sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Nuvens madrepérolas e de arco-íris em chamas

Nuvens madrepérolas sobre a Tierra del Fuego, extremo sul da América do Sul:
Em 24 de julho, cerca de uma hora depois do sol se por, Gerardo Connon, da cidade de Rio Grande em Tierra del Fuego, na Argentina, saiu para fora de casa (apesar do frio do inverno) e assistiu a uma rara demonstração no hemisfério sul de nuvens nacaradas (nuvens madrepérolas).
 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
http://www.spaceweather.com/
Essas nuvens, também conhecidas como “a mãe das nuvens madrepérola-nacaradas,” se formam na estratosfera, muito acima da esfera habitual do clima.
 
A aparição colorida das nuvens madrepérolas estava tão brilhante como as luzes das ruas da cidade, conforme visto na foto mais abaixo:
 
 
 
 
Elas raramente são visíveis, mas quando o são, os relatórios de avistamentos costumam vir de lugares bem ao norte, em altas latitudes ao norte do nosso planeta.
Esta aparição de nuvens madrepérola na Tierra del Fuego, no extremo sul da América do Sul foi muito incomum, de fato.
 
 
O especialista em ótica atmosférica Les Cowley explica as condições especiais necessárias para a criação de uma tal nuvem:
Tome um frio excepcionalmente baixo na estratosfera (de 15 a 25 km de altitude), usando algumas ondas gravitacionais geradas por ventos fortes e tempestades na troposfera a mexer com algum vapor de água, e – voilà, você terá essas nuvens feitas de cristais de gelo minúsculos e brilhantes depois do sol se por apresentando cores brilhantes e iridescentes em uma visão inesquecível“.
apresentando cores brilhantes e iridescentes em uma visão inesquecível“.
 
 
Eu nunca tinha visto nuvens madrepérolas coloridas tão grande, nacaradas, mutantes! Para a foto mais escura eu utilizei de um óculos de sol como um filtro. Eu corrigi algumas sombras e luzes um pouco no Photoshop, tentando recriar o que eu realmente vi na realidade, mas as belas cores nas nuvens não foram melhoradas. (Kalinka Irina Martín Iglesias ,
Tunhovdfjorden, Buskerud, Noruega, em 20 de janeiro de 2008)
“As condições muito especiais fazem das nuvens nacaradas (madrepérola) um fenômeno raro, de alta latitude.
Podem ser vistas na Escandinávia, Islândia e norte do Canadá, que são lugares favoritos para se vê-las.
Observações no hemisfério sul são ainda mais raras, porque há tão pouca terra distante o suficiente do polo Sul à exceção da Antártica “.
 
Fotógrafo flagra rara ‘nuvem de arco-íris em chamas nos EUA
 
http://www.dailymail.co.uk/
 
O fotógrafo Ken Rotberg flagrou no sul da Flórida (EUA) um fenômeno considerado raro:nuvem de arco-íris em chamas
 
Ken estava voltando de uma partida de tênis em Delray Beach quando avistou o fenômeno no céu, no anoitecer. As fotos foram publicadas pelo “Daily Mail”.
 
Fiquei maravilhado com o que eu testemunhava. Eu estava sozinho”, ele disse.
 
 
Na verdade, o arco não é um arco-íris e não tem nada a ver com chamas de fogo.
O que acontece é que em fins de tarde ensolarados, com nuvens baixas e densas entrando em ebulição, elas liberam camadas de ar úmido acima delas, que acabam se condensando e formando camadas de nuvens.
 Quando a formação se dá muito rapidamente, as gotas de água tendem a ter o mesmo tamanho, uma condição perfeita para as cores do arco-íris”, explicou ao jornal Les Cowley, especialista em óptica atmosférica.
 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
 
www.thoth3126.com.br

Pólo magnético da Terra está mudando de lugar

 

 

polo magnetico muda lugar
 
O Norte Magnético do nosso planeta está lentamente se movendo cerca de 60 km por ano em direção à Rússia — e nenhum cientista sabe explicar exatamente por que isso acontece.

Arnaud Chulliat, geofísico do Instituto de Física do Globo de Paris, afirma que existe uma misteriosa força magnética que está empurrando o Norte magnético para um novo local.

Segundo o pesquisador, a força vem do fluxo do centro ferro derretido que forma nosso planeta, de onde surge o campo magnético.

Enquanto isso, cientistas têm evidências de que o centro magnético do planeta se inverte a cada 300 mil anos (norte vira sul, sul vira norte).

O detalhe é que a última mudança ocorreu a cerca de 780 mil anos, o que pode significar que uma nova mudança é iminente.

Cientistas já descobriram que a força do campo magnético do planeta diminuiu muito nos últimos dois séculos – um fato que faz com que alguns especialistas acreditem que o campo poderia desaparecer completamente nos próximos mil anos.

Outros cientistas acreditam que isso se deve simplesmente a flutuações no campo.

Se a primeira teoria se concretizar, o processo terá conseqüências catastróficas sobre a civilização humana e à natureza.

Sem um campo magnético, nada nos protegerá das radiações que vêm do espaço, e o clima ficaria completamente maluco – e o sol queimaria todos os nossos serviços de navegação e de comunicação, além de fritar todos nós.

Além disso, milhares de espécies animais que migram ficariam completamente perdidas, o que afetaria várias cadeias alimentares em todo o mundo.

 [National Geographic]

http://hypescience.com

O campo magnético do sol está prestes a inverter

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Algo bem grande está prestes a acontecer no sol.

Segundo as medições de observatórios da Nasa, o vasto campo magnético do astro está prestes a virar.

“Parece que estamos a não a mais do que três ou 4 meses de distância de uma completa inversão de campo”, diz o físico solar Hoeksema Todd, da Universidade de Stanford.

