domingo, 23 de setembro de 2012

Chico Xavier: “Os DVs são naves interplanetárias de outras regiões da nossa galáxia”.


“Chico Xavier, Prêmio de Cidadão Honorário” – óleo sobre tela (70x50), cortesia do artista plástico Xico Santeiro.
 
 
                                          
Por Pedro de Campos

Numa época em que sigilosamente as grandes potências, especialmente os Estados Unidos e a antiga União Soviética, viviam a chamada Guerra Fria, na qual uma nação tentava sobrepujar outra em termos de tecnologia bélica, o médium Chico Xavier apontou precauções relativas aos discos voadores.
 
Essas grandes potências chegaram a construir secretamente naves em formato discóide, simulando os discos relatados por testemunhas em várias partes do mundo.
 
Para isso, os Estados Unidos estreitaram os laços de amizade com o Canadá e empresas de ambos os países juntaram forças para trabalharem em regime de parceria no desenvolvimento de engenhos aéreos em formato discóide.

A grande fábrica de aviões Canadian Avro Aircraft passou a trabalhar para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), desenvolvendo um engenho do tipo disco.
 
Sua engenharia de projetos acreditava que a melhor maneira de entender os objetos discóides seria tentando produzi-los. Por conseguinte, o bom trânsito de informações secretas deveria ser crucial.
 
E o fluxo delas ocorreu não só entre os governos, mas, saindo deles, chegou à cúpula das grandes empresas.

Foi assim que na investigação dos UFOs apareceram equipes altamente capacitadas, oriundas de empresas renomadas, tais como a IBM, a Hughes Aircraft, a Bell Labs, a Dow Corning e outras.
 
Em razão da Guerra Fria e do ganho em negócios com tecnologia de ponta, essas empresas colocaram a campo o seu pessoal altamente especializado para obter informações, investigar tudo o que estava ligado aos UFOs e desenvolver tecnologia militar avançada.

O estudo dos fragmentos da nave alienígena acidentada em Roswell, no ano de 1947, proporcionara aprofundados estudos de engenharia reversa.
 
E em meados de 1959, um protótipo de disco-voador com cerca de sete metros de diâmetro foi apresentado ao público norte-americano pela empresa canadense Avro.
 
Embora essa tentativa de construção tivesse malogrado, ainda assim o projeto seguiu, sugerindo para o futuro lançamentos de aeronaves com formato mais ou menos discóide.

Foi nesse tempo que o médium espírita Chico Xavier começou a participar de inúmeras entrevistas em rádio, televisão e jornal, nunca se recusando a responder nenhuma pergunta que lhe era endereçada.
 
O assunto “discos voadores”, tidos como engenhos de outras civilizações do universo, embora não fosse sua especialidade nem sua preocupação costumava vir à baila nas entrevistas.
 
E recebia de Chico e de seu mentor espiritual, Emmanuel, sempre a devida apreciação, com o médium se posicionando com a necessária prudência e equilíbrio ao examinar os casos.
 
Certa feita, perguntaram ao Chico:

Atualmente, fala-se muito em contatos de seres extraterrenos.
O senhor acredita na existência de discos voadores?

“Eu acredito que existem naves interplanetárias – respondeu Chico.
Mas o assunto é um tanto quanto difícil, porque pertence ao campo da ciência.
Nós não podemos ignorar que, depois da Segunda Guerra Mundial, as superpotências experimentaram determinadas máquinas, mormente máquinas voadoras, naturalmente com segredos de Estado que são compreensíveis.
Possivelmente teremos máquinas de formas esféricas para voar e concorrer com nossos aviões, com nossos ‘Concordes’ e, talvez, estejam esperando a hora certa para surgir.
Se entrarmos aí numa contenta sobre discos voadores, que dependem de outros mundos, ‘de outras regiões da nossa galáxia’, e se as sedes desses engenhos não permitir que eles venham visitar a Terra durante muito tempo e [nesse ínterim] aparecerem as máquinas esféricas das superpotências, então com que rosto iríamos aparecer?
Vamos deixar que a ciência resolva este problema.”
[Francisco Cândido XAVIER, livro Mandato de Amor, Belo Horizonte, União Espírita Mineira, 1992, organizado por Geraldo LEMOS NETO].

Observa-se hoje que Chico Xavier fora perfeito em sua resposta.
Em seu tempo, ele acreditava em “naves interplanetárias” e a hipótese extraterrestre lhe parecia correta.
Mas o tema era difícil de ser abordado, porque os Estados Unidos e a antiga União Soviética estavam projetando, em regime secreto, aeronaves inspiradas em discos voadores.
 
A forma discóide, quando realizada, seria confundida com os engenhos alienígenas.
E se os aliens parassem de vir à Terra por algum tempo, a casuística verificada após a guerra seria tomada como testes de engenhos terrestres.
Por conseguinte, quem se posicionasse certificando os discos voadores como de “outras regiões de nossa galáxia”, sem fazer as ressalvas necessárias, mais tarde, quando os novos engenhos fossem apresentados, seria tido como ingênuo e ficaria em má situação perante o público.
Para Chico, a comprovação dos fatos era da alçada científica, somente ela poderia resolver a questão, e ele deixou isso bem claro em sua resposta.

De fato, alguns anos depois foram dados a público os discos fabricados pelo homem, levando muito divulgador ao descrédito.
Mas os pesquisadores do fenômeno UFO apresentaram uma quantidade enorme de novas evidências para mostrar que a crença popular nos discos voadores não era infundada.
Ao mesmo tempo, a casuística teve prosseguimento e apresentou significativa quantidade de casos registrados com filmes, fotos e relatos de pilotos experimentados.
 
Também veio à tona um número expressivo de abduções, as quais foram examinadas sob olhar aguçado de médicos e especialistas.
Implantes alienígenas retirados de corpos humanos por intervenções cirúrgicas foram estudados com modernos recursos de laboratório.
Sequestros e mutilações de animais observados em vários países receberam o detido estudo científico.
 
Marcas intrigantes, cientificamente elaboradas e surgidas da noite para o dia, desde a década de 80, formaram agroglifos enigmáticos nas plantações e exigiram acurado estudo para decifração.
O programa SETI, ao procurar sinais inteligentes de rádio no espaço, obteve ao menos uma incidência intrigante, sugerindo-nos a existência de vida tecnologicamente avançada em outro distrito da nossa galáxia.
 
Isso tudo mostrou que há razões de sobra para a ciência continuar tomando a sério a questão ufológica, mesmo que a maior parte dos fenômenos seja sugestiva de atividade paranormal e exija dos cientistas investigações avançadas.
Para além da realidade concreta dos UFOs, adentra-se hoje ao imponderável mundo das subpartículas que formam outras dimensões, ao não menos imponderável multiverso e seus canais de ligação (Teoria dos Buracos de Vermes) e às captações subjetivas da mente.

O fato é que a antiga crença na pluralidade dos mundos habitados recebeu nas últimas décadas uma contribuição de peso: o Fenômeno UFO!
Quem acreditava na vida em outros mundos, ao ver o homem lançar espaçonaves e laboratórios orbitais indagou:
Por que uma civilização mais avançada não faria o mesmo?
Por que não lançaria os seus engenhos para outros distritos da galáxia?
E se o fizesse, sendo mais avançada que nós, tal civilização não teria já descoberto o segredo das viagens interestelares e os UFOs não seriam fenômenos extraordinários de contato?

Hoje, as respostas para estas indagações são buscadas cientificamente pela Ufologia, cujo objetivo é estudar as eventuais manifestações de outras civilizações do cosmos, de seres vivos que chegariam à Terra por um caminho espacial que hoje nos é desconhecido.
 
Quanto à Doutrina Espírita que Chico professava, ela foi definida por Allan Kardec como “uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal” [O que é o Espiritismo].
 
Portanto, o Espiritismo estuda o mundo dos mortos e suas manifestações no mundo dos vivos, considera que a evolução do espírito é feita no curso das vidas sucessivas, em mundos de todas as instâncias espaciais, quer numa gradação material quer numa menos material.
Naqueles mundos, o espírito encarna num corpo situado dentro da escala matéria-energia, cumpre nessa gradação um ciclo vital, produz tecnologia em conformidade com o seu avanço e vive experiências que englobam conhecimento de outras humanidades do cosmos.
Essa a razão de Chico Xavier ter acreditado em discos voadores, além da experiência que ele próprio tivera, relatada por nós na postagem 39. Caso Chico Xavier.


Pedro de Campos
 
 
Discovery Channel - Verdadeiros Discos Voadores (Parte1de5)..
 
Discovery Channel - Verdadeiros Discos Voadores (Parte2de5)..
 
