quarta-feira, 13 de março de 2013

Lucidez Espiritual

 


Saúde, Enfermidade e Auto-Amor
Além da Matéria - Joseph Gleber – Robson Pinheiro

As enfermidades são o resultado da desarmonia dentre o espírito e o corpo, a vida e a forma.

A consciência encerra toda a expressão da vida em sua própria intimidade.
É o espírito imortal.
Quando essa consciência assume o campo da forma através da reencarnação, passa a expressar-se no mundo fenomênico com uma parcela de sua lucidez espiritual.

Mas o homem encarnado não traz em si, nessa interação espírito-corpo, toda a manifestação de sua consciência.


A expressão máxima da vida e da lucidez espiritual encontra-se no espírito.

Semelhante verdade é de grande importância para que se compreenda as relações de equilíbrio e desequilíbrio, harmonia e desarmonia ou de saúde e enfermidade.

Entre o campo consciencial e o corpo físico existe um mundo de energias, cuja existência está demonstrada na revelação espírita, como nas modernas descobertas da ciência terrena.


Nesse campo energético, também representado pelo duplo etérico e pelo psicossoma, é onde se originam, muitas vezes, os conflitos que geram as enfermidades.

A doença é, por isso mesmo, efeito do acúmulo ou do desgaste de energias que atingem os corpos superiores.


É preciso desenvolver certos sentidos espirituais a fim de compreender a linguagem do corpo.

Cada manifestação de enfermidade traz uma mensagem com endereço certo e com a linguagem necessária para o aprendizado do homem.

Sendo a doença o resultado de um conflito no campo energético ou emocional, ela pode ser vista como um processo de evolução ou de expurgo dos fluidos densos.


Tais fluidos ou energias poderão, através da doença, liberar o organismo espiritual da carga tóxica que o oprime.
 
Como fator evolutivo, a enfermidade que desarmoniza o homem transforma-se em objeto de despertamento da consciência para a solução de conflitos íntimos.


Uma vez solucionado o conflito com a reeducação dos impulsos da alma, a enfermidade perde a sua razão de ser.

Com o cessar do desequilíbrio íntimo, a energia mórbida que impregna o psicossoma é redirecionada e paulatinamente deixa de fluir; assim, é restabelecido o equilíbrio interior.

É dessa forma que a postura evangélica do amor resolve por completo os bloqueios energéticos da alma em trânsito evolutivo.
 
As posturas equivocadas, as emoções descontroladas, podem emergir do passado espiritual em forma de conflitos psicológicos ou enfermidades físicas, mas, uma vez que o homem se reeduca de acordo com as leis da vida, no desenvolvimento do auto-amor, tais energias em desequilíbrio encontram novamente a harmonia.

A fonte dos males ou das desarmonias que são conhecidas como enfermidades pode ser encontrada em qualquer dos corpos de manifestação da consciência.


Quando à desarmonia nasce no “campo emocional” mais facilmente se transfere para o corpo denso através dos chacras, que automaticamente distribuem o fluido mórbido nos locais mais sensíveis do corpo somático.

Quando é o “corpo mental” que está desorganizado, as enfermidades se manifestam no campo psicológico ou mental, exigindo também grandes dispêndios de energia, a fim de reequilibrar o indivíduo.


Como o homem terreno tem seus campos etérico e psicossomático mais desenvolvidos que os corpos superiores, é natural que as enfermidades que atualmente assolam a humanidade encontrem sua gênese exatamente no perispírito ou psicossoma.

As emoções e os desejos contidos de modo irrefletido e desordenado dão origem a profundas angústias; os desequilíbrios emocionais e as paixões desenfreadas, muitas vezes reprimidos apenas pelas imposições sociais, deixam marcas profundas nas células sutis do corpo espiritual.

Isso requer longo tempo no trabalho de reajuste.


Normalmente, nestes casos, os chacras inferiores e os seus plexos correspondentes encontram-se desajustados pelo acúmulo de energia ou fluido mórbido.

Essa vibração desarmônica transfere-se para o corpo somático em forma de enfermidades.

A integração entre espírito-perispírito e corpo-físico é tão grande e se manifesta em tal intensidade que o sistema nervoso responde de forma automática aos impulsos advindos do espírito.

As energias e emoções vividas pelo espírito encarnado influem profundamente nas funções vegetativas, atingindo o sistema simpático e parassimpático com a densidade característica desses focos de desarmonia.

O acúmulo de energia densa pode gerar distúrbios e toda forma de enfermidades inflamatórias, envolvendo o órgão afetado com uma carga de fluido denso e uma aura densa e sem brilho, que é absorvida pelo órgão, causando a enfermidade local.


A falta de energia que ativa a vitalidade pode ser o resultado de um bloqueio que impede a circulação do fluido vital, deixando o órgão correspondente atrofiado ou sem o campo energético que o mantém ativo.


Observa-se então um certo enfraquecimento do órgão, com um embaçamento da aura ou campo energético que o circunda.

Isso tudo nos leva a reavaliar certos conceitos modernos a respeito da saúde e das enfermidades.


O organismo físico apenas reflete o estado dos outros campos de manifestação da consciência espiritual.

O estado psicológico está sempre em relação com o estado físico, interagindo com este de forma perfeita e gerando situações que podem ser classificadas de saúde ou doença.

Quando o individuo é hiper-ativo, utilizando-se em demasia do fluido vital, provoca um desequilíbrio externo, que, com o tempo, passa para outras pessoas que o rodeiam, contaminando aqueles que entram em contato com ele.


É o excesso de energia que o ser não sabe direcionar.

Tal excesso se manifesta na hiperatividade, na sexualidade desregrada, nas agitações íntimas que se alastram como vírus.
 
Por outro lado, quando o individuo passa a dirigir suas energias exclusivamente para o seu íntimo, não consegue adaptar-se à realidade em que se situa, gerando traumas e fugas, que são outras causas de enfermidades do corpo e da alma.

Tais focos de desarmonia requerem um ponto de equilíbrio, que a terapia evangélica aconselha acontecer através da reeducação.


Reeducar-se é procurar o ponto de equilíbrio entre a matéria e o espírito.

