quarta-feira, 9 de junho de 2010

Quantos animais abandonados nas ruas você encontra diariamente? Diversos.



Sabe o que acontecerá se você se decidir por adotar um deles?
Terá um animal dedicado, eternamente grato, carinhoso e feliz por ter conseguido um dono.
Quer mais?
Tem sim!
Ele já vem testado pela maior "concessionária animal" do mundo: a natureza.
Resistiu ao frio, as chuvas, as doenças existentes nas ruas, comeu lixo, foi enxotado e maltratado.
E sobreviveu!

Precisa apenas de uma chance, de uma oportunidade para mostrar seus talentos.
E você pode ser o patrocinador desse sucesso!
Pense nisso!
Dê uma chance para um animal abandonado.
Abra seu coração.
Não precisa de muita coisa não!
Basta boa vontade e uma consulta veterinária.
E depois prepare-se para receber os elogios dos amigos, o agradecimento da comunidade e a eterna gratidão da natureza projetada num animal.

SE EU PUDESSE FALAR...

Não passe tão indiferente só porque eu não sou gente, só porque não sei falar.
Também sou um ser vivente, sinto as dores que você sente mas não posso me expressar.
Sou um bicho abandonado, pela vida maltratado, quase sempre escorraçado, até mesmo apedrejado!
Vivo sedento e faminto, ninguém quer saber o que sinto!
Se fico doente e triste vejo logo um dedo em riste.
E vem a sentença fatal:
-Melhor matar este animal!
-Ele deve estar raivoso!
Para sua comodidade vive dizendo inverdade, fazendo muita maldade, seu mentiroso.
Mesmo que esteja raivoso, já foi descoberta a vacina.
Mas para a sua raiva humana, ainda não existe remédio, nenhuma medicação, com toda sua evolução, na história da medicina!
Você mata o próprio irmão, faz guerras assalta, mata com ou sem razão, às vezes por ambição!
É bem pior que eu, que chamam de vira-lata!
Olhe bem pro meu semblante:
-Estou triste, apavorado, pois, a qualquer instante, posso ser sacrificado!
Mas você não se importa nem com o seu semelhante!
-Você sim, está doente, egoísta, indiferente.
Mas se algo ruim lhe acontece logo lembra que há Deus, chora, reza e faz prece...mas Deus só ajuda aquele que de todos se compadece.
Lembre-se do que escreveu São Francisco de Assis:
-Quem maltrata um animal jamais poderá ser feliz!


http://www.vira-lata.org

Hipertensão: do presidente aos pets todos correm o risco




Após a crise de hipertensão que atingiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as pessoas ficaram mais atentas em relação à doença, que acomete milhares de brasileiros.

Mas fica um alerta para aqueles que possuem animais de estimação: cães e gatos também podem sofrer do mesmo problema.


Pode soar estranho, mas é verdade.

A hipertensão, além de ser associada à diversas patologias, é um problema comum entre os bichos, mas pouco diagnosticado.

“Isso acontece na maioria das vezes pela falta de equipamentos adequados para mensurar a pressão do cão e do gato”, relata a diretora do Hospital Veterinário Pet Care, a veterinária Carla Berl.

Para não correr o risco de assustar ou estressar o animal, e com isso alterar o resultado do exame, o procedimento precisa ser feito com um aparelho específico de uso veterinário, chamado Doppler.

“É um procedimento simples, que deve ser feito antes de qualquer manipulação do animal”, diz a veterinária.

Nos cães o aparelho é colocado na patinha dianteira e nos gatos a pressão sanguínea também pode ser medida pela cauda.

As principais causas da hipertensão são excesso de peso, dor, trauma, problemas cardíacos, renais ou endocrinológicos.
O aumento da pressão sanguínea pode se manifestar de formas mais sutis como o aumento do cansaço apresentado pelo animal e emagrecimento quanto por desmaios, convulsões, descolamento de retina e derrame cerebral.

A veterinária alerta ainda que a mensuração da pressão do animal precisa ser feita nos exames de rotina do animal.

Para prevenir que seu animal sofra com essa doença, é preciso visitar regularmente um veterinário, fazer uma dieta balanceada e utilizar medicamentos para livrar as artérias do sufoco e reduzir a força que o organismo faz para bombear o sangue também pode fazer parte da rotina dos cães e gatos.

Segundo Carla, existem discussões em relação a quando se considerar a pressão dos cães e gatos alta.
“Normalmente começamos a medicar animais com pressão sanguínea acima de 160mmHg ou 16 popularmente”, diz.

O tratamento da hipertensão em animais depende do diagnóstico de origem, mas controles periódicos, medicamentos e dieta estão entre os itens mais recomendados.

“Primeiramente precisamos elucidar a causa da hipertensão que mais comumente é originada tanto em cães como em gatos por problema cardíaco ou problema renal, por problema de aumento de triglicérides e colesterol, por doença da glândula adrenal”, explica Carla.

Fonte: Ribeirão Preto Online

Consulte a nossa listagem de Veterinários Solidários: http://www.arcabrasil.org.br/acoes/vet/index.htm

Informações Úteis




Um breve estudo de como tratar na Delegacia de Polícia para denunciar maus-tratos a animais e obter o Boletim de Ocorrência (BO) -
Drª Maria Cristina Azevedo Urquiola - Advogada

Apreda como denunciar MAUS-TRATOS
Caso você veja ou saiba de maus-tratos como estes:


Envenenamento de animal
Manter o animal em lugar anti-higiênico
Manter animal trancafiado em locais pequenos
Manter animal permanentemente em correntes
Golpear e/ou mutilar um animal
Usar animais em shows que possam lhe causar pânico ou estresse
Agressão física a um animal indefeso
Abandono de animais
Sumir com um animal sem explicaçaõ
Não procurar um veterinário se o animal adoecer, etc...(ver art. 3º do Decreto Federal 24.645/34],
não pense duas vezes: vá à delegacia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, na dúvida, no receio, compareça ao fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça.

A Denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal n.º 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais).

Preste atenção a esta dica: leve com você, por escrito, o número da lei (no caso a 9605/98) com o art. 32, porque em geral a autoridade policial nem tem conhecimento dessa lei, ou baixe pela internet a íntegra da lei para entregá-la na Delegacia.

Assim que o Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar um Termo Circunstanciado.
Se se negar a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Penal do Código Penal (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal).

Leve esse artigo também por escrito naquele mesmo pedaço de papel.

Se o Escrivão tentar barrar o seu acesso ao Delegado, faça valer os seus direitos: exija falar com o Delegado, que tem o dever de te atender e o dever de fazer cumprir a lei, principalmente porque você é quem paga o salário desses funcionários, com seus impostos.

Diga que no Brasil os animais são “sujeitos de direitos”, vez que são representados em Juízo pelo Ministério Público ou pelos representantes das sociedades protetoras de animais (§3º, art. 2º do Decreto 24.645/34) e que, se a norma federal dispôs que eles são sujeitos de direitos, é obrigação da autoridade local fazer cumprir a lei federal que protege os animais domésticos.

Como último argumento, avise-o que irá queixar-se ao:

Ministério Público Federal - Procuradoria Regional da República - Rio de Janeiro (www.prrj.mpf.gov.br)
End.: Av. Nilo Peçanha, 23/31 - Centro - Tel: (21) 2107-9300;

Ministério Público Estadual - Rio de Janeiro - Petrópolis (www.mp.rj.gov.br)
End.: Rua Dr. Nelson Sá Earp, 95, sala 502 - Centro - Tel: (24) 2245-6370 e Fax: (24) 2245-6369;

Ministério da Justiça - Secretaria Nacional de Segurança Pública (www.mj.gov.br/senasp);
Corregedoria da Polícia Civil (www.policiacivil.rj.gov.br/dpma);

Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente
End.: Largo da Cancela, s/nº – São Cristóvão/RJ - Tel/Centrex: (21) 3399-9030 / 3399-9032 / 3399-9033

e ainda, que você fará uma denúncia ao:

Secretário de Segurança Pública - Corregedoria
End.: Rua da Relação, nº 42/3º Andar - Centro/RJ - Tel/Centrex: (21) 3399-3330/3399-3331/3399-3332

Aliás, carregue sempre esses telefones na sua carteira.
Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço da Delegacia, o horário e a data e faça de tudo para mandá-lo lavrar um termo de que você esteve naquela delegacia para pedir registro de maus-tratos a animal.

Se você estiver acompanhado de alguém, este alguém será sua prova testemunhal para encaminhar a queixa ao órgão público.
Se você tiver em mãos fotografias, número da placa do carro que abandonou o animal, laudo ou atestado veterinário, qualquer prova, leve para auxiliar tanto na Delegacia quanto no MP.

Não tenha receio em denunciar porque você não será o autor do processo judicial, que por ventura for aberto a pedido do Delegado!
Sabe por quê?
Preste atenção: O Decreto 24.645/34 reza em seu artigo 1º que: “Todos os animais existentes no país são tutelados pelo Estado”; e em seu artigo 2º - parágrafo 3º, que:
“Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”.

Logo, uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, ou elaborado o Termo Circunstanciado, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura da competente ação, onde o Autor da ação será o Estado.

Se o crime for contra Animais Silvestres

Animais Silvestres são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais (fonte: Renctas).

Pode, também, dar ciência às autoridades policiais militares, mas, em especial, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente:

Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente
(www.policiacivil.rj.gov.br/dpma)
End.: Av. São Luiz Gonzaga, 275 - Realengo/RJ – Tel/Centrex: (21) 3399-9030 / 3399-9032 / 3399-9033
E-mail: delegaciadomeioambiente@hotmail.com

Ibama - Procuradoria Geral no Rio de Janeiro
(www.ibama.gov.br/proge)
End.: Praça Quinze de Novembro, 42/7º Andar - Centro/RJ - Tel.: (21) 3077-4358 e Fax: (21) 3077-4359/21-3077-4360
Procurador-chefe: Dr. Alessandro Quintanilha Machado
Procurador Chefe - Substituto: Dr. Mauro Costa Leite
E-mail: mauro.leite@ibama.gov.br

Se você for do RJ, tenha em mãos o telefone do Disque-denúncia (21)-2253-1177 que também recebe denúncias sobre maus-tratos, tráfico de animais, envenenamentos, trabalhos forçados, espetáculos que praticam abusos e maus-tratos (circos, rodeios, brigas de cães e de galos etc.).