Discovery Channel - Verdadeiros Discos Voadores (Parte4de5)..
 
 
Discovery Channel - Verdadeiros Discos Voadores (Parte5de5)..
 
 
 
 
Este episódio propõe que alienígenas fizeram contato com o homem tão recentemente quanto o século 20, citando exemplos como a Batalha de Los Angeles eo incidente Roswell UFO .
Ela também olha para o moderno SETI projeto e especula o que aconteceria se alienígenas respondeu de volta, o que existem protocolos para determinar quem falaria em nome da humanidade, e como nós comunicamos.

Caso Chico Xavier – Aliens de 3 metros e corpo esquelético

 
                                               
Chico Xavier e Geraldo Lemos Neto, Uberaba, 1988.
 
 
                                          
Por Pedro de Campos

Dentre as pessoas que temos a honra de conhecer está Geraldo Lemos Neto.
Desde o lançamento de Lentulus, encarnações de Emmanuel – Inquirição histórica, tivemos a satisfação de ver o nosso livro no prestigioso site da editora Vinha de Luz.
 
Depois, por ocasião dos nossos trabalhos sobre a Epístola Lentuli - Parte 1, Parte 2 e Parte 3 - publicados na Espiritismo & Ciência a partir de junho de 2011 (números 87, 89 e 91), Geraldo repercutiu na internet as pesquisas históricas para todos os interessados.
 
Geraldinho, como era chamado carinhosamente pelo nosso saudoso Francisco Cândido Xavier, após a desencarnação do conhecido médium fundou em Pedro Leopoldo, estado de Minas Gerais, um museu com as coisas do Chico.
A Casa de Chico Xavier é hoje uma referência turística obrigatória para quem vai àquela região de Minas Gerais.

Geraldinho se lembrou de uma frase dos tempos de Cristo: “Se vos falo das coisas terrestres e não me credes, como crereis se vos falar das coisas dos céus?” Jo 3,12.
A frase parecia se encaixar aos dias atuais, porque quando Chico lhe contou sobre a questão alienígena também foi difícil acreditar – se engana quem pensa que Chico não teve contato com os UFOs.
 
Quanto a nós, quando pedimos permissão a Geraldinho para publicar aqui o seu testemunho, ele nos disse com tranquilidade:
“Fique totalmente à vontade Pedro, caso queira divulgar essa experiência, porque creio que os tempos são chegados e precisamos amadurecer mais com as informações de Chico Xavier”.

Contou-nos que há muito desejava relatar este caso.
Ficara sabendo da ocorrência quando de suas conversas com o prestigioso médium e não vira ninguém contá-la até então.
Aproveitou para fazer isso neste 2 de Abril de 2012, data em que Chico, caso estivesse entre nós, estaria completando mais um aniversário.
 
Na casa de Chico, em Uberaba, por ocasião de suas conversas com o médium, as quais se prolongavam às vezes até a madrugada, Geraldinho gostava de perguntar sobre as coisas do universo, das galáxias e suas nebulosas, das estrelas e planetas que se movimentam ao derredor.
 
Chico lhe falava com muita vivacidade sobre esses assuntos, inclusive sobre a existência de humanidades muito mais avançadas que a nossa, espalhadas por esses Multiversos sem fim.
Certa feita, de modo surpreendente, Chico contou a ele que já havia estado com visitantes de outros orbes, mas quando Geraldinho disse que sua vontade era um dia também conhecê-los, o médium foi enfático e contou-lhe a ocorrência.

“Você deve ter muito cuidado Geraldinho – disse Chico preocupado –, porque embora a maioria das civilizações que já desvendaram os segredos das viagens interplanetárias seja de grande evolução espiritual, votadas ao bem e à fraternidade, há também aquelas que somente se desenvolveram no campo da técnica, enregelando os sentimentos mais nobres do coração.
Representantes dessa outra turma também têm nos visitado, mas com objetivos escusos...
Para eles nós somos tão atrasados que eles não prestam nenhuma atenção às nossas necessidades e aos nossos sentimentos.
São eles que raptam pessoas e animais para experiências horrorosas em suas naves.
Quanto a esta turma, devemos ter muito cuidado”.
O médium parou, pensou, e prosseguiu em seguida contado sua experiência pessoal.

“Uma vez eu estava indo de Uberaba a Franca e, depois, a Ribeirão Preto para visitar a irmã do Vivaldo [Vivaldo da Cunha Borges, cunhado de Geraldinho], Eliana, que havia passado por uma cirurgia no coração nesta última cidade.
O doutor Elias Barbosa foi dirigindo o automóvel na companhia de Vivaldo e eu, que fiquei no banco detrás.
Pois bem, íamos lá pelas 3 horas da manhã para evitar o trânsito, e a meio caminho uma luz meio baça, na cor alaranjada envolveu o automóvel e passou a segui-lo.
O doutor Elias achou por bem encostar o carro e esperamos os três para ver o que ia acontecer. Intuitivamente comecei a orar, pedindo aos amigos que me acompanhassem na prece.
O espírito Emmanuel se fez presente e nos solicitou redobrada vigilância.
A nave apareceu então no pasto ao lado, iluminando toda a natureza em torno com a sua luz alaranjada e baça.
Ela pairou no ar sem tocar o solo, e do meio dela saiu uma luz mais clara ainda, de onde desceu uma entidade alienígena.
Ela tinha uma aparência humanóide, mas muito mais alta que nós, com cerca de três metros de altura, quase esquelética.

“Senti um medo instintivo e roguei ao Senhor que nos afastasse daquele cálice de amarguras, que pressentia com o auxílio de Emmanuel.
Subitamente a entidade parou e desistiu de nós, retornando para a sua nave.
Depois, o veículo interplanetário se elevou do solo e eu vi perfeitamente uma vaca sendo levada até o seu interior, como se levitasse até lá.
Em seguida, a nave desapareceu de nossas vistas com velocidade espantosa.

“O espírito Emmanuel me revelou então que estes irmãos infelizmente não eram vinculados ao bem e ao amor, eram sociedades que pilhavam planetas em busca de experiências genéticas estranhas.
De vez em quando, abduzem homens e animais para suas aventuras laboratoriais.
Segundo Emmanuel, eles somente não fazem mais porque Nosso Senhor Jesus estabeleceu normas e guardiães para proteger a humanidade terrestre ainda tão ignorante quanto às realidades siderais em sua infância planetária.
“Então, meu filho – asseverou Chico –, se você avistar alguma entidade com as características que eu lhe dei, três metros de altura e corpo humanóide esquelético, corra, Geraldinho...
Pernas pra que te quero!!!”

E Chico desatou seu riso tão característico.
Embora na ocasião do contato estivesse ele preocupado, estava agora feliz por ter vivido essa e outras experiências.
Geraldinho, por sua vez, não conteve a pergunta, quis saber se havia também os aliens bonzinhos, ao que Chico comentou outra experiência.

“Ah! São magníficos!
Os que eu conheci são criaturas de muito baixa estatura, cerca de um metro apenas.
São grandes inteligências e por isto mesmo têm uma cabeça de tamanho avantajado em relação à nossa, com grandes olhos amendoados e meigos, capazes de divisar todas as faixas de vida nos diversos planos de matéria física e espiritual.
Não possuem nariz, orelhas e sua boca é apenas um pequeno orifício.
Seus sistemas fisiológicos são muito diferentes dos nossos e já não possuem intestinos.
Toda a sua alimentação é apenas líquida.
São de uma bondade extraordinária e protegem a civilização terrena assumindo um compromisso com Jesus de nos guiar para o bem.
Um dia, Geraldinho, que não vai longe, eles terão permissão do Cristo para se apresentarem a nós à luz do dia, trazendo-nos avanços tecnológicos, médicos e científicos nunca dantes imaginados.”

Com essas palavras, Geraldinho ficou imaginando como o universo deve ser vasto, e quanto o Chico sabia sobre ele e ficava calado.
Certa feita, Chico falou que Plutão era uma espécie de prisão espiritual, um isolamento milenar de espíritos endividados por crimes contra a humanidade, para eles mesmos se protegem das multidões de hordas vingativas e repensarem os seus atos criminosos do passado.
Semelhante a Plutão, Mercúrio e Lua também são esferas em que vibram espíritos com grandes débitos, cada qual com seu grau evolutivo e vivendo experiências reparadoras.
Mas nesses isolamentos não estão eles sem o amparo da Providência divina, que se faz presente ali por meio de espíritos de elevada expressão, verdadeiros mestres da paz em missão do bem.
Chico era capaz de falar sobre os mistérios da vida no mais além.
“E com que simplicidade e naturalidade ele nos falava dessas coisas dos céus”, finalizou saudoso o administrador da Casa de Chico Xavier.

