quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Historias de Maldek – Sharmarie de Marte – Parte II

 
SHARMARIE de MARTE – Parte II - Historias de MALDEK e o sistema solar
Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35.
 
“Por trás do véu de caos existe ainda outro e outro desse tipo. S
eja sincero, não lisonjeie e nem amaldiçoe falsamente o divino, e posso, então, garantir-lhes que uma vez na vida lhes será oferecida uma oportunidade de saber tudo o que existe para saber e, assim, trazer a vocês a paz espiritual.
Se vocês estiverem desconfortáveis dentro da vestimenta de peregrinação (como a maior parte de sua raça), tenham paciência e esperem, pois foi profetizado: os grandes mistérios serão revelados a todos no dia em que o sumo sacerdote de Ra aparecerá ao meio-dia e gritará:” “Venham todos, aprendam e conheçam, pois ÍSIS está sem véu.” - Eu Sou Benagabra de Delment.
 
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
OS SENHORES DE PLANEJAMENTO das Casas de Comércio
 
Continua a narrativa de Sharmarie, o marciano:
Essa sala de conselho estava preenchida, na sua maioria, por homens e mulheres chamado por Rayatis Cre’ator de seus Senhores de Planejamento.
Esse corpo de idealizadores, ou conselheiros, cresceu com o passar dos anos até lotar um auditório e então atingiu números que atualmente ultrapassam minha capacidade de compreensão. Originalmente, os Senhores do Planejamento eram mais ou menos trinta.
 
As reuniões se prolongavam por dias, sendo interrompidas somente quando Cre’ator fazia uma pausa.
Muitas vezes, visitantes importantes compareciam a essas reuniões diárias; entre eles estavam Carlus Domphey, Trare Vonner (cunhado de Cre’ator) e Adolfro Blaclotter, bem como outro dignitários.
 
Vonner e Domphey estavam no mesmo negócio interestelar lucrativo de Cre’ator e a princípio, foram considerados concorrentes cordiais
Essas relações tornaram-se muito hostis em certo período, até que a formação da FEDERAÇÃO de Mundos restaurou a paz (sob ameaça do uso da força e outros métodos de persuasão) uma paz duradoura entre eles, que perdura até hoje.
 
A Senhora Cre’ator nunca comparecia às reuniões do conselho, mas sua filha sim, às vezes acompanhada de seu meio-irmão Dray-Fost, cujos cabelos negríssimos e olhos negros (características físicas de sua mãe de outro planeta) faziam com que se destacasse em meio aos nodianos de cabelos brancos.
Eu, por mim, desejava viver o bastante para ver aquelas duas crianças crescerem e juntas assumirem o controle da administração da Casa de Cre’ator, como fizeram por ocasião da morte do pai. Sua administração de primeira vida dos bens dessa hoje grande casa comercial teve um importante papel cooperativo no rápido desenvolvimento da FEDERAÇÃO GALÁCTICA.
 
Pouco antes da fundação da FEDERAÇÃO, as reuniões do conselho contavam com a participação de meu velho amigo 63-92 e de um nodiano magricela chamado Linc-Core, dono de uma longa barba que lhe chegava até os joelhos.
Linc-Core tinha a mesma capacidade de desaparecer que eu vira demonstrada por 63-92 no meu primeiro dia em NODIA.
Os dois não faziam comentários verbais, mas falavam telepaticamente com Cre’ator de uma forma que provocava a formação de grande número de expressões emocionais em seu rosto.
Era óbvio que o estavam forçando a tomar decisões muito difíceis.
 
Certa manhã, um homem apresentado à reunião como o meio-irmão de Crea’tor, Opatel, chegou com outro homem identificado por Opatel como Sant, do planeta MALDEK.
O maldequiano Sant era fisicamente belo, com cabelos dourados e olhos cor de violeta.
Não disse nada durante a reunião, mas de vez em quando ficava vesgo e mexia a ponta da língua rapidamente contra o centro do lábio superior.
Não se tratava de um tique nervoso, e sim de uma indicação de que estava se concentrando profundamente no assunto em discussão. Sua presença parecia incomodar a todos, exceto Opatel.
 
No encerramento da reunião, Sant aproximou-se de mim sorrindo, e falou-me perfeitamente em meu idioma pátrio.
Disse-me que éramos vizinhos planetários, pois seu mundo natal de MALDEK orbitava o mesmo sol que o meu mundo natal.
Nada mais disse e foi-se embora, deixando-me sem fala.
 
Passaram-se quase vinte anos, no decorrer dos quais a FEDERAÇÃO foi estabelecida e a forma de economia foi modificada diversas vezes até que Adolfro Blaclotter idealizou o sistema utilizado hoje. As casas de comércio de Cre’ator, Vonner e Domphey se expandiam, entrando em um sistema solar por vez até que cada uma finalmente dispunha de um posto avançado em todos os sistemas solares da Via Láctea (como a nossa Galáxia é denominada na Terra), como também em várias galáxias vizinhas.
O assunto de abertura de uma das reuniões diárias do conselho dizia respeito ao relatório segundo o qual o planeta MALDEK havia explodido em pedaços.
 
O relatório continuava dizendo que tudo parecia bem com os outros planetas do sistema.
Recordo que apenas um dos Senhores do Planejamento perguntou: “O que causou essa catástrofe?”
Como não recebesse resposta, ele e os outros puseram de lado o assunto e continuaram com a ordem do dia.
Nos vários anos que se seguiram, viajei com Reyatis Cre’ator e outros funcionários da casa de comércio para inúmeros sistemas estelares diferentes, alguns localizados em outras galáxias. Achei as variadas culturas por nós visitadas mentalmente estimulantes e educativas, mas Cre’ator estava cansado até as profundezas da alma.
 
Estava entediado e passava a maior parte do tempo na presença de Linc-Core, que ele podia de alguma forma convocar quando bem quisesse.
 
Vários dias depois do retorno a Nodia, Opatel chegou e narrou em primeira mão a explosão de MALDEK, observada por ele da Terra.
Ele acrescentou que os radiares e planetas do sistema estavam lentamente entrando em novas órbitas e poderiam mesmo no final seguir em espiral até seu fim, colidindo com o sol.
 
Cre’ator perguntou o que a FEDERAÇÃO estava fazendo em relação a essa possibilidade, se é que estava fazendo algo.
Opatel disse que apenas a Terra parecia estar mantendo sua órbita natural, então os que quisessem ir embora dos outros mundos do sistema estavam sendo levados à Terra por segurança.
 
Opatel disse-me pessoalmente que meu planeta natal, Marte, estava em perigo e que a FEDERAÇÃO estava considerando colocar em órbita a seu redor duas luas artificiais para estabilizar sua órbita solar {n.t. O que foi feito com os dois maiores pedaços que restaram do planeta MALDEK, e hoje são as duas luas de MARTE, Phobos (Medo) e Deimos (Terror)}.
 Ele também disse que um grande número de meus patrícios marcianos estavam sendo transferidos para a Terra e para um planeta chamado Mollara em outro sistema solar (Mollara fica no aglomerado estelar das PLÊIADES).
 

Os dois maiores pedaços que restaram da explosão de MALDEK, hoje são as duas Luas de MARTE, Phobos (Medo) e Deimos (Pavor). Os anéis de Saturno e de outros planetas de nosso sistema solar também tem sua origem em poeira e fragmentos capturados da explosão de MALDEK. Phobos foi escavado e atualmente serve como base subterrânea operacional dos próprios maldequianos que ainda estão do lado negro e operam buscando o controle total da Terra.
 
Opatel nos contou que ele estava voltando para a Terra e que a Senhora Cre’ator desejava viajar com ele, retornando a Nodia depois de uma breve visita.
Ele garantiu a Cre’ator que não havia perigo sério iminente.
Depois de certa relutância, Cre’ator cedeu ao pedido pessoal direto de sua mulher para viajar à Terra com Opatel, sob a condição de que eu, Sharmarie, a acompanhasse.
Aguardei com ansiedade a viagem e tinha esperança de ver fisicamente e conseguir falar com alguém do meu mundo natal que conhecera em minha juventude.
 
NA TERRA COM A SENHORA CRE’ATOR
 
Quando chegamos à Terra, fomos recebidos como hóspedes do governador maldequiano da Terra, Her-Rood.
Ele não aparentava pesar pelo fato de seu mundo natal estar agora girando ao redor sol na forma de pedacinhos.
Desde a destruição de seu planeta, ocupava seu tempo abrigando uma orgia incessante em sua magnífica propriedade, localizada na região da Terra conhecida agora como o sul da Venezuela. Passei os primeiros seis dias na Terra procurando marcianos.
 
Consegui encontrar alguns shens e burrs, que me disseram que mais de cem mil pessoas do meu povo haviam deixado a Terra com o Zone-Rex Rancer-Carr havia cerca de três semanas e ido para um planeta chamado Mollara (nas PLÊIADES).
Também me disseram que havia milhares de marcianos reunidos em algum lugar da Terra, aguardando meios de transporte que lhes permitissem fazer a mesma viagem.
Não sabiam me dizer em que local da Terra estava esse grupo.
 
A Terra estava repleta de mercados de escravos e a violência corria solta.
Para me afastar da loucura, decidi voltar para a festa, encontrar alguém que estivesse meio sóbrio e ainda de pé e fazer-lhe perguntas.
Nunca quis tanto sair de um lugar como quis sair do planeta Terra.
Sentia intensamente que alguma coisa ia dar muito errado.
Então, chegou o dia em que o céu ficou repleto de nuvens muito escuras acompanhadas de trovões e raios. Em questão de dias a freqüência dos trovões e raios aumentou, até que não havia mais silêncio. Era ensurdecedor.
 
