quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Planilha de Treino - Grátis , On-Line, na Hora... Já é possível...


Fazendo algumas pesquisas no universo da Internet, encontrei uma ferramenta muito interessante, que monta uma planilha de treinos para você de acordo com as informações fornecidas e com o objetivo desejado.

Infelizmente a ferramenta esta disponível apenas em ingles e em Milhas, mas com um pouquinho de conhecimento no idioma e usando o um conversor de milhas para km, é possível gerar seu próprio treino.

Veja ao lado um exemplo de um treino para Meia Maratona gerado pela ferramenta (para ampliar click na figura)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 
 
 
 
 
Apenas informei meu tempo nos 10km, que o meu objetivo é treino para Meia Maratona, com treinos um pouco forte, os treinos longo aos domingos, minha semana começando na segunda-feira e com 10 semanas de treino.

O mais interessante, é que cada vez mais esta ficando fácil praticar uma atividade esportiva, buscar mais saude, ou seja, dar o primeiro passo.

Mas, mais importante que começar, é ter a certeza que esta em plena condição de realizar qualquer atividade esportiva, fazendo uma avaliação médica .

Esta ferramenta esta disponível no site da Runner's World.

E se você quiser acessar e testar a ferramenta, basta clicar na figura acima, colocar suas informações e bons treinos.

Grande abraço.
 
http://www.triathlonsemgluten.com/2008/09/planilha-de-treino-grtis-on-line-e-na.html
 

Alongamento... muito alongamento !!


Estas foram as palavras que ouvi do Ortopedista com relação aos meus joelhos.
 
Algumas "várias" vezes falei aqui no blog sobre as dores que volta e meia sentia nos joelhos.

Como estas dores as vezes sumiam, acabava deixando a investigação para depois até que ela retornava e me preocupava novamente.

Fiquei neste ciclo por alguns meses, até que desta vez resolvi ir atrás e visitar um excelente ortopedista especialista em joelhos e em Medicina Esportiva, Dr. André Pomar da Clínica Ortopédica do Recreio.

Assim que expliquei para o Dr. o que sentia, fez uma análise externa e visual, comentou que poderia ser condromalácia, mas gostaria de verificar primeiro uma ressonância dos dois joelhos para verficar "o estrago".

Já sai da clínica agendando a ressonância, que fiz dois dias depois.

Voltei lá 3 dias depois, já a ressonância na mão, ele disse: "você tem as duas patelas deslocadas devido má formação" ou seja, vim com defeito de fábrica... rssssss.

Concluiu dizendo:
"Fique tranquilo, nada grave, sua articulação femoropatelar perfeita em ambos" ... ufá não é condromalácia, UFA !!!
Mas o que é então ??
"Você esta com tendinite no tendão patelar, mas nada grave também..."

De cara perguntei, MAS PORQUE ISTO ??? VOU TE PARAR DE CORRER ??
- Frio na barriga...
A resposta dele foi:
"Você quer saber por que isto ??
Você se alonga bem ??
Não, né ?!?!" - o cara além de médico é vidente.. rsssss

"Não precisa parar de correr não, pode continuar, apenas alongue bem, alongar bem é alongar com qualidade sempre, antes e depois de qualquer atividade como, nadar, correr, pedalar,... " - claro que além desta prescrição, também rolou uma o uso de uma pomada 4x ao dia no local e continuar realizando o fortalecimento muscular com muitas repetições e pouco peso.

Pronto... resolvido, tantas vezes sentindo incômodo e a solução era tão simples, fazer o que todo mundo fala.
Alongamento...
Muito Alongamento !!!