Os ufólogos como nós, que há anos estão envolvidos no estudo e na pesquisa da casuística, sabem que há mais de meia centena de raças alienígenas chegando à Terra para experiências favoráveis a elas
(veja mais sobre isso neste blog, postagem de número 11. Tipologia, contato e procedimento alien).
 
Sabe-se hoje, pelos contatos testemunhados e cientificamente estudados, que o tamanho e a aparência contam pouco no caráter e na sensibilidade alienígena para com as coisas do homem.
Tais características podem ser tomadas apenas como pequenas experiências em meio a muitas outras.
Os espíritos encarnados em corpos densos de outros orbes ou em bioformas ultrafísicas de outras dimensões possuem livre arbítrio, assim como nós, realizam incursões conforme sua capacidade técnica e estão ávidos por conhecimento; vez ou outra deixam mensagem nos alertando sobre as ações incorretas do homem, mas tal iniciativa não significa que vieram nos ajudar.
 
Para ter certeza de suas reais intenções, seria preciso haver contato formal.
Considerando Chico Xavier:
“Não vai longe o dia em que eles terão permissão do Cristo para se apresentarem a nós à luz do dia, trazendo-nos avanços tecnológicos, médicos e científicos nunca dantes imaginados”.
 
Antes disso, a prudência nos recomenda pesquisar de modo científico as ocorrências – assista ao vídeo abaixo, para saber como está sendo feito isso hoje.
Trata-se de sério documentário sobre casos verídicos.


Pedro de Campos
 
 
 
 
 

Ultraterrestre (UT) – definição


 

                                              
Ithacar – entidade ultrafísica tida como de Marte, canalizada por Giorgio Bongiovanni.
 
 
Por Pedro de Campos

Ultraterrestre (UT) é termo vindo do latim.
Está composto de: ultra, “que está além”; + terrestre, “da terra ou a ela referente como matéria”, “denso e transitório”.
Por definição, é uma criatura cuja densidade corpórea está além da matéria terrestre, fora dos limites da matéria densa, embora tenha corpo transitório, dotado de ciclo vital limitado.
Considerando que os orbes do cosmos foram formados pelos elementos fundamentais que também formaram a Terra, esse tipo de vida, caso exista nas esferas suprafísicas fora da Terra, estaria numa vibração além dos limites da matéria densa tridimensional.

Algumas características dessas criaturas foram relatadas nos contatos ufológicos.
O UT é tido como entidade alienígena de outra dimensão, seja deste universo ou de outros, paralelos. Trata-se de uma criatura diferente do espírito.
Embora semelhante a ele por ser invisível aos nossos olhos, diferente dele está encarnada numa esfera não-espiritual.
 
Assim como o homem, tem um ciclo vital: nasce, cresce, reproduz, envelhece e morre.
Pode viajar pelas várias dimensões do espaço-tempo e materializar seu corpo ultrafísico de modo semelhante ao espírito; contudo, enquanto o espírito o faz por ectoplasmia, usando os fluídos corpóreos do médium, o UT o faz por teleplastia, adensando seu corpo composto de uma espécie de luz, um plasma luzente postado numa oitava acima da vibração sólida, que lhe permite agregar outros substratos e manipular a luz própria com a qual faz quase tudo.

Foi o astrônomo e espiritista francês, Camille Flammarion (1842-1925), quem grafou pela primeira vez o nome “ultraterrestre” numa obra literária.
Ele o fez no livro Récits de l’infini, editado na França, em 1872. No Brasil, a obra foi publicada em 1938, pela Federação Espírita Brasileira (FEB), com o título de Narrações do Infinito.
 
Traduzido do francês para o inglês com o nome de Lumen, é encontrado nas livrarias da Europa e monopoliza a atenção dos aficionados.
A entidade UT, descrita na “Primeira Narrativa” do livro, causou impressão positiva.
Hoje, o termo é usado para definir entidades “menos materiais”, encarnadas em esferas dimensionais de outros mundos. Chico Xavier registrou a existência de tais criaturas, sem citar o nome, no livro Cartas de uma morta [Lake, 1981].
E, no livro Universo Profundo [Lúmen Editorial, 2003], nós retomamos essa designação fazendo novos desenvolvimentos, para consolidar a definição ultraterrestre aqui expressa.

Quem examina as obras da doutrina espírita, nota que Allan Kardec registrou nelas um cosmos de composição quântica, por assim dizer, composto de várias dimensões, dentre as quais: a dimensão do foco inteligente (espírito), a do molde biológico semimaterial (perispírito), a do corpo menos material (encarnação ultraterrestre), a do corpo material sólido (encarnação terrestre e extraterrestre), a do corpo mais material (encarnação em organismos semelhantes a cristais), e ainda outras estratificações distantes do saber humano.
Se no século XIX essas dimensões eram inconcebíveis, hoje, porém, elas repontam como possibilidade científica, considerando-se que o mundo da ciência fala na existência de onze ou mais dimensões.
Nelas, haveria uma química sutil e uma física de partículas juntando estruturas numa oitava acima da nossa, formando mundos e entidades vivas numa vibração de requinte apurado.
Nessas esferas, os espíritos poderiam formar novas composições corpóreas, plasmar corpos daquele tipo de luz e deles fazer uso para evolucionar em ambiente sublimado.
Com os avanços da Física Teórica, tal hipótese reponta como algo pensável, corroborada, inclusive, pelos argumentos incomuns das Escrituras Sagradas, as quais registram que a Terra foi visitada por entidades ultrafísicas com grau avançado de evolução.
Se na Antiguidade era impossível o entendimento científico da questão, o mesmo não se pode dizer hoje.

Segundo as entidades codificadoras do espiritismo, o UT está presente também nas dimensões dos planetas do Sistema Solar [LE P.188ndr; A Gên VI:61; XIV:8].
É dito que nessa bioforma incomum o espírito encarna, por assim dizer, para cumprir um ciclo de vida e adquirir experiência numa ordenação de vida sem as dificuldades que a matéria densa proporciona [ESE III:8-18; XXVII:77]. Hoje, embora se cogite teoricamente desse tipo de vida, trata-se ainda de algo totalmente alheio ao saber científico.

Essa entidade incomum, segundo os espíritos, usa de nave etérea, por assim dizer, a chamada “morada de pássaros” [Revista Espírita, FEB, ago. 1858], um engenho construído no mundo das partículas.
Viaja num hiperespaço composto de várias dimensões.
 
Pelos contatos, sabe-se que pode converter, por tempo relativo, seu próprio corpo e seus engenhos em massa similar à terrestre, ficando tangível no mundo tridimensional.
Essa seria a razão de os nossos instrumentos registrarem a presença de tráfego UFO em certos locais, quase sem chance de positivação concreta pelas autoridades, motivada por rápida desmaterialização e controle eficaz do processo alien.
Na Terra, a comunicação do UT com o homem é feita geralmente por telepatia e clarividência; em estado normal, a entidade não incorpora médium, mas pode fazê-lo ocasionalmente, de modo não ostensivo, caso esteja emancipada do corpo ultrafísico; na nave, geralmente, comunica-se com a alma humana desprendida do corpo, mas pode fazê-lo também materializada; pode se manifestar através de aparelhos, como na chamada TCI-Alien.

Deve-se ter em mente que o UT não é o ser extraterrestre (ET) procurado pelos pesquisadores científicos, pois se trata de uma inteligência suprafísica.
 
O ET procurado pela ciência seria uma criatura de corpo sólido, evoluído num ambiente tridimensional como a Terra, sem necessidade de ser igual ao homem na aparência e na constituição orgânica.
Sendo biologicamente denso, para vir a Terra precisaria fazer uso de “nave espacial”, praticar algum tipo de “teleportação” e vencer as monumentais distâncias interestelares.
Não seria um tipo que se materializa como o UT, mas que se transporta para vir à Terra.

Na Ufologia, acredita-se que os ETs poderiam chegar à Terra através dos Warmholes [Buracos de Minhoca], uma formação de tubos no espaço-tempo que permitiria viagens quase instantâneas no cosmos.
 
Os esforços científicos financiados pela tributação do povo são feitos para encontrar ETs de natureza sólida, criaturas que estariam muito distantes do Sistema Solar, mas até agora, nenhum planeta com possibilidade de vida inteligente, algo semelhante à nossa, foi achado. Por lógica, a casuística ufológica seria raríssima.
 