Associações de Bairro

Uma outra dica também muito importante:
Você sabia que as Associações de Bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade?


Pois é, existe uma Lei de n.º 7.347, de 24.07.85, que confere a essas associações, qualificadas como entidades de função pública, ingressar em juízo na proteção dos bens públicos para preservar a qualidade de vida, inclusive com mandado de segurança (Constituição Federal, art.5º, LXX, "b" ) para a preservação desse bens e como a flora e a fauna é um patrimônio público, esta associação tem legitimidade para tanto.

Portanto, se o seu bairro estiver organizado em Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a Delegacia ou ao Fórum mais próximo.

Não se esqueçam também que o B.O. pode ser feito, dentro do Rio de Janeiro, pela internet, através dos sites www.ssp.rj.gov.br ou www.policiacivil.rj.gov.br. Preencha o formulário de DENÚNCIA na tela do computador e, em após um espaço de tempo, a Polícia entrará em contato para a confirmação das informações prestadas.

A partir daí, o B.O. estará disponível para cópia via impressora, procedimento este, também, que é muito mais demorado para determinados casos que requerem urgência.

E os cavalos?
O que fazer quando presenciar maus-tratos ou ver cavalos ou burros doentes, magros?
Não chame a carrocinha.
Antes, peça orientação às Sociedades Protetoras de Animais ou, ainda, informe-se melhor acessando os únicos site brasileiros totalmente destinados aos eqüinos, à sua proteção e defesa:

Em Defesa dos Equinos (http://br.geocities.com/equinosbrasil)
Pró-Vida Animal - Jegues Escravos (a página está em construção: www.providaanimal.hpg.ig.com.br)

Telefones Úteis:
Promotoria de Defesa do Meio Ambiente

Porto Alegre/RS: (51) 3224-3033
São Paulo/SP: (11) 3119-9524
Batalhão Ambiental da Brigada Militar
Rio Grande do Sul - (51) 3339-4568 / 3339-4219

Ministério Público
Rio de Janeiro - (21) 2261-9954
Rio Grande do Sul - (51) 3224-3033 - meioambiente@mp.rs.gov.br
São Paulo - (11) 6955-4352 - meioamb@mp.sp.gov.br
Santa Catarina - (48) 229-9000 - pgj@mp.sc.gov.br




Corregedoria da Polícia Civil
São Paulo - (11) 3258-4711 / 3231-5536 / 3231-1775
Rua da Consolação, 2333



Polícia Florestal
São Paulo/SP - (11) 221-8699
São José do Rio Preto/SP - (17) 234-3833
Guarujá/SP - (13) 354-2299
Birigui/SP - (18) 642-3955

IBAMA PARA TODO TERRITÓRIO NACIONAL
"Linha Verde" - 0800-618080



Rede Bichos - A rede dos protetores

Como descobrir e resolver problemas de visão dos cães

Os peludos precisam de atenção quanto a problemas visuais que possam apresentar; sejam incômodos passageiros, como pequenas sujeiras, doenças como catarata e glaucoma, além da diminuição normal da acuidade visual com a idade, bem como de prevenção e remédio para tudo isso.

Como sabemos, os sentidos da audição e do olfato dos caninos são proverbialmente muito mais desenvolvidos que nos humanos.
Mas na visão eles perdem – em termos.
Para começar, eles só abrem os olhos com dez dias a duas semanas de vida, tempo necessário para seus olhos se formarem totalmente.


No primeiro ano de vida enxergam mal, e por toda a vida veem apenas algumas cores (neste espaço já demolimos o mito de eles verem somente em preto-e-branco).

Mas, para compensar, eles têm visão noturna melhor que os humanos, pois sua retina é dividida em duas partes, uma escura e uma colorida, que refletem a luz – herança de quando os caninos surgiram no planeta, bem antes dos humanos, quando não existia iluminação artificial e os peludos precisavam ter boa visão à noite ou através de vegetação espessa.

Os cães dispõem também de uma terceira pálpebra interna, que encobre o olho e ajuda a recolher luminosidade do ambiente.
Além disso, têm campo de visão (200 a 270 graus) mais amplo que os humanos (160 graus), podendo inclusive detectar movimentação por trás deles.
E percebem melhor o movimento.
Mamãe Natureza sempre trabalha bem; afinal, em ambientes pouco iluminados, nem faz muita falta distinguir cores – do mesmo modo que formas de vida residentes em grandes profundidades marinhas nem têm olhos; não havendo luz, nem precisam deles.



As semelhanças com os humanos incluem a possiblidade de miopia e riscos de conjuntivite, glaucoma e catarata, esta podendo ser causada por diabetes.

O cão com problemas visuais merece ser tratado não só pelo incômodo dele próprio, mas também pelo perigo que pode representar para pessoas ou outros animais; ao sentir que não consegue ver tão bem como antes, o canino tende a ficar medroso e, portanto, demonstrar a famosa “coragem nascida do medo”, atacando a primeira sombra “estranha” que perceber.


Prevenção

O ideal é levar o peludo ao veterinário para check-up uma vez por ano e também ao oftalmologista veterinário, e examinar-lhe os olhos todo dia: ao perceber sujeira, limpe-lhe os olhos com soro fisiológico, não se esquecendo de lavar as mãos antes e depois – se o bicho tiver conjuntivite, ela pode contagiar os humanos também!

Se o veterinário receitar algum colírio ou outro medicamento para os olhos do canino, use uma de suas mãos para segurar o queixo do peludo, para evitar que ele fuja.
Ao dar banho nele, cuidado para o xampu ou remédio antipulgas não cair nos olhos do animal.




Evite dar ao cão carne crua ou mal cozida.
O que isso, além da boa saúde do peludo, tem a ver com sua visão?
Ora, muito simples: um dos perigos da toxoplasmose é a cegueira.
Tal como os humanos, o corpo dos caninos é todo interligado, e problema num órgão pode afetar outros, mesmo que lá na outra ponta.

E, justamente por ser tão óbvio, é sempre bom lembrar: ao atirar objetos para o bicho ir buscar, cuidado para não lhe acertar a cabeça ou os olhos!




Caninos usam óculos

Se existe oftalmologista veterinário, não surpreende muito que haja cada vez mais cães usando óculos – e não só para divertir tutores que adoram tentar humanizar bichos ou para suprir aquela carência do tipo “vai vestir casaco que eu estou com frio!”.

Óculos para cães, tal como os dos humanos, são de três tipos: de grau, para melhorar a visão; escuros, para proteger do vento (inclusive em bancos de carros), nevoeiro, poeira e sol; e aquáticos, para mergulho.
Existe até uma firma estadunidense especializada em óculos de sol para peludos, a Doggles.

Enfim, com uma armação de cor e formato adequado, seu peludo não só vai poder ver melhor, como também ser melhor visto.

O consumo de alguns alimentos pode ser fatal para um animal



O chocolate faz muito mal e pode mata os cães!
Tome cuidado!

Embora o chocolate possa ser tão gostoso e convidativo para os cães como para seus tutores, ele contém uma substância conhecida como theobromine, um alcalóide amargo relacionado com a cafeína, que pode ter efeitos perigosos no animal.

Um cão pequeno, pesando de 5 a 20 quilos, pode morrer por ingerir de 50 a 200 gramas de chocolate ao leite, enquanto de que 6 a 20 gramas do chocolate sem gordura, pode ser fatal para um animal do mesmo tamanho.

Os cães grandes são capazes de tolerar maiores quantidades, mas a regra mais segura é a de manter todo chocolate fora do alcance do seu cão.

Há casos de o cão de repente adoecer, sem ninguém saber o porquê.
Quem suspeitaria de algo tão maravilhoso como o chocolate?
Mas, ele é o culpado e se o socorro não for feito imediatamente, o animal poderá morrer.




Os sintomas dessa intoxicação surgem horas depois da ingestão e são similares à aqueles que acompanham muitas infecções gastro intestinais, incluindo vômitos, diarréia, hiperitividade, respiração pesada, ritmo acelerado na batida cardíaca, tremores musculares, acessos, distúrbios no controle de bexiga e até o coma.

A rapidez com que o tratamento veterinário for procurado é fundamental, podendo este profissional ser capaz de provocar vômito para impedir a absorção massiva de theobromine ou remover a toxina do organismo do animal através de outras formas que ele tem conhecimento.

Escolher bem os alimentos para seu cão é ter certeza que ele será sempre saudável.
Lembre-se que em hipótese nenhuma, devem ser estimulados nele hábitos de comer com os seus donos, pois ele tem necessidades específicas em sua dieta.
Além disso, não existe nada mais desagradável do que um animal que fica mendigando comida à mesa.




Chocolate
Chocolate contem teobromina, um composto diurético e estimulante do coração.
Sinais: Excitação inicial, beber e urinar excessivamente, vômito e diarréia.
Chocolate pode causar ritmo cardíaco acelerado, podendo levar a convulsões ou mesmo morte.

Bebidas Alcoólicas
Muitas vezes são adocicadas e podem atrair cães e gatos, mas podem induzir uma intoxicação séria e às vezes fatal.
Sinais e efeitos colaterais: Descordenação, Excitação, Depressão, Urinar excessivamente, Respiração lenta, Ataque cardíaco e morte.

Abacate
Folhas, semente e a fruta do abacate contem uma substância tóxica chamada persina.
Pode causar desarranjo gastro-intestinal.