22 opções de alongamento - joelho, braço, coluna e outros

Abraços a todos e bons km's - agora sem dor... já começou a funcionar :-)

http://www.triathlonsemgluten.com/2008/08/alongamento-muito-alongamento.html

Cozinhando sem glúten - RECEITAS FÁCEIS.

are here: Cozinhando sem glúten - RECEITAS FÁCEIS.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Muitas receitas são originais tiradas da comunidade do Orkut VIVA SEM GLÚTEN / COZINHANDO SEM GLÚTEN, muitas são apenas de nossas coleções e algumas não foi possível identificar a autoria.  
Montei um material simples, fácil de imprimir e ter à mão em nossas cozinhas: bom proveito !
Raquel Benati - organização, edição e diagramação

Publicação - ACELBRA - RJ

Para baixar o livro, basta clicar na figura acima.

Viva de Forma Saudável !!!!
 
http://www.triathlonsemgluten.com/2012/09/cozinhando-sem-gluten-receitas-faceis_12.html

Mais um Livro de receitas Sem Glúten, agora do Mundo Verde



Quem tem sensibilidade e intolerância ao glúten, ou a doença celíaca, encontra uma gama de produtos bem grande à disposição atualmente.  
Não só existem mais opções como os produtos são mais saborosos.  
É possível encontrar pães, torradas, cookies, bolos, pães de mel, brownies, barras de cereal, granolas além de macarrão, massa de lasanha, pizza e panqueca.

Então, para ajudar ainda mais, o Mundo Verde juntou alguns destes ingredientes e preparou um E-book recheado de receitas sem glúten para você deixar sua vida ainda mais saborosa!
Mundo Verde

Para baixar o livro, basta clicar na figura acima.

Viva de Forma Saudável !!!!
http://www.triathlonsemgluten.com/2012/09/mais-um-livro-de-receitas-sem-gluten.html
 

GLÚTEN - o que você precisa saber

 

 

 
Glúten.
Este é o novo vilão que deve ser banido do cardápio em nome da saúde e da boa forma.
 
Há tempos que médicos e nutricionistas sabem que o glúten, uma substância encontrada no trigo, no centeio, na cevada e na aveia - A GLIACINA -transforma-se numa espécie de cola ao chegar no intestino e gruda nas paredes intestinais, provocando, aos poucos, saturação do aparelho digestivo, o aumento da gordura visceral (na região do abdômen), dores articulares, alergias cutâneas, enxaqueca e depressão.
 
O perigo se agravou devido ao consumo excessivo de pães, biscoitos, macarrão, bolos.
Até alguns queijos e embutidos contêm o agora maldito glúten.
Os resultados já aparecem nos consultórios de nutrólogos, alergistas e nu­tricionistas: obesidade, síndrome de resistênc ia à insulina, deficiência de cálcio (o trigo vem sempre adicionado de açúcar), alergias, diarréias, doenças auto-imunes.

O nutrólogo João Curvo diz que, para os chineses, o excesso de glúten no organismo é sinal de má higiene interna: o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.

A pediatra e nutróloga Clara Brandão, do Mi­nistério da Saúde, premiada por suas alter­nativas para a mesa brasileira, defende o que chama de nossa "soberania alimentar": mandioca, milho e arroz no lugar do trigo im­portado, que faz tanto mal.
E, se abolir o glúten ajuda a emagrecer, a "dieta sem glúten" virou febre nas academias.
Agora, pães de aipim e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja são as novas "delícias" dos supermercados.

GRAÇAS AO SÚBITO DESEJO DA FILHA LOUISE DE EMAGRECER, a família de César Hasky, dono do restaurante japonês Ten Kai, em Ipanema, descobriu as maravilhas da vida sem glúten.
A mãe, Rina, ao levar a filha ao nutricionista Leonardo Haus também adotou a reeducação alimentar que consiste em evitar saturação do metabolismo provocada pelo excesso de glúten no intestino.
A surpresa veio quando mãe e filha começaram facilmente a emagrecer e até César, que não estava de dieta, adotou os pães de aipim, de abóbora e de cenoura, encomendados na rede Mundo Verde ou no restaurante Celeiro:

- A barriga vai sumindo, você fica mais leve.
Eu não imaginava que o glúten fizesse tanto mal.
E você vive muito bem sem o trigo.
Pode comer pães e bolos gostosos sem glúten de manhã ou à tarde, sem sofrimento algum - diz Rina.