Mas a verdade é que estamos diante de uma enorme fartura de casos, de incontáveis testemunhos de contato e de relatos numerosos de abdução.
Diante disso, ao examinarmos as diversas teorias em voga, vemos que a hipótese ultraterrestre leva nítida vantagem sobre as demais.
Na atualidade, para a maior parte do público aficionado por Ufologia e que frequenta congressos, os nossos visitantes, em sua maioria, seriam entidades suprafísicas: UTs.

Nos vídeos abaixo [DVD 019, Revista UFO, Encontro com civilizações cósmicas], vamos observar algumas pesquisas sobre os contatos de George Adamski nos anos 50-60.
As criaturas diziam vir de planetas do Sistema Solar, como Vênus, Marte e Saturno.
Na época, ainda não se sabia com certeza se haveria neles algum tipo de vida inteligente.
 
Adamski escreveu dois livros contando tudo, reuniu fotos, filmes e depoimentos de testemunhas acima de qualquer suspeita, que com ele avistaram as naves e os seres de outros planetas.
Os contatos foram sólidos, e as criaturas chamadas de ETs.
 
Anos depois, constatou-se que naqueles planetas não havia ninguém.
Então, uns consideraram uma farsa de Adamski; outros, que os ETs mentiram sobre o planeta de origem; e outros, ainda, em razão das evidências, que as criaturas eram UTs materializados, entidades planetárias, mas suprafísicas.
O Caso Adamski foi estudado por nós no livro Os Escolhidos, e mostrado em vídeo nos DVDs Os Aliens na Visão Espírita, Parte 1.
Veja e conclua por si mesmo.

Caso Adamski
NC106C por tvmundomaior



Pedro de Campos
 
 
 

Repercussão da entrevista Bongiovanni


 
Apresentado pela rainha Sofia, Bongiovanni cumprimenta Gorbatchov, presidente da União Soviética, e sua esposa Raissa. Madri, 27/10/90.
 

Por Pedro de Campos

A entrevista que Giorgio Bongiovanni concedeu a Pedro de Campos, para a Revista UFO do Brasil, ainda desperta atenção dos leitores.
A redação da UFO recebeu o comunicado que motivou está postagem.
Agradecemos ao leitor a oportunidade de esclarecimento e, em razão do interesse, vamos estendê-lo ao público.
Não vamos declinar aqui o nome do remetente, pois ele mesmo, caso queira, poderá fazê-lo, comentando este blog.

Trata-se de um espiritualista convicto, participante de atividades paranormais e estudioso de casos ufológicos.
Em suas análises, discorda que os aliens de Roswell seriam “como robôs a serviço de seres mais evoluídos”; e argumenta que existem muitos relatos envolvendo tais seres, sugerindo-nos que “são inteligentes e se utilizam de tecnologia avançadíssima”.

De nossa parte, consideramos necessário um estudo detido da citada entrevista.
Nela, notamos que o entrevistado, embora tenha tomado uma estrada variante para interpretar os seres do incidente Roswell, ainda assim não se afastou da ideia original do coronel Philip Corso, autor do livro Dossiê Roswell , que trata do caso.

Como oficial do Exército dos Estados Unidos, o coronel Corso diz ter visto as criaturas alguns dias após o incidente, num quartel do Exército, e que, anos depois, sob ordens superiores, examinou o relatório das autópsias e viabilizou o trabalho de engenharia reversa da nave alienígena.
Para ele, eram entidades vivas e geneticamente modificadas, próprias para viagem de longa duração.

Qualificá-las de espécie de “robôs” ou de “servidores inteligentes”, como o fez Bongiovanni, não fica fora do conceito original de Corso, testemunha militar do Caso Roswell.

Em seu livro, e em suas palestras, o coronel informa que as criaturas usavam “faixas de cabeça” e, por meio delas, com a ponta dos dedos e ação do pensamento, os aliens poderiam operar os controles da nave; sendo assim, não seria impossível a comunicação dos operadores com a base alienígena, onde estariam outras inteligências, talvez mais evoluídas que os tripulantes acidentados.

O certo, não se sabe!
Tudo fica no campo das hipóteses, e a ventilada por Bongiovanni é apenas uma.

Numa segunda abordagem, o leitor diz que os chamados “Seres de Luz”, dos quais Bongiovanni faz referência, seriam para ele “prepostos de Jesus”, entidades que estariam “conduzindo e defendendo os humanos nas situações mais graves da vida”; como, também, estariam “controlando os seres de outros planetas e fixando um limite em suas ações na Terra”.

Nessas colocações, o leitor concorda com o entrevistado.
Mas não crê que Jesus viesse a se apresentar materializado na casa de Bongiovanni, pois não entendeu o “sentido de tal aparição”; estranha a falta de uma “mensagem clara”, uma orientação, por assim dizer, e considera que o “governador da Terra” estaria muito além das “aparições isoladas e particulares”.

Diferente da primeira disposição, a segunda é de extrema dúvida para o leitor remetente.
De nossa parte, não temos motivo para duvidar que Bongiovanni tenha presenciado uma materialização em sua casa.
Devemos realçar que não se trata aqui da opinião do entrevistado sobre um fato testemunhado por outro, como o Caso Roswell, mas do seu próprio testemunho, algo que ele vira em primeira pessoa.

Se considerarmos que a materialização ocorrera, então seria o caso de indagar:
Como certificar que o simulacro era Jesus?
Na identificação, teria a entidade induzido Bongiovanni a erro?
Como saber isso?
De fato, a dúvida persiste.
Sem acurado exame da aparição fica impossível emitir juízo de valor.
Por outro lado, poderíamos especular:
Filosoficamente, haveria chance de que fosse mesmo Jesus?
Estaria Ele acessível aos simples mortais?
São perguntas que ficam para reflexão.
Contudo, para o que está fora do positivismo científico, não há certificação; e o caso passa ao domínio da crença.

A crença, por sua vez, é algo de foro íntimo. Hoje, há quem diga que Jesus não existiu; outros, que não era o Messias.
Poucos crêem que Ele tenha nascido de uma virgem, a qual, depois do parto, permanecera virgem, para, em seguida, ter vários filhos, conforme mostram os Evangelhos.
Difícil entender esses fenômenos sem considerar Jesus um ser diferenciado.
E mesmo aqueles que crêem na origem virginal, talvez não creiam que Ele fosse um humano híbrido, mas humano integral, Filho de Deus espiritual.
Mas não é fácil entender um ser “apenas espiritual”, como Deus, inseminando mulheres na Terra [em sua entrevista, Bongiovanni deu interpretação interessante sobre isso].

Os Evangelhos registram que Jesus transformou a água em vinho, sugerem que Ele bebia o fruto da vinha e expulsou os vendilhões do Templo, mas muitos não crêem nisso, pois acham que tais atos seriam incompatíveis com sua perfeição espiritual.
Há quem creia que Jesus não ressuscitou nenhum morto nem expulsou os demônios, dizem que um corpo morto não revive e que os demônios não existem.
Alguns parapsicólogos, inclusive, falam que os fenômenos físicos, assim como os praticados por Jesus, têm origem na força mental e na capacidade de sugestão do sensitivo, nada tendo de atividade de espírito desencarnado, colocando em jogo , ainda que de modo impensado, os feitos de Jesus.

Assim, sucessivamente, chegamos a um emaranhado de crenças e descrenças.
Quem encontra nelas uma lógica de entendimento, uma fé, passa a acreditar; os demais, não!
E como há crenças de todo tipo, contrariando uma a outra, o cidadão imparcial que de fora as observa tem dificuldade em distinguir qual lhe seria verdadeira.
Somente a reprodução do fenômeno e seu controle científico poderiam certificá-lo, transformando crença em fatos reais.

Não obstante isso, sem dúvida, a doutrina de Jesus superou todas as outras, foi ao encontro dos anseios do povo e absorveu o mundo ocidental quase inteiro.
E sendo Jesus tão magnânimo aos simples, como mostram os Evangelhos, por que não poderia Ele se materializar para o seu missionário que traz no corpo os estigmas da Paixão?
Quanto a nós, quando vimos a formação dos estigmas em Bongiovanni, os quais ele dá como oriundos da esfera crística, não pudemos descartar a chance de a entidade motora ser o Cristo ou um de seus prepostos, já que naquela esfera, segundo alguns contatados, as entidades são semelhantes entre si e altamente capazes.
Bongiovanni dá detalhes disso em seu livro, A Nova Ciência Divina.

