sexta-feira, 20 de julho de 2012

APOCALIPSE DE SÃO JOÃO (Com áudio)




João na ilha de Patmos
(Saint John on Patmos)

O livro do Apocalipse (chamado também Apocalipse de São João) é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico.

A palavra apocalipse, do grego αποκάλυψις, apokálypsis (termo primeiramente usado por F. Lücke,em 1832), que significa "revelação".
Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus.
Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações.
Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo".

Neste livro da Bíblia, conta-se que antes da batalha final, os exércitos se reúnem na planície abaixo de "Har Meggido" (a colina de Meggido).
Entretanto, a tradução foi mal-feita e Har Meggido foi erroneamente traduzido para Armagedom, fazendo os exércitos se reunirem na planície antes do Armagedom, a batalha final.
Trecho extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Apocalipse

O apóstolo João exilado na ilha de Patm

Mapa do mundo antigo, com a localização das sete igrejas

APOCALIPSE DE SÃO JOÃO

Áudio em Português (voz masculina)

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Áudio em Português (voz feminina)

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Homenagem aos amigos Portugueses
(voz Português de Portugal)

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CAPÍTULO 1

Cristo no meio dos candeeiros (REV. 1:12-20)

1. Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João,
2. O qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu.
3. Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.
4. João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono
5. E da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra.
6. E nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!
7. Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!
8. Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.
9. Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
10. Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta,
11. Dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia.

12. Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro
13. E, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro.
14. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo;
15. Os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas.
16. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força.
17. Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último
18. E aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.
19. Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas.
20. Quanto ao mistério das sete estrelas que viste na minha mão direita e aos sete candeeiros de ouro, as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas.

CAPÍTULO 2
1. Ao anjo da igreja em Éfeso escreve:
2. Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos;
3. E tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.
4. Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.
5. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.
6. Tens, contudo, a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio.
7. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.
8. Ao anjo da igreja em Esmirna escreve:
9. Conheço a tua tribulação, a tua pobreza (mas tu és rico) e a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo, antes, sinagoga de Satanás.
10. Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
11. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte.
12. Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve:
13. Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.
14. Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.
15. Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas.
16. Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca.
17. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.
18. Ao anjo da igreja em Tiatira escreve:
19. Conheço as tuas obras, o teu amor, a tua fé, o teu serviço, a tua perseverança e as tuas últimas obras, mais numerosas do que as primeiras.
20. Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos.
21. Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição.
22. Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita.
23. Matarei os seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras.
24. Digo, todavia, a vós outros, os demais de Tiatira, a tantos quantos não têm essa doutrina e que não conheceram, como eles dizem, as coisas profundas de Satanás: Outra carga não jogarei sobre vós;
25. Tão-somente conservai o que tendes, até que eu venha.
26. Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações,
27. E com cetro de ferro as regerá e as reduzirá a pedaços como se fossem objetos de barro;
28. assim como também eu recebi de meu Pai, dar-lhe-ei ainda a estrela da manhã.
29. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

CAPÍTULO 3
1. Ao anjo da igreja em Sardes escreve:
2. Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus.
3. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti.
4. Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas.
5. O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.
6. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
7. Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve:
8. Conheço as tuas obras -- eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar -- que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.
9. Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei.
10. Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra.
11. Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
12. Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.
13. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
14. Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve:
15. Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente!
16. Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca;
17. pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.
18. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas.
19. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te.
20. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.
21. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.
22. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

CAPÍTULO 4
A porta aberta no céu (Ap 4:1)

A cena trono de esmeralda no céu (Ap 4:2-11)

As Coroas diante do trono (REV. 4:9-11)

1. Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas.
2. Imediatamente, eu me achei em espírito, e eis armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado;
3. E esse que se acha assentado é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe e de sardônio, e, ao redor do trono, há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda.
4. Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro.
5. Do trono saem relâmpagos, vozes e trovões, e, diante do trono, ardem sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus.
6. Há diante do trono um como que mar de vidro, semelhante ao cristal, e também, no meio do trono e à volta do trono, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás.
7. O primeiro ser vivente é semelhante a leão, o segundo, semelhante a novilho, o terceiro tem o rosto como de homem, e o quarto ser vivente é semelhante à águia quando está voando.
8. E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.
9. Quando esses seres viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos,
10. Os vinte e quatro anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando:
11. Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.

CAPÍTULO 5
A abertura do livro selado (REV. 5:5-14)

1. Vi, na mão direita daquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos.
2. Vi, também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?
3. Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem mesmo olhar para ele;
4. E eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele.
5. Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos.
6. Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados por toda a terra.
7. Veio, pois, e tomou o livro da mão direita daquele que estava sentado no trono;
8. E, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos,
9. E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação
10. E para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.
11. Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares,
12. proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.
13. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.
14. E os quatro seres viventes respondiam: Amém! Também os anciãos prostraram-se e adoraram.

CAPÍTULO 6
Os primeiros quatro selos, quatro cavaleiros (REV. 6:1-8)

O quinto selo, as almas dos mártires (Rev. 6:9-11)
O sexto selo, a destruição da natureza (REV. 6:12-17)

1. Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse voz de trovão: Vem!
2. Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer.
3. Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo: Vem!
4. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada.
5. Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão.
6. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.
7. Quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: Vem!
8. E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.
9. Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam.
10. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11. Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram.
12. Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue,
13. As estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes,
14. E o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar.
15. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes
16. E disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro,
17. Porque chegou o grande Dia da ira deles; e quem é que pode suster-se?

CAPÍTULO 7
Receber o selo de Deus (REV. 7:2-8)

144.000 selados e da multidão de vestes brancas (REV. 7:3-10)

1. Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.
2. Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar,
3. Dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus.
4. Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel:
5. Da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil;
6. Da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil;
7. Da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil;
8. Da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim foram selados doze mil.
9. Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos;
10. E clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.
11. Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre o seu rosto, e adoraram a Deus,
12. Dizendo: Amém! O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém!
13. Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram?
14. Respondi-lhe: meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro,
15. Razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo.
16. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum,
17. Pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.

CAPÍTULO 8
O sétimo selo, sete anjos, sete trombetas (REV. 8)

Trombeta seis primeiros julgamentos (REV. 8:6-13 e REV. 9)

1. Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora.
2. Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas.
3. Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono;
4. E da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos.
5. E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto.
6. Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar.
7. O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde.
8. O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue,
9. E morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações.
10. O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha.
11. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas.
12. O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite.
13. Então, vi e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz: Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!