A chuva caía torrencialmente, batendo nos telhados das construções com tanta força que algumas das estruturas rachavam e resvalavam de suas fundações, sendo carregadas com grandes ondas de lama.
Procurei e encontrei a Senhora Cre’ator quando começou a tempestade, mas não consegui localizar Opatel.
Quando alcançamos o local onde nossa espaçonave fora deixada, esta sumira.
 
Juntamente com vários outros convidados da festa, adquirimos um carro aéreo pilotado por um homem que mantinha o carro no ar e voando concentrando mentalmente sua força vital através de um cérebro de cão, separado do corpo, mas ainda vivo.
Sua energia durou menos do que um dia. Cerca de dez minutos depois de ele aterrissar a nave no topo de uma montanha, caiu no sono e depois morreu.
 
Como o carro estivesse sendo sacudido com violência pelo vento, girando rapidamente na lama, resolvi que a Senhora Cre’ator e eu devíamos sair do carro e procurar outro tipo de abrigo.
Pouco depois, vimos o carro deslizar sobre um despenhadeiro e desaparecer de nossa vista.
Naquela hora, desejei que tivéssemos ficado no carro e encontrado nossa morte quando ele se precipitou despenhadeiro abaixo.
 
Havíamos andado uma curta distância, quando vimos no céu a espaçonave que nos trouxera a Nodia. Estava obviamente tentando nos alcançar, e seus esforços nos deram esperança.
Mas, a cada raio, a nave balançava e girava.
Várias vezes parecia ter sido realmente atingida por raios.
Então, de repente, desapareceu, para nunca mais ser vista.
 
A Senhora Cre’ator caminhou para a beira do penhasco.
Claro que eu sabia o que ela planejava, com um salto fatal, pôr fim à própria vida.
Então, o barulho dos trovões e da chuva cessou e uma voz chamou meu nome.
Virei-me e vi 63-92 de pé um pouco acima de mim, envolto numa aura de luz branca.
Ele disse com suavidade: “Não permita que ela tire a própria vida.”
Repliquei: “O que devo fazer?”
Ele respondeu minha pergunta dizendo: “Não posso lhe dizer o que fazer, mas pelo bem da alma da Senhora Cre’ator, não a deixe tirar a própria vida.”
 
Procurei minha arma e tirei-a do estojo no meu cinto.
Quando ergui a arma, pensei, estou prestes a matá-la, ela, que jurei proteger do mal.
Quando atirei, o corpo dela se curvou e se elevou do solo.
Os braços se mexeram várias vezes como as asas de um pássaro, então o corpo desapareceu sobre a beirada do penhasco.
 
O som do trovão e da chuva recomeçou quando ergui a arma em direção à minha têmpora.
Disparei a arma várias vezes, mas nada aconteceu, então, atirei-a o mais longe que pude e andei até a beira do penhasco, não para pular, e sim para procurar o corpo da Senhora Cre’ ator.
 Não conseguia enxergar a base do penhasco, mesmo com a luz dos raios.
Enquanto andava, dei por mim entoando uma oração marciana pelos mortos que aprendera há muitos anos.
 
Depois de vagar vários dias, fiquei muito fraco e caí de bruç
os na lama.
A lama logo começou a me cobrir e fiquei preso.
Adormeci e sonhei com coisas agradáveis que tinham ocorrido ao longo de minha vida.
Meu corpo desvinculou-se do campo vital universal e morreu, deixando minha alma à disposição da vontade dos Elohim.
A vida que acabei de descrever durou um pouco mais de 72 anos terrestres.
 
Foi somente em minha encarnação atual que descobri as agruras da minha primeira vida e das vidas posteriores (recorporificações) de muitas das pessoas com as quais interagi naquela primeira vida.
 
Quero que entendam que minha associação de 53 anos com a casa de comércio de Cre’ ator e minhas inúmeras viagens galácticas, patrocinadas por essa organização, levaram-me a entrar em contato com culturas e pessoas que muito impressionaram meu espírito com os costumes dos seres humanos brilhantes e sagrados, bem como os costumes de seres humanos sombrios e sinistros.
Encontrei o amor com mulheres de muitos mundos, mas só vim a ser pai nesta vida que estou experiênciando atualmente.
 
Toda vida é importante no Plano Mestre do Criador do Tudo Que É.
Se isso não fosse verdade, não haveria vida alguma.
 
VIDAS SOBRE O PLANETA TERRA
 
Nós, do “estado mental irrestrito aberto,” (não sujeitos à Barreira de Freqüência do planeta Terra) somos capazes de recordar todas as vidas que já experienciamos.
Para nós cada vida constitui, na verdade, uma parte de uma única vida contínua, sem as interrupções das descorporificações.
Embora isso seja verdade para uma pessoa que vive no estado mental aberto, não é o caso para os que vivem no “estado mental fechado” (nível molar) existente na Terra hoje e que prevalece no planeta por centenas de milhares de séculos.
 
Eu fiz uma comparação dos dois tipos de estados mentais para que vocês entendam que toda e cada vida por mim experienciada na Terra desde que o planeta foi submetido à nociva Barreira de Freqüência foi vivida, em grande parte, sob as mesmas condições mentalmente restritivas (com pouquíssimas exceções) às quais está sujeita hoje uma pessoa da Terra.
 
Portanto, cada vida que vivi na Terra (e foram centenas) se iniciou e se encerrou comigo ignorando o fato de que já vivera e certamente viveria repetidas vezes na forma física humana.
Das centenas de vidas por mim vividas na Terra no passado, várias (cerca de cinco) se destacam. Descreverei essas vidas resumidamente na ordem em que ocorreram.
Algumas delas separaram-se por milhares de anos e variaram em duração de 14 a 534 anos.
 
 
O PRÍNCIPE
 
Foi há tanto tempo, no passado, que especificar uma data exata colocaria em dúvida a sua e a minha credibilidade nas mentes dos que são considerados (ou acham que são) autoridades na pré-história da Terra
  (n.t. Ou daqueles que somente acreditam naquilo que o “sistema determina que é verdade, PRINCIPALMENTE o dogmático sistema religioso)
Então, não darei a vocês nada que precisem defender ou perder seu tempo discutindo com gente cujas mentes estão fechadas e determinadas a acreditar no contrário.
Garanto-lhes que, por vários motivos, é impossível identificar registros físicos de qualquer tipo relativos a esta antiga civilização, a menos que se considerem como provas os parafusos para metais e objetos feitos à máquina encontrados em depósitos de carvão antracito.
 
O nome de meu pai era Agrathrone.
Minha mãe, Merthran, foi uma de suas centenas de mulheres. Fui o 182 de 670 filhos.
Tinha praticamente o dobro de meias-irmãs e duas irmãs.
Fui chamado Urais.
Meu pai era mais do que imperador; era venerado como um deus por seus súditos.
Como eu era seu filho, era também considerado uma divindade, assim como todas as suas mulheres e os outros filhos.
Naquela época, o reino de meu pai cobria quase um terço da superfície da Terra, mas ele tinha planos de governar cada centímetro quadrado.
A capital do império localizava-se na região norte do país atualmente denominado Tailândia.
 
 
Meu pai tinha aliados secretos (deuses) que, de vez em quando, faziam visitas descendo em seus ovos prateados que vinham dos céus.
Desde quando era bem criança, eu temia sua chegada, assim como todos na casa real.
Eles traziam injeções imunizantes e comprimidos que éramos obrigados a tomar.
 
Vários dias depois de tomar as injeções, o pessoal da casa ficava preso de medo, pois às vezes um ou mais de nós morria em conseqüência de uma reação violenta.
Caso morresse uma criança, sua mãe em geral também morria.
Se uma criança morresse e a mãe não, ela era executada imediatamente.
 
Para meu pai e os deuses celestiais, essas mortes significavam simplesmente que os que morriam tinham uma constituição biológica inferior, incompatível com seus planos de produzir uma raça, biologicamente superior, totalmente resistente a qualquer tipo de infecção ou doença {n.t. a ideologia e fanatismo da “raça superior e/ou eleita por deus” persiste AINDA HOJE em nossa civilização}.
 
Eu estava no final da adolescência, quando descobri que havia um plano de, mais cedo ou mais tarde, infectar e matar todos os outros seres humanos do planeta com armas biológicas que não prejudicariam as pessoas do império que houvessem sido, biologicamente selecionadas como superiores (só para começar) e tivessem recebido as imunizações ao longo de vários anos.
 
Quando as pessoas sobreviviam a uma injeção, é claro que se sentiam aliviadas, mas a cada vez que sobreviviam a uma injeção, também começavam a sentir que eram de fato cada vez mais superiores aos outros seres humanos não-imunizados.
Eu não era nenhuma exceção a essa regra.
 
Os deuses celestiais estavam sempre vestidos com roupas protetoras e espreitavam para o mundo interior de dentro de elmos transparentes que lhes envolviam totalmente as cabeças.
Suas visitas semi-anuais nunca duravam mais de umas poucas horas.
Certo dia, eles chegaram em mais de 30 ovos prateados no mínimo 50 vezes maiores do que os que eu já vira até então.
Transportavam uma carga de veículos e máquinas que, ao ser desembarcada, cobriu centenas de acres.
Naquele dia, o império de Agrathrone, instantaneamente, passou de uma sociedade movida a carros-de-boi para um nível técnico que assombraria os físicos mais imaginativos da Terra de hoje.
 
