quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

El Morya: Situação atual no mundo politico e financeiro

 


O Mestre El Morya Khan é o Chohan do Primeiro Raio ou o Raio Azul, que corresponde aos atributos divinos da REALIZAÇÃO da Vontade Divina.
Seu raio gêmeo é Miriam e seu templo etérico localiza-se sobre a cidade de Darjeeling, na INDIA. A música tema para entrar em sintonia com a energia desse mestre é Pompa e Circunstância, de Elgar…
Muitos governantes e homens da economia e finanças mundial, AINDA estão para despertar.
Imagens: Thoth3126@gmail.com

Boletim Ponte de Luz para a Grande Fraternidade Branca-Abril de 2012
Amados amigos da luz!

Nós os saudamos neste belo círculo, no qual se ocuparão com as questões do trabalho com os apelos e com tudo aquilo que é importante para um aluno saber.
Quando emitirem luz e fizerem isto em forma de apelos, façam-no do fundo de seus corações, senão, muita energia se perderá quando estiverem desconcentrados, pensando em outras coisas, enquanto falam/apelam.
É uma perda de tempo que (quando há falta de concentração) estão utilizando para isso.
Meus amigos, vejo em seus corações e posso imaginar o que os motiva – é este o tempo que precede à transformação e renovação da Terra.


 
 
Os atributos da Vontade Divina, o Primeiro Raio de Deus, o Raio Azul, o Pai
 
Ainda não é visível o que exatamente ocorrerá e nem como tudo continuará se desenvolvendo, pois isso também depende das consciências das pessoas e daqueles que estão à frente dos seus governos.
Muitos governantes e representantes da economia e das finanças (os banqueiros internacionais), ainda irão despertar.
Por isso ainda não ser visível, nós não podemos dizer como tudo poderá acontecer, quando começará e o que terá que se passar na Terra.
Vocês podem acreditar em mim! Ainda não podemos ver isto!

Vocês não querem aceitar isto e acham que precisamos ver o que está por vir e como tudo se desenvolverá! 
Isto é uma falácia. 
Um monte de coisas pode se converter para melhor, se as pessoas estiverem dispostas a isto e se vocês, alunos, liberarem energia suficiente para manter essas mudanças tão suaves quanto possível.
Portanto, não depende apenas das circunstâncias (de nós ou de Deus), mas também daquilo que vocês querem fazer e fazem para utilizarem a energia de forma adequada e manterem as alterações/mudanças em ritmo o mais suave possível.
Vocês têm sido preparados para este evento, e isso é bom, meus amigos.



Se vocês quiserem me seguir, quero dizer-lhes que as energias que vocês estão prontos para usar em prol deste evento grandioso, também dependem de como vocês se sentem em relação a tudo isso.

Se tiverem receios com relação ao que há de vir, e se seus pensamentos e ideias não puderem ser mantidos sob seu próprio controle, as coisas não ocorrerão tão suavemente!

Mas se deixarem o novo chegar, com calma e tranquilidade, se falarem seus apelos com consciência, e se esperarem o melhor para a Terra e a humanidade, isto vai acontecer! 
 
As energias que são liberadas para isso são utilizadas imediatamente, e muitos seres de outros mundos as recebem e colocam nelas toda Fé.

Vocês são, portanto, também exemplos para os seres que observam as pessoas, e eles irão se dedicar àquilo em que vocês pensam, fazem e o que esperam!

Isso também não temos o poder de influenciar.

Eles observam as pessoas, como grandes exemplos, e suas reações são correspondentes ao que eles veem. 
 
Assim, disponham de uma convicção firme no trabalho de vocês, em seus apelos e em tudo no que pensam e falam, e no que trazem consigo.

Então, o grande todo também irá se alinhar, muito, com o foco de vocês!

Vocês não podem influenciar tudo, pois suas forças ainda não são fortes o bastante para isso.

Mas podem mudar muitas coisas com a imaginação/intenção/vontade de vocês, com seus apelos, com todo o trabalho espiritual, mas tudo somente até certo ponto.

Todo o resto precisa acontecer, assim como esta previsto no Plano Divino. 
 
Meus amigos, continuem como nossos alunos dedicados, assim como se mostraram até agora, e coloquem seus esforços em seus trabalhos espirituais.

Vocês são nossos alunos abençoados e têm a possibilidade de transmutar seus próprios carmas – este é um ponto que pode afetar todo o curso dos acontecimentos – se vocês não trabalharem o suficiente em seus próprios carmas, muitas energias negativas restarão, e elas poderão agir e influenciar em todos os eventos na Terra. 
 
Portanto, é também um ato de amor e carinho quando vocês trabalham em seus próprios carmas, tentando eliminar o máximo que puderem!

Sejam nossos amados alunos, amigos de eras antigas, pois nós já nos conhecemos há muito tempo, e esforcem-se para fazer o melhor em suas próprias vidas, e assim dissipar toda a escuridão para fazer o bem ao grande todo. (PRATIQUEM O DESAPEGO)




Doem suas energias para o bem do mundo, sejam nossos amados e abençoados alunos da Luz, não se esqueçam de que cada um e todos vocês têm influência nos acontecimentos do mundo, este é um critério para o trabalho de vocês – o efeito de vocês sobre os grandes eventos na Terra, e por isso nós lhes agradecemos por respeitarem este ponto do trabalho de vocês. 

O caminho do discipulado é árduo e íngreme.