“Esta mudança terá efeito cascata em todo o sistema solar”.

O sol muda a polaridade do campo magnético aproximadamente a cada 11 anos.

Acontece durante o pico de cada ciclo solar, quando o dínamo magnético interno do sol se reorganiza.

A reversão que está por vir marcará o ponto médio do ciclo solar de número 24.

Metade do “máximo solar” (quando o sol chegar ao ápice do seu ciclo) já terá acontecido, com ainda metade por vir.
Hoeksema é diretor do Observatório Solar Wilcox, de Stanford, um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos polares do sol.

Os polos são os anunciadores de uma mudança.

Assim como os cientistas observam as regiões polares aqui da Terra para perceber se há sinais de mudança climática no nosso planeta, os físicos solares fazer a mesma coisa com o sol.

Os magnetogramas em Wilcox tem feito o rastreamento do magnetismo polar do sol desde 1976 – e já registraram três grandes reversões, com a previsão de uma quarta para um futuro próximo.
O físico solar Phil Scherrer, também da Universidade de Stanford, descreve o que acontece: “Os campos magnéticos polares do sol enfraquecem até chegar a um nível zero.

Em seguida, surgem novamente com a polaridade oposta.

Esta é uma parte regular do ciclo solar”, explica.
A inversão do campo magnético do sol é, literalmente, um grande evento.

O domínio de influência magnética do sol (também conhecido como a “heliosfera”) se estende em bilhões de quilômetros além de Plutão.

As mudanças na polaridade, portanto, interferem em todo o nosso sistema solar, até as sondas Voyager, na porta do espaço interestelar.

Quando os cientistas falam sobre reversões de campo solares, a conversa muitas vezes gira em torno da “folha de corrente”.

A folha de corrente é uma superfície extensa projetada para fora do equador do sol, onde o campo magnético rotativo do sol lentamente induz uma corrente elétrica.

A força da corrente em si é pequena, apenas um décimo de bilionésimo de ampère por metro quadrado (0,0000000001 amps/m²), mas isso já é muito importante.

A corrente flui através de uma região de 10 mil km de espessura e milhares de quilômetros de largura. Eletricamente falando, toda a heliosfera está organizada em torno dessa enorme folha.
Durante a inversão de campo, a folha de corrente se torna muito ondulada.

Scherrer compara as ondulações com as costuras em uma bola de beisebol.

Como a Terra orbita o sol, nós mergulhamos dentro e fora da folha.

Estas transições de um lado para o outro podem provocar tempestades espaciais em torno do nosso planeta.

Os raios cósmicos também são afetados.

Eles são partículas de alta energia aceleradas quase à velocidade da luz por explosões de supernovas e outros eventos violentos na galáxia.

Os raios cósmicos são um perigo para os astronautas e as sondas espaciais, e alguns pesquisadores dizem que eles podem até afetar a nebulosidade e o clima da Terra.

A folha de corrente age como uma barreira para os raios cósmicos, desviando-os quando eles tentam penetrar no interior do sistema solar.

Uma folha ondulada e meio crespa age melhor como um escudo contra essas partículas energéticas vindas do espaço profundo.

Com a aproximação da inversão de campo, os dados vindos de Wilcox mostram que os dois hemisférios do sol estão fora de sincronia.

“O polo norte do sol já mudou de sinal, enquanto o polo sul está correndo para recuperar o atraso”, diz Scherrer.

“Em breve, no entanto, ambos os polos estarão revertidos, e a segunda metade do máximo solar terá em andamento”.

Quando isso acontecer, Hoeksema e Scherrer compartilharão a notícia com seus colegas e com o público.

 [Phys.org]

Bruno Calzavara
http://hypescience.com/

Você conhece a dieta dos 17 dias?


A nova febre no mundo das dietas foi criada pelo médico Michael Moreno, da Califórnia, EUA, e promete fazer você emagrecer em apenas 17 dias.

A dieta tem três etapas, onde os que a seguem variam a quantidade de frutas, vegetais, proteínas e carboidratos que consomem para minimizar calorias.

Cada estágio dura 17 dias porque este é o tempo necessário para o corpo encarar o “estado” de dieta como um hábito cotidiano e o metabolismo desacelera, disse Moreno.

Contudo, outros “experts” em dieta discordam deste ciclo de 17 dias.

“Não há nada mágico em 17 dias”, disse o professor de psicologia e ciências nutricionais, David Levitsky, da Cornell University, de Nova Iorque, EUA.

“A mudança de peso para um paciente depende de sua taxa individual de perda de peso, de sua idade, tamanho do corpo.
Não existe apenas uma variável”.

Outros aspectos da dieta são mais tradicionais.

Por exemplo, as pessoas são encorajadas a substituir ingredientes pouco saudáveis por opções melhores.

O açúcar é substituído por frutas e a maionese é substituída por mostarda.

Outra mudança: não se come certas frutas ou alguns carboidratos depois das 14 horas, mas estimula-se a ingestão de iogurte e bolachas doces no café da manhã.

A dieta também exige uma caminhada de, pelo menos, 17 minutos todo dia.

“A escolha dos alimentos é fácil e a perda de peso me motivou a avançar para o próximo ciclo”, disse Rachel Wilcox, de 38 anos. “Perdi 16 quilos em quatro meses”.

Levitsky considera que a dieta ajuda as pessoas porque as estimula a comer melhor e se exercitar. Mas ele considera que a questão dos 17 dias não passa de truque.

Segundo ele, a regra de não comer certas frutas depois das 14 horas também não ajuda a perda de peso.

Ao contrário do que as pessoas acreditam, diz ele, a pesquisas mostram que o horário em que as pessoas comem não faz diferença, o que importa é a quantidade de calorias que estão consumindo.

