terça-feira, 19 de novembro de 2013

ALIANÇA PLEIADIANA/ARCTURIANA - MYTRIA E O TEMPLO DA CHAMA VIOLETA

 
 
Por Suzanne Lie PhD
Em 24 de fevereiro de 2013



MYTRIA CONTINUA:

Quando saí do Ventre da Mãe, eu sabia exatamente o que fazer.

Fiz uma pequena mala e fui direto para o Templo na Vila e disse aos meus amigos o que havia acontecido.

Aqueles que eu reconheci da minha primeira visita ao Núcleo da Mãe, pois agora eu podia me lembrar de todos os rostos, sabiam que precisavam voltar comigo para o local da Rocha Sagrada.

De alguma forma, eles sabiam que tinham se voluntariado para trabalhar como UM ser para criar o Templo Sagrado para a Chama Violeta.

Então entrei na Vila para encontrar os outros que tinham sido chamados para o Núcleo no que parecia uma vida anterior.

Enquanto eu cruzava a Vila eu reconhecia várias pessoas que eu me lembrava de estarem no Núcleo da Mãe.

Eu confiei na Mãe quanto a quem estava preparado para a minha comunicação e quem não estava.

No final do dia tinha eu tinha encontrado cinco pessoas que haviam sido chamadas pela Mãe e estavam preparadas para me acompanhar para a Natureza.

Essas pessoas não eram Sacerdotes ou Sacerdotisas, mas carpinteiros, pedreiros e arquitetos.

Minha ida à Vila foi uma grande ideia, pois conforme a notícia se espalhou, muitas das pessoas que não estavam preparadas antes, foram ao Templo para descobrir o que estava se passando.

Em pouco tempo, um grupo pequeno e dedicado de cerca de trinta pessoas estava pronto para me acompanhar para o local da Rocha Sagrada e construir o nosso Templo da Chama Violeta.

Nós pensamos que a construção desse Templo levaria muitas passagens do Sol, mas os Elohim Alycone e o Arcturiano tinham uma surpresa guardada para nós.

Começamos nossa jornada até o Local carregados pesadamente com equipamentos, o que tornaria nossa jornada muito lenta.

Eu fui instruída que todos deviam caminhar para o Templo e que somente materiais de construção simples seriam permitidos.

A criação do Templo era um ato sagrado realizado numa terra sagrada.

Portanto, não era para usar maquinaria pesada.

E também, nada de nossa tecnologia avançada funcionaria dentro do campo de força daquela área.

Quando eu expliquei isso para o nosso grupo, dez pessoas foram imediatamente embora.

O resto de nós silenciosamente continuou nossa jornada de uma forma profundamente reverente.

De manhã acordávamos para saudar o dia com meditação.

À noite sentávamos ao redor de uma fogueira e conversávamos sobre o que nos lembrávamos de nossa reunião no Núcleo da Mãe e como ela havia mudado nossas vidas.

Ao nos aproximarmos do Local, começamos a sentir a energia se elevar em frequência.

Eu estava surpresa com esta sensação, pois eu não a experimentara antes.

Quando perguntei aos Elohim Alycone sobre esta nova vibração, Ela disse que era porque o Fogo Violeta fora aceso.

Nessa noite, junto à fogueira eu contei a todos o que a Mãe dissera e nós decidimos fazer uma meditação em grupo.

Eu sugeri que começássemos nossa meditação visualizando que nossa fogueira era a Chama Violeta.

Todos nós concordamos e nos focalizamos no fogo no centro de nosso círculo até que todos nós pudéssemos imaginá-lo como uma Chama Violeta.

Então fechamos os olhos e entramos um transe profundo de vinte pessoas com UMA consciência.

Conforme nossa consciência grupal expandia para frequências mais e mais altas, nossa visão coletiva da Chama central ficava cada vez maior.

Nosso desafio era manter nosso círculo conectado mesmo que parecesse que a Chama Violeta logo iria nos atingir.

De fato, a Chama nos atingiu, mas ela não era uma chama física e sim uma frequência superior, a Chama Violeta.

Enquanto o Fogo Violeta envolveu nosso grupo, cada um de nós recebeu instruções pessoais de como deveria proceder.

Nós não sabíamos quais eram as instruções de cada um, mas estávamos cientes de que todos nós as estávamos recebendo.

Após aceitarmos nossas instruções pessoais, a intensidade do Fogo Violeta aumentou dentro de nossos corpos.

Quando conversamos depois, cada um de nós teve a experiência de uma profunda alteração em nossos pensamentos, emoções e até em nossas formas físicas.

Nós também sentimos o Fogo Violeta nos conectando em um grupo muito coeso de indivíduos com UM propósito.

Pouco antes de amanhecer, cada um de nós deixou o Círculo para dormir umas poucas horas.

No dia seguinte estaríamos no Local, e estávamos mais do que prontos para dar início ao nosso Destino.

Quando nosso pequeno grupo entrou no campo de força abrangendo a área ao redor da Rocha Sagrada, nós instantaneamente percebemos uma elevação intensa de vibração no ar, e também em nossos próprios corpos.

Quando eu estava no Ventre da Mãe, a Chama Violeta Planetária foi acesa e na noite anterior à nossa chegada, todos nós vivenciamos a ativação da Chama Violeta dentro de nossos corpos.

Então, quando nossas Chamas Violetas Pessoais chegaram na proximidade da Chama Violeta Planetária houve uma intensa transmutação de toda a vida dentro do campo de força.