CAPÍTULO 9
1. O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo.
2. Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar.
3. Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra,
4. E foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.
5. Foi-lhes também dado, não que os matassem, e sim que os atormentassem durante cinco meses. E o seu tormento era como tormento de escorpião quando fere alguém.
6. Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles.
7. O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados para a peleja; na sua cabeça havia como que coroas parecendo de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem;
8. Tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus dentes, como dentes de leão;
9. Tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carros de muitos cavalos, quando correm à peleja;
10. Tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses;
11. E tinham sobre eles, como seu rei, o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom, e em grego, Apoliom.
12. O primeiro ai passou. Eis que, depois destas coisas, vêm ainda dois ais.
13. O sexto anjo tocou a trombeta, e ouvi uma voz procedente dos quatro ângulos do altar de ouro que se encontra na presença de Deus,
14. Dizendo ao sexto anjo, o mesmo que tem a trombeta: Solta os quatro anjos que se encontram atados junto ao grande rio Eufrates.
15. Foram, então, soltos os quatro anjos que se achavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens.
16. O número dos exércitos da cavalaria era de vinte mil vezes dez milhares; eu ouvi o seu número.
17. Assim, nesta visão, contemplei que os cavalos e os seus cavaleiros tinham couraças cor de fogo, de jacinto e de enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeça de leão, e de sua boca saía fogo, fumaça e enxofre.
18. Por meio destes três flagelos, a saber, pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saíam da sua boca, foi morta a terça parte dos homens;
19. Pois a força dos cavalos estava na sua boca e na sua cauda, porquanto a sua cauda se parecia com serpentes, e tinha cabeça, e com ela causavam dano.
20. Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar;
21. Nem ainda se arrependeram dos seus assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos.

CAPÍTULO 10
O Anjo e o livrinho (REV. 10)

1. Vi outro anjo forte descendo do céu, envolto em nuvem, com o arco-íris por cima de sua cabeça; o rosto era como o sol, e as pernas, como colunas de fogo;
2. E tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo, sobre a terra,
3. E bradou em grande voz, como ruge um leão, e, quando bradou, desferiram os sete trovões as suas próprias vozes.
4. Logo que falaram os sete trovões, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, dizendo: Guarda em segredo as coisas que os sete trovões falaram e não as escrevas.
5. Então, o anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita para o céu
6. E jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora,
7. Mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, o mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas.
8. A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra.
9. Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.
10. Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo.
11. Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis.

CAPÍTULO 11
As duas testemunhas e o julgamento sétima trombeta (Apocalipse 11)

1. Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os que naquele adoram;
2. mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa.
3. Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco.
4. São estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra.
5. Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da sua boca e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente, deve morrer.
6. Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem.
7. Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará,
8. E o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado.
9. Então, muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplam os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio, e não permitem que esses cadáveres sejam sepultados.
10. Os que habitam sobre a terra se alegram por causa deles, realizarão festas e enviarão presentes uns aos outros, porquanto esses dois profetas atormentaram os que moram sobre a terra.
11. Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo;
12. E as duas testemunhas ouviram grande voz vinda do céu, dizendo-lhes: Subi para aqui. E subiram ao céu numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram.
13. Naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, nesse terremoto, sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu.
14. Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai.
15. O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.
16. E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus,
17. Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar.
18. Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.
19. Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.

CAPÍTULO 12
A mulher e o dragão (REV. 12:1-5)

Guerra no céu; Miguel derrota o dragão (REV. 12:7-12)

Mulher com as asas de uma águia (REV. 12:14)

1. Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça,
2. Que, achando-se grávida, grita com as dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz.
3. Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas.
4. A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra; e o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse.
5. Nasceu-lhe, pois, um filho varão, que há de reger todas as nações com cetro de ferro. E o seu filho foi arrebatado para Deus até ao seu trono.
6. A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.
7. Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos;
8. Todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles.
9. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos.
10. Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.
11. Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida.
12. Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta.
13. Quando, pois, o dragão se viu atirado para a terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão;
14. E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse até ao deserto, ao seu lugar, aí onde é sustentada durante um tempo, tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente.
15. Então, a serpente arrojou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arrebatada pelo rio.
16. A terra, porém, socorreu a mulher; e a terra abriu a boca e engoliu o rio que o dragão tinha arrojado de sua boca.
17. Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar.

CAPÍTULO 13
Os três animais e 666 (REV. 13)

1. Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia.
2. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade.
3. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta;
4. E adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?
5. Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;
6. E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu.
7. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação;
8. E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
9. Se alguém tem ouvidos, ouça.
10. Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai. Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos.
11. Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.
12. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.
13. Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens.
14. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu;
15. E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.
16. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte,
17. Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
18. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.

CAPÍTULO 14
1. Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai.
2. Ouvi uma voz do céu como voz de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem a sua harpa.
3. Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.
4. São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro;
5. E não se achou mentira na sua boca; não têm mácula.
6. Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo,
7. Dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.
8. Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.
9. Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão,
10. Também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.
11. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome.
12. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
13. Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham.
14. Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada.
15. Outro anjo saiu do santuário, gritando em grande voz para aquele que se achava sentado sobre a nuvem: Toma a tua foice e ceifa, pois chegou a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu!
16. E aquele que estava sentado sobre a nuvem passou a sua foice sobre a terra, e a terra foi ceifada.
17. Então, saiu do santuário, que se encontra no céu, outro anjo, tendo ele mesmo também uma foice afiada.
18. Saiu ainda do altar outro anjo, aquele que tem autoridade sobre o fogo, e falou em grande voz ao que tinha a foice afiada, dizendo: Toma a tua foice afiada e ajunta os cachos da videira da terra, porquanto as suas uvas estão amadurecidas!
19. Então, o anjo passou a sua foice na terra, e vindimou a videira da terra, e lançou-a no grande lagar da cólera de Deus.
20. E o lagar foi pisado fora da cidade, e correu sangue do lagar até aos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios.

CAPÍTULO 15
1. Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus.
2. Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus;
3. E entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!
4. Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.
5. Depois destas coisas, olhei, e abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do Testemunho,
6. E os sete anjos que tinham os sete flagelos saíram do santuário, vestidos de linho puro e resplandecente e cingidos ao peito com cintas de ouro.
7. Então, um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus, que vive pelos séculos dos séculos.
8. O santuário se encheu de fumaça procedente da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos.

CAPÍTULO 16
A tigela sete julgamentos (REV. 16)

As pragas das sete taças (REV. 16)

1. Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus.
2. Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas.
3. Derramou o segundo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de morto, e morreu todo ser vivente que havia no mar.
4. Derramou o terceiro a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue.
5. Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas;
6. porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tens dado a beber; são dignos disso.
7. Ouvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.
8. O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo.
9. Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para lhe darem glória.
10. Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam
11. E blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras.
12. Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.
13. Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;
14. Porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso.
15. (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.)
16. Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.
17. Então, derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo: Feito está!
18. E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande.
19. E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira.
20. Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados;
21. Também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande.

CAPÍTULO 17
A grande Babilônia montada na besta (REV. 17)

1. Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas,
2. Com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.
3. Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres.
4. Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.
5. Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.
6. Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto.
7. O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher:
8. A besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.
9. Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis,
10. Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco.
11. E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.
12. Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora.
13. Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.
14. Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.
15. Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.
16. Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo.
17. Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e dêem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.
18. A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra.

