domingo, 1 de setembro de 2013

Templo dos Mestres para o periodo de 15/08 a 14/09/2013




O Templo do Fogo Violeta
Na Transilvânia (Cárpatos) €“ Romênia


O foco do Mestre Ascencionado do mês de 15 de Agosto a 14 de Setembro de 2013

Hierarca: Meste SAINT GERMAIN


Cor da Chama: Púrpura Royal

Música: Contos dos Bosques de Viena e Valsas de J. Strauss

Transmissão da Chama em 17 de Agosto de 2013

O Mantra da Respiração contém quatro fazes, a saber:


1. Inalação 2. Sustentação 3. Expiração 4. Irradiação

1. EU SOU / a inalação / da Chama / da Liberdade / Cósmica / do Amado / Mestre / SAINT GERMAIN.
2. EU SOU a sustentação / da Chama / da Liberdade / Cósmica / do Amado / Mestre / SAINT GERMAIN.
3. EU SOU a expiração / da Chama / da Liberdade / Cósmica / do Amado / Mestre / SAINT GERMAIN.
4. EU SOU a irradiação / da Chama / da Liberdade / Cósmica / do Amado / Mestre / SAINT GERMAIN.

(repetir 12 vezes no total)

Aniversário de Krishna em Agosto

 

 

Aniversário de nascimento de KRISHNA.
Alexandre o Grande, Imperador e conquistador do mundo antigo, no século IV a.C. partindo desde à Grécia, atravessa o rio Indus e chega à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, tomam contato com a cultura hindu, (em 327 a.C.) com sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses.
Foi a partir de então que a palavra Χριστός (Cristo-Ungido) surge em grego, traduzindo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.


Autor e imagens: Thoth3126@gmail.com
Milhões de hindus celebrarão numa terça-feira, do dia 28 de agosto de 2013, a festa do nascimento de sua principal divindade, o Avatar KRISHNA , o OITAVO avatar de VISHNU, com orações e peregrinações principalmente na cidade de Mathura, no norte da Índia, onde a divindade supostamente nasceu, há cerca de 5.200 anos atrás.

A festa é conhecida como Janmashtami e relembra e comemora o nascimento de KRISHNA, um sedutor, brincalhão, amante da natureza, dos animais, um deus pastor e vaqueiro, há cerca de cinco mil anos nessa cidade, situada cerca de 135 quilômetros ao sul da capital indiana, Delhi.
O festival é celebrado no oitavo dia (Ashtami) do Krishna Paksha (quinzena escura) do mês de Bhadrapada no calendário Hindu(agosto-setembro; no entanto, em ambas as tradições, é o mesmo dia. Então, temos obras como Vishnudharmottara Purana que diz que o nascimento de Krishna é no mês Bhadrapada e o Skanda Purana afirmando que cai no mês de Shravana).

Milhares de pessoas se deslocam até o local todos os anos para participar das celebrações, que incluem orações e canções nos templos e banhos de imagens da divindade KRISHNA com mel, preparados lácteos e oferendas com ramalhetes de flores de todos os tipos (Bhakti).



KRISHNA é a figura central do Hinduísmo. Aparece em um amplo espectro de tradições religiosas, filosóficas e teológicas hindus, sendo retratado em várias perspectivas: como um deus do panteão hindu, como uma encarnação de VISHNU ou ainda como a forma original e suprema (da personalidade humana) de DEUS. KRISHNA é o oitavo AVATAR divino (do sânscrito Avatāra, que significa “descida”) uma encarnação humana e divina de VISHNU. Cerca de 800 milhões de hindus tem KRISHNA como sua principal deidade.

Embora haja diferenças nas concepções da identidade de KRISHNA e nos detalhes de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as tradições.
Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude pastoris, vivendo como um vaqueiro cuidando de vacas e bezerros na sua juventude, e a vida como um príncipe (ele era descendente de reis), como um amante, um guerreiro e um grande mestre espiritual.

A figura de KRISHNA, é fundamental no texto sagrado Bhagavad Gita, é um dos deuses mais populares do panteão hindu (para a maioria dos hindus é a personalidade divina encarnada), e é habitual encontrar nos templos da ÍNDIA sua figura tocando uma flauta ao lado de sua companheira (o seu complemento feminino de alma), Radharani, ou tendo uma vaca e/ou um touro ao seu lado, pois ele foi também um vaqueiro em sua juventude.
O deus é considerado um avatar de Vishnu, que junto com Brahma e Shiva faz parte da trindade sagrada do hinduísmo, a religião de cerca de 80% da população da Índia.




Krishna (VISHNU) e Radharani (LAKSHMI)
As principais Escrituras da cultura védica, que narram a história da vida de KRISHNA são as escrituras sagradas hindus tais como o Mahabharata (Bhagavad Gita), o Harivamsa, o Bhagavata Purana e o Vishnu Purana. A devoção e o culto a KRISHNA pode ser rastreado desde meados do século IV a.C.

Esta é a mesma época em que Alexandre o Grande, Imperador e conquistador do mundo antigo, partindo desde à Grécia, atravessa o rio Indus e chega à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, (em 327 a.C.) tomam contato com a cultura hindu, sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses: foi a partir de então que a palavra Χριστός (Cristo) surge em grego, traduzindo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.

A adoração a KRISHNA como svayam bhagavan, ou o Ser Supremo, surgiu na Idade Média, no contexto do movimento de bhakti (Bhakti=Devoção a KRISHNA).
A partir do século X, KRISHNA se torna o assunto favorito em artes cênicas e se desenvolvem tradições regionais de devoção, como Jagannatha em Orissa, Vithoba em Maharashtra e Shrinathji no Rajastão.



Desde a década de 1960, a adoração a KRISHNA se espalha também no mundo ocidental, em grande parte devido ao trabalho missionário do seguidor e KRISHNA, Bhaktivedanta Swami e a organização criada por ele, nos Estados Unidos a pedido do próprio KRISHNA, a Sociedade Internacional para a Consciência de KRISHNA.
Esse movimento angariou muitos adeptos e hoje é conhecido mundialmente como o movimento HARE KRISHNA (Viva KRISHNA).

De acordo com o Bhagavata Purana, Krishna nasceu sem uma união sexual, mas por meio da “transmissão (o poder da vontade) mental” yoguica da mente de seu pai Vasudeva no ventre de sua mãe Devaki.
Baseado em dados das Escrituras e cálculos astrológicos, a data de nascimento de Krishna, conhecida como Janmastami, seria em agosto de 3.228 a.C.

KRISHNA pertencia ao clã Vrishni dos Yadavas, de Mathura, capital dos clãs de Vrishni, Andhaka e Bhoja. Foi o oitavo filho da princesa Devaki e seu marido Vasudeva. O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja).
Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas, mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal (o Caminho da Evolução Espiritual).

No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, o rei Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte.
Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.

Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas.
Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhuma criança que nascia e matava a todos.
Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve VISHNU nasceria na família de Vasudeva.
Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por VISHNU.



Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que VISHNU nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia (uma semelhança com a história do rei Herodes e os primogênitos em Israel).
E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu - Bhagavan Sri KRISHNA.

O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em sua honra.
Como a vida do pequeno Deus corria risco na prisão, ele foi retirado do local e entregue aos seus pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula. 
Durante a comemoração do aniversário do nascimento de KRISHNA, no festival de Janmashtami, pirâmides humanas também são feitas para que os fiéis consigam alcançar um pote cheio de coalhada (um dos alimentos preferidos do vegetariano KRISHNA quando criança) pendurado a vários metros do chão.

Quem forma a pirâmide divide entre si um prêmio em dinheiro; o pote é chamado de dahi-handi.
As celebrações de Janmashtami terão seu ponto culminante à meia-noite e, pelo menos na capital da ÍNDIA, em Delhi, as autoridades ordenaram um desdobramento da presença policial nas ruas por uma questão de precaução.

Thoth3126@gmail.com

AS DEZ ENCARNAÇÕES DE VISHNU/KRISHNA

Na passagem das eras e do tempo, através dos séculos, muitos deuses têm sido identificados com VISHNU nas formas humanas e animal, na cultura hindu.
Essas figuras não adquiriram o caráter de uma manifestação divina mas sim o de uma encarnação.



Reprodução artística das dez encarnações de Vishnu
Sempre que o mundo e a humanidade esteve em perigo devido às ameaças das forças do mal em sobrepujarem o Dharma, A LEI divina, os deuses, comandados por VISHNU descem do céus e se encarnam em alguma região da terra.
São dez as principais encarnações (Avatares, as “descidas” da divindade em um ser humano) que aconteceram e que ainda estão acontecendo em períodos sucessivos.
 
Matsya, o 1º Avatar de Vishnu, Krishna, tem quatro braços e, como atributos, a roda, a buzina, o bordão e a flor de lótus.

MATSYA, o homem-peixe, teria sido a primeira (descida) encarnação.
Matsya tem quatro braços e, como atributos, a roda, a buzina, o bordão e a flor de lótus, assim como todos os outros Avatares.
Manu, o ancestral do gênero humano (e o criador deste), recebeu de um peixe a missão de construir um barco, pois um dilúvio deveria inundar a terra.

Quando isto se deu, a arca foi puxada por um grande peixe, levando dentro um casal de todas as espécies vivas (o Dilúvio bíblico de Noé).
O peixe também salvou os Vedas das mãos do demônio Hayagriva.



Vishnu como KURMA (Direita), o homem tartaruga, é a segunda encarnação.
Naqueles tempos, deuses e demônios viviam em constantes lutas e, em dado momento, os demônios tornaram-se tão fortes que os deuses se viram ameaçados de perder os seus poderes.

Foi então que Vishnu aconselhou-os a bater o oceano de leite até que ele virasse manteiga, de forma que o amrita (o néctar da imortalidade) ficasse acumulado na superfície, proporcionando aos deuses a invencibilidade.

A montanha Mandara foi usada como batedeira mas, antes que ela desaparecesse no leito do oceano solidificado, Vishnu transformou-se em tartaruga para que com seu casco pudesse suportar a montanha.



VARAHA, a terceira encarnação de Vishnu, é um homem com cabeça de um javali.
Ás vezes, ele é retratado só como um animal. Segundo um dos mitos do Dilúvio, que é ao mesmo tempo, apenas a história de um novo ciclo da criação na superfície do planeta, um demônio raptou a deusa da terra, Prithivi, e escondeu-a no fundo do oceano.

Vishnu assumiu a forma de um javali gigante, mergulhou no oceano e lutou contra o demônio, derrotando-o.

Trouxe a deusa Prithivi (a terra) de volta para a superfície e ajudou-a a recuperar sua capacidade de abrigar todas as criaturas vivas, criando continentes e esculpindo montanhas, vales e planícies. 
De certa forma a história é uma alegoria do repovoamento do planeta depois de uma inundação.



NARASIMHA, foi a quarta encarnação de Vishnu, é metade homem e metade leão.
Ele foi um ser muito próximo de Vishnu que o deixou enraivecido e, por isso, foi condenado a viver o resto de sua vida como um demônio. Brahma, entretanto, concedeu-lhe um benefício especial, ou seja, ele não seria ferido por qualquer arma, homem ou animal, durante o dia ou durante a noite, a céu aberto ou abrigado.

Narasimha se tornou tão cheio de si mesmo e vaidoso por isso que começou a dificultar as vidas dos próprios deuses. Vishnu então resolveu intervir.
Na forma de um homem com cabeça de leão (nem animal, nem homem), escondeu-se atrás de um dos dois pilares à entrada da morada do demônio que se chamava de Hiranyakasipu (nome semelhante ao personagem bíblico Hiram que se associa à Salomão para a construção do primeiro Templo em Jerusalém e um “personagem” muito importante para a Maçonaria).

Então ele o agarrou ao crepúsculo (nem dia, nem noite) na soleira da casa (nem fora, nem dentro) e o estraçalhou com as suas garras (desarmado). Ninguém, por mais favorecido que seja pela divindade pode abusar desse favorecimento sem que venha a sofrer do acerto de contas: seja um homem, um deva espírito da natureza ou os próprios “deuses” criadores (Elohim).



VAMANA, a quinta encarnação, é a primeira manifestação que se apresenta completamente com forma humana, embora tenha sido como a de um anão (o anão sempre foi uma figura respeitada e de destaque na corte dos Faraós egípcios).
O neto de Hiranyakaipu, Bali, apoderou-se dos três mundos e baniu os deuses do céu.

Estes pediram a ajuda de Vishnu que imaginou um plano.
Aproximou-se do rei Bali disfarçado em um anão, solicitando ao mesmo que lhe cedesse um terreno, medindo apenas três de suas passadas, onde ele pudesse meditar. Bali concordou e, imediatamente, o anão transformou-se no gigante Trivikrama.

Em uma passada cercou o céu; na segunda, a terra, e, quando percebeu que a terceira iria cercar o interior da terra, Bali cedeu e pediu auxílio a Vishnu que o empurrou para lá, tornando-o rei dessas paragens recuperando os três mundos.
Vamana é retratado com dois braços, carregando um guarda-sol e, por vezes, um jarro de água e/ou um livro.
 Seu cabelo é longo, geralmente preso no alto da cabeça, e suas vestimentas consistem de uma tanga ou de uma pele de antílope.


PARASHURAMA, ou seja, Rama com um machado, é a sexta encarnação.
Dessa vez, Vishnu assume forma humana total. A história de Parashurama data da época do conflito prolongado existente entre as duas castas mais altas: a dos sacerdotes ou brâmanes e a dos guerreiros ou Kshatriyas {Thoth: Um Kshatriya é um governante e/ou um guerreiro/soldado.
Quando KRISHNA desceu à terra foi como um guerreiro e governante desta casta, ele foi um Kshatriya.
Esta casta tem sido tradicionalmente classificada em segundo lugar entre as antigas e tradicionais quatro castas do sistema hindu, eram os membros da casta Kshatriya que detinham o poder político e de governantes há séculos na Índia.