Além disso, a contenção do campo de força amplificou enormemente as frequências em expansão, tal como o fez o eco da energia superior, enquanto ele ia e vinha entre cada um de nossos corpos.

Logo depois, todos nós começamos a experimentar sintomas intensos de transmutação.

No início, pensamos que estávamos doentes e teríamos ingerido algo que era venenoso.

Eu vivera em áreas desconhecidas minha vida toda e nunca comera nenhum vegetal venenoso.

Portanto, eu pedi que entrássemos em outra meditação em grupo para verificarmos juntos a razão de nosso aparente mal-estar.

Todos nós recebemos a mesma mensagem: "Todos vocês estão experimentando os sintomas da transmutação. Relaxem por alguns dias e permitam-se adaptar-se à frequência superior da área e também à frequência superior de seu próprio corpo."

Já era tarde e nenhum de nós sentiu vontade de comer.

Então, todos nós pegamos nossas cobertas e procuramos um lugar na minha caverna ou na área adjacente que atraísse.

Sim, todos simultaneamente começaram a ouvir a Voz Interior da Mãe.

Parecia que a conexão entre nossas Chamas Violetas pessoais e a Chama Violeta planetária nos conectava com o planeta também.

A maioria de nós dormiu rapidamente, pois estivéramos acordados quase que toda a noite anterior, e o resto de nós caiu no sono logo em seguida.

Acordamos de Manhã.

Vagarosamente acendemos pequenos fogos para ferver água para o chá matinal enquanto outros reuniram o que restava de alimento para preparar nosso desjejum.

Outros membros do nosso grupo cataram mais lenha, limparam a área de convivência e pesquisaram onde preparar mais espaços de convivência.

Todos nós trabalhávamos como uma única pessoa, a maioria de nós estava totalmente esquecida de como nos sentíramos mal na noite anterior.

Quando nos sentamos no chão para compartilhar nossa refeição em grupo, descobrimos que todos nós tivéramos o mesmo sonho.

Dois grandes Seres de Luz vieram até nós e nos mostraram a área onde construir o Templo.

Nós lembramos facilmente deste "sonho" porque nós escolhêramos espontaneamente a mesmíssima área para sentar e fazer nossa primeira refeição.

Com esta constatação, nós rimos alegremente, um som que normalmente preenchia o campo de força somado ao sentir crescente de amor incondicional.

Visto que todos nós havíamos aceitado uns aos outros incondicionalmente, não existiam conflitos.

Se começasse a surgir um desacordo, todas as partes dessa conversa separavam-se por um momento para entrar em meditação.

Quando elas retornavam, não havia necessidade nem de discutir a questão, pois elas já o tinham feito através da Chama Violeta.

Gradualmente nós passamos a perceber que visto de cada uma de nossas Chamas Violeta Pessoais estava conectada à Chama Violeta Planetária, todos nós estávamos conectados uns aos outros.

Esta conexão tornou-se muito útil conforme nossos sintomas de transmutação ficavam mais e mais fortes.

Nós percebemos que até completarmos seja lá qual o processo por que estávamos passando, nós teríamos que trabalhar nas alterações.

Então todos nós tivemos a oportunidade de tirar pelo menos metade da luz do dia para descansar, meditar e/ou praticar nossas técnicas de cura em expansão uns nos outros e em nós mesmos.

Felizmente, conforme nossos sintomas se tornavam muito fortes, mais e mais de nós desenvolvíamos nossas próprias formas únicas de cura energética.

Já que a Grande Mãe sempre proporcionava uma força de cura para equilibrar os sintomas de grande mudança, nós sabíamos que AGORA éramos UM com a Natureza.

Entretanto, alguns dias todos nós tínhamos que parar, pois precisávamos descansar ou éramos convocados para assistir outros que baixaram mais luz do que seus corpos podiam conter.

Neste caso, normalmente eles eram levados para o Lago para boiar na água ou se aquecer nas rochas que cercavam o Lago.

Nós descobrimos que a água, principalmente boiar na água, tinha um efeito muito calmante para nosso sistema nervoso sobrecarregado.

Também percebemos que se igualássemos nossos ciclos de sono e de alerta com os Sóis, nós nos sentíamos melhor.

Assim, nós íamos dormir no Pôr do Sol e acordávamos no Nascer do Sol, pois todos nós precisávamos de sono extra durante nosso processo de transformação.

E também nós precisávamos de grande quantidade de água.

Felizmente, na hora certa, alguns de nós descobrimos que tínhamos a habilidade de radiestesia.

Totalmente por acaso, um de nosso grupo pegou uma "forquilha" e sentiu uma premência de seguir a sensação de puxão do graveto.

Quando o graveto apontava para o chão, nós cavávamos um buraco fundo e logo encontrávamos água.

Todos nós tentamos a Radiestesia e descobrimos que três eram muito bons nela.

Assim, cada um de nossos "Radiestesistas" encontrou uma localização para um poço, que os outros cavavam, encontravam pedras para o poço e madeira para a manivela, enquanto outros faziam a corda com as plantas que eu lhes mostrara.

Em pouquíssimo tempo nós estávamos vivendo completamente da terra, o que não foi cedo demais, pois nossas provisões praticamente estavam esgotadas.

Todos nós descobrimos que quando relaxávamos em nosso processo de transmutação, nossa transformação ficava muito mais fácil.

Se estivéssemos trabalhando e atingíssemos um ponto de experimentar desconforto, dor e/ou confusão, nós contávamos ao nosso grupo e alguém nos substituía para que pudéssemos descansar e "nos entregar ao processo".