CAPÍTULO 18
1. Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória.
2. Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável,
3. Pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.
4. Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos;
5. Porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.
6. Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela.
7. O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva, não sou. Pranto, nunca hei de ver!
8. Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
9. Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio,
10. E, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.
11. E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria,
12. Mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;
13. E canela de cheiro, especiarias, incenso, ungüento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, de escravos e até almas humanas.
14. O fruto sazonado, que a tua alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca jamais serão achados.
15. Os mercadores destas coisas, que, por meio dela, se enriqueceram, conservar-se-ão de longe, pelo medo do seu tormento, chorando e pranteando,
16. Dizendo: Ai! Ai da grande cidade, que estava vestida de linho finíssimo, de púrpura, e de escarlata, adornada de ouro, e de pedras preciosas, e de pérolas,
17. Porque, em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza! E todo piloto, e todo aquele que navega livremente, e marinheiros, e quantos labutam no mar conservaram-se de longe.
18. Então, vendo a fumaceira do seu incêndio, gritavam: Que cidade se compara à grande cidade?
19. Lançaram pó sobre a cabeça e, chorando e pranteando, gritavam: Ai! Ai da grande cidade, na qual se enriqueceram todos os que possuíam navios no mar, à custa da sua opulência, porque, em uma só hora, foi devastada!
20. Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa.
21. Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.
22. E voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará, e nunca jamais em ti se ouvirá o ruído de pedra de moinho.
23. Também jamais em ti brilhará luz de candeia; nem voz de noivo ou de noiva jamais em ti se ouvirá, pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria.
24. E nela se achou sangue de profetas, de santos e de todos os que foram mortos sobre a terra.

CAPÍTULO 19
Rei dos reis e Senhor dos Senhores (REV. 19:11-16)

Besta e elenco falso profeta no lago de fogo - (Apocalipse 19:20)

1. Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus,
2. Porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.
3. Segunda vez disseram: Aleluia! E a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.
4. Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!
5. Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes.
6. Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso.
7. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou,
8. Pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
9. Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.
10. Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.
11. Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.
12. Os seus olhos são chama de fogo; na sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão ele mesmo.
13. Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus;
14. E seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.
15. Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso.
16. Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.
17. Então, vi um anjo posto em pé no sol, e clamou com grande voz, falando a todas as aves que voam pelo meio do céu: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus,
18. Para que comais carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e seus cavaleiros, carnes de todos, quer livres, quer escravos, tanto pequenos como grandes.
19. E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o seu exército.
20. Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre.

21. Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram das suas carnes.

CAPÍTULO 20
O anjo com a grande cadeia (REV. 20:1-2)

O dragão, acorrentado (Apocalipse 20:3)

O dragão, lançado para reunir as nações para a batalha (REV. 20:7-8)

O dragão lançados no lago de fogo
(Apocalipse 20:10)

O julgamento do grande trono branco
(REV. 20:11-13)

Os livros são abertos e também o livro da vida (Apocalipse 20:12-13)

O lago de fogo (Apocalipse 20:14-15)

1. Então, vi descer do céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente.
2. Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos;
3. lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo.
4. Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.
5. Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição.
6. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.
7. Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão
8. E sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar.
9. Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu.
10. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.
11. Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.
12. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.
13. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.
14. Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.
15. E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.

CAPÍTULO 21
A cidade de quatro quadrados, a nova Jerusalém - (REV. 21:1-21)

Os fundamentos da cidade - (REV. 21:12-14 e REV. 21:19-20)

Através do portão da cidade eterna - (REV. 21:21-27 e REV. 22:1-6)

O Arrebatamento - (1 Tessalonicenses 4, e Mateus 24)

1. Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
2. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.
3. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
4. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
5. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
6. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.
7. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.
8. Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.
9. Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro;
10. E me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus,
11. A qual tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina.
12. Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
13. Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste.
14. A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
15. Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha.
16. A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios. O seu comprimento, largura e altura são iguais.
17. Mediu também a sua muralha, cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, isto é, de anjo.
18. A estrutura da muralha é de jaspe; também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido.
19. Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro fundamento é de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda;
20. O quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista.
21. As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola. A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente.
22. Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.
23. A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
24. As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória.
25. As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite.
26. E lhe trarão a glória e a honra das nações.
27. Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro.

CAPÍTULO 22
A Coroação

1. Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro.
2. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos.
3. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão,
4. contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele.
5. Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.
6. Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer.
7. Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8. Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo.
9. Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10. Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo.
11. Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.
12. E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.
13. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.
14. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.
15. Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.
16. Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã.
17. O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.
18. Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro;
19. E, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro.
20. Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!
21. A graça do Senhor Jesus seja com todos.

Veja também o Filme: O Apocalipse de São João
Imagens: http://ilusaoculta.blogspot.com

quinta-feira, 19 de julho de 2012

QUANDO UMA ALMA CRESCE, TODAS AS ALMAS CRESCEM




William LePar e O Conselho
Postado em 18 de julho de 2012


Trabalhando em um projeto, deparei-me com esta informação da fonte espiritual de William LePar, O Conselho.

Isto se passou durante uma das sessões do grupo de pesquisa e estudo enquanto o Sr. LePar estava em transe.

Este é um bom exemplo de como a informação foi obtida durante uma sessão.

O Conselho sempre nos lembrava:
"Pensem e usem nossa sabedoria dada por Deus."

Eles não nos davam informação de mão beijada. Era necessário que fizéssemos parte ativamente das sessões de transe por questionar a informação apresentada a nós.


Eu acho não esta informação somente interessante, mas provocante também, principalmente por sua aplicação em nossas vidas pessoalmente e nas atividades do mundo em geral.

Espero que vocês também a achem útil.

Lembrem-se enquanto leem de que as ações positivas e negativas que estão sendo discutidas são ações originadas em nosso mundo físico.

Este material deveria ser lido com atenção, pois envolve um conceito que o Conselho está explicando.


Interlocutor: Vocês declararam que quando uma alma cresce, todas as almas crescem. O inverso disto é válido?

O Conselho: Não.

Interlocutor: Bem, poderiam explicar essa declaração inicial?

O Conselho: Para uma alma crescer, ela deve adicionar algo positivo. Você entende?

Interlocutor: Sim.

O Conselho: E assim fazendo, quando ela adiciona algo positivo à criação, isto afeta toda a criação.
Então, consequentemente, quando uma alma cresce, todas as almas crescem.

Interlocutor: Mas se for uma ação negativa, por que não afetaria toda a criação de um modo negativo?

O Conselho: Afetaria mais os aspectos materiais da criação.
Essa declaração foi feita em relação aos aspectos espirituais da criação.
O positivo é feito em relação aos aspectos espirituais da criação.
E isto, no final, é filtrado para o físico.

A negatividade, apesar de poder ter um grande efeito no físico, efeito imediato, ela eventualmente termina somente afetando a fonte da negatividade, em seu efeito maior. Você entende?

Interlocutor: Sim.

O Conselho: Quando uma alma cresce, todas as almas crescem.
Isto pode primeiro ser visto num sentido espiritual, mas quando emana para o espiritual, etéreo, então reflete e volta para o mundo físico, e no fim, permeia ou afeta positivamente a criação física ou mundo físico.

Agora, um aspecto negativo, ele tem um efeito no físico, e conforme ele se expande e então reflete de volta, sua destruição máxima é em sua fonte de origem.
Ele pode influenciar e afetar outras áreas, mas o dano maior é na fonte, na fonte de origem.
E a razão de haver um efeito além da fonte de origem é porque todas as vidas estão interconectadas por responsabilidades, ou por relacionamentos, ou por situações kármicas.
Ficou mais clara a explicação?