Meus irmãos e irmãs estavam reunidos com outros membros de casas nobres, então um deus celestial caminhou em meio a nossas fileiras fazendo seleções por razões que, naquela hora, não nos eram claras.
O deus celestial, que ficou diante de mim e me selecionou tocando meu peito, era um belo homem que batia a ponta da língua contra o meio do lábio superior (era um maldequiano).
Falou-me mentalmente, dizendo: “Você vai se dar muito bem, marciano.
Sim, vai se dar muito bem.”
Não sabia o significado do nome pelo qual ele me chamou (a denominação “marciano” é usada apenas para corresponder às referências do leitor).
Foi embora rindo, deixando-me com uma dor de cabeça latejante.
 
Aqueles dentre nós que haviam sido selecionados (tanto homens como mulheres) foram indicados para veículos que, segundo nos disseram, podiam voar pelo ar.
Tinham formato cilíndrico, com cerca de 11 metros de comprimento e diâmetro de aproximadamente 3,6 metros e exterior verde-oliva.
Deram-nos manuais de operação escritos em nosso idioma nativo.
A instrução no capítulo final do manual era: “Quando tiver certeza de que consegue operar o veículo, faça-o.”
Não fui o primeiro de meu grupo a tentar voar.
 
Foi engraçado observar um de meus irmãos ou irmãs se elevar do solo alguns metros e trombar com os veículos de um ou mais dos outros novatos.
Ao aterrissarem eles discutiam e se acusavam de serem os causadores da colisão.
Quando tentei voar pela primeira vez, foi fácil; era como se sempre houvesse sabido.
 
Meus sonhos, daquele momento em diante, ficaram repletos de vôos na garupa de motonetas voadoras ou em aeronaves cheias de gente de cabelos brancos.
Eu gostava da emoção de voar e me aventurava a centenas de quilômetros da capital às mais altas e baixas altitudes permitidas pelo regulador automático de altitude.
Muitas vezes, desejei ser capaz de me elevar a altitudes cada vez maiores até alcançar a terra dos deuses celestiais.
As vezes, levava comigo um menino (no início da adolescência) nos meus vôos práticos.
 
Na época, pensei que ele fosse meu filho natural.
(Só na minha vida atual vim descobrir que o menino era, na verdade, filho da primeira de minhas três mulheres e um de meus irmãos mais novos.
Não faz diferença, amava-o naquela época como o amo agora.)
 
Meus vôos nunca nos levavam para muito longe de minha base natal.
O motivo era que os vilarejos e cidades estavam cheios de gente não-imunizada de casta inferior que não podiam fornecer nem a mim nem a meus passageiros a comida e as acomodações condizentes com nossa tão nobre posição.
 
Era interessante ver as expressões espantadas em seus rostos camponeses quando voávamos lentamente e passávamos a apenas alguns metros sobre suas cabeças.
Alguns chegavam mesmo a morrer de choque.
Foi na primavera de meu segundo ano como piloto que um irmão mais velho, de nome Jasaul, e eu fomos convocados por meu pai.
Ele e seus conselheiros estavam seriamente preocupados com um boato que chegara à corte.
 
Ouviram dizer que Mokaben, governador de uma província distante, ocasionalmente fora visto tremendo.
Ordenaram-nos que voássemos até a província para descobrir se isso era verdade.
Se fosse, devíamos executar Mokaben e substituí-lo por Jasaul como governador daquela terra. Jasaul era um homem atarracado com um rosto redondo, que ele gostava de esconder por trás de uma barba grosseira e áspera.
Não sabia pilotar carros aéreos.
Era por essa razão, é óbvio, que precisavam de meus serviços.
Jasaul era muito inteligente, fascinava a todos com seus conhecimentos.
 
Saímos da capital de nosso pai com uma frota de oito carros aéreos.
Alguns desses carros levavam alimentos especiais e outros estavam abarrotados de serviçais.
A viagem durou cerca de dois dias e meio (perdemo-nos várias vezes), e chegamos na terra de Toray à noite.
O ponto de referência que identificava nosso local de aterrissagem (o Egito) era uma grande pirâmide cujos lados de calcário branco (na verdade o revestimento era de ÔNIX branco) muito bem polido refletiam, brilhando, a luz de uma lua quase cheia.
 
Havia lâmpadas elétricas acesas abaixo de nós, e conseguíamos ver no solo muitos homens fazendo-nos sinais frenéticos para que nos afastássemos da estrutura resplandecente.
Nem todos os pilotos de nossa esquadrilha entenderam a mensagem a tempo.
Suas naves, primeiro oscilaram de maneira instável, a seguir caíram na relva alta que crescia às margens do rio vizinho. Perdemos quatro carros aéreos dessa maneira, e todos os seus ocupantes morreram.
 
Como vocês já devem ter percebido, a terra que naquela época chamávamos Toray incluía a região conhecida hoje como Egito.
A pirâmide e o rio eram, naturalmente, o que vocês denominam respectivamente de Grande Pirâmide de Gizé e o rio Nilo, que ainda hoje existem nessa terra.
Quando nos encontramos com Mokaben, ele não se esforçou para ocultar o fato de que seus tremores duravam até dez minutos, aproximadamente.
 
Ele não tinha dúvidas sobre a razão de estarmos ali.
Disse-nos que, nos 143 anos em que governara a terra de Toray, tivera de executar muita gente que contraíra a doença dos tremores.
Jasaul e eu comparamos o registro de imunização de Mokaben com os nossos próprios e observamos que eram idênticos.
Em sua opinião, a doença era causada por algum efeito gerado pela Grande Pirâmide. Mokaben reivindicou seu direito, na qualidade de nobre, de tirar a própria vida, e concedemos seu pedido.
 
Ele acrescentou que, de qualquer forma, era um homem condenado, pois enfurecera os deuses celestiais ao não impedir o roubo (cinco dias antes de nossa chegada) do cume de cristal (Astrastone, a substância material mais dura do Universo) da Grande Pirâmide.
 
Naquela noite, fui apresentado a outro dos prodígios dos deuses celestiais.
Jasaul mostrou-me uma caixa que lhe permitia conversar com nosso pai como se ele estivesse presente na mesma sala (tratava-se, de fato, de um rádio transmissor e receptor).
Meu pai instruiu Jasaul a conservar o corpo de Mokaben, pois os deuses celestiais desejavam examiná-lo (fazer uma autópsia).
Jasaul solicitou e obteve permissão para mudar a sede de governo de Toray o mais longe possível da Grande Pirâmide.
Vários dias depois, saí de Toray a caminho de casa acompanhado de dois dos carros aéreos restantes. Jasaul ficou com um dos carros e um piloto.
Um dos carros aéreos de minha esquadrilha levava a múmia e os órgãos removidos cirurgicamente de Mokaben.
 
 
Acima: Nas últimas décadas, mineiros sul-africanos têm encontrado centenas de esferas metálicas, e pelo menos uma delas tem três sulcos paralelos girando em torno de seu equador.
Segundo um artigo de J. Jimison, as esferas são de dois tipos – “uma de metal sólido azulado com manchas bran­cas, e outra que é uma bola oca recheada com um centro esponjoso branco”.
Roelf Marx, curador do museu de Klerksdorp, África do Sul, onde estão guardadas algumas das esferas, disse: “As esferas são um mistério completo. Elas parecem feitas pelo homem, todavia, à época na história da Terra, em torno de 2,8 bilhões de anos em que vieram descansar nesta rocha, não existia vida inteligente. Elas não se pare­cem com nada que eu já tenha visto antes”.
 
Os dois terços restantes da superfície da Terra eram governados por centenas de diferentes reis que eram aliados a doze imperadores que, por sua vez, mantinham forte aliança entre si.
Depois de muitas décadas de guerras primitivas (levadas a cabo com espadas, lanças, arcos e flechas) entre esses imperadores e meu pai, a situação estava num impasse.
 
Esse estado de coisas era algo que meu pai e seus amigos os deuses celestiais definitivamente planejavam modificar; esta era a base de seu plano diabólico.
Vencer fisicamente o outro povo da Terra não fazia parte do programa dos deuses celestiais, pois não tinham necessidade alguma daqueles que consideravam racialmente (biologicamente) inferiores.
Aproximadamente dois anos depois de Jasaul se tornar governador de Toray, meu pai começou a enviar carros aéreos em missões que os levavam a sobrevoar as terras de seus adversários.
Tratava-se de missões de treinamento destinadas a familiarizar os pilotos com os pontos geográficos sobre os quais um dia eles lançariam suas bombas biológicas.
 
As populações dessas terras nada podiam fazer além de brandir os punhos na direção de nossos carros aéreos que, normalmente, jogavam dejetos humanos nelas, simulando um bombardeamento.
Foi no decorrer desses exercícios de treinamento, que recebi uma mensagem de Jasaul dizendo-me para ir visitá-lo com mais seis de meus irmãos mais velhos, de quem deu os nomes.
Não tivemos dificuldades para receber permissão de nosso pai para fazer uma visita de uma ou duas semanas a Jasaul.
 
Depois de vários dias bebendo vinho e nos banqueteando, Jasaul pediu para falar em particular comigo.
A história por ele contada foi, a princípio, desconcertante.
Contou-me sobre os outros deuses celestiais que o haviam visitado e o convenceram de que o plano de nosso pai de destruir os não- imunizados da Terra estava errado e atrairia sobre nós não apenas a ira deles, como também a ira do poder divino que criara o próprio mundo.
 
Acreditei nele, assim como quatro de meus seis irmãos.
Os dois, que julgaram que deveríamos permanecer leais a nosso pai, não se reuniram a nós para o desjejum na manhã seguinte.
Os deuses celestiais de Jasaul propuseram que retornássemos a nosso lar com um aparelho que, uma vez ativado em meio ao arsenal de bombas biológicas, iria secretamente neutralizá-las.
Quatro dias depois, esse aparelho foi colocado, cumprindo muito bem sua tarefa.
Quando chegou o dia de serem usadas, cerca de sete meses depois, as bombas foram carregadas nos carros aéreos.
 