É como escalar uma montanha para chegar mais rápido ao topo, ao invés de percorrer a trilha natural, que serpenteia a encosta.

Mas, aqueles que se dispõem a ingressar na Senda, são prometidas a Paz e a Bem-Aventurança.

Os irmãos são constantemente colocados à prova quanto a sua conduta.

O período probatório é cheio de sofrimentos para exercitar a vontade do discípulo a não deixar-se afetar por qualquer motivo interno ou externo, é pleno de ilusões a fim de que o discípulo desenvolva o seu discernimento, é repleto de tentações concernentes a prazeres mundanos visando ao desapego do discípulo de tais vícios e dos ambientes perniciosos à sua elevação espiritual.

A subida é íngreme e, quanto mais alta é a escalada, mais perigosa é a queda e quando se atinge um nível mais elevado, maior responsabilidade se tem, mas, melhor se vê e melhor se ouve, já que é necessário ter olhos para ver e ouvidos para ouvir a Verdade.

Prossegui em vossa ascensão, pois tendes sempre a possibilidade de contar com os conselhos daqueles que já escalaram a montanha antes de vós.

Tudo faremos para facilitar vosso percurso e toda pedra solta que possa falsear vossos pés, se nos for permitido, trataremos de afastar.

O caminho requer obstinação, coragem, fé, paciência e disciplina.

Somos sempre os professores e ajudantes amorosos no caminho espiritual de vocês, e Eu Sou um daqueles que vocês chamam de Mestre, professor e amigo,
O Mestre do Primeiro Raio, o AZUL, EL MORYA KHAN

Uma Profecia de El Morya Khan:
Os peregrinos que buscam o caminho e a iluminação espiritual serão doravante conduzidos para a América do Sul, como o foram anteriormente para o Oriente.

Uma Profecia e promessa proferida em 1957 por El Moria Khan, um dos Mestres Espirituais da Grande Fraternidade Branca.

Postado originalmente em setembro de 2012.
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

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Metafisica da Coluna .... Entenda o que a dor da coluna quer dizer.....


 








COLUNA VERTEBRAL:O QUE ELA DIZ EM SUAS DORES

Quase todos nós conhecemos as dores e os desconfortos da coluna vertebral.


O que poucos de nós sabemos são quais os aspectos emocionais se expressam ou se escondem nestes sintomas.


Afinal, quais são as prováveis relações emocionais que acometem a coluna vertebral?
A coluna vertebral relaciona-se com a estrutura da personalidade.


É por assim dizer o eixo central do ego, que é a parte da personalidade que faz contato com o mundo externo. P


roblemas de coluna indicam desequilíbrios ou dificuldades na formação da personalidade ou conflitos no relacionamento com as pessoas ou com o mundo que nos cerca.
A coluna trás em suas partes, determinados aspectos prováveis de relação mente e corpo relacionados a cada região.


A região cervical relaciona-se à flexibilidade e amplitude de perspectivas.


As duas primeiras vértebras relacionam-se mais com as dificuldades que temos na formação dos nossos conceitos e as duas últimas, a ressentimentos, e da mesma forma as primeiras torácicas.

Na altura da sétima cervical, em muitas pessoas ocorrem materializações relacionadas a ressentimentos, situações emocionais do passado mal resolvidas evidenciando saliências nesta área corpórea.


Pessoas inflexíveis e de padrão de comportamento rígido tendem a calcificações na região cervical.


A retificação da lordose anatômica cervical relaciona-se ao excesso de exigência sobre si mesmo e perfeccionismo.


A hiperlordose cervical relaciona-se ao medo, sobretudo sustos na infância, tristeza e dificuldade de acreditar na própria felicidade.


Algumas exceções acontecem em pessoas que querem ocultar o medo e “levantam o nariz”, como popularmente é referido para descrever a postura de arrogância.


A escoliose cervical muitas vezes relaciona-se a uma tristeza do passado que “murcha” a pessoa, “caindo” a cabeça para um dos lados.


As patologias da região cervical estão mais relacionadas à inflexibilidade e à tentativa de controlar tudo, ou de racionalizar tudo; no entanto, às vezes elas são conseqüentes a conflitos que relacionam-se a outras áreas, sobretudo da coluna dorsal.

A região dorsal ou torácica relaciona-se à postura diante da vida, especialmente diante do emocional.


Problemas na região dorsal indicam dificuldade de posicionamento, sobretudo diante das emoções.


As calcificações na dorsal estão relacionadas a tristezas profundas.


Os casos de hipercifose ( acentuação da cifose) evidenciam um esconder-se do mundo, um encolher-se diante dos fatos que não sabemos como administrar.


Já os casos de retificação (perda da curvatura anatômica) relacionam-se a um excesso de exigência sobre si mesmo.
A escoliose (curvatura lateral) da região dorsal em muitos casos relaciona-se ao “encurvar-se” diante de fatos que “não sei como”, ou “não posso mudar”, ou “sou forçado a aceitar”.


É muito comum acontecer na adolescência, porque o jovem não sabe como se portar.


Não é mais criança, nem adulto.


Para algumas coisas, os pais e a sociedade o tratam como adulto; para outras, como criança, e isso gera uma confusão muito difícil de esclarecer.


As pessoas “retas”, retificadas nesta região, sofrem muito com a necessidade de ostentar o que não são.

Já os hipercifóticos em geral são tristes e assumiram que a vida é triste mesmo, e nada se pode fazer para mudar.


