terça-feira, 4 de junho de 2013

Confisco de saldos em contas e poupanças para “salvar os bancos”

 
O confisco de saldos em contas e de poupanças bancárias para “salvar os bancos”: Uma proposta DIABÓLICA de “salvamento” dos bancos.
A crise bancária de Chipre (e a europeia) foi engatilhada e orquestrada pelos poderosos atores financeiros (os grandes bancos controlados pela elite global), os quais também foram os arquitetos das devastadoras medidas de austeridade que estão sendo impostas na União Européia e na América do Norte. De acordo com o Instituto Internacional de Finanças (IIF) “os ataques aos depósitos bancários” da população poderia se tornar na “nova normalidade” desse diabólico projeto que serve aos interesses econômicos dos conglomerados financeiros globais (e da elite que os controla).
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
www.globalresearch.ca/the-confiscation-of-bank-savings-to-save-the-banks/5329411
 
O confisco de saldos em contas e de poupanças bancárias para “salvar os bancos”: Uma proposta DIABÓLICA de “salvamento” dos bancos (que na realidade é para concentrar mais poder nas mãos da elite que controla o planeta)
 


Os “adoradores” do Bezerro de Ouro em Wall Street preparam mais um golpe no sistema financeiro internacional.
By Prof Michel Chossudovsky - Global Research, April 07, 2013
  • Será que o modelo de “fiança”* do Banco de Chipre é um ensaio geral do que estará para vir no sistema financeiro europeu?
  • Será a conceitualização que fazem do “Grande Roubo das Poupanças” na União Européia e na América do Norte capaz de resultar num direto e franco confisco dos depósitos bancários?
  • Em Chipre o sistema geral de pagamentos já foi perturbado conduzindo a economia real à sua ruína.
  • As aposentadorias e os salários não estão mais sendo pagos. O poder de compra da população está em colapso.
  • A população está empobrecida.
  • Pequenas e médias empresas estão sendo lançadas à falência.
  • Chipre é um país com uma população de apenas um milhão de habitantes.
  • O que aconteceria se procedimentos semelhantes fossem aplicadas aos Estados Unidos e a União Européia (e/ou ao resto do planeta)?



De acordo com o Institute of International Finance (IIF) que é baseado em Washington e que representa o consenso do estabelecimento (o establishment) financeiro global, “a abordagem de Chipre em atacar os depositantes credores quando os bancos “fracassaram”, irá provavelmente se TORNAR num modelo para outros países da Europa”. (Economic Times, 27 de março de 2013).
Deveria ficar entendido que antes mesmo das investidas em depósitos de poupança popular em Chipre (devido a “crise financeira”), o confisco/sequestro de depósitos bancários já estava sendo considerado em vários países.
Além disso, a crise bancária de Chipre foi engatilhada e orquestrada pelos poderosos atores financeiros (os grandes bancos controlados pela elite global), os quais também foram os arquitetos das devastadoras medidas de austeridade que estão sendo impostas na União Européia e na América do Norte.

Seria CHIPRE um “modelo” ou um cenário?
Há aqui “lições a serem aprendidas” pelos poderosos atores financeiros, lições essas a serem aplicadas numa ocasião futura no panorama bancário da zona do euro?

De acordo com o Instituto Internacional de Finanças (IIF) “os ataques aos depósitos bancários” da população poderia se tornar na “nova normalidade” desse diabólico projeto que serve aos interesses econômicos dos conglomerados financeiros globais (e da elite que os controla).

Essa nova normalidade é endossada pela FMI, Fundo Monetário Internacional, e pelo Banco Central Europeu-BCE. De acordo com o IIF, o qual é o porta-voz das elites bancárias, “Os Investidores deveriam ser bem aconselhados a verem os resultados de Chipre … como um reflexo de como futuras situações de tensão serão tratadas”. (citado em Economic Times, 27 de março de 2013).


A “Limpeza/saneamento financeiro”. As garantias dos depósitos nos Estados Unidos e Grã-Bretanha

O que está em jogo é um processo de “limpeza financeira” através da qual alguns bancos da Europa e da América do Norte ( “bancos muito grandes para falirem”-To big to fail) ou seja, Citibank, JP Morgan Chase, Goldman Sachs, e outros) deslocam e destroem instituições financeiras menores com o objetivo de apossar-se de todo o “campo financeiro” no final do processo.
A tendência implícita nas bases dos níveis nacionais e globais vai na direção da centralização e da concentração do poder bancário o que leva, ao mesmo tempo, a uma dramática depressão da economia real.

A idéia de fianças bancárias tem sido conjecturada como uma possibilidade em numerosos países. Na Nova Zelândia um “plano de encurtamento de rédeas” foi representado tão cedo como em 1997, o que coincidiu com a crise financeira da Ásia.

Há cláusulas e condições tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos para um confisco/sequestro de depósitos bancários. Num documento conjunto intitulado “Resolvendo os Ativos Globais: Instituições Financeiras Sistemicamente Importantes” [1] da Sociedade Federal de Depósitos e Seguros (FDIC) e do Banco da Inglaterra, procedimentos explícitos foram apresentadas através das quais “os credores originais da companhia em falta” (isso é um eufemismo significando os depósitos dos clientes de um banco que vai falir) seriam convertidos em “equidade” (equity). (See Ellen Brown, It Can Happen Here: The Bank Confiscation Scheme for US and UK Depositors, Global Research, March 2013) [2]

O que isso significa é que o dinheiro confiscado das contas bancárias do povo em geral seria usado para cumprir as obrigações financeiras do banco que faliu.
Em retorno os titulares dos depósitos bancários confiscados iriam tornar-se em titulares de ações e valores nessa instituição financeira, o banco, a beira da falência.

Poupanças e demais recursos em contas bancárias seriam tranformadas da noite para o dia num conceito ilusório de propriedade de capital.
O confisco/sequestro das poupanças seria adotado abaixo do disfarce de uma falsa “compensação” em termos de uma equidade (equity).


O que se tem em mente é a aplicação de um processo seletivo de confiscação de depósitos bancários com vistas tanto em arrecadar dinheiro para cobrir as dívidas, como também para engatilhar a destruição de instituições financeiras mais fracas. N
os Estados Unidos, esse procedimento iria proceder por um caminho lateral desviando-se das cláusulas da Sociedade Federal de Depósitos e Seguros (FDIC), que asseguram o dinheiro depositado nos bancos dos depositantes contra malogros bancários:
Nenhuma exceção é indicada para qualquer “depósito assegurado” nos Estados Unidos, significando aqueles abaixo de $ 250.000, os depósitos que nós pensávamos que estivessem protegidos pelo seguro da FDIC. Isso não é resultado de uma inadvertência ou esquecimento, uma vez que é o próprio FDIC que estabelece as diretivas. O FDIC é uma companhia de seguros financiada por prêmios pagos pelos bancos particulares.