Mas ao serem lançadas, simplesmente preenchiam os céus com tufos iridescentes de fumaça que brilhavam à luz do sol.
Meu pai e seus deuses celestiais ficaram furiosos e se apressaram a produzir mais bombas (um trabalho obviamente demorado, mesmo para os deuses.)
 
O estranho desaparecimento dos dois irmãos que não retornaram conosco de Toray, e o comportamento estranho, carregado de culpa exibido por vários de meus irmãos conspiradores (que àquela altura estavam sendo mentalmente torturados pelos deuses celestiais para confessar) logo revelaram quem entre nós era responsável pela sabotagem.
Tínhamos previsto que seríamos descobertos, assim fugimos juntos em carros aéreos para a terra que vocês conhecem agora como Japão (naquela época ligada ao continente que vocês denominam Ásia).
 
Mais tarde, Jasaul juntou-se a nós.
Nossos três carros aéreos, por um motivo que desconhecíamos, mais tarde pararam de funcionar e, ao longo dos vários anos que se seguiram, gradualmente se desintegraram até se tomarem montes irreconhecíveis de metal em pó.
 
Finalmente, recebemos a notícia de que nosso pai e seu império já não existiam.
O fim de seu reinado ocorreu imediatamente depois que os dois tipos de deuses celestiais antagônicos batalharam entre si em algum local dos céus a grande distância do planeta.
Tornou-se impossível operar as máquinas de guerra e os carros aéreos de nosso pai, e ele foi atacado de surpresa pelas forças aliadas dos outros doze imperadores.
Posteriormente, fomos visitados por um representante do imperador em cujo território estávamos vivendo.
 
Disseram-nos que não temêssemos, que mal algum nos atingiria, pois éramos considerados grandes heróis que estavam sob a proteção dos deuses celestiais benevolentes.
Vivi nessa vida até os 534 anos de idade e morri serenamente enquanto dormia.
Alguns séculos depois, a Barreira de Freqüência mudou drasticamente para pior e os povos da Terra ficaram mais uma vez sujeitos a graus consideráveis de deterioração biológica e mental.
 
CONTINUA …
 
Originalmente postado em 16 de Agosto de 2012.
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.
 
www.thoth3126.com.br

Historias de Maldek – Sharmarie de Marte – Parte III final,

 
 

 
SHARMARIE de MARTE – Parte III, Final, Histórias de MALDEK e o Sistema Solar. Traduzido do Livro “THROUGH ALIEN EYES – Através de Olhos Alienígenas”, escrito por Wesley H. Bateman, Telepata da FEDERAÇÃO GALÁCTICA, páginas 9 a 35.

“Cada Lei existente na Natureza pode ser descrita pela sagrada linguagem dos números (Geometria Sagrada), e cada Lei da Natureza esta expressada nas atividades de um simples átomo”.
EU SOU Ralbux Ducsur do planeta Gracyea.

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
 
MAIS UMA ERA DOURADA (ATLÂNTIDA)
Há aproximadamente 29 mil anos, o local que eu chamava de lar se estendia para além de dois mil quilômetros ao sul do lugar que vocês chamam agora de Flórida, nos EUA.
Outra parte do reino prolongava-se cerca de mil e trezentos quilômetros ao sul da península Ibérica (Portugal e Espanha).
Denominávamos as partes da terra separadas pelo oceano de Fe-Atlan e Ro-Atlan, respectivamente (ou seja, Atlan do Norte e Atlan do Sul).
Uma parte do sul da Inglaterra, na época, ainda se ligava ao continente da Europa. Hoje, na Terra existem lendas sobre esse reino.
Vocês chamam o reino que é o tema dessas lendas de ATLÂNTIDA.
Nós então tínhamos colônias nas terras por vocês hoje chamadas de Egito, Bretanha e Finlândia.
 
O restante do mundo era nossa reserva de caça, repleta de animais e tipos subumanos remanescentes do último período de trevas causado pela então imprevisível Barreira de Freqüência.
Esses subumanos eram o que vocês denominam agora povos pré-Neanderthal, Neanderthal e Cro-Magnon. Meu povo tinha um vínculo biológico com este último.
Os Cro-Magnons podiam ser treinados e eram utilizados para trabalho escravo, principalmente nas minas de Ro-Atlan situadas no norte longínquo.
 
 
Concepção artística de Atlântida e sua localização entre o norte da atual América do Sul e do Brasil, oeste da África e à leste dos EUA, uma imensa ilha/continente que teria afundado em violentos cataclismos em torno de 10.986 a.C. evento que dá base para o Dilúvio bíblico de Noé.
 
Nós, do povo atlanteano, não precisávamos do auxílio de extraterrestres ou de deuses celestiais (que sabíamos existir) para desenvolver uma altíssima tecnologia que incluía espaçonaves, rádios sem fio, televisão, computadores, energia nuclear e inúmeras outras formas de tecnologia que utilizavam cristais especialmente cultivados e energia psíquica humana transmitida através dos níveis superiores do campo vital universal.
 
A telepatia mental era empregada com facilidade, mas era praticada de maneira sábia e não irrestritamente, de modo que a força vital que deveria ser gasta nesse trabalho não se perdesse.
Mesmo assim, os sacerdotes regularmente travavam conversas mentais com os extraterrestres.
Estes nos disseram que se mantinham fiéis a uma lei chamada Diretriz Primeira que proibia a interferência no desenvolvimento natural de uma cultura planetária (respeito total ao livre arbítrio).
Eles realmente pediam permissão para visitar a superfície do planeta de vez em quando para colher amostras de várias plantas e animais, O sacerdote concedia-lhes permissão para fazê-lo.
 
Nasci cerca de 723 anos depois do início da chamada Era Dourada.
Poucos foram abençoados com a capacidade biológica de se adaptar a essa pequena calmaria temporária no curso da Barreira de Freqüência ou dela se beneficiar.
Meu nome era então Socrantor, o jovem, nascido de Rosey (minha mãe) e Socrantor, o velho (meu pai). Eu tinha um irmão mais novo chamado Macrantor.
 
A moeda de Atlan consistia em gemas e cristais preciosos sintéticos que podiam ser produzidos por meio de processos secretos conhecidos apenas pelo rei e pelos sacerdotes, O acúmulo de riquezas era a meta de todos os atlanteanos.
Meu pai era capitão de um navio para pesca oceânica que também caçava animais de pêlo como lontras e focas.
A riqueza que adquiriu permitiu que ele comprasse para meu irmão uma posição no sacerdócio e para mim um posto inferior no exército do rei.
Meus primeiros deveres incluíam escoltar e proteger grupos de nobres em excursões de caça em regiões localizadas em qualquer continente que se possa imaginar.
 
O animal caçado era, em geral, a criatura peluda parecida com um elefante que vocês chamam de mastodonte.
Em uma dessas excursões de caça na Ásia Central, eu estava prestes a me recolher à noite quando um dos nobres chamou a atenção do grupo para uma espaçonave extraterrestre, que passou lentamente sobre nossas cabeças e aterrissou a pouca distância.
Fizemos comentários sobre o tamanho imenso do veículo, e um de nós disse: “Vamos dormir.
Eles não vão nos incomodar e não vamos incomodá-los”.
 
Outro disse que queria que nós, atlanteanos, tivéssemos tal veículo para podermos viajar pelo espaço e visitar outros mundos.
Outro nobre garantiu-lhe que algum dia teríamos.
Do interior de minha tenda, vi uma luz branca suave girando na parte superior da nave alienígena. Seu ritmo pulsante prendeu minha atenção.
Ela passou a pulsar rapidamente até que me senti entrando num estado de consciência que não conseguia evitar, mesmo com toda minha força de vontade reunida.
 
Ouvi então uma voz falar comigo telepaticamente: “Sharmarie, então você está aí, velho amigo. Talvez não se lembre de mim agora, mas nós nos conhecemos em tempos passados.
Sou Rayatis Cre’ator.
Quem me dera levar você conosco quando partirmos, mas não tenho o sinal positivo de orientação divina autorizando-me a fazê-lo.
Lamento muito isso.
Tente se lembrar deste contato mental, e tente lembrar-se de mim.
Talvez possamos nos falar mentalmente no futuro. Tenho muito para lhe contar.
A Senhora Cre’ator está de volta para nós, do estado aberto.
 
Lembrei-me do contato mental daquela noite, mas não me lembrei daquele que chamava a si mesmo Rayatis Cre’ator.
Naquela noite, sonhei com espaçonaves e gente de cabelos brancos, bem como com carros aéreos, injeções doloridas e deuses celestiais que usavam elmos e batiam a ponta da língua no centro do lábio superior.
Durante cerca de doze anos depois daquela noite, tudo deu certo em minha vida.
Recebi um posto mais graduado na hierarquia militar e casei com uma mulher chamada Toriata.
Não tivemos filhos. Então, algum gênio de ATLÂNTIDA propôs a idéia de perfurar dois orifícios enviesados na Terra, utilizando várias detonações nucleares sucessivas.
Um desses orifícios foi iniciado no Iraque, e o outro no Peru.
 
Ele calculara que, se conseguisse atingir o magma do planeta, poderia obter um dos ingredientes (Plasma, o quarto estado da matéria) usados pelos extraterrestres para propulsionar suas espaçonaves, permitindo ao povo das duas Atlans viajar pelas estrelas.
A energia extraída do âmago seria armazenada em grandes cristais abrigados no subsolo tanto de Fe-Atlan como de Ro-Atlan
 

Jornal da Flórida: Duas enormes pirâmides de cristal foram encontradas na área do Triângulo das Bermudas, que pertenceu ao reino de ATLÂNTIDA.
 