Café
Café contem componentes perigosos que podem causar danos ao sistema nervoso e sistema urinário, além de ser um estimulante cardíaco.



Cascas de batatas
Batatas e tomates contem uma substância chamada solanina e outro alcalóides.
Se ingeridos em grande quantidade, podem gerar salivação excessiva, desarranjo do trato gastrointestinal, perda de apetite, depressão do sistema nervoso central e outros sintomas. Evite.

Cebola
Cebolas contme tiosulfato.
Cachorros sensíveis a cebola podem desenvolver anemia.
Felizmente todos os cachorros se recuperam quando não ingerem mais cebola.

Comidas estragadas ou mofadas
Muitos tipos de mofo contem uma toxina chamada aflatoxina.
Pode causar vômito/diarréia, tremores musculares, descordenação, febre, salivação excessiva e danos ao fígado.

Comidas gordurosas
O problema principal destes alimentos é um desarranjo gastrointestinal e, em alguns casos pode culminar em uma pancreatite.
Pode ser fatal em alguns animais e é quase sempre causado por comidas muito gordurosas como bacon.

Noz macadâmia
A macadâmia contem uma toxina desconhecida que pode afetar os músculos, o sistema digestivo e o sistema nervoso de cachorros.
Já foram registrados casos de paralisia.

Uvas e uvas passas
Existem casos registrados de apenas 6 (seis) uvas ou passas causando insuficiência renal aguda.
A toxina não foi identificada ainda.
No caso de intoxicação sempre leve ao veterinário mais próximo.
Não deixe medicamentos ao alcance de animais.


Teste do gosto
É muito importante que seu cão goste da ração.
Entretanto, só porque a comida é gostosa não significa que seja boa para seu cão.
Leia cuidadosamente os rótulos para se assegurar de que a comida de que seu cão gosta também é boa.

Tome cuidado com o estômago
Digestibilidade significa que a quantidade de nutrientes do alimento pode realmente ser usada pelo organismo.
Uma ração de pouca digestibilidade pode causar gases em excesso, fezes moles ou grandes e diarréia.
Por outro lado, uma ração de alta digestibilidade fornece a mesma quantidade de nutrientes em uma porção pequena.
Isso significa menos desperdício, resultando em fezes pequenas e firmes.



Todo ser vivo tem um metabolismo constante, que tem que ser abastecido continuamente.


Esse “combustível” nada mais é do que o alimento.
Assim como uma gasolina de má qualidade faz o automóvel falhar, uma alimentação inadequada vai produzindo falhas no organismo.
Ótima gasolina aumenta o desempenho e reduz a manutenção.
Ótimo alimento elimina o stress do organismo, por tornar o metabolismo mais adequado, aumentando a qualidade de vida.

Conseqüentemente, os gastos com doenças são substancialmente diminuídos.

Com essas considerações, vemos que não só os peixes, mas todos os animais, incluindo o homem, podem sim morrer pela boca.

Como vivem os cães na Suíça



Os cães aqui na Suíça têm uma vida bem diferente dos cães no Brasil.
Aqui não existe vira-lata passeando pelas ruas.
Todos os proprietários de cães devem registrá-los (acima de 6 meses de idade) e pagar uma taxa de Sfr. 100 (francos suíços) por ano (mais ou menos R$ 140,00).
Essa taxa é chamada de "Hundesteuer", "Imposto de cão".

Todos os cães recebem um número de registro gravado em uma medalha.
Isso ajuda a localizá-los no caso de perda.
O registro dos cães é feito na polícia local que localiza o dono do animal perdido através do cadastro.
Periodicamente, a polícia oferece aos proprietários de cães, cursos como cuidados, treinamento, etc..

Na Alemanha, há um programa na tevê, duas vezes por mês, que mostra todos os cães recolhidos nas ruas, para quem quiser adotá-los.

O preço para a compra de um cãozinho varia de Sfr 100 a Sfr 2000.
O custo mensal para a manutenção de um cão médio aqui na Suíça é cerca de Sfr 30.00 a Sfr 40.00.
A vacinação é obrigatória e custa entre Sfr 20.00 e Sfr 30.00.
Uma visita ao veterinário pode custar Sfr 60.00 por consulta.

Conseguir um apartamento que permita cães não é nada fácil, pois a maioria dos proprietários não aceita animais de estimação em suas residências.
Normalmente, os contratos de aluguel mencionam se os cães são permitidos ou não.
Durante viagens, há vários lugares onde você pode deixar seu animalzinho de estimação.
Aqui há vários pet-hotels e a diária custa em torno de Sfr 20,00 e Sfr 30.00 (sem alimentação).


Eu, particularmente, conheço um casal que deixa seu cão nos Alpes.
Nesse hotel onde a cadela passa as "férias", há um pequeno rio e no inverno ela brinca na neve.




Aqui na Suíça, cães são permitidos em praticamente todos os lugares: aeroportos, restaurantes, bares, trens, ônibus.
Nos trens, ônibus e bondes há bilhetes para cães, que pagam meia tarifa.
Há até um cartão de descontos para cães (igual ao cartão de descontos para as pessoas) chamado Hundeabonament.
Esse cartão permite que o cão pague meia tarifa em todos os meios de transporte.

Os cães aqui são tratados como animais e não como seres humanos.
Eles não usam de maneira alguma roupinhas, sapatinhos, chapeuzinhos, lacinhos.
Mesmo em dias de chuva forte, neve ou temperaturas abaixo de zero os donos não colocam roupas em seus cães.
Quando mencionei que colocava roupa no meu cão no Brasil, as pessoas acharam um absurdo!
As raças mais comuns na Suíça são os Sennenhund, cães típicos do cantão de Berna e Apenzeler.
Sennenhund significa em inglês: dog of the alpine pastures (ou cão dos pastos alpinos).




Os São Bernados não são tão comuns como pensamos.
Apesar de serem o símbolo dos Alpes Suíços, poucas pessoas possuem esse cão, pois eles são caros e necessitam de espaço.
Outras raças bastante comuns são: Labrador, Golden Retriever e o West Highland White Terrier.

O mais interessante por aqui é que em todos os parques e áreas verdes existem "lixos" chamado Robidog.
São caixas metálicas como lixos, com sacos plásticos para que os proprietários apanhem a caca de seus cães.

Uma outra curiosidade: aqui em Zurich há vários bebedouros em diferentes formas e a maioria deles tem uma parte baixa para os cães.


Patricia Uellendahl (Zurich)

Seu pet é um bicho-papão?


Cachorros ou gatos, principalmente os filhotes, comem tudo o que veem pela frente. Em caso de acidentes saiba o que fazer



Enfeites de Natal, bolas de borracha, panos, meias, anzóis, brinquedos de criança e sabugos de milho.
Esses são alguns dos objetos encontrados pelos médicos veterinários na barriga de cães e gatos.
Embora mais comuns em filhotes, os animais adultos das raças mais levadas, com o beagle e o labrador, têm tendência a engolir o que veem pela frente.

Principalmente quem tem animal dentro de casa precisa ficar atento quando algum objeto desaparece ou quando o bichinho muda de comportamento.
Isso pode ser um sinal de que ele tenha engolido alguma coisa.

O médico veterinário e professor da clínica veterinária da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), José Ademar Villanova, explica que em caso de desconfiança o ideal é levar o animal direto à clínica, para fazer uma radiografia.

Ele conta que já viu os cachorros comerem de tudo, mas que nem sempre o raio X consegue identificar o objeto.
Depen­dendo do que o cachorro engolir, pode sair pelas fezes ou precisar de intervenção cirúrgica.
“Na maioria das vezes é preciso operar.
O animal fica um tempo em observação para ver se o objeto passou do intestino delgado.
Se passar, sai na fezes”, explica Villanova.

Quando eles engolem algo comprido, como meias ou fios, os objetos podem sair aos poucos.


Os veterinários recomendam que o dono não puxe, o que pode provocar lesão no intestino.
“Afinal, não se sabe como esse objeto está preso lá dentro”, diz ele.

Em um dos atendimentos de emergência, Villanova socorreu um labrador que engoliu partes de um pirex de vidro.
“O cachorro ficou sozinho em casa e tinha um bolo em cima da mesa.
Ele puxou a toalha e o bolo caiu.
Como o pirex quebrou, ele foi comendo o bolo com vidro e tudo”, conta Villanova.

Alguns comportamentos do animal, como prostração, febre, abdome rígido e vômito demonstram que ele está com dor abdominal e que algo está errado.
Procedimentos caseiros, como dar uma colher de óleo de cozinha para o cachorro, não adiantam, pois apenas amolecem as fezes, mas não ajuda os objetos a saírem.

Prevenção



Para evitar acidentes, os veterinários recomendam que os donos mantenham objetos pequenos ou pontiagudos sempre longe do alcance dos animais e que fiquem alerta quando alguma coisa desaparece.
“Se o animal ficar mais quietinho do que o normal e o dono notar que não encontra mais algum objeto em casa, pode ser sinal de que o animal engoliu algo.

Na dúvida, é sempre bom levar ao médico veterinário”.
Recomenda-se que na hora de escolher um brinquedo para o bichinho, o dono prefira os mais duros e maiores, para dificultar que o animal o engula.

Para os gatos, o ideal é deixar fios e novelos de lãs bem longe deles.
“O comportamento dos felinos é diferente do dos cães.
Eles são mais seletivos, não comem tudo o que veem pela frente”.
O que pode acontecer com os filhotes é que a lã ou outro tipo de fio fique preso nos dentes de trás e siga para o intestino.
Quando puxado, o fio pode fazer com que o intestino se encolha e se concentre todo ao centro do corpo do animal, o que provoca cólicas fortes.
Nesse caso é necessária cirurgia.

