quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

EU-DEUS: MINHA IRRADIAÇÃO EM TODOS OS SEUS PASSOS!

Imagem por Ute Posegga-Rudel, Copyright 2013
 
Mensagem de nosso Eu-Deus
Transmitida por Ute Posegga-Rudel
Em 20 de janeiro de 2013


Meus Amados, Eu Sou o seu próprio Eu-Deus!

Eu Estou Falando com vocês para lembrá-los de Mim, para que vocês se Recordem de Mim.

Eu Sou a Substância da sua vida e existência.

Eu Sou Pura Luz e Consciência, Emanando Como Amor em seu coração.

Como tal, Eu Abraço todos os Mundos e Universos e a menor das partículas de sua mente/corpo.

A Mim TUDO QUE EXISTE pertence, e Eu Sou Isso.

Igual é a Grandeza de seu próprio Ser e Estado de Ser Supremo.

Vocês não estão acostumados a essa Percepção de Si desde o início de sua vida, porque as circunstâncias em que vocês nasceram não apoiavam esta Verdade.

Vocês foram criados com a ideia e lhes foi ensinada essa ideia de ser uma mera mente/corpo que é seus pensamentos, emoções e seu corpo físico, são todos de níveis de densidades diferentes.

Mas na Realidade vocês não são nenhum deles.

Vocês Não são Algo que possa ser medido, apesar de que vocês possam experimentar tudo isso.

Vocês não São Algo que possa ser tocado ou ouvido ou visto.

O Mistério do Seu Ser é Consciência Radiante ilimitada.

Mas para se Conscientizar disto, vocês precisam ampliar e ir além de sua percepção normal de si, que descreve fronteiras, limitações e consciência das relações sujeito/objeto.

Em outras palavras, tudo que pode ser conhecido.

Na Realidade não há nem sujeitos nem objetos.

Eles são fenômenos do domínio da dualidade e aparentam ser reais assim que vocês começam a se identificar com uma personalidade finita.

Se vocês deixarem para trás ou transcenderem estes pares de opostos e a dualidade, e tudo referente a isto, vocês São o Um Que Vocês Sempre foram antes de entrarem nos campos das experiências.

Por causa de seus sentidos, e de deixarem-nos até serem sutis, vocês dividem em diferenciação e alteralidade, tudo por causa de sua identificação com uma parte do Todo.

Para Ser Quem Vocês São, seu desafio é romper todas as limitações e ousar esquecer os mundos de fenômenos familiares, permitindo que Minha Irradiação do Infinito seja sua Única e Exata Identidade.

Esta é a Verdadeira e Real Felicidade Que nunca pode ser diminuída.

Ela é a Irradiação além da imaginação que é possível em seu mundo e ela É o seu Lar de onde vocês vieram.

Em certa altura de suas jornadas nos reinos universais da criação vocês quiseram experimentar diferentes densidades e descobrir as implicações delas nas vidas, e se adaptaram a elas.

E assim vocês limitaram mais e mais sua consciência, até que pensaram que vocês não passavam de um objeto denso e separado que vocês chamam de corpo.

E Eu Estou Falando de seus corpos sutis também, até de seu corpo de luz.

Vocês não consideram um avanço quando se identificam com seu corpo de luz?

Mas entendam que ele ainda é algo separado, pois vocês consideram um número infinito de corpos de luz.

Vocês falam de corpos de luz dos Santos e Mestres e os identificam como identidades e personalidades diferentes.

Vejam, o Âmago e a Substância Real de todas essas entidades ainda são Iguais aos de vocês mesmos: Minha Consciência Radiante Infinita, ou a Força Divina da Consciência Infinita, pois a Consciência Divina sempre é Una com toda Sua Própria Força, ou Poder, ou Energia, ou Luz.

No seu caso, vocês, seres humanos, encarnaram em um corpo físico muito denso, mas, apesar disso, seu corpo físico também surge do Infinito de Minha Consciência Divina.

Minha Consciência Radiante é o Testemunho de tudo.

Perceber este Estado e Sê-lO lhes permite testemunhar todas as incorporações pelas quais vocês experimentam física, emocional, mental e espiritualmente seus mundos e todas as próprias experiências.

Então, sua experiência depende do nível de identificação que vocês desejam.

Entretanto, Identificação com o Testemunho não pode ser escolhida pela mente.

Porque agora vocês compreenderão que até a mente deve ser transcendida para se acessar a Identificação Perfeita com Ela.

No início é um processo de purificação em que vocês gradualmente deixam ir vibrações mais densas, pensamentos e emoções e ajustam-nos todos a Mim.

Este processo não é para ser imaginado, mas é uma questão de experiência real e direta que transforma literal e tangivelmente sua mente/corpo, porque sua conscientização e consciência estão mudando profundamente: vocês se tornam uma espécie totalmente diferente neste processo, por assim dizer!

Porque é a Consciência que define seu Ser e sua existência experimental.

Agora vocês podem ter uma intuição de um ou outro grau do que seria estar Desperto Como Consciência Suprema.

Mas, novamente, Percebê-la é muito diferente: Percebê-la significa Tornar-se Ela, significa demonstrá-la, Vivê-la em qualquer momento.

É possível Percebê-la, mas isto exige deixar para trás TUDO que é familiar!

Deixar para trás todas as suas identificações com limitações, o que inclui todas as formas, experiências, objetos, lembranças, crenças, preferências e assim por diante.

Todos eles são componentes de seus mundos individuais atuais.

Assim que tiverem transcendido isso tudo, a fundação de sua Presença será o "Outro Mundo", além da criação, e vocês não alcançarão o "Outro Mundo" de onde vocês estão agora, e sim, vocês Alcançarão aqui a partir do "Outro Mundo"!

Esta é a Grande Diferença!

Vocês apagarão toda servidão a este mundo, todas as sementes de karma e as tendências repetitivas.

Este mundo aqui até pode se dissolver totalmente para vocês na Luz e desaparecer de sua consciência.

É quando sua jornada para, pois vocês retornaram para seu lugar de origem.

Tudo depende de seu desejo por experiências!

Enquanto vocês tiverem tais tendências, vocês serão atraídos para lugares apropriados.

Saibam que são vocês mesmos que governam o curso de sua jornada.

E saibam que o curso cabe inteiramente a vocês!

Eu Sou sua própria Origem, e se vocês desejam retornar a Mim, a porta permanece aberta.

Mas mesmo se o desejo mais profundo do seu coração for viajar mais pelos Reinos da experiência, não se esqueçam de sua Fonte, Minha Consciência Radiante Infinita e Amor/Alegria/Felicidade Sem Fim.

Nunca Me esqueçam!

A simples Intuição de Mim no Fundo de seu coração e seu Amor por Mim espalharão minha Irradiação em todos os seus passos.