Não era nada fácil ignorar os terremotos, os maremotos e erupções vulcânicas provocados por essas explosões nucleares, tampouco a maneira maluca de sentir e agir que os povos das duas Atlans passaram a exibir.
O gênio perdeu o controle de seu projeto, e seu transmissor continuou a enviar a energia do âmago para os cristais armazenados.
As duas Atlans e seus povos literalmente vibravam em imensas nuvens de poeira e cinzas vulcânicas, que cobriam a Terra e impediam que o sol a aquecesse, provocando assim, o início da primeira Era Glacial da Terra.
O oceano cobriu outras partes da terra que não foram desintegradas e as duas Atlans desapareceram. Eu tinha 52 anos quando essa catástrofe ocorreu e tirou minha vida.
Onde fica a Atlântida?
A resposta: em toda parte.
 
SOLDADO DE ESPARTA
Meu nome era Rembelyan.
Nasci no ano de 462 a.C., filho de Menneva e Artaclean, respectivamente minha mãe e meu pai.
O local era a cidade-estado da antiga Grécia chamada à época, como agora, de Esparta. Tinha três irmãs.
Quando tinha oito anos, fui tirado de meus pais (com seu consentimento espontâneo) para viver com outros meninos de minha idade em quartéis do estado, onde treinávamos para ser soldados.
Fomos treinados, em primeiro lugar, no manejo das fundas, usadas contra qualquer adversário que houvesse sobrevivido às flechas de nossos arqueiros de longo alcance e estivesse chegando muito perto.
 
Na verdade, nos postávamos logo atrás dos arqueiros de curto alcance, arremessando nossas pedras sobre suas cabeças, então corríamos feito loucos para a retaguarda de nossos próprios atiradores de dardos e lanceiros que avançavam.
 

Foto de uma das Pirâmides encontradas no fundo do oceano no Triângulo das Bermudas.
 
Um sábio general propôs que os atiradores de dardos que estivessem avançando poderiam carregar com eles aljavas de flechas que deviam ser entregues a qualquer arqueiro que passasse correndo e as apanhasse.
Nunca conseguimos que os atiradores de dardos carregassem bolsas de pedras para nós, fundeiros. Antes de fazer dez anos, eu já experimentara a guerra muitas vezes.
Quando tinha 14 anos, era perito em dardos e aos 19, era considerado ótimo espadachim.
Para conseguir chegar aos 19 anos nessa profissão era preciso ser ótimo matador e não se deixar matar.
Eu gostava de cavalos e mulheres.
 
As mulheres dos vencidos eram sempre parte do pagamento do soldado vitorioso.
Os cavalos capturados pertenciam ao estado e eram cavalgados apenas pelos superiores.
Os cavalos tinham de receber alimentos, água, de ser tratados e selados.
Naquele tempo, as selas espartanas não tinham estribo, até que, certo dia, um de nossos arqueiros abateu um cavaleiro cita (povo nômade do norte da Europa e Ásia, hoje) e capturou sua montaria, que estava com uma sela com uma dessas invenções maravilhosas.
Por que eu não pensara nisso?
Como disse, apenas os homens de altos postos andavam a cavalo.
 
Esparta não dispunha de cavalaria porque o soldado comum passava por maus bocados para ficar montado nas bestas, quando elas começavam a galopar.
O uso do estribo permitiu a formação da primeira cavalaria espartana.
Fui selecionado como membro desse ilustre grupo que, a princípio, tinha 30 homens e, com o tempo, deu origem a nove grupos de 360 homens cada um.
Aprendi a montar muito bem e acabei incumbido de ensinar os outros a lutar montados nos animais, bem como quando lutar e como desmontar de um cavalo ferido, evitando assim, ficar preso debaixo dele quando ele caísse.
 
No ano 432 a.C., iniciou-se o que ficou historicamente conhecido como a Guerra do Peloponeso, entre Esparta e a cidade-estado de Atenas.
Eu tinha por volta de 30 anos na época.
Àquela altura, os atenienses contavam com uma cavalaria de tamanho considerável, bem como com selas com estribos.
Descobri em minha vida atual que a guerra durou 27 anos, terminando com a derrota dos atenienses pelos espartanos que, assim, obtiveram a hegemonia na Grécia.
Fui morto na primeira batalha dessa guerra, montado num cavalo, pelas flechas provenientes de meus próprios arqueiros (creio que isso se denomina fogo amigo).
O chefe dos arqueiros não calculou muito bem o ângulo de fogo e, naquele dia, mandou muitos bons cavaleiros espartanos numa jornada para a terra além do rio Estige (na mitologia grega, o rio que percorre a região infernal).
 
SOLDADO DE ROMA
Eu era Granius, nascido de um homem livre de nome Robarius e de sua mulher escrava Sheila.
Foi em 236 a.C.
O local era a vila agrícola de Utherium, situada a cerca de 112 quilômetros ao norte de Roma. Quando eu tinha uns oito anos, meu pai me pôs a serviço, por cinco anos, de um construtor de estradas, seu amigo.
 
Eu não era tratado como escravo, e sim mais como um filho que precisava muito receber educação. Educação que adquiri, em especial quando se tratava de projetar e construir pontes.
Essa arte fugia à capacidade de meu tutor Drancusus, então ele sempre precisava que viessem de Roma engenheiros construtores de pontes especiais para cuidar de qualquer problema com pontes com o qual pudesse se defrontar no decorrer da construção da estrada (em geral estradas na direção norte e sul, sempre ao norte de Roma).
 

O FÓRUM Romano, o centro político, econômico, cultural e religioso da cidade durante a República e, mais tarde, durante o Império, está agora em ruínas. Foro Romano. Da sinistra, in primo piano: le 3 colonne del tempio di Vespasiano e Tito, l’arco di Settimio Severo, il tempio di Saturno.
 
 
Os engenheiros construtores de pontes eram homens muito eruditos que falavam um dialeto de difícil compreensão para mim no começo.
Aprendi com rapidez seu falar e eles logo me empregaram para berrar suas ordens aos escravos.
Vários dos pedreiros já tinham trabalhado com eles em outros serviços e conseguiam compreender o que estavam dizendo.
Enquanto prestava diligente assistência aos engenheiros de pontes, aprendi a ler seus projetos e fui aceito como parte de sua bagagem, por assim dizer.
Quando acabaram meus cinco anos de serviço, fui para casa e descobri que minha mãe morrera e meu pai estava muito doente.
Ele morreu cerca de dois meses depois.
Fui embora antes de ser vendido pelo estado como apenas mais um escravo da casa (eu não era marcado).
Voltei para o grupo de construção de estradas e reassumi minha antiga posição de tradutor para os engenheiros de pontes.
 
Certo dia, o engenheiro-chefe veio e me disse que o exército precisava de projetores e construtores de pontes.
Disse que me arranjaria esse serviço, mas o problema era que eu tinha de ficar 25 anos no exército.
Entrei no exército e me deram treinamento de soldado combatente.
Estudei a construção de todos os tipos de pontes que podiam ser construídas às pressas e, facilmente, desmontadas para ser transportadas com rapidez para a dianteira das tropas em marcha ou o mais próximo possível da frente de batalha.
 (Tratava-se de uma tarefa e tanto.)
 
Em 216 a.C. , eu tinha mais ou menos 20 anos e comandava uma pequena equipe de engenheiros do exército, cerca de 75 escravos e os 40 soldados que os vigiavam.
Tínhamos aproximadamente 15 carroças puxadas por cavalos que levavam nossas ferramentas para a construção de pontes.
Estávamos indo para o norte sob o comando de Quintus Fabius Maximus Verrucosus ao encontro do exército do general cartaginês conhecido como Aníbal.
 
Nosso exército travou combate com o dele e deteve seu avanço. Lutamos e, então, retiramo-nos estrategicamente para o sul rumo a depósitos de alimentos e esconderijos de armas que construíramos e estabelecêramos em nosso caminho para o norte.
Destruíamos com fogo ou desmontávamos nossas pontes à medida que nos retirávamos.
Mas Aníbal também sabia construir pontes com bastante rapidez.
 
Havia chovido durante vários dias e foi necessário abandonar minhas carroças e forçar os escravos a carregar as ferramentas.
O exército já tinha se deslocado mais para o sul.
Demorei muito para tomar a decisão de deixar as carroças e fomos atacados por grandes levas de cartagineses.
Meus guardas escravos fugiam ou se rendiam na hora.
 
Passaram-me um laço no pescoço e me puxaram atrás de um cavalo.
Fiquei segurando a corda com as mãos até que meu corpo bateu em pedras e troncos de árvores, forçando-me a soltá-la.
Ouvi os ossos de meu pescoço se quebrarem, então tudo ficou escuro.
O que aprendi dessa vida foi: não se demore para queimar suas pontes, principalmente se os cartagineses estiverem no seu encalço.
 
O ÍNDIGENA ANASAZI
A época foi por volta de 789.
O lugar em que nasci era uma habitação nas rochas dos Anasazi, cujos restos encontram-se na parte norte do que é atualmente o Arizona-EUA (Desfiladeiro de Chelly).
Meu nome era Moytensa.
Tinha dois irmãos mais novos de nome Rocree e Rocreenal. (Sim, sei que é como se dissesse: “Sou Larry.
Este é meu irmão Darryl e este meu outro irmão Darryl.)
Meus pais eram fazendeiros, assim como cerca de 95% dos membros de nossa tribo.
O restante eram caçadores que percorriam grandes distâncias, ficando ausentes durante os meses mais quentes e retornando um pouco antes do início do inverno. 
Essa vida foi breve, mas relembro-a aqui para esclarecer algumas questões relacionadas aos anasazi: O que foi feito deles?
Por que desapareceram de seus povoados?
Viraram canibais?
 