As patologias da região dorsal, em geral, relacionam-se à tristeza, por a pessoa não viver as emoções de forma equilibrada, especialmente nos casos de hipercifose.


Os casos de retificação relacionam-se mais ao perfeccionismo.


Ocorrem em geral nas pessoas que foram muito cobradas e que acabaram se cobrando muito, especialmente a perfeição.
A região lombar está relacionada ao “ter” na vida.


Problemas na lombar relacionam-se em geral a perdas, ou medo de perdas, ou de não conquistar, tanto no aspecto material, quanto emocional.


A hiperlordose lombar, muitas vezes relaciona-se aos aspectos acima referidos, e em alguns casos relaciona-se à repressão sexual.


É uma tentativa de “esconder” o sexo, que acontece sobretudo nas mulheres.


A famosa “bundinha arrebitada” em muitos casos esconde uma repressão sexual e uma necessidade de ser dominada, ou ainda uma supervalorização da estética diante das emoções.

A retificação lombar também pode ocorrer pelos motivos citados acima, e pelo perfeccionismo.


Já a escoliose lombar pode relacionar-se à rejeição intra-uterina, por patologia congênita óssea, o que às vezes também acontece na sétima cervical.


Algumas pessoas que sofreram rejeição, especialmente de sexo, apresentam estas patologias congênitas nesta região.


As patologias da região lombar geralmente relacionam-se a medos, ou à situação de muita cobrança, interna e externa, relacionadas a questões com conotações emocionais.

A região sacral está relacionada à sexualidade.


Problemas na região sacral relacionam-se a conflitos relacionados a sexualidade, sobretudo traumas e repressão.


Nos casos de meninas que são esperadas meninos, é muito comum encontrarmos uma materialização sobre o sacro e dores na região.


Estas mulheres, em geral, apresentam dificuldade nos relacionamentos íntimos, dificuldade de engravidar, cólicas menstruais, suscetibilidades a problemas no aparelho reprodutor (útero, ovários, seios etc.) frigidez e tendência homossexual conflitiva.


(Condição sexual homossexual que só acontece porque a pessoa não se permite ter o que quer, no caso uma relação heterossexual).

Homens com esse tipo de conflito materializam menos sobre o sacro, mas também manifestam problemas com a sexualidade, tanto com os relacionamentos, como no que diz respeito à suscetibilidade a problemas no aparelho reprodutor, inclusive em muitos casos sendo estéreis e tendo tendência homossexual conflitiva.

É muito importante destacar que as dores do isquiático (ciático) também estão relacionadas aos problemas de coluna da região lombar e sacral.


Correspondem aos medos de seguir em frente, inseguranças diversas e dificuldade de adaptação as situações de vida, especialmente aquelas que requerem mudança de comportamento ou que transformam nossa rotina.
Não são apenas os problemas de coluna, mas todas as articulações relacionam-se à nossa capacidade de nos “articular” na vida, ou seja, capacidade de relacionamento político.


Problemas nas articulações relacionam-se à rigidez e à dificuldade de superar situações difíceis.


Incluem-se nesse contexto todas as “ites” que afetam as articulações e que estão relacionadas a situações desagradáveis a que a pessoa se submete mesmo não gostando, por não saber como resolver.

Quando nos referimos a “articular-se” na vida, estamos enfocando nossa capacidade de relacionarmo-nos equilibradamente sem machucar o outro nem nos deixarmos machucar, respeitando os limites de cada um, inclusive os próprios.


Viver é relacionar-se de forma equilibrada; do contrário, é muito difícil termos uma perspectiva feliz e saudável.


Portanto, a forma como nos relacionamos é fundamental para o nosso equilíbrio.


Essa maneira equilibrada de viver constrói-se a partir da espiritualidade e do amor, que sempre deve começar pelo amor por si mesmo.


O equilíbrio sempre parte do respeito mútuo entre as pessoas, o que em nossas relações é fundamental.


A capacidade de se “articular” é muito importante para o êxito ser alcançado, tanto no trabalho, quanto nas relações mais próximas, e consiste na flexibilidade e maleabilidade que precisamos ter para não desrespeitarmos os outros e nem a nós mesmos.

Para ser infeliz e desamado, ninguém nasce.


Se, nascemos dentro de uma perspectiva negativa, é porque temos a esperança de reversão.


A vida é incompatível com a tristeza e a falta de amor.


 


Portanto, “articular-se” é relacionar-se dentro da interdependência saudável que rege o universo com respeito pelo outro e por si mesmo, sem toda a rigidez que se relaciona à maioria dos problemas articulares.


Desculpem a repetição, mas no que se refere ao inconsciente, que assimila bem o que for repetido, esta repetição é produtiva: precisamos melhorar nossas relações, para que possamos mudar o mundo.

RELACIONAMENTOS AMOROSOS



Mensagem de Jeshua canalizada por Pamela Kribbe em janeiro de 2013

Queridos amigos,

Eu sou Jeshua, e os saúdo sinceramente.
Estou aqui com o coração pleno.
Quero compartilhar ideias com vocês, pois são meus irmãos e irmãs e sinto que temos uma profunda afinidade.
Não sou mais do que vocês e nem superior.
Somos um.