Tanto nos cães como nos gatos, o que pode ser perigoso é a peritonite, uma infecção da membrana que envolve os órgãos abdominais, causada pela ingestão de corpo estranho.
A concentração de bactérias nessa região é o que causa o mal estar no animal e desenvolve os sintomas.
Por isso, depois da cirurgia o bichinho deve permanecer na clínica e ficar em observação por alguns dias.


Cuidados e carinhos mais que necessários...


Um cão que nasceu sem as patas dianteiras ganhou uma "cadeira de rodas" para conseguir se locomover.
A ideia partiu do dono do cachorro, Avi Kozi, que adotou o animal quando soube que ele seria sacrificado pelos proprietários originais.
Kozi, que é diretor da Sociedade Protetora dos Animais de Israel, disse que esperou o primeiro ano para ver se o cão, Hoopa, aprenderia a andar usando apenas as patas traseiras, o que não ocorreu.
Por isso, encomendou a "cadeira de rodas".
Agora, ele aguarda a fabricação de uma prótese que deve ajudar Hoopa a se sentar e a se levantar sozinho.




"Gato-robô" da Inglaterra tem 1ª prótese de joelho do mundo

Gata Missy, 8 anos, recebeu uma prótese de metal, com 7 cm de comprimento, que funciona como os ligamentos do joelho destruído após um atropelamento.
Um gato se tornou o primeiro felino do mundo a receber uma prótese artificial de joelho após ter sido atropelado por um carro em Petworth, no condado de West Sussex, na Inglaterra.

Depois de encontrar o animal perto da morte, veterinários obtiveram sucesso em uma cirurgia pioneira de reconstrução dos membros em que implantaram uma prótese especial de aço.
As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Missy, 8 anos, também chamada de "gato-robô", teve fraturas em duas pernas - uma delas quebrada em oito lugares.
Ela foi encontrada ferida por seus proprietários dois dias após um sumiço.
Segundo o veterinário Noel Fitzpatrick, "a colocação de um joelho artificial em gatos jamais havia sido feita".

Fitzpatrick disse que a prótese, com 7 cm de comprimento, é feita de duas peças de aço inoxidável unidas por um mecanismo articulado ligado ao ossos da coxa e da tíbia, de modo a substituir os ligamentos do joelho.
"A coisa mais difícil da operação foi criar os implantes em miniatura e combinar as articulações de movimento para permitir que o gato caminhe, corra e salte, como a espécie gosta de fazer", afirmou.
"Um paciente humano com uma substituição do joelho, provavelmente, ande e talvez até possa correr, mas raramente poderá saltar, disse.
Após doze semanas de tratamento, Missy passa bem e já está em casa para receber o carinho dos seus proprietários.




Após acidente, cegonha ganha prótese na Alemanha

Uma cegonha ganhou uma prótese de carbono feita sob medida depois de ter perdido uma perna em um acidente, em Neuboehla, na Alemanha.
Dietmar, a cegonha, está sob os cuidados de Andrea Kirsten, que tem um santuário de pássaros no seu jardim e cuidou do animal desde o acidente.
Acredita-se que Dietmar perdeu a perna ao se chocar com uma torre de eletricidade.
Andrea mandou fazer a perna artificial especialmente para a cegonha em uma empresa que faz próteses.
Segundo Andrea, Dietmar ainda está se acostumando com a nova perna.




Elefanta mutilada por mina ganha nova prótese na Tailândia

Uma elefanta mutilada por uma mina na Tailândia receberá uma nova prótese depois que a antiga se rompeu após cinco dias de uso, informou nesta sexta-feira a associação Amigos do Elefante Asiático.
Motola, que tem 48 anos e pesa 3 t, recebeu a primeira prótese em 16 de agosto, mas acabou estragando a peça ao se sentar acidentalmente sobre ela.

"Amanhã os técnicos voltarão a implantar a prótese em Motola, melhorando sua qualidade de vida ao ganhar mobilidade", explicou Preechart Phuantkhun, membro da organização.

A Fundação Prostheses doou o membro artificial e se encarregou da reparação e posterior reimplantação da pata frontal esquerda do animal.
Em 1999, Motola teve que ser submetida a uma amputação após pisar sobre uma mina em uma indústria madeireira na fronteira entre a Tailândia e a Birmânia (Mianmar).

O paquiderme reside desde então em um Hospital para Elefantes na província de Lampang, no norte do país. Na Tailândia, vivem mais de 2,5 mil elefantes aisáticos e mais de 2 mil domesticados.
Os exemplares chegam a pesar 3,5 t e medir 3 m, com uma expectativa de vida em torno de 70 anos.




Crocodilo "Robocop" ganha prótese de cabeça após acidente

Animal de 3m tinha dificuldades para abrir a boca após ser atropelado por um carro

Cirurgiões plásticos na Flórida, Estados Unidos, dizem ter conseguido reconstruir com sucesso a boca de um crocodilo ferido em um acidente de carro.
O animal, com 3m de comprimento, pode agora abrir completamente a boca pela primeira vez desde que foi encontrado quase morto na beira de uma estrada.
Os médicos usaram quatro placas de metal e 41 parafusos no crânio do crocodilo, que não conseguia se alimentar sozinho por causa dos ferimentos.


Eles afirmaram que um sinal de que a cirurgia foi um sucesso é que o réptil consegue abrir a boca para regular sua temperatura corporal, o que não estava fazendo antes.




Cães feridos em terremoto ganham prótese e cuidados

Voluntários resgataram centenas de cães de áreas atingidas pelo terremoto na província de Sichuan, na China.




Alguns precisaram de cuidados especiais, como rodinhas adaptadas em função de ferimentos ou amputação das patas traseiras, para poderem se movimentar.




O centro de proteção animal em Shuangliu, com o trabalho de profissionais e voluntários, trata dos animais encontrados, proporcionando a eles o tratamento médico, a alimentação e o abrigo necessários.




Golfinho ganha prótese de cauda de silicone


Winter, um golfinho sem cauda que já era estrela do Aquário Marinho Clearwater na Flórida, Estados Unidos, ganhou uma prótese de silicone.
A "cauda nova" e um cuidados trabalho de fisioterapia fizeram com que ele se recuperasse e agora possa nadar normalmente como os outros golfinhos.

Há dois anos, o golfinho foi encontrado no mar, em agonia, após ter sido pego em uma armadilha para caranguejos.
Resgatado pela equipe do Aquário Marinho Clearwater, o golfinho (que perdera a cauda na armadilha) sobreviveu, mas não conseguiria mais nadar como os outros.

Mas entrou em cena Kevin Caroll, especialista em próteses. "Já desenhei próteses para cachorros, avestruzes e até para um pato", disse ele ao jornal Daily Mail.
Caroll desenhou uma prótese de 76 centímetros, feita de silicone.
Após um ano e meio de trabalho de fisioterapia e recuperação, Winter já consegue nadar como os outros companheiros e pode levar uma vida normal.

A repercussão desse caso foi tão grande que o Aquário Marinho Clearwater começou a receber cartas vindas de todo o mundo.
Eram pessoas emocionadas com o caso, e que relatavam seus próprios problemas com a falta de algum membro.

Winter também atraiu muita gente.
Milhares de pessoas que usavam próteses foram ao aquário visitá-lo.
De acordo com o site Gizmodo, a história de Winter também motivou muitas pessoas com sua lição de "não desistir nunca".

Toda a história de Winter pode ser vista no site do golfinho, em vídeos e fotos, no endereço http://www.seewinter.com/.

Natureza canina, natureza divina...




Quem sou eu para falar de um mero cão?
Terei a metade de sua fidelidade?
Terei um terço do seu amor por quem amo?
Terei tão somente um quinto de sua resignação frente a tudo que não tolero?
Terei talvez um décimo de sua alma brincalhona para encarar a vida com uma férrea alegria no meio das adversidades?
Quem sou eu para falar de um cão?
Sou muito menos que um deles, e quisera possuir suas virtudes sem deter-me apenas
numa estúpida e crítica consideração que eles muitas vezes estão sujos ou mesmo um tanto fedidos depois de uma chuva de verão.
É melhor estar sujo até o pescoço, mas ser fiel sob qualquer pressão.
É melhor estar fedido, mas amar incondicionalmente,
Sem importar-se com a cor da suas peles,
Sem discriminar os seus corpos estropiados,
Sem importar-se que outros deixarão de serem meus amigos por estarem limpos, belos e perfumados.
É melhor dormir ao relento, que dormir em uma cama macia sob um teto quente
acolhedor.
Pois quem assim procede,
Ao despertar de um novo dia,
Vai à luta conquistar o seu mundo,
Destruindo impensadamente,
Passados de uma bela história,
Sonhando augúrios de um presente,
Assentados em um futuro sem glórias!
E assim vai a humanidade carente,
Conquistando “bens” na sua marcha,
São castelos vazios e sem esperanças,
Sementes de esforços jogados ao nada..
Ser cão, não é para qualquer um, e comparando, não há nada igual,
Ser cão é possuir uma alma divina, num corpo limitado de um animal...

Ronronterapia



Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o stress, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas

Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas.

Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas.

Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário.




Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir.

O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos.

“Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz.

Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“

Agora estou 95% curada dos problemas.”

A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles.

“Mesmo quem tem medo de gato me procura.

Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.




Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira.

O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque.

“Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal.

Faz sentido.

A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões.

No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca.

Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados
Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stress.

Só não pode ser alérgico a pelos.

por Verônica Mambrini




PPS DE GATINHOS LINDOS...


fChatsMaquilles.pps

Você deixaria seu animal em uma creche?



Para quem tem um animal de estimação, mas não pode ou não tem tempo para ficar o dia todo com o bichinho - que para muitos é considerado membro da família - agora há uma opção que pode agradar tanto os donos como os cachorros, segundo matéria da Folha de S. Paulo deste domingo.





Diferente dos hotéis, onde os animais ficam por um período determinado, as creches para animais têm regras semelhantes a uma escola infantil.