O nutricionista Leonardo Haus recomenda um período de três meses de dessensibilização ao glúten, no qual não se pode comer trigo, centeio, cevada ou aveia, os quatro cereais que contêm a substância.
Depois, segundo ele, é possível comer esporadicamente sem risco de danos:

- Essa é a idéia da reeducação alimentar.
Você pode comer um pãozinho, mas o excesso pode alterar todo o seu metabolismo, baixar a imunidade do organismo e levar a doenças.
Mas é bom lembrar que nem todo obeso tem essa intolerância alimentar.
 
Intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria.  
 
 
A guerra contra o pão e o macarrão já começou também na escolinha de vôlei das jogadoras Sandra e Elaine, no Leblon.
Atletas do ranking brasileiro de vôlei de praia, elas proíbem as alunas que querem emagrecer de comer pão depois das 17h.
As atletas aprenderam com seus médicos que, no entardecer, o metabolismo vai ficando na­turalmente mais lento e a digestão daquele trigo ficará ainda mais difícil.
O pãozinho terá muito mais chances de virar gordura - e abdominal!

- Não proibimos o pão, mas, se puderem evitar, principalmente à noite, é melhor.
Isso não significa que não podemos comer um macarrão depois de um treino.
Pode, mas não toda hora.
O excesso não é metabolizado e vira gordura - explica Sandra.

- Eu, às vezes, não resisto.
Vou à padaria Rio - Lisboa e como três pães franceses quentinhos de uma vez.
E com muita manteiga!
Mas só de vez em quando e escondido de meu técnico.
No dia a dia, evito o pão e me sinto mais leve e bem disposta.
O ideal é comer sempre frutas e saladas - diz Elaine.

Se banir o pão foi secando a barriga das mulheres, a nova onda chegou instantaneamente às academias de ginástica.
A academia Velox, por exemplo, oferece saladas que há muito tempo fazem parte dos lanches dos atletas.

Leves, nutritivas e de baixa caloria.
As redes Body Tech e Pró-Forma também seguem o exemplo.
É um incontrolável efeito dominó.
Se uma mulher seca abolindo o glúten, centenas de outras vão fazer o mesmo para secar também.

E não faltam receitas sem glúten.

A quituteira anúglúten gaúcha Paula Santos oferece dezenas no site www.riosemgluten.com.
 
Um dos segredos da nova dieta é não desanimar diante de um pão de aipim com a consistência de uma pedra portuguesa.
Há bons fabricantes de produtos sem glúten e outros nem tanto.
Leonardo Haus indica os pães sem glúten produzidos em Santa Catarina, vendidos na rede Mundo Verde e no restaurante Fontes, em Ipanema, ou ainda os de fabricação própria do restaurante Celeiro, no Leblon.
Os novos alimentos sem glúten já estão nas prateleiras dos supermercados: macarrão de arroz, cookies d e soja, bolos de cenoura.

Para a clínica Eliana Correa, com pós-graduação em medicina ortomolecular, depois do período de dessensibilização, pode-se até comer glúten de vez em quando, mas, segundo ela, a pessoa se sente tão bem que passar a evitar o alimento, como ela própria e suas três filhas:

- Quem sofreu a vida inteira com enxaqueca por causa de intolerância ao glúten não vai querer mais comer o alimento porque sabe que voltará a se sentir mal.

Aí vem a pergunta clássica:
Mas eu vou comer o quê?
Eu, por exemplo, como batata-doce no café da manhã.
Pode-se comer aipim, tapioca, pães sem glúten.
A variedade é imensa e os benefícios, ainda maiores.
Eu, que brigava tanto com o leite e seus efeitos alérgicos, descobri que o glúten é muito pior.
Eliana faz em seus pacientes exames de sangue que detectam alergias que não causam efeito imediato, mas vão minando o metabolismo e são chamadas por isso de alergias retardadas.
 