Embora o sistema de castas ter sido drasticamente modificado através da atual legislação e da reforma social na Índia, não é incomum ver Kshatriyas em cargos públicos na Índia, uma vez que sempre estiveram associados com poder de governo e decisão política por tanto tempo.} 
 
O sacerdote Jamadagnya tinha uma vaca que podia satisfazer todos os pedidos (representação do princípio divino feminino criador).
O rei, que cobiçava o animal a qualquer preço, roubou-o. Como desforra, Parashurama, o filho do sacerdote, assassinou o rei que, por sua vez, foi vingado por seu filho, que matou o sacerdote.

O episódio resultou em uma terrível guerra entre Parashurama, o Brâmane, e os Kshatriyas a qual, após vinte e uma batalhas, culminou com a vitória de Parashurama.
O jovem sacerdote é retratado com duas ou quatro mãos.
Tem o cabelo preso como um asceta.
Em uma das mãos sempre leva o machado de guerra e nas outras, quando possível, espada, arco e flechas (Fusão do sacerdote com o guerreiro/governante, dando origem a governantes e reis mais sábios).



RAMA e SITA, também conhecido por Ramachandra, é a sétima encarnação de Vishnu, Krishna. Retratado como um jovem rei com dois braços, levando sempre consigo arco e flechas, está frequentemente acompanhado da esposa, a bela Sita (uma encarnação da consorte de VISHNU, a deusa da abundância e prosperidade conhecida como LAKSHMI).

RAMA é o herói da obra épica Ramayana. Ele e Sita são vistos como símbolos da incorruptibilidade, da honestidade, da lealdade e da docilidade. Tornaram-se o tema de inúmeras peças, danças e, ultimamente, até de filmes e histórias em quadrinhos.

{Thoth: Ramayana=Caminhos de Rama, que narra fatos históricos antediluvianos, de um conflito entre o então reino de Bharata (antiga civilização onde hoje é a Índia) e o império de ATLÃNTIDA, já contaminado e dominado pelas forças das trevas, e vencido pelo poder espiritual de RAMA e seu povo}.

Krishna, o “condutor” da quadriga de Arjuna (o seu principal discípulo), na Batalha de Kurukshetra.
Lord KRISHNA, é a oitava encarnação de Vishnu, é considerada como a mais importante, sendo adorada por milhões de pessoas como a de um deus por legítimo direito. Essa descida da própria divindade acontece em torno do ano 3.100 a.C., coincidindo com o início do CALENDARIO MAIA que finaliza em 21/12/2012, período que marca os últimos 5.125 anos do KALI YUGA, a idade do ferro, que se iniciou em 430 mil a.C. 
 
O nome Krishna já era encontrado nos Upanishads. Mais tarde surgem no Mahabharata histórias detalhadas sobre o herói Krishna. Os Puranas, especialmente o Bhagavata Purana, contêm um relato exaustivo da vida de Krishna, dividido em inúmeros contos pitorescos que falam de sua força excepcional. 
 
Krishna tornou-se um belo rapaz e, por algum tempo, dedicou-se, alegremente, aos folguedos com as pastoras gopis, meninas que tomavam conta das vacas. Nas noites de outono ele as encantava com sua flauta maravilhosa e dançava com elas ao luar. Radharani (LAKSHMI) é a mais importante das esposas de Krishna.

Krishna e Radharani.


O amor entre eles e a devoção de Radharani, tornaram-se com o tempo uma alegoria para o amor entre o deus Krishna e seus seguidores.
Krishna e Radharani incorporam o princípio tântrico SAGRADO dos dois aspectos do divino (o masculino e o feminino) que, juntos formam o Uno SEM POLARIDADE, em absoluto equilibrio.
Além das ilustrações de Krishna como criança, o Deus é retratado de muitas outras maneiras. Sua pele, na maioria das vezes, é azul (símbolo da VONTADE e PODER).

Geralmente sua perna direita está cruzada diante da esquerda, com os dedos dos pés tocando o chão. Da mesma forma, há representações dele dançando sobre as muitas cabeças da serpente Kaliya (o mundo material ilusório) após tê-la derrotado. Em outra, ele monta sua ave Garuda. E as duas representações mais conhecidas são as de Krishna com Arjuna, o seu principal discípulo e devoto, COMO CONDUTOR DE sua carruagem na batalha de Kurukshetra e a de Krishna, jovem tocando flauta.

BUDHA, é tido no Hinduísmo como a nona e penúltima encarnação, descida de Vishnu, a qual data do período em que o Budismo ganhou uma maior popularidade, particularmente entre as castas inferiores. Vishnu personificado em Budha, pregou uma nova doutrina, ensinando que todos os homens poderiam se livrar da roda do renascimento (Samsara) através de atitudes interiores corretas e, desde então, esses conceitos foram se introduzinhdo no Hinduísmo. Budha está sentado em um pedestal de lótus, absorto em profunda meditação.



Tem, como característica, o despojamento e o desapego às coisas materiais, é retratado com o cabelo curto, escaracolado, com um birote no alto, e os lóbulos das orelhas são longos (assim se mostram em todas as manifestações de Buda). Sua vestimenta amarela é simples e ele não usa qualquer adorno. Pregou o abandono, o desapego às coisas mundanas e às riquezas materiais que satisfazem o ego/eu inferior (ele também foi de família real e era um príncipe, Sidharta Gautama, que abandonou tudo em busca de sua realização espiritual). 
 
KALKI, será a última encarnação/descida de VISHNU/KRISHNA na Terra, durante a transição de nossa atual civilização, nesse final de ciclo e início de outro, em nova oitava evolutiva: foi prometido que haveria um NOVO CÉU e UMA NOVA TERRA.



Essa encarnação de KRISHNA acontecerá NO OCIDENTE e o homem que vai ancorar essa responsabilidade já esta vivo e finalizando o seu próprio processo evolutivo. Em breve se tornará uma figura pública consciente de sua missão, jamais dizendo ser quem ele realmente é e para quem trabalha, pois cabe a humanidade e a cada um individualmente RECONHECÊ-LO em seu espaço MAIS INTERIOR.

Ao findar-se a presente era final do Kali Yuga (idade do ferro), a humanidade já esta em sua maior parte envolvida pelas trevas, os valores morais desapareceram, a confusão, a luxúria, o medo, a guerra, a corrupção política, a prostituição e o caos estão generalizados.