Interlocutor: Sim.

O Conselho: Muito bem.
Algo que se deveria estar ciente é que para haver luz, como você a entende, e para você lidar com ela na situação em que todos vocês estão, para haver luz, precisa haver escuridão.
Para haver alegria, precisa haver tristeza.
Para haver evolução e crescimento, precisa haver algo inferior a isto, ou precisa haver um ponto a partir do qual você deve partir.

Lembre-se de que você julga necessária a tristeza para experimentar a alegria.
Você também pode considerar tudo de um ou tudo do outro.
Não há uma relação apropriada.
O mundo escolhe, o homem escolhe, a natureza do homem prescreve que angústia, sofrimento e tristeza trazem o crescimento.
Seu Pai prescreve que alegria, felicidade e riso trazem o crescimento.
Os Céus prescrevem que o amor traz crescimento.



Mais de William LePar e O Conselho vá em http://www.williamlepar.com/
Fonte: http://www.williamlepar.blogspot.com/
Tradução: SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/
Respeite os créditos

SEJAM SEU EU MULTIDIMENSIONAL




Mensagem de Mira, das Plêiades, e Sananda
Como canalizada através de Fran Zepeda
Em 18 de julho de 2012


Saudações, Trabalhadores da Luz e Seres de Luz igualmente.

Nós nos apresentamos hoje para falar do progresso, do progresso em seus Corpos de Luz e do progresso em seu Mundo, na Mãe Terra.

Muitas facetas do seu Ser estão se tornando uma realidade viva enquanto conversamos.

Ao se ligar com o Grande Sol Central, muitas partes suas que estavam latentes estão entrando na realidade.

Isto pode ser meio difícil para vocês discernirem completamente, mas aceitem nossa palavra de que está acontecendo.

Vocês estão saindo da dualidade mais e mais e aceitando seu Eu Multidimensional como uma parte vital de seu Ser.

Tirem um momento agora para refletir nas perguntas enquanto nós as fazemos:
Quais são suas prioridades?
Vocês ainda entram nos modos antigos de pensar?
Vocês ainda estão focalizados na sobrevivência?
Ou vocês estão aprendendo a deixar ir e confiar que vocês são muito mais do que seus corpos físicos na dualidade e ousam se aventurar no desconhecido?

São muitas maravilhas que estão reservadas para vocês no desconhecido.
Vocês conseguem deixar ir e confiar que estão se tornando expandidos e cheios de possibilidades?
Vocês depositam sua fé em seu Eu Superior e na Fonte?
Vocês estão sentindo a conexão entre sua Estrela da Alma e o Grande Sol Central?

Vocês se banham nessa Coluna de Luz provinda do Grande Sol Central, passando por todos os seus Chakras acima do corpo, penetrando e descendo até o núcleo da Terra?
Vocês sentem o poder?
Vocês estão começando a ter novos pensamentos e sentimentos que têm a ver com seu Eu expandido, com sua conexão com os outros e com todos os Seres do Cosmos, sencientes e não sencientes?

Quando vocês começarem a se envolver na Luz e permitir-se sentir todo o poder dela, vocês começarão a ter pensamentos de uma vibração muito mais elevada e a ver coisas de uma vibração muito mais elevada.
Vocês estão começando a entender a conexão entre vocês e os Reinos Espirituais e Galácticos?
Vocês estão se sentindo menos separados de tudo?

Por favor, reflitam e aceitem essas perguntas.
Por favor, dilatem seu tempo de meditação como um condutor dessa Luz Divina vinda do Grande Sol Central, distribuindo-a através de seu Coração e enviando-a para a Terra, e subindo-a de volta, num círculo constante entre a Terra e o Grande Sol Central, emitindo-a para todos que necessitam dela.

Em breve vocês não conseguirão decifrar essa linha tão sólida entre a Terra e vocês, o Sol Central e vocês, e entre vocês e os outros.
Sintam isto, vejam isto, experimentem isto e acolham isto.

Imaginem-se nadando num ambiente de energia, como num oceano de energia, onde todas as partículas não são separadas.
Vocês estão nadando e pulsando sua energia positiva, emitindo-a para se fundir com a energia positiva dos outros.
Imaginem isto.
Está ficando mais fácil para vocês imaginarem isto, não está?
É por causa do seu crescimento como Seres de Luz, Queridos.

Quanto mais Luz e Amor Incondicional vocês emitem, mais vocês estão protegidos.
Permitam que somente energia positiva entre em seu Ser e se distribua a partir de seu Ser, como se vocês se sentissem em uma enorme bolha de proteção.

Vocês estão descobrindo maravilhas que vocês não se deixavam descobrir antes, quando vocês estavam tão entrincheirados na dualidade.
Vocês estão entrando no imenso Mundo de Energia e Luz e sim, de Amor.
Seu DNA agora lhes permite abranger o que vocês não conseguiam abranger antes.
Vocês estão recebendo partículas de luz codificada de informação e as estão utilizando e aplicando.

Suas lembranças de como vocês já foram quando totalmente conectados à Fonte estão vindo à tona e seus poderes de criação estão se fortalecendo.
Usem-nos para criar seu Novo Mundo e deixar ir o velho.
É hora.

Muitos de vocês estão nos vendo; muitos de vocês estão se conectando conosco.
Será mais fácil ouvir, conectar-se e nos ver conforme vocês ficam mais conectados plenamente e mais integrados ao seu Eu Superior e à Fonte, ao Criador com o passar dos dias.
Vocês receberão mais orientação, ajuda e proteção.
Apenas peçam, Queridos.

Saiam mais e mais de suas "vestes carnais" em suas meditações e experimentem a Leveza do Ser.
Permitam que isto se estenda para seus momentos despertos.
Permitam que seu Eu Multidimensional coabite com vocês.
Experimentem.
Integrem-se ao seu Eu Superior, à Fonte e a todos os seus Eu.

Sua limpeza de todos os velhos programas de dualidade está permitindo que vocês façam isto.
Deixem ir e experimentem como é viver no Amor e na Luz o tempo todo, com orientação, informação e conhecimento disponíveis para vocês o tempo todo.
Esperem e experimentem isto, Queridos.
É hora.

Não se enganem: vocês estão ascendendo.
Só falta mais limpeza dos medos que vocês têm de experimentar totalmente a partida da dualidade e a entrada em seu Eu Multidimensional, em seu Eu Divino com tantas capacidades, habilidades e poderes de criação.

Soltem os "sacos de areia", por assim dizer, que estão impedindo que seu "balão" da Ascensão suba mais alto, os "sacos de areia" de medo, de sistemas antigos de crença que limitam vocês, de serem atraídos para o julgamento e raiva e para a descrença em sua Natureza Divina.
Permitam que eles se desconectem e deixem seu "balão" de Ascensão subir mais alto, Queridos: é hora.

Estamos sempre a serviço de vocês,
Mira do Alto Conselho Pleiadiano e Sananda.