“Várias dietas ao longo dos anos usavam o horário como chave, mas isto é só marketing.

Estas dicas acabam funcionando como efeito placebo.

As pessoas acabam se adaptando a essas regras no começo, mas depois largam mão com o tempo”, diz Levitsky.

 [LiveScience]

Letícia Resende
http://hypescience.com

Descoberta a chave do sucesso na dieta

Pessoas com excesso de peso que aderem à dietas de baixas calorias perdem peso se forem perseverantes – o “esquema” da dieta é menos importante do que a insistência.

Os participantes de uma pesquisa, que comparou quatro tipos de dieta diferentes, perderam a mesma quantidade de peso, mesmo que seus planos alimentares possuíssem diferentes combinações de gordura, proteínas e carboidratos.

“Na verdade, o que conta é a quantidade de comida que a pessoa ingere” declara o co-autor do estudo, Frank Sacks, nutricionista de Harvard.

O estudo também mostrou que a maioria dos participantes tem dificuldade em manter a perda de peso durante os dois anos em que foram analisados.

As recentes descobertas, no entanto, diferem de algumas pesquisas feitas no ano passado, em Israel.

Lá, os voluntários também foram submetidos a tipos diferentes de dieta, e uma delas se destacou: uma dieta com baixo número de carboidratos, que permite o consumo de mais calorias.

Os resultados foram uma grande perda de peso e o aumento do colesterol bom, o HDL.

Na nova pesquisa, Sacks e seus colegas pediram que os voluntários diminuíssem 570 calorias de seu consumo diário, não importando qual tipo de alimento eles priorizassem ou cortassem, de acordo com sua dieta.

No fim, foi descoberto que as variações das dietas não influíram muito na perda de peso.

A média de quilos perdidos por grupo não variou – de três quilos a quatro quilos.

As pessoas, em sua maioria, chegaram a perder seis quilos durante o período de estudo, mas recuperaram uma boa quantidade do peso pois não se mantinham “fiéis” à dieta – mostrando que a perda de peso só ocorre quando há determinação e perseverança.

[Science News]

http://hypescience.com/ 

Dieta saudável: Qual dieta faz emagrecer mais?

alimentos suadáveis


Uma pesquisa estudou quarto planos de dietas populares e descobriu que todos forneciam nutrientes suficientes e reduziram o consumo de calorias suficientemente para ajudar os participantes a perder peso. Portando todas poderiam ser consideradas dietas saudáveis.

A pesquisa publicada na revista científica Nutrition Journal olhou a dieta de Atkins, Vigilantes do Peso, shakes Slim Fast e o plano de dietas chamado Eat Yourself Slim.

Um problema que os cientistas detectaram foi que as pessoas sob as dietas não aumentavam a ingestão de frutas e vegetais suficientemente para tornar as suas dietas saudáveis de verdade ao observar os diários alimentares que os voluntários mantiveram por dois meses.

Aqueles que seguiam a dieta de Atkins (também conhecida como a dieta das proteínas) tinham níveis baixos de ferro e niacina, assim como baixas quantidades de ingestão de fibras.

Mas os pesquisadores afirmaram que esta dieta era saudável para uso em curtos períodos.

Porém este outro estudo mais criterioso, mais controlado e de longo prazo, que comparou a dieta de Atkins com a Dieta Mediterrânea e Dieta de Baixas Calorias, descobriu que a Dieta das proteínas não é apenas melhor para o colesterol, mas também emagrece mais.

Mas a pesquisa deste artigo mostrou que todas as dietas trazem uma perda de peso significativa em comparação com as pessoas que não mudaram seus hábitos alimentares durante o estudo, mas a diferença no emagrecimento entre as diferentes dietas não foram consideradas significativas.
A perda de peso de cada tipo de dieta foi:

  • Atkins: 5,17 kg
  • Vigilantes do Peso: 4,7 kg
  • Eat Yourself Slim: 4 kg
  • Shake Slim Fast: 3,67 kg
Apesar de a pesquisa ser baseada nos diários alimentares dos participantes, deste estudo recente descobriu que realizar um diário alimentar fotográfico é muito mais eficiente e confiável.

Segundo o estudo, o fato de fotografar as refeições faz os participantes refletirem sobre o que vão comer e se deveriam fazê-lo.

Muitas vezes eles mudavam de idéia e não ingeriam a comida por observar que ela não era saudável ou adequada, isso os encorajava a fazer escolhas mais saudáveis.


Compartilhar as fotos com outras pessoas também estimulava os participantes a se alimentarem melhor.

[Calorielab]


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Dieta de pouco carboidrato e intervalos pode ser a melhor opção


Em um novo estudo, uma dieta com baixa ingestão de carboidratos e intermitente mostrou-se mais efetiva do que uma dieta comum, de restrição de calorias.

Pesquisadores ingleses descobriram que dieta dos carboidratos dois dias por semana pode ser melhor do que as típicas dietas de restrição de calorias, usadas na prevenção de câncer de mama e outras doenças.
Perda de peso e redução dos níveis de insulina são exigidos na prevenção do câncer de mama, mas esses níveis são complicados de atingir e manter com dietas convencionais”, afirma Michelle Harvie, uma das pesquisadoras.

Harvie seus colegas compararam três dietas durante quatro meses, avaliando os efeitos na perda de peso e no risco de câncer de mama entre 115 mulheres com histórico familiar desse tipo de doença. Eles aplicaram aleatoriamente uma das dietas para cada participante.

Uma delas era de restrição de calorias, com pouca ingestão de carboidratos dois dias por semana; outra sem restrição de quantidade, desde que fossem alimentos com proteínas e gorduras saudáveis, como carnes brancas, azeite e castanhas, também por dois dias na semana; e uma comum, de restrição diária de calorias.