Embarcamos juntos para plantar a semente da energia Crística neste planeta, uma semente que, com o tempo, lentamente cresceria e se abriria numa flor plenamente madura.
Este momento na Terra é de conclusão dessa viagem.
É um momento no qual muitos brotos estão começando a se desenvolver, e, em vários aspectos, vocês são as flores que estão desabrochando.
Juntos formamos uma unidade, uma alma coletiva que se dedica ao nascimento de uma nova consciência.
Então, não me vejam mais como um mestre que está acima de vocês, mas como um amigo que os segura pelas mãos e deseja compartilhar seu amor com vocês, porque realmente os ama profundamente.

Vocês têm um profundo anseio por amor, e procuram-no em relacionamentos com outros e também através de uma conexão com o divino.
Mas, na verdade, aquilo que cada um de vocês tanto deseja encontra-se dentro de si mesmo, é a sua própria parte divina, a parte que é una com o amor incondicional e a alegria.
Quando vivencia esta parte de si mesmo, você sente como se estivesse voltando para casa, para o seu lar. Tudo o mais na sua vida torna-se fácil, leve e alegre.
Você está inteiro interiormente e não precisa de nada externo a si para fazê-lo sentir-se bem.
Você é uma unidade em si mesmo e, ao mesmo tempo, sente-se conectado com tudo o mais de um modo profundo e íntimo.

O paradoxal a respeito de relacionamentos é que você só pode estar intimamente conectado com outra pessoa se for capaz e acolher a unidade dentro de você mesmo.
Se estiver pronto para aceitar a si próprio, com os pesos do passado, com seus altos e baixos – então haverá espaço para outra pessoa e sua individualidade única.
Nesse caso, você não estará usando outra pessoa para voltar ao Lar.
Pelo contrário, estará compartilhando o Lar que você traz dentro do seu coração com essa outra pessoa.
Este tipo de relacionamento transforma-se numa celebração entre os dois, um compartilhamento; e é um relacionamento curativo, independentemente de ser com um parceiro, um amigo ou um filho; isto não faz nenhuma diferença essencial.
Ele toca-o intensamente e mexe com suas emoções mais profundas, porque lhe dá a impressão de guardar a promessa da volta ao Lar, como nenhum outro relacionamento o faz.

Antes de falar sobre relacionamentos amorosos, eu gostaria de lhe recordar que o Lar pelo qual você anseia, aquela unidade original da qual você nasceu como uma alma, não está tão distante.
Pode-se dizer que, nos reinos do tempo, faz um tempo extremamente longo que você simbolicamente deixou o Paraíso, que você tomou seu próprio caminho como “alma num corpo” e escolheu uma determinada forma na qual se manifestar e passar por experiências, visitando diferentes lugares do universo.

Quando você nasceu como alma individual e empreendeu sua jornada, renunciou a esta unidade primordial – que podemos imaginar como um aconchegante cobertor de amor e luz – que lhe era tão familiar; a unidade na qual você sempre sentiu a presença segura de um Deus-Pai-Mãe e assim nunca teve medo de ficar só ou ser rejeitado.
Estes conceitos “negativos” nem existiam na sua compreensão, entretanto um poder arquetípico estava em ação em Deus, fazendo com que você nascesse do útero dessa unidade Deus-Pai-Mãe.

Qual foi o propósito desse nascimento?
Que todos pudessem tornar-se deuses independentes!
Que cada um pudesse tornar-se o ponto de partida de uma fonte Deus-Pai-Mãe de aconchego e amor, da qual uma infinidade de seres seriam criados e emergiriam.
Mas, no começo, sua despedida lhe causou um choque.
Com essa separação da unidade lhe veio o conhecimento de que, para vivenciar verdadeiramente o processo de evolução, você não poderia saber nada de antemão.
Percebeu que só poderia se separar daquela unidade primordial, seguindo totalmente seu próprio caminho como alma individual que, pela primeira vez, se torna familiarizada com o medo, a desolação e as trevas da falta de conhecimento e entendimento.

Você ainda carrega essa experiência original de desolação e solidão, que pode vir à tona com muita intensidade, na área dos relacionamentos amorosos.
Mas antes de abordar esse assunto, quero lhe recordar que você tem a possibilidade de vivenciar aquela conexão primordial a qualquer momento.
Quando entra num sono sem sonhos, você deixa seu corpo e se conecta com a fonte mais profunda da qual você veio – com Deus, se assim quiser chamá-lo, ou com a essência mais profunda de si mesmo, aquela sua parte que nunca deixou o Paraíso e ainda está lá.
Embora você tenha saído de lá há bilhões de anos, a unidade ainda está dentro de você; é uma parte inalienável da sua consciência.
À noite, se a sua mente não estiver muito ativa e você se entregar ao sono e aos reinos não físicos no qual penetra, você acolhe essa Fonte, ao deixar seu corpo, e se renova nela.
Inclusive, na sua vida diária, você pode fazer a conexão com essa realidade do espírito divino, do qual você é uma parte íntima.
Ao ficar muito quieto, você pode sentir essa presença aqui e agora.
Eu o convido a sentir o quanto nós juntos, como um só ser, fazemos parte dessa face original de Deus.

Imagine que, no meio do seu peito, no seu chacra cardíaco, há um cristal brilhante e belo.
Imagine-o aí e sinta seu poder: um cristal claro e puro, do qual todas as faces refletem suas várias experiências simultaneamente.
Este cristal-coração também está conectado com tudo ao seu redor.
Os sentimentos que você recebe de outros podem ser refletidos por esse cristal, e percebendo o estado de espírito e emoções deles através desse cristal, você pode entendê-los.
A partir desse cristal-coração, você compreende as experiências dos outros, e suas dores e decepções ficam claras para você.