Frequentemente éramos tomados pelo esquecimento completo enquanto nosso cérebro se desligava temporariamente para integrar a informação baixada.

Esta informação parecia entrar tanto pela Chama Violeta em nosso Coração como pela Coroa de nossa cabeça.

Decidimos fazer reuniões matinais para que pudéssemos discutir nossos sonhos e/ou quaisquer problemas ou conquistas que tivéssemos em nosso processo de transmutação.

Essas reuniões diárias eram vitais, pois elas nos reuniam em um grupo até mais coeso e amoroso.

E também, nós aprendíamos muita coisa sobre nosso processo de transmutação compartilhando uns com os outros o nosso processo.

Nós sabíamos que não podíamos construir o Templo nesta condição de instabilidade e constante mudança.

Entretanto, nós também sabíamos que todos nós estaríamos preparados ao mesmo tempo.

Quando esse dia finalmente chegou, nós funcionamos como UM Ser com incontáveis habilidades multidimensionais.

Consideramos que já sabíamos tudo, mas estávamos para ter uma grande surpresa.



Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

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ALIANÇA PLEIADIANA/ARCTURIANA - REALIDADE PARALELA DE MYTRE PARTE 2

 
 
Por Suzanne Lie PhD
Em 10 de março de 2013



MYTRIA FALA:

Mytre (paralelo) terminou dizendo:

Eu sei que estarei com vocês por um tempo, e vejo que vocês estão relutantes em como me chamar.

Eu sou Mytre Almon, então, por favor, chamem-me de Almon.

Porque eu entrei em minha própria escuridão, eu sou uma versão muito diferente do Mytre, aquele que vocês conheceram.

Sou grato por esta oportunidade de servir à Luz e também à minha amada família pleiadiana.

Com isso dito, todos nós nos reunimos ao redor de nosso novo amigo Almon para lhe dar as boas-vindas à nossa família.

Rimos ao redor da fogueira até ela se tornar somente brasas e já era hora de dormir.

Eu pude ver que Almon estava incomodado com onde dormir, então ofereci que ele compartilhasse minha cama.

Ele hesitou bastante, mas eu insisti e o empurrei para um pequeno recuo particular em nossa caverna.

No dia seguinte acordamos ao amanhecer e fomos para nossos locais especiais de meditação.

Almon entrou nesta realidade facilmente e encontrou seu próprio lugar de meditação no alto de uma pequena colina.

Ele não sentia mais que devia se esconder nas sombras.

Ele recuperou sua dignidade e eu recuperei meu melhor amigo.

Pelas semanas seguintes eu via os muitos modos em que Almon era diferente de Mytre e os muitos modos em que ele era bastante semelhante.

Entretanto, assim que a terra para a localização do Templo estava preparada, nós tivemos um problema.

Nós não queríamos reorganizar ou cortar quaisquer pedras desta terra sagrada para ter materiais de construção, e nós também não tínhamos capacidade de reunir material de construção provindo de fora do domo sagrado.

Enquanto isso, os sintomas de transmutação para nosso EU superior reapareceram, mas de um modo totalmente diferente.

Antes, nossos corpos sofreram os sintomas de fraqueza física ou desconforto.

Agora eram as nossas mentes que estavam mudando.

Todos nós começamos a nos esquecer do que íamos dizer ou não conseguíamos prestar atenção a uma sentença inteira que nossos amigos tentavam nos passar.

Além disso, todos nós começamos a perder tempo.

Com isso eu quero dizer que íamos para um local fazer alguma coisa e então, de repente, nós estávamos em outro lugar fazendo algo totalmente diferente.

As ações sequenciais de terminar uma experiência e então passar para a próxima não se aplicavam mais.

No fim, nós percebemos que se estivéssemos envolvidos em uma atividade e pensássemos em outra, de repente estávamos fazendo a tal atividade em que pensáramos.

Entretanto, a sequência de parar uma atividade, ir para outro local e começar a próxima atividade, era pouca.

No início nós apenas tínhamos essa experiência de vez em quando, mas então esta mudança de tempo e espaço foi-se tornando cada vez mais frequente.

Nós percebemos que estávamos recebendo uma capacidade dimensionalmente superior, mas não tínhamos controle consciente dela.

De fato, nosso eu ego não estava mais no controle de muitas coisas.

Lentamente nós percebemos que quando o pensamento baseado no ego entrava em nossa mente, nós saímos do que estávamos fazendo e passávamos para aquilo que alimentava nossa alma.

Em outras palavras, nós não podíamos mais mentir para nós e dizer:

Está tudo bem. Estou feliz fazendo isto agora. Mais tarde farei o quero fazer.

Os conceitos de "agora" e "mais tarde" estavam começando a se extinguir para serem substituídos pelo "AGORA".

Todos nós estávamos experimentando o AGORA em nossas meditações, e ele estava entrando em nossas vidas cotidianas.

No começo esta situação foi bem desconcertante até percebermos como éramos muito mais eficientes quando somente fazíamos o que adorávamos fazer.

Desta maneira, cada um de nós descobriu a contribuição pessoal que melhor servia ao nosso empreendimento em grupo.

E também, não havia sobreposição ou competição.

Era como se cada um de nós fora escolhido a dedo para fazer determinada parte deste serviço ao UM.

Não demorou muito para percebermos que esse conceito estava certo e que Almon era o nosso "contramestre".

Ele era capaz de perceber como as ações e contribuições de cada pessoa se encaixavam em nosso empreendimento de grupo UNO.