 
Cidadela Anasazi, próximo ao Four Corners, Mesa Verde National Park, nos EUA.
 
Na primavera de meu décimo segundo aniversário, a terra foi assolada por gafanhotos que vieram do que hoje é o México e devoraram nossas plantações.
O número de gafanhotos aumentou a ponto de, ao serem vistos das montanhas mais altas, parecerem um oceano vivo.
Aqueles de nós que conseguiram, foram para o norte, seguidos de perto por essa praga movediça.
Os doentes e velhos ficaram para trás, e sim, comeram os que morreram de causas naturais.
Os animais de caça dirigiam-se mais rapidamente do que nós para o norte, noroeste e nordeste.
As tribos do norte seguiram a caça, sem saber do horror que avançava em sua direção.
 
A certa altura de nossas viagens, sentei-me ao lado da trilha e desmaiei, vindo a morrer de fome, embora meu estômago estivesse cheio de gafanhotos assados.
Eles continham alguma substância que nos envenenou.
Alguns membros de nossa tribo foram mortos ou escravizados pelas tribos do norte, enquanto alguns foram recebidos com bondade, tendo permissão de reunir-se a essas tribos como irmãos e irmãs.
 
MINHA VIDA ATUAL
Nesta vida, meu nome é outra vez Sharmarie que, em meu idioma marciano nativo significa “uma parte pequenina mas muito importante de algo muito grande” (ou, como minhas três companheiras de alma, Quandray, Rekitta e Ogalabon diriam, “uma parte grande de uma coisa pequenina e sem importância”; as mulheres realmente parecem ser todas iguais, seja lá de que mundo venham).
Tenho dois filhos gêmeos com minha companheira Quandray; seus nomes são Benner e Trocker.
 
Trocker nasceu segurando o pé do irmão, e os videntes consideram esse fato um grande presságio espiritual. Os gêmeos não tiveram vidas humanas passadas e estão atualmente com cerca de nove anos terrestres.
 
Nasci nesta vida há aproximadamente 315 anos terrestres, filho da mulher que foi minha mãe na minha primeira vida e de um excelente homem chamado Booke-Tasser.
Booke-Tasser, que também é pai de minha irmã Wren-Shanna nesta vida, é um daqueles que em meu mundo seriam denominados Pai Ta. Seriam necessárias muitas páginas para explicar esse tipo de pai. Então, vamos deixar para lá até uma outra ocasião.
 
Desta vez, meu local de nascimento foi o segundo planeta do sol CARDOVAN, denominado MOLLARA. Essa estrela é a terceira em brilho (ELEKTRA) das sete estrelas por vocês denominadas as PLÊIADES.
O nome Cardovan significa em nosso idioma “Estrela de Carr.”
Não se trata do nome que lhe foi dado pelos naturais de Mollora ou de outros planetas deste sistema.
 
 
Aglomerado Estelar M-45, as PLÊIADES e seu Sol Central ALCYONE, sistema ao qual o nosso SOL (HÉLIUS) pertence e orbita, onde esta localizada a Estrela/SOL ELEKTRA-CARRDOVAN em que MOLLARA, hoje o planeta natal de Sharmarie orbita.
Este planeta (MOLLARA) será o destino final da maioria dos habitantes da Terra que forem resgatados instantes antes da “Grande Mudança” planetária que se aproxima…
 
Nós a chamamos de Estrela de Carr (CARdovan) porque o Zone-Rex marciano Rancer-Carr trouxe, com o auxílio da FEDERAÇÃO, centenas de milhares de marcianos para este sistema solar, no planeta MOLLARA depois da destruição de Maldek para que eles pudessem sobreviver.
 
Como sabem, Marte se mudou para uma órbita muito mais distante do sol do que sua órbita original, o que o tornou inabitável para qualquer forma de vida.
Desde meu ano de vida 22 desta vida, fui treinado para ocupar a posição de Monitor Zero do meu povo. Equivale mais ou menos a ser vice-presidente ou segundo em comando do zone-rex. Atualmente moro, na maior parte do tempo, em uma das bases subterrâneas da FEDERAÇÃO na Terra livres da Barreira de Freqüência.
Nesta vida, visitei muitas vezes o planeta Nodia e encontrei Rayatis e a Senhora Cre’ator. Certa vez, ela me perguntou se eu tinha aprendido a atirar direito.
 
Ela disse, com bom humor, que eu não a acertara naquela noite chuvosa na Terra tantos anos atrás.
Quanto aos costumes espirituais marcianos, veneramos o Criador Supremo de Tudo Que É e o El de nosso próprio mundo, que sabemos aguardar ansiosamente o tempo em que nós, seus filhos espirituais, mais uma vez andaremos pelas estradas relvadas restauradas.
Nunca retornaremos à vida de pastores nômades em Marte.
Expressando de maneira simples, recordo a letra de uma melodia terrestre: “Como vai segurá-los lá na fazenda depois de terem visto Paree?”
 
Nós, marcianos do presente, somos sofisticados demais em relação aos costumes do maravilhoso universo e prometemos juntar nossa energia a todo e qualquer um que se oponha às forças das trevas. Quanto à Terra, ela ainda tem sido um refúgio para milhões de almas vindas de seus mundos vizinhos que precisavam desesperadamente de um lugar para permanecer após a destruição do planeta MALDEK.
 
Quanto ao futuro, é meu desejo pessoal que a realidade Crística de fato se manifeste no plano do nível molar de realidade tridimensional e barre qualquer necessidade de guerra entre a Federação e os seres do lado sombrio no final da Barreira de Freqüência no planeta Terra.
Se não for esse o caso, procurem os defensores da Federação pontilhando os céus nestes últimos dias. E lembrem-se, a nave marciana terá a marca do símbolo da montanha (O Monte Olympus, o maior vulcão de Marte) com dois raios ao fundo.
Não quero que vocês atirem pedras nos mocinhos.
Seja como for, vamos acabar logo com isso de uma vez por todas –
Eu quero mesmo ir para casa.
EU Sou Sharmarie.
 
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Mudanças climaticas: Australia em chamas …



Fogo se alastra, e Austrália pede que população deixe parques nacionais.
 
O sudeste da Austrália enfrenta uma série de incêndios florestais que já arrasou mais de 100 casas na ilha da Tasmânia.
Nesta terça-feira (8), as chamas começaram a se deslocar em direção a áreas residenciais no estado de Nova Gales do Sul.
Em Nova Gales do Sul, há cerca de uma centena de incêndios, e espera-se que a temperatura em Sydney alcance 43 graus centígrados, chegando a 45 em algumas zonas do interior.
O comissário dos Serviços Rurais de Bombeiros de Nova Gales do Sul, Shane Fitzsimmons, disse que o risco de incêndios encontra-se em “níveis catastróficos”.

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Autoridades eleveram o alerta ao nível máximo no sudeste do país.
Duas pessoas tiveram queimaduras leves; não há registro de mortos.

Do G1, com agências internacionais - 09/01/2013 05h24 – Atualizado em 09/01/2013 06h50
O governo da Austrália ordenou nesta quarta-feira (9) a retirada das pessoas de todos os parques nacionais localizados na região sudeste, a mais atingida pelos incêndio florestais.
As autoridades eleveram o alerta ao nível máximo na região.
A situação é agravada por uma onda de calor e por fortes ventos quentes vindos do “outback”, o sertão australiano.
Ao menos quatro pessoas foram atendidadas pelos bombeiros após sofrerem com a inalação de fumaça.
Outras duas pessoas tiveram queimaduras leves.
Até o momento não há registro de mortos.
“É meio que um festival itinerante, com muitos incêndios ainda sendo identificados”, disse Shane Fitzsimmons, comissário de incêndios do Estado de Nova Gales do Sul (NGS), alertando que o alívio irá durar apenas alguns dias, antes que o calor regresse com os ventos do interior.


Fogo deixou duas pessoas com ferimentos leves na região Sudeste do país (Foto: AFP)
 
Fogo deixou duas pessoas com ferimentos leves na região Sudeste do país (Foto: AFP)
As condições atuais são semelhantes às do “sábado negro” de 2009, quando incêndios florestais no Estado de Victoria mataram 173 pessoas e deixaram prejuízos de 4,4 bilhões de dólares.

Sudeste do país afetado

O sudeste da Austrália enfrenta uma série de incêndios florestais que já arrasou mais de 100 casas na ilha da Tasmânia. Nesta terça-feira (8), as chamas começaram a se deslocar em direção a áreas residenciais no estado de Nova Gales do Sul.
Em Nova Gales do Sul, há cerca de uma centena de incêndios, e espera-se que a temperatura em Sydney alcance 43 graus centígrados, chegando a 45 em algumas zonas do interior.
O comissário dos Serviços Rurais de Bombeiros de Nova Gales do Sul, Shane Fitzsimmons, disse que o risco de incêndios encontra-se em “níveis catastróficos”.

Acelerado pelas altas temperaturas e ventos na região, incêndio toma conta de área rural perto do Green Point no estado australiano de New South Wales. O fogo colocou moradias em risco e motivou a retirada de moradores. (Foto: AFP/NSW Rural Fire Service)
Acelerado pelas altas temperaturas e ventos na região, incêndio toma conta de área rural perto do Green Point no estado australiano de Nova Gales do Sul.(Foto: AFP/NSW Rural Fire Service)
 
“O termo catastrófico foi utilizado por uma boa razão”, disse a primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, ao “Canal 7″.
A atenção também se concentra na região meridional de Nova Gales do Sul, onde as localidades de Illawara e Shoalhaven e a região de Southern Ranges enfrentam o maior risco de incêndios.
Na ilha da Tasmânia, onde os incêndios florestais arrasaram na semana passada mais de 100 casas, a maioria delas na cidade de Dunalley, sopram ventos de até 70 quilômetros por hora, que podem reavivar as brasas já extintas e dificultar o trabalho dos bombeiros.
A polícia da Tasmânia, onde há cerca de 40 incêndios, segue buscando possíveis corpos entre os escombros dos edifícios atingidos pelas chamas, embora desconheça quantas pessoas estão desaparecidas, segundo a cadeia “ABC”.