Nunca a reeducação significa fuga ou excesso. Sempre o Evangelho nos aconselha o método do amor ágape
(O ágape, como um termo para o amor ou a afeição, é usado raramente em manuscritos antigos.) e do auto-amor.

Saúde, Enfermidade e Auto-Amor
Além da Matéria - Joseph Gleber – Robson Pinheiro

Lucidez espiritual: Segundo algumas pesquisas, o homem utiliza apenas uma pequena porcentagem de sua capacidade mental.


Considerando o ser espiritual, compreende-se que apenas uma parcela de todo o seu potencial se faz perceptível para a consciência encarnada, já que o corpo físico e, portanto, o cérebro, amortece as impressões que o espírito envia ao corpo.


O organismo físico funciona como um transformador vivo que diminui lembranças e a freqüência vibratória do ser.

Linguagem do corpo:

O corpo é um espelho altamente revelador do inconsciente.
Ele mostra flashes da personalidade, expõe crenças, valores, preconceitos, forças e fragilidades do caráter.

As mensagens que emitimos por meio do nosso corpo constroem aquilo que temos demais verdadeiro e substancial.

A linguagem corporal, quando bem utilizada, ajuda a dizer o indizível, a dar forma a um sentimento e a concretizar as imagens das emoções mais verdadeiras.

Envolvemos, além da palavra, o jogo fisionômico, a postura cênica, a flexibilidade dos músculos, o domínio das expressões faciais, dos movimentos de braços, pernas e quadris.

Energia mórbida: É a qualidade dos fluidos mais densos, que impregnam o duplo etérico e o perispírito, causando um aumento de vibração de natureza doentia.


Ordinariamente, esse fluido mórbido apresenta-se como uma fuligem que se adere às células do corpo espiritual e extravasa para o corpo físico em forma de enfermidade.

Quando o homem adoece, em geral, é o resultado do descenso vibratório desse fluido, que se somatiza e faz fluir para o corpo o resíduo de cargas tóxicas aderidas ao perispírito.

Chacras: A palavra chacra significa roda.

Sua principal função é absorver e distribuir o prana ou energia vital para o corpo etérico e, através deste, para o corpo físico.
 
Atuam como transmissores e transformadores de energia, que é distribuída por canais etéricos – as nadis

(Uma nadi (plural: nadis) é uma formação de energia na forma de canal na qual o prana flui e pode se conectar aos chakras – que correm paralelos ao sistema nervoso.

Focos de desarmonia: Esses focos de desarmonia poderão ser identificados como emoções desequilibradas, excesso de energia que produz irritabilidade, nervosismo e hiperatividade sexual. Também podem ser identificados como estados alterados de permanente alheamento da vida social, introspecção, tristeza, melancolia, depressão, etc.

Fonte:http://www.harmoniaespiritual.com.br

O QUE É A CANALIZAÇÃO ESPIRITUAL? - 2

 


Muitos acham para o contato espiritual com seres que vivem em outros planos ou mundos dimensionais somente pode ser feito através do processo mediúnico, isto dentro dos ensinamentos da doutrina espírita, porém, existem outras formas para contatá-los.
 
A ciência esotérica ensina que há muitas outras formas de comunicação espiritual além dos processos da mediunidade clássica.
Os cinco sentidos têm extensões que são classificados pelo esoterismo, desentidos ocultos ou canais.
 
O contato espiritual está se tornando cada vez mais comum e o esoterismo moderno o classifica de canalização espiritual consciente, o que revela que está havendo uma nova expansão da consciência no ser humano, por isso, os canais espirituais estão começando a se abrir gradualmente na humanidade, independente da religião ou crença de cada um.
O problema é que muitos estão confundindo canalização com mediunidade; há médiuns que são canais e não sabem, e há pessoas que são médiuns, mas se julgam canais.
Segundo o espiritismo, médium é o intermediário entre os vivos e as pessoas que desencarnaram.
 
Ora, quando existe a morte do corpo físico, a alma deixa o mundo físico e passa para o mundo astral para continuar sua jornada e, mais tarde, deixa também este plano para passar ao mundo mental.
Quando completa sua jornada no mundo mental, vai para o primeiro plano da alma, que em esoterismo tem o nome de búdico, para retornar a reencarnar.
 
Não podemos esquecer que é a alma que encarna, por isso, nunca é demais repetir o que o esoterismo oriental ensina que: “somos uma alma que tem um corpo e não um corpo que tem uma alma”.
Assim, o médium é aquele que se coloca como intermediário entre dois planos ou dois mundos, o físico e o astral.
 
Enquanto cumpre esse objetivo, há uma contração da atividade mental, da vontade, do sentimento e da consciência, o médium pode perder de forma parcial ou total sua consciência, e pouco ou nada se recordar quando termina o trabalho espiritual.
Isto porque na mediunidade a entidade pode incorporar, utilizando-se dos corpos físico e astral do médium.
Contudo, mesmo quando a entidade é de nível superior, um verdadeiro Guia, por exemplo, pode não haver incorporação mas a utilização dos canais psíquicos; neste caso, o médium pode sofrer perda parcial ou total da consciência, mas na continuidade de sua espiritualização, e por orientação do Guia, ele se desenvolve até que se torne consciente.
 
Aqui, ele estará canalizando.
 
Deste modo, há uma evolução na própria mediunidade.
 
Os Guias e outras entidades que trabalham para a Grande Luz Divina, as que estão temporariamente servindo no Mundo Astral, atualmente não estão incorporando no médium; geralmente ficam ao lado dele, do lado direito ou esquerdo, por detrás ou por cima dele, mas não dentro de seu corpo.
 
Isto leva o médium a ter uma consciência parcial ou total do que se passa durante seu trabalho espiritual.
Já na autêntica canalização espiritual, que é sempre consciente, existe uma expansão do sentimento, da mente, da consciência e da vontade.
 
Neste caso, o canal é um intermediário temporário entre vários planos, podendo canalizar qualquer ser que esteja num dos planos superiores ao físico, sem perda de consciência.
 