Agora que todos nós tínhamos descoberto nossas contribuições, éramos uma comunidade totalmente sustentável reunida em um espaço preparado em que íamos construir o Templo.

Uma noite, quando estávamos reunidos ao redor da fogueira, um de nossos amigos do Templo veio ao nosso domo.

Seu nome era Jartun, e era um dos meus melhores amigos do Templo.

Imediatamente eu temi que havia algum problema com Alycia, mas ele leu minha mente - ele sempre leu - e me informou que ela estava bem.

Nós convidamos Jurtun para se unir a nós na fogueira e lhe demos água e comida.

Ele mal parara em sua jornada até nosso campo e estava exausto.

Ele tinha que nos dar uma mensagem urgente, mas primeiro garantimos que ele comesse e tomasse água.

Assim que ele comeu e saciou sua sede, nós lhe demos toda atenção e ele começou a falar:

Vim aqui para lhes dizer que o Campo de Força Arcturiano ao redor da vila está começando a falhar.

Se os Draconianos virem nossa verdadeira vila, eles nos atacarão impiedosamente.

Nós descobrimos em nossas meditações e comunicações com os Arcturianos que o Templo deve subir agora, pois o poder do Fogo Violeta dele é o único modo de podermos focalizar as energias superiores para reabastecer o Campo de Força.

Almon levantou-se imediatamente e disse:

É por esta razão que pedi a reunião com você.

Estive observando as habilidades de todos e me lembrando das experiências de Mytria no Ventre da Mãe.

Não era para nós construirmos o Templo, era para nós elevarmos o Templo.

Estávamos todos confusos, mas Almon continuou:

O Templo já está criado. Ele é os Cristais Violeta no núcleo do planeta.

Com uma mente única nós entendemos o que Almon estava dizendo.

Claro, então não tínhamos que prejudicar a terra sagrada de modo algum.

Entretanto, como poderíamos elevar os enormes cristais do núcleo de nosso planeta?

Na verdade, todos nós fizemos essa pergunta ao mesmo tempo.

Almon, que tinha recuperado totalmente seu poder no tempo em que estivera conosco, esperou tranquilamente nós nos acalmarmos.

Um por um, nós sentamos novamente ao redor da fogueira e olhamos para nosso líder para que ele continuasse:

Eu ainda não sei como elevar o Templo, mas tenho sonhos e meditações sobre a elevação do Templo.

Entretanto, eu não sabia o que significavam até agora.

Todos nós sabemos que fomos chamados para vir para cá e todos nós respondemos ao Chamado de nosso Espírito.

Nós nos conscientizamos de que "impossível" não é mais um conceito em nossas vidas, pois nós nos tornamos muito mais do que já pensamos que poderíamos ser.

Almon fez uma pausa enquanto cada um de nós reconhecia sua declaração.

Nossa mudança, na verdade, nossas mudanças pessoais de ascensão aconteceram tão depressa que tudo que todos nós podíamos fazer era adaptar-se ao novo eu.

Agora nós tínhamos que reconhecer que ganháramos poderes individuais além da nossa mais louca imaginação.

Almon e eu estávamos pensando como um, quando ele disse:

Nós não somos mais o que nós já fomos.

Os Arcturianos nos disseram que seria necessário ascender para a quinta dimensão para ressoar acima da constante ameaça de guerra e escuridão.

Nós tivemos o privilégio de estar nesta Terra Sagrada onde esse processo de ascensão é muito acelerado.

Tenho visto como nossas habilidades individuais complementam perfeitamente as habilidades de cada um dos outros.

Se nós pudermos colaborar para operar como UM SER e também apelar à Mãe Alycone e ao Arcturiano, nós podemos conseguir elevar o Templo Violeta.

Todos ficaram totalmente silentes enquanto assimilavam as palavras de Almon.

Então, um por um, meneou sua cabeça concordando.

Almon concluiu sua mensagem dizendo:

Agora vamos todos dormir e pedir por orientação.

Então, após nossas meditações matinais em que pediremos a compreensão de nossos sonhos, nos reuniremos como um grupo e discutiremos o que descobrimos.

Todos nós concordamos, apagamos o fogo, encontramos um lugar para Jartun dormir e nos acomodamos para a noite.

Algo muito importante acontecera e nós precisávamos que cada um absorvesse isso antes de nós nos combinarmos em uma Consciência Grupal sempre em expansão.

De novo nos levantamos ao amanhecer.

Então, após nossas meditações individuais, todos nós instintivamente formamos um círculo na área preparada para o Templo.

Claro, cada um de nós tinha a versão individual da mesma mensagem.

Agora eu vou transmitir a minha versão de nosso sonho grupal.

Nós despertamos dentro de nosso sonho para nos encontrarmos no Ventre da Mãe durante a nossa primeira reunião.

Desta vez nós reconhecemos uns aos outros e também àqueles que escolheram não se unir a nós.

Os membros de nosso grupo se reuniram para aguardar a entrada da Mãe Alycone e do Arcturiano.

Entretanto, ninguém entrou desta vez.

Ao invés disso, todos nós recebemos a instrução interior de entrar num longo túnel.

Nós silenciosamente encontramos nosso rumo pelo túnel, que era iluminado por uma fonte desconhecida.

Quando foi aprofundando cada vez mais no planeta, eu reconheci que estávamos sendo encaminhados para a caverna dos cristais gigantes.

Logo após essa percepção, nós fizemos a curva final e encontramos os cristais caídos aguardando por nós.

