quinta-feira, 16 de maio de 2013

Os animais segundo os Essênios




A AURA
Todo ser vivente possui várias auras, mesmo se algumas ainda se encontram em estado embrionário.

O mundo animal reservou-me, entretanto, belas surpresas.

Todos os que puderam surpreender o olhar de um animal dito "selvagem" ao enveredar por um bosque, a silhueta de uma corça numa clareira ao alvorecer, sabem por quanto tempo esse momento permanecerá gravado em suas lembranças.

Da mesma forma, o espetáculo de uma aura desprendendo-se de um ser do "povo animal" é inefável.

Mesmo considerando que, freqüentemente, apenas as três primeiras auras se desenvolvem, elas apresentam grande clareza e beleza luminosa.

Não quero dizer com isso que a "gente" animal não tenha problemas a resolver, mas ela tem a vantagem de ser menos mental, menos poluída por pensamentos parasitas, menos tortuosa em suas progressões.

Os pensamentos e os sentimentos mais diretos de nossos irmãos animais tornam suas auras mais densas e mais protetoras.

Existem entre eles, como entre nós, seres mais evoluídos, guias, mestres de grande maturidade e de grande beleza interior.

Eles são mais individualizados e suas auras tornam-se mais complexas pela possibilidade que têm de conceber as abstrações com mais facilidade.

Observar a aura de seu companheiro de pêlos, plumas, de quatro ou duas patas, não é fácil. O gato, animal psíquico por excelência, raramente aceita intrusão no seu mundo íntimo e com freqüência embaralha "as cartas", isto é, suas auras, a fim de se proteger.

Apenas as pessoas que têm um contacto privilegiado com o mundo animal podem ter acesso a uma leitura mais fácil das auras.
A aura astral é a mais extensa entre os animais, assim como entre os homens, e você pode sentir-se cativado por suas cores vivas, testemunhas fiéis dos sentimentos do momento.

Com efeito, o povo animal tem uma faculdade que perdemos há muito tempo e que tentamos reencontrar hoje: os animais vivem o instante presente e expressam os sentimentos que dele advêm.

As doenças Nada é imutável, tudo se transforma, só a mudança não muda e nossos amigos animais são igualmente arrastados por essa corrente.

Se outrora sua natureza sã lhes permitia evitar as doenças ditas psíquicas ou psicossomáticas, hoje em dia não é mais assim.

Há evidentemente diversas razões para isso, sendo que três dentre elas me parecem essenciais:

Por um lado, o reino animal evolui como qualquer reino e desenvolve lentamente um estado psicológico mais amplo pensamentos mais abstratos, com tudo que isso significa em termos desvantagens e inconvenientes.

A concepção simples e clara de certos acontecimentos vai tornar-se assim mais complicada, mas vai também enriquecer-se de reflexões mais complexas.

O animal será menos "primário" aos olhos do homem, pois suas reações revelar-se-ão motivadas por um pensamento mais elaborado.

Por outro lado, o animal doméstico, e em particular o animal de estimação, identifica-se muito com as pessoas que vivem à sua volta.

Um tanto fora das normas, ele já não se identifica com o resto do mundo animal, que não o reconhece mais como tal, e tampouco é reconhecido pelo homem, pois não chega a ser humano.

É o "mal-estar" experimentado por muitas pessoas no caminho da espiritualidade quando seus propósitos, seus atos, não são mais reconhecidos pelos seus e elas não estão ainda suficientemente firmes, seguras de si para caminhar sozinhas.

Uma indisposição e uma dependência se instalam então nos animais "de estimação" que, em estreita comunicação com as auras de "seus donos", desenvolvem doenças outrora desconhecidas entre eles.

Assimilam, assim, por "imitação" indisposições muito humanas que podem ir da depressão a atitudes perturbadas, tanto no plano físico como no psíquico.

Não nego a ação de manifestações genéticas, da comida em conserva, dos exagerados cruzamentos de raças, do stress freqüente, sobre o estado de saúde física e psíquica de nossos companheiros de estrada.

Tudo isso contribui evidentemente para o enfraquecimento do capital genético outrora sólido.

