sexta-feira, 21 de setembro de 2012

MINI CURSO - PARA AS GRÁVIDAS E MÃES RECENTES – TÉCNICA

 

 

Saudações Plenas,

Para as grávidas, mãe de bebês e quem mais se interessar para repassar, posto um mini manual de Shantala, técnica de massagem para ser utilizada pela grávida e após o nascimento do bebê.

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Paz e Luz
Fernando Martins

MP3 – RETURN TO INNOCENCE - ENIGMA

 


 


Saudações Plenas,

A versão completa da música Return to Innocence um dos muitos sucessos do grupo new age Enigma.

Quem quiser ouvir basta baixar pelo link

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Paz e Luz
Fernando Martins

E-BOOK - THE SECRET – RHONDA BYRNE

 

 


Saudações Plenas,


Um livro famoso, que vendeu milhões em todo o mundo, suscitou discussões, filmes, teses, enfim, mexeu com corações e mentes nos quatro cantos.


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Paz e Luz
Fernando Martins

AMAS, uma Anomalia Magnetica sobre o Brasil

 

 
 

 
 
A História Magnética do Brasil e a AMAS-Anomalia Magnética do Atlântico Sul

Agora está claro que a região onde o campo é mais fraco em toda a superfície terrestre, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, está se deslocando e se expandindo.
Antes restrita ao sul da África, essa área atualmente cobre parte do sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul e o BRASIL. 
 
Thoth3126@gmail.com
FONTE: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4458&bd=1&pg=1

Análise de fragmentos de tijolos de construções antigas registra enfraquecimento do campo magnético sobre a América do Sul
Carlos Fioravanti - Edição Impressa 185 – Julho 2011

Durante quatro anos, o físico Gelvam Hartmann coletou e examinou quase 600 fragmentos de tijolos de igrejas e casas antigas da Bahia, de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo para conhecer a variação do campo magnético terrestre sobre o Brasil nos últimos 500 anos, um período sobre o qual praticamente não havia informação do ponto de vista geofísico.
Seu trabalho registrou uma inesperada queda na intensidade do campo magnético nas regiões Nordeste e Sudeste e, a partir daí, estabeleceu um método de análise de materiais arqueológicos brasileiros que confirmou ou definiu as prováveis datas de construções antigas, algumas delas sem nenhuma documentação histórica.
 
 
As amostras preparadas vão para o forno: resgate magnético
 
Ao lado de arqueólogos, arquitetos e geólogos, Hartmann tirou pequenas lascas de tijolos de igrejas e casas coloniais do Pelourinho, no centro histórico de Salvador, com martelo e talhadeira quando era possível ou, quando não, com uma furadeira resfriada a água.

Aos poucos, enquanto examinava esse material no Instituto de Física do Globo de Paris (IPGP) e no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), ele construiu a história magnética do Brasil, ao confirmar as datas das construções e associá-las com as respectivas intensidades magnéticas.

Assim é que emergiu uma informação nova – a intensidade do campo magnético, de 36,2 microteslas (tesla é a unidade de medida da densidade de fluxo magnético) – de uma das mais antigas construções do Brasil, a Catedral de São Salvador, erguida pelos jesuítas entre 1561 e 1591 com dinheiro do terceiro governador-geral do Brasil, Mem de Sá, e um sino trazido de Portugal.

Quase não houve problemas com a maioria das amostras das fundações e das paredes das igrejas de Salvador, mas, estranhamente, a análise de uma amostra da casa do poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca do Inferno por causa do sarcasmo com que tratava as autoridades de Salvador, indicou que a construção teria sido erguida em 1830, não entre 1695 e 1700, como os documentos indicavam.

Hartmann verificou depois que essa era a data apenas do terceiro piso – construído mais tarde –, de onde ele havia coletado amostras de tijolos quando aquela parte da casa passava por uma restauração.
“Os geofísicos estão nos ajudando a contar a história da ocupação do Brasil”, reconhece Marisa Afonso, professora de arqueologia e vice-diretora do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP.

Em abril de 2004, ela atravessava um longo dia chuvoso no centro regional do MAE em Piraju, interior paulista, quando recebeu um e-mail de Ricardo Trindade, professor do IAG e orientador de Hartmann no doutorado.

De Paris, Trindade a convidava para ajudar a construir a curva de datação de materiais arqueológicos, como ainda não havia sido feita no Brasil, usando registros do campo magnético, nos moldes do que ele já tinha visto por lá.
“Quanto mais métodos de datação, melhor, porque as técnicas mais usadas, como carbono 14 e termoluminescência, nem sempre funcionam em todos os casos”, diz ela.
 
“Por sorte tanto Gelvam quanto Ricardo gostam de arqueologia e sabem falar do que fazem de maneira simples.”
 
Ao mesmo tempo, Hartmann e outros pesquisadores do IAG estão detalhando as variações do campo magnético terrestre, principalmente nas regiões onde é menos intenso.

O campo é gerado pelo movimento do ferro líquido no núcleo da Terra, expressa-se na superfície do planeta, orientando as bússolas, e forma uma barreira invisível a 30 mil quilômetros acima da superfície do planeta que dificulta a entrada de partículas vindas do Sol. Agora está claro que a região onde o campo é mais fraco em toda a superfície terrestre, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, está se deslocando e se expandindo.
Antes restrita ao sul da África, essa área atualmente cobre parte do sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul. 

 
 
 
Campo magnético total da Terra, sobre o Brasil na área azul mais escura (acima) existe a AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA do inglês, South Atlantic Anomaly; ), observar que as linhas de campo na região formam uma figura que se assemelha a um bico de um pato, por isso é chamada “El Pato”.

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anomalia_do_Atl%C3%A2ntico_Sul

O ponto de menor intensidade dessa mancha está se deslocando para oeste: já esteve no sul da África, e depois no meio do Atlântico Sul, a meio caminho entre o Brasil e a África do Sul.