O sangue colhido dos pacientes é enviado para laboratórios nos Estados Unidos, que dosam intolerância a 96 alimentos.
O exame custa R$ 900. No Brasil, só há exames para 37 alimentos que causam apenas alergias imediatas (quando o paciente passa mal imediatamente).

Um alimento normal leva 18 horas da mastigação até ser eliminado pelo reto.

O glúten leva 26 horas.
O excesso vai retendo cada vez mais toxinas no organismo e promovendo a disbiose, que é a alteração da flora normal, com fermentação, retenção de líquidos.
É o começo de uma série de doenças articulares, auto-imunes e até depressão.

GOSTOSO E IRRESISTÍVEL, O PÃO FRANCÊS QUENTINHO com a manteiga derretendo pode ser maldito para quem não quer engordar.

Mas proibido mesmo, só para portadores da doença celíaca, uma intolerância de origem genética ao glúten que provoca distúrbios gastrintestinais, diarréias violentas e até morte.
 
No Brasil, em estimativas imprecisas, a doença atinge um em cada 300 brasileiros. Uma delas é Ane Benati, de 39 anos, que, entre os sete irmãos, tem outros três e uma sobrinha celíacos.

Ela viu suas irmãs gêmeas definharem por 20 anos em busca de um diagnóstico e, há dez anos, uma delas, Raquel Benati, quase morreu com 39 quilos para o seu 1,70m, quando enfim descobriu que era celíaca.

- Foi só tirar o glúten e minha irmã parecia que tinha tomado fermento.
Engordou e ficou boa rapidamente.
Pensei que ela ia morrer.
 
Fiz logo o exame e vi que eu também era celíaca, embora não tivesse ainda sintomas graves.
Porque antes de acabar com o intestino, a doença pode provocar baixa metabólica, diabetes, hipertireoidismo e até epilepsia - diz ela, que, por conta da doença, sugere pratos deliciosos sem glúten para o cardápio do restaurante Cais do Oriente, do namorado Markos Resende, no Centro.

- Ultimamente como lá uma lasanha de vegetais feita com folhas e palmitos naturais no lugar da massa e atum grelhado - diz Ane.
Hoje "curada" ao banir o glúten da dieta, Raquel é presidente da seção Rio da Associação dos Celíacos do Brasil e diz que o diagnóstico ainda é um problema:

- A medicina ainda desconhece essa doença.
Estima-se hoje que no Rio haja 35 mil celíacos, mas só mil com diagnóstico.
Os outros 25 mil estão passando mal pelos hospitais, nas filas das gastrites, das diarréias crônicas, das enxaquecas, das dores articulares sem cura.
 
Eu penei 20 anos até descobrir a doença, mas o médico da Associação de Celíacos, o gastropediatra José César Junqueira, alerta que uma simples gastrite já é indicação para os exames que detectam a doença.

Excesso de glúten gera intolerância também em pessoas normais,
Os exames de sangue de detectam a doença celíaca são os de antitransglutaminase e antiendomísio, mas, segundo Raquel, ainda não estão incluídos no Sistema único de Saúde (SUS), tampouco são aceitos por alguns planos de saúde.
Na Europa, onde a doença celíaca tem uma incidência maior devido ao alto consumo de trigo, há uma infinidade de alimentos sem glúten, mas no Brasil os produtos sem glúten só agora começam a aparecer.

- O mercado está crescendo porque as pessoas normais também estão com intolerância devido ao excesso do consumo de trigo.

Se o glúten é proibido para os celíacos, os normais não precisam ser tão ortodoxos. É possível comer um pãozinho, duas ou três vezes por mês e não sentir mal-estar algum, segundo o nutrólogo João Curvo:

- Os leigos que se observam percebem a relação entre o excesso de trigo e o aumento do volume abdominal, excesso de gases, dores articulares, dores de cabeça e peso nos pés.
Quando ocorre a saturação de glúten no intestino, a absorção dos nutrientes piora e a pessoa começa a apresentar queixas.
Essa intolerância vai minando o sistema imunológico e vão surgindo as alergias cutâneas, a psoríase e as artrites.
Tudo depende da quantidade do consumo.