Esta época final marca o tempo da volta do último AVATAR de VISHNU/KRISHNA brilhando como um cometa no céu para, com a restauração do Dharma, a lei da justiça, salvar parte da raça humana. Um novo ciclo de iniciará, distante da Terra, que terá que passar por um processo de renovação, para novamente abrigar vida

Principal Fonte para imagens: The Book of Hindu Imagery” de Eva R. Jansen
Thoth3126@gmail.com

A Ascencão é uma questão de “Faça voce mesmo”

A Ascensão individual é uma questão de FAÇA VOCE MESMO!
Nota de Langa: No meu último contato com Emmanuel, eu perguntei se ele poderia me mostrar as naves da Federação Galáctica (Comando Ashtar Sheran) que ele havia mencionado anteriormente… No dia seguinte encontrei-o no mesmo ponto astral em que sempre nos encontramos. Ele me “embrulhou” com sua Luz e nós nos tornamos uma única bolha magnífica de luz branca…

Thoth3126@gmail.com
Partimos da Terra à velocidade da luz e de repente eu me encontrei flutuando em frente de um prédio/templo sem paredes e sem teto.
Basicamente eu só podia ver o piso, colunas e algum tipo de mobília.
Todo o local parecia ser um holograma.


http://www.emmanuelmessages.com ©2009 Langa
SOBRE A FROTA DE FEDERAÇÃO saiba (E VEJA) mais em: http://thoth3126.com.br/frota-interestelar-da-federacao-galactica/

E ASSISTA O VÍDEO A SEGUIR:



Emmanuel então me explicou que era o Registro Akáshico de nossa Galáxia.
Ele me apresentou ao guardião do Registro…
O Guardião me disse que sou bem-vindo sempre que eu precisar saber de informação para ser usada a serviço de outros, e somente quando eu tiver uma necessidade genuína de saber…

De repente voamos pelo espaço, e paramos em um local muito Calmo e silencioso, não sei a que distância da Terra, mas daquele ponto o nosso planeta parecia menor que a Lua vista da Terra.
De lá eu vi milhares de naves ao redor de todo o nosso planeta…

A visão do Registro Akáshico e esta das naves que circundavam o nosso planeta eram de natureza diferente.
A primeira tinha uma sensação holográfica nela, enquando a das naves pareciam ser “sólidas”.


E
u também vi um campo energético sutil ao redor de toda a Terra, Emmanuel explicou-me que ele é o limite da zona de quarentena (a Barreira de Frequência) que envolve a Terra.

A visão que tive de nosso planeta lá do espaço, cercado por milhares de espaçonaves da Federação (do Comando Ashtar Sheran) e de nossas irmãs e irmãos galácticos da Federação da Luz foi incrível!

Pergunta: Você é um desses seres extraterrestres que logo iremos conhecer?
Resposta: Não sou.


Pergunta: Você é um ser celestial?
Resposta: Eu sou uma consciência hiper-dimensional, a serviço do Deus Uno. EU SOU Emmanuel.

Pergunta: Os seres extraterrestres vêm para nos ajudar?
Resposta: Vocês somente podem ser ajudados por si mesmos.

Pergunta: A sua última resposta parece contradizer a informação dada em contatos anteriores…
 Resposta: Somente aparenta ser contraditório pelo seu atual estado de consciência parcial.
As palavras diferem, mas não o logos (Consciência Divina).
Se você ouvir ao logos propriamente dito você saberá, não há contradições.



Pergunta: Seres de terceira densidade podem ouvir o logos?
Resposta: Toda entidade pode ouvir o logos do (a Divindade Criadora) seu próprio Universo.
Seu logos pode ser ouvido no seu centro, mas vocês estão mais em sua periferia, e na periferia vocês não podem ouvir.
Na periferia vocês estão na mente, e a mente não é o seu Eu, portanto não podem ouvir.
Em seu centro vocês são o próprio Deus.

Pergunta: Devemos confiar nos seres extraterrestres?
Resposta: A escolha é sua. Mas Confiar tem seu próprio valor vibratório intrínseco para os seres da terceira densidade, porque quando há confiança, não há a vibração de medo.
Mesmo que sua confiança permita que outros os enganem, é melhor do que não confiar.

Pergunta: Os extraterrestres irão compartilhar conosco tecnologia avançada, como o uso de energia limpa?
Resposta: Toda energia é limpa.

Pergunta: Refiro-me a algum tipo de dispositivo capaz de criar energia limpa.
Resposta: A energia não pode ser criada, somente utilizada.
Toda a energia que já existiu ou que existirá está aqui agora.

Pergunta: Como o encontro afetar-nos-á como indivíduos?
Resposta: Ele mudará para sempre o modo que vocês se relacionam entre si no Planeta Terra.
Muitos de vocês receberão os seres extraterrestres com amor, respeito e animação, enquanto outros os acharão assustadores.
Entretanto, enraizada no coração de todo ser humano existe a memória deste encontro.
Vocês estão aqui e agora para lembrar.
Quando o primeiro contato ocorrer, vocês irão lembrar que vocês estiveram se preparando através de muitas vidas para este momento extraordinário na História Humana.



Pergunta: E como o encontro afetará nossa sociedade?
Resposta: A imensa maior parte de sua sociedade planetária ainda mantém a tola idéia de que vocês estão sozinhos no Universo, e assim que essa idéia for arrasada, vocês começarão a descobrir a verdade sobre si mesmos, conscientizando-se da verdadeira natureza da realidade e do real propósito da vida.
Se vocês puderem entender que seu verdadeiro Eu é totalmente espiritual, e se vocês trouxerem sua espiritualidade para o Universo, olharem de frente o Universo, vocês conseguirão ver o Plano Divino, e somente aí vocês entenderão seu papel nele.
Vocês estão agora no fim de um grande ciclo, estes são realmente tempos incríveis, não só para a Raça Humana, mas também para todo o Universo. A ascensão de Gaia (Terra) e da Humanidade é um evento universal e observadores de muitos planetas e de muitas constelações distantes estão aqui para testemunhar este evento sem igual na História Galáctica.


Pergunta: Como GAIA (a Mãe Terra) vai ascender?



Resposta: Três fatores influenciarão a ascensão de Gaia: a própria consciência de Gaia, a ancoragem da energia galáctica de alta vibração no coração de Gaia, e a faixa de frequência vibratória de todos os coletivos que vivem no campo energético dela.
É por isso que o Amor Humano no seu plano é tão necessário nesta época.

Pergunta: Qual é a melhor coisa que nós, como indivíduos, podemos fazer para ajudar GAIA em seu processo de ascensão?
Resposta: A melhor coisa que podem fazer por Gaia é dar o máximo de si mesmos em tudo o que fizerem e/ou empreenderem, elevando sua frequência vibratória pessoal ao Princípio Criativo do Amor.

Pergunta: A ascensão de Gaia ocorrerá antes da ascensão humana, ou depois?
Resposta: Cada momento é atômico; não há espaço para dois momentos terem uma sequência.
Tudo acontece simultaneamente no Agora.