Por volta de 1930 estava perto da cidade do Rio de Janeiro, migrou para o sul e estacionou sobre o estado de Santa Catarina e atualmente se encontra no Paraguai, com uma intensidade de cerca de 22 microteslas (ver mapa).

Algumas consequências são conhecidas: justamente nas áreas onde o campo é mais fraco os satélites de telecomunicações e os ônibus espaciais podem sofrer mais interferências magnéticas, que podem danificar seus equipamentos, tanto quanto, em uma escala menor, um ímã pode desmagnetizar um computador e o fazer perder as informações.

 

 Os resultados surgiram após uma série de surpresas, nem todas agradáveis.
Hartmann conta que se sentiu desarvorado em maio de 2008, logo no início de um estágio de seis meses no laboratório de paleomagnetismo do Instituto de Física do Globo de Paris.
 
Seu propósito era caracterizar o campo magnético do material que tinha levado – fragmentos cerâmicos brasileiros dos últimos 2 mil anos –, mas as coisas começaram a dar errado.
“Yves Gallet, o chefe do laboratório, disse que eu não conseguiria analisar aquelas peças, por não estarem bem cozidas por dentro.
 
Cerâmicas, tijolos, telhas ou qualquer outro material que passou por um aquecimento intenso podem guardar o registro do campo magnético da Terra no momento do cozimento, mas, para isso, têm de ter sido assados de modo uniforme.
 
Yves me fez uma proposta: ‘Vá para o Brasil, fique lá 20 dias, colete material histórico, de no máximo 500 anos, e volte; te pago a passagem’”, conta Hartmann.
 
Ele desembarcou em Salvador, a primeira capital do Brasil. De imediato procurou Carlos Etchevarne, professor de arqueologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que conhecera em um congresso três anos antes, e Rosana Najjar, arqueóloga do Instituto do PatrimônioHistórico e Artístico Nacional (Iphan) e coordenadora do Projeto Pelourinho de Arqueologia (Monumenta/Iphan).

Etchevarne e Rosana o apresentaram a outros arqueólogos, que o ajudaram a coletar fragmentos de tijolos de fundações, paredes ou tetos de 20 construções antigas do Pelourinho.

“Nunca tínhamos trabalhado antes com físicos”, conta Etchevarne, “mas conseguimos um diálogo muito bom, rapidamente, com objetivos comuns”.

 
Outra visão da AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul que está sobre a maior parte do BRASIL. (Satélite ROSAT) –
Sobre mudanças do Campo Eletromagnético do Planeta ver mais em:
 
Eles selecionaram prédios cuja data de construção já era conhecida por meio de registros históricos ou de pesquisas arqueológicas.

A razão é simples: Hartmann precisava de uma referência inicial para estabelecer a data de construção por seus próprios métodos, medindo a intensidade dos resquícios do campo magnético registrado em minerais ferrosos como a magnetita e a hematita, que compõem a argila usada para fazer os tijolos dessas construções.

Tanto quanto a data, lhe interessava a intensidade do campo magnético no momento do cozimento. “O campomagnético da Terra oscila incessantemente, em diferentes escalas de tempo, de milissegundos a bilhões de anos, de modo que fragmentos de construções com idades distintas registram valores do campo também distintos”, diz ele.

Clique aqui para ver infográfico

De volta a Paris, Hartmann conta que trabalhou “16 horas por dia, incluindo sábados e domingos”, durante dois meses para determinar a idade e a intensidade do campo magnético do material que havia levado.

Com essas e outras amostras colhidas em outra viagem a Salvador, ele confirmou por seus próprios métodos as datas de construções históricas, afinando as técnicas de trabalho.

“Esses dados servem de ferramenta de datação de construções históricas”, atesta Trindade, que acompanhou a segunda expedição a Salvador, em dezembro de 2008. Servem mesmo.

À medida que dominava a técnica e criava uma associação entre as datas e as intensidades do campo magnético, Hartmann pôde definir a data de construção – entre 1675 e 1725 – de uma casa do Pelourinho, a de número 27, da qual os arqueólogos não tinham nenhuma documentação.

No instituto em Paris e no IAG, Hartmann preparou 295 amostras de 14 igrejas e casas de Salvador. Depois, na Região Sudeste, percorreu casas de fazenda, igrejas e outras construções de São Paulo, ao lado do arqueólogo Paulo Zanettini, e do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, com a arqueóloga Rosana Najjar, e obteve mais 289 amostras de 11 lugares.

Hartmann deixou as amostras no formato de cubos com um centímetro de lado.

Depois submeteu as amostras ao forno paleomagnético, que, após sucessivos aquecimentos e resfriamentos, resgata a intensidade e a orientação do campo magnético no momento em que a argila foi queimada pela primeira vez.

É um método demorado e, por enquanto, de baixa eficiência: Hartmann obteve boas informações de apenas 56% das amostras do Nordeste e de 38% das do Sudeste.

Depois de assar, resfriar e medir no magnetômetro as amostras de cada lugar que visitou, Hartmann construiu as curvas de variação da intensidade do campo magnético para cada região.

A do Nordeste exibiu valores decrescentes – em torno de 40 microteslas em 1560 para 25 em 1920 – com uma queda de aproximadamente cinco microteslas a cada século.

“É bastante”, diz ele.

Os valores das amostras da Região Sudeste apresentaram uma queda mais acentuada, como detalhado em um artigo publicado este ano na revista Earth and Planetary Science Letters, onde em 2010 saíram os dados sobre o Nordeste.

“Os dois artigos representam uma contribuição fundamental para a compreensão da evolução do campo magnético terrestre nos últimos 500 anos”, assegura Trindade.

O geofísico Igor Pacca, professor do IAG e um dos pioneiros no Brasil no estudo do campo magnético terrestre, levantou as informações de milhões de anos atrás, registradas em rochas.