Os dados revelaram que ambas as deitas intermitentes (com intervalos de apenas dois dias) foram superiores à comum, tanto na redução do peso quanto de gordura e insulina.

A média de perda foi de 4 quilogramas nas primeiras, e 2,4 na segunda.

A resistência à insulina foi reduzida em 22% na primeira, 14% na segunda e 4% na terceira – a comum.

“É interessante que a dieta que apenas restringe carboidratos, mas permite proteína e gorduras, é tão efetiva quanto a de restrição calórica, com pouco carboidrato”, finaliza Harvie.

[ScienceDaily]

Bernardo Staut
http://hypescience.com/

 

4 razões surpreendentes pelas quais mulheres não conseguem perder peso

 Você já tentou de tudo – desde ir a academia até a Dieta do Abacaxi – e não conseguiu emagrecer?

Talvez você não conheça seu corpo tão bem!

Confira 4 razões pelas quais as mulheres não conseguem perder peso e saiba como contorná-las:


1) Tireóide inativa
 


A glândula tireóide produz hormônios que regulam o modo como o corpo usa a energia.
Uma tireóide hipoativa (hipotireoidismo) perturba o seu metabolismo, assim como muitos outros aspectos de sua saúde.
Alguns estimam que até 10% dos adultos têm hipotireoidismo, que é mais comum em mulheres e é mais frequentemente diagnosticada entre os 40 e 50 anos.

Será que eu tenho?
Além do ganho de peso ou incapacidade de perder peso, os sintomas incluem fadiga, perda de cabelo, pele seca, dores articulares e fraqueza muscular, aumento da sensibilidade ao frio, e até mesmo depressão.
Muitas pessoas com hipotireoidismo de baixo grau apenas se sentem desligados, sem sinais de estarem realmente doentes.

Como fazer o teste:
Há testes que revelam seu TSH (hormônio estimulante da tireóide).
Em geral, quanto maior seu nível de TSH, mais lenta é a sua tireóide.
Os valores “normais” estão entre 0,45 e 4,5, e se o nível for superior a 2, você pode lutar para perder peso.
Seu médico também pode querer verificar os seus níveis de T-3 e T-4, os dois principais hormônios da tireóide.

Como é tratada:
Há remédios que o seu médico pode prescrever.


2) Ovário policístico


Uma em cada dez mulheres em idade fértil tem a síndrome dos ovários policísticos, uma condição na qual os ovários da mulher produzem um excesso de hormônios masculinos.
Além de causar problemas de ovulação e infertilidade, a doença pode ir de mãos dadas com a resistência à insulina, uma falha no modo como o corpo processa o açúcar do sangue, que é frequentemente associada com o armazenamento de gordura em excesso, especialmente em torno da cintura.
Se a resistência à insulina não for tratada, pode levar a diabetes tipo 2.

Será que eu tenho?
Sim, se você tiver períodos de menstruação irregulares, acne facial e pêlo em excesso no corpo, calvície de padrão masculino e problemas para engravidar, juntamente com o ganho de peso inexplicável (embora nem todas tenham problemas de peso).

Como fazer o teste:
Seu médico ginecologista pode testar seus níveis de hormônios sexuais para ver um desequilíbrio de testosterona, progesterona e estrogênio.
Também pode testar o seu açúcar no sangue e os níveis de insulina ou realizar uma ecografia para verificar se há cistos em seus ovários.

Como é tratada:
Mudanças no estilo de vida são geralmente o primeiro passo.
Se você já come em uma dieta saudável e faz exercícios regularmente, pode ter que tentar outra coisa pra ver como saem os resultados.
Se você tiver resistência à insulina, também vai querer cortar carboidratos refinados e açúcares adicionados.
Se você fez essas alterações e ainda não percebeu diferença, o médico pode prescrever um remédio usado para tratar a resistência à insulina, bem como auxiliar na ovulação (se você estiver tentando engravidar).

3) Alergia a alimentos


A maioria das pessoas sabe se é alérgico a determinados alimentos como frutas ou marisco, mas muitos não estão cientes de suas intolerâncias alimentares.
Uma verdadeira alergia alimentar acontece quando o sistema imunológico identifica erroneamente um alimento como nocivo e monta uma resposta imediata. Intolerâncias alimentares podem ter uma variedade de causas, incluindo a falta de uma certa enzima digestiva (como intolerância à lactose) ou sensibilidade aos aditivos alimentares, e tendem a se manifestar com o tempo.
Comer um alimento “problema” – os mais comuns são laticínios, glúten, ovos, soja, milho e nozes – pode levar ao inchaço e ganho de peso de água, entre outros sintomas.
Especialistas estimam que as intolerâncias alimentares afetam mais de uma em cada dez pessoas.

Será que eu tenho?
Sim, se você tiver regularmente inchaço, gases, diarréia e constipação, assim como sintomas aparentemente não relacionados, como asma leve, eczema, dores de cabeça, dores musculares e articulares e fadiga.

Como fazer o teste:

Um gastroenterologista pode ajudar a diagnosticar o problema, mas você pode começar a descobrir por si mesmo através de uma dieta de eliminação.
Comece a remoção do glúten e laticínios (estes são os maiores culpados) de sua dieta por 2 a 3 semanas.
Se você não notar uma diferença, elimine também ovos, milho, soja e nozes, e considere aditivos como corantes e conservantes alimentares.
Depois de algumas semanas, lentamente reintroduza os possíveis culpados a sua dieta, anotando todas as reações.

Como é tratada:
Se a reação for grave, você precisa cortar o alimento agressor de sua dieta.
Para reações leves, tente um suplemento diário de probióticos, que restaura as boas bactérias no seu intestino necessárias para a digestão e pode ajudar a prevenir o inchaço e ganho de peso.
Médicos recomendam suplementos com pelo menos 10 bilhões de bactérias vivas por pílula.