 
Bombeiro combate incêndio em Green Point, no estado australiano de Nova Gales do Sul, nesta terça-feira (8) (Foto: AFP)
 
No vizinho estado de Victoria, um incêndio que arde na cidade de Kentbruck dobrou de tamanho e afeta 7.050 hectares de terreno, ameaçando duas comunidades rurais, segundo a cadeia “Sky News”.
Na Capital Territorial da Austrália, onde se situa Canberra, os incêndios foram contidos no Parque Nacional Namadgi.
David Jones, especialista do escritório de meteorologia, alertou que haverá ondas de calor prolongadas na Austrália.

Tempestade de poeira atinge costa da Austrália

11/01/2013 10h19 - Atualizado em 11/01/2013 10h58
Imagens impressionantes foram feitas no noroeste do país, na quinta (9). Nuvem de poeira foi trazida do Oceano Índico para a cidade de Onslow.
Do G1, com informações da AFP
Fotos feitas de um navio rebocador na quinta-feira (09) mostram a chegada de uma enorme nuvem de poeira vermelha na costa noroeste da Austrália.
 
Nuvem de poeira fotografada na quinta-feira (09) (Foto: Brett Martin/Perth Weather Live/AFP)
Nuvem de poeira fotografada na quinta-feira (09) (Foto: Brett Martin/Perth Weather Live/AFP)
Relatórios locais dizem que a tempestade de areia vermelha e pó foi trazida por ventos fortes no Oceano Índico e atingiram a cidade de Onslow.
Depois da onda de incêndios no país, moradores da região aguardavam a chegada de um ciclone tropical.

Imagens foram feitas de um rebocador na costa noroeste da Austrália (Foto: Brett Martin/Perth Weather Live/AFP)
Imagens foram feitas de um rebocador na costa noroeste da Austrália (Foto: Brett Martin/Perth Weather Live/AFP)

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/fogo-se-alastra-e-australia-pede-que-populacao-deixe-parques-nacionais.html e
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/tempestade-de-poeira-atinge-costa-da-australia.html
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

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GRAND CANYON-Misterios de uma Imensa Caverna revelados …


 

As últimas notícias sobre a evolução das explorações do que hoje é considerado pelos cientistas como não só a descoberta arqueológica mais antiga nos Estados Unidos, mas uma das mais valiosas do mundo, e que foi mencionado há algum tempo no Diário da República.

Esse assunto foi trazido para a cidade ontem por G.E. Kinkaid, o explorador que encontrou uma grande cidadela subterrânea no GRAND CANYON, durante uma viagem da cidade de Green River, Wyoming, em um barco de madeira, para Yuma, no rio Colorado há vários meses (isso aconteceu em 1909 há mais de cem anos)

Fonte: www.bibliotecapleyades.com
Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com

GRAND CANYON – Os Mistérios de uma Imensa Caverna sendo trazidos à luz:
ARIZONA GAZETA, NOITE de segunda-feira 5 de abril, 1909: Explorações no Grand Canyon - S.A. Jordan esta entusiasmado
Noticia publicada no jornal ARIZONA GAZETTE, de segunda-feira 5 de abril, 1909
Descoberta Notável Indica que povos muito antigos migraram do Oriente para o território da América do Norte, nos EUA, até o Grand Canyon: 
 
Segundo a história publicada ontem no Diário pelo Sr. Kinkaid, o arqueólogo do Instituto Smithsonian, que está a financiar a exploração, fizeram descobertas que provam conclusivamente que a raça que habitou nesta caverna misteriosa, escavada em rocha sólida por mãos humanas, era de origem oriental ou possivelmente do Egito remontando a Ramses, faraó da 18ª DINASTIA (cerca de 1.300 a.C.)

Se suas teorias estão nascendo por conta da tradução das tabuinhas gravadas com hieróglifos, encontradas no local, o mistério dos povos pré-históricos da América do Norte, as suas artes antigas, quem eram e de onde eles vieram, será resolvido.
O Egito, o rio Nilo, o Arizona e o rio Colorado estarão ligados por uma cadeia histórica correndo de volta para as idades antigas que supera as fantasias mais selvagens de qualquer ficcionista.
 
Parece que uma migração entre povos do oriente (EGITO) para o ocidente aconteceu por volta do século XIV a.C.
 
Uma investigação aprofundada

Sob a direção do professor S.A. Jordan, o Instituto Smithsonian esta agora processando a exploração mais aprofundada, que será mantida até que o último elo da cadeia tenha sido forjado.
A caverna subterrânea com cerca de uma milha de profundidade, cerca de 1.480 pés (cerca de 500 metros) abaixo da superfície, a longa passagem principal foi desbloqueada, para encontrar uma outra enorme câmara que se irradia em dezenas de passagens em túneis, como os raios partindo do centro de uma roda.
Várias centenas de salas foram descobertas, todas com conexão com a passagem principal, uma delas tendo sido explorada para 854 pés (cerca de 300 metros) e outra há 634 (cerca de 200 metros) pés de profundidade.



As descobertas mais recentes incluem artefatos que nunca foram conhecidos como sendo dos nativos deste país, os peles vermelhas, e sem dúvida tiveram sua origem no Oriente.
Armas de guerra, instrumentos de cobre afiado e duro como aço, indicam o estado elevado de civilização atingido por essas pessoas estranhas.
Então, os cientistas interessados nos preparativos que estão sendo feitos para equipar o campo de estudos aprofundados e a equipe será aumentada para trinta ou quarenta pessoas.
Antes de prosseguir na caverna, melhores condições de iluminação devem ser instalados, pois a escuridão é densa e impenetrável para a luz média de lanternas.
A fim de evitar a perda, os fios são amarrados a partir da entrada para todos os corredores que levam diretamente às câmaras de grande porte.

Até que ponto esta caverna se estende ninguém ainda pode concluir, mas agora é a crença de muitos de que o que já foi explorado é apenas o começo, para usar uma expressão americana, e que agora no subterrâneo será encontrada mais habitações comunais principal das famílias e, eventualmente, outros santuários.
A ventilação perfeita da caverna, o vento seco constante que sopra através da mesma indica que existem outras saídas para a superfície.

Relatório do Sr. Kinkaid


Mr. Kinkaid foi a primeira criança branca nascida no estado do Idaho e foi um explorador e caçador durante toda a sua vida.
Durante trinta anos esteve em serviço do Instituto Smithsonian.
Mesmo quando brevemente relatada, a sua história soa muito fabulosa, quase grotesca, pelo seu ineditismo e importância.

“Primeiro, eu gostaria de salientar que a entrada da caverna é quase inacessível.
Ela esta quase há 1500 pés (455 metros) de altura, em uma parede vertical e instável do canyon.
Ela está localizada em terras do governo e nenhum visitante será permitido lá, sob pena de transgressão da lei.

Os cientistas desejam trabalhar sem serem molestados, sem medo de que as descobertas arqueológicas sejam perturbadas por caçadores de curiosidades ou relíquias.
Para os curiosos a viagem seria inútil pois que o visitante será enviado de volta em seu caminho.

“A história de como descobri a caverna já foi contada: eu estava viajando pelo rio Colorado em um barco, sozinho, procurando mineral.
Algumas 42 milhas acima do rio Colorado, perto do El Tovar Cristal Canyon, eu vi na parede leste, manchas na formação sedimentar há cerca de 2000 pés acima do leito do rio.
Não havia nenhuma trilha para se chegar àquele ponto, mas finalmente cheguei a ele escalando com grande dificuldade.
Em cima de uma prateleira, que se esconde da vista do rio, estava a entrada da caverna.




Existem degraus que conduzem a partir desta entrada cerca de trinta jardas de que era da época quando a caverna foi habitada, ao nível do rio.
Quando eu vi marcas de cinzel na parede dentro da entrada, me interessei, engatilhei a minha arma e penetrei na caverna.
Durante essa exploração, voltei várias centenas de pés ao longo da passagem principal, até que cheguei à cripta principal, em que eu descobri as múmias.
Uma dessas múmias eu levantei e fotografei usando a lanterna como flash.
Eu recolhi uma série de relíquias, que eu carreguei pelo rio Colorado até Yuma, de onde eu enviei para Washington com os detalhes da descoberta. Depois disso, as explorações foram iniciadas”.

 
Rio Colorado no Grand Canyon, local das descobertas das cavernas
 
As passagens
“A passagem principal é cerca de 12 pés de largura, estreitando para 9 pés em direção à extremidade mais distante.
A cerca de 57 pés da entrada, as passagens ramificadas da primeira passagem fora, à direita e à esquerda, ao longo do qual, em ambos os lados, há um grande número de salas com tamanho em torno das salas ordinárias de hoje, embora algumas tenham de 30 a 40 pés quadrados.



Estas estão inseridas por portas de forma oval e são ventiladas por espaços de ar através das paredes de volta para as passagens.
As paredes tem cerca de 3 pés e 6 polegadas de espessura.
As passagens são descompactadas ou cortadas tão simples quanto poderia ser definido por qualquer engenheiro.
Os tetos de muitas das salas convergem para um centro.
As passagens laterais, perto da entrada foram executadas em um ângulo agudo do salão principal, mas em direção à parte de trás, gradualmente, chegam em ângulo reto à direita.”