Na mediunidade comum só se consegue atingir o plano ou mundo imediatamente a seguir ao físico, o plano astral.
Na mediunidade tradicional, a perda de consciência é uma característica marcante, muito embora todo médium possa se tornar consciente e, como já disse, existe uma evolução neste tipo de trabalho; assim, a tendência dos médiuns é de se transformarem em verdadeiros canais conscientes, psíquicos e mentais.
Quando o médium busca e aceita a ajuda de seus verdadeiros Guias, segue suas instruções, ele se desenvolve espiritualmente e mais rápido alcança um nível superior de consciência.
 
Um dos objetivos principais dos verdadeiros Guias é levar o médium ao seu Mestre de Alma, e isto depende de um correto desenvolvimento espiritual, da transformação da mediunidade em faculdade psíquica ou mental, mas consciente.
Na canalização espiritual não há a incorporação, como pode ocorrer na mediunidade.
 
No momento da canalização há uma fusão ou união energética de nível superior com um Ser de Luz quando se trata de um canal espiritualmente desenvolvido, e nesse instante o canal é como uma parte desse Ser e o Ser é como uma parte do canal.
 
Isto se dá nos níveis búdicos e átmicos (alma), utilizando a mente superior e os chakras cardíaco e coronário como pontes até à consciência física do canal; por isso, é uma união de almas e não de corpos.
Há, sim, uma dinamização e expansão energética dos corpos sutis do canal, da consciência, do sentimento e da mente que, muitas vezes, atinge o próprio corpo físico provocando sensações de paz, amor universal, serenidade, segurança, além de ocasionar, por vezes, mudanças na fisionomia do canal, em virtude da tônica e das energias do Ser que está sendo canalizado se-rem muito fortes.
Deste modo, a canalização é um processo de comunicação energético-espiritual consciente com seres que vivem e evoluem em outros planos, mundos, estrelas e universos multidimensionais, que acontece porque existiu uma expansão da consciência, por menor que ela seja.
Paz e Luz
http://garighan.blogspot.com

Ensinamentos Canalizados Dos Mestres - Henrique Rosa

LIVRO







http://pt.scribd.com/doc/28016156/Ensinamentos-Canalizados-Dos-Mestres-Henrique-Rosa

O QUE É A CANALIZAÇÃO ESPIRITUAL? - 1


É um processo de comunicação energético-espiritual consciente com seres que vivem e evoluem em outros planos, mundos e universos multidimensionais.
Entre alma e a mente-cérebro-coração existe um canal principal chamado pelo esoterismo oriental de antakarana, que é como uma ponte entre planos, mundos e dimensões diferentes.
 
Quando corretamente desenvolvido, e existindo uma espiritualização do ser humano, o canal mental e o chakra cardíaco se abrem e através deles são recebidos os ensinamentos e mensagens de sabedoria dos Seres de Luz.
Todos temos múltiplos canais psíquicos, mentais, telepáticos,intuitivos, etc. e muitos deles estão em estado latente e necessitam de desenvolvimento.
 
Ao longo dos tempos estas potencialidades foram rotuladas de várias formas, tais como: faculdades superiores ou espirituais, dons, poderes, canais, sentidos ocultos, etc.
 
Nos nossos dias, o termo canalização está mais em uso e serve para designar aquelas pessoas que têm um ou mais canais desenvolvidos, de modo parcial ou total, e que se comunicam conscientemente com seres que vivem e evoluem em outros planos e mundos dimensionais, tendo absoluto controle de sua mente e de sua vontade.
Não se trata de mediunidade.
 
A canalização é sempre consciente e existe no momento da comunicação uma expansão da consciência, do sentimento, da mente e da vontade.
 
Um verdadeiro canal deve ser uma pessoa espiritualizada, com ideais superiores de vida e de serviço aos Mestres e à Humanidade.
A telepatia intuitiva é um dos canais espirituais do ser humano que vem se desenvolvendo, gradualmente, naqueles que buscam uma espiritualidade maior e mais abrangente, que não ficam confinados a livros, teorias e posturas dogmáticas, mas buscam verdadeiramente o Caminho da Luz, com pureza de sentimentos e com consciência.
 
Estes almejam a expansão de sua sensibilidade,dos seus sentimentos, da consciência, da mente e da alma, assim como, uma unificação entre o eu inferior e o eu superior.
Esta expansão é fundamental em qualquer processo de desenvolvimento e ampliação dos sentidos físicos que estão sintonizados para captar as faixas vibratórias horizontais (visão, audição, olfato, paladar e tato), os nossos tão conhecidos cinco sentidos, através dos quais as informações do mundo externo nos chegam à consciência física.
 
Desenvolvendo-os, expandindo-os, podemos captar as faixas vibratórias verticais, que são as que nos sintonizam com outras dimensões e nos levam ao universo fantástico de nossas almas de uma forma consciente.
 
Segundo a ciência oficial, no espectro eletromagnético, e dentro de uma tão vasta escala de freqüências e comprimentos de ondas, a visão humana ocupa uma minúscula faixa.
 
Existe uma grande necessidade de ampliarmos essa faixa de visão, irmos muito além do estágio atual para conseguirmos enxergar em outros mundos e planos dimensionais.
 
Disse o Mestre Djwhal Khul, o Tibetano, através da Alice A. Bailey disse: “O trabalho telepático de alma para alma para a humanidade, esse é o tipo mais elevado de trabalho possível.
 
Quando o homem, como alma, começa a responder a outras almas e a seus impactos e impressões, então rapidamente se torna pronto para o processo que a conduz à iniciação ...esta forma de comunicação, tem sido responsável por todos os escritos inspirados de real poder, pelas Escrituras do mundo, pelas elocuções iluminadas, pelos discursos inspirados, e pela linguagem do simbolismo.
 
Isto só é possível quando existe uma personalidade integrada e, ao mesmo tempo, haja o poder de focalizar a si mesmo na consciência da alma.
 
A mente e o cérebro devem, simultaneamente, ser colocados em perfeita relação e alinhamento.”
Através da canalização, os Seres que trabalham para a Luz Divina comunicam-se ou unem-se com a alma do canal, que por sua vez através do antakarana, transmite a mensagem para o chakra coronário (glândula pineal).
 
Este passa os impulsos energéticos inteligentes para o hemisfério cerebral direito, que os envia para o hemisfério esquerdo, onde está a linguagem falada e escrita do canal e por meio da qual a mensagem é descodificada na língua pátria que o canal tenha armazenado na memória cerebral.
 