4) Remédios que engordam


O ganho de peso pode ser um efeito colateral indesejável de alguns medicamentos, incluindo antidepressivos, esteróides, e, mais raramente, pílulas anticoncepcionais (devido a um aumento temporário de retenção de água).

Será que está acontecendo comigo?
Você pode perceber o ganho de peso dentro de poucas semanas que começou a tomar um novo medicamento, embora possa demorar vários meses antes de ver algum efeito.

Como fazer o teste:

Nenhum teste especial é necessário, você sabe se está ganhando peso.

Como é tratado:
Converse com seu médico, que poderá prescrever uma alternativa.
No caso dos anti-depressivos, a bupropiona foi identificada como a que causa menor ganho de peso e possivelmente até mesmo leva à perda de peso.
Com pílulas anticoncepcionais, a mudança para uma versão com menor dose de hormônios pode minimizar o ganho de peso.
Mas lembre-se tratar a condição pela qual você está tomando a droga como sua maior prioridade; você nunca deve parar de tomar um medicamento por conta própria.

[CNN]

Natasha Romanzoti

http://hypescience.com/

Dieta: 10 Erros cometidos pelas mulheres


 


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Nós já mostramos os erros dos homens, mas as mulheres também cometem deslizes durante a dieta. Os erros dos homens e das mulheres são bem diferentes – e elas fazem muito mais que eles.
Confira aqui os dez maiores erros:

1. Eliminar ou restringir carboidratos:
Os carboidratos são a forma preferida de energia pelo corpo, pois eles podem ser convertidos rapidamente em glicose.
Pequenas refeições que incluam proteínas e carboidratos vão diminuir a velocidade com que seu corpo absorve os carboidratos, e resultará em energia mais duradoura.

2. Restrição de calorias:
Embora seja necessário diminuir as calorias para perder peso, não é bom reduzir o seu consumo de comida tanto que seu corpo passe fome.
Isso diminui o seu metabolismo e dificulta a perda de peso.
Para perder aproximadamente meio quilo por semana, você só precisa reduzir o seu consumo calórico em 500 calorias por dia, ou queimar 250 calorias e ingerir 250 calorias a menos que o normal.

3. Comer pouco durante o dia:
O modo mais seguro e eficaz de melhorar o seu metabolismo e perder peso é comer cinco ou seis refeições pequenas a cada duas ou três horas.

4. Depender de remédios para perder peso:
Mulheres costumam buscar a gratificação imediata, e são levadas a consumir produtos que prometem perda de peso rápida.
O problema é que as pílulas não substituem uma dieta saudável e exercícios, além de serem prejudiciais ao corpo.

5. Não contar as calorias:
Como é possível saber se está comendo muito ou pouco se você não acompanha o que come?
Calcule suas necessidades diárias baseadas nos seus objetivos para saber se você está consumindo muito ou muito pouco.

6. Dormir pouco:
Estudos recentes mostram que não dormir pode aumentar a fome e afetar o metabolismo, de modo que a perda de peso se torna cada vez mais difícil.

7. Se exercitar pouco:
O jeito mais saudável de perder peso é com uma combinação de dieta e exercícios.
É recomendado que adultos se exercitem, por semana, durante duas horas e meia (no caso de exercícios de intensidade moderada) ou por uma hora e quinze minutos (no caso de atividades mais intensas).

8. Comer as coisas erradas:
Pare com os doces, lanchinhos gordurosos e comidas fritas, e vá cozinhar.
Procure receitas saudáveis e leves, que também podem ser deliciosas.

9. Se culpar:
Em vez de ficar se culpando depois de um escorregão na dieta, supere isso e volte à alimentação saudável.

10. Beber as calorias:
Não fique bebendo suas calorias cada vez que sentir fome: cafés, refrigerantes, milk-shakes e coisas do tipo não alimentam, e têm muitas calorias.
Na próxima vez que se sentir tentada a beber suas calorias, coma uma pequena refeição que combine carboidratos e proteínas.

http://hypescience.com/
 

Qual o tamanho de Deus?

Um garoto perguntou ao pai:
"Qual o tamanho de Deus?"
Então ao olhar para o céu o pai avistou um avião e perguntou ao filho:
"Que tamanho tem aquele avião?"
O menino disse:
"Pequeno, quase não dá para ver."
Então o pai o levou a um aeroporto e ao chegar próximo de um avião perguntou:
"E agora, qual o tamanho desse?"
O menino respondeu:
"Nossa pai, esse é enorme!"
O pai então disse:
"Assim é Deus:
o tamanho vai depender da distância que você estiver Dele.
Quanto mais perto você está Dele, maior Ele será na sua vida!"

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Qnexa: Novo remédio para emagrecer ajuda a perder peso e mantê-lo por 2 anos

  


Um novo estudo está testando um novo remédio para emagrecer que parece ajudar algumas pessoas obesas a perder peso, e a se manter assim por dois anos.

A droga, que se for vendida comercialmente será com o nome de Qnexa, é uma combinação de fentermina, que acaba com o apetite, e topiramato, uma droga anticonvulsiva.

Até agora, a droga não estava pendendo para aprovação.

No ano passado, a Administração de Drogas e Alimentos americana (FDA) rejeitou o Qnexa, citando preocupações de segurança – incluindo ritmo cardíaco elevado em alguns usuários e potencial para defeitos de nascimento, se mulheres grávidas usassem a droga.

No mês passado, a FDA aceitou um novo pedido do maior fabricante de Qnexa, Vivus, que está buscando a aprovação do medicamento para comercialização com um aviso que não deve ser usado por mulheres em idade fértil.