Este cristal-coração está conectado com os corações de todos os outros seres vivos, porque nós somos todos um.
Ao mesmo tempo, você também pode sentir que esse coração que você traz no peito lhe pertence – é o seu coração-alma.
Sinta como esses dois aspectos caminham juntos.
Você está conectado no nível do seu coração com os outros – há um campo horizontal que o conecta com tudo que está vivo – então não existe nenhuma separação, somos todos um.
Por outro lado, você também é “um”, isto é, você é você, e ninguém mais é exatamente como você. Você é um ser individual e existe uma linha vertical que o conecta diretamente com sua Fonte, com Deus.
Você está nesse corpo físico, que é o sustentáculo do seu coração, sua própria porção da consciência de Deus.

Sinta a vastidão desse cristal – a consciência infinita que pertence a você e, ao mesmo tempo, pode ir aonde quiser.
Ela não está presa a esse corpo, embora esteja nesse corpo agora, temporariamente, mas é uma energia tão vasta que, em última análise, não está presa a forma nenhuma.
Você é essa consciência, você trouxe um pedaço da estrutura divina de Deus-Pai-Mãe junto consigo aqui para a Terra.
Você é inteiro e completo em si mesmo e é o guardião desse cristal-coração.
Lembre-se disto, enquanto conversamos sobre a questão dos relacionamentos amorosos.

Quando você se apaixona por outra pessoa, geralmente há uma experiência intensa de prazer no começo do relacionamento.
Parece que algo se escancara dentro de você, algo que estava fechado e escondido há muito tempo e só pode ser destrancado pelo olhar desse outro ser.
Outras pessoas não parecem ver esse “algo” dentro de você, mas aquele que você ama desperta a beleza pura que você é.
Sua paixão e entusiasmo pela vida retornam, você se sente visto e amado e começa a vivenciar sua própria profundeza – a maravilha que você é.
É isto que você experiencia na paixão.
E embora isso pareça se referir ao outro, na verdade refere-se a você mesmo, ao que o outro evoca dentro de você, que é delicioso, um verdadeiro milagre!
Parece que só então você despertou e só então percebeu o quanto você tem para dar e o quanto pode ser amado.

Nesse momento, você geralmente fica intoxicado com o assombro e a maravilha dessa paixão que você experiencia, e cegamente se amarra àquele que despertou esse sentimento no seu interior.
É como se esse outro ser tivesse a “varinha mágica” em suas mãos.
Então, aquilo que no começo levou a uma revelação e a um sentimento amoroso por você mesmo e pelo outro, lentamente o conduz a um voo para longe de si, enquanto você fica totalmente focado no outro.

Então começa uma luta com o outro.
Você vai querer possuir a parte dele que o faz sentir-se tão bem.
E o outro geralmente faz o mesmo com você, e ambos se tornam imensamente confusos com esse cabo de guerra.
Deste modo, o melhor que um pode dar ao outro acaba invocando o pior, como ciúme, dependência e lutas de poder.
Esta é uma queda muito dolorosa que a maioria das pessoas vivenciou em sua vida.

Como acontece esta queda?
Existem duas partes dentro de você.
Nesse cristal-coração que eu descrevi, existe um amor que pode ver o outro exatamente como ele é e pode experienciar a beleza que há nele.
A partir desse espaço no seu coração, você pode entrar numa conexão igual e equilibrada com outra pessoa, na qual ambos reconhecem o divino no outro e, ao mesmo tempo, não perdem de vista o aspecto humano do outro.
Cada um admite a dor, as desconfianças, as decepções e resistência do outro.

Mas partindo do seu ventre, há uma outra energia em ação, algo que pode ser uma força muito intensa e destruidora na paixão cega.
Chamo essa energia de “criança interior negligenciada”, que carrega dentro de si uma dor muito forte e profunda, que vem da dor original do nascimento cósmico, a dor de abandonar a unidade de Deus-Pai-Mãe.
Essa criança também desperta quando você se apaixona, e essa criança tem muitas emoções que podem obscurecer o seu coração.
Essas emoções podem envolver o cristal-coração e encobrir o fato de que você é a fonte de prazer e bem-aventurança que experiencia nos estágios iniciais do amor romântico.
Estes sentimentos tinham a ver com você e o espaço que você deu a si mesmo – que se tornou possível através do outro, mas que, ainda assim, tinha a ver com você.

Entretanto, a criança em você, que está sofrendo e chorando pela atenção, amor e reconhecimento, dos quais ela sentiu falta por tanto tempo, pode ser tentada a colocar uma espécie de camisa de força no parceiro, desejando retê-lo a todo custo, de modo a tomar para si o que lhe falta.
Assim, a criança interior e o cristal-coração podem acabar se tornando dois lados opostos.
O que a princípio parecia ser muito lindo, transforma-se num relacionamento destrutivo, onde um vai brigar com o outro e entrar numa batalha que ninguém deseja, mas que acontece de qualquer maneira.

No momento em que a mágica ameaça desaparecer, você pode ficar desesperado.
E vai querer se agarrar ao seu parceiro a todo custo, porque uma vez sentiu uma sensação de amor absoluto por essa pessoa.
Você vai lutar para retê-lo, e suas antigas dores e emoções de raiva, medo de abandono e até ódio, podem vir à tona.
É muito difícil se desapegar de outra pessoa mesmo então, porque você é levado pela lembrança de como era bom quando tudo estava em harmonia.