Simultaneamente, o chakra cardíaco recebe as vibrações rítmicas dos sentimentos amorosos do Ser que se está comunicando.
Os Mestres também podem se utilizar de outros canais conscientes que o ser humano tenha desenvolvido ou que esteja em processo de desenvolvimento como, por exemplo, a telepatia intuitiva.
 
Tudo isto, depende de muita prática, treino, discernimento, um correto desenvolvimento espiritual, grande entrega e transformação interior.
 
O verdadeiro canal é um servidor voluntário dos Mestres de Luz ou Ascensionados e da Grande Fraternidade Branca, também conhecida como Hierarquia Oculta ou Governo Oculto do Mundo, por isso trabalha em favor da evolução da humanidade e do planeta.
Todas as mensagens ou ensinamentos espirituais canalizados, sejam eles telepáticos, diretos, escritos ou gravados, devem ser lidos ou ouvidos com o coração, com o chakra cardíaco, e não com a mente racional, que sempre procura classificar, comparar e interpretar, correndo o grande risco de distorcer a sua correta interpretação.
Os cinco sentidos humanos não conseguem ainda captar corretamente aquilo que vem de uma dimensão, plano ou mundo muito acima da terceira dimensão ou mundo material.
 
Quando um dos canais inicia sua abertura é preciso muito trabalho para se chegar àquilo que os Mestres chamam de: “um canal cem por centro”.
 
O que isto quer dizer?
 
Trata-se do discípulo que não interfere em nada na mensagem ou nos ensinamentos que lhe são transmitidos, passa tudo fielmente, uma vez que sua personalidade encontra-se melhor sintonizada à alma, proporcionando um maior equilíbrio interno.
 
Dizemos também que, neste caso, o discípulo está em unidade com a alma e que tem uma correta compreensão das suas tarefas e missões espirituais.
 
Uma grande maioria daqueles que hoje se comunicam por estes meios com os Mestres estão em processo de desenvolvimento dos seus canais, ainda não atingiram o ponto ideal, seus canais estão parcialmente abertos, ou seja, facilmente ocorre a interferência, nas mensagens ou ensinamentos, do inconsciente ou do arsenal de conhecimentos que estão registrados no cérebro, ou, o que é mais comum, da personalidade daqueles que estão canalizando.
 
Por isso, alertamos e aconselhamos muito trabalho na sublimação e transformação internas, o importante é não desanimar nem dar ouvidos a vozes que só geram confusão e que nada contribuem para ajudar e esclarecer.
 
Todo autêntico discípulo sabe que deve persistir no seu aperfeiçoamento e dedicar-se inteiramente aos objetivos de sua alma e de seu espírito.
 
Todos aqueles que estão no caminho da luz sabem que ele é infinito e que, por isso, sempre haverá muito para aprender, transformar, transmutar e renovar.
Quando um canal ainda está nessa fase onde a personalidade ou a mente interferem nas mensagens que recebe deve buscar a ajuda do Mestre para limpar as mensagens, retirando tudo aquilo que resultou da interferência da personalidade, e aproveitar as “pérolas de sabedoria” trazidas pelo Mestre (ou pelos Mestres) à sua alma.
Muitos Guias e Mentores de Alto Nível são discípulos avançados dos Mestres de Luz que se encontram no Mundo Astral servindo a Obra Divina, do mesmo modo como existem discípulos avançados e Mestres atualmente encarnados em várias partes do mundo, implantando no mundo físico o Grande Plano Divina para a Terra.
 
Na Era Aquariana a comunicação espiritual será muito diferente do que foi conhecido no passado.
 
Este novo processo está sendo chamado decanalização espiritual ou channeling para se distinguir do processo da mediunidade.
 
E qualquer ser espiritualizado, quer esteja no mundo físico, astral, mental, búdico ou em qualquer dimensão, utilizará este processo de uma forma consciente, controlado pela vontade, mente, consciência e sentimento.
 
No processo mediúnico de incorporação a entidade, que se encontra no mundo astral, se utiliza dos corpo astral e do corpo físico do médium, que por causa disto pode perder a consciência e a vontade, parcial ou totalmente.
 
Na canalização espiritual, o ser que se encontra no mundo mental ou búdico, (ambos estão acima do mundo astral) e que está transmitindo as mensagens ou os ensinamentos através dos canais conscientes não incorpora, não limita a consciência, não impõe nada e só expõe. Ambos,
atingem uma união ou fusão onde as duas almas, simultaneamente, utilizam-se dos mesmos instrumentos, ou seja, os três veículos: mental, astral e físico.
 
Neste processo o canal está completamente consciente, podendo parar quando quiser e canalizar onde quiser.
 
É o canal que controla o processo e não o Mestre ou algum outro ser externo a si.
 
Contudo, existem médiunsque estão assim classificados mas já são canais conscientes, utilizando-se da canalização espiritual.
 
Os dois processos são bem distintos na sua manifestação.
Sobre a canalização consciente os Seres de Luz ensinam que: “Eles estabelecem contato com a alma e suas informações fluem então através desta última para a consciência, traduzidas através das palavras e conceitos que cada um tem disponível.
 
Existem infinidades de maneiras pelas quais Eles podem transmitir informações para a alma.”
 
 “Na canalização consciente Eles gravam na mente a mensagem por meio do que pode ser chamado também de telepatia.
 
Alguns fazem transmissões através do emprego de uma forma de telepatia superior”6 , que se dá através docanal mental antakarana.
 
“À medida em que cada um se desenvolve e passa a compreender mais coisas, Eles podem transmitir mensagens mais complexas ou mensagens com alcance mais amplo.
 
As informações que cada um recebe a respeito de um tema em determinado estágio do seu crescimento serão geralmente expandidas, esclarecidas e modificadas no decorrer do desenvolvimento espiritual.
 
É por isso que é tão importante registrar e reler o que foi canalizado”.
 

Obsessores – Uma Batalha de Luz e Trevas



 


Existe uma intensa atividade permeando o universo físico e o espiritual.


Forças e energias espirituais influenciam a vida dos encarnados, muitas vezes de forma negativa, provocando comportamentos e atitudes negativas, criando uma atmosfera densa de ódio e desespero. Esses espíritos ligados aos vivos e distantes da grande Luz Divina, vivem só para isso.
Estamos falando dos obsessores.