O novo estudo é uma extensão de um teste clínico anterior.

Este descobriu que Qnexa, junto com mudanças de estilo de vida, ajuda adultos obesos a perderem mais peso ao longo de um ano do que se tomassem apenas placebo.

O estudo atual sugere que o benefício tem a duração de dois anos, em comparação com um declínio de 2% entre 227 pessoas que receberam um placebo.

Os usuários de Qnexa também mostram um declínio em problemas de saúde relacionados à obesidade.

Em média, o açúcar no sangue e os níveis de insulina dos participantes diminuíram, e eles ficaram menos propensos a desenvolver diabetes.

Quase 4% do grupo do placebo desenvolveram diabetes por ano.

Em comparação, pouco menos de 2% das pessoas com uma dose menor de Qnexa desenvolveram diabetes por ano, e 1% das pessoas em uma dose mais elevada.

Porém, não é certeza que a droga um dia será aprovada.

Qnexa e outros dois medicamentos de perda de peso foram rejeitados pela FDA no ano passado devido a preocupações de segurançal.

As três empresas, porém, ainda estão trabalhando em resposta às preocupações da FDA para tentar ganhar a aprovação.

Empresas farmacêuticas têm lutado por anos para desenvolver remédios para emagrecer eficazes e seguros, depois de várias outras serem retiradas do mercado por efeitos colaterais perigosos.

No último estudo, os efeitos colaterais mais comuns de Qnexa foram infecções respiratórias, constipação, boca seca e sensação de formigamento.

Depois de dois anos, 3% dos usuários de placebo e cerca de 4,5% dos usuários Qnexa abandonaram o estudo devido a efeitos colaterais. [MSN]

Natasha Romanzoti
http://hypescience.com/
 

6 regras para perder peso mais rápido


Seu corpo é como uma máquina que precisa de combustível para funcionar – e esse combustível é comida.

Você já deve ter ouvido essa história em várias aulas de ciência durante o ensino fundamental, mas é a mais pura verdade.

Isso explica porque algumas pessoas sentem fome quando começam a malhar. Mesmo assim, não adianta muito tentar perder peso com o estômago roncando.

Nossa dieta normalmente é composta de carboidratos refinados (massa) e açúcar (refrigerantes e doces). Esses carboidratos não têm fibra, encontrada, normalmente, em carboidratos complexos (grãos integrais, frutas e vegetais) e, por conseqüência, seu corpo os absorve muito rápido, aumentando a sensação de fome.

Para conseguir emagrecer mais rápido confira essas seis dicas preparadas por especialistas:

1. Fibra:
coma pelo menos 30 gramas de fibras por dia (elas podem ser encontradas em grãos integrais, frutas e vegetais).
A fibra te deixa satisfeito por mais tempo, porque não é absorvida tão rapidamente pelo corpo, o que é ótimo quando você está tentando perder peso.
Um estudo da Universidade de Birgham demonstrou que quem come mais fibras perde bem mais peso.
Os pesquisadores suspeitam que a fibra aumenta a quantidade de peso perdida durante o tempo.

2. Cálcio e Vitamina D:
sirva-se de alimentos ricos em cálcio e vitamina D pelo menos três vezes ao dia.
Eles podem ser encontrados, principalmente, no leite.
Além de fortalecer seu corpo e seus ossos, a Vitamina D também tem um papel importante na redução de peso – pelo menos é o que indica um estudo da Universidade John Hopkins.
Estudantes foram analisados e aqueles que comiam mais produtos derivados de leite tinham uma redução de peso mais significativa.

3. Gorduras boas:
não é toda gordura que se acumula em volta de sua barriga formando pneuzinhos. Gorduras boas são ácidos monosaturados e ômega 3, que podem ser encontrados em castanhas, azeite, peixe e no abacate.
Um estudo recente publicado no periódico “Apetite” mostra que além de fazer bem para o coração, essas substâncias também te deixam satisfeito por mais tempo.

4. Proteína:
tente comer três porções por dia de proteína magra (peixe, peito de frango e peru, por exemplo). Além de ser um nutriente essencial, a proteína também faz com que você se sinta saciado – e é ótimo não sentir vontade de atacar um pacote de biscoitos quando você está tentando perder peso.

5. Água:
estudos de Stanford sugerem que a água pode fazer com que você perca peso de duas formas.
Primeiro: beber quatro copos de água por dia podem fazer com que você perca cerca de três quilos por ano.
De acordo com os especialistas, mais água ajuda a queimar mais calorias.
Segundo: substituir bebidas açucaradas (refrigerantes) por água é uma opção mais saudável e magra.

6. Chá verde:
além de beber água, tome umas três xícaras de chá verde todos os dias.
Ele possui uma substância antioxidante que ajuda a derreter as gordurinhas – especialmente as localizadas na barriga.
Se você não pode beber chá por causa da cafeína, também existe o chá verde descafeinado, encontrado em lojas especializadas.

[MSNBC]

Luciana Galastri

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Dieta de poucos carboidratos aumenta o “colesterol bom”

Segundo uma nova pesquisa, a longo prazo, uma dieta de carboidrato funciona tão bem como uma dieta com baixo teor de gordura para perder quilos – e ainda pode ser melhor para o seu coração.

A investigação de dois anos, que incluiu aconselhamento em grupo intensivo, descobriu que ambas as dietas melhoraram o colesterol.

Mas aqueles que fizeram a dieta de baixo carboidrato tiveram um grande impulso em seu chamado “colesterol bom”, quase duas vezes maior do que aqueles que fizeram a dieta de baixo teor de gordura.

Em estudos anteriores, as dietas de baixo carboidrato tinham se saído melhor na perda de peso em seis meses, mas os resultados a longo prazo têm sido mistos.