Há, contudo, a meu ver, uma outra causa para as doenças do povo animal.

Esse povo, com efeito, sempre quis colaborar, no sentido nobre do termo, com o homem.

O rancor dificilmente faz parte de sua índole, e seu amor incondicional é para nós, humanos, uma lição quotidiana de sabedoria.

Esse amor sem volta, sem julgamento, que nos demonstram certos animais, leva-os a uma generosidade sem limites.

Assim ocorre de forma cada vez mais freqüente que nossos companheiros acabem adquirindo males destinados a nós... e às vezes até a morte.

As pequenas formas-pensamento que nos embaraçam, os miasmas etéricos que atraímos, são assim desviadas para nossos amigos animais.

Os gatos, através das lambidas, desembaraçam-se mais facilmente dessas escórias opressivas do que os cães, que podem desenvolver eczemas atípicos ou doenças para as quais é difícil encontrar um remédio.

Eis o que diz a esse respeito o cãozinho Tomy na obra Le Peuple Animal:

"...Quando um conflito, uma dor deve sobrevir em algum lugar, nós sabemos sempre com certa antecedência.

Vemos uma luz baça formar-se em determinado lugar.

Quase sempre ignoramos de onde ela vem, mas os mais antigos nos ensinam que ela se desprende do ser que deve sofrer o conflito e vai envenenar um local preciso.

Ela é semelhante a uma cólera do ser contra ele mesmo.

Nós, do povo canino, não sabemos bem o que isso pode significar, mas o constatamos.

0 Espírito de Vida pode, às vezes, pedir-nos para tomarmos sobre nós essa luz baça destinada a um humano que amamos.

Aceitamos então que o conflito recaia sobre nós e que a força vital abandone nossa forma.

Não é o dever, mas o amor que nos leva a fazer isso.

Vocês, humanos, praticamente nem se dão conta... e isso nos entristece.

Uma voz me sussurra que vocês ignoram os laços que os unem a nós, que nós voltamos para vê-los sob diferentes formas numa e em outra vida... e mesmo diversas vezes na mesma vida."

Os tratamentos essênios relativos ao povo animal revelam-se muito simples.

É absolutamente necessário ter-se o mesmo estado de ser aplicado ao tratamento dispensado aos seres humanos.

Trata-se sobretudo da imposição das mãos para que a luz passe e atue exatamente onde deve atuar.

Os animais de quatro patas recebem grande parte de sua energia através da coluna vertebral, especialmente pelo ponto situado a alguns centímetros antes da cauda.

Qualquer que seja o mal, é útil colocar uma das nesse ponto específico e a outra no local problematizado, olhando ao mesmo tempo para a fronte do animal.

Em seguida desloque a mão que não está sobre a coluna vertebral para colocá-la sobre a fronte do ser que você está tratando.

Esse modo de proceder permite reativar, ao nível da coluna vertebral, um centro vital que recebe diretamente a luz e que se torna lento quando ocorre uma doença.

A reativação do chacra da fronte permite ao animal retirar de seu psiquismo e de sua intuição a força necessária ao seu restabelecimento.

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Texto do Livro:
Leitura de Auras e Tratamentos Essênios –

TERAPIAS DE ONTEM E DE HOJE
autora: Anne Meurois-Givaudan
Tradução : MARIA ÂNGELA CASELLATO
EDITORA PENSAMENTO - São Paulo

A dor da perda de um Animal Querido

O luto é uma resposta normal a qualquer perda importante na vida.

Acontece quando a morte veio após uma longa doença, ou quando foi um acidente súbito.

Pessoas enlutadas experimentam traumas tanto físicos quanto emocionais enquanto tentam adaptar suas vidas aos abalos trazidos pela perda.

Há muito tempo os psicólogos reconheceram que o luto experimentado pelos proprietários de animais após a morte destes é o mesmo experimentado após a morte de uma pessoa.

A morte de uma animal de estimação significa a perda da fonte de um amor incondicional.

Não há mais para o proprietário o objeto de carinho e proteção.

Assim, o proprietário perde o contato com "o mundo natural."