Pergunta: Nós, humanos, ascensionaremos? Nós estamos preparados?
Resposta: Nem todos os indivíduos estão preparados para a ascensão a planos superiores de existência, mas a Humanidade como coletivo está preparada para avançar.
Acordos têm sido feitos em Níveis Superiores para os indivíduos que não conseguirem ascensionar.
Eles terão de repetir o ciclo e continuar trabalhando em seu próprio crescimento espiritual.


Pergunta: A ascensão é concedida para aqueles que estão preparados?
Resposta: Ascensão é criação consciente.
Sua ascensão individual é um processo consciente; ela não acontece automaticamente, ela é criação sua.
Uma vez entendido isto, as coisas são simples.
Se sua faixa vibratória atinge determinada frequência, a ascensão começa.



Se você simplesmente se sentar e ficar esperando que ela aconteça, ela não acontecerá.”
A ascensão é um território inexplorado, o caminho a ser seguido não está lá, ele não existe, precisa ser criado conscientemente.
Sempre que você foca sua atenção em criar a ascensão, ela está ali.
Sempre que você para de focar, ela não está.
Você precisa projetar a forma pensamento para iniciar a reação em cadeia que criará o caminho de ascensão.
Lembre-se, de acordo com as Leis impostas pelo Logos do seu Universo, você só tem aquilo que você cria, nada mais.

Amados Irmãos e Irmãs, vocês são seres cósmicos poderosos com um poder criativo ilimitado, agindo pelo interesse do Tudo Que É.
Vocês percorreram um longo percurso, através de muitas vidas, preparando-se para este momento, não o percam.
Nós dos Reinos Superiores estamos muito animados com o que está para ocorrer.
Toda a ajuda externa está a postos.
O resto é com vocês.
A ascensão é uma questão de “faça você mesmo”!
 
 
Eu Sou Emmanuel

Postado originalmente em 21 de Agosto de 2012.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes

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Mudancas Climaticas: ONU – I.P.C.C. preve Clima mais Letal

ONU-I.P.C.C. prevê Clima mais LETAL com a Aceleração das Mudanças Climáticas
A maior ameaça de eventos com clima extremo são para as regiões pobres altamente povoadas do mundo, adverte o relatório, mas nenhum pedaço do mundo – desde Mumbai até Miami – estará imune.
O documento emitido pelo IPCC, um painel ganhador do Prêmio Nobel de cientistas climáticos prevê ciclones tropicais mais fortes e devastadores, ondas de calor mais freqüentes, mais dilúvios e secas. O relatório de 594 páginas, acusa a escala de desastres recentes e futuros de uma combinação de fatores produzidos PELO HOMEM na mudança do clima, mudanças populacionais e da pobreza.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

http://www.ipcc.ch/
http://insideclimatenews.org/breaking-news/20120328/ipcc-predicts-more-deadly-weather-climate-change-unfolds



Seth Borenstein, AP Escritor de Ciência
Os Efeitos já foram sentidos pelo planeta nos últimos 50 anos, dizem os cientistas. Secas, chuvas violentas, ciclones e enchentes ocorrerão com maior frequência. Cidades como Mumbai (ÍNDIA) e Miami (EUA) estão na lista para sofrerem grandes desastres climáticos.

IPCC – É o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) que foi criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial (OMM-WMO) da ONU e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA-UNEP). Sua missão é produzir informações relevantes para a compreensão das mudanças climáticas que acontecem no planeta. Por sua contribuição ao tema, o IPCC ganhou o Nobel da Paz em 2007.

WASHINGTON (AP) – O Aquecimento Global está levando ao aumento de tempestades severas, secas e ondas de calor em que as nações deveriam estar se preparando para eventos sem precedentes de desastres climáticos mortais, destrutivos e geradores de enormes prejuízos materiais em devastação, declarou o IPCC- Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e os cientistas do clima, em declarações em um novo relatório divulgado em 28 de março de 2012.

A maior ameaça de eventos com clima extremo são para as regiões pobres altamente povoadas do mundo, adverte o relatório, mas nenhum pedaço do mundo – desde Mumbai até Miami – estará imune. O documento emitido pelo IPCC, um painel ganhador do Prêmio Nobel de cientistas climáticos prevê ciclones tropicais mais fortes e devastadores, ondas de calor mais freqüentes, mais dilúvios e secas.
O relatório de 594 páginas, acusa a escala de desastres recentes e futuros de uma combinação de fatores produzidos PELO HOMEM na mudança do clima, mudanças populacionais e da pobreza.

Segundo ambientalistas ligados ao governo da Argentina, se não forem tomadas providências para diminuir o aquecimento global os Glaciares da Patagônia (e demais locais gelados do planeta) poderão desaparecer em menos de 50 anos. Esta previsão fica evidente quando observamos as imagens acima: a primeira é de 1928 e a segunda de 2004, em apenas 76 anos o gelo diminuiu consideravelmente!

O IPCC, o Painel da ONU prevê o acontecimento de ondas de calor, secas e tempestades e cheias cada vez mais intensas. O relatório também aponta a relação entre as emissões de gases pela industrialização e queima de combustíveis fósseis, o aquecimento global e os eventos meteorológicos extremos. O Clima da Terra já foi alterado irreversivelmente, de acordo com previsões do IPCC, painel de cientistas do clima ligado à ONU. (Foto da NASA)

No passado, o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, fundado em 1988 pela ONU-Organização das Nações Unidas, se centrou na análise e estudo da ascensão lenta mas inexorável das temperaturas e das águas dos oceanos, como parte do aquecimento global.
Este relatório do painel é o primeiro a olhar para as menos comuns, mas muito mais perceptíveis mudanças climáticas extremas, que ultimamente têm custado em média cerca de US$ 80 bilhões ao ano em danos e prejuízos provocados pelo aumento das catástrofes provocadas pelos fenômenos climáticos extremos..
“Nós estamos experimentando mudanças maiores e mais extremas nas alterações climáticas”, disse um dos principais editores do relatório, Chris Field, um ecologista do Instituto Carnegie de Washington.

É nestes casos onde temos as perdas. É onde e quando temos os altos pagamentos de seguro. Isso é onde e quando as coisas têm o potencial de desmoronar. Já há muitos lugares que estão à margem desses desastres por uma razão ou outra“, disse Chris Field. “Mas já não acontece mais apenas em áreas pobres: Existem grandes riscos de desastres em quase toda parte.

O relatório também aponta especificamente para a cidade de Nova Orleans destruída durante a passagem do furacão Katrina em 2005, observando que “os países desenvolvidos (nesse caso os EUA) também sofrem desastres graves por causa da vulnerabilidade social e proteção contra desastres inadequada.” Nas zonas costeiras dos Estados Unidos, danos à propriedade causados pelos furacões e a elevação dos mares poderia aumentar em 20% até 2030, disse o relatório.
E em partes do Texas, as áreas vulneráveis às tempestades poderiam mais que dobrar até 2080.

Inundação e destruição de New Orleans pelo furacão Katrina em 2005.
 