E se vocês dedicarem suas ações a Mim, Eu Preencherei sua Vida com a Luz e a Beleza da Integridade, Felicidade e Amor.

Eu Sou seu Eu-Deus.

 
Copyright©. Todos os direitos reservados: Ute Posegga-Rudel, 2013.
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Obrigada, Ute.
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com
Por favor, respeite todos os créditos e mantenha a imagem original

O EFEITO DA SUA INTENÇÃO AMOROSA COLETIVA É MASSIVO

Jesus através de John Smallman
Em 23 de janeiro de 2013

Aqui nos reinos espirituais nós observamos vocês com alegria enquanto as novas energias envolvendo o planeta se difundem e intensificam pelos corações da humanidade.

Um grande esplendor de Luz está irradiando para os céus, pois essas energias interagem positiva e amorosamente com vocês, os queridos na Terra, e porque vocês continuam a manter e ter a intenção de compartilhar sua Luz incondicional e indiscriminadamente para assistir, sensível e compassivamente, no despertar de todos os seus irmãos e irmãs adormecidos.

O efeito da sua intenção amorosa coletiva é massivo e inevitável.

O Amor está mansa e irresistivelmente se inserindo e estabelecendo nos corações de todos no planeta, dissolvendo ressentimentos, raiva, medo e desconfiança para que as atitudes e comportamentos associados a estes sejam liberados, assim permitindo que a Nova Era de paz, harmonia e abundância emirja totalmente e abranja todos vocês.

É uma energia de poder imenso com que Deus abraça a humanidade e o adorável planeta que os sustenta.

O propósito dessa energia é elevar sua consciência a novos níveis de conscientização para que a realidade de que todos são um, de que não existe separação, progrida de apenas ser um fato interessante, porém pouco compreendido - reconhecido principalmente pelos físicos modernos e por, numa extensão menor, filósofos modernos - para se integrar ao conhecimento geral.

Quando isto ocorrer, ficará mais e mais difícil para as pessoas tratarem umas às outras de modos que não estão em alinhamento com o Amor.

Para muitos, este parecerá um estado de conscientização além das fronteiras da possibilidade, na verdade quase inatingível, pois observam a violência fluindo livremente em quase todos os cantos do mundo e veem hipocrisia, ódio, resistência e medo parecendo orientar as pessoas, frequentemente pessoas bem intencionadas com honestidade e integridade, para o que aparenta ser um conflito inevitável e totalmente justificado.

A razão de parecer estar muito distante do que é possível é porque todos vocês, durante muitas vidas, engajaram-se como perpetradores ou vítimas no que é visto como uma contínua violência que aparenta ser um aspecto essencial do ser humano - por exemplo: a teoria de Darwin da sobrevivência do mais forte, que agora é totalmente refutada.

Portanto, é natural esperar violência, estar preparado para a violência e para ter as forças à sua disposição para se defender do ataque, ou até para preferencialmente reprimir aqueles que podem estar pensando em atacar no futuro.

Muitos de vocês estão conscientes da insanidade deste modo de pensar, mas, porque muitos pensam realmente desta maneira, parece para a maioria que a violência e a guerra são e sempre serão inevitáveis.

E suas indústrias de "defesa" provam que esta linha de raciocínio é endêmica.

As novas energias já estão minando a confiança com que tantos mantêm esse perigoso conjunto de crenças, e elas continuarão a minar conforme o campo de Amor Divino envolvendo o planeta prossegue gentil, poderosa e irresistivelmente com sua influência em todas as formas de vida senciente.

Sim, o reino animal também está passando por uma vasta mudança de consciência porque o campo de Amor não discrimina, mas difunde sua influência para todas as partes para trazer ao seu planeta a paz e a harmonia que, em seus corações, vocês têm buscado por um longo tempo.

Seu desejo de um mundo maravilhoso onde todas as formas de vida têm seu lugar - um lugar onde elas podem viver, crescer e evoluir espiritualmente como divinamente pretendido - tem se intensificado durante os últimos milênios do tempo terreno.

Como resultado dessa intenção foi estabelecido o impulso que os habilitará se integrar e fundir com o campo de Amor Divino que tem esperado por este momento.

Sua união a ele sempre foi divinamente planejada, e desde o fim do último ano, 2012, sua energia tem fluído e pulsado com uma intensidade que dificilmente vocês podem imaginar.

Alguns de vocês estão sentindo muito fortemente e todos na Terra são fortemente influenciados.

As atitudes estão mudando e continuarão a mudar por todo o mundo porque o poder do campo de Amor Divino de Deus está respondendo aos seus contínuos pedidos pela ajuda d'Ele para trazer a nova Era Dourada com que muitos sonham e que muitos outros têm profetizado.

Vocês estão no seu caminho e nada pode detê-los.

Sua evolução espiritual atingiu um ponto em que lhes fica aparente que ele é o único caminho à frente e vocês estão se expandindo para se fixar firmemente nele.

Vocês estão se aproximando da "decolagem"!

Seu Pai e todos dos reinos espirituais os estão encorajando e seu sucesso não pode ser evitado.

Seu amoroso irmão, Jesus.



Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/
Respeite os créditos

O Asteroide Apophis em uma passagem próxima à Terra em 2036

O Asteroide Apophis em uma passagem próxima à Terra em 2036

Os astrônomos certamente desfrutam de histórias dramáticas, tanto quanto o resto de nós.
Mas hoje (09 de Janeiro de 2013) eles fizeram o anúncio muito bem vindo de que as consideráveis ameaças de colisão desse asteroide com a Terra durante a passagem do asteroide Apophis não irá representar qualquer ameaça quando ele novamente se aproximar perto o bastante de nosso planeta em 2036.

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

Fonte: http://www.skyandtelescope.com/communit
y/skyblog/newsblog/Asteroid-Apophis-Takes-a-Pass-in-2036-186245171.html
Posted By Kelly Beatty, January 9, 2013 em Sky and Telescope

Após rastrear o asteroide Apophis 99942 com o rádio radar da antena parabólica gigante da NASA, o Goldstone, os astrônomos estão agora com a certeza de que o asteroide ameaçador “praticamente não tem mais chance” de atingir a terra em 2036.

Os astrônomos certamente desfrutam de histórias dramáticas, tanto quanto o resto de nós.
Mas hoje eles fizeram o anúncio muito bem vindo de que as consideráveis ameaças de colisão desse asteroide com a Terra durante a passagem do asteroide Apophis não irá representar qualquer ameaça quando ele novamente se aproximar perto o bastante de nosso planeta em 2036.