A diretiva é denominada como um “processo de resoluções”, definido em outra parte como um plano que “deveria ser engatilhado no evento de falha ou malogro de um segurado ….” A única menção a “depósitos assegurados” é feita em conexão com uma existente legislação do Reino Unido, sobre as quais as diretivas do FDIC-BOE dizem que esses seriam seguros inadequados, implicando que os mesmos precisavam ser modificados, ou supervisionados. (Ibid)
Uma vez que os depositantes foram providos com uma falsa compensação [ou seja, pela tal “equidade” (Equity) numa entidade bancária falindo] eles não seriam eligíveis para receber nenhum seguro sobre depósitos bancários através do FDIC.

Proposta de confisco/sequestro de depósitos bancários no Canadá
A mais franca declaração do confisco/sequestro de depósitos bancários como um meio de “salvar os bancos” foi formulada num documento recentemente apresentado pelo governo do Canadá intitulado “Trabalho, Crescimento e Prosperidade a Longo Prazo: Plano de Ação Econômica 2013”. [3]
Esse plano foi submetido a Câmara dos Comuns do Canadá pelo Ministro das Finanças Jim Flaherty, em 21 de março de 2013 como parte da chamada proposta “pre-orçamentária”.

Uma pequena secção do relatório de 400 páginas intitulado “Perspectiva para Gerenciamento de Riscos de Bancos Nacionais Sistemicamente Importantes” [4] identificava procedimentos de fianças para os bancos do Canadá.
A palavra CONFISCO não foi mencionada.
Jargões financeiros serviram para obscurecer o intento real que essencialmente consistia em roubar as poupanças das pessoas.
Abaixo do projeto de “Gerenciamento de Riscos” do Canadá:
O governo propõe a implementação do regime de fiança a bancos sistemicamente “importantes” [bancos ou instituições financeiras os quais em caso de falência poderiam levar a uma crise financeira]

O regime deverá ser projetado de maneira que assegure, no evento pouco provável de que um banco sistemicamente importante esgote seu capital, que esse banco possa ser recapitalizado e retornado a capacidade de crescimento através de uma rápida conversão de certas desvantagens a um capital regulatório.”
Isso irá reduzir riscos para os pagadores de impostos.
O governo irá consultar os titulares em como melhor poder implementar um regime de fianças no Canadá.

O que isso significa é que se um ou mais bancos (ou uniões de crédito) forem obrigados a “sistemicamente esgotar seu capital” para fazer frente as exigências dos seus credores, os bancos poderiam ser recapitalizados através “da conversão de certas desvantagens bancárias em capital regulatório.”


 
Essas “certas desvantagens bancárias” se relacionam (no jargão técnico) ao dinheiro que os bancos devem aos clientes, ou seja, o dinheiro dos depósitos dos clientes. O que está sendo estipulado é que as contas bancárias dos clientes sejam confiscadas em troca de ações, participações ou quotas, num banco “a caminho da falência”.
Que “isso pudesse reduzir riscos para os pagadores de impostos” é uma afirmação sem sentido lógico.
O que isso realmente significa é que o governo não irá prover fundos para compensar os depositantes vítimas de uma instituição bancária a caminho da falência, assim como não irão salvar a instituição a caminho da falência.

Os depositantes serão obrigados a abrir mão de suas poupanças.
O dinheiro confiscado será usado pelo banco para enfrentar suas obrigações contratadas com importantes instituições financeiras credoras. Em outras palavras, todo esse arranjo é uma “rede de segurança” para os bancos muito grandes para ir a falência (n.t. To big to fail, mas que servem como instrumentos para gerar o caos financeiro e ajudar a elite – que os controla – a implementar a sua agenda de controle e de uma Nova Ordem Mundial).
É um mecanismo que permite esses “muito grandes para falirem” a agirem por seu turno como credores e obscurecer instituições bancárias menores, incluindo uniões de crédito, o que precipita o colápso e a tomada direta de posse de instituições menores.

Panorama Financeiro do Canadá
O Gerenciamento de Riscos através de fianças, o qual encontra-se em estado inicial, é de uma importância crucial para os canadenses através de todo o país: uma vez adotada na Câmara dos Comuns como parte de um pacote orçamentário, os procedimentos de fianças através do confisco/sequestro dos depósitos nas contas bancárias poderão começar.

O governo conservador do Canadá tem a maioria no parlamento.
Há uma boa probabilidade de que o Plano de Ação Econômica de 2013 [5], o qual inclui a procedura das fianças, seja adotado.
O relatório de Gerenciamento de Riscos do Canadá dá a entender que alguns bancos “estariam em perigo”, especialmente aqueles que tivessem acumulado grandes dívidas (como resultado de perdas por causa de transações – especulativas e irresponsáveis – de derivativos), mas que uma generalizada aplicação da “Fiança” de seus depositantes não será contemplado.



O cenário mais provável dentro de um futuro próximo seria de que os “cinco maiores” bancos, ou seja, Royal Bank of Canadá, TD Canadá Trust, Scotiabank, Bank of Montreal and CIBC , todos tendo filiais operando no campo financeiro dos Estados Unidos, iriam consolidar suas posições a custo dos bancos e instituições financeiras menores atuando em um nível local ou regional.
O documento governamental afirmava que a fiança poderia ser usada seletivamente “no pouco provável evento de que algum (banco) se tornasse fraco demais.”
O que isso sugere é que pelo menos um dos “menores bancos” do Canadá poderia vir a estar sujeito de uma fiança.
Uma tal procedura iria inevitavelmente levar a uma concentração maior de capital bancário no Canadá, em benefício de maiores conglomerados financeiros.

Deslocamentos de uniões de crédito (companhias de poupança) e bancos cooperativos ao nível regional:
Há uma importante rede de mais de 300 uniões de crédito e bancos cooperativos ao nível local e regional incluindo a poderosa rede Desjardins no Quebec, o Vancouver City Savings Credit Union (Vancity) e o Coastal Capital Savings na British Columbia, Servus em Alberta, Meridian em Ontário, as caisses populaires –caixas populares em Ontário (afiliada ao Desjardins), entre muitos outras empresas, que poderiam ser alvos para as tais “operações de fianças” seletivas.

Nesse contexto, o mais provável é um significativo enfraquecimento das instituições financeiras cooperativas do nível local e regional que tenham uma relação mútua com os seus membros e cidadãos quanto a autoridade de gerenciamento (o que inclui conselhos representativos), os quais atualmente oferecem uma alternativa aos Big Five – os cinco maiores bancos do Canadá. De acordo com dados recentes, existem mais de 300 uniões de crédito e caixas populares no Canada os quais são membros da Central União de Crédito do Canadá – “Credit Union Central of Canada”.
Uma Nova “normalidade”: padrões internacionais dirigindo o confisco, sequestro de depósitos bancários


O Plano de Ação Econômica 2013 do Canadá reconhece que a proposta de fianças “seria consistente com reformas em outros países e padrões internacionais chave”. 
O proposto padrão de confisco de depósitos bancários, como descrito no documento do governo canadense, é consistente com o modelo contemplado nos Estados Unidos e na União Européia.
Esse modelo de confisco está correntemente sendo debatido, atrás de portas fechadas, em vários locais internacionais reagrupando gerenciamentos de bancos centrais e ministros de finanças.