Sem orientação do Arcturiano ou da Mãe Alycone, nós decidimos como uma unidade ir até os cristais e tocá-los.

Quando tocamos os cristais, pudemos sentir a enorme força vital deles.

Nós sempre consideramos os cristais como a frequência mais alta do Reino Mineral, mas agora nós sabíamos que eles também eram seres viventes.

Tal como aprendêramos a trabalhar como uma unidade na terra, nós unimos nossos esforços e "encontramos nosso lugar" entre os cristais.

Mais tarde tivemos conhecimento em nossa discussão que cada um de nós perguntou como poderia assistir os cristais na elevação para a superfície e recebemos nossas instruções individuais.

E mais importante, nós estabelecemos um relacionamento íntimo com o Ser vivente Cristalino do Templo Violeta.

Após recebermos nossas instruções caminhamos entre os cristais deitados recebendo imagens interiores de como os cristais pareciam antes de caírem desordenados.

Almon, que subira ao topo do maior cristal, estava reunindo toda a nossa informação em uma unidade coesa.

Além disso, ele parecia estar tendo uma comunicação pessoal com o Deva, o detentor da forma deste grande Ser Cristalino.

Quando Almon finalmente se juntou a nós, ele estava profundamente comovido, mas não disse nada.

Foi então que a Mãe Alycone e o Arcturiano se reuniram a nós.



Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

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ALIANÇA PLEIADIANA/ARCTURIANA - REALIDADES PARALELAS

 
Por Suzanne Lie PhD
Em 26 de fevereiro de 2013



MYTRIA FALA:

Conforme nossos sintomas de transformação aliviavam, nós percebíamos as habilidades inatas que ficaram latentes dentro de nós por nossas vidas inteiras.

Como essas habilidades vieram à tona, ficou óbvio que nós escolhêramos e/ou nos voluntariamos para esta tarefa.

Sentíamo-nos muito honrados por sermos escolhidos para ela e literalmente dedicamos nossas vidas à conclusão do Templo do Fogo Violeta da maneira em que cada um de nós era instruído.

Para dominarmos nossas habilidades multidimensionais pessoais e do grupo, nós meditávamos separadamente e como um grupo todos os dias.

Nós começávamos nosso dia com meditações individuais e o encerrávamos com uma meditação em grupo ao redor da fogueira.

Nós nos conscientizamos de que essas meditações eram vitais, pois precisávamos entrar no estado de consciência penta/hexadimensional para entendermos as instruções que recebíamos do Arcturiano e de Mãe Alycone, como nós a chamávamos.

Visto que muitos de nossos sintomas de transmutação desapareceram, conseguíamos permanecer ativos até mais tarde e todos nós nos levantávamos assim que os Sóis surgiam no horizonte.

Ao continuarmos com nossas meditações individuais e em grupo, começamos a formar uma profunda conexão com os Elohim planetários Alycone e com o Arcturiano, que era Elohim também.

Elohim são Seres altamente avançados que são os "criadores da forma" e também mestres da transformação da forma para frequências mais altas de expressão.
Os Arcturianos são os guardiões do Corredor Arcturiano pelo qual os indivíduos, planetas, Sistemas Solares e Galáxias em ascensão, transmutam sua forma para uma frequência mais alta.

A Mãe Alycone estava a cargo de nos assistir na elevação de nossa sociedade para a quinta dimensão.

Enquanto ressoávamos à quinta dimensão, os Draconianos do Poder Sobre os Outros e seus subalternos, os Zetas, não podiam nos perceber e muito menos nos atacar.

Estávamos temporariamente seguros, pois os Arcturianos haviam recoberto nossa Vila com um Domo pentadimensional.

Porém, o estado de consciência daqueles que viviam dentro do Domo determinava por quanto tempo do Domo manteria sua matriz hexadimensional.

Porque havia muito medo e raiva entre os outros cidadãos da Vila, todos os membros despertos espiritualmente da Vila sabiam que era sua tarefa obter e manter um estado pentadimensional de consciência.

As emoções de frequência inferior baseadas no medo corroeram o Domo, e restou àqueles com consciência superior manterem o Domo funcionando.

Nós fomos informados que a conclusão do Templo Violeta era essencial para elevar a frequência ressonante de nossa sociedade para a quinta dimensão.

Nós também estávamos cientes de que alguns membros de nossa Vila não conseguiriam liberar a sua necessidade de ser guerreiro.

Assim, esses guerreiros criaram uma "Vila engodo" fora do Domo para que o inimigo não descobrisse que nós ainda existíamos como uma Vila inteira.

Os Dracs tinham a impressão de que muitos de nós havíamos morrido e que a Vila engodo era só o que restara de nossa Colônia Pleiadiana.

Os Arcturianos completaram essa ilusão criando uma inserção holográfica que fazia parecer que os Dracs haviam nos conquistado.

Entretanto, não era fácil enganar um Draconiano, então era só uma questão de tempo até eles perceberem nossa verdadeira situação.

Tínhamos de concluir nosso Templo antes de eles perceberem e usar o Fogo Violeta Planetário para transmutar nossa sociedade para a quinta dimensão.

O que nós precisávamos era de um guerreiro experiente para servir como uma ligação entre a Vila engodo, a Vila real e nosso campo de obras.

Mal nos conscientizáramos disso, alguém apareceu para preencher esse papel.

Meu coração explodiu quando percebi que ele era Mytre.

Eu estava no Lago tirando um momento para relaxar e recompor de todas as minhas muitas responsabilidades quando eu vi alguém vindo em minha direção.