Obsessão: substantivo feminino.

1 – Diacronismo: antigo.
2 – Suposta apresentação repetida do demônio ao espírito.
3 – Apego exagerado a um sentimento ou a uma idéia desarrazoada.
4 – Ação de molestar com pedidos insistentes; impertinência, perseguição, vexação.
 
Se pudéssemos enxergar o mundo espiritual como vemos o universo físico, perceberíamos um grande número de espíritos passando por nós a todo instante : em nossas casas, no trabalho e nas mais diversas atividades, tanto interagindo como atuando junto ao mundo dos encarnados.

Na Terra, existe um sem-número de forças espirituais, e nem todas com “boas intenções”.

Na verdade – segundo a literatura espírita obtida até os dias atuais por meio de psicografias, mensagens e contatos mediúnicos – o plano de evolução espiritual em que se encontra nosso planeta o leva a ser um local de expiação, no qual se concentra um grande número de espíritos vibrando nas baixas freqüências.

Esses espíritos vivem imersos em correntes energéticas e emocionais de ódio, raiva, egoísmo, amor não-correspondido, entre outras emoções, e estão de tal forma presos ao plano físico que muitos acreditam ainda estar em seus corpos carnais.

Assim, vivem próximos das pessoas com as quais um dia conviveram, afastando-se dos planos espirituais mais elevados e atrasando sua reencarnação.

Entre esses espíritos, ainda existem aqueles que têm a consciência de que estão mortos e que não habitam mais um corpo físico; mas como ainda estão presos às vibrações mais baixas do mundo espiritual, realizam ações que visam prejudicar os vivos e atrapalhar ao máximo a vida e a evolução espiritual de suas vítimas encarnadas.

Esses espíritos são os que chamamos de obsessores.
 
A Obsessão Nasce

Eles nascem de diversas formas.

Sua sensibilidade à Luz Divina foi embrutecida pelo tempo e por sua natureza moral.
Eles ficam estagnados num círculo vicioso e numa obstinação tão intensa que não é raro se esquecerem quando e por que tudo começou.

Na maioria das vezes, estão tão cansados e vivem há tanto tempo nessa condição que não sabem mais como caminhar em direção ao esclarecimento e à Luz de Deus, necessitando assim de toda ajuda que lhes possa ser fornecida.

É fácil para nós imaginarmos o surgimento de tais obsessões pelo caminho do ódio.

Afinal, sabemos do que os homens são capazes quando tomados pela raiva descontrolada; mas também surgem obsessões, até mais graves, em virtude do amor.
O amor gera correntes que, unidas a outros sentimentos (egoísmo, apego, carência afetiva intensa, falta de auto-estima), podem produzir obsessões.

A revolta, a dor, a raiva, podem mudar a energia do amor; basta que exista um grande apego alimentado por um forte egoísmo, gerado num coração que viva uma grande carência, e teremos um espírito que sentirá uma grande dificuldade de se separar dos entes queridos.

Como o amor e o ódio estão separados por uma barreira quase imperceptível, em algumas oportunidades, imaginamos que um espírito está com ódio, quando, na verdade, ele pode estar escondendo a dor de um amor não correspondido; ou até mesmo pode ser uma entidade que ainda quer manter o apego que tinha em vida, agindo de forma a manter a outra pessoa presa ao círculo de sentimentos que demonstrava quando o espírito estava encarnado.

De todas as formas de obsessão, a gerada pelo amor é a pior de todas, pois aquele que ama sequer pode imaginar ou aceitar que, na verdade, está atrapalhando seus entes queridos.

Ele acredita estar ajudando-os, supondo que não poderiam viver sem sua presença e auxílio.

A relação entre o obsessor e suas vítimas é variada e segue por caminhos tortuosos, mas que inevitavelmente levam à degradação física e moral do obsedado, o que, por fim, pode levar à “vitória” do espírito obsessor.

Entre as formas conhecidas de obsessão, vamos a seguir analisar as maneiras de ataque.
 
O Ataque das Trevas

Partindo do que observamos até o momento, percebemos que as obsessões são as ações que influenciam os vivos, estimulando reações e semeando a discórdia e o ódio, nascido da força exercida pelos espíritos inferiores.

Eles influenciam maleficamente, como os demônios das histórias bíblicas, e assim como ocorre nessas histórias, as formas do obsessor atuar também são sutis e intangíveis, e só após muito tempo é que se tornam evidentes.
Mas podemos dividi-las da seguinte forma:

Obsessão Simples

O espírito obsesso por meio da sua vontade, motivado pelos mais diversos sentimentos, exerce uma persistência férrea, tenaz, influenciando em todas as áreas da vida de sua vítima, provocando a ira de pessoas próximas, atrapalhando seus relacionamentos, atuando por meio de sugestões de pensamento que vão contra a forma habitual da vítima agir.

Na maior parte das vezes, com o auxílio da auto-análise e do bom-senso, a vítima afasta esses pensamentos “ruins” e retoma o controle da sua vida.

E quando esse tipo de ataque é detectado, cabe ao obsedado confiar no caminho espiritual e fazer sua vida um exemplo de luz e de dedicação pessoal, pois dessa forma afasta a chance de novos ataques. Procurando praticar o bem, ele estará pautando sua vida de acordo com os ditames dos grandes mestres e livrando-se da ação do obsessor. 

Fascinação 


Esse tipo de obsessão é das mais difíceis de quebrar, isso porque a vítima não acredita que está sob efeito de qualquer força negativa.

Na verdade, algumas vezes, ela julga que é a única que não está obsedada, enquanto todos à sua volta estariam.
 

Nesse caso, o espírito obsessor vai se inserindo discretamente e ganhando espaço na vida do obsedado; como uma planta daninha, vai se enraizando, plantando desconfianças e medos, manias e desejos, até o ponto em que se instala definitivamente.
A pessoa estará de tal forma envolvida que quase se forma uma simbiose psíquica que, caso se concretize, tornará ainda mais complexa a situação. 

Nesse caso, o bom senso e a autocrítica se esvaem e a pessoa precisa de uma intensa ajuda espiritual, do mais alto nível, para superar o assédio dessa força maligna.