Conforme observa o espiritismo científico, a materialização seria promovida e controlada por entidades de hierarquia elevada, e nisso está incluso as da esfera crística.
Sendo assim, não duvidamos que Bongiovanni assistisse em sua casa a materialização relatada por ele na entrevista.
Consideramos que o evento poderia ser um estímulo à sua missão, haja vista sua condição de estigmatizado há mais de 20 anos.
Contudo, quem não presenciou o episódio, assim como nós, tudo cai no domínio da crença.
Os próprios sensitivos, distanciados de Bongiovanni, sem conhecerem a extensão de sua capacidade mediúnica, principalmente a de efeitos físicos, nem a sua lisura, encontram dificuldade para acreditar num fato tão incomum como a materialização de Cristo.

Abdução foi o terceiro tema abordado pelo leitor remetente. “As abduções são amplamente pesquisadas e não raro com relatos de violência contra os abduzidos”, afirma o leitor.
Ele está certo de que existem outras civilizações no cosmos, as quais nos visitam fisicamente, agindo com certa autonomia na obtenção de seus propósitos.
Na entrevista, tratamos do tema abdução com Bongiovanni, principalmente do Caso Giovanna Podda, embora isso não tenha sido publicado na UFO, pois ficamos na espera de novas evidências.
Essa italiana da Sardenha relata coisas incríveis que teriam sido feitas a ela por seres alienígenas.
Dá conta de ter sofrido inseminação artificial por 18 vezes, ficando, em cada uma delas, grávida até o limite de dois meses, quando o suposto híbrido teria sido retirado pelos aliens.

Trata-se de algo verdadeiramente fantástico, relatado por uma mulher que não teve receio de contar nada em público.
O insólito vivido por ela está sendo discutido em toda a Itália, principalmente em Villaspeciosa, província de Cagliari, onde Giovanna estaria vivendo, e na Sardenha, onde teria nascido.
As opiniões divergem, repartindo o público interessado.
Contudo, diferente de outros relatos de abdução, o Caso Giovanna traz algo novo: o filme de um aborto realizado em casa e um suposto feto alienígena.

O programa Mistero, apresentado na tevê italiana por Enrico Ruggeri, encarregou-se de mostrá-lo ao mundo, em meados de 2009.
Quanto a nós, no Brasil, longe dos acontecimentos, discutimos o caso desde aquela data. Bongiovanni, por sua vez, perguntado por nós, não deu muito crédito ao caso.
Ele tem uma opinião geral, dando conta de que “não há abdução negativa”.
Contudo, as evidências mostram o contrário, sugerindo-nos algo preocupante.
O Caso Giovanna permanece sob investigação dos ufólogos italianos.
Trata-se de algo tão insólito, com evidências tão marcantes, que os especialistas não querem se precipitar num prognóstico sem o devido respaldo científico: pode estar aí a chance de transformar evidência em prova, com DNA e outros fatores diferenciados.
É preciso esperar.

O vídeo abaixo (legendas em português) mostra parte do Caso Giovanna.
Para quem domina a língua italiana, veja o complemento.

Pedro de Campos é autor dos livros:
Colônia Capella – A outra face de Adão; Universo Profundo; UFO – Fenômeno de Contato; Um Vermelho Encarnado no Céu; Os Escolhidos da Ufologia na Interpretação Espírita, publicados pela Lúmen Editorial. E também do recém-lançamento: Lentulus – Encarnações de Emmanuel .
E dos DVDs Os Aliens na Visão Espírita, Parte 1 e Parte 2, lançados pela Revista UFO.
Conheça-os!






A estória de Giovanna Pt 1 ( portugues)
http://www.youtube.com/watch?v=vZ0aKR_F4io&feature=player_embedded


A estória de Giovanna PT2 (portugues)
http://www.youtube.com/watch?v=qQ9xzaq12Kg&feature=player_embedded


Análise ufólogo Pablo Ayo P1 (Italiano):


Análise ufólogo Pablo Ayo P2 (Italiano):


http://www.ufo.com.br/blog/pedrodecampos/2

Epístola Lentuli – a verdadeira fisionomia de Cristo


 

 
O OPUS SECTILE do ano 394, escavado na Porta Marina de Óstia, mostra a fisionomia de Cristo com a barba bifurcada, como informado em a EPÍSTOLA LENTULI, de Públio Lentulus.
crédito: www.ostia-antica.org 

 
Por Pedro de Campos

As interpolações artificiosas na Epístola Lentuli, feitas por copistas da Idade Antiga, entre os anos 275 a 302, pouco antes das perseguições de Diocleciano, não foram percebidas por teólogos imediatamente posteriores; razão pela qual, a partir da Idade Média Tardia, quando os estudos se tornaram mais intensos, os estudiosos foram compelidos a qualificá-la de “falsa”, dando-a como oriunda de algum ponto inicial da Baixa Idade Média.

Hoje, entretanto, tal qualificação não mais se sustenta.
Os recentes achados arqueológicos em Roma, nas escavações do Porto de Óstia Antiga, mostraram um Opus Sectile com a figura de Jesus tendo a barba repartida no meio, exatamente como descrita na Epístola Lentuli e, ressalte-se, em nenhum outro apócrifo com tal detalhe da barba, senão na Lentuli.

Nas escavações do Porto de Óstia, achou-se num edifício um mosaico de mármore com a fisionomia de Cristo, cuja peça foi datada do ano 394.

Após o saque vândalo de Genserico, em 455, Óstia entrou em franca decadência. Sabe-se, também, que na Alta Idade Média (em 526 e anos posteriores) houve maremotos e abalos sísmicos que destruíram o Porto.

Então Óstia entrou em queda vertiginosa até ser saqueada pelos sarracenos e ficar completamente despovoada no século IX, deixando soterrada por séculos a arte com o rosto de Cristo.

A partir da Idade Média Tardia, os teólogos que se detiveram no estudo da Epístola Lentuli desconheciam por completo esse retrato, um dos primeiros de Cristo, simplesmente porque aquela parte do Porto estava soterrada desde há muito.

As primeiras escavações de Óstia Antiga foram iniciadas em 1938, mas tiveram que ser interrompidas em 1942, devido a Segunda Grande Guerra.

A retomada dos trabalhos verificou-se apenas em 1959, estendendo-se até 1961.

Nessa segunda fase, encontrou-se um mosaico artístico contendo a fisionomia de Cristo, mas os detalhes da figura só foram publicados em 1969, por Giovanni Becatti [Scavi di Ostia VI - Edificio con opus sectile fuori Porta Marina, Roma, 1969].

A datação da obra pôde ser realizada de modo preciso graças ao achado, em meio à argamassa, de 83 moedas de bronze cunhadas com a efígie do imperador Magnus Maximus, que governou o Império Romano de 383 a 388.

E como as moedas deixaram de circular em 394, tal fato justificou a grande quantidade delas em meio às juntas da construção.

A princípio, em razão das figuras próximas ao Opus Sectile do Cristo não sugerirem nada de “arte sacra”, pensou-se que o achado fosse apenas a figura de um professor ou filósofo antigo.

Contudo, examinando-se os detalhes do Opus Sectile, concluiu-se ser de fato uma representação do Cristo.

Trata-se de “arte religiosa” não destinada ao culto, mas sim à divulgação da ideia cristã ao público; não tem os requintes que despertam a emoção, apresentando-se breve e sem valor devocional ao ícone.

Não se trata de uma “arte sacra”, cujo objetivo é despertar no crente um clima religioso, incutindo nele um aspecto alusivo ao sublime para estímulo de sua fé, da concentração e autocatarse mística.

A beleza do Opus Sectile está na harmonia e suntuosidade do conjunto, que apresenta figuras trabalhadas no mármore com perfeição e arte apurada.

Sem dúvida, trata-se de uma das primeiras imagens do Cristo com a marca inconfundível da Epístola Lentuli – “a barba repartida no meio”.

É uma figura de homem da cintura para cima, a meio corpo, com idade na casa dos 30 anos; vestido com toga branca que lhe cobre os braços, mas deixando a mão direita erguida e um gesto com três dedos característico da bênção do Cristo; cabelos compridos, ao estilo dos Nazarenos, avermelhados e repartidos no meio; barba não muito longa, pouco mais escura que os cabelos, bifurcada no queixo, como descrito na Lentuli; no alto da cabeça, uma inconfundível auréola branca realça sua condição divina que, juntamente com os dedos, não deixa dúvida de ser uma representação do Cristo, abençoando quem parte ou chega a Roma.

A fisionomia em mural de mármore encontra-se hoje no Museo dell’Alto Medioevo, em Roma.

Quando se junta o precioso Opus Sectile, produzido no ano de 394 e achado na suntuosa Óstia Antiga, com a pintura do Cristo Barbado da Catacumba de Santa Commodilla, do final do século IV, e a pintura do Cristo e os Apóstolos da Igreja de Santa Pudenziana, do ano 399, todos em Roma, não resta dúvida de que a Epístola Lentuli era conhecida e usada para representar o Cristo na sede do governo Imperial, durante a Idade Antiga.