Orbits of Apophis and Earth
O asteróide Apophis passou a 9 milhões de milhas (14 ½ milhões de km) da Terra agora em 9 de janeiro de 2013 – uma prévia de um encontro muito, muito mais próximo previsto para acontecer em 2029. Clique endereço a seguir para uma versão interativa deste ponto de vista orbital. http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=99942%20Apophis;orb=1;cov=0;log=0;cad=0#orb (NASA/JPL)

Neste momento o asteroide Apophis está no meio de uma passagem um pouco distante ainda da vizinhança da Terra, distância que se encontra dentro de 9 milhões de milhas (14 ½ milhões de km) hoje.
Ele vem sendo monitorado durantes as últimas duas semanas e meia pela antena parabólica do rádio Radar Goldstone, com 230 pés (70 metros) de diâmetro na Califórnia, e essas observações e medições deram aos astrônomos a confiança para emitir um aviso de que esta “tudo limpo” para o futuro.

As observações feitas pelo radar Goldstone do asteroide Apophis descartaram a possibilidade de um potencial impacto com a Terra em 2036 “, diz Jon Giorgini, um Engenheiro em Dinâmica (dynamicist) do JPL-Jet Propulsion Laboratory da NASA, o Laboratório de Propulsão à Jato.
Com base em cálculos revisto da órbita do asteroide, diz ele que o Apophis, então, surgirá a distância de pelo menos 14 milhões de quilômetros – sendo o mais provável algo mais próximo a 35 milhões de quilômetros.


O rádio Radar Goldstone, com antena parabólica de 230 pés (70 metros) de diâmetro, situado no Deserto de Mojave, na Califórnia e operado pelo JPL da NASA. http://echo.jpl.nasa.gov/asteroids/Apophis/Apophis_2013_planning.html#Goldstone

Além disso, os dados de radar melhoraram a incerteza posicional do asteróide tanto que os dinamicistas agora podem prever com precisão de décadas a sua trajetória para o futuro.
“Nós estamos observando que em 75 metros de resolução, esta melhor do que esperávamos”, diz Lance Benner ( Jet Propulsion Laboratory), que está liderando o esforço de rastreamento pelo radar. “As relações sinal-ruído [dos ecos de radar] são um pouco mais forte do que nós pensamos que eles seriam, portanto, a astrometria do radar é mais precisa do que o esperado.”

O imenso asteroide Apophis foi descoberto em 2004 pelos observadores Roy Tucker, David Tholen , e Fabrizio Bernardi. N
a primeira vez, os cálculos orbitais sugeriam que este asteróide com órbita próxima à Terra, inicialmente chamado como 2004-MN 4, teria uma chance de 3% de atingir o nosso planeta em 2029. Cerca de um ano mais tarde, ele foi renomeado e chamado por Apophis, o nome do deus egípcio do mal e da destruição.
(Um nome apropriado, você não acha?)
 Felizmente, até então as observações pre-descobertas levaram a uma revisão de sua órbita, o que excluia um impacto com a Terra em 2029.

Apophis and Earth in 2029
Numa sexta-feira dia 13, em abril de 2029, um asteroide com cerca de 1.000 metros de largura chamado Apophis irá passar perto o suficiente da Terra (em torno de 20 mil milhas) para aparecer brevemente como uma estrela de magnitude 3 no céu à noite. (Dan Durda)

Mas nós não estávamos fora de perigo ainda.
Uma colisão ainda permanecia possível em 2036, a chance de que dependia o quase-acidente sobrevôo em 2029, quando o Apophis irá fechar sua órbita próximo à Terra por apenas 20.000 milhas (32.000 km) de distância.

Se isso ocorrer em um determinado ponto no espaço, o que os dinamicistas chamam como um buraco de fechadura, um impacto seria muito mais provável durante essa visita de retorno em 2036.
O problema é que as características orbitais do Apophis não eram conhecidas com precisão suficiente (naquele momento) para se calcular exatamente por onde ele voaria passando próximo à Terra em 2029.

Adicionado à essa incerteza havia a medida de que uma força sutil, conhecida em astronomia como o Efeito Yarkovsky, poderia alterar a órbita do asteróide.
Este efeito é causado pela maneira desigual que um corpo giratório absorve a luz solar e depois a irradia de volta para o espaço.
Baseados em observações da Terra, se determinou que o Apophis gira sobre si mesmo em 30 horas e meia, mas que seu giro provavelmente tem mais de um período, envolvendo eixos de rotação múltiplos.

A própria forma do objeto e a orientação do spin são desconhecidas – e perguntas podem permanecer abertas até 2029.
“Podemos obter imagens de alta-definição que mal resolvem o objeto e indicam a sua orientação axial”, explica Benner, “mas mesmo assim sendo muito otimista.”

É concebível, que o suave mas persistente efeito Yarkovsky poderia empurrar o asteroide Apophis em linha reta através do buraco da fechadura de 2029 e levá-lo em direção à Terra .
Mas, novamente, diz Giorgini, não há mais qualquer chance de isso acontecer.

As observações do radio radar Goldstone ”reduziram as incertezas orbitais tanto que, independentemente do que os parâmetros físicos ainda desconhecidos do Apophis poderiam ser, a pressão de radiação (Efeito Yarkovsky) não pode ser o suficiente para mover a região de incerteza de medição o suficiente para levar o asteroide de encontro com a Terra em 2036″.

Onde quer que esse asteroide nos atingisse, coisas muito ruins aconteceriam.
O Apophis tem cerca de 900 pés (270 m) de largura, e atingiria a Terra com o equivalente de energia cinética de aproximadamente 500 milhões de toneladas de TNT.
Temperatures on Apophis

Usando observações em infravermelho do telescópio espacial Herschel, os astrônomos estimam que a faixa de temperatura na superfície do Apophis (350 graus Kelvin corresponde a cerca de 170 ° F).
No entanto, o formato do asteroide é provavelmente mais alongado, e não esférico. ESA / T. Müller
Observações recentemente lançadas em infravermelho da sonda da ESA-Agência Espacial Europeia, a sonda Herschel sugerem que o diâmetro do Apophis pode ser cerca de 20% maior do que o imaginado antes.

“” O aumento de 20% no seu diâmetro, entre 270-325 m, se traduz em um aumento de 75% em nossas estimativas de volume do asteroide ou de sua massa”, diz Thomas Müller (Instituto Max Planck de Física Extraterrestre), que está coordenando as observações do Herschel .

No entanto, a modelagem de sua equipe assume que o Apophis é esférico – e a forma real se pensa para ser alongada. Nós ainda não ouvimos a última palavra sobre esse demônio interplanetário.
As observações de rádio radar Goldstone do Apophis vai continuar até 17 de janeiro, e um acompanhamento adicional está previsto no próximo mês com a parabólica gigante do Radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico.