Às vezes, a obsessão leva a delírios nos quais o obsedado acredita ser uma pessoa com uma “missão divina”, e pode até perder a razão, tornando-se um esquizofrênico, afastando-se do convívio social e, com o tempo, precisando de ajuda psiquiátrica.


Subjugação

É uma forma de obsessão na qual a vítima encarnada está sob domínio completo de uma força desencarnada.

Quando esse tipo de obsessão ocorre, vemos a pessoa apática como se estivesse sonâmbula, tendo vontades que estão em desacordo com sua personalidade, e até afastando pessoas próximas que a critiquem ou que questionem suas “novas” atitudes.

O espírito obsessor não toma o lugar do espírito encarnado no corpo do obsedado.

O que ocorre é uma supressão da vontade da vítima, por meio da supremacia da vontade do obsessor. Embora seja facilmente detectável, a sua cura exige uma mudança vibracional no obsedado, o que envolve uma grande disciplina moral e a aproximação aos ensinamentos e dogmas da Doutrina Espírita, de forma que leve o espírito obsessor a compreender sua falta e buscar o caminho da Luz Divina.

Auto-Obsessão

Mas ainda existem aqueles que, mesmo desencarnados, estão obsedados; e o pior, por eles mesmos. Tais espíritos acreditam serem pessoas sem valor e não se perdoam pelos “erros” que acreditam terem cometido em vida. 


Eles acham que jamais poderão receber a Luz Divina e reingressar na via reencarnatória, pois estão presos a uma neurose espiritual tão intensa que os cega a tudo à sua volta.

Em grande parte das vezes, infligem a si mesmos os mais diversos castigos e, mesmo quando recebem a ajuda de outros espíritos e das almas iluminadas, eles argumentam que seus crimes são imperdoáveis e anseiam por “castigos” que possam “purificá-los”.
Vivem acreditando que são indignos de qualquer perdão.

Mas a Luz Cura

Não existe como tratar a obsessão sem o apoio e o interesse de todas as pessoas envolvidas no caso.

É necessário o envolvimento espiritual e pessoal para que tanto o obsessor quanto o obsedado se vejam livres das amarras que os prendem, de forma a alcançarem a luz e a liberdade.

Como a obsessão é um processo com profundas raízes espirituais, é preciso tomar cuidado e não agir solitariamente para debelar o problema.

É sempre necessária a presença de um grupo considerável de médiuns, e o tratamento deve ser feito de preferência em um centro espírita ou outro local especializado nas práticas de curas espirituais.

A reunião para tratar tais casos tem características específicas, pois todos os esforços devem ser coordenados e deve-se agir com um grande senso de solidariedade e compaixão.

Antes de começar o trabalho, é necessário definir o foco que será seguido, e todos deverão exercitar sua força de vontade de forma a que formem um só feixe de energia e de Luz Divina.
O obsedado deverá ser assistido com práticas espirituais diárias, que sejam instrutivas e que lhe dêem um forte alicerce.
Além disso, deverá praticar atos sadios e desenvolver novamente a sua força de vontade, quebrando as amarras e correntes que foram forjadas no universo espiritual.

A prece, mesmo que seja uma oração pessoal e singela, é de grande valor na prática da cura da obsessão.

Ela deve ser acompanhada por meditações e pelo aprofundamento da vítima nos assuntos espirituais, pois isso lhe dará os recursos necessários para ir além e renascer para uma vida plena e livre das vontades obsessoras.

Deve ser dada igualmente uma especial atenção ao ambiente e ao lar do obsedado, o qual deve ser limpo das manifestações dos espíritos baixos, pois eles se manifestam com mais facilidade em ambientes sujos, malcuidados e com grande quantidade de energia negativa estagnada.

Para melhorar esses ambientes é preciso livrar-se de plantas velhas e doentes, de coisas quebradas, e deixar o ar ventilar em todos os cômodos, além de sempre fazer orações e preces em todos os locais da casa onde se sinta a presença de forças obsessoras. 

A família é uma grande chave para a cura da obsessão.

É ela que torna possível a recuperação do obsedado, que fortalece a vítima por meio da infinita energia do amor e lhe dá a chance de recuperar o controle sobre sua vida.
Recomenda-se a todos seguirem a prática espiritual da prece e a leitura de material espiritual inspirador.
Dessa forma, cria-se uma corrente fluídica positiva em torno de todos, gerando a elevação da freqüência vibracional dos espíritos em volta das pessoas que estão imersas na situação; assim, elas recebem cada vez mais força e energia desses espíritos iluminados, gerando um círculo virtuoso e próspero de amor e luz.
 
O processo obsessivo possui sempre raízes profundas, e a melhora do estado obsessivo varia em cada caso.

Algumas vezes, não notamos sinais de melhora, pois cremos que tudo deve ser instantâneo, como se fosse um remédio engolido às pressas para uma dor de cabeça.
Depois, quando se vê que a cura demandará semanas, e não dias, abandonam-se as práticas e surge a descrença quanto à eficácia da cura, buscando outros recursos para se ver livre do obsessor.
Mas, não raro, tais caminhos apenas levam a mais dor e problemas.

A perseverança é a ferramenta principal para a libertação do obsedado, e ela é necessária para seguir o tratamento e atingir os objetivos e metas da plenitude, da paz e da liberdade.

A Bondade Divina atende a todos mediante o empenho de cada pessoa, que e ela comunica ao universo, por meio de suas ações e dedicação, os caminhos e “atalhos” que lhe surgem à frente.
 
Além do que vimos anteriormente, existe uma ferramenta que é um dos recursos heróicos no combate à obsessão: é a chamada sessão de desobsessão.

Essa sessão deve ser usada em casos extremos, quando tudo já foi tentado sem resultado e, pelos caminhos da humildade e da fé, mostra-se necessário ajudar alguém que sofre de tal mal.
 
Para tal é necessária a presença de um grupo de médiuns seguros, que exercitem a doutrina em todos os instantes de sua vida.