Esses sentimentos podem ser especialmente intensos nos idosos, solitários, ou casais sem filhos (para quem o animal é também um substituto da criança).


AS FASES DO LUTO

Na verdade o processo do luto não é um objeto concreto que pode ser dividido distintas.
O luto é um processo contínuo, com cada pessoa vivenciando-o de uma forma forma diferente.
Dividir o luto em to "fases" ajuda a pessoa enlutada a entender que as seus sentimentos são normais.
Algumas pessoas passam rápido por todas as fases, enquanto outras parecem ficar "presas" numa fase específica.
Rapidamente, as fases do luto são as seguintes:

1. CHOQUE E NEGAÇÃO

A realidade da morte ainda não foi aceita.
Ele ou ela se sente atordoado e atônito - como se tudo aquilo fosse "irreal."

2. RAIVA

A pessoa enlutada frequentemente se volta contra a família, amigos, elas mesmas, Deus, o veterinário ou o mundo em geral.
Vão aparecer também sentimentos de culpa ou medo nesse estágio.

3. BARGANHA

Nessa fase a pessoa pede por um trato ou uma recompensa de Deus, do veterinário ou do padre.
Comentários do tipo "Eu vou à Igreja todo dia se o meu animal voltar para mim" são comuns.

4. DEPRESSÃO

A depressão ocorre como uma reação à mudança do modo de vida ocasionada pela perda.
A pessoa enlutada se sente extremamente triste, desesperançada, inútil e cansada.
Ele ou ela sente falta do animal e pensa nele constantemente.

A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS

Muitas pessoas não percebem como a morte pode ser traumática e confusa para uma criança.
As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa.
Crianças também tendem a voltar ao assunto com mais frequência , então muita paciência é necessária quando se lida com uma criança enlutada. Algumas dica importantes para ajudar uma criança nessa situação incluem:

1. Dar à criança permissão de lidar com a sua dor.- contar ao professor sobre a morte do animal.- encorajar a criança a falar livremente sobre o animal.- dar à criança muito carinho e conforto.- discutir a morte, o morrer e a dor honestamente.

2. NUNCA dizer coisas como "Deus levou o seu bichinho," ou o animal está "dormindo para sempre."
- A criança pode temer que Deus vá levá-la, seus pais ou seus irmãos.
- A criança pode ficar com medo de ir dormir.

3. Inclua a criança em tudo o que se passa.

4. Explique que a morte é permanente.

OS ANIMAIS SOFREM COM A MORTE?

Muitas pessoas acham difícil acreditar que animais criem laços muito fortes um com o outro.
Mesmo animais que parecem mal se suportar podem exibir fortes sinais de stress quando separados.
Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo pelo proprietário enlutado.
O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido.
Ele pode suspirar com frequência, e ter a respeito de comer e dormir.
É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos.

Como o proprietário pode ajudar um animal que sofre? Atenção para as seguintes recomendações:

1. Mantenha a rotina do animal sobrevivente o mais normal possível.

2. Tente não reforçar (mesmo que não intencionalmente) as mudanças de comportamento.*se o animal fica "escolhendo" comida, não fique trocando o "cardápio".
Isso só leva a um animal ainda mais difícil. *não exagere na atenção dada ao animal sobrevivente, já que isso pode levar à ansiedade de separação.

3. Permita que os animais sobreviventes trabalhem a nova hierarquia por eles mesmos, podem haver brigas enquanto isso não fica resolvido (principalmente com cachorros).

4. Não adote um novo animal para fazer companhia para o animal sobrevivente a não ser que o proprietário esteja pronto, não funciona a não ser que o proprietário esteja emocionalmente pronto para um novo animal,

pessoas que ainda estejam enlutadas não terão a energia necessária.
O proprietário deve permitir que os outros animais vejam e cheirem o companheiro morto?

Não há evidências que afirmem que esse gesto vá ajudar os animais sobreviventes, mas algumas pessoas afirmam que sim.
Geralmente tudo o que acontece é que o proprietário se sente melhor.
Assim, se o proprietário deseja que os outros animais "digam adeus," então isso deve ser permitido.