A agência regulatória envolvida nessas consultas multilaterais é a Financial Stability Board (FSB)- (Conselho de Administração de Estabilidade Financeira)- baseado em Bazel, Suiça, acomodada pelo Bank for International Settlements (BIS) – (Banco para Convênios Internacionais).

O FSB é “oportuna e coincidentemente” presidido pelo gerente do Banco do Canadá, Mark Carney, que foi recentemente nomeado pelo governo britânico para dirigir o Banco da Inglaterra, a começar em junho de 2013.
Mark Carney como Gerente do Banco do Canadá foi instrumental quanto a dar forma as cláusulas e condições para fianças dos bancos canadenses.

Antes da sua carreira em bancos centrais ele foi um executivo superior da Goldman Sachs, e fez um papel de bastidores na implementação dos resgates [bailouts] dos bancos, e das medidas de austeridde da União Européia.

O mandato da FSB seria o de coordenar as proceduras de fianças, em contato com as “autoridade financeiras nacionais” e o “corpo internacional de definições de padrões” o que inclui o FMI e BIS [Fundo Monetário Internacional e Banco Internacional de Convênios].  
Já não deveria vir como uma surpresa: a procedura de confiscação de depósitos bancários no Reino Unido e no Canadá, examinados acima, são extraordinariamente similares.
Mark Carney
Fianças versus Resgates de bancos – Bank “Bail-Ins versus Bank “Bail-outs”


Os resgates chamados em inglês de bailouts são “pacotes de socorro” através dos quais o governo coloca uma porção significante das rendas do estado a favor de instituições financeiras a caminho da falência.
O dinheiro é canalizado dos cofres do estado para os conglomerados bancários.
Nos Estados Unidos em 2008-2009, um total de absurdos US$1.45 trilhões foram canalizados para as instituições financeiras da (dos especuladores de) Wall Street como parte dos pacotes de socorro de George Bush e de Barack Obama (em detrimento da utilização dessa enorme soma de recursos na aplicação em benefício do próprio povo norte americano).

Esses resgates [bailouts] foram considerados como, de fato, uma categoria de despesas governamentais. Isso requereu a implementação de medidas de austeridade. Conjuntamente com uma massiva entrada nos gastos militares, os resgates foram financiados através de cortes drásticos nos programs sociais incluindo os cortes na área da saúde, Medicare e Medicaid [Cuidado e Ajuda Médica], assim como na área da Segurança Social.

Em contraste a esses regates [Bail-outs] que foram financiados pelo bolso público, a fiança [Bail-in] requereu a confiscação dos depósitos bancários. As fianças então são implementadas sem o uso de fundos públicos.
O mecanismo regulatório é estabelecido pelo Banco Central.
No princípio do primeiro termo de Obama em janeiro de 2009 um resgate bancário no valor de US$ 750 bilhões foi anunciado por Obama o qual foi adicionado ao resgate de US$ 700 bilhões de dolares destinados pela administração Bush, em curso de saída, abaixo do Troubled Assets Relief Program (TARP) –(Programa de Ajuda para Ativos em Perigo).



A polícia de choque fica perto do símbolo do euro em frente ao Banco Central Europeu (ECB) em sua sede em Frankfurt – Alemanha, durante uma manifestação anti-capitalista “Blockupy” em Frankfurt em 31 de maio de 2013. (Reuters / Kai Pfaffenbach)

O total para os dois programas foi uma soma vertiginosa de “salvamento ” do sistema financeiro foi de US$ 1,45 trilhões de dólares financiados pelo Tesouro dos Estados Unidos.
Deveria entender-se então que a quantia da “ajuda” financeira, de dinheiro em espécie aos bancos foi muito maior do que os US$ 1,45 trilhões.
Além disso a quantia dirigido para a indústria do complexo-militar da defesa (outro segmento controlado pelas elites), para dar fundos a economia de guerra de Obama, foi de outros vertiginosos US$ 739 bilhões (FY 2010). 
Conjuntamente então os resgates dos bancos e os gastos com a “defesa” (US$ 2,189 trilhões ) engolem quase que a totalidade dos rendimentos federais, que de acordo com o ano fiscal de 2010 era de US$ 2,381 Trilhões.

Comentários em conclusão
O que está ocorrendo é que o resgate aos bancos já não é mais funcional (e mesmo raci0nal).
Já no começo do segundo governo de Obama os cofres do estado apresentavam-se vazios.
As medidas de austeridade chegaram a um ponto de impasse.
Agora contempla-se “a fiança”, em vez do “resgate aos bancos”.
Os grupos de renda baixa e média, que invariavelmente se apresentam endividados, não serão o alvo principal, dessa vez (os beneficiários de programas sociais).
A usurpação (o roubo) dos depósitos bancários irá essencialmente mirar a classe média alta, e os grupos de altas rendas que tenham depósitos bancários significantes. 
Os depósitos bancários de pequenas e médias empresas virão a ser um segundo alvo a ser contemplado.
Essa transição faz parte da “evolução da crise global”, e do impasse nas bases das medidas de austeridade.
Quem será o próximo pais a “quebrar” na Europa: Espanha ou Itália?
O objetivo dos atores financeiros globais é o de liquidar competidores, de consolidar e centralizar poder bancário, e de exercer um controle mais abrangente sobre a economia real, as instituições governamentais e os militares.
Mesmo se as fianças viessem a ser reguladas e aplicadas seletivamente a um limitado número de instituições financeiras, uniões de crédito e outras a falir, a comunicação oficial de um programa de confisco de depósitos poderia potencialmente levar a uma “corrida aos bancos”.
Nesse contexto nenhuma instituição bancária iria ser vista como segura.
A aplicação de procedimentos de fiança envolvendo uma confisco de depósitos (mesmo quando aplicadas local e seletivamente) iriam criar estragos, manifestações e saques.
Isso iria interromper os processos de pagamentos.
Os Salários não seriam mais pagos.
O poder de compra iria entrar em colapso.

Não haveria dinheiro para investimentos em novas fábricas e equipamentos.
Pequenas e médias empresas seriam precipitadas a falência (n.t. o consumo de bens e serviços se reduziria drasticamente com uma crise generalizada e o colapso e a desordem total seriam inevitáveis).
A aplicação de um sistema de fianças na União Européia ou na América do Norte irá iniciar uma nova fase da crise financeira global, um aprofundamento da depressão, uma maior centralização bancária e financeira e um aumento da concentração do poder (da elite global) das corporações na economia real em detrimento dos empreendimentos nos níveis locais e regionais.