Teresa Sá, por exemplo, mulher do estilista Tufi Duek, da Fórum, não é celíaca, mas teve um problema vascular, que, depois de muitos exames, descobriu que era intolerância ao trigo:
 - Eu como massa, mas tenho consciência que depois tenho que fazer um processo de desintoxicação, sem comer glúten durante quatro ou cinco dias.

Para a pediatra e nutróloga Clara Brandão, do Ministério da Saúde, a mudança dos hábitos alimentares dos brasileiros nos últimos anos, com a troca de alimentos saudáveis e orgânicos nacionais como a mandioca, o milho e o inhame pela farinha de trigo refinada importada, porém, já começa a causar doenças também em pessoas não celíacas.
 
Ela lembra que 80% dos brasileiros vivem nas periferias urbanas comendo pão com margarina e macarrão.
Os de maior poder aquisitivo adicionam o queijo, o salame e o presunto, que, segundo ela, contêm aditivos químicos que comprometem a saúde:

- Nós temos que reforçar nossa soberania alimentar.
Nós comíamos o fubá, a tapioca, o milho, muito mais nutritivos que o trigo, importado e nocivo.
Temos estoques reguladores de arroz lotados, mas a merenda escolar leva trigo todos os dias.
Está havendo uma saturação do metabolismo da população em geral devido a uma alimentação equivocada.
 
Esta tendência à intolerância alimentar e às doenças subseqüentes, segundo Clara Brandão, começam no primeiro ano de vida, quando a criança começa a comer pão, biscoito e macarrão:

- Uma criança de 7 ou 8 anos já sabe fazer sozinha o miojo, que já vem com um veneno no saquinho para o molho.
Aquilo tem glutamato de soja, que altera a química cerebral e é uma substância tóxica.
Fora isso, hoje ninguém mais janta, come um sanduíche.
Se temos um alimento orgânico, como a mandioca, muito mais nutritivo e mais barato que o trigo, e que fixa o produtor na terra, o que estamos esperando para mudar essa situação? 
O profissional de marketing Fábio Quinei, de 26 anos, já começou há um mês a banir o glúten, cortando o pão e o macarrão para ganhar mais disposição e malhar mais.
Ele e Larissa Munck, ambos alunos da academia Velox, no Humaitá, trocaram o pão pela salada e pelas frutas:

- O glúten prejudica a absorção dos nutrientes e, em um mês de dieta, dá para notar uma boa secada.
Há também um corte no açúcar porque os doces contêm glúten.
Isso é o pior, porque adoro doces.
Mas troquei doces por frutas! _.___


Por Márcia Cezimbra

Vivendo sem o Gluten.


*** MATERIA RETIRADA DO SITE DA POWER BAR ***

*** TODOS OS CRÉDITOS PARA O Alex M. McDonald, MD ***


"O que é glúten?

O glúten é composto por duas proteínas gliadina e gluteninas, que são

encontradas no endosperma dos grãos, como trigo, centeio e cevada.

O glúten é a proteína que nutre o trigo durante a germinação da semente

à planta.

As proteínas armazenadas de milho e arroz são chamados às vezes glúten,

mas estas não contenham gluteninas.

O verdadeiro glúten - gliadina e glutenina - é limitada a alguns membros

da família das gramíneas.

A aveia é naturalmente isento de glúten, mas muitos produtos de aveia

contém glúten, devido à contaminação cruzada decorrente de práticas

agrícolas, como rotação de culturas, uso comum ou partilhado de

contentores utilizados para o silo e transporte de grãos a partir de

campos de instalações para a embalagem de alimentos, etc .

Como resultado, muitas pessoas com uma dieta livre de glúten

podem consumir aveia apenas de fontes que mantém a um mínimo

absoluto a contaminação cruzada com glúten.

Há um pequeno sub-grupo de pessoas sensível ao glúten - estimado

em menos de 1% das pessoas com doença celíaca - que também são

sensíveis à aveia.