É muito importante que, nesse estágio, você saiba como se desapegar.
O momento em que sente que seu relacionamento está entrando numa espiral descendente, e vocês começam a acusar e culpar um ao outro, é o momento de recuar.
Vocês podem ferir tão profundamente um ao outro justamente porque se envolveram muito intensamente, e essa dor é difícil de curar.

Então, ouse dar um passo para trás quando sentir que está perdendo o controle, que está sendo varrido pelas emoções que o impedem de se aproximar do seu parceiro com o coração aberto.
Você pode sentir um medo profundo de ser abandonado, ou justamente o contrário – um medo de se conectar tão profundamente com alguém que se perca nesse relacionamento.
Pode haver outras emoções como raiva e ciúme, mas o importante é que você perceba que as emoções mais intensas se referem mais a você mesmo do que ao relacionamento.
O relacionamento acionou as emoções, mas elas mesmas se originam de causas mais profundas.

O que importa agora é que você se volte para a criança ferida e negligenciada, que é a verdadeira causa do seu desequilíbrio emocional.
Fazer isto não é responsabilidade do seu parceiro.
E você também não é responsável pela criança interior dele/dela.
Tornar alguém responsável pela sua dor e esperar que ele a cure produz uma confusão enorme nos relacionamentos.

Então, como você pode ver que o relacionamento, que inicialmente era uma ligação amorosa, está indo mal e se desequilibrando?
Na verdade, existem sinais claros, e um dos meios de descobrir isso é fazendo simbolicamente um exercício com sua criança interior.

Imagine que está de frente para o seu parceiro neste momento – ou de alguém que seja muito importante para você, se não tiver um parceiro atualmente – e permita que sua criança interior fique à sua esquerda. Simplesmente imagine-se como uma criança com menos de dez anos, e mantenha essa criança do seu lado esquerdo, de frente para o seu parceiro.
Agora veja como a criança reage ao seu amado.
Observe a primeira reação dessa criança.
Pergunte-lhe: “O que lhe atraiu nele (ou nela)?
O que você achou tão irresistível?
O que tocou seu coração, o que a fascinou?”
E depois pergunte: “Como você se sente agora?”

Aconteceu alguma coisa com aquela qualidade original?
A criança ainda pode sentir aquele amor?
Num relacionamento curativo, essa qualidade única continua muito presente.
Ela o alimenta ainda; aquece-o ainda, enquanto, ao mesmo tempo, seu parceiro adquiriu uma forma mais humana, com seus próprios problemas, seus altos e baixos.
Entretanto, alguma coisa daquela mágica original continua lá, e por causa dessa mágica, os problemas podem ser superados.
Se você notar que a mágica está ausente, se sua criança interior realmente sentir que não é amada ou que é tratada injustamente, então está acontecendo alguma coisa à qual você deve prestar atenção. Dedique algum tempo para descobrir isso com sua criança interior.

Para esclarecer a situação, abandone a imagem da criança interior e agora imagine que você está diante do parceiro que você escolheu e observe como a energia de dar e receber está fluindo entre vocês.
Primeiro, veja o que você dá para o outro e sinta isso.
Não precisa expressá-lo com palavras, desde que o sinta.
Veja o que flui de você para o outro e perceba como se sente neste momento.
Você fica mais energizado devido a essa doação ou sente-se vazio e exausto?
Doar lhe é inspirador, ou você fica esgotado por causa disso?
Guarde esse primeiro sentimento.

Depois de olhar para o que você dá para o outro, observe a interação inversa.
O que você recebe do outro?
Acolha o primeiro sentimento que vier a você.
O que você recebe lhe parece bom?
Faz com que seu coração se abra mais?
Você se sente mais feliz consigo mesmo como resultado daquilo que recebe?
A essência de um relacionamento curativo é que o outro lhe dá algo que cria alegria no seu coração.

Finalmente, existe outro sinal de um relacionamento destrutivo.
A partir do seu plexo solar – um ponto perto do seu estômago – sinta um “cordão” de energia que o conecta com o outro.
Se você for sensível, talvez possa experienciar esse cordão.
O que você está procurando é o sentimento de que precisa possuir o outro, é a sensação de pânico diante do pensamento de que o outro não esteja mais aqui, de que alguém puxa esse cordão.
Se sentir isto, então esse é essencialmente um cordão umbilical energético que o conecta com o outro e lhe dá a sensação de que você precisa dele, “Não posso viver sem ele!”
Este sentimento de pânico mostra que você não funciona independentemente, ou pelo menos, que pensa que não é capaz de fazer nada sem o outro, e tal dependência pode levar a um relacionamento destrutivo.

Num relacionamento curador, é natural sentir falta do outro se, de algum modo, vocês estiverem separados.
É natural apreciar e, portanto, desejar a companhia do outro.
Você pode desejar o outro, mas não necessita do outro.
Mas, num relacionamento destrutivo, existe algo maligno em ação.
Existe um sentimento de que você não funciona ou não pode viver sem o outro, que você depende dele para o seu bem-estar – talvez para a sua própria vida! – e isto o enfraquece substancialmente. Existe um medo profundo de uma possível rejeição por parte do outro, e isto faz com que você se sinta pequeno e reprimido, e todo o relacionamento perde aquela alegre amplidão e liberdade que possuía no início.