O Sol estava no meu rosto, então eu não podia ver quem era, mas eu sabia que era um homem que era parecido com Mytre.

Não, não pode ser, eu pensei, mas a sensação parecia cada vez mais forte conforme o homem se aproximava.

Quando comecei a ir em direção a ele e quando o Sol não estava mais entre nós, eu vi que realmente era Mytre.

Eu corri para elem e dentro do não tempo dos amantes reconectados, nós entramos um nos braços do outro.

Porém, eu senti que algo estava ligeiramente diferente.

Imediatamente Mytre captou meus sentimentos e me empurrou para que ele pudesse me olhar nos olhos.

Minha amada Mytria, ele falou com tristeza em seus olhos, eu não sou o Mytre que você esperava. Eu sou uma Realidade Paralela daquele Mytre.

Olhei em seus lindos olhos e disse: Não importa, meu amado. Eu aceito qualquer versão de você que eu puder ter.

Nada mais foi dito enquanto nos encaminhávamos de braços dados para o campo vizinho.

O Mytre "real" e eu tínhamos passado muitos dias quentes deitados na grama macia e apreciando a companhia um do outro dos modos mais íntimos.

Quando o Sol começou a se aproximar do horizonte, nós nos levantamos para vagarosamente caminharmos para o Campo de obras.

Quando chegamos ao Campo, Mytre teve de dizer a todas as pessoas satisfeitas e surpresas que ele era uma Versão Paralela do Mytre que eles haviam conhecido.

Todas elas reagiram de modo semelhante ao meu.

Ficou imediatamente claro para todos que esse Mytre serviria como a ligação que precisávamos.

Enquanto estávamos ao redor da fogueira, perguntavam a Mytre como ele se tornara uma versão paralela do Mytre que eles conheceram.

Enquanto a luz do fogo cintilava em seu rosto, eu estava tão feliz por tê-lo comigo que meu coração se encheu de amor profundo e gratidão.

Fora um grande desafio levar em diante essa responsabilidade sem o apoio e consultoria de meu melhor amigo.

Eu sabia que ele iria ir e vir entre nosso Campo de Obras, a Vila e a Vila Engodo, mas ele sempre estaria perto.

Quando os risos e a conversa começaram a diminuir, Mytre começou a contar sua incrível história.

Alguém perguntou como ele se separara das "outras" versões dele mesmo, o que fez todos rirem, meio que nervosos.

Mytre riu junto com eles, então lentamente seu rosto mudou e ele ficou muito sério enquanto contava sua história:

É difícil responder suas perguntas sobre quando me tornei a "outra" versão de Mytre, pois eu penso naquele Mytre como a "outra" versão de mim.

Na percepção dele, eu sou da realidade paralela dele.

Por outro lado, na minha percepção, ele é que é da minha realidade paralela.

Realmente, eu não sei se aquela versão de Mytre sabe ou não que eu existo.

Eu me conectei com ele quando ele estava fora do tempo visitando as bolhas de suas muitas versões de realidade como pura consciência.

Eu não creio que ele reconheceu nossa conexão, mas eu reconheci.

Ele era da realidade em que ele assumiu a Missão de pilotar uma pequena Nave até a Nave Arcturiana para conseguir ajuda.

Por outro lado, eu sou da realidade paralela em que eu fiquei na Vila e não fui para a Nave Arcturiana.

Em ambas as realidades, Mytria foi para o Templo para ter nossa amada filha, mas na minha realidade eu fui para a batalha, mas permaneci no planeta.

As coisas não correram bem para Mytria e eu nessa realidade, e na hora que encontrei a consciência do outro Mytre, eu caí para uma versão muito primitiva de mim.

Eu constantemente punha em dúvida minha decisão de permanecer no planeta e, de fato, a missão para obter a assistência dos Arcturianos falhou.

Nós fomos atacados e atacados de novo e mais da metade de nossa população morreu.

O resto de nós se espalhou pela face do planeta e levamos nossas vidas como refugiados escondendo-nos em cavernas e áreas extremamente remotas.

Todas as nossas Naves e a maior parte de nossas residências foram destruídas.

E pior ainda, o Templo foi atacado e Mytria e nossa filha foram mortas.

Eu não protegi nossa Vila pilotando a Nave para pedir a assistência dos Arcturianos porque fiquei protegendo Mytria e Alycia.

E então, um dia, quando eu estava bebendo com meus "amigos", pois eu fizera muitos deles, o Templo foi atacado e eu estava bêbado demais para proteger minha esposa e filha.

Neste momento Mytre ficou tão transtornado que teve de parar de falar.

Todos ficaram imóveis como pedras e somente ouvia-se o estralar do fogo.

Exigiu-me toda a minha força de vontade permanecer quieta para permitir que Mytre recuperasse a compostura suficiente para concluir sua história.

Todos ao redor da fogueira fizeram o mesmo.

Após o que pareceu dias, Mytre estava preparado para continuar.

Obrigado a todos pelo tempo para eu recuperar minha serenidade, disse Mytre.

Posso sentir o grande amor e camaradagem neste grupo, o que me dá a coragem para continuar.

Quando minha consciência se conectou pela primeira vez com a do outro Mytre, eu estava à beira da morte.

Nossa Vila e estilo de vida há tempos haviam sido destruídos, e eu estava vivendo como um animal, sozinho na selvageria.

O propósito de minha alma era ser um atirador de elite e matar o máximo possível de Dracs.