A aveia contém um tipo de prolaminas conhecido como "avenina"

(semelhante em estrutura aos prolaminas "gliadina" encontrada no

trigo), que tem sido associada com efeitos adversos na saúde de

pessoas com doença celíaca.

As gluteninas na farinha de trigo massa dá a sua elasticidade, permite

a fermentação, e contribui para a mastigabilidade de produtos assados.

O trigo supre uma grande porcentagem da alimentação mundial no

consumo de proteína.

Alguns produtos são ainda enriquecidos com glúten para fornecer

mais proteínas.

Foi descoberto que a gliadina desempenha um papel na proteção da semente

de trigo a ser digerida por insetos ou animais antes que a semente possa

germinar.

Alguns estudos têm mostrado que a gliadina inibe certas enzimas digestivas

em insetos e provoca doença intestinal em roedores muito jovem.

Portanto, a pesquisa sugere que trigo pode ter uma tendência natural para

causar problemas gastrointestinais em humanos, também.

Uma das conclusões dos estudos sobre o assunto é que a sensibilidade ao

glúten também pode ser ligado a outras doenças físicas.

O aumento dos diagnósticos de sensibilidade ao glúten, especialmente em

adultos, podem refletir a convergência de muitos elementos, incluindo uma

melhor conscientização e detecção da doença, a prevalência de trigo na dieta

ocidental e uma população em envelhecimento que podem ser mais suscetíveis

 aos distúrbios metabólicos.

Enteropoatia Sensível ao glúten (ESG) - Doença Celíaca

A enteropatia sensível ao glúten (ESG), também conhecida como doença

celíaca ou doença celíaca, afeta 1 em cada 3.000 pessoas nos EUA.

Muitos na comunidade médica acreditam que esta condição não foi

diagnosticada, pois 1% estimado dos americanos (1 em 100 pessoas)

podem ter Doença Celíaca, mas não estão conscientes de sua condição.

O ESG apresenta um amplo espectro de reações, desde completamente

assintomático até os extremamente sintomáticos.

A patologia por trás da série de diagnósticos da Doença Celiaca é a mesma,

mas a apresentação dos sintomas depende da reação de cada indivíduo e

da resposta ao glúten.

A Doença Celíaca se manifesta quando o sistema imune do corpo

identifica gliadina (uma das proteínas do glúten) como um invasor e

monta uma resposta

inflamatória imune.

Essa resposta imune provoca danos à mucosa intestinal (mucosa do intestino)

e resulta em má absorção e da incapacidade de digerir todos os nutrientes

dos alimentos, não apenas glúten.

Pacientes com doença celíaca, com nível mais grave da Doença Celíaca,

podem ter diarréia crônica, fadiga, anemia e perda de peso inexplicável;

lactentes e crianças podem não ganhar peso ou crescer adequadamente.

No entanto, alguns pacientes com sintomas leves (doença celíaca atípicas)

ou nenhum sintoma (doença celíaca silenciosa), a doença celíaca acaba

sendo subestimada e subdiagnosticada.

A Doença Celíaca pode apresentar uma variedade de sintomas, ou nenhum,

mas os casos mais graves da doença celíaca podem incluir uma ou mais

das seguintes características:

Diarréia crônica

·  Esteatorréia (excesso de gordura nas fezes)

·  Inchaço abdominal ou cãibras

·  Flatulência

·  A perda de peso

·  Fadiga

·  Anemia

·  Distúrbios hemorrágicos

·  Osteopenia

·  Raquitismo

A genética desempenha um papel importante na doença ESG ou celíaca.

A incidência de ESG em familiares de pacientes diagnosticados com a doença é de 10%, significativamente maior que na população em geral.

No entanto, parece haver outros fatores em jogo.

Em estudos com gêmeos idênticos, quando um dos gêmeos tem a doença celíaca, o outro gêmeo tem apenas 75% de chance de ter a doença.

Isso indica um forte componente genético, mas não explica totalmente a causa da doença celíaca, fatores ambientais também podem estar em jogo.