Para o sucesso da sessão é preciso a tutela de um orientador que possua grande autoridade e uma intensa força de vontade, inabalável crença na Força Divina, a fim de se dirigir aos espíritos obsessores.
Ele deve ser conhecedor do assunto, com prática e facilidade para expor a doutrina, e suas ações devem sempre ser o reflexo de suas palavras, não agindo com hipocrisia e tampouco se deixando levar pelo orgulho, pois ambas se tornam fissuras que prejudicam o trabalho espiritual da desobsessão.

Durante a sessão, ele deve agir procurando orientar, ensinar e esclarecer o obsessor quanto aos males que está praticando.

Enquanto isso, todos os médiuns deverão se unir em um só coro espiritual de luz e oração.

Nessas reuniões – que devem ser feitas com um extremo cuidado e com preparo consciente por parte de todos – o obsedado não deverá estar presente, ficando em sua casa em meio a preces, leituras ou meditação, para auxiliar o trabalho.

E a sessão deverá ser repetida ou retomada enquanto for necessário.

Concluída a conversão do obsessor, o ex-obsedado deve ser esclarecido quanto à necessidade de modificar os padrões de vida que o levaram àquela situação.

Deve ser dito a ele tudo o que fez e que provocou tamanho caos.
Não devemos poupar a pessoa, seja por sua sensibilidade ou por questões pessoais, pois assim estaríamos impedindo-a de crescer e evoluir espiritualmente.

Para evitar uma recaída, ele também deverá manter a disciplina desenvolvida durante a desobsessão, reforçando as suas defesas morais e espirituais, não deixando de tomar cuidado com suas ações e palavras, a fim de enriquecer sua vida espiritual e deixar as baixas vibrações para trás.
  



Por Alex Alprim

Fonte:http://exuepombagiranaumbanda.blogspot.com.br

Espírito, Perispirito e Corpo


ESPÍRITOS
QUEM SÃO?
Espíritos são os seres inteligentes que habitam o Universo, quer estejam encarnados ou desencarnados.
Todos nós somos espíritos.
Quando encarnados, possuímos corpo material e corpo espiritual (perispirito). Desencarnados, conservamos apenas o corpo espiritual.
ORIGEM:
O grau de evolução em que nos encontramos ainda não nos permite saber o modo e a época da criação dos espíritos.
Já sabemos, porem, que os espíritos:
- são seres inteligentes criados por Deus;
- tiveram um principio (não são eternos), mas não terão fim (são imortais);
- resultam de individualização do principio inteligente (assim como os seres orgânicos são a individualização do principio material).
Do principio inteligente sempre estão se individualizando espíritos.
E, neste sentido, podemos dizer que a criação de espíritos por Deus e permanente e Deus sempre os criou, continua criando e criara sempre.
NATUREZA:
Os espíritos são:
Incorpóreos - entretanto, são alguma coisa; substancia quintessenciada, sutil, etérea;
Indivisíveis - não podem se dividir para estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas irradiam suas forcas e seus pensamentos, agindo com eles a distancia, e suas irradiações e efeitos podem ser então captadas.
Com isso, dão as vezes a impressão de estarem em dois lugares diferentes ao mesmo tempo.
FORMA:
O espírito (ser espiritual, inteligente) não tem forma definida para nos. Analisando-o pelos seus efeitos, podemos dizer que ele e um clarão, uma chama, uma centelha etérea.
Essa centelha tem uma colocarão que vai desde o aspecto escuro e opaco ate uma cor brilhante e clara, conforme a evolução do espírito.
SEXO:
O Espírito não tem sexo (na forma como entendemos o sexo na organização material). Não são diferentes os espíritos que animam os homens dos que animam corpos femininos.
O espirito encarna, com o sexo que melhor convém a tarefa que necessita realizar naquela existência; e lhe compete usar com equilíbrio, respeito e correção a forma corpórea que lhe foi concedida.
MOVIMENTAÇÃO:
Os espíritos podem movimentar-se com a rapidez do pensamento; também podem percorrer mais devagar um espaço, observando o caminho percorrido.
A matéria (água, fogo, ar, etc.) não constitui obstáculo para o espírito.
DESTINAÇÃO:
Deus nada cria inutilmente.
No conjunto da vida universal, cada ser tem uma função natural a desempenhar, função que, por mais simples que seja, e sempre valiosa e importante.
Os espíritos, criados que são por Deus, também tem, portanto, um papel determinado e útil dentro da Criação.
A função que exercem e de acordo com sua capacidade; as funções vão desde a simples animação da matéria ate o executar das ordens de Deus para a manutenção da harmonia universal.
ENCARNAÇÃO:
O espírito encarna quando se une a matéria formando um corpo para nascer num mundo material.
O espírito pode encarnar neste ou em outros mundos que correspondam ao seu grau de evolução.
Seu corpo se formara de acordo com a matéria e leis do mundo que vai habitar.
No mundo em que encarna, o espírito e um agente sobre a matéria de que esse mundo se compõe e sobre os seres que o habitam.
EVOLUÇÃO ANÍMICA:
Exercendo seu papel no Universo, os espíritos evoluem, isto e, desenvolvem e aprimoram suas faculdades; e, quanto mais evoluem, mais usufruem de suas faculdades.
Deus (que e soberanamente justo e bom) estabeleceu igualdade no processo de evolução para todos os espíritos, de tal modo que todos tem:
 
- um mesmo ponto de partida (todos criados simples e ignorantes);
 
- as mesmas condições básicas (todos com as mesmas qualidades em potencial) a serem desenvolvidas com seu próprio trabalho e ao longo do tempo;
- a mesma destacando (todos rumam para a situação de espírito puro): a perfeição e a felicidade.
Na Terra, a ligação do espírito com a matéria começou ha muitos e muitos milênios.
De inicio, produziu formas minerais, passando depois as vegetais, as animais, ate atingir a formação da espécie humana.
Nessa trajetória evolutiva, o principio inteligente foi exercitando suas faculdades; da irritação, passou a sensibilidade, desta ao instinto e do instinto a inteligência, quando, no dizer de André Luiz, alcançou o "pensamento continuo", o circuito completo para a onda mental.
Do grau de humanidade, estamos rumando para um novo estado : a angelitude.
ERRATICIDADE:
 