O Santuário

“Há mais de uma centena de pés da entrada existe um corredor transversal, com várias centenas de pés de comprimento, no qual foi encontrado o ídolo, ou imagem, da divindade do povo que habitou o local, sentado de pernas cruzadas, com uma flor de lótus ou lírio em cada mão.

O modelo do rosto é Oriental, e mostra a escultura feita de uma mão hábil, e toda ela é muito bem preservada, como tudo nesta caverna.
O ídolo mais se assemelha a Buda, (o último Budha* a encarnar, O QUINTO, foi Siddharta Gauthama, no século VI a.C.) embora os cientistas não estejam certos quanto à que culto religioso ele representa.

Levando em consideração tudo o que se encontrou até agora, é possível que o culto mais se assemelhe ao do antigo povo do Tibete.
Circundando este ídolo estão imagens menores, algumas de forma bonita, outras com formas distorcidas, com pescoço quebrado, simbólicas, provavelmente, do bem e do mal.
Existem dois grandes cactos com os braços salientes, um em cada lado da plataforma sobre a qual a estátua da divindade permanece.
Tudo isso esta esculpido em pedra dura lembrando o mármore.

*(n.t. Budha não é nome próprio, é um título que se dá àqueles seres humanos cujas almas conseguiram atingir a ILUMINAÇÃO, o nome deriva de Buddhi, o corpo de Luz de um iluminado. Na cultura do Tibete cinco Budhas já encarnaram, faltam dois, o próximo já esta encarnado. { só que dessa vez no OCIDENTE E ELE AINDA NÃO SE REVELOU }
No Ocidente o mesmo indivíduo seria considerado um Cristo, que é a mesma coisa em termos de realização espiritual)


No canto oposto desse salão em forma de cruz foram encontradas ferramentas de todas as descrições, feitas de cobre.
Este povo, sem dúvida, conhecia a arte perdida de endurecimento deste metal, que tem sido procurado pelos químicos ao longo de séculos, sem resultado.
Em uma bancada de fundição em torno da oficina foi encontrado carvão e outros materiais provavelmente usados no processo de fundição do cobre.

Há também escória de metal e coisas semelhantes a moldes, mostrando que esses povos antigos fundiam minérios, mas até agora, nenhum vestígio da forma como isto foi feito foi descoberto, nem da origem do minério.

Entre outros achados estão vasos, potes e copos de cobre e ouro sendo muito artísticos e ricos os detalhes dos desenhos.
O trabalho inclui navios em cerâmica esmaltada e vitrificada. 
Outro corredor conduz a celeiros, como eles são encontrados nos templos orientais.

Eles contêm sementes de vários tipos.
Um grande armazém que ainda não foi efetuado a sua exploração, uma vez que é de doze pés de altura e só pode ser alcançado a partir de cima.
Dois ganchos de cobre se estendem na borda, o que indica que havia algum tipo de escada anexado.
Estes celeiros são redondos e os materiais de que são construídos, penso eu, é muito duro como cimento. Um metal cinza também é encontrado nesta caverna que intriga os cientistas, pois a sua identificação não foi estabelecida ainda.

Assemelha-se a platina.
Espalhados promiscuamente no chão em todos os lugares estão o que as pessoas chamam de “olhos” de gato ou “olhos de tigre”, uma pedra amarela sem grande valor.
Cada uma delas é gravada com uma cabeça típica de um Malaio asiático. “

 
O Grand Canyon cobre 365 km, um espaço tão vasto que somente parte dele pode ser visto de qualquer um dos pontos de observação. Acima Death Horse Point.
 
Os Hieróglifos
“Em todas as urnas, nas paredes sobre as entradas e nas tábuas de pedra que foram encontrados existem misteriosos hieróglifos gravados, cuja chave para decifração a Instituição Smithsonian espera ainda por descobrir.
Esses escritos se assemelham aos encontrados nas rochas sobre o vale.
As gravuras/inscrições em tabletes provavelmente tem algo a ver com a religião do povo, hieróglifos semelhantes foram encontrados na península de Yucatan, no México, mas estes não são encontrados no Oriente.
Alguns acreditam que estes homens das cavernas construíram os antigos canais de Salt River Valley. Entre os escritos pictóricos apenas dois animais são encontrados.
Um deles é do tipo pré-histórico “.



Na figura é um scan de um traçado de uma cópia xerox da fotografia representando os hieróglifos supostamente fotografada por G.E. Kincaid em 1909 dentro da caverna no Grand Canyon. Este foi apresentado a mim por um amigo com um pedido para que a fonte permanecesse anônima, um pedido que eu sempre respeitarei. - Jack Andrews

A Cripta
“O túmulo ou cripta na qual as múmias foram encontradas é uma das maiores das câmaras, com as paredes inclinadas para trás em um ângulo de aproximadamente 35 graus.
Em um desses níveis de onde estão as múmias estão, cada um em separado em prateleira de ocupação cortadas na rocha.
Na cabeça de cada uma existe um pequeno banco em que se encontram copos de cobre e peças de espadas quebradas.

Algumas das múmias estão cobertas com barro e todas estão enroladas em um tecido feito de cascas.
As urnas ou taças das camadas inferiores são brutas, enquanto que na maior das prateleiras alcançadas, as urnas são mais finas no desenho mostrando um inter estágio dessa civilização.
É digno de nota que todas as múmias examinadas até agora provaram ser do sexo masculino, sem crianças ou corpos de mulheres terem sido enterrados aqui.
Isto leva à crença de que esta seção interior era um quartel de guerreiros.

Entre as descobertas não foram encontrados ossos de animais, nem peles, nem roupas, nem camas. Muitos dos quartos estão vazios, assim como os reservatórios de água.
Um quarto, de cerca de 400 por 700 pés, provavelmente era o refeitório principal, pois utensílios de cozinha foram encontrados ali.
Do que estas pessoas que habitavam o local se alimentavam é um problema a ser resolvido, mas presume-se que eles vieram para o sul no inverno e cultivavam os vales, indo para o norte durante o verão.
Mais de 50 mil pessoas poderiam ter vivido confortavelmente na caverna .




Uma teoria é de que os índios das tribos do presente encontrados no Arizona são descendentes dos servos ou escravos dos povos que habitavam a caverna.
Sem dúvida muitos milhares de anos antes da era cristã, o povo que viveu aqui atingiu um estado elevado de civilização.

A cronologia da história da humanidade está cheia de lacunas e todo o conhecimento verdadeiro que for contra àquilo que o sistema diz ser verdade sempre será subtraido e encoberto para o público em geral.

O Professor Jordan esta muito mais entusiasmado sobre as descobertas e acredita que ela vai provar ser o seu valor incalculável nos trabalhos arqueológicos ainda a serem feitos.
Uma coisa que tenho falado pode ser do seu interesse. Existe uma câmara em uma passagem e que não é ventilada e quando nos aproximamos dela, um insidioso e mortal cheiro nos impressionou.



Nossas luzes não penetraram a escuridão e até mesmo com uma iluminação mais forte disponível, nós não conseguimos saber o que a câmara contem.
Alguns dizem que são as serpentes, mas muitos outros ridicularizaram essa idéia e eu acho que o local pode conter um gás mortal ou produtos químicos utilizados pelos antigos.
Nenhum som é ouvido lá dentro, mas o local cheira muito mal.
A instalação subterrânea inteira ataca os nervos e gera instáveis arrepios.
A tristeza é fixada como um peso sobre os ombros e nossas lanternas e as velas só fazem a negra escuridão parecer mais escura ainda. 
A imaginação pode deleitar-se com conjecturas e devaneios ímpios de volta através dos séculos que se passaram até que a mente role vertiginosamente no espaço “.

Uma lenda indígena
Em conexão com esta história, é notável que, entre os indios nativos HOPIS em sua tradição é dito que seus ancestrais viveram em um submundo do Grand Canyon até que dissensões e conflitos surgiram entre os bons e os maus, as pessoas com um coração, e o povo de dois corações (Manchoto), que foi seu chefe, aconselhou-os a sairem do submundo, mas não havia nenhuma maneira para sair para fora.
O chefe então fez uma árvore crescer e furar o teto do submundo e, em seguida, as pessoas de um coração pularam para fora.
Eles permaneciam por Palsiaval (Red River-Rio Vermelho-Rio Colorado), que é o Colorado, e plantaram e cultivaram grãos de milho.
Eles enviaram uma mensagem para o templo do sol, pedindo a bênção da paz, boa vontade e a chuva para o povo de um só coração.
Que o mensageiro, nunca mais voltou, e hoje nas aldeias HOPI, ao pôr do sol os velhos da tribo podem ser vistos sentados em cima dos telhados olhando para o sol, olhando e procurando pelo mensageiro.
Quando ele retornar, sua terra e morada antigas serão restauradas.
Essa é a tradição.

 
Entre as gravuras de animais na caverna é encontrada uma imagem de um coração sobre o local onde a gravura existe.
A lenda foi aprendida por W.E. Rollins, um artista, que viveu durante o ano passado com os índios HOPI.
Há duas teorias sobre a origem dos egípcios.
 Uma delas é que eles vieram da Ásia: a outra é a de que o seu berço racial estava na região do Nilo superior (Sudão). Heeren, um egiptólogo, acreditava na origem hindu dos egípcios (n.t. A origem dos egípcios é encontrada no continente de Atlântida).
As descobertas no Grand Canyon podem lançar mais luz sobre a evolução humana e as idades pré-históricas.” 
 
“Tu pouco dás quando dás de tuas posses.
É quando dás de ti próprio que realmente estás dando.
É belo dar quando solicitado; é mais belo ainda dar quando não solicitado; dar por haver apenas compreendido“.
Gibran Khalil Gibran

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