Já as perdas dos EUA em pagamentos com seguros de desastres climáticos subiram de uma média de cerca de US$ 3 bilhões por ano em 1980 para cerca de US$ 20 bilhões por ano na última década, mesmo após o ajuste para a inflação, disse Mark Way, diretor de sustentabilidade da gigante de seguros SWISS RE.
Já no ano passado, esse total novamente subiu para US$ 35 bilhões, mas muito desses custos se referem a indenizações com danos produzidos por tornados (que teve a sua temporada mais devastadora em todos os tempos no ano passado nos EUA), que os cientistas ainda não conseguem (ou não querem) conectar com o aquecimento global. As perdas com bens segurados nos EUA são apenas uma fração do dano global das catástrofes climáticas que acontecem em cada ano.
 
Globalmente, os cientistas dizem que alguns lugares, especialmente partes de Mumbai, na Índia, podem se tornar inabitávis pelas inundações, tempestades e pela elevação do nível dos mares. Em 2005, durante mais de 24 horas cerca de 3 metros de chuva caiu sobre a cidade, matando mais de 1.000 pessoas e causando enormes prejuízos. Cerca de 2,7 milhões de pessoas vivem em zonas de risco de inundação em Mumbai.
Outras cidades em menor risco incluem Miami, Xangai, Bangkok, Guangzhou na China, Ho Chi Minh City, no Vietnã,Yangon em Mianmar (anteriormente conhecida como Rangoon) e Kolkata na Índia (anteriormente conhecida como Calcutá).
Às pessoas das nações das ilhas pequenas do Oceano Pacífico, como as Maldivas, poderão igualmente ter de abandonar suas casas e países por causa da elevação dos mares e das tempestades ferozes.

O tsunami no Japão, após o terremoto de 11 de março de 2011 que matou cerca de 30 mil pessoas.

“A decisão sobre se deve ou não se mudar populações é dolorosamente difícil e eu acho que é um momento que a comunidade mundial terá que enfrentar com freqüência cada vez maior no futuro”, disse Chris Field por telefone direto da conferência nessa quarta-feira. Este relatório – o resumo do que foi emitido em novembro – é único porque enfatiza a gestão de riscos e de como tomar as devidas precauções e de como se trabalhar, Field afirmou. Na verdade, o relatório do painel utiliza a palavra “risco” 4.387 vezes.

Chris Field apontou para a propensão de acontecerem tempestades e inundações em Bangladesh, um país empobrecido que aprendeu com seus desastres passados. Em 1970, um ciclone tropical de categoria 3 chamado Bhola matou mais de 300.000 pessoas. Em 2007, o ciclone Sidr mais forte ainda matou apenas 4.200 pessoas. Apesar da perda de vidas, Bangladesh foi considerado uma história de sucesso, pois estava mais bem preparado e porque investiu em sistema de alerta e na prevenção de desastres, disse Field.

Um país que não estava tão preparado, Mianmar, foi atingido por uma tempestade de tamanho similar em 2008, que matou 138.000 pessoas. O estudo prevê que alguns ciclones tropicais, que incluem os furacões nos Estados Unidos – serão mais fortes por causa do aquecimento global. Mas o número de tempestades não deverá aumentar e pode até cair um pouco. Algumas outras mudanças climáticas específicas no mau tempo que os cientistas disseram que tinham mais confiança em sua previsão, incluem mais ondas de calor e o registro de mais temperaturas quentes em todo o mundo e o aumento das chuvas no Alasca, Canadá, Europa Central e Setentrional, África Oriental e Ásia do Norte.

O Ciclone Sidr em Bangladesh matou milhares de pessoas em 2007.
 
O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, disse à Associated Press que, enquanto todos os países são prejudicados pelo aumento dos eventos climáticos extremos, a esmagadora maioria das mortes ocorrem em lugares mais pobres, menos desenvolvidas. No entanto, são os países ricos que produzem mais gases de efeito estufa pela queima de combustíveis fósseis, levantando a questão da justiça. Alguns eventos climáticos extremos, no entanto não são mortais. Às vezes, eles são apenas estranhos e inéditos no local onde acontecem.
 
O co-autor do Relatório David Easterling do National Climatic Data Center diz que a atual onda de calor este mês de março nos EUA, embora não mortal, se encaixa no padrão de piora nos extremos climáticos. Os EUA já registrou cerca de 6.800 registros de recordes de temperatura alta agora em março/2012. No ano passado, os Estados Unidos estabeleceram um recorde com bilhões de dólares de prejuízo com os desastres climáticos, embora muitos fossem com tornados. “Quando você começa a colocar todos esses eventos juntos, o custo do seguro é simplesmente fantástico”, disse Easterling. “É muito difícil negar o fato de que isso nada tem a ver com algum sinal de mudanças no clima global.”

O professor de engenharia e meio ambiente Auroop Ganguly da Northeastern University, que não participou da publicação do relatório do IPCC, o elogiou e disse que o destaque dado às mudanças extremas do clima “é um dos principais e importantes tipos do que poderíamos chamar de “bizarrices climáticas globais”.
É uma frase que alguns especialistas estão começando a usar mais para descrever os eventos climáticos extremos. Chris Field não considera o termo impreciso, mas ele prefere não usá-lo. “Parece-me que ele pode dar a impressão de que estamos falando sobre coisas pouco divertidas quando estamos, de fato, falando sobre eventos e tendências com o potencial de ter impactos graves sobre a vida de um grande número de pessoas.”
Este relatório, que se baseia em mais de mil estudos já publicados, contribuirá para o próximo grande informe do painel intergovernamental, aguardado para 2013-2014.

Entre os 831 cientistas especialistas em climatologia do Painel que vão redigir seu quinto relatório de avaliação climática, a ser publicado em 2014, 25 são brasileiros. O último informe foi publicado em 2007.

Na internet: O Relatório do Painel Intergovernamental completo sobre Mudanças Climáticas: http://www.ipcc.ch
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

Entrevista na revista Metrópole: Para mim o normal é ter saúde, não plano médico

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Meditando na Cozinha, nome do curso que proferirá em Campinas (Ísvara) também nomeia uma de suas obras mais bacanas, com crônicas inicialmente publicadas na revista Bons Fluidos (2002).
Fale um pouco sobre a temática do curso.

Olhar para si, olhar para o alimento, juntar o de fora com o de dentro, ir um pouco além da comida: o curso “Meditando na cozinha” é mais uma forma de falar sobre alimentação saudável, dentro de um contexto maior que é a busca do equilíbrio pessoal, da saúde, da relação com o mundo.

Nossos hábitos diários acabam formando um eixo que nos sustenta, para bem e para mal, e precisamos estar conscientes disso.

“Cozinhar é meditar”. Por quê?

Todo exercício de atenção plena pode levar a um estado de relaxamento mental muito próximo da meditação, e a prática vai encurtando a distância.