Uma inteira rede bancária global, caracterizada por transações eletrônicas (que governa depósitos, retiradas, etc), -para nem se mencionar transações de dinheiro em mercados de ações e mercadorias – poderia potencialmente vir a ser o objeto de significantes interrupções de natureza sistêmica.
As consequências sociais seriam devastadoras.
A economia real iria entrar em alta durante um tempo e em uma queda direta vinda como resultado do colapso do sistema de pagamentos.

Uma potencial interrupção no funcionamento do sistema monetário globalmente integrado poderia resultar num recomeçar de uma dissolução da economia global, assim como numa paralisia do comércio internacional.
É importante e necessário que as pessoas através do país (os EUA), na União Européia e na América do Norte, nacional e internacionalmente, ajam decididamente contra os estratagemas diabólicos de seus (des)governos –agindo em nome de interesses financeiros dominantes- para implementar um processo seletivo de confisco de depósitos bancários.

Michel Chossudovsky - Global Research, 2 de abril de 2013
Tradução Anna Malm
Referências e Notas:
*[Bail-In no original, significando confiscação de depósitos bancários foi traduzido como fiança.Bail-outs, significando socorro aos bancos através de dinheiro vindo de impostos foi traduzido como resgate.]
[1] Resolving Globally Active, Systemically Important, Financial Institutions
[2] (See Ellen Brown, It Can Happen Here: The Bank Confiscation Scheme for US and UK Depositors,Global Research, March 2013)
[3] Jobs, Growth and Long Term Prosperity: Economic Action Plan 2013″.
[4] “Risk Management Framework for Domestic Systemically Important Banks”
[5] Economic Action Plan 2013

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Foto: cão se despede de parceiro policial em funeral

 

Figo coloca sua pata sobre caixão do companheiro morto durante o funeral Foto: Jonathan Palmer/Herald-Leader / Reprodução
Figo coloca sua pata sobre caixão do companheiro morto durante o funeral Foto: Jonathan Palmer/Herald-Leader / Reprodução   
Uma imagem tocante marcou o funeral de um policial do Estado americano do Kentucky morto em ação.
 
A fotografia de Jonathan Palmer mostra o cão colocando sua pata sobre o caixão do policial Jason Ellis, como se estivesses dando seu último adeus ao companheiro.

Ellis, 33 anos, foi morto em uma aparente emboscada durante a madrugada do dia 25 de maio.
 
Ele desceu de sua viatura para recolher dejetos de uma rampa de acesso a uma rodovia em Bardstown quando foi atingido por vários disparos.
 
A autoria do crime ainda está sendo investigada.

Centenas de agentes dos Estados de Kentucky, Ohio e Indiana participaram do funeral de Ellis, que trabalhava em uma unidade canina de combate às drogas, na última quinta-feira.
 
Figo, o cão que o acompanhava, foi aposentado e doado a Amy, viúva de Ellis, e a seus dois filhos, de 6 e 7 anos.

Terra

domingo, 2 de junho de 2013

Mês de Junho

 
 
 
O Mês de Junho é marcado pelas festas tradicionais, onde pipocas, comidas, balões e danças, recordam três grandes santos da Igreja.

Pena que muita gente só fica na pipoca e nos balões e se esquece de perguntar quem foram e o que fizeram Pedro, Antonio e João?

Estes homens foram e são os baluartes da pregação do Evangelho no início do cristianismo.
Foram homens tocados pela graça de Deus e pela presença de Jesus Cristo em suas vidas.
Pedro dispensa de apresentações, todos sabem de sua decisão em seguir Jesus Cristo e que, de homem humilde e pescador, tornou-se o primeiro Papa da Igreja.
"Tu és Pedro e sobre ti edificarei minha Igreja".

Pedro foi discípulo, amigo, companheiro e fiel pregador das palavras de seu Mestre.
Foi muitas vezes repreendido por Jesus pelo seu jeito impulsivo e radical.
Foi a "pedra" que precisou ser lapidada, para valer aos olhos de Deus.
Valeu a pena, tornou-se grande, tornou-se homem, tornou-se amigo de Jesus.

João é o Batista, também dispensa apresentações.
Basta lembrar que foi para ele o elogio feito por Jesus "de todos os homens nascidos, nenhum é maior que João Batista ", pode-se imaginar o que significa um elogio como este vindo de Jesus Cristo?

João foi precursor, anunciador, profeta e homem de transição.
Totalmente aberto ao NOVO que se aproximava de sua vida.
E, Jesus era este NOVO; João, morreu como mártir, abandonado nas mãos do Pai, assim como seu mestre.
Ele será sempre lembrado como aquele que estremeceu no ventre de sua mãe
quando Maria, com Jesus no seu seio, se aproximou de sua mãe Isabel.
Foi um grande Homem.

Antonio, não foi discípulo ocular de Jesus, viveu muito tempo depois, mas de uma vida tão exemplar e tão digna, que ate hoje, no mundo todo ele é venerado e admirado.

Foi grande discípulo de São Francisco, talvez o maior...
Foi padre, pregador do Evangelho e de modo extraordinário grande missionário franciscano.
Seus sermões tornaram-se verdadeiras obras de Teologia, fonte inesgotável de meditação para a Igreja toda.
Antonio não perdia tempo para anunciar Jesus Cristo, sua grande paixão.
Por isso Deus conservou até hoje, sua língua intacta, que pode ser visitada pelos milhões de fieis que vão até Pádua, para visitar sua Igreja.
Grande Antonio, homem de Deus, amigo de Jesus...

São estes os grandes homens que celebramos nas nossas festas juninas. Pena que muitos fiquem sómente nas pipocas e nos balões...
Pena que muitos nem se lembrem destes grandes homens e muito menos os imitem.
As pipocas se acabam e os balões se queimam, mas os exemplos de Pedro, Antônio e João nunca deixarão de invadir a vida da Igreja de Cristo.
*
Santo Antonio: 13.06
São João: 24.06
São Pedro e São Paulo: 29.06

Frutos da gentileza



Você já experimentou os frutos da gentileza?

No mundo em que vivemos, em que as pessoas parecem armadas umas contra as outras, em que saem às ruas medrosas, nem sempre os gestos de gentileza se fazem presentes, embora estejam se multiplicando.

Conta-se que um empregado de um frigorífico, na Noruega, certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica.

Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela.

Bastaram alguns segundos para sentir a temperatura com seu peso absoluto.


Situação indescritível.

Congelamento rápido.

Chocante.


A temperatura em torno de dez graus abaixo de zero foi mais do que sentida em graus.

Ela tinha um peso físico e comprimia fisicamente.

O funcionário bateu na porta com força, gritou por socorro mas ninguém o ouviu.

Todos já haviam saído para suas casas.

Impossível que alguém o pudesse escutar.

O tempo foi passando.

Debilitado com o frio insuportável, ele já se preparava para morrer.

Que morte tola! - Pensava ele. Prisioneiro em uma câmara frigorífica.

Imagens da família, dos amigos passaram-lhe pela memória.

O que podia ter feito e não fez.