Não há que se alegar que tais representações do Cristo fossem tomadas da imagem da Síndone de Turim, ao menos por dois motivos.

Primeiro, porque caso a Síndone fosse o lençol mortuário de Cristo, ela estaria escondida, em meados do século IV, nas muralhas da igreja de Edessa, atual Turquia (divisa com a Síria), como mostram os autores mais respeitáveis, portanto, estaria bem longe de Roma, cidade em que as imagens com a “barba bifurcada” foram produzidas; a imagem de Edessa teria sido dada a público bem mais tarde, somente no início do século VI, muito depois das imagens produzidas em Roma.

Segundo, e mais grave, dando-se como certa a datação efetuada na Síndone em 1988, que foi cientificamente testada por três laboratórios de renome internacional e com a assistência da Santa Sé, o teste de Carbono 14 revelou ser o pano de origem medieval, produzido entre os anos 1260 a 1390, distante cerca de um milênio daquelas figuras do Cristo exibidas em Roma.

Portanto, as fisionomias de Jesus, nas igrejas citadas de Roma, e o Opus Sectile, da Porta Marítima de Óstia, foram tomadas, considerando-se a “barba bifurcada” (e alguns outros detalhes), das informações da Epístola Lentuli, único documento a dar tal detalhe da fisionomia de Cristo, cuja tese histórica foi mostrada no livro A Epístola Lentuli.
Não obstante a falta hoje do documento original da época de Cristo para certificar o real conteúdo da Epístola Lentuli antes das interpolações copistas, ainda assim temos as investigações literárias atuais sobre a Idade Antiga, as pictografias religiosas remanescentes e as prospecções arqueológicas recentes que mostram os fatos da Antiguidade e são capazes de autenticar a Lentuli como peça do governo desde a época de Pilatos.

Os dizeres da Epístola Lentuli (do senador Públio Lentulus), os fatos relativos ao Senado Romano (apócrifos remanescentes do Ciclo de Pilatus), os fatos relativos ao Senado Romano (dados pelos Pais da Igreja – Justino de Roma e Tertuliano de Cartago), os fatos sociais e religiosos arrolados por outros Pais da Igreja (Irineu de Lyon, Orígenes, Eusébio de Cesareia, Epifânio de Salamina, Giovanni Damasceno), os relatos factuais de clérigos de épocas posteriores (Anselmo da Cantuária, Giacomo Colonna, Ludolfo o Cartuxo, Gerônimo Xavier, Johann Philipp Gabler, Friederich Münter) e as imagens já mencionadas da Idade Antiga, formam, ao todo, um conjunto entrelaçado de indícios lógicos, de evidências consistentes que provam as ações realizadas, mostram a realidade e as circunstâncias que materializaram as informações da Epístola Lentuli, legitimando sua existência na Antiguidade e certificando seu autor, Públio Lentulus, como membro do Senado Romano em serviço na Judeia, senador que informa a seus pares de Roma sobre a figura e os feitos de Jesus Cristo.

E quando, a esse amplo conjunto, juntamos as informações do livro Há 2000 anos..., publicado em 1940, da lavra psicográfica de Chico Xavier que, diga-se de passagem, já serviu de prova em tribunal e contribuiu na elucidação de fatos (ganhando a causa), obtemos todas as peças para montagem do quebra-cabeça.

Foi com esse material que se formulou a tese história sobre a autenticidade da Epístola Lentuli.

A fisionomia de Cristo, sem dúvida, destoa da do judeu comum de sua época.
Sendo filho de mulher judia, seu pai teria de ser diferenciado.

E quando juntamos à sua fisionomia os relatos de ter havido uma inseminação na Virgem, por via não humana; quando observamos os relatos de um enigmático parto virginal, em que o menino sai do ventre materno e surge nos braços da mãe passando por fora do espaço em que fora gerado, sem alterar a natureza da jovem mãe e preservando sua condição de moça; quando relemos detidamente os Evangelhos e vemos os inúmeros feitos extraordinários e as curas soberbas de Jesus; quando, após sua morte, advém o fenômeno da chamada ressurreição e verificam-se testemunhos de que seu corpo estava absolutamente material; então, nesse ponto, como chance plausível, a questão extraterrena assoma ao intelecto e outras possibilidades são aventadas.

Diante de tais enigmas, não se descarta que o nascimento da própria espécie humana no planeta esteja vinculado a Jesus e aos seus.

O livro A Epístola Lentuli, em sua parte final, não se furta a fazer incursões a esse campo, porque as várias facetas do fenômeno Jesus Cristo exigem a montagem de um quebra-cabeça em que somente o imponderável se afigura possível.


Pedro de Campos é autor dos livros:
Colônia Capella – A outra face de Adão;
Universo Profundo;
UFO – Fenômeno de Contato;
Um Vermelho Encarnado no Céu;
Os Escolhidos da Ufologia na Interpretação Espírita;
Lentulus – Encarnações de Emmanuel, publicados pela Lúmen Editorial.
E também do recém-lançamento: A Epístola Lentuli .
E dos DVDs Os Aliens na Visão Espírita, Parte 1 e Parte 2, lançados pela Revista UFO. Conheça-os!


Primeiras escavações em Óstia Antiga
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=XQVSQYxX7GM


OPUS SECTILE Museo dell’Alto Medioevo
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=C-RNAKPG-6c


Documentário – A Face de Jesus
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=QWYz0mg7Ue8

Chico Xavier falava sobre Discos Voadores aos mais í­ntimos

Palavras de Chico – óleo sobre tela (60x80), cortesia do artista plástico Xico Santeiro.
 
Por Pedro de Campos

Alguns dias após publicarmos o Caso Chico Xavier, contato de terceiro grau que tivera o famoso médium espí­rita durante uma viagem de Uberaba a Franca, recebemos do querido amigo Geraldo Lemos Neto outro importante comunicado.

Nele, Geraldinho dava conta de que havia recebido um interessante testemunho a respeito do tema.

Informava-nos que o doutor Weimar Muniz de Oliveira  presidente da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (ABRAME), ex-presidente da Federação Espí­rita do Estado de Goiá (FEEGO) e membro do conselho superior da Federação Espí­rita Brasileira (FEB) , publicara o Caso Chico no prestigioso Diário da Manhâ, de Goiânia, edição de 8 de abril de 2012, caderno Opinião Pública.

Ocorre que a publicação não se restringia a certificar o relato de Geraldinho, mas adicionava um caso intrigante; ou seja, uma narrativa que o articulista também ouvira do próprio Chico, sobre outra experiência ufológica daquele mesmo grupo.

Assim que recebemos o comunicado, entramos em contato com Weimar Muniz, para termos mais detalhes e solicitar a ele permissãoo para darmos aqui o seu relato.

É com muito prazer que lhe autorizo divulgar o artigo, disse-nos solicito o autor, espí­rita dos mais notáveis no movimento brasileiro.
Trata-se de uma sí­ntese da história que ouvi pessoalmente de Chico Xavier, acrescentou ele.

De fato, estava disposto a contar o caso porque, dias antes, ao abrir seu computador, tivera agradável surpresa “ vira ali o relato de Geraldinho sobre a experiência que Chico tivera com seres aliení­genas.

Afinal, Geraldinho é seu amigo, além de presidente-fundador da Casa de Chico Xavier, jovem que fez parte do grupo mais í­ntimo do saudoso médium e hoje desponta como dos principais da nova geração de dirigentes espí­ritas.

Então o experiente magistrado resolveu dar a Geraldinho todo seu apoio, mas não sem motivo   que ele também entrevistara o Chico sobre a intrigante questão extraterrestre e ficara sabendo sobre os objetos voadores que surgiram na cidade de Pedro Leopoldo.

Ele conta:
Esse fato me trouxe a  memória uma narrativa que Chico nos fez em Uberaba, há uns vinte anos, mais ou menos.
Estavam presentes à  mesa do médium, em sua casa, Cleuza, duas outras pessoas e eu; foi quando ele, Chico, começou a falar sobre o disco voador que uma vez por ano descia sobre um platô elevado de Pedro Leopoldo.
Assim que o Chico começou a discorrer, imbuí­-me de coragem e perguntei se poderia anotar.

Eu nunca pude me esquecer de suas palavras textuais, sem faltar uma letra sequer:
Voce tem direito, meu filho!

Então, não perdi tempo e anotei o que pude.
Lembro-me de que, entre outras coisas, ele informou que a única pessoa que tivera acesso ao interior da nave fora o seu sobrinho, de que não anotei o nome.