Preparar e cozinhar alimentos naturais e integrais envolve contemplação, ação, imaginação, contato com água e fogo, controle do tempo.
Não é pouco, mas é simples e fácil. Só depende da pessoa querer relaxar e se concentrar prazerosamente.

Seu mais recente título é Candidíase, a Praga.

Ele começou a ser escrito depois de uma troca de impressões com seus leitores, no blog?
Como foi esse processo de troca, escrita e pesquisa?

Eu já tinha publicado um capítulo grande sobre candidíase crônica no Só para mulheres, em 95, e não pensava em voltar ao assunto. Mas também não sabia que ia ter um blog no qual comecei a postar trechos de livros, receitas, crônicas e tal.

Lá pelas tantas postei sobre candidíase e foi um auê.
Perguntas e comentários me levaram a pesquisar de novo, reafirmando a maior parte do que eu já tinha escrito e introduzindo elementos novos, que valia a pena incluir.

Por essa altura soube pelo jornal que 63% dos atendimentos ambulatoriais do Hospital Pérola Byington, referência em saúde da mulher em São Paulo, eram motivados por candidíase.

“É uma praga”, pensei.
“O pessoal não está entendendo ainda que a coisa é muito mais que um problema genital feminino.”
E resolvi escrever o livro, com um passo a passo caprichado e muitas receitas.
No desenrolar dos capítulos enviei os arquivos a algumas leitoras do blog que me pareciam muito interessadas em resolver seus problemas, e elas os devolveram com críticas e sugestões.
Coisas que só a internet permite.
A elas dediquei o trabalho, em nome de todas as outras mulheres que contribuíram sem querer.

Desde quando especializou-se em alimentação saudável, ou alimentação como base da saúde, vem tratando do tema com esmero e abordando doenças – causas e refrigérios (para não dizer “curas”) - a partir de um compêndio de boas fontes.

Certa vez, porém, você disse que era uma cozinheira preguiçosa.
É, ainda?

Bem, procuro não abordar doenças e sim os comportamentos de risco para elas; manter a saúde para não ficar doente.

Mas sou sim uma cozinheira preguiçosa.
Procuro fazer comida da forma mais simples possível, não só porque me encanta o minimalismo mas porque preciso de tempo para muitas outras coisas, como ler, fazer exercícios e contemplar, além de trabalhar todos os dias.

A comida baseada em vegetais favorece a simplicidade.

E não faço nada que precise de duas etapas. Por exemplo, cozinho o feijão já com os temperos, não refogo; é menos uma panela para lavar depois, e fica gostoso do mesmo jeito.

Além de escritora e jornalista, podemos dizer que é nutróloga?

Não, porque esse título se aplica ao âmbito acadêmico, e não tenho essa formação.

Sou autodidata.

Você come de tudo? O que não come de jeito nenhum? De que “fonte” não bebe?

Não tem nada que eu não coma ou beba de jeito nenhum, mas tenho preferências e cautelas.

Depende do dia, de como estou, do que a situação pede.
 Como todo mundo, às vezes pago um preço alto pela gula, ou simplesmente pelo “por que não?” quando vou na onda da hora – e depois descubro por que não...

O mundo contemporâneo vive de dieta.

Mas o que deveria se levar em conta antes de uma dieta “x”?

O autoconhecimento, incluindo a avaliação criteriosa das possíveis parasitoses que possam estar atrapalhando o organismo.

Não adianta fazer a dieta errada.
E, claro, é preciso pensar em quantidade e qualidade.
Reduzir um pouco a quantidade e melhorar a qualidade já funciona como dieta.

***

Gostaria que dissesse dessa paixão pela escrita, que “começou” (pra valer) quase ao acaso em Campinas, no Diário do Povo... Escrever é fácil?

Escrever é fácil e gostoso.

Todos na minha família liam muito e escreviam cartas, cartões, lembretes, bilhetes.
Meus pais nasceram em diferentes lugares do mundo e chegaram ao Brasil falando várias línguas e escrevendo o tempo todo para os parentes e amigos.
Minhas irmãs mais velhas estudavam no exterior e as cartas também iam e vinham.
Escrever cartas era natural para mim.
E poesia, de que eu gostava muito.

E o apreço pelas HQs, revistas e pelo teatro? Quando abdicou dessas outras áreas pelas quais era apaixonada para dedicar-se exclusivamente à literatura? Pensa em roteirizar para teatro, cinema ou TV?

As HQ foram por acaso: Paulo Patarra, grande jornalista que criou várias revistas importantes, estava assumindo a Rio Gráfica, em 1972, e me chamou para coordenar uma das áreas.

Calhou ser a de HQ, onde aprendi muito, me diverti à bessa e conheci desenhistas extraordinários.

O teatro surgiu mais cedo, aos 15 anos.

Fui do TEC, teatro do estudante criado por Paschoal Carlos Magno, que sem dúvida norteou milhares de jovens pelo Brasil afora.
Também foi por acaso - uma vizinha me chamou para ver um ensaio, faltava uma atriz e eu entrei. Fiz várias peças.
Gostava muito de sair da minha pele e entrar no personagem.
Quis ser profissional mas me desaconselharam devido ao tipo físico, que me limitaria a pequenos papéis.
Nesse meio tempo comecei a trabalhar em jornal.

Não tenho vontade de fazer teatro, cinema e tv.

Gosto de escrever, mais que tudo.
Se fosse me dedicar a outro tipo de produção criativa, seria em música.

Sobre a questão da linguagem.

Seus textos são bastante diretos, coloquiais, metafóricos e ricos em exemplos/situações cotidianas.
Boas histórias entremeadas por informação.
Essa é uma boa definição?

Gosto de pensar que são informação entremeada por boas histórias ;-) Porque há um objetivo nos textos, que é passar aquela informação.

Sou jornalista voltada para promoção da saúde.
Um texto gostoso vende melhor seu conteúdo, né?

Quando os leitores e/ ou a crítica “enlata” suas obras e as dispõe na sessão de auto-ajuda...

Isso a incomoda?
Que ponderação faz acerca dos livros de auto-ajuda?

Ué, meus livros estão na seção de auto-ajuda?

Não sabia.
Geralmente os vejo em culinária, ou, como na Livraria Travessa de Ipanema, têm uma mesinha só deles. Mas não me incomoda estar na auto-ajuda.
Os propósitos são os mesmos: ajudar a pessoa a se administrar melhor.

Você já escreveu só para mulheres, traçou auto(gato)biografia, disse dos malefícios do açúcar.

Sobre o que jamais escreveria e sobre o que gostaria muitíssimo de escrever em breve?

Não ando pensando tanto em escrever ou não, mas em como fazê-lo para as novas mídias.

Adoro ler jornal e revistas no iPad, por exemplo, e estou lendo um livro sobre fungos no Kindle. Observo o crescimento das redes sociais.
Namorar essas novas formas de apresentar a informação tem sido meu passatempo predileto, com a desculpa de que estou trabalhando...