O que não deveria ter feito e agora se arrependia.

Depois de gritar, de recordar, ele se rendeu.

Nada mais a esperar senão a morte.

Terrível, por congelamento.

O frio parecia lhe quebrar os ossos, congelar o sangue nas veias.

Dolorido.

Penoso.

Então, de repente, a porta se abriu.

O vigia da empresa entrou na câmara e o resgatou, ainda com vida.

Depois de salvar a vida do homem, houve quem tivesse a curiosidade de saber por que ele fora abrir a porta da câmara frigorífica, desde que isso não fazia parte da sua rotina de trabalho.

Ele explicou, de forma simples: Trabalho nesta empresa há trinta e cinco anos.


Centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias.

Ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã.

E se despede de mim ao sair.

Hoje pela manhã, ele disse quando chegou: "Bom dia".

Entretanto, não se despediu de mim, na hora da saída.

Aguardei um tempo pois pensei que ele tivesse se detido em fazer algum trabalho extra.

Contudo, como os minutos fossem se somando, de forma rápida, deduzi que algo estava errado.

Fui procurar por ele.

A câmara frigorífica foi um local que me acudiu à mente pudesse ele estar.

Foi assim que o encontrei.

Como se vê, a gentileza deixa marcas especiais nas criaturas.

Um gesto repetido todo dia, simples e que, ao demais, deveria ser nossa marca registrada de boas maneiras, salvou a vida de um homem.

Aquele homem era diferente de todos os demais.

Ele fazia a diferença na vida do vigia que ficava ali, horas e horas, em seu posto de guarda.

Isso nos diz que o bem sempre faz bem a quem o pratica.

Pode ter um retorno rápido, como no fato narrado. 

Pode ser algo que somente o tempo demonstrará.

O importante a se registrar é que a pessoa gentil cria ao seu redor um halo de tal simpatia, que contagia os demais.

Não esqueçamos disso e promovamos a gentileza em nossa vida.

Existem pequenos, simples gestos que dizem muito da nossa formação moral e interferem, positivamente, em muitas vidas.

Por isso, cumprimentemos as pessoas e incorporemos ao nosso vocabulário frases importantes, como:

Desculpe-me.
Olá, como vai?
Obrigado.
Por favor.

Palavras simples.

Palavras mágicas para criar ambiente de harmonia, nos locais mais diversos.

Experimentemos!


Redação do Momento Espírita

EU SEI QUE MINHA FAMÍLIA GALÁCTICA ESTÁ AQUI, VOCÊ SABE?


 


http://www.youtube.com/watch?v=wVAlzEwzwsU&feature=player_embedded



Postar esse vídeo se tornou para mim uma necessidade, na medida em que tenho acompanhado a evolução dos diversos conflitos planetários, que estão se desencadeando em escala geométrica.
Para quem ainda não percebeu: ISSO É ARMAGEDON!


E muitos dos sentimentos e atitudes humanas negativos são inspirados por seres ou energias extra-físicos, com o intuito de gerar desequilíbrio em massa.

A "3ª Guerra mundial" já foi deflagrada, e está em pleno andamento.

Pois ela é mesmo MUNDIAL, está acontecendo em todos os lugares, lares, instituições, cidades, países, continentes.

Está acontecendo como uma ativação de ondas que afetam a mente das pessoas e as mantem vibrando em uma faixa estreita de compreensão.

A disputa dos titãs interplanetários é entre os "MEUS, OS TEUS E OS NOSSOS"!

Manter a humanidade num padrão vibratório frequencial denso é a forma mais estratégica de arrebanhar o maior nº possível de almas para servir um determinada "raça superior".


Os seres humanos pensam mesmo que são livres, pois podem ir e vir e se instalar onde bem entendem na face planetária.

Na verdade nunca foi assim. Sempre estivemos debaixo de um condicionamento social ditado por uma égide escalonar, destituída da Luz Crística Fundamental.

E hoje as Consciências celestiais descem em miríades com o proposito de promover a verdadeira liberação desse circuito pseudo-liberal.

E por isso mesmo, o conflito se torna mais e mais declarado.

QUAIS SÃO OS MEUS, QUAIS SÃO OS TEUS E O QUE FAZER COM OS " NOSSOS"???


Essa tem sido a questão mais debatida nos auditórios de negociações interplanetários nos últimos 100 anos.

Mas fato é fato!.


E o fato é que as naves estão todas aí!

As confederadas e as não-confederadas.

O fato é que cada ser humano está começando a atentar para a nova realidade que se lhe apresenta aos olhos - de um lado os conflitos multi-segmentados, de outro lado os mistérios revelados, e ainda de outro lado os irmãos cósmicos fazendo belas apresentações nos aeroportos, nos crop-circles, nos céus de todos os países e continentes.

Abra seus olhos, abra sua mente mas acima de tudo abra seu coração.


Sintonize-se com sua luz interior e com seu Cristo Eterno.

E compreenda por si mesmo quem é quem nessa trama cósmica, nessa guerra declarada entre o céu e o inferno, entre a luz e as trevas, entre os seres da Federação Galáctica e as diversas raças estelares faccionadas.

Compreenda isso a nível do alimento que você escolhe ingerir, da novela ou filme ou programa de tv que escolhe assistir, do pensamento ou sentimento que acolhe, e de cada palavra ou atitude que lança ao próximo.

Como separar o Joio do Trigo???


Parece que isso só pode mesmo ser realizado em Armagedon.

( Hannyari de Micael)


http://hannyaridemicael.blogspot.com.br/

 " Gloria a Deus nas Alturas e Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade!"

"E... há de ser que todo aquele que invocar o Nome de YHWH, será salvo, porque no Monte de Sião, em Jerusalém, haverá livramento, como o Senhor Deus tem dito, e nos restantes que Ele chamar". ( Joel 2:32)

sábado, 1 de junho de 2013

A Consciência De Sua Missão




Freqüentemente, eu me pergunto:
- “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?”

Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, esse filme é bobo.

Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos.

Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos:

“Evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.”

Todos os nossos bens na verdade não são nossos.


Somos apenas as nossas almas.

E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.

Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão maior para continuar em frente.

As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores.

A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais.

Ninguém veio a essa vida somente com a finalidade de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor.

Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas, não pode ser a razão da vida.

Tenho certeza de que pessoas como: Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.

O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca?

A resposta é uma só: “A consciência de sua missão nesta vida.”

Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta.

Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida.

E que ela só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.

Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí, um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida.

Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir.

Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.


Roberto Shinyashiki

A CURA PRÂNICA


Nossa intuição sempre apontou a existência de algo além do que nossos olhos podiam perceber.
 
Existem variados caminhos para aprimorarmos nossos sentidos e atingirmos um nível mais elevado de consciência.

A Cura Prânica é um destes caminhos e não precisamos abrir mão de nosso pensamento racional ou mundo real para segui-lo .
 
Aliás ,ao contrário , ele poderá ajuda-lo no seu dia a dia.
 