FICANDO CURADO

Passado algum tempo, o processo de luto cheaga ao fim.
Ainda ssim há diversas coisas que o proprietário entristecido pode fazer para apressar esse processo:

1. Dê a si mesmo permissão para sofrer.

só VOCÊ sabe o que o animal representava para você.

2. Organize um tributo ao seu animal.faz que a perda pareça real e ajuda a concretizar. permite que a pessoa expresse seus sentimentos e reflita, reforça o apoio social.

3. Descanse bastante, coma bem e faça exercícios.

4. Fique rodeado de pessoas que entendam o que você está passando.deixe que outros cuidem de você. se beneficie de grupos de apoio para pessoas que perderam seus animais.

5. Aprenda tudo o que puder sobre o processo do luto. - ajuda os proprietários a perceber que o que eles sentem é normal.

6. Aceite os sentimentos que vêm com a dor.fale, escreva, cante ou desenhe.

7. Permita a você mesmo pequenos prazeres.

8. Seja paciente com você.NÃO deixe que ninguém diga o quanto o processo de luto deve durar.

9. Dê a si mesmo a permissão da recaída, isso VAI acabar e sua vida VAI ser normal de novo, a dor é como as ondas do oceano: no começo as ondas vêm rápidas e fortes, mas conforme o tempo passa, elas ficam menos intensas e mais esporádicas. não se surpreenda se feriados, cheiros, palavras ou sons provoquem uma recaída.

10. Não tenha medo de pedir ajuda.grupos de apoio para a perda de animais conselheiros emocionais.

11. Tenha certeza de consultar sua "Força Maior."religiosa ou espiritual.

CONCLUSÃO

O luto é provavelmente a sensação mais confusa, frustrante e emocional que uma pessoa pode sentir.
É ainda mais para proprietários de animais.
A sociedade em geral não dá a essas pessoas "permissão" para demostrar a sua dor abertamente.
Dessa forma, os proprietários frequentemente se sentem isolados e sozinhos. Felizmente mais e mais recursos ficam disponíveis para ajudas essas pessoas a perceber que elas NÃO estão sozinhas e que o que elas sentem é completamente normal.

Margaret Muns MV é a veterinária do site da Best Friends: http://www.bestfriends.org - No Members & Pets Forum

Capelinha de Sao Francisco

A Dor da Perda. A Culpa

 
Lidando com o sentimento de Culpa

Culpa.

É uma palavra que nos leva a mais profunda, mais terrível dos sentimentos de perda, horror, raiva e desespero.

Por que eu fiz o que fiz?

Por que eu não pude fazer mais?

Será que eu o/a coloquei para dormir cedo demais?

Será que esperei tempo demais?

Se eu tivesse apenas fechado o portão.

Se eu apenas tivesse percebido antes.

Se eu apenas estivesse esperado um pouco mais.

Se eu apenas tivesse procurado o veterinário antes.

Se eu apenas soubesse mais naquele momento.

Se eu apenas tivesse escutado meus sentimentos.

Seu eu apenas tivesse ido a um veterinário melhor.

E nós nos debatemos com todas estas perguntas de "Se" e " Somente".

Por que nós fizemos isto ?

Porque nós amamos nossos animais de estimação.

Porque nós desejamos que pudéssemos ter feito mais, nós desejamos que não tivéssemos feito o que fizemos.

Mas nós não podemos trazê-los de volta.

Nós não podemos mudar o que fizemos e o que não fizemos.

O que nós podemos fazer é parar de nos machucar pela culpa.

Cada um de nós, da nossa maneira, fez o que achamos que era correto no momento, usando o que nós sabíamos e sentíamos.
 
Cada um de nós tentou fazer o melhor que podíamos e nós fizemos com a intenção de amor.

Nós somos seres humanos, com limitações e falhas.

Nós não sabemos tudo .

Nós cometemos erros.

Mas nós os fazemos com as melhores das intenções.

Nós machucar a nós mesmos com a terrível dor adicional de culpa, é fazer descaso do amor que sentimos pelos nossos animais de estimação.
 
Com muito, mais muito poucas exceções, nós fizemos o melhor que sabíamos fazer naquele momento.

