como a noite, mas cobertas por luzes com um brilho amarelado”.
Os Vedas, poemas antigos hindus, são considerados os mais velhos de todos os textos indianos e talvez da humanidade, descrevem Vimanas de várias formas e tamanhos: o ‘ahnihotravimana’ com dois motores, o “elefante-vimana “ com mais motores, e outros tipos denominados com nome de animais como o “peixe rei, a “ave Íbis” e outros animais.
 
Infelizmente, os Vimanas, como a maioria das descobertas científicas nos dias de hoje, acabaram por serem usados para a guerra.
“Os povos de Atlântida usaram suas máquinas voadoras “, Vailix, ‘um mesmo tipo de aeronave, literalmente para tentar conquistar e subjugar o mundo inteiro da época e, é o que parece, se os textos indianos merecem credito ( merecem e muito).

Os atlantes, conhecido como “Daityas-Ashvins’ (raça de gigantes) nos antigos textos hindus, foram, aparentemente, ainda mais avançados tecnologicamente do que os da Índia (a antediluviana Bharata) antiga e, certamente, fizeram mais de uma guerra de conquista contra a Índia (que naquele tempo se autodenominava de Bharata), sem nunca conquistá-la, pois a Índia, desde tempos pré-diluvianos, de Atlântida, já era liderada por grandes mestres espirituais.

 
Embora nos textos antigos sobre a Atlântida não sejam citados os veículos Vailix, alguma informação chegou através do meio esotérico, as fontes ocultas que descrevem essas máquinas voadoras. Semelhantes, se não idênticos aos Vimanas, os Vailix eram, em geral ‘em forma de charuto e tinha a capacidade de manobra subaquática, bem como de voar na atmosfera ou mesmo no espaço sideral exterior.
 
Outros veículos, como Vimanas, eram em forma de disco, e podiam também ser submergidos aparentemente. De acordo com Eklal Kueshana, autor de “A Fronteira Final”, em um artigo que ele escreveu em 1966, os Vailix foram inicialmente desenvolvidos em Atlântida a cerca de 30.000 anos atrás, e os mais comuns tinham o formato de um ‘pires geralmente em forma de secção trapezoidal, com três motores hemisféricos na parte de baixo. ” “Eles usavam um dispositivo antigravidade que funcionavam com motores de desenvolvimento de cerca de 80.000 cavalos de potência.
 
Em sânscrito no livro Samarangana Sutradhara, está escrito:
“Forte e durável deve o corpo do Vimana ser feito, como um grande pássaro voador de material leve. Dentro deve-se colocar o motor de mercúrio com seus aparelhos de aquecimento de ferro por baixo. Por meio da potência latente no mercúrio que coloca o turbilhão de condução em movimento, um homem sentado em seu interior pode percorrer uma grande distância no céu. Os movimentos do Vimana são tais que podem verticalmente subir, descer verticalmente, mover-se obliquamente para frente e para trás. Com a ajuda das máquinas os seres humanos podem voar no ar e seres celestiais podem descer para a terra. “

 
Livro escrito por Dr. David H. Childress sobre sofisticados sistemas de transporte aéreo existentes na antiga Índia/Bharata.
 
O Ramayana, o Mahabarata e outros textos falam da guerra horrível que aconteceu, há uns vente e cinco mil anos atrás entre a Atlântida (os gigantes Daityas) e o reino de Bharata, comandado por Rama e o uso de armas de destruição em massa (Artefatos nucleares, raios laser) que não poderiam ser imaginados por leitores até a segunda metade do século XX.

O Mahabharata (Maha-grande; Bharata-Índia) é um poema épico muito antigo, uma das fontes de conhecimento sobre os Vimanas, passa a contar a capacidade destrutiva impressionante das armas de guerra: ‘…( a arma era) um único projétil carregado com todo o poder do Universo. Uma coluna incandescente de fumaça e chamas tão brilhantes como mil sóis aumentou em todo o seu esplendor… Um meteorito de ferro, um gigantesco mensageiro da morte, que reduziu a cinzas toda a raça dos Vrishnis e os Andhakas …. os corpos estavam tão queimados que ficaram irreconhecíveis.

Os cabelos e unhas caíram; a cerâmica quebrou sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos… Depois de algumas horas todos os alimentos estavam infectados… Para escapar desse fogo, os soldados lançaram-se em rios e riachos para se lavarem e a seus equipamentos… ‘ Parece que o Mahabharata está descrevendo uma guerra atômica!
 
Referências como esta não são isoladas, mas as batalhas, usando uma fantástica variedade de armas e veículos aéreos são comuns em todos os livros épicos indianos.
Um até mesmo descreve um Vimana-Vailix envolvidos em uma batalha na Lua!
A seção acima descreve com muita precisão o que seria uma explosão atômica e os efeitos da radioatividade na população. Submergir na água é o único alívio.
 