Não apenas no que diz respeito a saúde física e emocional , combatendo doenças, stress, depressão, insônia, vícios, mas também ajudando na materialização de objetivos, aumentando a concentração, facilitando o aprendizado.

Bem, mas o que é a Cura Prânica ?

A Cura Prânica é uma forma de tratamento de origem oriental milenar que utiliza prana para nos trazer equilíbrio.
 
E o que vem a ser prana?
 
Prana palavra sânscrita para sopro de vida,é a energia vital presente em todos os planos, é invisível, não tem aroma, peso, som e sabor.
 
Algo abstrato e concreto ao mesmo tempo .

Master Choa Kok Sui, após anos de estudos, pesquisas e experimentações, sistematizou de forma clara e simples os procedimentos de cura e prevenção.
 
Aprendemos a sensibilizar nossas mãos para perceber e conduzir essa energia que entra e se armazena no corpo pelos Chakras (do sânscrito roda ).
 
São pequenos redemoinhos coloridos distribuídos principalmente entre o lato da cabeça e a base da coluna, que regulam a entrada e saída de força vital.

Cada Chakra está relacionado não apenas aos órgãos e funções do organismo, mas também regem as emoções e fazem a ligação com o mundo espiritual.
 
Quando em equilíbrio, esses centros permitem que a energia flua de modo saudável, enfraquecidos ou superativados podem causar bloqueios, dificuldades, perda de saúde e imunidade.
 
A Cura Prânica ajuda o sistema de energia do corpo a normalizar-se de modo que o próprio corpo possa curar a si mesmo.
 
Por trabalhar com a pessoa como um todo , e ir diretamente a origem das doenças, a Cura Prânica funciona bem tanto na prevenção delas como num complemento para a medicina tradicional.

Somos todos capazes de aprender e praticar a Cura Prânica?
 
Sim, a técnica desenvolvida pelo Mestre Choa Kok Sui é simples.
 
Com o corpo composto de 70% de água, que é um ótimo condutor de eletricidade, somos todos naturalmente capazes de sintonizar e transmitir energia sutil pelo chakras das mãos.

Como é uma sessão de Cura Prânica?
 
Em uma sessão de Cura Prânica o paciente fica sentado, deitado ou em pé, dependendo da parte do corpo a ser trabalhada, o terapeuta mantém sempre as mãos a uma certa distancia de quem recebe cura.
 
Primeiramente ele avalia quais chakras estão desequilibrados, para depois fazer uma limpeza e harmonização doando prana conforme necessário .
 
Os curadores mais experientes são capazes de curar a distancia e manipular maior variedade de energia sutil.
 
O trabalho de Master Choa Kok Sui não se restringe ao desenvolvimento de técnicas de cura.
 
Grande estudioso de antigas práticas e filosofias hinduístas, chinesas tibetanas e egípcias,aprofundou suas pesquisas nos ensinamentos ocultos de Cristo, da Cabala ,do sufismo e alquimia.
 
Master Choa nos ajuda a conectarmos mais diversos saberes e perceber sua natureza comum.
 
A essência espiritual do homem supera o sectarismo das religiões.
 
Por meio de reflexões e meditações descobrimos a divindade dentro de cada um de nós.

Partes da mesma suprema energia criadora do Universo, temos de vivenciar harmonia não somente com a paz entre os povos mas na superação dos pequenos obstáculos no cotidiano.

Espiritualidade - evolução espiritual consciente




por Marcos Porto - portomfc@terra.com.br

Para nós seres humanos a vida evoluiu a partir de formas básicas para muito
mais complexas.

Junto com a evolução física, outro tipo também foi acontecendo, a evolução
da mente.

A vida se tornou mais e mais inteligente e consciente no Universo.

Esta força de evolução é a força motriz da vida, que é o fato no Universo oposto à força da estagnação, ou seja, a situação em que não há crescimento.

Vamos, então, refletir sobre o tema?

Evolução, no sentido usado aqui, significa crescimento.

Quando estamos ativos, trabalhando contra a ausência de movimentos, proativos com a força da evolução, estaremos realmente vivendo.

Espiritual significa tudo relacionado com Espírito e Alma.

Ao usarmos esta palavra, queremos dizer nossa evolução de Alma.

Poderemos influenciar a evolução espiritual.

Nós seres humanos estaremos agora dispostos a evoluirmos espiritualmente, de modo a nos elevar acima do predomínio dos nossos cinco sentidos e da mente racional, e nos tornarmos verdadeiros seres humanos espirituais.

Faz sentido?

Albert Einstein (1879-1955) cientista físico que desenvolveu a teoria geral da relatividade, um dos pilares da física moderna nos diz: "Parece-me mais certo que o caminho para a evolução espiritual da humanidade, em busca da espiritualidade genuína, não está no medo da vida, no medo da morte, ou ainda em uma fé cega, mas na superação do conhecimento racional".

Iluminação espiritual evolucionária tem sido considerada o propósito de vida de cada um de nós.

Sermos conscientes significa estarmos reflexivos, ou seja, cuidadosamente buscarmos nosso crescimento espiritual.

Evolução espiritual consciente nem sempre estará acontecendo ao lado e no mesmo ritmo da evolução física.

As informações que nos chegam diariamente relatam que nós seres humanos temos crescido de forma desordenada, a ponto de estarmos à beira de destruir o planeta e a nós mesmos junto com ele.

Sendo assim, a única forma de preservar a nós mesmos e ao planeta é mudarmos as formas de como vivemos, nos autotransformando.

Precisamos parar de viver de forma tão materialista, buscando na introspecção nossa evolução espiritual consciente, ou seja, através do exame que fazemos dos nossos próprios pensamentos, sentimentos e ações.

Introspecção consiste em formularmos mentalmente algumas perguntas sobre nós mesmos e nossa vida espiritual:
"Será que sou digno do Amor de Deus?
Será que sinto ser essencialmente bom, ou tenho medo de ser mau?";
"Tenho estado calmo ou agitado no meu dia a dia?"
E assim por diante.

Essas perguntas são exemplos que colocam nossa mente a refletir como nos sentimos, pensamos e agimos durante o dia.

No entanto, é fácil respondê-las superficialmente para que nenhuma profundidade seja alcançada, concordam?

Caso nossa introspecção não esteja atenta ao processo, ela se tornará simplesmente uma lista de verificação.
Correto?

Na sua melhor forma, nossa introspecção revelará o funcionamento sutil de nossa consciência, evidenciando crenças e atitudes que muitas vezes são deixadas no inconsciente e nos bloqueiam.

Caso sintamos qualquer carga emocional sobre os eventos ou ações do dia, poderemos querer ir mais longe com as próximas perguntas:
"Quanto tenho me julgado, aos outros, e ao mundo em geral?";
"Quais emoções que surgem em mim dos fatos e ou dos julgamentos?"

Estas perguntas servem para separarmos fatos, julgamentos e emoções, e nos ajudarão a enxergar mais claramente o que está acontecendo em nossas consciências.