Mesmo se nós sentimos que não fizemos o que deveríamos ter feito, ou feito o que não deveria, nós aprendemos e agora todos se beneficiarão deste conhecimento.

Nossos amados animais se foram , e sem dor.

Nós ainda nos torturamos com a dor da culpa e dúvida.

É humano fazer isto , estamos sendo justos conosco ?

Nós amamos profundamente e o que diz que nós temos a profuda capacidade para amar, que muitos não tem.
 
Nós somos basicamente pessoas boas.
 
Não devíamos reconhecer esta bondade, ao invés de ficarmos nos dando dor, pelo que deveríamos ou não deveríamos ter feito ?

Nós pegamos uma criatura adorável, demos a ele (ou a ela) tudo o que podíamos.
 
Demos carinho, passeamos, alimentamos, trocamos as caixas de necessidades, brincamos, não dormimos nas noites de dificuldades.
 
Nós cuidamos e fizemos tudo o que sabíamos fazer naquele momento.
 
Nós olhamos dentro de seus olhos e sabíamos que eles nos entendiam, que nos amavam.

Se nós não soubemos o suficiente ou cometemos um erro inocente, acreditamos que eles não nos entenderam, que nos amaram e nos perdoaram apesar disto ???
 
Eu acredito que sim!

Nós precisamos nos perdoar.

Se nos podemos aumentar nosso conhecimento para ajudar os outros e usarmos nossa dor para fazer coisas melhores para nossos animais, para os outros que estão sozinhos e para aqueles que estão la fora, sozinhos e perdidos.

Nós podemos fazer a diferença.

Mas somente se pararmos de nos odiarmos, e culpar-mos a nós mesmos por sermos seres humanos.

Deixe a culpa ir embora.

Saiba que seus bebes peludos não culpam você; eles entendem, porque eles conhecem seu coração.

Perdoe-se e permita que todo o amor existe dentro de você, esteja la para outro. Há tantos que precisam do seu amor.

Aprenda e depois ensine.

Continue aprendendo, e não pare!

Cada pedrinha de conhecimento e cuidado que você envia ira repercutir ao redor do mundo e continuar crescendo.
 
E talvez um dia, todos os animais serão amados e bem cuidados, e haverá uma era de ouro para os animais e para aqueles que como nós,os amamos.

Capelinha de Sao Francisco

Cães farejadores de drogas



Em nosso país, o problema das drogas (tráfico e consumo) tem aumentado de forma vertiginosa, e os traficantes estão cada vez mais ousados, desafiando as autoridades responsáveis pela fiscalização.

As substâncias entorpecentes saem dos países produtores e passam pelo nosso território, sem que possamos contar na maioria das vezes com um importante aliado da fiscalização, os CÃES FAREJADORES DE DROGAS, indispensáveis nos países do primeiro mundo.
 

A utilização dos cães no Brasil ainda é muito restrita, ficando limitada a operações direcionadas da Polícia Federal, que possui um Canil Central em Brasília, onde os cães são treinados e posteriormente enviados para todo o país.

Em alguns Estados, as polícias civis e militares possuem, em pequeno número, cães treinados na busca de narcóticos.

Entretanto, este número é irrisório se comparado ao dos países desenvolvidos.

Em Santa Catarina, a Polícia Civil conta com o auxilio da Academia Canina, que fornece cães treinados na busca de maconha, cocaína, crack, heroína, haxixe e meta-anfetamina, para as operações policiais.

Nos Estados Unidos, Austrália e Europa, os cães farejadores de drogas são amplamente utilizados por todos os Departamentos Policiais, não sendo concebido o combate ao tráfico sem a utilização dos mesmos.

Olfato: cães X ser humano

A grande diferença entre o homem e os cães é o diâmetro interno do nariz, onde se situam as células sensórias do olfato.

Estima-se que o homem tenha 5 (cinco) milhões destas células, enquanto que um Pastor Alemão tenha 220 (duzentos e vinte) milhões.

Um pequeno exemplo do número de células sensórias de algumas raças de cães.