O Radiotelescópio de Arecibo é o maior radiotelescópio fixo do mundo, e localiza-se em Arecibo, Porto Rico.
Sua antena parabólica gigante tem 305 metros de diâmetro e foi construída originalmente em 1963, na cratera de um vulcão extinto, para estudar a ionosfera terrestre.
Ele é operado pela Universidade de Cornell, dos Estados Unidos da América e é atualmente a principal ferramenta na busca de vida extraterrestre, através do projecto SETI@home.

Todos os sinais captados devem render posições super-precisas do asteroide e, talvez, revelar a forma final do mesmo e do seu estado de rotação.
Mas a preocupação com o Apophis foi apenas adiada, não eliminada totalmente.
Sua órbita não é de todo diferente da Terra, e algum dia no futuro distante, os dois corpos ou terão uma catastrófica colisão – ou um encontro tão perto que a gravidade da Terra irá arrancar o Apophis para um caminho interplanetário novo e significativamente diferente.

Postado Por Kelly Beatty, 09 De Janeiro De 2013.

Para saber mais: http://thoth3126.com.br/asteroide-apophis-possivel-rota-de-colisao-em-2036/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

www.thoth3126.com.br

Historias de Maldek – Sharmarie de Marte – Parte I

 

 
SHARMARIE de MARTE – Parte I - Histórias de MALDEK e o Sistema Solar
Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35.
 
A Terra, quando ficava mais próxima de Marte, parecia um pouco maior do que uma lua cheia avistada da Terra.
Quando sua órbita se aproximava mais de Marte, o planeta Vênus parecia ter um quinto do tamanho da Lua vista pelo mesmo ângulo.
Os radiares, que naquela época funcionavam plenamente, são conhecidos de vocês como os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno e refulgiam no céu noturno.
 

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
“Somos o produto de milhões de anos de vidas.
O que sabemos daqueles tempos determina quais emoções misturamos com nossos pensamentos e energiza os símbolos de nossos sonhos.
Nossas experiências pessoais de vidas passadas fazem com que sejamos diferentes assim como os flocos de neve são diferentes uns dos outros.
Devo então dizer isto: como você solicitou as visões de muitos seres, pode contar que ouvirá a mesma melodia quando eles cantarem sua canção, embora as letras de algumas nem sempre rimem com as que são entoadas por outras vozes do coro.” 
Eu Sou Sangelbo de Temcain.
 
 
Palavras de Sharmarie, de Marte: Em minha primeira vida humana em Marte, meus pais eram pastores da tribo nômade Shem.
Minha mãe, Scenra, era a única companheira de alma de meu pai, Ari-lionent, embora o costume do El (a consciência Planetária, neste caso, Marte) do meu mundo seja de uma a sete companheiras de alma para cada homem.
Meu pai foi morto durante um embate com a tribo habitante das montanhas de meu mundo, a qual chamávamos naquela época de Burrs.
Minha mãe tornou-se, assim, uma viúva muito jovem, com cerca de 23 anos terrestres.
 
Sua beleza física e estado civil atraíram a atenção de um dos vários senhores da guerra (Bar-Rexes) com os quais tínhamos de lutar naqueles dias.
 
Minha mãe acabou por se tornar parte da família daquele canalha, e me deram à irmã de meu pai, Tee-robra, para ser criado em meio a seus quatorze filhos.
 
Tia Tee-Robra não era fisicamente atraente e não tinha companheiro permanente, mas conhecia e ensinava os métodos de tecelagem e fabricação de tendas finas, bem como as artes da guerra a seus filhos e a muitas outras pessoas que a procuravam.
 
Nossas perambulações eram governadas pela relva que crescia às margens dos cursos de água alimentados pelo derretimento sazonal das calotas polares e pelas pesadas nevascas de inverno que caíam nas montanhas.
 
Era necessário cerca de três meses terrestres para conduzir nossos rebanhos de carneiros (quase duas vezes maiores do que qualquer raça de carneiros encontrada na Terra hoje), cabras, burros e camelos (do tipo dromedário, de uma corcova) para os pontos de travessia que nos permitiam transpor os cursos de água e inverter a direção em que viajávamos.
 
Os que fossem pegos atravessando cursos de água fora do ponto autorizado pelo Bar-Rex local podiam esperar a morte ou a escravidão pelo resto da vida.
 
Duas vezes por ano, as viagens para o sul de minha tribo nos levavam a uma dessas pontes autorizadas que atravessava um curso de água; a que estávamos atravessando era a hi, ou fortaleza, do Bar-Rex que era o protetor de minha mãe naquela época.
 
Tivemos de batalhar contra outro Bar-Rex no fim de nossa viagem para o sul.
Nessas ocasiões, a tribo pagava taxas, e os homens jovens eram considerados possíveis candidatos ao serviço militar.
Nem sei quantas vezes a influência de minha mãe me salvou de ser selecionado quando cruzei a hi do norte.
 
Como nasci quando a tribo estava viajando para o sul, usei um cordão de contas vermelhas no pescoço até a idade de mais ou menos cinco anos terrestres; a partir de então, as contas foram substituídas por urna tatuagem no ombro direito representando um círculo com um ponto em sua circunferência, indicando o ponto em nosso itinerário de viagem no qual eu nasci.
 
 A criança que nascesse durante uma viagem para o norte usava contas brancas até a idade de cinco anos e então recebia o mesmo tipo de tatuagem no ombro esquerdo.
Por acordo mútuo, o Bar-Rex da hi do sul poderia reivindicar somente quem tivesse tatuagem no ombro direito para executar qualquer forma de serviço físico, enquanto o Bar-Rex do norte podia reivindicar apenas os que tivessem tatuagem no ombro esquerdo.
 
A hi do norte era um ponto onde se reuniam seis vias fluviais, ao passo que na hi do sul se juntavam apenas três vias fluviais. Isso significava que o Bar-Rex da hi do norte tinha seis tribos sob seu poder. Ele era um velho guerreiro rude que andava no meio do povo, trocando histórias obscenas.
Eu gostava dele e de seu filho mais velho, que ele chamava de seu “chicote,”e tinha inveja de quem usava contas brancas, pois algum dia estaria a seu serviço.
 
Afastei-me da tribo durante dois anos e fiquei algum tempo nas colinas, evitando as patrulhas militares do sul e visitando de vez em quando as jovens das tribos Burr.
 
Os Burrs pagavam tributos a inúmeros Bar-Rexes na forma de cereais, frutas e artigos manufaturados de metal. Isso os livrava do serviço militar, mas não impedia que seus jovens roubassem os rebanhos da tribo Shem quando lhes dava na cabeça.
Meu pai foi morto numa dessas incursões dos Burrs.
 
As patrulhas militares descobriram, por intermédio dos pais contrariados de várias de minhas namoradas, que havia um Shem desgarrado andando no meio deles de vez em quando.
Não dá para confiar no silêncio de uma Burr.
 
