sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os 5 arrependimentos mais comuns no leito de morte



Por Natasha Romanzoti

Não – você não é o centro do mundo.
As pessoas podem amadurecer muito quando se deparam com sua própria mortalidade.
Mas você não precisa esperar até lá.
Conheça cinco arrependimentos mais comuns no leito de morte, segundo um enfermeiro que trabalha com pacientes terminais:


1 – “Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim”

Esse foi o arrependimento mais comum de todos.
Quando as pessoas percebem que sua vida está terminando, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados.
A maioria das pessoas não tinha honrado nem metade dos seus sonhos, e teve que morrer sabendo que isso é culpa das próprias escolhas que fizeram, ou não fizeram.
É muito importante tentar honrar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo da vida.
A partir do momento que você perde a saúde, é tarde demais.



2 – “Eu gostaria de não ter trabalhado tanto”

Todos os pacientes lamentam disso.
Quem trabalha muito, vê pouco os filhos e perde o companheirismo do parceiro.
É um arrependimento profundo passar tanto tempo da sua vida na esteira de uma existência profissional.
Ao simplificar seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não ter esse arrependimento.
E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades.



3 – “Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos”

Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos a fim de manter a paz com os outros.
Como resultado, estabeleceram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem poderiam ser.
Muita amargura e ressentimento é o resultado.
Nós não podemos controlar as reações dos outros.
As pessoas podem, inicialmente, reagir quando você fala honestamente, mas no final, a relação só melhora e se torna mais saudável com sinceridade.
Não segure suas opiniões ou sentimentos.
Se por acaso alguém não gostar de você como você é, você tem a chance de se libertar de algo que não lhe faz bem.



4 – “Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos”

Muitas vezes as pessoas não percebem verdadeiramente os benefícios de velhos amigos até à semana de sua morte.
Muitos se tornam tão ocupados em suas próprias vidas que deixam amizades de ouro deslizarem de vista ao longo dos anos.
Depois, lamentam profundamente não ter dado a essas amizades o tempo e o esforço que elas mereciam.
Todo mundo sente falta de seus amigos quando está morrendo.
Não é dinheiro ou status que mantém a verdadeira importância da vida para quem chegou ao fim.
Naquele momento, o que você quer mesmo é fazer coisas em benefício daqueles que você ama.
No final, tudo se resume a amor e relacionamentos.


5 – “Eu queria ter me permitido ser feliz”

Surpreendentemente comum, muitas pessoas no leito de morte não perceberam, até ao final de suas vidas, que a felicidade é uma escolha.
Elas haviam ficado presas em velhos padrões e hábitos: o “conforto” da familiaridade.
O medo da mudança fez com que elas fingissem para todos e para si mesmas que estavam satisfeitas quando, lá no fundo, queriam mesmo é rir verdadeiramente.
Quando você está em seu leito de morte, você esquece o que os outros pensam de você, e é capaz de deixar para lá e sorrir com sinceridade.

Seria bom poder fazer isso bem antes do momento final, não?

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