As mais recentes, do início do século passado para cá, estão sendo coletadas por observatórios terrestres e satélites.

Ao menos nas primeiras tentativas, essa técnica não serviu para datar pinturas rupestres, nem panelas de barro, que perderam o campo magnético original por terem ido muitas vezes ao fogo, nem as casas dos bandeirantes paulistas, feitas de barro amassado e prensado.

Etchevarne acredita que talvez sirva para esclarecer as origens de potes de água, que só passam uma vez por temperaturas altas.

“Um dos próximos desafios é encontrar como datar materiais com mais de 500 anos que não foram tão bem queimados”, diz Marisa. “Já pedi a Gelvam para não desistir.

Temos peças de cerâmica de até 7 mil anos para datar.

” Hartmann já começou a trabalhar com amostras colhidas em Missões e pretende examinar as igrejas de Minas Gerais o mais breve possível para ampliar as análises da variação do campo magnético entre as regiões do Brasil.

Segundo Trindade, essas análises regionais mostraram que o campo magnético no Brasil está longe de apresentar um comportamento ideal, que pode ser comparado ao campo magnético de um ímã de barra.

Nas duas regiões, o campo magnético é complexo e apresenta fortes influências de componentes multipolares – ou não dipolares, como os geofísicos dizem.

“Nesses casos”, diz Hartmann, “a agulha da bússola apresenta uma forte deflexão com relação ao norte, que pode chegar a mais de 20°”.

Já na França, segundo ele, predomina o campo dipolar, como se a Terra fosse um ímã quase perfeito, e as deflexões com relação ao norte não excedem os 5°.

Campo menos intenso –
Para os geofísicos, a queda contínua nos valores do campo magnéticoe o fato de as amostras das regiões Nordeste e Sudeste apresentarem grandes diferenças em intensidade devem estar ligados à Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Sama, na sigla em inglês).

Regida por campos não dipolares, a Sama é uma ampla região com as intensidades mais baixas do campo magnético – em torno de 28 microteslas (o valor médio do campo magnético da Terra é de 40 microteslas e o máximo, de 60 microteslas).

“Por causa da proximidade geográfica, a influência da anomalia é maior no Sudeste que no Nordeste brasileiro”, diz Hartmann.

“A anomalia representa uma área em que a blindagem do campo magnético contra raios cósmicos e partículas solares é mais frágil.”

 
 
Área de atuação da Anomalia Magnética do Atlântico Sul e o seu deslocamento e crescimento desde 1590.

Hoje ela já cobre quase todo o território brasileiro.

Pacca vê a Sama como “uma janela” para partículas de alta energia conhecidas como raios cósmicos, que podem entrar mais facilmente na Terra através de regiões menos intensas do campo magnético.

Ele e Everton Frigo, também do IAG, acreditam que os raios, por sua vez, poderiam facilitar a formação de nuvens, fazer chover mais e baixar a temperatura, principalmente sobre as terras cobertas por trechos menos intensos do campo magnético. 

Há muito tempo se sabe que as manchas solares interferem no clima, mas nunca soubemos direito como”, diz Pacca.

Quanto mais manchas solares, maior a atividade do Sol – e maior seu campo magnético.

Nesses momentos, o campo magnético do Sol age em conjunto com o campo magnético da Terra dificultando a entrada de raios cósmicos.

Em períodos de menor intensidade da atividade solar, há menos manchas e o campo magnético do Sol é menos forte.

“Quando os campos do Sol e da Terra estão com a intensidade mínima, os raios cósmicos entram mais facilmente na Terra, colidem com partículas da atmosfera e geram uma quantidade enorme de elétrons e de outras partículas”, diz Pacca.

“Toda a energia criada com as colisões produz uma ionização, que pode favorecer a condensação de vapor de água.

Os raios cósmicos podem ser os gatilhos que disparam as reações que levam à formação de nuvens de chuva”, teoriza. 

Pesquisadores do Reino Unido e da Dinamarca também defendem essa possibilidade, mas ainda há espaço para outras visões.

“Até o momento”, diz o físico Paulo Artaxo, da USP, com base em estudos do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC), de que ele faz parte, “não há evidências sólidas, nem a favor, nem contra, de que possa haver algum efeito de raios cósmicos sobre os processos de formação de nuvens”.

Como essa região menos intensa do campo magnético se forma e como pode reduzir a intensidade do campo registrado em rochas ou tijolos?

Ninguém sabe.

O que mais pode acontecer em razão dessa queda na intensidade do campo, além das interferências em telecomunicações?

Outro mistério.

“Einstein já dizia em 1905 que a origem e a evolução do campo magnético terrestre são um dos problemas mais difíceis da física, já que não seguem nenhum padrão”, argumenta Hartmann.

O comportamento do campo magnético terrestre é complexo a ponto de já ter apresentado até mesmo reversões dos polos – o polo norte tornando-se sul – a mais recente há 780 mil anos.

E existe a possibilidade de mudar outra vez:
“Apareceu uma anomalia na Sibéria, que está se ampliando e já é mais intensa que o polo nortemagnético”, diz Pacca.

“Por enquanto, é como se a Terra tivesse dois polos norte, mas o atual polo norte está perdendo a vez e pode surgir outro, mais forte, em milhares de anos.”

Pacca montou um dos primeiros laboratórios de paleomagnetismo no Brasil em 1971, no Instituto de Física da USP.

Dois anos depois ele reinstalou os equipamentos no IAG, para onde se mudou, como professor convidado, para formar um grupo de pesquisas em geofísica.

Como não havia outros materiais para estudar, por muitos anos só rochas entravam lá.

Um dos trabalhos mais ambiciosos consistiu na análise da intensidade e da orientação do campo magnético de 10 mil amostras de rochas do Brasil e da África.