Voltei para a tribo e em virtude da intercessão de minha mãe, escapei de qualquer castigo devido à minha ausência de mais de dois anos.
Minha mãe deu à luz uma filha de Cap-Tonelarber, o Bar-Rex da hi do sul, uma verdadeira princesa que foi chamada de Wren-Shanna.
Tempos depois, eu e Wren-Shanna nos tornamos grandes amigos, e recentemente, em nossa vida atual, visitamos o local do primeiro nascimento dela.
Vestidos com roupas protetoras, ficamos entre as antigas ruínas quase irreconhecíveis da fortaleza do pai de Wren-Shanna.
 
Enquanto uma tempestade de areia violenta rugia a nosso redor, recordamo-nos das coisas boas daquele tempo.
Minha mãe conseguiu, com seu sacrifício, que eu desfrutasse várias temporadas preciosas, que gastei sob a tutela de So-Socrey, um curandeiro tribal de grande sabedoria.
Era um bom amigo de tia Tee-Robra e provavelmente a única pessoa no universo que conseguia beber mais do que ela.
Foi com ele que me escondi nas colinas até finalmente voltar para a tribo durante a jornada para o sul.
 
Foi também ele quem me ensinou os valores medicinais das plantas e o que sabia dos métodos dos Elohim, como orar pedindo sua assistência mágica e quando era conveniente fazê-lo.
Certa vez, So-Socrey testou meu conhecimento do que me ensinara me descendo num poço cheio de cobras venenosas para colher bulbos de uma planta do tipo do cactos.
Consegui levar os bulbos e sobrevivi, tornando-me uno com a realidade das serpentes em seu nível de vida universal.
Depois ele fez um chá dos bulbos e o tomou.
 
Então, ficou muito alterado e passou a fazer uma demonstração de como conseguia urinar na cor que bem quisesse.
Quando ele produziu uma corrente infinita de fogo, percebi que ainda tinha muito a aprender.
Atualmente, consigo duplicar as mudanças de cores (amarelo é fácil), mas nunca encontrei a coragem necessária para tentar duplicar o rio infinito de fogo de meu mentor.
 
Chegou o dia em que o Tane (o supervisor militar) do Bar-Rex e dois de seus novos recrutas começaram a me procurar durante uma travessia da hi.
Ele deveria ter trazido todo seu exército.
Coloquei em prática os ensinamentos de tia Tee-Robra e de So-Socrey e estropiei fisicamente meus indesejáveis futuros amos.
 
Depois de vários dias sendo perseguido por toda a região da hi, acabei por ser vencido pelo número – e por um apelo de minha mãe para me entregar e parar de ferir outros perseguidores que, em alguns casos, haviam sido meus companheiros de brincadeiras em outros tempos.
Eu era considerado um solitário e fazia muito poucos amigos.
Era também considerado um pouco louco e perigoso.
Fui incumbido de juntar-me a uma patrulha de camelos que viajava para o norte para ficar de olho nos rebanhos que atravessavam o curso de água na direção sul, rumo à hi de meu amo.
 
Foi durante essa época que alguns de meus camaradas de armas e eu aprendemos com um velho veterano a nadar.
Ansiávamos pela comida, pelas histórias contadas ao redor da fogueira do acampamento e pela companhia feminina que o outro lado da via fluvial nos oferecia de bom grado.
A Terra, quando ficava mais próxima de Marte, parecia um pouco maior do que uma lua cheia avistada da Terra.
Quando sua órbita se aproximava mais de Marte, o planeta Vênus parecia ter um quinto do tamanho da Lua vista pelo mesmo ângulo.
 
Os radiares, que naquela época funcionavam plenamente, são conhecidos de vocês como os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno e refulgiam no céu noturno.
Sob as estrelas e a luz derramada pelos corpos planetários de nosso sistema solar, os membros da patrulha sentavam-se em nosso acampamento e especulavam sobre a existência de alguma forma de vida em outro lugar do universo.
(Não consigo deixar de contar uma mentirinha e dizer que tínhamos certeza de que a Terra era habitada por homenzinhos verdes e mulheres púrpuras gigantescas.)
 
Alguns de meus camaradas enumeravam antigas lendas e histórias e se recordavam de sangrentas escaramuças com soldados de outras fortalezas que haviam se aventurado a ir longe demais em nosso território, ou quando uma patrulha de nossa hi natal entrou na jurisdição de outro Bar-Rex.
Havia também narrativas de guerras de grandes proporções acontecidas entre os Bar-Rexes, e que haviam determinado o atual status dos vários senhores.
 
Entre as histórias, havia uma que falava da existência de misteriosos gigantes com máscaras prateadas, vestidos de púrpura que velejavam, em trenós para areia, nas areias vítreas que se iniciavam a muitos quilômetros das estradas cobertas de relva.
Mesmo os mais corajosos Bar-Rexes temiam um encontro com esses gigantes que se diziam viver nas vertentes da montanha sagrada chamada Darren.
(Essa montanha vulcânica é chamada Monte Olympus pelos atuais habitantes da Terra.)
A representação dessa imensa montanha marciana com dois raios ao fundo é o emblema que identifica nossas espaçonaves marcianas e outras coisas que necessitam de tal identificação.
 
 

O Monte Olympus, também conhecido por seu nome em latim, Olympus Mons, é um vulcão extinto do planeta Marte, sendo o maior vulcão do Sistema Solar. Ele ergue-se a 27.000 metros acima do nível médio da superfície marciana, sendo três vezes mais alto que o Monte Everest. Sua base estende-se por quase 600 quilômetros. Sua caldeira tem dimensões de 85 km por 60 km. O Monte Olympus foi descoberto pela sonda espacial Mariner 9 da NASA em 1971, embora já fosse do conhecimento de astrônomos desde o século XIX. Tem um declive suave, o que faz sua base ser vinte vezes maior do que a sua altura. Foto: Nasa
RANCER-CARR, O ZONE-REX
 
Desde tempos muito antigos, uma pessoa muito especial ocasionalmente se manifesta com grande autoridade espiritual, que alguns Bar-Rexes obedecem de boa vontade e outros são forçados a obedecer.
Tal pessoa se chama um Zone-Rex. Em minha primeira vida, essa pessoa, na forma de um jovem que era filho de um mineiro de cobre Shem (profissão exercida com licença especial) recebeu ordens dos gigantes de máscara prateada de governar e guiar espiritualmente todos os que viviam sobre nosso mundo.
 
Esse homem vive hoje e tem o nome de Rancer-Carr.
Nunca encontrei ou vi Rancer-Carr em minha primeira vida. Mal sabia eu em minha primeira vida que formaríamos um relacionamento nesta vida atual, pois em Marte vivi apenas aquela primeira vida.
Cada vida depois dessa (e houve muitas) foram passadas nos confins da Barreira de Freqüência do planeta Terra.
Embora atualmente Marte seja inóspito à vida sem a utilização de equipamentos artificiais de sustentação de vida, fico muito feliz em poder visitar meu mundo natal sempre que posso.
 