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Tradução: SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/

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ESTÁ EM DÚVIDA? O CAMINHO CERTO TE ESPERA




"A dúvida te consome?
As incertezas invadem seus pensamentos e te deixam sem saber qual caminho seguir?
Ore! Tenha fé!
Acredite em Deus e em você e todas as dúvidas se dissiparão.
A vida é mesmo assim, cheia de incertezas e sempre com bifurcações onde você deve escolher que lado seguir.
 
Escolheu o lado errado?
Volte o retome o caminho certo.
Sabe que escolheu errado, mas não quer voltar e acha que pode aceitar de onde está?
Não pode.
O resultado não será o mesmo.
Deixe a preguiça de lado e volte mesmo que já tenha andado muito.
O caminho certo te espera.
Talvez não tivesse errado se tivesse prestado mais atenção às intuições, aos recados do seu coração.
É que muitas vezes teimamos em seguir o que nós achamos ser o certo, deixando muitas vezes de dar ouvidos ao que fala nosso coração e nossa intuição.
Mas isso é normal, somos humanos e somos passíveis de falhas e erros.
E isso é viver.
Errar, acertar e enfim encontrar o caminho certo.
Só você pode chegar onde quer.
Só você tem a chave da porta certa.
Só você pode guiar a chave e abrir-se ao mundo.
O caminho é árduo sim, como tudo na vida.
Tudo o que conquistamos é muito mais prazeroso do que aquilo que conseguimos facilmente, por doação.
Portanto, viver é isso e encontrar o caminho certo só depende das nossas escolhas.
Vá em frente, reclame do que não concorda, coloque seus pontos de vista e só assim saberá o caminho a seguir.
Desejo a você um caminho nem longo, nem curto, nem suave, nem íngreme; nem fácil, nem difícil.
Desejo apenas que você siga e chegue ao final.
Muitas vezes o caminho não é muito agradável, mas o importante é onde queremos chegar e quanto a isso, acredite, com toda a certeza do mundo, valerá a pena o caminho percorrido.
Tudo passará a valer a pena diante do objetivo alcançado.
Que Deus te dê forças para continuar e que seu sorriso nunca abandone seus lábios, pois eles trarão sorrisos de volta e, com isso, você estará semeando flores pelo caminho”.
Assinado : Josué
Data : 26 de junho de 2012
Local : "Casa da Prece" - Sorocaba ( SP )
Médium : S.A.O.G.

 http://www.partidaechegada.com/


 

Vulcão CUMBRE VIEJA -Mega Tsunami pode atingir o Norte e Nordeste do Brasil e a Costa Leste dos USA.

Um mega tsunami é um raro tsunami com ondas de mais de 100 metros de altura.
Deixando de lado alguns grandes tsunamis no Alasca, incluindo aí um de 520 metros de altura, na baia de Lituya - Alasca, acredita-se que o último mega tsunami que atingiu uma área com população ocorreu há 4.000 anos.
Geólogos dizem que tal evento é causado por gigantescos deslocamentos de terra, originados por uma ilha em colapso, por exemplo, em um vasto corpo d'água como um oceano ou um mar.
Mega tsunamis podem atingir alturas de centenas de metros, viajar a 900 km/h ao longo do oceano, potencialmente alcançando 20 km ou mais terra adentro em regiões de plataformas continentais/costas de baixa altitude.
Em oceanos profundos, um mega tsunami é quase invisível.
Move-se em um deslocamento vertical de aproximadamente um metro, com um comprimento de ondas de centenas de quilômetros.
Porém, a enorme quantidade de energia dentro deste movimento de gigantesca massa líquida produz uma onda muito mais alta, à medida que a onda se aproxima de águas rasas situadas nas costas litorâneas das plataformas continentais.

Ilha de La Palma e a Cratera do Vulcão Cumbre Vieja

Terremotos geralmente não produzem tsunamis desta escala, a não ser que eles possam causar um grande deslocamento de terra debaixo d' água, tipicalmente tais tsunamis têm uma altura de dez metros ou menos (seria o caso do Tsunami do Japão em Março de 2011).
Deslocamentos de terras que são grandes comparadas à profundidade atingem a água tão rapidamente que a água que foi deslocada não pode se estabelecer antes que as rochas atinjam o fundo.
Isto significa que as rochas deslocam a água em velocidade total em todo seu caminho ao fundo.
Se o nível da água é profundo, o volume de água deslocado é muito grande e as partes baixas estão sob alta pressão.
Isto resulta numa onda que contém grande quantidade de energia.
Algumas pessoas assumem que mega tsunamis pré-históricos varreram antigas civilizações, como um castigo do(s) deus(es), comum em muitas culturas ao redor do mundo.
Porém, isto é improvável, considerando que mega tsunamis usualmente acontecem sem qualquer aviso, atigindo apenas áreas costeiras e não necessariamente ocorrendo após uma chuva qualquer.
A hipótese de mega tsunamis foi criada por geólogos buscando por petróleo no Alasca.
Eles observaram evidência de ondas altas demais em uma baía próxima.
Cinco anos depois, uma série de deslocamentos de terra foi revelada como a causa destas altas ondas no Alasca.
O histórico geológico mostra que megatsunamis são muito raros, mas que devastam qualquer coisa próxima à costa atingida.
Alguns podem devastar costas de continentes inteiros.
O último evento conhecido desta magnitude aconteceu há 4 mil anos na Ilha de Reunião, leste de Madagascar.
Uma onda que atingiu 524 metros de altura - Baia de Lituya - Alaska - 1958
Um fato sempre intrigou biólogos e geólogos na baia de Lituya, no Alaska.
Ao redor de toda a baia, nas margens, existe uma faixa de vegetação começando da linha dagua composta por arvores jovens e somente muitas dezenas e até centenas de metros acima é que aparecem as árvores velhas.

Os cientistas sempre souberam que as arvores jovens nasceram em decorrência da morte das arvores velhas que ali estavam, mas não sabiam o que havia causado isso.

Um evento geológico colossal elucidou o enigma.


No dia 9 de julho de 1958, um grande terremoto de 8.5 graus na escala richter sacudiu a região da baia de Lituya.
Uma grande massa de rocha com volume estimado de 30 milhões de metros cúbicos se desprendeu de uma altura de 900 metros de uma montanha, mergulhando na profunda baia de Lituya.
O gigantesco e súbito deslocamento de água produziu uma descomunal onda.
Segundos depois, parte da onda atingiu a margem oposta ao deslizamento 1350 metros adiante e quebrou, subindo uma outra montanha e derrubando arvores a inacreditáveis 524 metros de altura.
O restante da onda seguiu adiante e arrasou com a baia de Lituya derrubando arvores a até 200 metros de altura.

Os acontecimentos de 1958 no ALASCA mostraram que Tsunamis também podem ser criados por deslocamento de grandes massas de rochas de ilhas vulcânicas e deslocamento de grandes massas de água sobre a plataforma continental, o que se um dia ocorrer, será numa escala muito maior e poderá devastar faixas litorâneas inteiras de muitos países.