Daí saíram detalhes sobre a posição dos continentes na Terra de 1 bilhão de anos atrás, bem diferente de agora: o que corresponde ao atual território brasileiro era uma série de grandes ilhas distantes umas das outras e o bloco de rochas que forma a atual Amazônia estava separado de Goiás e do Nordeste por mares e mais próximo do sul do país do que hoje (ver Pesquisa FAPESP nº 75, de maio de 2002).

Hoje, grupos de pesquisadores em 24 países – na América do Sul, apenas Argentina e Brasil – trabalham com geomagnetismo e paleomagnetismo.


Pacca encontrou recentemente o que acredita ser o mais antigo estudo em português sobre magnetismo nas rochas, o Roteiro do Goa a Diu, publicado em 1538 (Goa e Diu eram domínios portugueses no sudoeste da atual Índia).

O autor é dom João de Castro, nobre português que terminou a vida, aos 48 anos, como vice-rei da Índia.

Em seus roteiros, ele mostrava como os navegadores deveriam se orientar em alto-mar, valendo-se das (posições das) estrelas e de instrumentos simples como a bússola, para chegar aos destinos desejados.
“Se não houvesse campo magnético, não haveria bússola”, diz ele.

“E sem a bússola não teria havido grandes navegações, que enriqueceram muitos comerciantes e permitiram a conquista de novos espaços como o Brasil.”

Artigo científico

Hartmann, G.A.
et al. New historical archeointensity data from Brazil: Evidence for a large regional non-dipole field contribution over the past few centuries.
Earth and Planetary Science Letters. 
v. 306, p. 66-76. 2011



www.thoth3126.com.br

O DNA E AS EMOÇÕES

 
 
A seguir três experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e auto-cura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi relatado por Gregg Braden em seu programa intitulado Curando Corações/Curando Nações:
A  Ciência da Paz e o Poder das Orações:

EXPERIMENTO 1

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, da Academia Russa de Ciência.

Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixada dentro foram fótons (partículas de luz).

Foi medida a distribuição destes fotons e descobriu-se que estavam distribuidos aleatoriamente dentro deste recipiente.

Este era o resultado esperado.

Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente.
 
Desta vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA.
 
Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.
 
Depois disto, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente.

Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA.

A que estão conectadas as partículas de luz?

Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.
EXPERIMENTO 2
Este experimento foi levado a cabo pelos militares.

Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores.

Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas.

Nesta experiência, o doador era colocado em um local e submetido a "estímulos emocionais" provenientes de vídeoclips.

O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.

Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados, e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO.

Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão.

Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito.

Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 kilometros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado.

Sem lapso e sem retardo de transmissão.

O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo.
 
Que significa isto?
 
Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente.
 
Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo.
 
Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.
EXPERIMENTO 3

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título:
Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!)

Este Experimento relaciona-se diretamente com a situação do Antrax.
Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana e colocou-se em um recipiente onde se podia medir as alterações do mesmo.
 
Vinte e oito amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados.
 
Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções.
 
O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE, e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso.

2. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.

Você já se sentiu alguma vez "descarregado" por emoções negativas?
 
Agora já sabe porque seu corpo também se descarrega!
 
Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo.

Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.
 
Assim, o que temos aqui é uma resposta que nos pode auxiliar a permanecermos com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor.
 
Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.
Estas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos.

Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA.

Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação.

Esta energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria.

Podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente?

Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça.

Como Gregg explica em seu livro O efeito Isaías, basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas também é profundidade.

A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam.

Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.

É assim que criamos nossa realidade, ao escolhermos nossos sentimentos.

Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco.

Se focas em temer qualquer coisa seja lá o que for, estás enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que mais temes.

Em troca, se puderes manter-te com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão, e focar em trazer mais disto para tua vida, automaticamente irás afastar o negativo.
Estarias escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com estes sentimentos.

Sendo assim, esta é uma proteção para o que vier:

Busque algo pelo qual estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos.

Esta é a mais fácil e melhor das proteções que podes ter.
 
 
 
Fonte: Gregg Braden
Tradução: Liane B. de Mesquita, a partir da tradução em espanhol de Abjini Arraíz

O rio debaixo do amazonas

 
 
http://iamfotonico.blogspot.com.br
 
comentário do blog:
Muita gente que estuda os ensinamentos do mestre ascensionado Saint Germain,já sabia deste rio e sabe também da grande civilização de ouro que por aqui existiu.
Esta notícia acabou por passar quase desapercebida e sem importância alguma para o cidadão comum deste planeta.
Os espiritualistas não devem se esquecer desta descoberta pois ela reforça a idéia de que o ser humano e a ciência não sabem nada sobre oque existe embaixo do planeta e sendo assim não é viável aos arrogantes e intelectuais de nossa sociedade darem como certo que não existem seres intra-terrenos e nem vestígios de civilizações antigas que derrubem por completo a cronologia de evolução do ser humano!