Segundo a reportagem, há horário de entrada e saída, lista de presença, espaço para brincar e dormir, cuidados médicos, além da opção de "transporte escolar", os interessados pagam até R$ 580 por mês para que o animal fique de segunda a sexta-feira com segurança, conforto e muita companhia canina.




"A maioria dos donos são casais solteiros, então eles veem o cão como um filho", disse a tratadora da creche Patrícia Pedreca na entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.



Dono poderá pegar de 3 meses a 20 anos de detenção por ataque de cão


Projeto, em análise final na CCJ no Senado, prevê extinção de Pitbull e regulamenta a circulação de 17 raças


Os proprietários de cães de 17 raças consideradas perigosas poderão ser responsabilizados civil e penalmente por danos causados pelos animais.

Projeto de lei que deve ser votado hoje pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado proíbe, caso seja aprovado, até a reprodução de cães da raça Pitbull em todo o País, com esterilização obrigatória dos machos.

O projeto, em caráter terminativo, tramita há dois anos e veda a circulação dos animais "perigosos" em locais públicos - só com uso de coleira e focinheira.



Em caso de ataque, as penas para os proprietários podem variar de três meses de detenção - por lesão corporal simples - a 20 anos de prisão, caso seja comprovado homicídio doloso, no qual os donos incitam os animais a matar.

Em caso de homicídio culposo (sem intenção de matar), o projeto prevê para o proprietário pena de 1 a 3 anos de prisão.

Além das 17 raças "perigosas" - Rottweiler, Fila, Pastor Alemão, Mastim, Dobermann, Pitbull, Schnauzer Gigante, Akita, Boxer, Bullmastiff, Cane Corso, Dogue Argentino, Dogue de Bordeaux, Grande Pirineus, Komondor, Kuracz e Mastiff -, o poder público poderá indicar outras raças perigosas a serem fiscalizadas.

Se o dono for flagrado circulando em local público, com cachorro sem coleira, corrente e focinheira, terá o animal apreendido e deverá pagar multa de R$ 100.
A fiscalização ficará a cargo dos municípios - e, caso a multa não seja paga, os órgãos municipais serão também responsáveis pelo sacrifício dos animais, outra ação prevista no projeto.

Pela legislação atual, não há regra específica para responsabilização de proprietários de cães no Código Penal - nas decisões judiciais a esse respeito, geralmente a Justiça leva em conta o artigo 132 do Código, que trata de exposição de pessoa a perigo direto e iminente.

"É necessária legislação específica, para poupar ao Judiciário o esforço de uma construção, que muitas vezes se revela problemática quando se trata de matéria penal", justificou o autor do projeto de lei, senador Valter Pereira (PMDB-MS).



O texto original, no Senado desde 2008, sofreu emendas e recebeu parecer favorável do relator, senador Gim Argello (PTB-DF).

Na justificativa do projeto, o senador ressalta que os animais são usados como cães de guarda e, frequentemente, acabam submetidos a condições que acentuam o comportamento agressivo do animal.

"Criados por pessoas despreparadas e utilizados em funções para as quais não estão aptos, eles se transformam em verdadeiras armas, com potencial de periculosidade que não pode ser subestimado", justificou o senador.

O projeto também prevê que todos os cães dessas raças sejam registrados nos municípios em que o dono residir.

POLÊMICA

Entre os pontos mais polêmicos do projeto de lei está a proibição total da reprodução de cães Pitbull - o que significa, caso a lei seja aprovada, a extinção da espécie em território nacional. "Esse ponto é completamente inconstitucional", diz o superintendente da Confederação Brasileira de Cinofilia, Carlos Manso.

"Ainda é preciso ver se vai passar pelo Senado, mas, caso seja, parece simples para qualquer criador derrubar.

A própria Confederação vai se manifestar, talvez até judicialmente, caso esse ponto seja aprovado." No caso de desrespeito à lei, o proprietário ou criador cumprirá pena de 1 a 4 anos de detenção.

Outro ponto que já causa polêmica, segundo Manso, é a definição, no projeto de lei, de quais raças podem ser classificadas como "perigosas".

"Cada cão é reflexo do seu dono.

Se for um cachorro bem tratado, bem educado, e se ficar longe de situações de agressividade, a probabilidade de que cause problemas é baixa", disse Manso.

"O cão que mais ataca seu dono, reconhecidamente, é o poodle.

Então, como dizer qual é mais ou menos violento?"

Apesar das polêmicas, a questão principal da lei - responsabilização dos donos pelos danos causados pelos animais - recebeu avaliação positiva até entre criadores ouvidos pelo Estado.

"O proprietário tem de ser responsável, porque é geralmente o dono quem faz com que o cão seja agressivo, seja assumindo postura violenta com ele, ou mesmo com algumas atividades que ressaltem sua agressividade, como fazer "cabo de guerra" com o cão, por exemplo", disse o presidente do Clube Paulistano de Cinofilia, Pedro Favaretto.

"E mesmo o fato de usar focinheira, ou coleira, é ponto que muitos já enxergam como unanimidade, uma vez que é difícil prever quando o animal pode se assustar ou ter uma reação inesperada e atacar.
Melhor prevenir."

PELO MUNDO

EUA: proprietários são condenações a até 4 anos de prisão, em caso de morte causada por um de seus cães

Inglaterra e Noruega
:proibiram a criação de Pitbull

Portugal e Bélgica: regulamentaram a criação e os cuidados que os proprietários
devem ter, como uso de focinheira

Dinamarca: além da proibição dos Pitbulls, do Tosa - raça japonesa de grande porte - e de suas variações, todos os cães do país devem ser registrados nos órgãos do governo e identificados com microchips ou tatuagens.
A polícia tem o poder de obrigar que determinado cachorro use focinheira para sair na rua

França: em 2000, proprietários de Pitbull foram obrigados por lei a esterilizá-los e registrá-los.
Esses cães não podem viajar em transporte público e têm de estar em locais públicos de focinheira e coleira.

Outra exigência: o dono de um Pitbull não pode ter antecedentes criminais.
Além disso, a compra, importação e cessão podem ser punidas com até seis meses de prisão


Vitor Hugo Brandalise
Estadão.com.br

Estimule o otimismo




Há muitos estudos cientificos que mostram que o otimismo, e o pensamento positivo podem influenciar em nossa vida de forma contundente.

O otimismo, os pensamentos positivos, a mente liberta e serena, tem o poder até de curar doenças.

Devemos lembrar que há pensamentos que nos fazem ir para frente e outros que nos bloqueiam totalmente, impedindo-nos de ser feliz.

Os nossos pensamentos e emoções são consequencias de experiencias vividas, e a forma como as ‘digerimos’ em nossa mente.

Muitos passam por situações dificeis e não se deixam abater, outros passam por situações semelhantes e entretanto alimentam negatividade, pensamentos sombrios, etc.

Há até mesmo aqueles que tem uma vida fantastica e nem assim estão satisfeitos, sempre querem mais.

Focando essencialmente em aumentar o otimismo diário, mude de atitude:

1-Pense positivo, para tudo há solução.

2-Direcione a sua energia para a encontrar uma solução, caso você tenha um problema, e não ponha energia em lamentar sobre o problema.

3- Fracassos são experiencias de vida, que devem ser encarados como ‘lições que a vida nos dá’. aprenda com eles.
Errar uma vez é humano, persistir no erro é burrice.

4- Não se valha de remédios apra enfrentar uma situação, isso só a fará piorar.

5- Lembre-se por pior que seja, sempre existe uma solução.

6- Energias positivas e entusiasmo são contagiantes, e o contrário também.
Se você está negativa e pessimista, a tendencia é as pessoas se afastarem.

7- Aprenda com os erros do passado, mas não deixe que eles o escravizem e você não possa seguir em frente.

8- Organize sua mente, seus objetivos e trace um plano de conduta para solucionar problemas que a afligem, bem como trace planos para tingir objetivos positivos em seu futuro.

Lembre-se todo o mal que você um dia fizer à outros, estará fazendo a si próprio!!





Questão de etiqueta !





Mais ético e mais saudável: aprenda a diferenciar os rótulos na hora de comprar ovos e leve para casa uma melhor opção para sua família e para os animais

“Caipira”, “granja”, “orgânico”: as embalagens dos ovos trazem informações valiosas que dizem respeito à forma como são criados os animais que deram origem a eles.
No entanto, a linguagem utilizada nem sempre é clara e muitas vezes pode confundir o consumidor.



A ARCA Brasil, em sua Campanha Pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal em parceria com a Humane Society Internacional



(conheça o projeto), http://www.confinamentoanimal.org.br/



já falou sobre a diferença entre as galinhas poedeiras criadas em sistema de gaiolas em bateria e aquelas criadas com mais liberdade



(confira).


http://www.arcabrasil.org.br/noticias/0807_galinhas_poedeiras.html



Veja, agora, como distinguir a procedência dos ovos quando for fazer compras.

A cor da casca do ovo dá apenas informações sobre raça da ave que deu origem a ele, e não sobre a forma como ela foi criada.



Por isso, as denominações “Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” diz respeito apenas à cor externa, assim como as denominações “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno” e “Industrial” apenas permitem saber o peso aproximado do ovo.


Já no que diz respeito ao método de produção, existem três tipos de ovos, segundo definição do Ministério da Agricultura:

“Ovos de granja”
Pode não parecer, mas os ovos rotulados dessa forma são aqueles produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas fechados onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”, que não lhes permitem sequer esticar as asas.
As aves que põem os "ovos de granja" também têm seus bicos cortados com uma lâmina quente e podem ser submetidas à muda forçada (conheça o drama dos animais nas granjas).


http://www.arcabrasil.org.br/noticias/0807_galinhas_poedeiras.html



Sua alimentação é exclusivamente à base de ração, por vezes reforçada com aditivos que garantam a máxima produtividade de ovos.