Ameaças de Mega tsunamis

Ilhas vulcânicas como as de Reunião e as Ilhas do Havaí podem causar megatsunamis porque elas não são mais do que grandes e instáveis blocos de material mal agrupado por sucessivas erupções.
Evidência de grandes deslocamentos de terra foram encontradas na forma de grande quantidade de restos subaquáticos, material terrestre que caiu oceano adentro.
Em anos recentes, cinco de tais restos foram encontrados somente nas ilhas havaianas.
Alguns geólogos acreditam que o maior candidato para a causa do próximo megatsunami é a erupção do VULCÃO CUMBRE VIEJA na ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias, na costa oeste da África. Em 1949, uma erupção causou a queda do cume de Cumbre Vieja e fez cair vários metros adentro do Oceano Atlântico.
Acredita-se que a causa disto foi causada pela pressão do magma em aquecimento e água vaporizando-se presa dentro da estrutura da ilha, causando um deslocamento da estrutura da ilha.

Durante uma próxima erupção, que estima-se acontecerá em algum tempo nos próximos anos ou milênios, irá causar um novo deslocamento da ilha, fazendo a metade ocidental, pesando talvez 500 milhões de toneladas, deslocar-se catastroficamente em direção ao fundo do oceano e com isso gerando uma imensa onda em direção ao oeste, ao norte/nordeste do Brasil e à costa leste dos EUA.
''Isto irá automaticamente gerar um megatsunami com ondas locais com alturas de centenas de metros''.
Depois que o tsunami cruzar o Atlântico, provavelmente irá gerar uma onda com 10 a 25 metros de altura ao chegar no Caribe e na costa leste da América do Norte várias horas depois (entre oito a dez horas), gerando grandes problemas econômicos e sociais para as populações litorâneas sobreviventes dos países envolvidos e para a economia global como um todo.
Enquanto que potencialmente não tão destruidor como um super-vulcão, um mega tsunami seria um desastre sem precedentes em quaisquer regiões em que este evento ocorra.
Investigação intensiva na seqüência da catástrofe do tsunami na Indonésia de 26 de dezembro de 2004 mostrou que muitas outras zonas costeiras também estão em perigo de sofrerem impacto de tsunamis.
Assim, as costas leste e oeste do Atlântico e na costa do Mediterrâneo, não estão a salvo de maremotos e, portanto, devem ser mais bem protegidas.

Tsunamis no Atlântico

Mapa de ocorrências históricas de Tsunamis no Atlântico:

 
Locais de ocorrências de Tsunamis na área do Oceano Atlântico.
Em vermelho houve séria destruição, em amarelo destruição moderada e em branco pequena destruição.
Poucas catástrofes como tsunamis ocorrem no Atlântico, em comparação com o Pacífico.
Os maremotos em Lisboa (em 1º de NOVEMBRO DE 1755, posterior ao grande terremoto acontecido no mesmo dia com epicentro no nordeste do Oceano Atlântico e que destruiu Lisboa) e em Porto Rico foram até agora a maior catástrofe de tsunamis, quando milhares de pessoas perderam suas vidas.


Localização potencial do epicentro do terremoto de 1755 em LISBOA e o tempo de propagação e chegada do posterior tsunami, em horas após o sismo
Vulcão pode provocar tsunami nos EUA e no norte do Brasil, dizem cientistas
Por Daniel Flynn - WWW.REUTERS.COM
MADRI (Reuters) -
Uma onda de 50 metros de altura atingindo o litoral atlântico dos Estados Unidos e destruindo tudo no seu caminho --não se trata de um filme de Hollywood, mas de uma sombria previsão de cientistas britânicos e norte-americanos, que também incluem o BRASIL na lista de possíveis lugares atingidos.
Enquanto a comunidade internacional tentava ajudar as vítimas do devastador maremoto de dezembro no sul da Ásia, os especialistas alertam que a erupção de um vulcão nas ilhas Canárias (que pertencem à Espanha e ficam no litoral norte da África) pode provocar a maior tsumami já registrado na história humana.
Cálculo da evolução das ondas do Tsunami com o colapso do Vulcão Cumbre Vieja:
Cálculo da evolução do tsunami: A = 2 minutos, B = 5 minutos, C = 10 minutos, D = 15 minutos, E = 30 minutos, F = 1 hora, G = 3 horas, H = 6 horas atinge o Norte/Nordeste do BRASIL e I = 9 horas atingindo a Flórida.
Segundo um polêmico estudo desses cientistas, uma explosão no vulcão Cumbre Vieja, na ilha de La Palma, pode lançar uma montanhas de rochas do tamanho de uma ilha dentro do Atlântico, a uma velocidade de até 350 quilômetros por hora.
Mas muitos cientistas dizem que o risco de uma megatsunami provocado por tal erupção está sendo exagerado.
Nesse estudo, a energia liberada pela erupção seria equivalente ao consumo de eletricidade nos Estados Unidos durante seis meses.
As ondas sísmicas se deslocariam pelo Atlântico na velocidade de um avião a jato (900 km/hora).
A devastação nos Estados Unidos provocaria prejuízos de trilhões de dólares e ameaçaria dezenas de milhões de pessoas.
Países como a Espanha, Portugal, Grã-Bretanha, França, BRASIL, Região do Caribe, Guianas, Venezuela e todos os países da África Ocidental também poderiam ser atingidos pelas ondas gigantes.
"Isso pode ocorrer na próxima erupção, que pode acontecer no próximo ano, ou pode levar dez mil anos para acontecer", disse Bill McGuire, do Centro de Pesquisas Benfield Hazard, da Grã-Bretanha.
O Cumbre Vieja, que teve sua última explosão em 1971, normalmente tem erupções em intervalos de 20 a 200 anos.
"Simplesmente não sabemos quando vai acontecer, mas há alguém preparado para assumir o risco depois dos incidentes do Oceano Índico?", disse McGuire, propondo a criação de um programa para monitorar a atividade sísmica na encosta do vulcão.
Foto de satélite do Vulcão Cumbre Vieja nas Ilhas Canárias
"Precisamos fazer com que as pessoas saiam antes do colapso em si.
Uma vez que o colapso tenha acontecido, o Caribe teria nove horas, e os EUA de 6 a 12 horas, para retirar dezenas de milhões de pessoas."
Mas outros especialistas vêem exageros na previsão sobre o Cumbre Vieja ou sobre o vulcão havaiano de Kilauea.
A Sociedade Tsunami, que reúne especialistas de vários países, diz que essas teorias só servem para assustar as pessoas.
O grupo argumenta que o Cumbre Vieja não explodiria em uma única rocha e que a onda criada seria muito menor
 (apesar de haver registros históricos de mega explosões como a do Vulcão submerso THERA em Santorini, no arquipélago das ilhas gregas conhecidas como As Cíclades, no Mar Egeu, que em torno de 1.680 a.C. explodiu violentamente, literalmente jogando pelos ares a maior parte da ilha Santorini e o topo da montanha
Fotos de satélite de SANTORINI, no Mar Egeu e o gigantesco buraco/vazio deixado na ilha pela explosão do vulcão THERA em 1.680 a.C.
O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mar Mediterrâneo.
A erupção do vulcão THERA em Santorini parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul.
Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida.
"Estamos falando de milhares de anos no futuro. Qualquer coisa pode acontecer.
Nesse meio tempo um asteróide também poderia cair na Terra", disse George Pararas-Carayannis, fundador da Sociedade Tsunami.
Muitos especialistas acham que as tsunamis provocadas por deslizamentos abruptos duram menos do que aquelas geradas por terremotos fortes, como o de 26 de dezembro de 2004, na Indonésia que matou cerca de trezentas mil pessoas.
 