Publicado no XII Congresso de Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio de Janeiro, no mês de agosto desse ano, a existência de sinais de um rio subterrâneo abaixo do Rio Amazonas.
A descoberta faz parte da tese de doutorado de Elizabeth Tavares Pimentel, sob orientação do pesquisador Valiya Hamza.
O Rio Ramza, como está sendo chamado por enquanto, foi descoberto através da análise de dados de temperatura de 241 perfurações de poços dos anos 1970 e 1980 feitas pela Petrobras e que abrangem as seguintes bacias sedimentares:
Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas.
Durante o estudo, notou-se que havia variações na temperatura em certas profundidades.
Características
Ambos os rios fluem no mesmo sentido, porém há diferenças bem distintas na vazão, nas suas velocidades de escoamento e nas larguras das áreas de drenagem.
Segundo os resultados obtidos por simulações, o fluxo do Ramza é inteiramente vertical até a profundidade de 2000 metros.
Após isso, muda de direção e fica praticamente vertical, nas regiões mais profundas.
Com relação à vazão, o Rio Amazonas (133.000 m3/s) supera fortemente o Rio Ramza (3090 m3/s), e mesmo assim é ainda mais considerável em relação a outro importante rio brasileiro, o São Francisco.
Isso é resultado da resistência dos sedimentos ao fluxo, o que não ocorre tão consideravelmente na superfície.
Já a velocidade do Rio Hamza é bem mais lenta do que o Rio Amazonas.
O fluxo subterrâneo é de entre 10 a100 metros por ano, enquanto a água do Amazonas corre entre 0,1 e dois metros por segundo.
O fluxo de água subterrânea alcança uma largura entre 200 e 400 quilômetros, enquanto que no Rio Amazonas a largura varia entre 1 e 100 quilômetros.
Contribuições
"Eu acho que o rio Amazonas nunca vai secar, mas se isso acontecer algum dia, as populações da Amazônia podem contar com essa reserva", relata a pesquisadora amazonense Elizabeth Tavares Pimentel, referindo-se ao rio subterrâneo descoberto durante pesquisas desenvolvidas durante seu doutorado, no Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.
Como o rio subterrâneo deságua junto à foz do Amazonas, surgiu a hipótese de que isso seja a causa da baixa salinidade do Oceano Atlântico em extensos bolsões.
Pesquisas posteriores ainda irão tentar identificar se a nascente também está na Cordilheira dos Andes.
Ainda não há certeza se a exploração da água do Rio Ramza será viável.
estudandogeologia.blogspot.com

Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas

 

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Foto ilustrativa

 
Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do Rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros.

Os dois cursos dágua têm o mesmo sentido de fluxo – de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente.

A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica.

A estatal procurava petróleo.

Fluidos que se movimentam por meios porosos – como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica – costumam produzir sutis variações de temperatura.

Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.

O dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio.

Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de Rio Hamza.

Características

A vazão média do Rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3 mil m3/s – maior que a do Rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do Rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.

As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso da água dos dois rios.

Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros.

Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.

Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea.

Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície.

Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr.

Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://folhadevilhena.com.br/

Polo Norte muda muito rapido: dados alarmantes do NOAA

magneitic-north-pole-shift-50-year-periods-last-150-years


RÁPIDA MUDANÇA DO POLO NORTE: dados alarmantes do NOAA

Depois de transferir os 420 anos de dados de posição (acesse as coordenadas) do pólo norte do Geo Data Center do NOAA, e configurá-lo para caber em uma planilha do Excel, adicionando uma fórmula complicada para determinar a distância exata entre dois conjuntos de coordenadas de latitude-longitude, aplicando a fórmula para cada ponto da série de dados e, finalmente, planejando tudo isso em um gráfico visual, é alarmante descobrir a quantidade de deslocamento do pólo magnético – apenas nos últimos 10 anos .
Para mais informações (em inglês) veja site do NOAA: http://www.noaa.gov/index.html


Tradução: Thoth3126@gmail.com
NOAA = National Oceanic and Atmospheric Administration dos EUA.
http://www.noaa.gov/index.html

O Centro Nacional de Dados Geofísicos do NOAA (National Geophysical Data Center) mantém um conjunto de dados sobre ascoordenadas do pólo norte magnético anual que remontam ao ano de 1590, obtidos de medições iniciais dos navios e de técnicas mais modernas.

Observando que tem havido muita informação de mudança do Pólo Norte Magnético, ultimamente, até o ponto onde que o fenômeno já está realmente causando problemas no mundo real, como o fechamento temporário de aeroportos , uma investigação mais profunda sobre essa mudança esta em curso.


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Acima o registro nos últimos 400 anos das mudanças de local do Pólo Norte Magnético, movimento que acelerou dramaticamente nos últimos dez anos com possiveis graves consequências para a sociedade global.

Depois de transferir os 420 anos de dados de posição do pólo norte do Geo Data Center do NOAA, e configurá-lo para caber em uma planilha do Excel, adicionando uma fórmula complicada para determinar a distância exata entre dois conjuntos de coordenadas de latitude-longitude, aplicando a fórmula para cada ponto da série DE dados e, finalmente, planejando tudo isso em um gráfico visual, é alarmante descobrir a quantidade de deslocamento do pólo magnético – apenas nos últimos 10 anos .

- Aqui há um fato muito interessante …

 Desde 1860, a mudança do pólo magnético mais do que duplicou em relação à períodos anteriores a cada 50 anos .
Isso é bastante significativo.
Em termos geológicos, o que parece ser muito ’rápido’.

- Aqui está um outro fato muito interessante …
Durante os últimos 150 anos, o deslocamento do pólo foi na mesma direção.
- O fato a seguir é ainda mais surpreendente …

Durante os últimos 10 anos, o pólo norte magnético se deslocou cerca de metade da distância total dos últimos 50 anos! 

Em outras palavras, a inversão dos pólos aparentemente se acelerou substancialmente nos ÚLTIMOS 10 ANOS.

magneitic-north-pole-shift-50-year-periods-last-150-years

A mudança do Pólo Norte mais que dobrou de velocidade a cada período dos últimos 50 anos:

A mudança do Pólo, analisada a cada período de 50 anos, durante os últimos 150 anos demonstra a rápida e dramática aceleração da mudança do Pólo Norte, rápida, muito rápida, cada vez mais rápida…

A taxa atual de mudança do pólo norte magnético é de cerca de 55 quilômetros por ano.
De acordo com o conjunto de dados, durante o ano de 2000, o pólo norte magnético realmente mudou mais de 70 quilômetros em um único ano.

A questão agora é, desde que o deslocamento do pólo norte foi percebido nos últimos 400 anos de registros, as suas mais altas taxas de mudança se deu durante os últimos 10 a 20 anos, e o efeito cumulativo agora vai começar a causar imensos problemas para o mundo real (material) um pouco mais abaixo!!.