{n.t. Esse ser humano de Marte vive hoje e tem o nome de Rancer-Carr e em sua homenagem, pela sua luta em defesa da vida, um sol do sistema das PLÊIADES tem o nome de CARRdovan (Electra), sendo que em sua órbita existe um planeta de nome MOLLARA, habitado por seres humanos oriundos da Terra, de Marte e de outros planetas que para lá migraram em função dos acontecimentos que se sucederam após a destruição do planeta MALDEK em nosso sistema solar, há cerca de 251 milhões de anos passados…}
 
Minha vida mudou depois que ganhei de presente de minha mãe uma bela armadura de couro de cor vermelho-sangue.
Ela me rendeu um número considerável de comentários invejosos e zombarias de alguns de meus camaradas, então decidi não usá-la na presença deles.
Eu vestiria a armadura quando voltasse para a fortaleza, assim minha mãe ficaria contente.
Uma vez, dei por falta de minha armadura e fiquei furioso.
Procurei o homem que eu suspeitava ter roubado minha propriedade e lutamos até que ele acabou morrendo.
Só mais tarde descobri que ele tinha tirado a armadura para me pregar uma peça.
Fui colocado a ferros, aprisionado e depois sentenciado à morte.
 
Certa manhã, fui levado à presença do Bar-Rex e de minha mãe.
Também faziam parte do grupo três estranhos homens de cabelos brancos vestindo roupas idênticas feitas não de lã, e sim de um material com um tipo de trama que eu nunca vira.
 As palavras que eles disseram uns aos outros soavam estranhas.
 
Um se aproximou de mim e tocou minha testa com uma vara cintilante e tudo ficou preto.
Despertei com uma grande dor de cabeça, em meio a centenas de personagens esquisitos que, para mim, pareciam na maior parte serem pequenos como crianças.
Eu não conseguia entender o que estavam falando e em alguns casos eles não conseguiam se entender uns aos outros.
Parecíamos estar em uma caverna em meio a caixas de metal, e as paredes emitiam uma suave luz estranha.
 
Os homens de cabelos brancos nos deram água e uma comida que eu nunca provara.
Depois de certo tempo, aprendi a gostar da comida e ficava esperando que fosse distribuída.
Pouco a pouco, passou a haver comunicação entre os diferentes tipos de “baixotes,” e consegui entender o fato de que ninguém sabia onde estávamos ou o que estava nos acontecendo.
Perdemos a noção do tempo.
 
 
 
O Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES e seu Sol Central ALCYONE, sistema ao qual o nosso Sol pertence e orbita conjuntamente com SÍRIUS (Constelação de Cão Maior) e Alpha e Próxima Centauri (da Constelação do Centauro).
MEU AMIGO 63-92
 
De vez em quando, eu reparava num homem, mais alto do que os baixotes mas não tão alto quanto eu, andando no meio da multidão.
Ele usava uma veste branca de lã esfarrapada e manchada e carregava uma cabaça negra com estranhos símbolos brancos grosseiramente pintados.
Descobri mais tarde que esses símbolos representavam os números 63-92.
Sentado apoiado numa parede, sentia-me triste e ansiava por estar novamente com as pessoas de minha tribo.
Coloquei as mãos no rosto para esconder minhas emoções dos que estavam ao meu redor e chorei.
 
Enquanto chorava, senti alguém tocar o alto de minha cabeça e dizer o meu nome.
Olhei para cima e vi diante de mim o homem que, daquele momento em diante, eu chamaria apenas de 63-92.
Ele me estendeu a cabaça, da qual nada bebi além de ar.
Embora seus lábios não se movessem, ouvi-o dizer: “Que gosto você quer que tenha?”
Lembrei-me de uma bebida alcoólica suave muito popular em meu mundo natal e imediatamente minha boca começou a se encher magicamente dela, até que engoli o líquido, então a manifestação cessou.
 
Coloquei as pontas dos dedos nos olhos para saudar esse mago da mesma forma que saudaria alguém como meu professor So-Socrey.
Perguntei como ele sabia meu nome e como conseguia falar comigo sem mexer os lábios.
Ele replicou: “Os Elohim sabem os nomes de todos, e foram eles que me contaram seu nome.
Falo com você em sua mente.
Comunicar-se desse modo é uma capacidade que você acabará por adquirir depois de chegar a seu destino.
Não é assim tão difícil se comunicar dessa forma.
Algumas das pessoas que estão agora a seu redor, que você chama de baixotes, podem se comunicar facilmente dessa maneira umas com as outras.”
 
Perguntei fisicamente: “Quem são os Els (Elohim)?
Quando serei libertado de meu encarceramento para poder viajar ao destino do qual você fala?” 63-92 repeliu minhas perguntas com um gesto e foi-se embora, desaparecendo na multidão.
Em certo momento durante minha prisão, as paredes de meu cárcere começaram a zumbir e a produzir um som agudo que nos sobressaltava e despertava os que estivessem dormindo naquela hora.
 
Uma das paredes começou a se deslocar e se dobrou dos dois lados, formando uma abertura pela qual eu conseguia ver um panorama maravilhoso.
Construções altas e objetos prateados cintilavam à luz do Sol e pareciam flutuar como penas ao vento ou se deslocar rapidamente pelo céu.
 
Pode-se dizer que testemunhei o que foi para mim, na época, um céu repleto de UFOs.
Parados numa rampa inclinada para baixo, havia vários daqueles homens de cabelos brancos fazendo-nos sinais para sairmos.
Enquanto descia pela rampa, voltei-me para olhar o lugar onde estivera preso.
Parecia uma grande casa circular (maior do que qualquer casa que eu já vira – na realidade era uma espaçonave nodiana), coberta por listas horizontais de cores alternadas: vermelho, branco e negro.
Por inúmeras janelas circulares pude ver homens de cabelos brancos olhando para o que era obviamente seu mundo natal.
De repente, 63-92 estava na minha frente.
Ele me instruiu mentalmente a não ir para a esquerda com os outros, e em vez disso ir para a direita e ignorar quem tentasse me dizer outra coisa.
 
Meu instrutor então desapareceu diante de meus olhos.
Ao virar para a direita, entrei num mercado cheio de bancas e vendedores de todos os tipos possíveis (a maioria vendia verduras).
Fui atraído na direção de um vendedor de flores que desprendiam um aroma maravilhoso que está além de minha capacidade de descrição.
A meu redor vi outras pessoas trocando um tipo de dinheiro para fazer suas compras.
Embora eu não tivesse esse dinheiro, o vendedor me deu uma grande flor amarela e me enxotou de sua barraca com um sorriso.
 