E houve uma sugestão de colesterol melhor ao comer carboidratos.

Essa pesquisa é uma das mais longas para comparar as abordagens.

Ao final de dois anos, a perda de peso foi a mesma para ambos – cerca de 7 quilos ou 7%.

A principal diferença foi no HDL, ou bom colesterol: um aumento de 23% na dieta de baixo carboidrato comparado a uma melhoria de 12% a partir da dieta de baixo teor de gordura.

A mesma melhoria conseguida nessa dieta de baixo carboidrato é o tipo que se poderia obter a partir de medicamentos que melhoram o HDL.

Os resultados são baseados em um estudo com 307 adultos, dois terços deles mulheres.

Os participantes eram obesos, mas sem problemas de colesterol ou diabetes.

Metade seguiu uma dieta de baixo carboidrato e metade seguiu uma dieta de baixas calorias, baixo teor de gordura.

Todas as sessões de grupo foram para ajudar os participantes a mudar maus hábitos alimentares, serem mais ativos e manterem a sua dieta.

Os voluntários fizeram verificações periódicas do seu peso, sangue, densidade óssea e composição corporal.

Após dois anos, não houve diferenças significativas entre os grupos de dieta, exceto no bom colesterol.

Os investigadores ainda não sabem por que a dieta de baixo carboidrato teve um maior efeito sobre o colesterol bom.

Como os planos de dieta de baixo carboidrato se tornaram populares, os especialistas temiam que elevasse o risco de doença cardíaca, pois permite mais gordura.

Mas os resultados mais recentes sugerem que essas preocupações são infundadas.

No grupo de baixo carboidrato, houve um aumento no início de colesterol “ruim”, do tipo que se acumula nas artérias.

Porém, depois de dois anos, os dois grupos acabaram com melhorias semelhantes em relação ao colesterol ruim.

Segundo os pesquisadores, mais do que qual dieta você deve fazer, o mais importante é se manter na linha, com ações motivacionais que o ajudem a levar os hábitos saudáveis até o fim.

[MSN]


Natasha Romanzoti
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Dieta do Mediterrâneo: Por uma vida mais longa

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A Dieta Mediterrânea ou Dieta do Mediterrâneo tem sido intensamente estudada nos últimos anos e várias conclusões indicam que ela pode propiciar a melhor alimentação para a sua saúde.

DIETA PARA SAÚDE
Um dos primeiros estudos publicado no New England Journal of Medicine em 2003 mostrou, em voluntários gregos, que a Dieta do Mediterrâneo reduziu a mortalidade por todas as causas.
Cientistas chegaram à mesma conclusão no ano seguinte em um estudo publicado no Journal of American Medical Association que utilizou grupos de voluntários com mais de setenta anos, de dez países da Europa, e que fizeram à Dieta do Mediterrâneo, combinada com atividade física.

Outra pesquisa de 2005 demonstrou que um grupo de indivíduos com doença cardíaca que utilizaram a Dieta Mediterrânea, diminuíram muito a taxa de mortalidade em um período de quatro anos, quando comparados com cardíacos que não utilizaram a dieta.

Este estudo foi publicado na revista científica Archives of Internal Medicine.

DIETA PARA DIABÉTICOS
Um estudo publicado em 2008 indica que a dieta do mediterrâneoo é a melhor para a saúde dos diabéticos e a que leva à maior perda de peso entre as mulheres.

O QUE É A DIETA MEDITERRÂNEA

Dieta do Mediterrâneo é um tipo de alimentação específica de países da região do mar Mediterrâneo (Portugal, França, Itália, Grécia, Espanha, etc.).

Este padrão de alimentação é formado de vegetais, legumes, tomate, alho, frutas e, principalmente, óleo de oliva, óleo de canola, cereais pouco moídos, nozes e sementes, queijo branco e iogurte, além de vinho.

Vários estudos continuam confirmamdo estas observações.

A conclusão é de que quanto mais a pessoa pratica a dieta mediterrânea tradicional, menor a chance de morrer por qualquer causa, incluindo câncer (risco menor de 24%) e doenças cardíacas (risco menor de 33%).

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Dieta de dois dias: como mini jejuns podem ajudar na perda de peso

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Esta não é uma dieta de desintoxicação, nem uma versão extrema de restrição calórica.

A estratégia das chamadas dietas “5 x 2” é suportar dois dias por semana um mini jejum.

Isso não significa morrer de fome.

Pelo contrário, implica reduzir o consumo calórico durante dois dias da semana até a faixa entre 500 e 1.000 calorias.

E a ideia do mini jejum alternado parece ganhar força.

Uma versão da dieta está se tornando popular graças ao um médico e jornalista britânico Michael Mosley, que escreveu um best-seller chamado “The Fast Diet” (“A Dieta do Jejum”) e também produziu um documentário sobre o assunto.

E há outras obras populares sobre o tema. Tomemos, por exemplo, “The 5 x 2 Diet Book” ( “O Livro da Dieta 5 x 2”), segundo o qual você pode aumentar seu poder cerebral e transformar sua saúde, comendo como um rei durante cinco dias cada semana e jejuando nos outros dois.

Com tanta badalação, pode ser que você esteja um pouco cético em relação a essa dieta, então vamos decifrar a ciência por trás desses regimes.

A primeira parada é Baltimore, principal cidade do estado de Maryland, EUA, mais especificamente no Instituto Nacional de Envelhecimento.

É lá que o pesquisador Mark Mattson tem realizado uma série de estudos pioneiros com animais.

Ele está interessado em saber como limitar calorias pode evitar o aparecimento de doenças relacionadas ao envelhecimento.

Mattson descobriu que o jejum alternado em roedores parece melhorar seus níveis de açúcar no sangue, o que aumenta o desempenho em tarefas cognitivas e ajuda a mantê-los magros.