Será que os efeitos nos afetam sensivelmente ou estamos indo por um mau caminho?
O clima (e as mudanças climáticas) dirão, suponho, mas no ritmo atual, haverá, sem dúvida, vários efeitos diretos sobre muitos sistemas criados pela nossa sociedade nos próximos anos, muitas delas serão temas incómodos, tais como alterações na documentação geográfica e outros que serão provavelmente muito mais sérios.

Não se sabe se a mudança vai acelerar ou desacelerar nos próximos anos.
Alguns dizem que uma inversão dos pólos, por tudo que já aconteceu, JÁ deveria ter ocorrido, mas que o evento já estaria em atraso, e estes fenômenos podem ser indicadores do início desse processo.
Abaixo: Gráfico de deslocamento do pólo norte magnético anual durante os últimos 420 anos



420-year-graph-of-annual-magnetic-pole-shift
 
 
No sentido atual, o pólo norte magnético está se dirigindo diretamente para o interior da Rússia. A imagem seguinte mostra a dramática aceleração durante os últimos 50 anos contra os últimos 10 anos de aceleração do movimento.


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Note que o campo magnético da terra é o que nos protege da radiação solar e cósmica extrema e mantém existente a nossa atmosfera.
Sem isso, nós não sobreviveríamos como espécie.
Poderia uma inversão dos pólos causar um período de tempo entre o flip-flop de modo que nós estaríamos todos expostos à radiação mortal?
E as consequências dessa reversão polar sobre a massa de água dos oceanos, seria catastrófica para quem residir junto às costas maritimas (mais de 50% da população mundial). Fiquemos atentos …

Saiba mais em: 
http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-magneticos-a-ciencia-se-dobra-as-profecias/; http://thoth3126.com.br/amas-a-anomalia-magnetica-sobre-o-brasil/;

http://thoth3126.com.br/mudanca-dos-polos-nortesul-esta-acontecendo-agora/
E

http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-norte-muda-muito-rapido-polo-sul-se-arrasta/
Fonte: http://modernsurvivalblog.com




www.thoth3126.com.br

MENSAGEM DAS DUAS DA MADRUGADA



Por Suzanne Lie PhD
Em 18 de setembro de 2012

Queridos Arcturianos,

Acordei às 2 horas esta noite sentindo tão fortemente os "pousos".
Eu podia sentir sua presença como se estivessem no quarto.

Então comecei a me preocupar se eu havia ou não feito tudo que eu devia fazer e se todos os grupos estavam preparados. Fiquei acordada por uma hora ou mais.

Por favor, podem me ajudar a entender o que estava se passando comigo? Talvez eu estivesse apenas respondendo à minha última postagem no blog sobre a visita à Nave Mãe.


Querida Suzille,

Você está questionando sua experiência?
Pois, se estiver, então você ficará bem confusa conforme nossos planos progredirem.

É vital que você confie em seus instintos e ouça ao que você escuta interiormente.
A dúvida será sua pior inimiga, pois ela é uma porta aberta para o medo.

Portanto, nossa querida em ascensão, você consegue se permitir confiar no que ouviu interiormente?

Na verdade, você tem confiado totalmente na sua informação e passado-a para todos verem.
Porém esta mensagem é diferente porque é algo que pode ser provada como errada.
Poderia ser outro alarme falso.

Quantas vezes você já ouviu dos outros que a Revelação aconteceria em determinada data?
Porém, nós não dissemos nada sobre a Revelação e nem demos qualquer data.

Além do mais, você alguma vez recebeu a informação sobre nossas aterrissagens dentro de você?
Não, não recebeu.

Portanto, há muitos elementos únicos nesta situação que você não experimentou antes.

O mais único de tudo é que você não tem medo.
Você não tem entusiasmo.
Na verdade, você não tem emoção real em sua mensagem.

Porém há um desconforto de grau inferior que está misturado com um sentimento de esperança e alegria distante.

Você ousa acreditar que poderia realmente acontecer?

Você ousa acreditar que tudo em que você trabalhou por mais de 40 anos poderia finalmente começar a se passar?

Nós lhe fazemos estas perguntas, pois se você duvidar de suas percepções, você não conseguirá permanecer conectada à realidade em que foram percebidas.

Você está percebendo uma realidade em que a Terra verdadeiramente entra numa transição pacífica.

Você está pensando em uma realidade em que os galácticos, nós mesmos, poderíamos aterrissar em seu planeta e compartilhar nossos presentes de Sabedoria, Poder e Amor.

Você estava experimentando a realidade em que você facilmente escorregava para a Nova Terra pentadimensional com que você sonha, sobre a qual escreve e que experimenta.

Sim, você tem experimentado pedaços da Nova Terra misturados com sua vida 3D diária.
São uns poucos momentos em que você pode sentir seu EU.

Houve aventuras em que você SABE que o que recebe em seus textos é REAL.

Infelizmente, muito frequentemente a jornada ascendente para as frequências mais altas de sua expressão cai no precipício da terceira dimensão. Nessa queda você encontra um componente de si que ainda tem medo, suspeita e raiva.

A limpeza um dia estará completa?
A resposta é: "Não até você soltar a casca terrena!"

Enquanto você estiver limitada pelas ilusões que circulam na sua realidade, você terá que manter constante vigilância de seus pensamentos e emoções. Esta constante vigilância é vital.

Ao entrar na frequência pentadimensional de realidade, todo pensamento e emoção tornar-se-ão vivos.

Portanto, a Automestria é sua tarefa primordial neste momento do AGORA.

Não importa se você está certa ou errada, pois na realidade multidimensional em que você está entrando não há diferença entre bom e mau, porque não há polaridade para se medir esses extremos.

Você também tem que se lembrar de que TODOS os seus preparativos estão completos.