O único tratamento eficaz para uma ESG de moderada a grave é uma dieta livre de glúten.

Depois de que glúten foi removido da dieta, a resposta inflamatória na parede do intestino diminui e retoma a função intestinal normal, geralmente dentro de alguns meses.

A maioria dos pacientes respondem muito bem e podem vir a ter uma vida perfeitamente normal.

Sensibilidade ao Glúten versus Enteropatia Sensível ao Glúten (ESG)

O termo "sensibilidade ao glúten" (SG), abrange uma ampla variedade de condições médicas em que o glúten provoca uma reação adversa.

Há geralmente uma causa mais específica subjacente para os sintomas, que devem ser investigados.

A ampla categoria de SG inclui todo o espectro de ESG, que engloba a categoria geral da alergia ao trigo, assim como a doença celíaca grave.

Assim como a doença celíaca, uma alergia a trigo irá desencadear a ativação do sistema imune, no entanto, ESG e uma alergia ao trigo produzem resultados bem diferentes:

- A alergia ao trigo irá resultar em sistêmica (corpo inteiro) anafilaxia,

- enquanto o ESG a longo prazo, resposta imune mais lento que eventualmente causa danos intestinais.

Um diagnóstico SG é apropriado quando o ESG é provável, com base em outras condições coexistentes, mas que não foi totalmente estabelecido.

O diagnóstico da SG pode também ser utilizado em situações ambíguas, quando outras condições podem estar presentes, ou quando o teste diagnóstico é negatiovo ou não pode ser realizada.

Contudo, o diagnóstico de "sensível ao glúten" não pode ser apropriada em todos os casos.

Desafios de uma dieta isenta de glúten

Seguir uma dieta livre de glúten significa desistir de pão, pizza, doces, massas, e muitos alimentos processados ​​e embalados.

Para um americano (e pq não brasileiro) que vive com esta condição de restrição ao glúten, é difícil de "viver" em um mundo cheio de trigo.

Para pessoas de outros países é mais fácil: a consciência de alergias trigo e da doença celíaca é mais difundido fora dos Estados Unidos e do Brasil.

"Você pode conseguir um Big Mac sem glúten em Helsínquia", de acordo com o Dr. Green. "Você pode pedir uma pizza sem glúten em qualquer lugar na Austrália."

Uma dieta sem glúten requer a eliminação de todas as formas de trigo, cevada e centeio e seus derivados, o que pode ser muito difícil. Comer fora pode ser um pesadelo para aqueles que tentam evitar o glúten.

Além de evitar o glúten, pode haver outros desafios associados com esta dieta.

Uma dieta sem glúten pode causar falta de certas vitaminas e minerais (principalmente vitaminas do complexo B, fibras e cálcio).

Como resultado, é importante certificar se estes nutrientes serão obtidos, e suplementar se necessário. Eduacação aliementar abrangente e o acompanhamento de uma nutricionista com experiência registrada é um elemento importante no êxito da gestão da doença celíaca e / ou uma dieta sem glúten.

Enquanto existe uma variedade de alimentos que são naturalmente isentos de glúten, como frutas e legumes frescos, carnes, aves, peixes e produtos lácteos; existem por outro lado, uma variedade de alimentos processados/embalados que podem ser preparados com ingredientes que contêm glúten. Para aderir a uma dieta isenta de glúten, deve tornar-se um adepto da leitura de rótulos e contactar os fabricantes de alimentos para obter mais informações sobre a origem dos ingredientes, torna-se necessário.

Também é importante estar ciente de que produtos rotulados como "livre de trigo" não são necessariamente livre de glúten.

Ter um dieta livre de glúten é uma dieta da moda emergente?

Considerando a dificuldade de ser verdadeiramente livre de glúten, é surpreendente ver o número de consumidores que optam por viver sem glúten, mesmo sem ter os sintomas ou diagnósticos de SG, ESG, ou alergia ao trigo.