Entre os ovos produzidos em sistema convencional há ainda os “Ovos Enriquecidos" ou "Vitaminados”, ou ainda “Ovos Pufa” - estes são normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E que foram adicionados à ração das aves.


Já os “Ovos Light” prometem menos colesterol do que os normais.
Contudo, nada disso diz respeito ao sistema de criação ou ao bem-estar animal.
De toda forma, a validade deste enriquecimento dos ovos é questionada por nutricionistas, já que seria necessário comer uma quantidade de ovos além do adequado para obter quantidades relevantes de ômega 3 e vitamina E.
Quanto aos ovos menos calóricos, as aves responsáveis por sua produção teriam de passar por dietas especiais que tornariam irregular a quantidade dos nutrientes presente neles.

Na União Européia, estes ovos não deverão ser produzidos nem vendidos a partir de 2012, segundo uma diretiva que proibirá o confinamento intensivo em gaiolas em bateria.

"Ovos Caipira", "Ovos Tipo Caipira" ou "Ovos Estilo Caipira"
De acordo com a legislação, estes ovos devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos (sem gaiolas), que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos.
A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de remédios para o crescimento, antibióticos e pigmentos na ração.


Também podem ser rotulados como “Ovos de Capoeira”, “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo Colonial”.
Existem ainda os “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importada da França, a Label Rouge. Infelizmente, este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado.

“Ovos Orgânicos”
As principais características do ovo orgânico são a alimentação orgânica das aves (todos os seus alimentos são produzidos sem o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos) e o respeito ao comportamento natural e bem-estar da ave (são proibidos procedimentos como a debicagem e o confinamento em gaiolas).
Também é vedado o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração.
Para aprovação do selo orgânico, o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada que segue parâmetros ditados pelo Ministério da Agricultura.

Estudos organizados pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP em 1991 demonstraram que os ovos de aves criadas soltas possuem cerca de quatro vezes mais vitamina "A" (essencial para regeneração da pele e das mucosas) que os de granja.
A mesma pesquisa constatou que, como as galinhas não recebem rações comerciais, os ovos não contêm resíduos de antibióticos e de outros produtos químicos.

Certificação Humanitária no Brasil
Simultaneamente à Campanha pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal, a Ecocert lançou no Brasil o mundialmente respeitado selo Certified Humane, que pode ser conferido aos criadores que respeitam diversos critérios de bem-estar (saiba mais).
No país, onde o selo é recente, já há dois grandes produtores habilitados: o Grupo JD e a Korin Agropecuária.
O primeiro teve reconhecida sua produção de bois e suínos para corte; o segundo, a de frango para corte.
Se você não está preparado para adotar uma dieta vegetariana, consuma um produto mais responsável.
Fique atento para esse logotipo!

Propaganda enganosa é crime
Se você encontrar embalagens de “ovos de granja” (criados em gaiolas) com fotos de aves ciscando ao ar livre - sugerindo que os animais não foram confinados - ou com palavras que confundam o consumidor quanto à origem do alimento, denuncie!
A regulamentação brasileira proíbe nos rótulos qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.

Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trazer impressa a declaração do registro e número.
No caso dos ovos, as embalagens devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.

* Com material da Humane Society of United States.

Brinquedos Seguros para os Cachorros


Brinquedos Seguro para os Cachorros e para a Sua Família
Você já pensou em comprar um brinquedo para o seu cachorro que também foi feito se preocupando com a saúde da sua família?

Pois é, a linha de nylon da Buddy Toys, além de ser feita com toda a tecnologia e cuidado para ser resistente e segura para os peludos, agora tem em sua composição um ingrediente a mais: a inovadora Proteção Antibacteriana , para a segurança da sua família, principalmente daquelas que possuem crianças em casa.

Confeccionados com nylon atóxico, Buddy Toys não lasca ou solta pedaços grandes que possam ser prejudiciais, como outros produtos disponíveis no mercado.
A composição de cada peça não inclui a utilização de restos industriais nem material reciclado, garantindo assim a pureza, a procedência e a segurança na escolha da matéria-prima que ficará em contato com os cães.

Essa linha de produtos, feita com material mais durável do que o convencional disponível no mercado, ajuda a manter a higiene dos dentes e da boca do animal, evitando que eles mordam e estraguem outros objetos inapropriados, como sapatos, móveis e fios elétricos.

Existem vários motivos para um cachorro roer os móveis, sapatos, paredes, a casa toda: a grande maioria deles é simplesmente um sinal de que o cão tem necessidades típicas da natureza canina, e apesar do problema ser fácil de ser resolvido, é preciso fazer alguns ajustes na rotina da casa.

Como exemplo de alguns motivos que os nossos peludos têm para roer a casa toda, estão:

• Porque os dentinhos estão nascendo;
• Porque precisam exercitar a mandíbula;
• Porque não possuem produtos adequados para roer e destruir (só deles);
• Porque são pouco exercitados;
• Porque estão entediados;
• Porque passam mais do que 4 horas por dia sozinhos;
• Porque ficam ansiosos;
• Porque estão com medo;
• Porque a raça dele trabalha muito com a boca (por exemplo, buscando caças ou capturando e matando roedores).


Além de proporcionar produtos especiais para os nossos amigões roerem, como ossos diversos e brinquedos especiais, é preciso exercitá-los regularmente e interagir com eles, reservando alguma hora do dia para acariciá-los, escová-los, brincar com eles e deixá-los relaxados.

Manter estes peludos trancados por muito tempo, ou afastados do convívio direto com a família é o pior erro que podemos cometer, pois só estaremos deixando nossos cães mais ansiosos e sem oportunidades para aprenderem a viver socialmente de forma adequada.

Outros links

http://www.bitcao.com.br/index.php?UID=TUH20100412164606201.1.143.137
da BitCão que falam do problema e da solução para cachorros roedores:

Roer sem Destruir
Repelir Para Não Afastar
Produtos Buddy Toys


Aliás, se seu peludo é do tipo que adora destruir todos os brinquedos, é importante que você conheça a linha Nylon da Buddy Toys para cachorros realmente durões, que agora, além de ser o melhor produto para o seu cão, também é especial para a saúde da sua família.

Os Brinquedos de Nylon da Buddy Toys, além de oferecerem a proteção Microban® incorporada em sua composição, que garante o aspecto de novo por mais tempo, podem ser encontrados em diferentes tamanhos e formatos: osso, boneco, halteres e ossão.

A Buddy Toys é a única empresa no mundo a usar o revolucionário Microban® na composição dos brinquedos para cachorro, o que reduz em até 99% o numero micro-organismos e bactérias em um período de 24 horas, conforme estudo quantitativo realizado pela Microban®.

Quando um peludo brinca de roer um brinquedo a superfície fica áspera e mais propensa a juntar bactérias, fungos, etc.
Nós sempre recomendamos que os brinquedos sejam lavados periodicamente, escovados e até fervidos quando forem resistentes para isso, mas sabemos que muitas vezes a correria do dia a dia faz com que a gente esqueça este cuidado por várias semanas.

Imagine então que uma criança pegue o brinquedo para interagir com o cão e, depois de vários minutos de “bagunça”, o pequeno humano se esqueça e coloque a mãozinha na boca.

Provavelmente ela estará levando para dentro de seu organismo inúmeras bactérias que estavam se desenvolvendo nas ranhuras do brinquedo já há algum tempo.
Ainda bem que a grande maioria destas bactérias não são nocivas para o organismo de uma criança, ou pessoa, saudável, mas se por algum motivo, ela estiver com uma baixa na imunidade as conseqüências podem ser mais sérias.

Os cães têm uma resistência maior que a dos humanos em relação a bactérias e fungos, porém não são imunes a doenças causadas por elas!.
O Microban® fornece proteção tanto para o cão com para as pessoas que tem contato com ele.

Por ser incorporada na fabricação dos brinquedos a Proteção Antimicrobiana Microban® não é removida com a lavagem ou com as constantes mordidas e mastigação garantindo ação contínua contra bactérias por toda vida útil do produto.

- Mas o que é Microban®?

É uma nova tecnologia incorporada durante o processo de fabricação nos brinquedos da linha Nylon Buddy Toys

Sua função é proteger as superfícies dos brinquedos contra o crescimento de bactérias.
Em um brinquedo sem Microban® o crescimento das bactérias ocorre normalmente.
Já quando analisamos um brinquedo com Microban® o crescimento destes microorganismos é inibido, mantendo a superfície do produto mais higiênica.

Mantém-se ativo 24 horas por dia, durante a vida útil do produto, inibindo o crescimento de bactérias .
Não sai com lavagens ou produtos de limpeza.

- Microban® foi criado no Brasil?

Não, A Microban® é uma empresa Americana, com atuação nos Estados Unidos, Canadá, Europa, Asia e Brasil.
É líder mundial em soluções antimicrobianas.

- Qualquer brinquedo pode ter a tecnologia Microban®?

Somente a Buddy Toys pode oferecer esta tecnologia nos brinquedos para cães aqui no Brasil, que é patenteada mundialmente pela Microban®, mas ela já é utilizada em muitos produtos em todo o mundo e é registrada e aprovada por várias agências governamentais internacionais.
A Microban® é usada em produtos de consumo como escovas dentais, produtos médicos, produtos comerciais e industriais.

- E o uso do Microban® é seguro?

Microban® não causa nenhum tipo de intoxicação, alergia ou envenenamento.
É um produto totalmente seguro para a saúde humana, para animais e vegetais.
Aprovada pelo Cômite Científico para Alimentos da União Européia , a tecnologia antibacteriana Microban® é a primeira do mundo a ter fórmulas aprovadas para contato seguro com alimentos pela National Sanitation Foundation – EUA e NSF do Brasil.
Possui testes de eficácia feitos por laboratórios independentes ao redor do mundo, que comprovam a sua eficiência na inibição do crescimento de bactérias e fungos nas superfícies dos produtos.