Não há julgamento na quinta dimensão.
Não há resultados bons ou ruins.
Somente há o amor incondicional que você sentiu esta manhã.
A preocupação que você também sentiu era uma ilusão.

Você É Corpo de Luz e você É um membro ativo da sociedade pentadimensional que existe no AGORA.

Assim, não há começo para este mundo e não terá fim.

Encontre de novo seu Núcleo e de novo, para que você possa ser a Mestra de seu campo de energia.

Se ficar muito cansada, lembre-se de tirar uma soneca ou de ir para cama para que possa nos visitar em seu corpo tetradimensional.

Permita-se sonhar com o LAR.

Nós a encontraremos na quarta dimensão.

A*

Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com.br/
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogstop.com
Postagem simultânea em http://stelalecocq.blogspot.com/
Respeite todos os créditos

universo paralelo

 
 
 Físicos propõem existência de Universo paralelo
O desaparecimento repentino de nêutrons, que não pode ser explicado pela física atual, pode ser o sinal da existência de um universo-espelho.
[Imagem: Andrey Prokhorov/Site Inovação Tecnológica]
 
Partículas-espelho

Uma anomalia no comportamento de partículas subatômicas comuns pode ser o sinal da existência de partículas-espelho, que transitam entre o nosso Universo e um universo paralelo.

O fenômeno também poderia oferecer uma explicação para a matéria escura, como hoje os cientistas chamam um ponto de interrogação que representa a massa que parece estar faltando no Universo.

Dois cientistas italianos usaram a hipótese da existência das partículas-espelho para explicar uma anomalia nos experimentos, onde os nêutrons parecem desaparecer.

A existência dessa matéria-espelho tem sido sugerida em vários contextos científicos nos últimos tempos, incluindo a procura de candidatos adequados para explicar a matéria escura.

Os físicos Zurab Berezhiani e Fabrizio Nesti, da Universidade de L'Aquila, reanalisaram os dados experimentais obtidos pelo grupo de pesquisa de Anatoly Serebrov, no Instituto Laue-Langevin, França.

Mistério dos nêutrons que desaparecem

Eles mostraram que a taxa de perda de nêutrons livres muito lentos parece depender da direção e da intensidade do campo magnético aplicado.

Essa anomalia não pode ser explicada pela física conhecida.

Os cientistas acreditam que a perda de nêutrons pode ser interpretada à luz de um mundo paralelo hipotético formado por partículas-espelho.

Os nêutrons parecem estar oscilando na fronteira entre dois universos paralelos, indo e voltando de um para o outro. [Imagem: Berezhiani/Nesti]

Cada nêutron teria a capacidade de fazer uma transição para esse seu gêmeo invisível, e voltar, oscilando de um mundo para o outro.

A probabilidade dessa transição foi calculada como sendo dependente da presença de campos magnéticos.

Assim, o mundo invisível das partículas-espelho poderia ser detectado experimentalmente.

Essa oscilação nêutron-espelho-nêutron pode ocorrer em uma escala temporal de poucos segundos, segundo os pesquisadores.

Matéria escura

A possibilidade desse desaparecimento rápido de nêutrons - muito mais rápido do que o decaimento de nêutrons, com seus 10 minutos de duração - embora surpreendente, não pode ser excluído pelos atuais limites experimentais e astrofísicos.

Esta interpretação é sujeita à condição de que a Terra possui um campo magnético espelho da ordem de 0,1 Gauss.

Tal campo pode ser induzido por partículas-espelho flutuando na galáxia - algo como a matéria escura.

Hipoteticamente, a Terra poderia capturar a matéria-espelho por meio de interações fracas entre as partículas comuns e as partículas desses mundos paralelos.

Bibliografia:

Magnetic anomaly in UCN trapping: signal for neutron oscillations to parallel world?
Zurab Berezhiani, Fabrizio Nesti
European Physical Journal C
Vol.: 72, Number 4 (2012)
DOI: 10.1140/epjc/s10052-012-1974-5

 
 

Todos a bordo:

Expresso Buraco de Minhoca vai partir

Com informações da New Scientist - 24/03/2012

 
Matéria com energia negativa
 
Todos a bordo do Expresso Buraco de Minhoca, rumo à primeira viagem realmente espacial da espécie humana.
 
Calma, não precisa correr, porque as passagens ainda não estão à venda.
 
A novidade é que parece que não é tão difícil quanto se imaginava construir esses túneis que unem localidades diferentes do espaçotempo - ou abrir portas para outros universos.
 
Estima-se que quem entrar em um buraco de minhoca poderá reaparecer instantaneamente perto de Plutão, ou na galáxia de Andrômeda, ou em qualquer outro lugar do Universo, ou mesmo em outro universo - sem a chatice da viagem.
 
Por enquanto, os buracos de minhoca estão apenas nos livros de teoria: ninguém nunca detectou um e nem tampouco existe um projeto para construir um deles.
 
E não é por acaso: a mesma teoria que garante que eles são possíveis afirma que eles são intrinsecamente instáveis, e costumam se fechar antes que você embarque em sua nave espacial.
 
A única saída é alimentá-los com uma forma exótica de matéria com energia negativa, algo cuja existência é posta em dúvida por muitos físicos.
 
Buraco de minhoca factível
Mas, agora, tudo mudou - esclareça-se, tudo mudou na teoria.
Um físico grego e dois alemães demonstraram que pode ser possível construir um buraco de minhoca sem usar nem um só saco desse cimento esquisito chamado matéria com energia negativa.
 
"Você não vai precisar nem mesmo de matéria normal, com energia positiva," garante Burkhard Kleihaus, da Universidade de Oldemburgo, na Alemanha.
 
"Buracos de minhoca podem ser mantidos aberto sem precisar de nada."
Se isto estiver correto, significa então que pode ser possível encontrar buracos de minhoca pelo espaço.
 