O arquipélago da Ilhas Canárias. Na Ilha de EL HIERRO, AO SUL DA ILHA DE PALMA, onde está o CUMBRE VIEJA está acontecendo uma enorme atividade sísmica, com muitos terremotos (alguns são submarinos).
Charles Mader, editor de uma revista do Hazards sobre tsunamis, prevê que mesmo um enorme deslizamento em La Palma provocaria ondas de apenas um metro de altura nos EUA.
De qualquer forma, especialistas avaliam que a ameaça das tsunamis estava subestimada antes da tragédia asiática, que matou mais de 150 mil pessoas.
"Não seria surpresa para mim se amanhã víssemos outra tsunami como essa," disse Pararas-Carayannis, apontando para as falhas geológicas de Portugal, de Porto Rico e do Peru como riscos possíveis.
Para McGuire, um sistema de alerta no Índico teria evitado completamente as mortes em Sri Lanka e na Índia, já que na maioria dos casos a população precisava se deslocar apenas um quilômetro para ficar a salvo.
Na opinião dele, o risco dos tsunamis para a Terra só é inferior ao do aquecimento global.
"Com as costas fortemente ocupadas agora, particularmente nos países em desenvolvimento, as tsunamis são um grande problema porque, ao contrário dos terremotos, transmitem a morte e a destruição através de oceanos inteiros."

Ilhas Canárias: Risco de erupção vulcânica em El Hierro ao sul de LA PALMA


Foto à esquerda: El Hierro, nas Ilhas Canárias: Risco de erupção vulcânica. Esferas azuis e vermelhas marcam a ocorrência de Terremotos recentes.
As autoridades espanholas estão a mobilizar-se para uma eventual evacuação da ilha de El Hierro, no arquipélago espanhol das Canárias, devido ao risco de uma erupção vulcânica.

Nos últimos dias do ano de 2011, têm-se registrado uma série de movimentos sísmicos na ILHA DE EL HIRRO, e especialistas estão agora a avaliar se o magma está subindo.

Barcos transportando equipes da Unidade Militar de Emergências do governo espanhol local partiram, no final da manhã, para El Hierro, para uma eventual operação de evacuação.

Cinquenta e três pessoas foram já realojadas e o principal túnel da ilha, entre as localidades de Frontera e Valverde, foi fechado.
Desde o dia 19 de Julho até às 11h16 de hoje, foram registados 8.356 eventos sísmicos (TERREMOTOS) na ilha de EL HIERRO, segundo dados do Instituto Geográfico Nacional (IGN) dA Espanha.

Apenas 15 teriam sido sentidos de fato pela população, segundo a edição online do diário espanhol El Pais.
Mas o número de sismos aumentou e alguns mais recentes parecem estar a ocorrer a uma profundidade menor do que a maioria, o que pode significar um aumento do nível do magma sob a ilha.

Especialistas dizem que esta ocorrendo erupções submarinas em EL HIERRO, que se localizam a cerca de 2.000 metros de profundidade no leito do oceano e a uma distância entre cinco e sete quilômetros da costa.

De qualquer forma, com o aumento na frequência dos eventos sísmicos o governo das Ilhas Canárias acionou o nível "amarelo" de alerta - o segundo menos grave numa escla de quatro cores, e que implica em maior informação à população e planificação de recursos.

As autoridades estão se preparando para, caso necessário, retirar 4.000 pessoas da Ilha de El Hierro em quatro horas.
Segundo Maria del Carmen Romero, professora de Geografia da Universidade de Laguna, citada pelo jornal La Vanguardia, um dos principais riscos é o de desmoronamentos de terras, já que a ilha tem encostas muito acentuadas.

No entanto, pode não chegar a haver uma erupção vulcânica, lembrando de uma crise sísmica semelhante, descrita em crónicas de 1793, sem erupção vulcânica.

Tradução e imagens de várias fontes: Thoth3126@gmail.com


Ligação Consciente com o EU SOU

 

Um passo fundamental para a ligação consciente é a meditação.
É no silêncio da meditação que o aspirante ouvirá, pela primeira vez, a voz da Presença Divina.
Quando ouvida, essa voz "troveja" em todas as células.
Ela não faz elogios, nem tampouco é lisonjeira.
É uma voz de comando e indica o que o aspirante deve fazer.

Há muitas técnicas de meditação e, em princípio, qualquer delas serviria.
Contudo, vamos discorrer sobre uma técnica simples, eficiente e apropriada para os ocidentais.
Os orientais praticam técnicas diferentes que, geralmente, exigem certas disciplinas mais apropriadas para eles e que são mais difíceis para nós ocidentais.

O primeiro cuidado é escolher um local e horário em que se tenha a certeza de que não será interrompido durante o exercício.

Sentar-se confortavelmente com a coluna ereta.
Acalmar a respiração e procurar esvaziar a mente de todos os pensamentos.
É recomendável fazer o apelo do Manto de Luz (B3).

"EU SOU o intransponível Manto Eletrônico de Proteção que me mantém na Luz e Abrigo do meu Divino Eu, dá-me segurança e proteção onde quer que eu esteja e afasta toda imperfeição de mim.
Eu me mantenho firmemente nesta Luz e dirijo a atenção à Perfeição Divina em mim e em toda vida que me cerca".

Pedir ao Anjo da Guarda e ao Mestre de sua preferência que o ajudem no exercício de meditação.

Fazer a contagem decrescente de 3 a 1, conforme descrito a seguir, e conscientizar-se que, ao final da contagem, será atingido o nível ideal da meditação.
Inspirar profundamente e, ao expirar, imaginar o número 3, três vezes.

Novamente, inspirar profundamente e, ao expirar, imaginar o número 2, três vezes.
Sempre se lembrando que, ao chegar a um, o nível ideal de meditação será atingido, novamente, inspirar profundamente e, ao expirar, imaginar o número 1, três vezes.

Então, dirigir a atenção para a Chispa Divina que habita no coração, envolta pela Chama Trina (Azul, Dourado e Rosa) e concentrar-se na afirmação: "EU SOU LUZ".


Este mantra deverá ser mentalmente repetido durante todo o tempo que durar a meditação. Se notar que a atenção se desviou, procurar se concentrar novamente nas palavras "EU SOU LUZ".

Às vezes, essa técnica é chamada de "meditação EU SOU LUZ".
Sabe-se que qualquer outro mantra pode ser usado, mas este é o que traz maiores benefícios para os alunos da Luz do mundo ocidental.

Para sair da meditação, deve-se proceder à contagem de 1 a 5.

Conscientizar-se de que, ao chegar a 5, estará bem desperto, consciente, sentindo-se melhor do que antes.
Deixar o pensamento "EU SOU LUZ" se afastar lentamente e, ao completar a contagem, abrir os olhos.
Procurar sentir o corpo, movimentar-se aos poucos e agradecer à Presença Divina e a todos os ajudantes divinos que ajudaram durante o exercício.