Em que momento decidiu criar a Correcotia? O que a editora anda aprontando, hoje?

A Correcotia existe desde 1985, juridicamente e como selo editorial, mas só virou editora mesmo em 1996, depois do lançamento do livro Só para mulheres.

Que vendeu muito e me obrigou a legalizar a produção toda.
É a editora de todos os meus livros, além de prestar serviços como palestras, cursos e produção de conteúdo.
Isso envolve lidar com papel, gráfica, orçamentos, estoque, notas fiscais, capital de giro, contador...
É meu lado oculto: empresária.

***

Atualmente, vive-se um boom gastronômico óbvio nessas nossas bandas tupiniquins.

Os chefs voltaram a exaltar a comida que conforta, àquela que remete às memórias familiares; a cultuar a refeição em turnos (entrada, prato principal, sobremesa) e a brigar pelos produtos certificados (ode aos produtores locais).
Concorda com essa impressão?
Acha que esse é um bom caminho?
Quem tem feito uma boa gastronomia (no sentido da gastronomia saudável) pensando-se em chefs/ cozinheiros?

Puxa, desculpe, não acompanho as tendências gastronômicas.

Prefiro comer de maneira simples. Gosto do que é mais tradicional e menos inventivo.
Não me chame para comer feijoada em forma de canapé, que eu não vou nem pago a conta.
Não gosto de gastar dinheiro em restaurantes – aliás, sair para comer, pra mim, não é programa, é necessidade.
Mas vou achar legal se os restaurantes adotarem uma comida melhor, com
menos tranqueira engordurada e mais vegetais.

Em seu blog você chamou a atenção para o PL 7.703/2006, conhecido como Ato Médico, em votação no Senado. Grosso modo, esse PL, em pauta e discussão (tramitação) desde 2002, prevê a “delimitação legal” do campo de atuação dos médicos e cerceia o campo de atuação de outros profissionais.

Comente esse PL – o que é válido, o que é questionável e o que é absurdo?

A OMS define os cuidados básicos de saúde em 4 passos:

1) promoção da saúde, a cargo do indivíduo e da comunidade;
 2) prevenção das doenças, onde entram os controles sanitários, o tratamento da água, o combate aos mosquitos, a higiene doméstica etc;
3) cura e
4) reabilitação.
Há muitos caminhos para não chegar na doença, isto é, no passo 3.

O que está errado nesse projeto de lei é a pretensão de dar todo o poder de decisão sobre cuidados de saúde a uma medicina cara, de resultados muitas vezes duvidosos, que se baseia em princípios secretos de diagnóstico e tratamento, alienando o cliente do juízo sobre seu próprio ser.

E alienando o Estado junto.

Você acredita que a ramificação/ especializações da medicina terminaram por minar a saúde?

Ainda acredita na medicina convencional? Por quê?

A medicina convencional é útil em muitas circunstâncias, mas não devia dispensar nunca o clínico geral que trabalhasse pela saúde do cliente, em vez de apenas tratar doenças e distúrbios do paciente. Um bom médico não deveria ter pacientes, e sim clientes saudáveis.

Eu vou a uma médica homeopata de dois em dois meses.
Ela me ajuda a ter saúde.
Levo uma turminha que trabalha comigo e ela os mantém saudáveis
também.

A especialização trouxe um problema muito grave de escolhas equivocadas por parte do cliente, que pega o livrinho do plano médico, acha que tem um problema de coração e vai ao cardiologista; faz exames, volta à consulta; e às vezes o que ele tem são gases, que dóem no peito, do lado esquerdo, por isso pensou em coração.

O bom especialista deveria ser, ao mesmo tempo, um generalista.
Não dá para falar de coração sem pensar em fígado, estômago, intestino, puilmão, rim.
O corpo é um só, e inclui a mente.
Tudo funciona junto.
Crianças que têm convulsões ou falta de concentração podem simplesmente ter lombrigas e outros bichos, que dão muitos sintomas psíquicos, respiratórios, de pele, e acabam sendo tratadas como se fosse outra coisa, complicada e misteriosa.

Sabemos que pensa que saúde não é competência do Estado.

Comente e pondere: o que deveria realmente ser?

É da competência do Estado observar, analisar e atender às necessidades do povo, exercendo seu poder de justiça, administração, mediação.

O Programa de Saúde da Família é maravilhoso no papel, revolucionário mesmo.
Mas a prática do Estado não tem a pureza necessária para que ele funcione como deveria.
Sem corrupção, sem lobby, o Brasil poderia gastar muito menos com a saúde e obter resultados muito melhores.

Para mim é óbvio que os recursos são mal investidos.

Máquinas modernas de diagnóstico custam fortunas enquanto simples exames de fezes geralmente não dão nada porque não interessam aos mandatários do negócio, que mediocrizaram a norma técnica.
 Uma amebíase que não é vista degenera em câncer, e aí sim, o câncer se sabe ver.
Acho um absurdo, um desrespeito e uma desvirtuação do princípio médico.
Coloco o meu questionamento com foco nas parasitoses porque a parasitologia é uma ciência médica desprezada pela medicina por interesses espúrios, e o Estado vai atrás, é refém.
Por isso digo que o Estado é incompetente para cuidar da saúde do povo.
Achar que parasitoses são irrelevantes é uma irresponsabilidade imensa, é gastar os recursos de forma errada e submeter os pacientes a sofrimentos desnecessários.

A saúde é “subversiva” porque não enriquece o outro (não favorece a indústria, nem o governo, nem o sistema)?

Sou contra a medicalização da saúde, onde o normal é ter plano médico-hospitalar.

Pra mim o normal é ter saúde e não precisar fazer tantos exames e tomar tantos remédios.
Mas aí a pessoa saudável cessa de contribuir para o esquemão, e isso é uma clara subversão da ordem!

A medicina popular é tão preciosa ou mais que a acadêmica? Por quê?

A medicina acadêmica se transformou, ao longo do último século, num poderoso negócio sob o grande guarda-chuva da indústria farmacêutica, hospitalar e diagnóstica.

O que corre em paralelo são as formas tradicionais de abordagem da saúde, que vão desde a benzedeira até o acupunturista, passando pelo passe do centro espírita, pela loja de produtos naturais, pela fitoterapia, pelos cuidados caseiros com alimentação e higiene.

A medicina tradicional chinesa tem uma história milenar, assim como a ayurveda.

Ambas procuram harmonizar o indivíduo, enquanto a medicina convencional, como já mencionei, espera que ele fique doente.
E, com a má qualidade de vida que podemos ter atualmente, quem não souber pensar por si acaba mesmo envolvido na fatalidade de adoecer.

Qual é o melhor remédio para “as dores” do mundo?

Ah, se eu soubesse...

..................................
(Íntegra da entrevista a Érica Nogueira para a Revista Metrópole, do Correio Popular, de Campinas, SP, publicada em março de 2012. Valeu, Érica - obrigada pelas ótimas perguntas!)



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