Eu finalmente recuperei dignidade suficiente para sair em minha própria busca de nosso inimigo draconiano que ainda nos "caçava".

Eu não sei se havia muita dignidade em ficar à espera de minha presa, mas eu matei muitos deles e considerei que estava fazendo a diferença.

Entretanto, eu era uma pessoa e a diferença que eu fazia era mínima considerando as dificuldades de nosso grupo sobrevivente.

Quando fiz minha breve conexão com o outro Mytre, eu estava com uma febre tão alta que corria grande risco de morrer.

Talvez seja por isso que pude reconhecer uma versão de mi que eram muito mais forte e corajosa.

Eu instantaneamente soube que naquela realidade eu estudara com os Arcturianos para aprender a respeito da mente sobre a matéria.

Eu silentemente me perguntei o que deveria fazer para conseguir estudar com os Arcturianos.

Para minha surpresa eu ouvi a mensagem interior de "COMECE NOVAMENTE".

Com estas duas palavras, houve a explosão e toda a culpa, vergonha e tristeza profunda me tomaram.

Pela primeira vez, eu chorei a perda de minha família e também da Vila e de toda a minha vida.

Como eu começo novamente? Eu gritei para o ar.

Então o Arcturiano apareceu em minha realidade e ficou na minha frente.

Comecei a me ajoelhar perante Ele quando ouvi um firme "LEVANTE-SE!"

Sequei meus olhos e fiquei perante este Ser magnífico de luz ondulante em uma forma fraca de um humanoide e silenciosamente aguardei o Arcturiano falar novamente.

O tempo é uma ilusão, disse o Arcturiano.

Refleti sobre o que o Arcturiano disse.

Sim, se eu podia de alguma forma ver uma versão minha fora do tempo, então eu devia ter deixado o tempo também.

Sim, respondeu o Arcturiano.

Posso voltar no tempo quando decidi ficar na Vila e decidir aceitar o desafio de pilotar nossa pequena Nave para buscar ajuda?

Você precisa entrar na realidade do Mytre que você viu, mas você é necessário em uma zona temporal diferente.

Está disposto a aceitar essa tarefa?

Sim, Senhor!, eu respondi imediatamente.

Nós não somos de sua força armada e não estamos envolvidos em sua luta, explicou o Arcturiano.

Entretanto, estamos interessados em aprimorar a capacidade inata que você demonstrou por conscientemente perceber outra versão de si que é capaz de entrar nas frequências superiores além do tempo.

Se você pode VER outra versão do seu EU, você pode SER outra versão do seu EU.

Você pode considerar a realidade em que está vivendo como um completo fracasso, continuou o Arcturiano, mas a capacidade que você aperfeiçoou de ser furtivo e capaz de se integrar em qualquer situação é muito necessária nesta linha temporal de realidade que nós precisamos que você entre.

A versão do seu EU dessa realidade está recebendo um treinamento importante e não pode ser posta em serviço ativo.

Entretanto, você parece estar precisando de um propósito.

De fato, você vem treinando para este serviço, mas esteve perdido demais na lamentação para ouvir nosso chamado.

Agora que você se conectou conosco, você está preparado para a tarefa que temos para você?

Estou completamente preparado para estar a serviço, eu disse com a maior dignidade que senti durante um longo tempo.



Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

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MENSAGEM DO ARCANJO SANDALFON PARA 18 A 24 DE NOVEMBRO DE 2013

 
Por Gulcin Onel (Mavinin Sesi)
Esta semana terá um efeito curador em várias circunstâncias e sentimentos, meus queridos.

Suas orações são ouvidas, e como vocês continuam progredindo, nós nos contatamos com vocês com maior facilidade.

Felizmente vocês estão cientes deste fato.

O sentimento que vocês experimentam quando entram em contato com sua própria quintessência lhes traz o mundo que vocês desejam criar.

Nós queremos que vocês fiquem em contato com sua Criança interior.

Lembrem-se do que ela gostava, amava ou se alegrava até ela chorar.

Era ela quem percebia tudo intuitivamente.

Era ela quem tornava tudo agradável...

Protejam essa alegria.

Enquanto estão tornando seu caminho visível, a coisa mais importante é manter sua pureza, seu aprendizado e seu assombro.

Aceitem, sigam, mesmo que vocês se deparem com questões intelectualmente insuperáveis, mantenham-se acreditando e avançando.

E não se esqueçam de que vocês são Filhos de Deus.

Arcanjo Sandalfon
 

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

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CRISTAIS DE QUARTZO – PARTE 5



Comparando campos de energia de cristais e seres vivos
William LePar e O Conselho
01 de setembro de 2011


Interlocutor: Não sei se consigo ser claro ou não.
Tecnicamente, como funciona a energia ou vibração das pedras?
O que faz uma diferente das outras?

O Conselho: É uma parte da criação!
Por que você tem um campo, um campo de energia?
Porque é feito de elementos, e cada elemento é realmente, quando colocado em sua essência básica, uma forma de eletricidade.
Assim é a pedra.
E dependendo de quais elementos constituem essa pedra será o campo ou campo de energia que emana dela.
Entende?

Interlocutor: Até aqui, sim.
Aceitando o fato que o cristal de quartzo é a melhor combinação, no que diz respeito a pedras, há alguma outra coisa na criação, como a madeira do carvalho ao invés de pinho?
Estou só tentando ter uma idéia de como tudo isso funciona.