Em cada banca ou loja, davam-me até aquilo pelo qual eu sentia apenas um ligeiro interesse mental, então me orientavam a ir embora.
Logo fiquei sobrecarregado com meus presentes e me sentei, colocando-os em volta de mim.
Em pouco tempo, as pessoas vinham a mim e apontavam para um ou mais de meus artigos, entregando-me vários discos-dinheiro de várias cores (como as fichas plásticas para jogar pôquer). Esses discos me fizeram muito bem: ninguém os tirava de mim, e sim preferiam me dar o que eu bem quisesse sem eu ter de pagar.
Que mundo!
 
Meus passeios e minhas viagens acabaram por me levar a uma padaria grande que vendia pães, bolos e tortas de tipos que nenhum Bar-Rex do meu mundo natal poderia ordenar que fosse colocado diante dele.
Na padaria serviam mulheres e meninas agradáveis e roliças que me orientaram, com gestos das mãos, a me sentar no chão num canto (todas as cadeiras eram pequenas demais para eu me sentar). Elas me trouxeram tudo o que eu desejava, até que não consegui comer mais nada.
 
Uma senhora elegantemente vestida usando anéis cintilantes desceu as escadas e mentalmente me pediu para que me fosse.
Não discuti com ela.
A noite parecia não chegar nunca nesse novo mundo (o planeta NODIA).
Houve um breve período de crepúsculo de aproximadamente 29 horas terrestres, seguido de um clareamento gradual do céu.
Experienciei me queimar de Sol pela primeira vez na vida.
Um vendedor de rua, vendo isso, deu-me um vidro grande de loção.
 
Pensei que eu devia beber a coisa, até que meu benfeitor meneou a cabeça fazendo o movimento universal que representa não, fazendo uma mímica de como eu deveria aplicar topicamente a loção na pele.
Também ganhei um chapéu de abas largas.
Durante o terceiro crepúsculo depois de minha chegada ao planeta NODIA, instalei-me num local onde todos pareciam estar comemorando.
Podia-se comprar bebidas que causavam euforia, mas meu copo era enchido continuamente sem eu pagar nada.
Vi dois homens (não nodianos) serem assassinados.
 
Os corpos dos mortos tiveram suas roupas e outros pertences tirados e foram levados para outro lugar.
Logo depois, um grupo de homens e mulheres se aproximou de mim (não eram deste mundo) e mentalmente me ofereceram uma grande soma de dinheiro para eu matar o assassino, que estava sentado a uma mesa perto dali e continuava a beber corno se não tivesse feito nada de errado.
Mentalmente recusei e também recusei a oferta de protegê-los contra qualquer futura injúria física que os homens violentos que também residiam no planeta pudessem lhes causar.
Despertei do torpor causado pela bebida, encontrando-me novamente encarcerado num poço coberto por grades de metal.
 
Meus inúmeros companheiros de cela formavam um grupo deplorável de vários tipos de outros mundos.
Seus gemidos, gritos, lamentos e conversas altas eram ensurdecedores.
O lugar fedia, e percebi que provavelmente eu era um dos que mais contribuíam para o mau cheiro.
As grades que cobriam o poço foram levantadas e o lugar aos poucos ficou silencioso.
Parados à beira do poço, olhando para seu conteúdo humano, havia três homens de cabelos brancos e várias pessoas de outro mundo acompanhando-os.
Um dos homens de cabelos brancos era jovem (da minha idade, uns 19 anos terrestres).
 
O jovem de cabelos brancos (nodiano) vestia uma camisa bege lisa e larga e calças da mesma cor caindo frouxas até os tornozelos.
De pé a seu lado, para minha surpresa, havia outro marciano com uma criatura parecida com um macaco no ombro (um animal chamado de poon pelos nodianos), O marciano falou comigo no idioma de minha tribo:
 
“Aquele ao lado do qual estou oferece a você a liberdade se você o servir para o resto de sua vida e aceitá-lo como seu único deus.”
Eu Pensei mentalmente, esse camarada é mesmo um bobo convencido.
Também cogitei mentir para conseguir minha liberdade, O jovem cabeça-branca me chamou em voz alta em meu idioma nativo: “Você não está muito enganado a respeito de quanto me julgo importante. Venha se unir a nós, marciano. Sou Rayatis Cre’ator.
 
 Abaixaram uma escada e eu subi por ela para receber a luz do sol-estrela SOST, e para o início de uma vida nova e muito emocionante no planeta NODIA.
Trocaram dinheiro com um grupo de carcereiros e meus companheiros de cela subiram a escada e se dispersaram em direções diferentes.
 
 
Acima: A estrela/Sol POLARIS, popularmente conhecida como Estrela Polar, é a estrela mais brilhante da constelação chamada Ursa Menor.
Esta estrela é o SOL SOST, onde esta situado o PLANETA NODIA. A estrela POLARIS/SOST é uma das estrelas pertencentes a constelação da Ursa Menor que no correr dos séculos vem sendo usada na Terra para nortear os navegantes, desde os tempos das descobertas de Colombo e Cabral, pois é uma estrela fixa que determina o NORTE. A estrela apontada como Polaris A é o SOL SOST, que é orbitado pelo planeta NODIA e b seria o radiar AMPT, onde orbita o planetoide Vitron, o lar de Mocalar, cerca de 84 vezes MAIOR do que a Terra…
Vistos da Terra a proximidade de ambos faz com que os astrônomos pensarem que sejam um sistema de sóis duplo.
 
Sem dizer outra palavra, o marciano nos deixou.
A medida que andávamos, o aroma de pão quente enchia o ar.
Logo chegamos a um de meus lugares preferidos do planeta Nodia: a padaria onde, em outro tempo, eu fora generosamente alimentado.
Não entramos na padaria, em vez disso, fomos para os fundos do prédio e subimos uma escada comprida até o quinto e último andar.
Atrás de uma porta lisa havia quartos grandes decorados com mobília e obras de arte lindas de se ver.
Esses alojamentos eram ocupados por poucos nodianos e vários tipos de pessoas de outros mundos. Havia elevadores que iam até o subsolo, onde havia corredores e quartos intermináveis cheios de nodianos fazendo uma coisa ou outra com uma mão enquanto comiam um pedaço de pão quente com a outra.
 
Todos pareciam receber ordens de um homem ruivo de pele clara chamado Rick-Charkels e sua companheira Orja.
Deram-me um colchão de palha e Rick-Charkels me disse que eu deveria dormir em uma das sacadas.
Depois de eu relutantemente tomar banho, deram-me roupas novas que eram uma réplica perfeita daquela que estivera vestindo desde minha chegada no planeta NODIA.
Certa manhã, encontrei nos pés do meu colchão a armadura vermelha que fora responsável por meu exílio neste lugar de maravilhas e perigos sutis.
 