Os melhores horários são: pela manhã, ao despertar; e, à noite, antes de se deitar.
O ideal é que o tempo seja de meia-hora, mas, se não conseguir, começar com, pelo menos cinco minutos e aumentar pouco a pouco.
Estabelecer o ritmo, isto é, repetir o exercício todos os dias, de preferência no mesmo horário.
Cinco minutos por dia, todos os dias, traz mais benefícios que meia hora de vez em quando.

No início, música suave pode ajudar, principalmente para acalmar a mente.
Contudo, com o desenvolvimento da capacidade de meditação, a música pode atrapalhar desviando a atenção.

Também, é comum surgirem imagens ou outras sugestões durante a meditação.
Tudo deve ser deixado de lado, pois geralmente tais sugestões são oriundas do Plano Astral e não do Plano Divino.
Concentrar-se no mantra EU SOU LUZ, que não deve ser pronunciado em voz audível durante a meditação, apenas mentalmente.
Com a prática, o aluno conseguirá discernir se os pensamentos que surgem são realmente do Plano Divino ou dos Planos Inferiores.

Geralmente, leva-se muito tempo para seja percebido algum desenvolvimento.
Portanto, são necessárias disciplina, consistência e persistência.

Bom trabalho!

Amor e Luz,
Eduardo AG

Sinta-se no alto da Torre Eiffel




Sinta-se no alto da Torre Eiffel, ao som de Ives Montand, cantando "Sur le ciel de Paris"

http://www.gillesvidal.com/blogpano/paris.htm

UMA ORAÇÃO

Senhor Jesus!


Auxilia-nos a compreender mais, a fim de que possamos servir melhor, já que, somente assim, as bênçãos que nos concedes podem fluir, através de nós, em nosso apoio e em favor de todos aqueles que nos compartilham a existência.

Induze-nos à prática do entendimento que nos fará observar os valores que, porventura, conquistemos, não na condição de propriedade nossa e sim por manancial de recursos que nos compete mobilizar no amparo de quantos ainda não obtiveram as vantagens que os felicitam a vida.

E ajuda-nos, oh! Divino Mestre, a converter as oportunidades de tempo e trabalho com que nos honraste em serviço aos semelhantes, especialmente na doação de nós mesmos, naquilo que sejamos ou naquilo que possamos dispor, de maneira a sermos hoje melhores do que ontem, permanecendo em ti, tanto quanto permaneces em nós, agora e sempre.

Assim seja.

                                                                                                     MOMENTO ESPIRITA.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro 17/07


Na ilha de Creta havia um quadro da Virgem Maria muito venerado pelos milagres atribuída a Virgem Maria.
Um negociante roubou o quadro, pensando no bom preço que receberia por ele, em Roma.
Durante a viagem o navio foi atingido por uma tempestade, que ameaçava afundá-lo.
Os tripulantes recorreram a Virgem Maria e logo a tormenta parou, permitindo que o navio ancorasse em um porto italiano.

Nesse quadro a Virgem Maria foi representada a meio corpo, segurando o Menino Jesus nos braços.
O Menino segura forte a mão da Mãe e observa assustado, dois anjos que lhe mostram os elementos de sua Paixão.
São os Arcanjos Gabriel e Miguel que flutuam acima dos ombros de Maria.
A belíssima obra é atribuída ao grande artista grego Andréas Ritzos daquele século e pode ter sido uma das cópias do quadro da Virgem pintado por São Lucas, segundo os peritos.


O ladrão faleceu e a Virgem Maria apareceu a uma menina, filha da mulher que guardava a pintura, avisando que a imagem de Santa Maria do Perpétuo Socorro deveria ir para uma igreja.

O quadro foi então solenemente entronizado na capela de São Mateus, em Roma no ano de 1499 e ai permaneceu durante décadas.

Em 1739, eram os agostinianos irlandeses exilados do seu país, os responsáveis dessa igreja e do convento anexo, no qual funcionava o centro de formação da sua Província, em Roma.
Ali, todos encontravam paz sob a devoção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Mas foram designados para a igreja de Santa Maria em Posterula, também em Roma, e para lá também seguiu o quadro da "Virgem de São Mateus". Mas ali já se venerava Nossa Senhora da Graça.
O ícone foi colocado na capela interna e acabou quase esquecido.
Isto só não ocorreu, por causa da devoção de um agostiniano remanescente do antigo convento.

Mais tarde, já idoso ele quis cuidar para a devoção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, não ser esquecida e contou a história do ícone milagroso à um jovem coroinha.
Dois anos depois de sua morte, em 1855 os padres redentoristas compraram uma propriedade em Roma, para estabelecer a Casa Generalícia da Congregação fundada por Santo Afonso de Ligório.
Mas não sabiam que aquele terreno era da antiga igreja de São Mateus, escolhida pela própria Virgem para seu santuário.
No final desse ano ingressou com a primeira turma do noviciado aquele jovem coroinha.

Em 1863, já padre, ajudou os redentoristas a localizarem o ícone de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, depois da descoberta oficial dessa devoção nos livros antigos da igreja de São Mateus.
O quadro entregue pelo próprio Papa Pio I, com a especial recomendação: "Fazei que todo o mundo A conheça", foi entronizado no altar-mor do seu atual santuário, em 1866.
Outras cópias seguiram com esses missionários para a divulgação da devoção a partir das novas províncias instaladas por todo o mundo.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi declarada Padroeira dos Redentoristas, sendo celebrada no dia 27 de junho.


Oração


Ó Senhora do Perpétuo Socorro, mostrai-nos que sois verdadeiramente nossa Mãe obtendo-me o seguinte benefício: (faz-se o pedido) e a graça de usar dele para a glória de Deus e a salvação de de minha alma.

Ó glorioso Santo Afonso, que por vossa confiança na bem-aventurada Virgem conseguiste tantos favores e tão perfeitamente provastes, em vossos admiráveis escritos, que todas as graças nos vêm de Deus pela intercessão de Maria, alcançai-me a mais tenra confiança para com nossa Mãe do Perpétuo Socorro e rogai-lhe, com instância, me conceda o favor que reclamo do seu poder e bondade maternal.

Eterno Pai, em nome de Jesus e pela intercessão de nossa Mãe do Perpétuo Socorro e de Santo Afonso.
Peço-vos me atendeis para vossa glória e bem de minha alma.
Amém


Oração


Deus, nosso Pai, nós vos agradecemos porque nos destes Maria como nossa Mãe e refúgio nas aflições.
Socorrei-nos, dia e noite, ó Mãe do Perpétuo Socorro.
Ajudai os doentes, e os aflitos vinde consolar!
Vosso olhar a nós volvei e vossos filhos protegei.
Ó Maria dai saúde ao corpo enfermo, dai coragem na aflição; sede a nossa estrela-guia na escuridão. Socorrei-nos, amparai-nos e dai-nos hoje a graça que vos pedimos.
Amém!



© Edith Carlota Marshall