Espírito errante e aquele que se encontra no plano espiritual, aguardando nova encarnação num mundo corpóreo, ao qual ainda esta ligado.
Erraticidade e o estado do espírito nesse intervalo entre duas encarnações.
O espírito que esta na erraticidade :
- e mais ou menos feliz (conforme foi sua existência no mundo material);
- pode ali permanecer apenas algumas horas ou por milhares de anos;
- progride, adquirindo conhecimentos, modificando suas idéias sobre a vida;
- ainda terá de reencarnar (cedo ou tarde) para experiências e provas nos mundos materiais, onde ira por em prática o que aprendeu, cumprindo seu papel no Universo e continuando seu progresso.
Observação: A condição, situação e possibilidades do espirito dependem sempre de seu estado evolutivo, variando conforme o seu grau de progresso.
PERISPIRITO
O QUE É:
Perispirito e o envoltório semi-material do espírito.
Também o denominam de corpo fluídico ou corpo espiritual.
ORIGEM E NATUREZA:
O perispirito tem sua origem no fluido cósmico universal, retirado do mundo ou plano ao qual o espírito esta relacionado.
Como o corpo de carne, e também matéria mas em estado diferente, mais sutil, quintessenciada; não e rígida como a do corpo físico mas, sim, flexível e expansível, o que torna o perispirito muito plasmável sob a ação do espírito.
FUNÇÕES:
1) Liga o espírito a matéria (neste como em outros mundos) e a ele serve de instrumento para agir (sobre o plano fluídico ou o material).
2) E o molde, a forma do ser corpóreo.
Preexiste ao corpo físico e a ele sobrevive, guardando o registro dos efeitos de toda a ação do espirito.
PERISPIRITO E ENCARNAÇÃO:
Para o espírito encarnar: Um laço fluídico (que e uma expansão do perispirito) liga-se ao ovulo fecundado e vai presidindo a multiplicação das células, uma a uma dirigindo a formação do corpo.
Quando este se completa, está inteiramente ligado ao perispirito, "molécula a molécula".
Observação importante: Do ponto de vista espírita, portanto, desde a fecundação do ovulo, um espírito se ligou a ele e esta trabalhando para formar o corpo de que precisa para viver neste mundo e continuar sua evolução.
Sabendo disso, não provocar o aborto, para respeitar o direito de viver do espírito reencarnante, que e um nosso irmão ante Deus.
Durante a encarnação: O perispirito serve de intermediário entre o espírito e a matéria, transmitindo ao espírito as impressões dos sentidos físicos e comunicando ao corpo as vontades do espírito.
Ao desencarnar: Quando o corpo físico morre, o perispirito dele se desprende e continua servindo ao espírito, como seu corpo fluídico que e e como seu intermediário para com o plano espiritual ou material.
E pelo perispirito que os espíritos se identificam e reconhecem uns aos outros, no plano espiritual.
O perispirito prova a imortalidade da alma.
E ele (e não o espírito em si) que vemos nas aparições e visões; e é ele que serve de instrumento para as manifestações do espirito aos nossos sentidos.
Geralmente e a aparência da ultima encarnação que o perispirito guarda.
Mas essa aparência pode ser modificada (se o espirito quiser e souber como), porque a substancia sutil do perispirito e maleável, plasmavel.
SUA EVOLUÇÃO:
 
O perispirito acompanha sempre o espírito; em todas as etapas de sua evolução.
Mas vai se tornando mais etéreo, a medida que o espírito se depura e eleva.
Nos espíritos puros já se tornou tão etéreo que, para os nossos sentidos, e como se não existisse.
Conforme a evolução do espírito, seu perispirito apresentara diferente:
Peso - que o fixa a um plano de vida espiritual em companhia dos que lhe são semelhantes;
Densidade - que responde pela maleabilidade; a expansão do perispirito e tanto maior quanto mais rarefeito e mais sutil ele for;
Energia - que se revela na luminosidade e irradiação, maior quanto mais evoluído for o espírito.
A contextura do perispirito não e idêntica para todos os espíritos, ainda que sejam de um mesmo mundo.
 
Isto porque a camada fluídica que envolve um mundo não e homogênea (toda igual) e o espírito, ao formar seu perispirito, dela atraíra os fluidos mais ou menos etéreos, sutis, segundo suas possibilidades.
Espíritos inferiores tem perispirito mais grosseiro e, por isso ficam imantados ao mundo que habitam, sem se poderem alçar a planos mais evoluídos.
Alguns chegam a confundir seu perispirito (de tão grosseiro que e) com o corpo material e a sentir sensações semelhantes as do frio, calor, fome, etc.
Os espíritos superiores, ao contrario, podem livremente ir a outros mundos, fazendo mutações em seu perispirito, conforme o tipo fluídico do mundo aonde vão.
CORPO
O corpo e o instrumento que o Espírito usa para atuar nos mundos materiais. Precisa, portanto, atender as necessidades dele, aos objetivos que ele traz ao encarnar.
O corpo e considerado um produto ideoplastico do espírito; logo após a fecundação, o espírito reencarnante une-se, por um cordão fluídico, ao ovo e, por meio dele, influencia automaticamente a formação do embrião e do feto; por isso, o estado de perturbação ou embotamento da consciência não impede que o espírito imprima suas características básicas em o novo ser.
Consequentemente, o organismo reflete o estado daquele.
As doenças físicas, em suma, não passam de distúrbios do perispirito transpostos para a carne, que promove o tratamento das imperfeições do espírito em si.
Dai deriva a importante função das moléstias na vida do Espírito eterno.
Merece, em vista disso, o corpo material o nosso cuidado.
 
Ele e uma concessão da Bondade Divina, em vista de dificilmente o nosso comportamento torná-lo um direito, por méritos adquiridos.
 
Assim, recebemo-lo ajustado as nossas necessidades evolutivas, porquanto, os mentores da Esfera Superior produzem nele (atuando sobre os cromossomas do ovo) as alterações indicadas para nossa futura melhoria: aqui, uma lesão numa válvula do coração, ali um diabete, acolá um intestino preso ou uma perna curta, etc.
 
De sorte que, alem das inferioridades que cada um impõe ao seu corpo por pertencerem ao espírito, pode haver defeitos impostos por necessidades expiatórias.

Fonte:http://espiritualizandocomaumbanda.blogspot.com