“O resumo da história é que o jejum alternado faz um bom trabalho ao permitir que os animais mantenham um baixo peso corporal”, conta Mattson.

O próprio cientista segue uma versão da dieta do jejum durante vários anos.

Sua intenção não é perder peso, uma vez que ele já é muito magro.

Em vez disso, ele diz jejuar por cerca de 18 horas todo dia, várias vezes por semana, porque faz com que ele se sinta melhor.

“Minha mente fica mais focada”, relata.
“E me deixa mais produtivo”.

Então, qual é a evidência de que essa dieta funciona em pessoas que estão tentando perder peso?
A prova mais convincente vem de um estudo feito em Manchester, Inglaterra, alguns anos atrás.

Cerca de 100 mulheres, todas acima do peso, foram convidadas a seguir uma dieta em que, durante cinco dias por semana, comeram uma dieta padrão mediterrânea.

Nos outros dois dias, eles consumiram uma dieta de baixa caloria de proteína magra e quase sem carboidratos.

No final do estudo, as mulheres nessa dieta 5 x 2 perderam significativamente mais peso em comparação com as mulheres que tinham tentado restringir as calorias durante toda a semana.
E, além disso, seus níveis de insulina também melhoraram.

“O momento mais difícil foi no primeiro dia de jejum [o de nível baixo de carboidrato], no meio da manhã”, diz Jane Whyatt, uma das participantes do estudo.

Ela relata que antes de a dieta começar, havia desenvolvido alguns maus hábitos alimentares e se acostumado a comer muito fora de casa, uma vez que possuía um trabalho que exigia constantes viagens.

“Eu não acho que eu comia demais, mas eu de fato tinha engordado cerca de 13 quilos em um curto período de tempo”, lembra.

A dieta de 5 x 2 a ajudou a perder cerca de 6 quilos durante quatro meses.

Anos mais tarde, ela manteve o peso e ainda está seguindo este padrão de alimentação.

“Para ser honesta, você realmente quer continuar o regime, porque você se sente muito revigorada e saudável”, opina Whyatt.

“E isso é algo que você pode fazer, realmente, durante a vida inteira”.

Michelle Harvie, nutricionista e pesquisadora do Centro da Mulher, em Manchester, Inglaterra, que dirigiu o estudo, diz que muitas pessoas parecem ser capazes de manter a estratégia de regime do 5 x 2.

 “Nós sabemos que as pessoas lutam com dietas diárias”, diz ela.

 “Por isso, o nosso interesse em dietas de dois dias”.

Harvie ressalta que, uma vez que as pessoas que seguem o regime se acostumam com os dois dias com a dieta de baixa caloria e pouco carboidrato, elas parecem adotar o hábito de comer menos em geral.

Harvie espera realizar mais pesquisas para estudar os efeitos a longo prazo da dieta.

Ela recentemente publicou os resultados de sua pesquisa em um novo livro, “The 2-Day Diet” (“A Dieta de 2 dias”).

[NPR]

Bruno Calzavara
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‘Eco-Atkins’: Dieta vegetal de baixos carboidratos emagrece e melhora o colesterol

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Uma pesquisa publicada no começo de junho revelou que pessoas que participaram de um estudo consumindo uma dieta de baixas calorias e pouco carboidrato, com alta concentração de proteínas vegetais durante um mês perderam peso e tiveram melhoras nos níveis de colesterol.

Em algumas pessoas, a dieta resultou em perda de peso, porém, sem a diminuição dos riscos cardiovasculares.

Os autores do estudo afirmam que ainda existe uma dúvida quanto à proporção e à fonte de gordura e carboidrato que permitem uma maior perda de peso e diminuição nos níveis de colesterol.

A dieta usada na pesquisa é semelhante à dieta de Atkins, muito famosa nos Estados Unidos, mas com uma diferença: enquanto a Atkins original permite a ingestão de gorduras e proteínas de origem animal, a Eco-Atkins é formulada de modo que a proteína ingerida seja completamente de origem vegetal.
Dietas recentes que lutam contra doenças cardiovasculares geralmente têm maior consumo de frutas e vegetais e baixo consumo de carnes.

Mesmo assim, dietas com baixo consumo de carboidratos e maior consumo de carnes também já foram usadas para redução de peso e tratamento de diabetes e doença coronária.

Essas dietas eram efetivas, mas aumentavam os níveis de LDL, o “mau” colesterol.

“Essa falta de benefício quanto ao controle de LDL é uma desvantagem no uso desse tipo de dieta em quem já tem risco de doença coronária”, afirma o estudo.

A pesquisa, realizada por David Jenkins e sua equipe da Universidade de Toronto, no Canadá, analisou os efeitos de uma dieta de baixo carboidrato e alta em proteínas vegetais (como glúten, soja e óleos vegetais) em pessoas com níveis altos de LDL.

Outro grupo participou da pesquisa consumindo uma dieta ovo-lacto vegetariana com alta concentração de carboidratos, laticínios com pouca gordura e produtos integrais.

Ao final do estudo, 22 pessoas em cada grupo tiveram perdas de peso parecidas – aproximadamente quatro quilos – mas as reduções nos níveis de LDL e melhora nos níveis de HDL, o “bom” colesterol, aconteceram na dieta de baixos níveis de carboidrato.

Katherine Tuttle e Joan Milton, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, afirmam que o artigo traz luz à discussão sobre táticas mais efetivas e saudáveis para a criação de dietas com altos níveis de proteínas para a perda de peso e redução de riscos cardiovasculares.

 “É prematuro recomendar a ‘Eco-Atkins’ sem confirmação da sua eficácia em estudos maiores, com mais indivíduos, que tenham características mais diversas”, afirmam.

[Science Daily]

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