Ficarmos no fato, não nas emoções!

Caso olhemos com cuidado, veremos que o que costumamos considerar como fatos, poderão ser julgamentos e emoções agregados aos acontecimentos.

Os fatos são neutros, e os julgamentos decorrem dos fatos, filtrados através de nossas crenças, sejam elas conscientes ou inconscientes tanto sobre nós mesmos como dos outros.

Esta mistura de fatos, julgamentos e crenças poderá nos causar uma reação emocional, mas o processo é muitas vezes tão rápido, a ponto de parecer instantâneo.

Prestemos especial atenção nos nossos julgamentos sobre os outros.

Mestre Jesus, em sua Divina Sabedoria, antecipa-se a nós quando nos diz:
 "Não julgueis para não serdes julgados.

Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós". (Mateus 7:1-2)

A experiência tem revelado que muitas vezes nos projetamos para os outros sem percebermos.

Os outros são espelhos de nós mesmos.

Os juízos que temos sobre os outros são juízos que temos sobre nós.

Enxergando o bem nos outros, estaremos reconhecendo o efeito do bem em nós mesmos.

Caso vejamos só o negativo, realmente estaremos vendo apenas um reflexo de nossas falhas.

Está claro?

Em vez de pensarmos nas emoções como sendo positivas ou negativas, observemo-las como informações úteis sobre nós mesmos.

Quando estamos cientes da emoção, então, poderemos expressá-la de forma assertiva e, assim, liberá-la.

Na maioria das vezes, uma mudança na maneira de observarmos uma circunstância ou evento, poderá acalmar nossa emoção.

Sejamos gratos por tudo o que fazemos para aprofundar a nossa espiritualidade.

Nenhum esforço é perdido.

Dediquemos nossos esforços ao Ser Maior Criador Deus como oferenda e deixemos os resultados da nossa evolução espiritual consciente advirem através de Suas Mãos.

Voltaremos ao assunto.

http://somostodosum.ig.com.br

MIGUEL - SEU CORAÇÃO É MUITO, MUITO SÁBIO

 
Miguel
Canalizado por Ron Head
Em 28 de maio de 2013

Neste dia falaremos mais sobre o assunto do discernimento.

Esta é uma questão de grande importância nesta época.

Sempre foi importante, claro, mas nesta conjuntura, quando muito de seu futuro está no seu estado de ser, sua evolução de consciência, ele é mais importante do que nunca.

Vocês desejarão fazer aquilo que os impele à frente, e não aquilo que de alguma forma atrasará seu progresso.

O desejo mal orientado de permanecer no status quo, entretanto, ainda é forte em alguns quadrantes, sim, enfraquecendo, mas ainda apresentando problemas para vocês sempre que possível.

Há uma inundação de informação disponível para seus intelectos que alcançou proporções não conhecidas por muitos milhares de anos por aqueles no planeta.

É do seu maior interesse aprender a como melhor lidar com isto.

Como vocês podem decidir melhor sobre o que é de valor para vocês e o que não é?

O que é verdadeiro e o que não é?

Em quem e no que vocês podem confiar?

Poderíamos fazer um longo discurso sobre os anjos, guias, mestres ascendidos e seres criativos.

E todo ele seria aplicável, claro.

Mas esta será uma mensagem curta, queridos, porque a melhor resposta é extremamente curta.

Há um meio muito confiável e simples em que todos os supracitados e não nos esqueçamos de seu próprio eu superior, se comunicarem com vocês de momento a momento.

Sim, nós nos comunicamos sim com vocês de minuto a minuto.

E há muitos e variados modos que vocês podem utilizar para receber essa comunicação, mas não é isto que necessitamos aqui.

O que vocês precisam é ser capaz de dizer num instante se aceitam o que estão ouvindo, vendo ou lendo ou não aceitam.

E também existe a possibilidade de deixar de lado sua aceitação ou rejeição até mais evidência estar disponível.

Existe esse modo?

Nós lhes diremos que existe.

Não é algo que nunca lhes dissemos antes.

Entretanto, é algo tão simples que vocês não dedicaram a consideração que deveriam dedicar.

Aqui, queridos amigos, está a chave.

Quando vocês estão lendo, vendo ou ouvindo ao que está perante vocês, estejam muito atentos em como os faz se sentirem em seu coração.

Seu coração é muito, muito sábio.

Ele é o que dentro de vocês que está "conectado" o tempo todo.

Este é o lugar em vocês em que "o saber" reside.

É o lar da mente.

Nós não dissemos intelecto.

É onde a mente está conectada ao seu ser terreno.

Não vamos entrar numa discussão sobre isso hoje.

Apenas vamos dizer que seu coração esperou pacientemente por sua vida inteira para vocês começarem a seriamente ouvir o que ele pode lhes dizer.

E também lhes asseguramos que ele jamais irá orientá-los mal.

Mas o "truque", se existir algum, é que vocês precisam ouvir.

Por isto nós queremos dizer não descartar, ignorar o que vocês sentem.

Se vocês aprenderem a passar suas vidas do dia a dia desta forma, você se verão rapidamente ficando mais felizes e menos estressados.

E mais cedo ou mais tarde vocês ficarão sabendo de onde esses sentimentos provêm.

Como já lhes dissemos muitas vezes, nós estamos com vocês em todos os momentos.

Vocês jamais estão sozinhos.

E vocês são amados incondicionalmente.

E como vocês dizem, podem apresentar no banco (n.t.: é garantido).

Conversaremos novamente em breve, queridos corações.

Bom dia.



Copyright © Ronald Head. Todos os direitos reservados.
Você pode copiar e redistribuir este material contanto que não o altere de nenhuma forma, que o conteúdo permaneça completo e inclua esta nota de direito e o link:
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/

Uma mente sã






Se quisermos construir uma vida de paz e felicidade, é essencial desativar nosso hábito de colecionar memórias negativas.
Quando nos conectamos a elas, a emoção que sentimos no momento em que se formaram, é imediatamente desperta. Então, lembrar é reviver os acontecimentos ruins, inúmeras vezes.

Como, então, conseguir fazer com que a mente pare de acessar incessantemente esta memória?

 
O primeiro passo é tornar-se um observador, pois somente este exercício pode nos permitir perceber o padrão de negatividade mental em que vivemos na maior parte do tempo.

A partir do momento em que nos tornamos conscientes disso, podemos escolher se desejamos prosseguir desse modo, ou tentar construir uma nova forma de viver.

Se a resposta a esta pergunta for um não, ou seja, se estivermos cansados de repetir sempre o mesmo padrão miserável na forma de lidar com a vida, torna-se possível, então, dar o segundo passo.

Em que consiste este passo?

 
Em manter o foco no pólo oposto, ou seja, nos acontecimentos prazerosos e benéficos que nos acontecem.
 
Ah, dirão alguns, mas nada de bom ocorre em minha vida.