Nas conversas que tivemos, Weimar Muniz expressou estar certo de que ao longo de toda a vida de Chico, esse sobrinho do médium, testemunha da ocorrência, jamais lhe dera motivo de desconfiança ou descrédito, sendo considerado por Chico um homem sóbrio, equilibrado e saudável.
E Muniz, tendo consigo a experiência de anos e anos em processos e depoimentos, prosseguiu:

Chico informou, também, que a única pessoa que contatou o comandante da nave era uma humilde costureira, declinando o seu nome.
Tempos depois, tentei localizá-la na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, para onde se mudou, mas não consegui.
Tenho o nome dessa costureira nos meus guardados.
Chico contou também que o comandante sempre ia à  residência dessa costureira para buscar água da cisterna e que ficara muito impressionado com a nossa cana de açúcar, a ponto de pedir à  costureira uma amostra, levando-a consigo para a nave.
Chico informou, ainda, que nem todos os discos voadores que visitam o nosso planeta são do bem, e que devemos ter muito cuidado.

Ao finalizar, o magistrado lamentou nos dizer que não podia detalhar o caso como gostaria, pelo menos no momento, pois as suas anotações da época ainda não foram localizadas.

Este seu depoimento é fruto exclusivo de suas lembranças, lances principais que indelevelmente ficaram gravados em sua memória.

O seu testemunho tem por objetivo apenas corroborar o de Geraldinho, mostrando que a lavadeira de Pedro Leopoldo e o sobrinho de Chico tiveram contatos de terceiro grau; e que o médium sabia desses contatos e falava deles com os seus mais próximos, com aqueles que tinham o direito de saber detalhes e poderiam assimilar experiências tão extraordinárias.

É preciso notar que, em seu relato, Chico Xavier não se referiu às experiências do chamado contatismo, prática comum na Ufologia Mí­stica, no qual ocorreria a subjetiva transmissão de pensamento entre o homem e o aliení­gena, mas sim à  casuí­stica concreta; e, neste caso, a alçada é da Ufologia Cientí­fica, estudo realizado por meio de observações, pesquisas e registros por tecnologia.

Em outras palavras, è preciso ter efetivamente o UFO nos céus (visí­vel a todos e detectável por aparelhos) ou o aliení­gena (fazendo contato de proximidade, ainda que apenas visual), para que haja a logia, o estudo rigoroso do fenômeno.

Portanto, os contatos com o sobrinho de Chico (que entrou na nave) e com a costureira (com quem o suposto comandante coletou amostras de água e cana de acúcar), são eventos sugestivos de seres densos, criaturas concretas como nós.

Por certo, tais criaturas deveriam vir de distritos extrassolares distantes e aqui, na Terra, de modo mais ou menos velado, fariam contatos, estudos e experiências para o próprio conhecimento.
Quanto a nós, cabe-nos acurado estudo da questão extraterrestre, em todas as suas nuances, para decifração inequí­voca.


Pedro de Campos
È autor dos livros: Colônia Capella 
A outra face de Adão;
Universo Profundo;
UFO “ Fenômeno de Contato;
Um Vermelho Encarnado no Céu;
Os Escolhidos da Ufologia na Interpretação Espí­rita, publicados pela Lúmen Editorial.
E também do recém-lançamento: Lentulus “ Encarnações de Emmanuel.
E dos DVDs Os Aliens na Visão Espí­rita, Parte 1 e Parte 2, lançados pela Revista UFO.
Conheça-os!


Documentário - Húlvio Brant Aleixo:
LUZES NO CÉU documentário completo
http://www.youtube.com/watch?v=kBqK5I5kdJI&feature=player_embedded


Chico Xavier - o primeiro livro:
Lançamento da Vinha de Luz Editora - "Chico Xavier - O primeiro livro" 
http://www.youtube.com/watch?v=KhVizX9lidg&feature=player_embedded


http://www.ufo.com.br/blog/pedrodecampos


Aksai Chin: criancas aprendem a se comunicar com aliens

 

Esta região do Himalaia, que corresponde a cerca de 20% de toda a Caxemira, não pertence nem a Índia e nem ao seu inimigo Paquistão, mas a uma outra superpotência nuclear daquela área – a CHINA.
Aksai Chin é um território reivindicado pela Índia, como parte da Caxemira, e pela CHINA.




Fonte: http://www.indiadaily.com/editorial/01-29d-05.asp
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

Crianças na região de fronteira do Himalaia entre a ÍNDIA e a CHINA, em AKSAI CHIN usam uma estranha linguagem de sinais que os adultos não conseguem entender e nem aprender.
Na região profunda do Himalaia, as pessoas estão relatando comportamentos estranhos em crianças.

Elas estão usando uma língua de sinais que são desconhecidos para as suas famílias e para qualquer adulto nas vizinhanças.
Muitas dessas crianças tiraram fotos de objetos voadores triangulares que voam no céu.
Muitos deles não sabem o que viram e nem como aprenderam essas línguagem de sinais.





Algumas pessoas na região de Aksai Chin acreditam que estas crianças se comunicam regularmente com os extra-terrestres que se apresentariam e são visíveis para essas crianças e que se comunicam por uma espécie de telepatia espiritual.

As crianças aprendem a língua de sinais para se comunicarem com esses seres de outra galáxia ou do Universo e entre si.

De acordo com os materiais de pesquisa sobre UFOs, em algumas crianças mexicanas também se manifesta um comportamento semelhante, quando muitos avistamentos de UFOs são relatados na área das crianças por um longo tempo .


AKSAI CHIN - UMA PARTE DA CAXEMIRA DISPUTADA PELA CHINA e ÍNDIA

Esta região do Himalaia, que corresponde a cerca de 20% de toda a Caxemira, não pertence nem a Índia e nem ao seu inimigo Paquistão, mas a uma outra superpotência nuclear daquela área – a CHINA.
Aksai Chin é um território reivindicado pela Índia, como parte da Caxemira, e pela CHINA.

Atualmente encontra-se sob administração efetiva da China.
Está situada no nordeste do disputado território da Caxemira e foi objeto da guerra de fronteira entre China e Índia em 1962, no Himalaya, na região de Aksai Chin.
A região disputada era estratégica para a China e tem uma estrada importante que liga o Tibete (também invadido e controlado pela China desde 1950) à provincia chinesa de Xinjiang.


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Aksai-Chin, parte (under chinese control) da Caxemira sob controle chinês

Em 1959, a China anexou a região da Caxemira de Aksai Chin, e fez um acordo com o Paquistão sobre a recém obtida área de fronteira, uma decisão que encontrou furiosa reação por parte da ÍNDIA e que levou à guerra sino-indiana de 1962.
Em 1965 e 1971-1972, eclodiram novos conflitos na região da Caxemira que resultaram em algum ganho territorial para os indianos em decorrência da assinatura de um cessar-fogo.



Os extraterrestres se comunicam com as crianças em primeiro lugar porque elas são sempre mais fáceis e receptivas de se fazer amizade, devido a ausência de preconceito das mesmas.

Eles ensinam as crianças a língua de sinais para que elas possam compreendê-los.

De acordo com alguns professores das escolas nessa área, as crianças são extremamente ágeis e apresentam talentos extras nestes dias, quando ocorrem contatos.

Suas habilidades e inteligência para resolver problemas têm aumentado e estão muito mais disciplinados.

Elas sempre usam a linguagem dos sinais estranhos somente entre si.

No entanto, eles não conseguem ensinar esta linguagem de sinais para os adultos!

Os moradores das áreas dos avistamentos e dos fenômenos com as crianças acreditam que os OVNIs visitam a região há milhares de anos (no que estão absolutamente corretos).

Eles pararam por um tempo e agora recomeçaram! 

As autoridades indianas e chinesas dos locais de observação são (aparentemente) indiferentes aos fatos e consideram que cada coisa é perfeitamente normal – as crianças costumam utilizar um comportamento estranho quando usam a linguagem dos sinais entre si!



www.thoth3126.com.br

Mudancas climaticas: Groenlandia sofre DEGELO EXTREMO.

 
Os pesquisadores ainda não determinaram se este extenso evento de descongelamento afetará o volume global de perda de gelo neste Verão (hemisfério norte) e contribuirá para a elevação do nível do mar.
 