Tente sentir essas coisas por si mesmo, calmamente, a seu próprio modo.
E não tenha medo de abrir espaço no relacionamento para se permitir sentir este tipo de coisa.
Porque uma vez que você e seu parceiro se encontrem numa espiral negativa do relacionamento, muitas vezes é necessário que se distanciem um do outro, física e emocionalmente, de modo a perceberem onde cada um se encontra.
Numa hora dessas, geralmente não é útil tentar conversar para resolver as coisas.
Primeiro é necessário que seus campos de energia se libertem um do outro a fim de ganhar espaço para voltar ao centro do seu cristal-coração.
Leve sua consciência para dentro desse cristal-coração, que é a sua essência.
Não dependa dos outros para experienciá-lo; ele está aí para você – sempre.
É o sussurro de Deus que você pode ouvir no silêncio.

Sinta, então, como esses raios luminosos, cristalinos, se irradiam para a sua criança interna, que ainda sofre de dor e que ainda está buscando aceitação, amor e segurança fora de si mesma.
Deixe seus raios de luz se derramarem sobre essa criança, e poderá literalmente ver que a luz do cristal parece ancorar-se, fluindo cada vez mais profundamente através do seu ventre e pernas para dentro da Terra.

Esta é a sua luz, a Luz exclusiva da sua Alma!
Você está aqui para vivenciar essa Luz em um corpo na Terra.
Sua Luz particular é única, é a sua Luz Angelical, e se você se mantiver conectado com ela, atrairá relacionamentos de cura para a sua vida.
Você não tem nenhuma “necessidade” de outra pessoa.
E também não tem nenhuma necessidade de transformar o outro em algo “perfeito”, em alguém que finalmente o enxergue sob a perspectiva que você deseja, e que o compreenda e acolha incondicionalmente, do jeito que você quer que ele o faça.

Aceitação e amor incondicionais devem ser encontrados no seu próprio coração – de você para você. Não sobrecarregue o outro com esse dever.
Esse amor absoluto é algo entre você e seu Eu.
Este só pode ser dado para você mesmo, e quando o doar, você se transformará numa fonte de amor pelos outros, porque, então, terá se tornado completamente sincero consigo mesmo e fiel a si mesmo. Você se ama, incluindo sua parte sombria – aquela criança no seu interior que às vezes luta e é atormentada.

Quando você ama a si próprio, é mais fácil enxergar a outra pessoa numa perspectiva verdadeira. Você não tem mais que encarar tão pessoalmente as coisas às vezes ofensivas ou perturbadoras que o outro às vezes fala.
As ações e reações dele pertencem a ele, e fica mais fácil não reagir tão emocionalmente a elas.
O outro já não é mais responsável pela salvação da sua alma – você é.
Você é o mestre do seu mundo, da sua realidade.

Todos vocês estão neste caminho da autocompreensão, e cada um já está tocando outras pessoas com seu cristal-coração; está oferecendo centelhas de amor e esperança para eles.
Eu lhes agradeço por virem à Terra nesta época, neste período de mudança e transição.
Estou com vocês e me importo profundamente com vocês.
Vocês são meus irmãos e irmãs e eu os amo.

© Pamela Kribbe

www.jeshua.net
Tradução de Vera Corrêa
www.jeshua.net/por

OS CHAKRAS E A ASCENSÃO DIMENSIONAL




Todos os seres humanos possuem Chakras, Centros de Força, vórtices energéticos que giram em sua bioenergia, ativados principalmente pela respiração, que é o processo de captação de Prana, de Força Vital Universal.

A maioria das pessoas tem medo e receio de ativar os Chakras que estão acima dos 03 primeiros, por estarem acostumados a trabalhar somente dentro da percepção da terceira dimensão, do mundo material, porém, tudo que está associado à esses 12 vórtices (07 no campo físico e 05 no campo etéreo) surgem à tona, se manifestam, quando existe o medo e o bloqueio de acesso à eles, e tudo isso acaba criando desconforto, depressão e doenças.

O Chakra da Base, o primeiro Chakra, é o Centro da sobrevivência, é o instinto animal, a essência, a maior ligação que existe entre nós e a Terra, o material.


O segundo Chakra, é o Centro da sexualidade, da criatividade, da manifestação da energia vital e criadora, da geração da vida.
O terceiro Chakra é o Centro da percepção, da auto estima e da consciência de grupo, e sendo assim, fica fácil perceber porquê a maioria das pessoas ainda está trabalhando a liberação expansiva somente nos 3 primeiros Chakras, sendo que a maioria nem saiu ainda do segundo.

O ser humano ainda possui medo de ativar e aceitar os outros Chakras, começando pelo Centro dos sentimentos, o quarto Chakra, o Vórtice do Coração, que manifesta o amor, a bondade e a afeição.


Um dos nosso maiores equívocos é achar que nosso poder de manifestação e realização está encerrado no cérebro, quando na verdade, o poder eletromagnético do coração e do sentimento é absurdamente mais poderoso que o próprio pensamento, com seu campo vibracional milhares de vezes maior que o cérebro, ou seja, se você deseja algo, é necessário usar o pensamento e o sentimento unidos, do contrário nada se manifesta, porém, o grande poder está no coração e não no cérebro.