Se isto ainda é a sua realidade é porque, certamente, não encontraram o foco, não ajustaram sua visão para perceber as bênçãos que a existência lhes oferece todos os dias.

Para isto, basta se perguntar, a cada manhã, se você está feliz com a sua vida.

 
Caso a resposta seja um não, assuma a responsabilidade por fazer com que ela se transforme. Ninguém mais poderá fazer isso por você.

"...a mente não está interessada em tomar nota das flores, está interessada em tomar nota dos espinhos.

 
Qualquer coisa que dói, ela imediatamente toma nota.
Quem se importa com uma flor?

Você se lembra de seus inimigos melhor do que de seus amigos.
 
Basta ver a sua mente e você vai se surpreender que você se lembre do seu inimigo mais do que você se lembra de seus amigos.
Você pode esquecer seus amigos, mas você não pode esquecer seus inimigos.
Esta é a sua mente insana.

Uma mente sã só vai olhar as coisas na direção oposta: ela vai contar as bênçãos, ela vai contar tudo o que é belo, ela tomar nota de tudo pelo qual tem que ser grata.

 
E então, naturalmente, a vida da pessoa vai se tornar uma vida de bênçãos, cercada por todas as experiências bonitas.
É apenas uma questão de mudar uma pequena estrutura em sua mente.

...Apenas uma mudança pequena, mas faz muita diferença.

Comece a recolher tudo o que está acontecendo de belo com você.
E isso está acontecendo com todos.
 
E qualquer coisa que não seja bonita, não é demais lembrar, não vale coletar.
Por que tornar-se sobrecarregado com o lixo quando você pode ser cheio de flores e perfumes?

Você tem que fazer uma pequena mudança em sua mente biológica natural.

A meditação pode fazê-lo muito facilmente.
 
Uma das partes essenciais da meditação é olhar para o lado bom das coisas, olhar para o lado bom das pessoas, olhar para o lado bom dos incidentes, de modo que você esteja cercado com tudo de bom.
Cercado com todas as coisas bonitas, o seu crescimento é mais fácil.

Mas as pessoas são estranhas.

Você pode fazer mil favores para uma pessoa e apenas uma coisa desfavorável - ela vai esquecer os mil favores e vai se lembrar de uma coisa desfavorável que você fez.
Ela vai levar para a vida toda.
 
Esta é a forma como as pessoas estão vivendo: em vingança, raiva, desespero, sentindo-se rejeitadas pela vida, sentindo-se como párias da existência.

Mas a coisa toda é que você está coletando as coisas erradas.

A vida é cheia de ambos.
Você pode ver que um dia é imprensado entre duas noites, e você também pode ver dois belos dias imprensando uma noite pequena.
 
Escolha como você quer se sentir - estar no céu ou no inferno.
A escolha é sua".

OSHO - Além da iluminação.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Liberando o Karma Familiar




por Fernanda Luongo - fernanda_luongo@hotmail.com


Carma ou Karma do sânscrito Karmam, significa ação.


"A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade".

Terceira Lei de Newton.

Quando ainda somos apenas pequeninas crianças dependentes de nossos pais, muito da nossa percepção de mundo e da própria construção de nossas personalidades é, digamos assim, emprestada. 

Tendemos a absorver, imprimir e incorporar profundamente as impressões passadas por eles a nós, de forma que passamos a acreditar (quando adultos) que aquelas ideias, valores, reações etc. são genuinamente nossas.

Da mesma maneira, nossos pais absorveram de nossos avós os modelos que (agora) nos são passados, e assim podemos constatar que os padrões chamados de kármicos são mais antigos do que imaginamos. 

Códigos de conduta, ética, moral, valores religiosos, conceito de bem e mal, bem como pré-disposições genéticas a determinados tipos de doenças, a padrões de comportamento, pensamento e reação são passados adiante e tendem a se repetir assim como um disco riscado numa vitrola, até que alguém resolva AGIR de forma diferente.

Usando o exemplo da vitrola: até que alguém resolva desligar a vitrola, ou mudar o disco!

Esta carga familiar, por mais pesada que seja, pode ser modificada a qualquer momento, bastando para isso despertar para esta realidade.

Quando percebemos que não estamos fazendo opções livres de influências externas, quando percebemos que estamos reagindo a determinada situação da mesma forma que nossas mães, pais, avós, quando nos damos conta que nossas escolhas estão se baseando no externo (opiniões e expectativas alheias) e não no nosso íntimo, já podemos nos parabenizar, pois a primeira lâmpada para a libertação foi acesa!


A partir desta constatação mental, podemos seguir adiante com o próximo passo: a manifestação material, ou seja, AÇÃO.

Foi dada a largada. 

O caminho agora está livre para acomodar o novo, bastando para tal a manifestação de ações transformadoras.

E essas ações são colocadas em prática no íntimo.


Não adianta querer mudar o pai e a mãe, os avós, os filhos...

A mudança tem que ser feita dentro de nós.

Para que os padrões kármicos familiares sejam quebrados, basta que apenas UM membro da família resolva mudar. 

Basta que apenas UMA pessoa resolva romper com aquela gravação hipnótica repetitiva. 

Basta que apenas UM ser humano rompa com as algemas da ilusão e liberte-se da escravidão do ego.


Basta mudar o mecanismo de reação inconsciente para uma pró-ação consciente.

Se o medo foi uma das bases fundamentais da sua família (e ele é a base da maioria), com confiança e Amor (a força oposta) pode-se iniciar um processo completamente transformador a partir de você.

Todos os outros serão afetados por esta mudança, pois o rompimento do padrão ressoará em sua teia familiar.


Aquela música que tocava durante séculos não tocará mais. 

Porém, cada um responderá à sua maneira. 

Muitos poderão permanecer inertes, outros poderão oferecer tremenda resistência à mudança, e outros ainda poderão criar uma verdadeira revolução a fim de restituir a antiga realidade. 

Obviamente cada qual viverá de acordo com a realidade que escolher, afinal, cada um é responsável por sua própria vida, visão e evolução. 

Porém, este pioneirismo deixará uma marca indelével no currículo da família, de forma que em algum momento, tocará outro membro positivamente, nem que seja de uma próxima geração.

Basta que um resolva acordar, evoluir e mudar a gravação.

Nós não mudamos os outros, nós apenas podemos mudar a nós mesmos, porém, o nosso despertar influencia e estimula o despertar das outras almas ligadas diretamente ou indiretamente a nós.

Pergunte-se a si mesmo qual é a canção familiar que você tem escutado durante os últimos anos?

Será que ela lhe agrada? 

Será que não está na hora de trocar o *heavy metal por um jazz?

Ao invés de reagir à música que tem tocado nas últimas décadas seja proativo e mude o disco!

*nada contra o estilo musical heavy metal - usei como exemplo de uma música mais pesada (como o próprio nome já diz, em inglês heavy quer dizer pesado) em detrimento de uma mais leve (o jazz).

http://somostodosum.ig.com.br/