“O gelo da Groenlândia é uma vasta área com uma história variada de mudanças.
Este evento, juntamente com outros fenômenos naturais, mas incomuns, como o grande evento da quebra da plataforma de gelo da semana passada no Glacier Petermann, são parte de uma história complexa”

“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro.
E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro.
Hipócritas !
Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer OS SINAIS DOS TEMPOS?
Mateus 16: 2 e 3


The Guardian

http://www.guardian.co.uk/environment/2012/jul/24/greenland-ice-sheet-thaw-nasa?newsfeed=true

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

Satélites registram degelo recorde na superfície da Groenlândia. 
A NASA estima que 97% da camada superior de gelo chegou a derreter.
Índice é tão alto que especialista da agência surpreso questionou se era “mesmo” real.


Greenland

24 de julho de 2012:
Por vários dias deste mês, a superfície da cobertura de gelo na Groenlândia derreteu em uma área maior do que em qualquer momento em mais de 30 anos de observações de satélite.

Quase toda a cobertura de gelo da Groenlândia, a partir de suas margens costeiras finas e baixas até o seu centro de 3.200 metros de altitude, experimentou algum grau de derretimento em sua superfície, de acordo com medições de três satélites independentes analisadas pela NASA e cientistas de universidades.

Em média, no verão, apenas cerca da metade da superfície da capa de gelo da Groenlândia naturalmente se derrete.
Em locais de altitudes elevadas, a maioria da água que descongela rapidamente recongela nesses lugares.
Perto da costa, parte da água do gelo que derreteu é retida pela capa de gelo e o resto é perdido para o oceano.
Mas este ano o grau de derretimento do gelo em ou perto da superfície aumentou enormemente.
De acordo com os dados de satélite, em estimados 97% da superfície da cobertura de gelo se descongelou, em algum momento agora em meados de Julho.

Os pesquisadores ainda não determinaram se este extenso evento de descongelamento afetará o volume global de perda de gelo neste Verão (hemisfério norte) e contribuirá para a elevação do nível do mar.
“O gelo da Groenlândia é uma vasta área com uma história variada de mudanças.

Este evento, juntamente com outros fenômenos naturais, mas incomuns, como o grande evento da quebra da plataforma de gelo da semana passada no Glacier Petermann, são parte de uma história complexa”, disse Tom Wagner, o gerente de programa criosfera, da NASA, em Washington. ”

As observações de satélite estão nos ajudando a entender como os eventos como estes podem se relacionar entre si, bem como para o estudo mais amplo do sistema climático.”



 
A geleira de Petermann(Glacier) se quebra em 16-17 Julho de 2012 e desliza em direção ao mar ao longo da costa noroeste da Groenlândia, terminando em uma língua de gelo (Iceberg) gigante flutuante.

Como outras geleiras que terminam no oceano, a de Petermann periodicamente produz imensos icebergs.

Um iceberg enorme, ou ilha de gelo, partiu da geleira de Petermann em 2010.
Agora, quase dois anos depois, um outro grande pedaço de gelo se rompeu livre.

O Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer, ou MODIS, pelo satélite AQUA da NASA observou o parto do novo iceberg. 

AQUA é um satélite de órbita polar, e faz várias passagens sobre as regiões polares cada dia. Crédito da imagem: NASA

O pesquisador Son Nghiem do JPL-Jet Propulsion Laboratory da NASA, em Pasadena, Califórnia, estava analisando os dados de radar do satélite Oceansat-2 da Indian Space Research Organisation (ISRO) na semana passada quando ele percebeu que a maior parte da Groenlândia parecia ter sofrido derretimento da cobertura do gelo da sua superfície em 12 de julho.

Son Nghiem disse:
“Este fato era tão extraordinário que no começo eu questionei o resultado: fiquei em dúvida se era real ou se era devido a um erro de dados?”

Nghiem com Dorothy Hall, consultou o Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland.
Dorothy Hall estuda a temperatura da superfície da Groenlândia usando o Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) nos satélites TERRA e AQUA da NASA.

Ela confirmou que o MODIS mostrava temperaturas excepcionalmente altas para a época e que o descongelamento era muito extenso sobre a superfície de gelo. Thomas Mote, climatologista da Universidade de Georgia, em Athens, Ga, e Marco Tedesco da City University de Nova York também confirmaram o mesmo derretimento visto pelo Oceansat-2 e MODIS com dados passivos de microondas via satélite a partir do Imager Especial Sensor Microwave / Sounder pelo satélite meteorológico da Força Aérea dos EUA.



O derretimento da capa de gelo se espalhou rapidamente. Mapas do descongelamento foram gerados a partir dos três satélites e mostraram que em 8 de julho de 2012, cerca de 40% da superfície da camada de gelo havia derretido.
Em apenas mais quatro dias, em 12 de julho de 2012, 97% do gelo já haviam derretido.

Este extremo e inédito evento de derretimento coincidiu com uma forte massa de ar quente, ou uma cúpula de calor, sobre a Groenlândia.
Essa massa de ar quente foi uma de uma série que tem dominado o clima da Groenlândia desde o final de maio.

Cada onda de calor sucessiva tem sido mais forte do que a anterior, disse Mote.
Esta última massa de calor começou a se mover sobre a Groenlândia em 8 de julho, e depois estacionou sobre a camada de gelo por cerca de três dias.
Em 16 de julho já tinha começado a se dissipar.

Mesmo a área ao redor da Summit Station no centro da Groenlândia, que fica 3.200 metros acima do nível do mar e está perto do ponto mais alto da cobertura de gelo, mostrou sinais de derretimento.
Tal pronunciado derretimento de gelo nesta altitude e em toda as demais camadas de gelo não ocorria desde 1889, de acordo com pesquisas de núcleos de gelo analisados por Kaitlin Keegan no Dartmouth College em Hanover, NH.

A estação meteorológica do NOAA-National Oceanic and Atmospheric Administration, em Summit Station confirmaram que ar quente pairava acima ou dentro de um grau de congelamento durante várias horas em 11-12 julho.

“Os núcleos de gelo de Summit Station mostram que os eventos de descongelamento deste tipo ocorrem uma vez a cada 150 anos em média.
Com o último acontecimento, em 1889, este evento estaria acontecendo na hora certa”, diz Lora Koenig, uma glaciologista do Goddard Space Flight Center da NASA e um membro da equipe de pesquisa de análise dos dados de satélite. ”Mas se continuarmos a observar eventos de descongelamento como este nos próximos anos, será preocupante.”

A Imagem abaixo mostra a extensão da superfície de gelo derretida sobre a cobertura de gelo da Groenlândia em 8 de julho (à esquerda) e em 12 de julho (direita).
As medições de três satélites mostraram que em 8 de Julho, cerca de 40% da cobertura de gelo tinham sido submetidos a descongelamento na ou perto da superfície.

Em poucos dias, o derretimento tinha dramaticamente se acelerado e se estimava que 97% da superfície da cobertura de gelo havia derretido em 12 de julho.
Na imagem, as áreas classificadas como “provável derretimento” (rosa claro) correspondem aos locais onde, pelo menos, uma fusão de superfície por satélite foi detectado.

As áreas classificadas como “derretimento” (rosa escuro) correspondem aos locais onde dois ou três satélites detectaram o derretimento do gelo da superfície.
Os satélites fazem medição em diferentes propriedades físicas e em escalas diferentes e passam sobrevoando por cima da Groenlândia em horários diferentes.
Como um todo, eles fornecem uma imagem de um evento extremo de derretimento da cobertura de gelo, um fato sobre o qual os cientistas estão muito seguros. 


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A extensão da superfície derretida sobre a cobertura de gelo da Groenlândia em 08 de julho de 2012 (esquerda) e 12 de julho de 2012 (direita).

As medições de três satélites mostraram que em 8 de Julho, cerca de 40% da cobertura de gelo tinham sido submetidos a descongelamento na ou perto da superfície.
Em poucos dias, o derretimento tinha dramaticamente acelerado para (espantosos) 97% estimados da superfície da cobertura de gelo havia derretido em 12 de julho.
Na imagem, as áreas classificadas como “provável derretimento” (rosa claro) correspondem aos locais onde, pelo menos, um derretimento da superfície foi detectado por satélite.
As áreas classificadas como “derretimento” (rosa escuro) correspondem aos locais onde dois ou três satélites detectaram o derretimento da superfície.

Crédito das imagens: Jesse Allen, NASA Earth Observatory e Nicolo E. DiGirolamo, SSAI e Criosfera Laboratório de Ciências.

Mais informações em: http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/;
http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-magneticos-a-ciencia-se-dobra-as-profecias/; http://thoth3126.com.br/a-terra-esta-a-beira-de-grandes-mudancas/ e http://thoth3126.com.br/amas-a-anomalia-magnetica-sobre-o-brasil/

http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2012/07/ecoalert-greenland-undergoing-extreme-record-ice-melt.html



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