- Quanto tempo dura a Ação do Microban®?

A proteção antibacteriana Microban é incorporada aos brinquedos da Linha Nylon Buddy Toys durante o processo de fabricação, passando a fazer parte da sua estrutura e conferindo aos brinquedos uma proteção eficaz e contínua 24 horas por dia contra o crescimento de bactérias provenientes dos mais diversos lugares, como a saliva dos animais, do chão, da terra e por onde mais o brinquedo passar.
Não pode ser retirada por lavagem e esfregação, nem pelo uso de sabões, detergentes, ou cloro, e foi projetada para ter a mesma eficiência e durar por toda a vida útil do produto.
A proteção antibacteriana Microban® não é um substituto para a limpeza, mas torna os produtos mais fáceis de limpar e mais limpos durante o seu uso.

Para mais informações sobre a tecnologia Microban® visite www.microbandobrasil.com


Cláudia Pizzolatto
Treinadora e Especialista em Comportamento Canino
BitCão - Brinquedos Inteligentes para o Treinamento do seu Cão
O endereço é http://www.bitcao.com.br

Cuide de sua Saúde



A cada ano mais pessoas ao redor do mundo sofrem de obesidade, doenças cardíacas, diabetes, derrames, e pressão alta.
Optar pelo vegetarianismo ao invés de consumir carnes, ovos e derivados do leite não só ajuda os animais e o meio ambiente – ajuda também a sua saúde.


Taxas crescentes de obesidade ocorrem até mesmo em nações em desenvolvimento, onde a subnutrição também é uma preocupação.
Atualmente existem mais pessoas obesas do que mal nutridas no mundo.
Cuidando da saúde através de alimentação saudável
Para combater esse problema crescente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as pessoas comam mais frutas, vegetais e grãos, assim como a substituição das gorduras animais saturadas pelas gorduras de óleo vegetal insaturadas.

A OMS não está sozinha.
Autoridades líderes em nutrição e especialistas de diversos países ao redor do globo têm recomendações de dietas parecidas, inclusive a China, Índia, União Européia, Estados Unidos, Brasil, México, e Taiwan.

Aprenda mais sobre a nutrição vegetariana básica:
Nutrição Vegetariana Básica: para manter as vitaminas e proteínas

Apesar de estudos mostrarem os muitos benefícios da dieta vegetariana, a simples abolição dos produtos animais de sua dieta não lhe assegura a boa saúde automaticamente.
Assim como em qualquer plano de alimentação, algumas orientações nutricionais básicas são importantes.

Estar fisicamente ativo, evitar comidas ricas em gorduras saturadas e colesterol, comer muitas frutas frescas e vegetais é um bom conselho para qualquer pessoa.
Felizmente, isso não é difícil pra maioria dos vegetarianos.
Entretanto, devemos procurar consumir determinados nutrientes chave:

Ácido Graxo Essencial Omega-3
Eles são importantes por uma variedade de motivos - inclusive para a manutenção da boa saúde cardiovascular - além disso, é importante obtê-lo a partir de fontes confiáveis, como as nozes, sementes de linhaça e nos óleos, de linhaça, cânhamo, canola e suplementos.

Vitamina B12
Para obter uma fonte confiável de vitamina B12, os vegetarianos podem tomar um simples multivitamínico ou um suplemento de vitamina B12, cereais fortificados ou ainda leite de soja.

Vitamina D
Esta vitamina é importante para a boa saúde dos ossos.
Nosso corpo produz vitamina D quando estamos expostos à luz solar.
Passar algum tempo ao ar livre todos os dias, inclusive durante os meses de inverno, consumir alimentos enriquecidos com vitamina D ou ingerir um suplemento é uma boa idéia pra qualquer pessoa, vegetariana ou não.

Proteína
Um erro comum sobre as dietas vegetarianas é a crença de que elas não nos fornecem muita proteína. Inúmeros estudos mostraram que isso não é verdade.
Ingerir um número adequado de calorias derivadas de qualquer variedade normal de comida proveniente da terra, normalmente nos fornece toda a proteína de que nosso corpo necessita.

Ferro
Nosso corpo precisa de ferro para manter o sangue circulando nas veias.
Em casos extremos, uma deficiência de ferro pode causar fadiga e outras desordens.
Felizmente, o ferro é abundante em fontes não-animais.
(Para uma absorção de ferro ainda maior, opte por comidas ricas em vitamina C, como frutas cítricas e pimentões).

Cálcio
Todo mundo sabe que precisamos de cálcio para que nossos ossos sejam fortes, mas o que a maioria das pessoas desconhece é que o risco de desenvolver a osteoporose pode ser diminuído através da redução da ingestão de sódio, ingerir mais frutas e vegetais, praticar regularmente exercícios físicos, além da produção de vitamina D, tanto a partir da luz solar quanto de fontes de comida enriquecida.

Vegetarianos e ricos em proteína
Amêndoas, feijões-pretos, arroz marrom, caju, grão-de-bico, feijão-rim, lentilhas, feijão-de-lima, manteiga de amendoim, feijão rajado, quinoa, seitan ou glúten (um substituto de carne derivado da proteína do trigo), soja, leite de soja, sementes de girassol, proteína vegetal texturizada (PVT), tofu, cachorros-quentes e hambúrgueres vegetarianos.

Vegetarianos e ricos em ferro
Feijões, farelos e flocos, caju, grãos-de-bico, feijão-rim, lentilhas, feijão-branco, farelo de aveia, sementes de abóbora, uvas-passa, soja, leite de soja, espinafre, sementes de girassol, tofu, suco de tomate, pães integrais.

Vegetarianos e ricos em cálcio
Amêndoas, feijões-pretos, brócolis, suco de laranja enriquecido com cálcio, couve, feijão-branco, couve-de-folha, feijão-rim, folhas de mostarda, feijão-rajado, sementes de gergelim, soja, leite de soja, proteína vegetal texturizada (PVT), tofu.




http://www.confinamentoanimal.org.br/acoes-para-o-confinamento-de-animais/cuide-da-sua-saude.asp


Mídia x animais silvestres: Entretenimento ou estímulo ao tráfico?




A crescente aparição de animais na mídia pode influenciar no tráfico e outras ameaças à fauna silvestre?
autoridades e Ongs temem que sim.


Em vários canais e horários é comum nos depararmos com programas de auditório e propagandas que se utilizam de animais silvestres para entreter, sensibilizar ou atrair o público consumidor.

Atualmente, em uma campanha publicitária em cadeia nacional e nos principais canais de TV aberta, um bicho-preguiça contracena com uma atriz mirim, numa alusão à velocidade dos serviços de telefonia e Internet.
Cenas como essa, que utilizam espécies extremamente vulneráveis ao comércio ilegal como animais de estimação, podem contribuir para o desaparecimento da fauna silvestre brasileira em seus habitats naturais.

Muitas vezes o público, em especial o infantil, acredita que pode criar um animal “diferente”.
Um claro exemplo disso ocorreu em novembro de 2002, quando o zoológico de São Paulo organizou um leilão com seus animais excedentes, entre eles uma suricata.
Um fazendeiro procurou o zoo com interesse no animal porque sua filha havia se interessado pelo personagem “Timão”, que representa a espécie no desenho animado Rei Leão.
Felizmente, a ARCA Brasil e o Ministério Público intervieram e o leilão não aconteceu.
veja:



http://www.arcabrasil.org.br/animais/entretenimento/zoo2.htm



Na época, o zoológico de São Paulo alegou a superpopulação de animais para promover o leilão.
”Se há animais em excesso no zoológico é porque muitos chegam até lá oriundos do comércio ilegal.
O interesse em adquirir um animal ‘diferente’ estimula o tráfico e dá origem a um caminho, muitas vezes sem volta”, afirma Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil.

Segundo pesquisa encomendada ao IBOPE pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), cerca de 30% das pessoas entrevistadas tem ou já tiveram um animal silvestre em casa.
Isso significa pelo menos 60 milhões de animais provenientes da fauna brasileira fora de seu habitat natural para servir ao comércio.

Para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA), a mídia exerce, em determinado nível, um estímulo sobre a aquisição de animais silvestres, embora não haja pesquisas que comprovem. “um programa científico que vai até o cativeiro do animal para retratar a espécie é uma coisa, levar o animal silvestre ao estúdio para entreter o público é outra completamente diferente.
Geralmente o que as pessoas assistem na TV entendem que podem fazer igual”, argumenta o assessor de comunicação do órgão, Airton Miguel de Grande.



“E qual o intuito de um criador que leva seus animais a um programa de televisão sem caráter científico que não seja o comércio?
Esta prática nós repudiamos e desestimulamos”, completa De Grande.
Já o professor da Faculdade Cásper Líbero e estudioso da mídia, José Eugenio Menezes, tem uma visão contrária:
“Observo que os meios de comunicação estimulam o respeito aos animais.
Em geral, não vejo banalização, mas a divulgação da importância da boa relação com os animais.
Inclusive, todo o incentivo a que qualquer aquisição seja legalizada”.

Mas a lógica do mercado aponta para uma realidade bem diferente.
A proibição de comerciais de cigarros nos meios de comunicação, conquista do movimento anti-tabagista, confirma que a mídia é um poderoso agente na vida das pessoas.
Estudos mostram que o animal, em especial o cão, apresenta altos índices de retenção e de aceitação junto ao público.
Na linguagem publicitária, o fenômeno é conhecido como recall (memorização), por isso o interesse dos anunciantes e das empresas de propaganda em utilizar os bichos como personagens nas peças publicitárias

O que os consumidores em geral ignoram é que o animal silvestre dificilmente se adapta às condições de vida na cidade, que sofrem e morrem, muitas vezes contraindo e transmitindo doenças.
De acordo com o médico veterinário especialista em vida selvagem, André Grespan, “a conscientização tem aumentado, mas de maneira ainda muito fraca.
Por isso, a exibição de animais silvestres na mídia deve ser feita sempre de modo exemplar e educativo”.
Na opinião de Grespan, as pessoas devem ser melhor informadas sobre as condições de vida desses animais longe de seu habitat natural.