Enquanto os especialistas estimam a prevalência de cerca de 1% da população, uma pesquisa recente estimou que 15-20 por cento dos consumidores querem produtos sem glúten.

Vários problemas existem com a auto-restrição sem diagnóstico, especialmente para os atletas.

Os produtos de grãos que forem excluídos nesta dieta também são excelentes fontes de hidratos de carbono, o principal combustível para os músculos.

Eles também fornecem nutrientes essenciais, como vitaminas do complexo B, fibras e ferro.

Por ser muito restritiva na ingestão de alimentos, o atleta pode ficar aquém de obter calorias suficientes para suportar sua atividade, além do gasto adicional que tais produtos pode trazer no orçamento.

Se alguém resolve fazer um auto-tratamento sem procurar ajuda médica, pode realmente ter uma condição prejudicada, devido a falta do tratamento adequado.

Todos estes cenários podem impactar negativamente o desempenho atlético.

Sem glúten para a saúde e os esportes

Os atletas que aderir por qualquer motivo uma dieta sem glúten deve se preocupar com a obtenção de carboidrato suficiente em sua dieta para o abastecimento durante os períodos de treinamento rigoroso. Afinal, os carboidratos são essenciais para manter os níveis de energia durante o treinamento e acelerar a recuperação.

Consumir os carboidratos suficiente para atender às exigências atlética é possível com uma dieta livre de glúten.

Você pode escolher entre arroz, cereais sem glúten, pães, batata branca e doce, banana e outras frutas frescas, verduras e grãos sem glúten.

Farinhas sem glúten, como milho, arroz, araruta, batata e soja podem ser usados ​​para fazer pães e massas.

Tapioca, amaranto, quinoa e farelo de milho também são amidos aceitáveis para uma dieta livre de glúten.

É importante trabalhar com um nutricionista para desenvolver um plano de refeições e ajudar a identificar as fontes habituais de carboidratos e as devidas substituições sem glúten.

Isso irá assegurar que está recebendo uma nutrição adequada, bem como os hidratos de carbono suficiente para suportar o nível de atividade.

Além disso, alguns atletas notaram que ao evitar o glúten nos poucos dias que antecederam a uma prova ou um grande evento ajudou a diminuir o risco de um distúrbio gastrintestinal durante o evento. No entanto, tenha em mente que isto é baseado apenas em experiências individuais.

Devo retirar o glúten de minha dieta ?

Devido ao amplo espectro de sintomas que podem causar o ESG, é uma decisão muito individual a de aderir a uma dieta isenta de glúten.

É uma escolha que deve ser feita em consulta com um médico e / ou nutricionista.

Se suspeitar que você tem de ESG ou SG, testes adicionais feitos por um profissional de saúde pode ser usado para confirmar o diagnóstico.

É provável que você tenha a condição de que anticorpos específicos são detectados em um exame de sangue simples.

Uma pequena amostra de tecido do intestino delgado é utilizada para confirmar o diagnóstico.

Antes de ser testado, deve-se continuar uma dieta que inclui alimentos com glúten, como pães e massas.

Se uma pessoa pára de comer alimentos com glúten antes de serem testados, os resultados podem ser negativos para a doença celíaca mesmo se a doença estiver presente.

O Glúten: na mira

Com a consciência crescente da Enteropatia Sensível ao Glúten (ESG) e mais especificamente a "doença celíaca", o termo glúten se tornou um tópico quente.

Lojas de alimentos saudáveis ​​estão oferecendo mais e mais alternativas de produtos livres de glúten para quem não pode ou não quer consumir glúten.

Se uma pessoa suspeita que tem uma condição médica ou sintoma de alguma forma relacionada ao glúten, deve discutir as opções com seu médico e consultar um nutricionista antes de adotar um estilo de vida sem glúten.

No entanto, a menos que uma pessoa tenha sido diagnosticado com SG ou ESG, há pouca evidência científica para garantir que a remoção do glúten da dieta é mais saudável do que uma dieta convencional bem equilibrada em nutrientes."

Viva de Forma Saudável !!!!