Quando a cidade de Mohenjodaro foi escavada por arqueólogos no século passado, encontraram esqueletos apenas deitados na rua, alguns deles de mãos dadas, como se alguma grande desgraça tivesse atacado eles de forma súbita.
Estes esqueletos estão entre os mais radioativos já encontrados, em pé de igualdade com aqueles encontrados em Hiroshima e Nagasaki, após as explosões de bombas atômicas.
 

 
Ainda hoje no local em Mohenjo Daro, existe radiotividade: Para saber mais: http://thoth3126.com.br/vimana-antigo-20-mil-anos-trem-de-pouso-descoberto/
 
Cidades antigas cujos muros de tijolo foram literalmente vitrificados, cujo material foi fundido em conjunto, podem ser encontrados na Índia, Irlanda, Escócia, França, Turquia e outros lugares.
Não há explicação lógica para a vitrificação de fortificações de pedra e cidades inteiras, a não ser que tenham sido expostas a uma explosão atômica.
 
Além disso, em Mohenjo-Daro, uma cidade bem planejada com layout disposto em forma de uma grade, com um sistema de encanamento superior aos usados no Paquistão e na Índia de hoje, as ruas ficram cheias de “pedaços de vidro preto”.
Essas bolhas de vidro foram descobertos como sendo provenientes de potes de barro que tinham derretido sob calor intenso!

Com o cataclísmico afundamento da Atlântida e da extinção do Império de Rama com armas atômicas, o mundo entrou em uma nova “idade da pedra”, e para a história moderna analizando uns poucos milhares de anos mais tarde ainda, parece que nem todos os Vimanas e Vailix de Rama e Atlântida tenham desaparecido.
 
Construídos para durarem milhares de anos, muitos deles ainda estariam em uso, como evidenciado pela sociedade secreta criada pelo rei Ashoka, “Os Nove Homens Desconhecidos”’ e o manuscrito de Lhasa.
Que as sociedades secretas ou “seres humanos pertencentes a irmandades de caráter excepcional,”de homens iluminados “teria preservado essas invenções e os conhecimentos da ciência, história, etc, não parece surpreendente.
“O clássico Vailxi atlante é um conjunto de aeronaves em estilo tradicional Atlante baseado em muitas diferentes fontes antigas, em particular a um Sastra Vaimanika hindu (ou Vymaanika-Shaastra) e o escrito hindu Mahabharata, que são poemas antigos indianos, que descrevem os atlantes, conhecidos como “Asvins” nos escritos indianos, que tinham aparentemente ainda mais avançada tecnologia do que os aeronaves Vimana, embora não se conhece a existência nos textos antigos sobre o Vailxi da Atlântida , alguma informação chegou por meio esotérico, ocultismo”" fontes que descrevem as máquinas voadoras.
 


Esquema do que seria uma nave de Atlântida, um VAILX.
Semelhantes aos Vimanas, os Vailxi eram geralmente com forma de “charuto” ou fusiformes com pontas afiadas e tinha a capacidade de manobra subaquática, bem como na atmosfera ou mesmo no espaço exterior.Os Vimanas eram em forma de pires, e aparentemente poderiam também ser submersos. De acordo com alguns textos os Vailxi foram inicialmente desenvolvidos em Atlântida 50.000 anos atrás, e os mais comuns são “pires geralmente em forma de seção trapezoidal com três motores hemisféricos na parte inferior. Eles usavam um dispositivo antigravidade por fusão de mercúrio que funcionam com motores que desenvolviam cerca de 80 mil cavalos de potência. O Ramayana, Mahabharata e outros textos sagrados hindus falam da terrível guerra que ocorreu, cerca de dez ou doze mil anos antes do Dilúvio entre a Atlântida e Bharata (atual Índia), com Rama usando armas de destruição em massa que não poderia ser imaginada pelos escritores indus até a segunda metade do século passado”.
Muitos conhecidos personagens históricos, incluindo Jesus, Budha, Lao Tzé, Confúcio, Krishna, Zoroastro, Mahavira, Quetzalcoatl, Akhenaton, Moisés, e os inventores mais recentes e, claro, muitas outras pessoas que provavelmente vão permanecer anônimas, provavelmente eram membros de uma organização muito secreta.