O Conselho: Bem, quando se fala de madeira, fala-se de uma força de vida, e uma força de vida ou algo que é de fato viver e crescer no mesmo sentido que o corpo físico faz, ou em alguma coisa em comum aí, é uma situação completamente diferente.
Veja, pedras ou gemas nascem de um modo muito diferente.
É energia e pressão, e força, e poder que as cria.
É erosão e transferência de elementos que as cria.
Já algo, como a madeira, é criado, bem, só como observação, em um processo homogeneizado ou homogêneo ou uma linha de base.
Entendeu?

Interlocutor: Não a última parte.

O Conselho: Com as pedras, ou o que seja, há uma forma mais original de criação, ou melhor, os elementos aí são mais distintos ou isolados.
Enquanto você como ser humano contém uma coleção muito maior de elementos, a mesma de qualquer ser vivente, quer seja uma árvore ou um animal, ou uma flor, ou o que seja.
Há uma grande composição aí, uma grande necessidade de uma linha de base ou um estado ou condição homogênea para desenvolvimento ou crescimento.


Na próxima postagem, a parte final, O Conselho fala sobre abraçar árvores.
Isso traz algum benefício?


Para saber mais sobre William LePar e O Conselho visite http://www.williamlepar.com/
Fonte: http://www.williamlepar.blogspot.com/
Tradução: SINTESE (Grão 5)
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CRISTAIS DE QUARTZO - PARTE 4




Limpar suas pedras?
William LePar e O Conselho
26 de agosto de 2011


Interlocutor: Limpar seus cristais. Será que eles precisam ser limpos?


O Conselho: Bem, se você deixá-los cair em uma poça de lama, lave-os com água.


Todos: (Risos)


O Conselho: Bom, nós fizemos essa afirmação não para o humor, embora esperássemos que um pouco de humor fosse apreciado.

Não há tal coisa, como a limpeza de qualquer tipo de pedra preciosa ou pedra.

Elas são limpas por natureza; são neutras; são puras.

É o que um indivíduo tenta fazer com elas, que pode, na mente de algumas pessoas, ser negativo ou sujo, mas a limpeza real deve ser com a pessoa que tentou usar essas coisas dessa maneira.

Esses itens, as pedras preciosas, ou o que seja, não são negativas, não são positivas.

Elas têm um propósito específico, e se usá-las como devem ser usadas, você vai ganhar com isso.

Se tentar corrompê-las, você irá corromper-se.

Entende o que estamos dizendo?


Interlocutor: Sim, obrigado.


O Conselho: Melhor salvar suas energias do que tentar limpar ou invalidar uma pedra.

Você não pode fazer isso porque é a própria pedra. Muito bem.


Interlocutor: Eu também ia perguntar sobre a limpeza, mas alguns dos livros que li dizem que você deve ter um cristal para isso e outro cristal para aquilo.
Não é possível ter apenas um cristal para todos os fins?


O Conselho: Sim. Não seria um campo muito comercial, se você pudesse ter um cristal para servir a todos os fins.

Agora, cada pedra pode e oferece propriedades específicas.

Mas como já dissemos, se houvesse apenas uma pedra ou pedra preciosa que você devesse escolher, seria o cristal de quartzo.

Isso responde a pergunta?


Interlocutor: Sim. Obrigado. Eu agradeço.


O Conselho: Você deve se lembrar, o homem vai sempre tentar comercializar tudo e qualquer coisa.

E é o homem sábio que vê através dessa falácia muito rapidamente, e, é claro, "homem sábio" significa mulheres sábias, também.

Assim, não se deixe enganar por tudo o que você lê e ouve. Use um pouco de bom senso.

Veja isto deste modo: uma pedra é uma pedra.

Não importa o que você faz para ela, ainda é uma pedra.

Não importa quais são suas propriedades, ainda é uma pedra.

E se a propriedade oferece uma boa saúde ou um suplemento para a boa saúde, então ela vai fazer isso.

E se você tiver uma que oferece uma boa saúde ou propriedades, ou amplifica a boa saúde, e se você tem uma outra que amplia a boa saúde e uma mente boa, não estão realmente conectadas, quando você para e pensa nisso?

Portanto, se você quiser ser bastante meticuloso, então escolha a pedra que oferece mente boa e boa saúde, pois estará cobrindo ambas as pontas.

Mas se escolher a pedra que oferece uma boa saúde, para ter boa saúde, você tem que ter uma mente boa.

Assim, é seis por meia dúzia do outro.

É por isso que foi sugerido que o cristal de quartzo é provavelmente o mais universal de todos os cristais, no que diz respeito à ajuda.

Ele ajuda fisicamente; ajuda espiritualmente, e ajuda emocionalmente.

E se tiver ajuda em três áreas, o que mais você precisa?

Se tiver ajuda apenas espiritualmente, ele vai cuidar das outras duas áreas.

Se ajudar espiritualmente e emocionalmente, então certamente você sabe que a parte física vai melhorar.

Se fosse apenas para ajudar o lado físico, antes de melhorar o físico, o emocional tem que melhorar, e antes de melhorar o emocional, o espiritual tem de melhorar.

Então você vê, eles estão todos conectados.


Na próxima postagem, na parte cinco, O Conselho dará algumas informações sobre o aspecto técnico de cristais de quartzo.
Eles comparam os campos de energia dos cristais aos de outros seres vivos.



Por favor anote: O nosso primeiro e-book foi publicado http://www.smashwords.com/books/view/83976
Para saber mais sobre William LePar e O Conselho visite http://www.williamlepar.com/
Fonte: http://www.williamlepar.blogspot.com/
Tradução: SINTESE (Grão 5)
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