Dachshund - 125 milhões
Fox Terrier - 147 milhões
Pastor Alemão - 220 milhões
Labrador Retriever - 250 milhões


Nehaus descobriu que a sensibilidade olfativa dos cães para determinadas substâncias pode ser de cem mil a cem milhões de vezes superior ao olfato humano.

fonte: "SCENTE AND THE SCENTING DOGS" by William G. Syrotuck.
Arner Publications, Inc.
PO Drawer, A,
Clark Mills, NY 13321 - USA


Seleção Inicial:

A seleção do cão para um Programa de Descoberta de Narcóticos deve enfocar várias aspectos. Estes aspectos são: Raça, idade, desejo de buscar objetos, compatibilidade e intensidade de faro.

A raça do cão pode variar, baseado em regiões diferentes, preocupações ambientais e disponibilidade de raças.

A raça a ser utilizada deve ser aquela em que a habilidade olfativa seja altamente instintiva, acrescido da vontade de buscar e recuperar objetos.

Quase todas as raças esportivas de cães entram nesta categoria.

Os cães da raça Labrador Retriever e Golden Retriever, atualmente, dominam em número a nível mundial o cenário de cães treinados e em operação no combate às drogas; entretanto, são também utilizados Pastores Alemães e Mallinois.

Para o início do treinamento propriamente dito, o cão deve ter entre 18 e 24 meses.

Algumas raças podem começar mais cedo, dado que apresentam maturidade precoce.

As fêmeas geralmente iniciam seu treinamento antes dos machos, e aprendem mais rapidamente que eles.

A maioria dos treinamentos com cães para faro começa quando o animal atinge 18 meses; porém, têm-se conseguido excelentes resultados com treinamentos de cães a partir dos 03 meses de idade.

Outra característica desejada num possível candidato a aluno-cão de um programa de treinamento de faro, é que possua um intenso desejo de recuperação, devendo recuperar todos os objetos que lhe forem determinados.

Igualmente importante está a habilidade olfativa (trabalho de faro).

O cão deve descobrir e recuperar o seu brinquedo escondido.

Esta tarefa deve ser executada com entusiasmo e determinação.

Um cão que para de brincar em poucos minutos, perdendo o interesse pelo brinquedo, é um fraco candidato ao treinamento e à carreira de farejador de drogas.

Por último, o cão deve exibir vontade de trabalhar e executar sua busca em todos os ambientes.

Se o cão nunca foi exposto a um determinado ambiente (barcos, local com outros cães, etc.) deve exibir confiança e entusiasmo para superar as dificuldades que possa ter.

Treinamento:

O treinamento dura em média 16 semanas (04 meses), com dedicação integral, período durante o qual o cão vai sendo gradativamente condicionado a perceber e identificar o odor característico de cada uma das substâncias entorpecentes.

Cada exercício é projetado para ser mais desafiador que o anterior.

No treinamento, a droga é acondicionada dentro de tubos de PVC ou em pequenas bolsas, confeccionadas em lona impermeável, que impedem que o cão possa vir a ter acidentalmente contato direto com a substância.

Por uma série de exercícios de busca aos artigos que contém o odor da droga, o cão estabelece associações de odor.

O grau de dificuldade para que o cão encontre as drogas vai aumentando a cada novo exercício.

Ao encontrar a droga, ele recebe uma toalha branca enrolada que contém o odor daquela droga que ele achou, além de elogios e do carinho do seu adestrador.

Deste modo, ele saberá que, ao encontrar o artigo com o odor desejado, será recompensado.

Existem dois tipos de alerta para os quais os cães podem ser treinados.

Alerta Ativo: ocorre quando o cão é treinado para dar uma resposta entusiástica, arranhando e mordendo no local onde a droga está escondida.

Alerta Passivo: quando o cão senta ao lado dos suspeitos ou do local onde a droga estaria escondida, ou realiza um movimento previamente determinado para indicar através do sinal o local do esconderijo da substância entorpecente.

Os cães que são treinados no sistema de alerta ativo, geralmente trabalham em locais abertos e de difícil acesso, enquanto que os cães treinados no alerta passivo são usualmente utilizados no contato direto com o ser humano.