É notório que os órgãos responsáveis pela fiscalização não possuem estrutura para reprimir os focos do tráfico, seja na origem ou em feiras livres e estradas.
A escassez de recursos, a falta de comprometimento de entidades civis e o descaso do governo contribuem para agravar o problema.

A ARCA Brasil, que atua pela causa animal ao longo de 13 anos, alerta a sociedade para a única postura cabível nesse cenário de “holocausto ecológico”: não adquirir animais silvestres e, no caso do comércio ilegal, denunciar as autoridades (veja abaixo).


Onde reclamar:

Se você presenciou a exposição de qualquer animal pela mídia, sem critério educativo, exposto ao ridículo ou de maneira a ameaçar sua integridade, denuncie:

- TV: nos sites de emissoras e redes de TV você encontra campos onde pode escrever e enviar sua carta ou recado e ainda telefones de contato.

- Publicidade: Conar - Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária.
O site www.conar.org.br possui um link para reclamações.

- IBAMA: acolhe denúncias através do site: www.ibama.gov.br, pela linha verde 0800-618080 ou por intermédio da polícia ambiental e da polícia civil.

Não esqueça de mandar cópia de sua denúncia para: comunicacao@arcabrasil.org.br


Animais de estimação “trabalham” com tutores em escritórios



Levar os bichos de estimação para o trabalho é uma prática comum em países como os Estados Unidos e o Canadá.

Para algumas empresas, como o Google, a presença de pets é um modo de descontrair o escritório e gerar resultados positivos.
Uma campanha norte-americana intitulada “Take Your Dog to Work Day” incentiva empregadores a permitir o acesso de animais ao ambiente de trabalho.

A novidade chegou aqui.
Os gatos da raça persa Mutante e Yoda batem ponto de segunda a sexta-feira no estúdio do publicitário Julian Martin, 30, e da empresária Lívia Pretti, 26.

Estão tão integrados que parecem fazer parte da decoração da empresa de comunicação e eventos.
Enquanto os oito funcionários trabalham, os gatinhos têm liberdade para circular por todo o escritório, em Pinheiros, e gostam de se acomodar entre computadores e papéis.

A ideia de ter um animal “trabalhando” no local foi de um cliente.
A aprovação foi unânime.
“Quando os vejo na mesa, não sinto que estou em um ambiente corporativo, mas em casa”, afirma o publicitário.
“O lugar ganhou leveza.
O estresse e a ansiedade foram reduzidos.”

Para passar o dia todo no batente, os animais ganharam um espaço destinado só para eles.
“Quando algum cliente chega, nós prendemos os gatos”, explica Lívia, que garante que os animais não dão trabalho.

Imprevistos ocorreram, como a escapada de Mutante durante uma reunião com uma pessoa muito formal.
“Ele pulou na mesa e bebeu água no copo do cliente.
Foi muito chato”, recorda a empresária.

No escritório das arquitetas Bia Hajnal, 29, e Karen Pisacane, 29, quem dá charme ao ambiente é Fusca, um cão da raça boston terrier, além das aves agapornes Bolacha e Amendoim.

A decisão de transformar o local de trabalho em um minizoo foi motivada pelo desejo de estar em contato com a natureza.
“Mesmo não havendo um ambiente projetado para os pets, adaptamos o que temos para estar com eles”, explica Bia.




O gato persa da empresária Livia Pretti no seu escritório, em Pinheiros (Foto: Reprodução/Primeira Edição)
As arquitetas fazem uma espécie de revezamento, afinal, trabalhar com três animais como “assistentes” não é fácil.
O cão exige supervisão constante.
“O escritório é pequeno e temos carpete.
Quando o Fusca está aqui, preciso descer toda hora com ele e isso dá trabalho”, diz Bia.


Outra preocupação é não deixar a bicharada tumultuar o local.
Como Amendoim é uma ave muito calma, acaba frequentando mais o escritório.
“Bolacha é mais brava, por isso, ela vem bem menos do que seu companheiro.”
Além disso, quando Fusca está por ali, a atenção precisa ser redobrada.
“Não dá para ele brincar com as aves, né?”, diz Karen.

Instaladas em um prédio comercial, as arquitetas evitam expor os animais nas áreas sociais.
Bia passou por uma situação constrangedora.
“Entrei no elevador com o Fusca e uma pessoa saiu por causa do cão.
”Quando chegou ao escritório, recebeu uma ligação da portaria.
“A mulher fez um escândalo e ficou inconformada pelo fato de ter um animal ali.”

Desde então, as arquitetas tomam cuidados para não provocar desavenças no edifício.
Fora esse incidente, elas garantem que o saldo é positivo: os pets só trazem alegria à rotina de trabalho.

Menos estresse
Os benefícios não são apenas teoria dos apaixonados por animais.
Segundo a psicanalista Silvana Prado, membro do Inata (Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais), 15 a 20 minutos de interação com um cão são suficientes para potencializar o elo entre o funcionário e a empresa.
“O animal é um facilitador.
Sua presença no ambiente de trabalho eleva a autoestima, diminui o estresse, a solidão e a ansiedade.”

O contato entre o animal e o homem também tende a favorecer o rendimento.
“Pode ser o caminho para um problema cuja solução o funcionário não consegue encontrar.”

De acordo com a psicanalista, estudos comprovam que a presença de animais reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca.
“O contato ativa um neurotransmissor que libera a serotonina, substância sedativa e calmante, além de hormônios como a oxitocina -responsável pela confiança- e a prostatina, o hormônio do vínculo social”, explica.

Desde que levou os gatos para o escritório, Lívia diz que a equipe está mais unida.
“Além disso, se o funcionário for comprometido, ele também vai se responsabilizar pelo bem-estar do animal naquele ambiente.”

Pitbull versus motoboy

Antes de pegar seu pet, colocá-lo no carro e levá-lo ao trabalho, é fundamental cautela.
“É preciso avaliar primeiro se todas as pessoas envolvidas vão se sentir confortáveis em conviver, por exemplo, com um cão”, explica o analista de comportamento de cães Dennis Martin, 57.
“Ter um bicho no trabalho exige responsabilidade e atenção.
Não pode causar problema para nenhuma das partes.”

Dennis relata casos positivos, como em um escritório em que a presença do animal fez um rapaz diminuir o cigarro.
“O tempo que ele perdia para fumar passou a ser usado para brincar com o cachorro.
Como o animal sempre correspondia, era uma troca de energia.”

O especialista ressalta, no entanto, que as coisas podem se complicar.
Foi o que ocorreu em um escritório que mantém um pitbull no local.
Apesar de o animal ser manso com todos ali, sempre que um motoboy chega, os cuidados precisam ser redobrados para que o animal não ataque ninguém.

Já no pequeno escritório da consultora e fisioterapeuta Lorice Issa Miguel, 42, localizado em um prédio comercial na movimentada avenida Faria Lima, é tranquila a rotina do pet.
Brinquedos e potinhos com frutas e água estão espalhados pela recepção.

Trabalhar com o maltês ao pé da mesa foi a alternativa que a tutora encontrou para diminuir a própria carência e, de quebra, não deixar o animal sozinho.
“Em casa, ele não parava de latir.
O vizinho até chamou a polícia”, explica Lorice.
“Pensei na responsabilidade que tinha com aquele animal.
Deixá-lo sozinho seria injusto.
Quando está comigo, ele não traz problemas e é um ótimo parceiro.”

Tom visita a tutora três vezes por semana e a consultora diz nunca ter recebido reclamações.

Assim como existem animais indicados para crianças, para apartamentos e para a prática de atividades físicas, existem raças mais indicadas para se levar ao escritório.
Um golden bem-comportado pode ser uma ótima opção. Raças mais vocais, como schnauzer, ou que necessitam de espaço, como um border collie, podem apresentar dificuldades no ambiente de trabalho.
“Mas se o animal foi criado com limites, é possível levá-lo a qualquer lugar, não importa a raça nem a espécie”, ressalta Dennis.
Uma coisa é certa: ter como colegas de trabalho Tons, Fuscas, Amendoins ou Bolachas deixam qualquer lugar mais divertido.

Fonte: ANDA

Castração de animais previne tumores e infecções




De acordo com especialistas, a castração pode reduzir as chances de desenvolver tumores nos testículos e próstata, além de diminuir a agressividade dos machos.

Também serve para as fêmeas, desde que sejam retirados os ovários, trompas e útero.

Um estudo recente indica que as gatas e cadelas castradas antes do primeiro cio têm 98% menos chances de sofrerem de câncer de mama.

Alguns hospitais veterinários já oferecem essa cirurgia, que não proporciona risco algum aos animais.

Os processos pós-cirúrgicos devem ser seguidos à risca, para que o animal tenha uma recuperação mais rápida.

Os especialistas destacam que a idade ideal para a esterilização dos bichos é na fase de filhote, entre cinco e seis meses, mas isso vale para os animais que já tenham passado por todas as primeiras vacinas e vermifugação.




“A castração é uma excelente alternativa para prevenir o nascimento de filhotes, além de evitar o aparecimento de doenças da terceira idade”, destaca Danielle Pereira, médica veterinária e tutora do Portal Educação.

Clique aqui e entenda mais sobre a Castração Animal

http://www.obafloripa.org/blog/como-ajudar/doacao/castracao-animal/



Se você quer evitar mais nascimentos, evitando assim sofrimento de milhares de animais de rua ou abandonados,
Doe uma castração para um bichinho carente:

clique aqui e saiba como.
http://www.obafloripa.org/blog/2010/02/vale-castracao/



Fonte: ANDA e OBAFLORIPA