Raramente permitiam que eu entrasse nos alojamentos e apenas o fazia para chegar às escadas que levavam para a rua.
Saía de meu alojamento para acompanhar Rick-Charkels, Orja e sua equipe de cozinha quando faziam suas compras.
Meu objetivo e o da equipe era carregar o saque.
Uso o termo “saque” porque os vendedores não aceitavam pagamento pelos seus produtos e mercadorias, e respondiam como se estivessem ofendidos se oferecessemos pagamento.
 
Comecei a aprender com facilidade o idioma nodiano, mas descobri que sua forma de comunicação telepática era frustrante devido a minha falta de conhecimento de tantos assuntos que exigiam pensamento abstrato.
Certa vez, ao crepúsculo, fui visitado por Rhore, o Marciano, que falara comigo no dia em que fui libertado do poço por meu benfeitor nodiano.
No início, Rhore tinha acesso aos meus aposentos atravessando os telhados dos edifícios adjacentes e pulando na sacada de uma distância considerável.
 
Nas visitas posteriores, usou uma escada como ponte, guardando-a no telhado vizinho até precisar dela.
Rhore era shem, embora não pertencesse a meu grupo.
Ele calculou que estava no planeta Nodia havia quase onze anos terrestres.
Era livre para ir e vir como bem entendesse e decidiu viver a cerca de 56 quilômetros de distância, numa floresta povoada por inúmeros tipos diferentes de animais.
Ele se locomovia numa motoneta (scooter) que voava a aproximadamente um metro e meio do chão, mas não alcançava a altura dos telhados.
 
Certa vez, Rhore apontou uma estrela brilhante no céu, que era, na verdade, o sol que proporcionava luz e calor a nosso mundo natal (e ao nosso planeta Terra).
Ele me disse que seriam necessários cerca de 16 dias para o “barco estelar” nodiano chegar a nosso mundo natal.
Disse que um dia gostaria de visitar Marte para arranjar uma companheira ou duas, mas não para viver lá permanentemente.
Fiquei consternado com sua afirmação e perguntei-lhe por que se sentia assim.
Ele disse: Por que viver entre os ignorantes quando se pode viver entre os sábios? 
 
Muitas vezes, ao cair da noite, eu subia na garupa da motoneta de Rhore e viajávamos para seu lar na floresta e para outros locais de grande beleza natural.
Também visitávamos os lugares onde os barcos (espaçonaves nodianas) estelares eram construídos e onde existiam colônias de trabalhadores de outros mundos.
Essas excursões e infindáveis conversas com Rhore me ajudaram a entender melhor meu novo lar e me incutiram o forte desejo de aprender o possível sobre tudo o que estivesse a meu alcance.
 
Com Rhore fiquei sabendo que meu benfeitor, Rayatis Cre’ator, era na realidade um tipo diferente de Bar-Rex.
O mistério dos vendedores generosos foi esclarecido quando Rhore explicou que eles eram, na verdade, sócios de negócios de Cre’ator.
Todo o sistema dos empreendimentos comerciais de Cre’ator mantinha-se coeso pelo que se poderia chamar o princípio do Chefão: ele fazia a seus sócios ofertas irrecusáveis.
 
Cre’ator, por vários motivos compreensíveis, mantinha uma imagem pública muito discreta.
Já em sua juventude, ele tivera cinco filhos: dois meninos e duas meninas com uma mulher que vivia em outro planeta no mesmo sistema solar, e uma filha com uma bela nodiana que também estava ausente da casa durante o primeiro ano, mais ou menos, de meu serviço.
No dia em que ela chegou com a filha ruiva (nodianos ruivos são muito raros), minha vida deu outra reviravolta importante.
 
Fui incumbido, juntamente com um número considerável de guarda-costas, de acompanhá-la às compras que, de vez em quando, estendiam-se por todo o mundo e também pelos planetas próximos. Ela se esquivava da segurança, aventurando-se em lugares que faziam seus guardas nodianos mais corajosos se encolher.
 
No início, minha tarefa parecia se resumir em carregar sua filha nas costas ou nos ombros sempre que a criança me chutasse as pernas.
Com o passar do tempo, descobri que eu poderia delegar essa tarefa a qualquer um dos outros guardas do séquito Logo depois, percebi que eu era o comandante deles.
Foi uma revelação espantosa.
Eu fora eleito para o cargo por meus companheiros soldados numa votação secreta.
 
Embora a Senhora Cre’ator ignorasse a segurança, mostrava-se muito interessada em vestir seus guardas com uniformes escandalosamente coloridos e em encharcá-los com perfumes caros.
Esta última prática foi interrompida quando os “espers” (os que vasculham mentalmente os arredores à procura de perigos ocultos) se queixaram que o cheiro estava interferindo em sua capacidade de desempenhar sua função.
 
Recebi uma sala espaçosa nos alojamentos localizados sobre a padaria. Rhore tinha permissão de me visitar, contanto que tomasse banho e vestisse roupas limpas.
No começo de nossas relações, Rhore disse-me que ele havia sido trazido para Nodia por mulheres que encontrara no deserto marciano colhendo os mesmos bulbos de cactos inebriantes que meu primeiro professor, So-Socrey, tinha em tal alta conta.
 
Uma das mulheres perguntou a Rohre se ele queria viajar com ela para mundos distantes onde ela venderia o estoque de cactos.
Ele aceitou sem hesitar sua oferta.
O nome da mulher era Martcra, mas era em geral conhecida como Bandeira Cereja, pois desfraldava uma bandeira com uma cereja vermelha bordada sempre que aterrissava num mundo e montava uma loja.
Numa visita a Nodia, Bandeira Cereja, devido a circunstâncias legais imprevistas, julgou necessário partir do planeta às pressas, deixando Rhore para trás.
Ele nunca mais a viu. Foi adotado e sustentado, como eu, pela ilustre Casa de Cre’ator.
 
Rhore instruiu-me no uso de ROMs mentais que me ajudaram a preencher rapidamente minha mente com conhecimentos e experiências que, usando-se qualquer outro método, levariam uma eternidade para adquirir.
Havia um suprimento inesgotável desse material mentalmente registrado e eu o absorvia em todos os momentos livres, quando eu não estava a serviço da Senhora Cre’ator.
Um dia, fui acordado do sono por um poderoso comando mental de Rayatis Cre’ator dizendo-me para ir ao grande salão do conselho.
Nunca estivera lá.
Ao chegar, encontrei uma cadeira vazia com meu nome gravado no encosto de couro.
 
CONTINUA …
Originalmente postado em 16 de Agosto de 2012.
 
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