A grande busca, a maior chave para a ascensão da consciência atualmente, é justamente aceitarmos e usarmos esse poder do sentimento, da emoção, de forma clara, límpida, fluídica e sem medos, para assim podermos ter estrutura no acesso a quinta dimensão, na expansão da quinto Chakra, para lidar com a Verdade.


Esta é a verdadeira ascensão da Terceira Dimensão (3º Chakra) para a Quarta Dimensão (4º Chakra), que nos preparará para o próximo degrau, que é a plena ativação e consciência do Quinto Centro de força, a 5ª Dimensão, que é tão falada atualmente.
O Chakra da VERDADE !

Os Chakras estão intimamente ligados ao conceito da ascensão para as outras dimensões, se atente para isso.

Quebre as barreiras materiais da sua vida que tanto te bloqueiam, perca o medo de se expressar e se entregar pelo sentimento e pelo amor, e você poderá vislumbrar uma realidade de paz, amor, verdade, luz e realização, que, acredite, muitas pessoas ainda não conheceram.

Pratique o Amor, ative seu Centro de Poder do Coração e você terá uma vida mais harmoniosa.

Você não pode esconder de si mesmo o que é essa energia, pois ela está dentro de você. Libere-a.
Seja amor, escolha o amor, se ame e ame os outros ao seu redor, perdoe, essa é a grande chave do mistério.

Luz e Consciência.


O SILÊNCIO DA ALMA

 
 


Um motivo pelo qual o silêncio nos é tão perturbador é este:
 Assim que começamos a nos tornar silentes, experimentamos a relatividade de nossa mente comum cotidiana.
Com essa mente medimos nossas coordenadas de espaço e de tempo, calculamos as probabilidades e contabilizamos nossos erros e acertos.
Trata-se de um nível de consciência muito útil e importante.
 
É um estado mental tão útil e familiar que, facilmente, acreditamos seja tudo o que somos: a totalidade de nossa mente, nosso verdadeiro eu, nossa inteira significação.
 
A vida, o amor e a morte, frequentemente nos ensinam o contrário.
 
Encontramos-nos inesperadamente com o silêncio, em muitas reviravoltas inesperadas da estrada da vida, de maneiras imprevisíveis, em pessoas improváveis.
 
Sua saudação possui um efeito que é, ao mesmo tempo, emocionante, pleno de maravilhamento, ainda que, frequentemente apavorante.
 
A cada momento, nossos pensamentos, medos, fantasias, esperanças, raivas e atrações, estão todos surgindo e desaparecendo.
 
Identificamos-nos, automaticamente, com esses estados, sejam eles passageiros ou, compulsivamente recorrentes, sem pensar o que pensamos.
 
Quando o silêncio nos ensina o quão transitórios e, portanto pouco confiáveis, na verdade, são esses estados, confrontamo-nos com o terrível questionamento de quem somos nós.
 
No silêncio precisamos lutar com a terrível possibilidade de nossa própria irrealidade.
 
O pensamento budista faz dessa experiência, denominada anatman ou, o "não eu", um dos principais pilares de sabedoria em seu caminho de libertação do sofrimento e, um de seus meios de iluminação essenciais.
 
Incentiva-se o praticante budista a buscar essa experiência da transitoriedade interior e, em vez de fugir dela, mergulhar nela de cabeça, assim como fizeram, Meister Eckhart e os grandes místicos cristãos.
 
É compreensível que anatman seja a idéia budista que representa o maior problema para as outras pessoas.
 
 Tão absurdo, tão terrível, tão sacrílego dizer que eu não existo.
 
De fato, muito do antagonismo cristão ao anatman é infundado ou, fundamentado em interpretação errônea.
 
Não quer dizer que não existimos, mas, que não existimos em autônoma independência, que é o tipo de existência que o ego gosta de imaginar que tem; o tipo de fantasia de ser Deus, com que a serpente tentou Eva.
 
Trata-se da arrogância que, frequentemente, acomete as pessoas religiosas.
 
Não existo independentemente, pois Deus é o fundamento de meu ser.
 
À luz desse entendimento, lemos as palavras de Jesus no Novo Testamento, com percepção aprofundada:
"Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me..., mas, o que perder a sua vida por causa de mim, a salvará" (Lc 9, 23-24).
 
Caso, através do silêncio, possamos abraçar esta verdade do anatman, faremos importantes descobertas acerca da natureza da consciência.
 
Descobriremos que a consciência, a alma, é mais do que o fantástico sistema cerebral que computa, calcula e, julga.
 
Somos mais do que aquilo que pensamos.
A meditação não é o que pensamos.
Medite por Trinta Minutos...
Lembre-se: Sente-se.
Sente-se imóvel e, com a coluna ereta.
Feche levemente os olhos.
Sente-se relaxado, mas, atento.
 
Em silêncio, interiormente, comece a repetir uma única palavra.
Recomendamos a palavra-oração "Maranatha".
Recite-a em quatro silabas de igual duração.
 
Ouça-a à medida que a pronuncia, suavemente mas continuamente.
 
Não pense nem imagine nada, nem de ordem espiritual, nem de qualquer outra ordem.
Pensamentos e imagens provavelmente afluirão, mas, deixe-os passar.
 
Simplesmente, continue a voltar sua atenção, com humildade e simplicidade, à fiel repetição de sua palavra, do início ao fim de sua meditação.
 
Laurence Freeman
Fonte: http://www.monjacoen.com.br/textos-budistas/textos-diversos/688-o-silencio-da-alma