Seja qual for o tipo de treinamento, o cão JAMAIS, JAMAIS, JAMAIS, terá contato com a droga ou será recompensado com drogas.

A base do sistema é o condicionamento positivo para a brincadeira e para a caça.

Matéria e fotos cedidas por:
Eduardo Marcelo Schmidt Hahn


Webanimal

 

"POR FAVOR, NÃO ROUBE NOSSAS PELES"





Se você gosta de televisão, cinema, teatro e tem curiosidade em saber quais são as celebridades internacionais que seguem o vegetarianismo ( a grande maioria por motivos éticos ), veja a tabela abaixo e surpreenda-se com nomes de muitos famosos:


Homens: 

Alec Baldwin
Alexander Greenwald (Phantom Planet)
Amitabh Bachchan
Andre 3000
Andrew G
Anthony Kiedis (Red Hot Chili Peppers)
Anthony Peeler (Washington Wizards)
Ben Kenney (Incubus)
Ben Taylor
Benji Madden (Good Charlotte)
Bill Maher
Billy Baldwin
Billy Martin (Good Charlotte)
Boy George
Brandon Brooks
Brian Bell (Weezer)
Bryan Adams
Carl Lewis
Casey Affleck
Casey Kasem
Cesar López "Vampiro" (Jaguares)
Chris Martin (Coldplay)
Common
Corey Feldman
Corey Wills
Damon Albarn (Blur)
Damon Dash
Dan Abrams
Daniel Johns (Silverchair)
Dave Meyers
David Duchovny
Dick Gregory
Don Imus
Ed Begley Jr.
Ed Templeton
Eddie Vedder (Pearl Jam)
Enrique Bunbury
Eric Stoltz
Esai Morales
G. Gordon Liddy
Gabe Saporta (Midtown)
Gary Anthony Williams
Ghostface Killah
Grant Aleksander
Greg Cipes
Harry Bliss
Ian Grushka (New Found Glory)
Ian McKellen
Ilan Chester
James Cromwell
Jeph Howard (The Used)
Jeru the Damaja
Joaquin Phoenix
Joel Madden (Good Charlotte)
Johathan Taylor Thomas
John Cleese
John Feldmann (Goldfinger)
Josh Hartnett
Juan Gabriel
Kal Penn
Keenen Ivory Wayans
Kenny Loggins
Kevin Eubanks
Kevin Nealon
Kristoff St. John
KRS-One
Laban Phiedias
Larry Mullen Jr.
Leonard Nimoy
Little Richard
M-1 (Dead Prez)
Masta Killa
Michael Bolton
Michael Franti
Mickey Madden -Maroon 5
Mike Dirnt (Green Day)
Milo Ventimiglia
Moby
Morrissey
Mos Def
Murphy Lee
Nick Zinner (Yeah Yeah Yeahs)
Noah Wyle
Omar Epps
Orlando Jones
Paul McCartney
Perry Farrell
Peter Brock
Prince
Prodigy (Mobb Deep)
Q-Tip
Ricky Williams (NFL star)
Rider Strong
Rikki Rockett (Poison)
Rivers Cuomo (Weezer)
Rob Hitt (Midtown)
Rob Zombie
Robert Patrick
Russell Simmons
Samuel L. Jackson
Scott Bourne
Serj Tankian (System of a Down)
Steve Jocz (Sum 41)
Thom Yorke (Radiohead)
Tobey Maguire
Todd Oldham
Tony La Russa
"Weird Al" Yankovic
Will Estes
Woody Harrelson
Ziggy Marley

 

 

 

Mulheres:

Alicia Silverstone
Alison Lohman
Amber Benson
Angela Bassett
Anna Paquin
Annie Lennox
Avril Lavigne
Barbie Xu
Brigitte Bardot
Carré Otis
Carrie Underwood (American Idol)
Chelsea Clinton
Chely Wright
Chin-Chin Gutierrez
Chrissie Hynde (The Pretenders)
Chynna Phillips
Daniele Gaither
Daryl Hannah
Elva Xiao
Ember Swift
Erykah Badu
Fey
Fiona Apple
Grace Slick
Hayley Westenra
India.Arie
Isabel Roces
Jackie O
Jacklyn Lick
Jane Siberry
Jen O'Brien
Jennie Garth
Jessica Napier
Joan Jett
Joanna Lumley
Johanna Fateman (Le Tigre)
Jorja Fox
Joss Stone
k.d. lang
Kim Basinger
Kylie Bax
Laura Flores
Lauren Bush
Linda Blair
Lindsay Wagner
Lori Petty
Maggie Q
Marilu Henner
Mary Tyler Moore
Meng Tingwei
Missy Higgins
Naima Mora ("America's Next Top Model" winner)
Natalie Imbruglia
Natalie Portman
Nellie McKay
Nina Hagen
Pamela Anderson
Persia White
Rachael Leigh Cook
Rachel McAdams
Rachel Miner
Radha Mitchell
Raya Mananquil
Reese Witherspoon
Renee Goldsberry
Sadie Frost
Sarah Chalke
Serenity
Shalom Harlow
Shania Twain
Shannon Elizabeth
Sheryl Lee
Shiri Appleby
Stella McCartney
Summer Phoenix
T'Keyah "Crystal" Keymáh
Tatjana Patitz
Tatum O'Neal
Thora Birch
Toni Collette
Vanessa A. Williams
Veruschka
Wendie Malick
Xiao Qiang

Minha baia, minha vida

 

Minha baia, minha vida

  
A equipe da Vira Lata está reativando o projeto “Minha Baia, Minha Vida”.

Este projeto tem o objetivo de “dar” a cada voluntário uma baia para que ele tome conta da estrutura, da higiene, dos cães, das melhorias.

Já tivemos essa experiência e os cães acabam “adotando” os voluntários como donos.

É uma experiência maravilhosa.

Qualquer problema de saúde identificado nos cães, o voluntário deixa os detalhes para as veterinárias que darão atenção especial aquele animal e informarão sobre as providências adotadas.

Dessa forma todos participam das melhorias no abrigo e dos cuidados com os cães.

Vejam a experiência na Baia 12: os voluntários Meire e Rawson, responsáveis por ela, além da melhoria na estrutura, levaram os cães para passear na área de lazer.

Alguns sentem medo de sair da baia e é preciso conquistar a confiança deles e ampará-los nessa nova conquista.


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Evento na Agropecuária do Mané

 

Evento na Agropecuária do Mané em Piracicaba/sp

 
No último sábado, a equipe da Vira Lata esteve na Agropecuária do Mané (nas 2 lojas) para arrecadação de ração e doação de uma ninhada.

Contamos mais uma vez com a generosidade das pessoas que possibilitaram subir o estoque de ração que estava muito baixo.

Isso mostra o carinho e confiança da população no trabalho da Ong Vira Lata.

Uma ninhada de 7 filhotes foi doada e conseguimos manter a qualidade nessas adoções.

Os filhotes são castrados, vermifugados e com a primeira vacina importada.

Os adotantes entendem nossa preocupação no processo de adoção e permitiram as visitas dos voluntários.

Agradecemos a todos que participaram, fizeram suas doações, e levaram pra casa seus novos amiguinhos.

Um agradecimento especial à equipe da Agropecuária do Mané que sempre apóia nossas ações e nos recebe com muito carinho.

Valeu, pessoal!!


Cães
 

Voluntários: pequenas ações – resultados grandiosos

 

 

Muitas vezes, olhando os voluntários da VLVV em Piracicaba/sp, trabalhando na manutenção do abrigo podemos pensar que são pequenas ações de melhoria dentro de um universo de problemas.
 
Mas essa é uma visão errada.

O trabalho de melhoria constante tem efeito na estrutura do abrigo e no coração dos participantes.
 
O que estes voluntários fazem é encontrar soluções para que a vida de quem trabalha, frequenta ou visita o abrigo seja melhor a partir de pequenas ações.
 
Um degrau, uma rampa, iluminação para as baias de recuperação… a contribuição que cada um deixa no local reflete positivamente nos animais.
 
O voluntariado tem um efeito mágico.
 
Fica aqui um convite a todos os amigos para participarem dessa frente!