É interessante notar que, quando Alexandre, o Grande, invadiu a Índia há mais de dois mil e trezentos anos atrás, seus historiadores narraram que em um determinado ponto eles foram atacados por ‘escudos voadores ardentes “que mergulharam atacando seus exércitos e assustaram a cavalaria.
Estes “discos voadores” não usaram qualquer bomba atômica ou armas laser contra o exército de Alexandre e, no entanto, talvez por benevolência, Alexandre conquistou a Índia
 
Tem sido sugerido por muitos escritores que essas “Irmandades” mantém algumas daquelas aeronaves Vimanas e Vailix em cavernas secretas no Tibete ou em algum outro lugar nas montanhas da Ásia Central, alem do deserto de Lop Nor no oeste da China que é conhecido por ser o centro de um grande atividade misteriosa de OVNIs.
Talvez seja aqui que muitas das aeronaves ainda estão sendo mantidas, em bases subterrâneas iguais as que os norte americanos, britânicos e soviéticos têm construído ao redor do mundo nas últimas décadas. Ainda assim, nem toda a atividade UFO pode ser explicada por Vimanas e Vailix antigos a fazer viagens à Lua, por algum motivo.
E na parte do poema que é intitulado de Uttara Kanda, está escrito:
“Vendo seu exército abatido em vôo, os filhos de Varuna, refeitos da chuva de mísseis, tentaram interromper os combates. Estavam fugindo sob a terra quando viram Ravana em seu Pushpaka Vimana. Rapidamente mudaram de caminho e se lançaram em direção ao céu com sua frota de máquinas voadoras. Uma terrível luta foi desencadeada nos ares
Sem dúvida, são alguns dos principais militares e dos principais países com força militar do mundo, e possivelmente até mesmo de outros planetas.
Claro, muitos avistamentos modernos do fenômeno UFO são descritos como ‘pântano, gás, nuvens, o planeta Vênus, fraudes e alucinações, enquanto há evidências consideráveis de que muitos avistamentos de OVNIs, especialmente de “abduções e seqüestros” e outros semelhantes, são o resultado do que é geralmente chamado de “hipnose coletiva telepática de quem testemunha os eventos.
 
Uma linha comum que funciona freqüentemente entre os «seqüestros Alienígenas”, “sexo com alienígenas, e outros” contatos imediatos de um terceiro tipo é um zumbido nos ouvidos, pouco antes do encontro. De acordo com muitas pessoas bem informadas, este é um sinal claro de hipnose telepática após o evento de abdução ter ocorrido.
 
Fonte: The Anti-Gravity Handbook por David Hatcher Childress
Site: http://psychedelicadventure.blogspot.com/2008/11/vimanas-ancient-ufos-india.html

 
Acima: Um Ancient Vimana e a aeronave Top Secret desenvolvida pelos E.U.A., código TR-3B com formato triangular aeroespacial movida a propulsão nuclear com três reatores (descrição Edgar Fouché) combinado com a criação de um campo de vórtice de pulso eletromagnético gravitacional, movido a plasma de mercúrio para interromper / neutralizar os efeitos da gravidade sobre a massa do veículo e em suas proximidades (Mirahorian)
 


Nessa foto do UFO americano, TR-3b foi tirada quando sobrevoava a Bélgica. Para saber mais: http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/; http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair/; http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair-parte-2/
 
*Ashoka, 304 aC – 232 aC (pronuncia-se “Ashokh”e em sânscrito significa sem dor (a = não / sem, shoka = dor, tristeza ou preocupação) foi um Imperador da ÍNDIA da Dinastia Maurya que governou quase todo o Subcontinente indiano de 273 aC a 232 aC. Um dos maiores imperadores da Índia, Ashoka reinou sobre a maior parte da atual Índia depois de uma série de conquistas militares.
Seu império se estendia do atual Paquistão, Afeganistão no oeste, até os dias atuais Bangladesh e no estado indiano de Assam no leste. Ele abraçou o Budismo tradicional de prevalência Védica depois de testemunhar a morte em massa na Guerra de Kalinga, que ele próprio tinha empreendido a partir de um desejo de conquista.
Mais tarde foi dedicada à propagação do budismo em toda a Ásia e monumentos estabelecem a marcação de diversos locais importantes na vida de Gautama Buda.
Ashoka na história humana é muitas vezes referido como o imperador de todas as idades. Ashoka era um devoto de ahimsa (Não Violência, mesmo princípio adotado por Mahatma Ghandi para libertar a ÍNDIA em 1947), amor, verdade, tolerância e vegetarianismo.
Ashoka é lembrado na história como um filantropo administrador.
Na história da Índia Ashoka é referido como Samraat Chakravartin Ashoka- O Imperador dos Imperadores.
Em seu editais, ele é referido como Devanampriya ou “o amado dos deuses.
O conhecido escritor H. G. Wells em sua obra best seller, em dois volumes, O esboço da história (1920), escreveu sobre o imperador Ashoka:
“Na história do mundo, houve milhares de reis e imperadores que se chamavam ”suas altezas”, “Suas Majestades” e “Suas Majestades exaltados” e assim por diante.
Elas brilhavam por um breve momento, e logo desapareciam. “Mas Ashoka brilha e brilha como uma estrela brilhante, até hoje em dia.”
Após dois mil anos, a influência de Ashoka é vista na Ásia e, especialmente, o Subcontinente indiano. Um emblema escavado de seu império é hoje um Símbolo nacional e Emblema da Índia.
Na História do Budismo, Ashoka está situado mesmo ao lado de Gautama Buda.
 
Mais informações sobre VIMANAS:

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