Civilizações mais avançadas do que a nossa já podem até mesmo estar indo para lá e para cá nesse metrô galáctico construído com buracos de minhoca.
E, eventualmente, até mesmo poderemos construir nossos próprios túneis espaçotemporais, como portais para outras paragens, o que inclui, muito provavelmente, outros universos, com suas próprias galáxias, estrelas e planetas.
Sempre Einstein
 
 

 
 
Os cientistas não têm como testar qual das respostas que a Teoria das Cordas e a Teoria-M dão é a "correta".
Na verdade, todas elas podem estar corretas e talvez vivamos em um Universo entre um número infinito de universos.
[Imagem: quintic/Wikipedia]
 
A ideia de um buraco de minhoca se sustenta na teoria de Einstein, que mostra que a gravidade nada mais é do que uma dobradura invisível do espaçotempo causada pela energia - a massa-energia de grandes corpos celestes, por exemplo.
Foi o austríaco Ludwig Flamm que, em 1916, descobriu que dobraduras suficientemente dobradas poderiam funcionar como conduítes através do espaço e do tempo.
Isso chamou a atenção do próprio Einstein, que estudou a possibilidade juntamente com Nathan Rosen.
 
Mas eles concluíram que a única conexão que um buraco de minhoca oferecia seria para um universo paralelo, o que os dois consideraram algo impensável.
Só em 1955, John Wheeler demonstrou que é possível conectar duas regiões do nosso próprio Universo - foi ele quem cunhou o termo buraco de minhoca, assim como ele mesmo já havia batizado os buracos negros.
Mas, claro, coube a Carl Sagan tirar essa curiosidade dos livros de física e usá-la para atiçar o interesse na ciência do público em geral. Um buraco de minhoca foi usado em sua obra Contato.
A tal da matéria com energia negativa seria necessária porque essa matéria teria uma espécie de anti-gravidade, o que seria necessário para que o buraco de minhoca abrisse sua boca e nos deixasse passar.
Embora a teoria de Einstein tenha resistido a todos os testes feitos até agora, os cientistas acreditam que ela talvez seja uma aproximação de uma teoria mais geral, por duas razões: a primeira é que ela não se coaduna com a mecânica quântica, e esta tampouco cede a todos os experimentos possíveis.
 
E, segundo, porque a teoria de Einstein colapsa no centro de um buraco negro, na chamada singularidade.
 
Indo além de Einstein
 
 

 
O observatório Integral recentemente alterou os parâmetros de busca da chamada física pós-Einstein.
[Imagem: ESA/SPI Team/ECF
Já em 1921, Theodor Kaluza e Oskar Klein tentaram ir além da teoria da relatividade.
Inspirados em Einstein, que mostrou que a gravidade é a curvatura de um tecido que une as três dimensões do espaço mais o tempo, Kaluza e Klein propuseram que tanto a gravidade quanto a força eletromagnética podem ser explicadas pela curvatura de um espaçotempo de cinco dimensões.
Hoje, os teóricos da teoria das cordas afirmam que todas as quatro forças fundamentais podem ser explicadas pelas dobraduras de um espaçotempo de 10 dimensões.
Mas essas teorias são complexas demais até mesmo para os físicos teóricos.
E aqui entram Kleihaus, Panagiota Kanti e Jutta Kunz, os três intrépidos proponentes de uma versão mais simples dos buracos de minhoca.
O fundamento é que, se existem outras dimensões, nós não as percebemos porque elas são pequenas demais.
O processo de compactar as seis dimensões que não percebemos - aquelas que completam o quadro de 10 dimensões da teoria das cordas - cria vários novos campos de força, um deles chamado campo dilaton.
Da mesma forma que a gravidade na teoria da relatividade depende da curvatura do espaçotempo, nessas novas teorias a gravidade depende da curvatura mais a curvatura elevada a uma potência.
Os três pesquisadores usaram esse termo extra para propor um buraco de minhoca que não precisa de antigravidade.
Procurando buracos de minhoca no espaço
 
 
 

 
Recentemente cientistas propuseram uma forma para testar a ideia do Big Flash, um irmão mais novo do Big Bang, uma explosão de radiação que teria mudado a estrutura do espaçotempo nos primórdios do nosso Universo.
[Imagem: Getty Images]
O resultado assustaria Einstein, porque o buraco de minhoca resultante do novo estudo não pode nos levar para Plutão ou Andrômeda, mas apenas para outros universos.
Desafiador, mas altamente especulativo.
A menos que alguém possa encontrar indícios de que tal estrutura exista no nosso Universo, pairando por aí em algum lugar.
Os três pesquisadores acreditam que é possível.
É bom lembrar que estávamos falando de dimensões submicroscópicas, quando estamos interessados em algo por onde possa menos pelo menos uma nave espacial.
Os cientistas afirmam que a inflação do Universo pode ter espichado esses buracos de minhoca a ponto de eles superarem as dimensões humanas, como um ponto de tinta colocado sobre uma bexiga vai aumentando conforme a bexiga se enche.
"A inflação [do Universo] pode ter inchado os minúsculos buracos negros que permeiam o tecido submicroscópico do espaço," propõe Kleihaus.
Como encontrá-los?
Olhando para o Universo, já que a presença de um buraco de minhoca macroscópico deverá representar uma mudança radical no campo de visão dos telescópios.
"Afinal de contas, a boca do buraco de minhoca é uma janela para outro universo," propõe o cientista.
Desde, é claro, que o buraco de minhoca esteja com a boca precisamente virada para a Terra.
Bibliografia:

Stable Lorentzian Wormholes in Dilatonic Einstein-Gauss-Bonnet Theory
Panagiota Kanti, Burkhard Kleihaus, Jutta Kunz
arXiv
http://arxiv.org/abs/1111.4049